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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Alvo de operação hoje que terminou com morte de um dos cabeças envolvido em morte e tentativa de homicídios de policiais, CV da Costa Verde tinha grupo de Whatsapp para monitorar a polícia e administrar o tráfico

Antes da operação de hoje em Paraty que resultou na morte do traficante Pablo Miguel Rodrigues Pereira, o Bigode, a polícia já tinha mapeada as principais lideranças do Comando Vermelho na região da Costa Verde. Segundo uma investigação, Bigode comandava o tráfico na comunidade da Glória mas a região tinha outras lideranças da facção como Vidigal, líder da Lambicada e Ronaldo, líder do Bracuhy. Todos integravam um grupo de Whatsapp chamado Família Angra CV que tinha outros bandidos de vulgos Sem Roupa, FB, Zóio, Maquinista, Pará, Pai ou Leleco (já morto), Bem Dez, “, “Goiaba”, “Cabelinho”, “Feio”, “Moleque” ou “menor”, “VK”, “DN”, Edmar, Gilberto, Naiara, Rhuam, entre outros. As comunidades da Costa Verde são abastecidas pelo Complexo do Alemão e a Rocinha não somente com drogas, mas ainda com mão de obra delinquente. Segundo informações apuradas, os participantes utilizavam-se deste grupo de mensagens para compartilhar informações pertinentes ao tráfico de drogas na Costa Verde, bem como promover o monitoramento das ações policiais, existindo 25 (vinte e cinco) membros como administradores, ou seja, operadores de telefones celulares com poder de incluir ou excluir membros. Morto hoje, Pablo Miguel reagiu à ação policial e optou pelo confronto armado contra as equipes. Além de comandar a venda de entorpecentes na região, ele incitava ataques contra agentes de segurança pública e também estava envolvido no homicídio de um policial civil, ocorrido em setembro do ano passado, no município de Angra dos Reis. Três integrantes da organização criminosa foram presos e foram apreendidas uma arma, drogas e anabolizantes. A operação desta quarta-feira teve como base uma investigação que apurou a tentativa de homicídio contra um policial militar, ocorrida em 17 de junho de 2025, em frente à residência da vítima. Na ocasião, criminosos fortemente armados efetuaram disparos de fuzil e pistola e fugiram após a reação do agente. O veículo utilizado na ação criminosa foi incendiado posteriormente, na tentativa de destruir provas. Durante a ação desta quarta-feira, os policiais civis foram covardemente atacados por criminosos armados. A escolha pelo confronto foi exclusiva dos integrantes da organização criminosa, que optaram por enfrentar o Estado com violência. Os agentes atuavam de forma legal, técnica e planejada, reagindo para preservar suas vidas e garantir a segurança da população. O líder da facção foi neutralizado durante o confronto. Além do envolvimento na tentativa de homicídio do militar, o narcotraficante neutralizado nesta quarta, está diretamente ligado ao homicídio do policial civil em setembro, no bairro Balneário, e Angra. Uma semana antes da execução do policial, o traficante ameaçou os agentes da delegacia de Angra. Na ocasião, o criminoso usou redes sociais para intimidar os agentes. Em uma das mensagens, “Bigode” disparou: “vai morrer todos, o sangue vai escorrer”, citando diretamente três policiais civis da delegacia, entre eles o próprio Elber, que morreu. .

Traficante do CV que ia ser resgatado de delegacia e que comanda a quadrilha alvo de operação policial hoje chegou a nomear seu substituto na liderança do grupo mas este acabou morrendo em tiroteio com a polícia

Os traficantes da comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, alvos de operação hoje da Polícia Civil e do Ministério Público Estadual do Rio, monitoram a presença de viaturas policiais e eventuais ações das forças de segurança nas imediações da referida localidade. Os membros da organização criminosa compartilham alertas em tempo real, orientações estratégicas e avisos preventivos, com o objetivo de ocultar entorpecentes de forma célere e eficaz diante de qualquer movimentação policial. A quadrilha que tem como líder o criminoso conhecido como Rato que foi alvo de tentativa de resgate na delegacia de Campos Elíseos no ano passado. Com a sua prisão, Rato já até tinha nomeado seu substituto, vulgo Murcho, mas este acabou sendo morto em operação policial dias depois da tentativa de resgate na unidade policial. Uma mulher lamentou na época a morte de Murcho e ainda sugeriu que havia X9 no meio dos traficantes. Segundo a Polícia Civil, os criminosos realizaram delitos para proteger comparsas envolvidos no ataque à distrital. Um dos pontos centrais da investigação foi a comprovação da existência de uma “caixinha” do tráfico, abastecida por lideranças locais, destinada a custear despesas de criminosos presos, aquisição de armamentos, compra de drogas e manutenção da estrutura do grupo. Os traficantes da Vai Quem Quer tem atuação integrada do tráfico de drogas com grupos do Comando Vermelho sediados na Rocinha e no Complexo da Penha.

Chefões do CV da Penha foram denunciados por morte de irmãos mas Justiça rejeitou e decretou a prisão de outros dois suspeitos

A polícia investiga o envolvimento de traficantes da Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, na morte de dois irmãos chamados Lábaro e Júlio César Viana de Oliveira. Os crimes ocorreram entre janeiro e fevereiro do ano passado em um intervalo de uma semana. A informação é do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foram denunciados por um dos crimes três chefões do Comando Vermelho, Marcinho VP, Doca e Abelha mas a Justiça rejeitou a acusação contra eles. Não há nos autos disponíveis explicação sobre a suposta participação deles. Foi decretada, porém, as prisões preventivas de outros dois suspeitos. Julio César foi morto no dia 7 de fevereiro na Rua Delfim Carlos, nº 53, em Olaria onde possuía um estabelecimento comercial. Os autores teriam efetuado os disparos de dentro de um veículo clonado, modelo Honda HR-V, cor cinza, placa SUK2B35, evadindo-se do local, na sequência, em direção à comunidade “Vila Cruzeiro” Lábaro foi morto no dia 31 de janeiro. Um relatório da Justiça aponta que um dos suspeitos dos dois crimes é um traficante conhecido como Romarinho; Um tio dos irmãos contou que moradores da região lhe afirmaram que o autor da morte de Lábaro seria Romarinho e que em relação a Júlio, Romarinho também estaria envolvido. A testemunha afirmou ainda que Júlio lhe disse após a morte do irmão que estava sendo ameaçado de morte por Romarinho Outro suspeito citado no documento é um bandido de vulgo Grampola, que era homem de confiança de Romarinho. Uma outra testemunha do processo também disse que estava sob ameaça de morte. Romarinho e Grampola tiveram as prisões preventivas decretadas.

Traficantes do CV são suspeitos de espancaram e ter feito estupro coletivo em uma adolescente de 13 anos em Meriti só porque ela teria ido a baile do TCP

ISegundo reportagem da TV Record e o que circula nas redes sociais, sete traficantes do Comando Vermelho. do Trio de Ouro, em São João de Meriti teriam estuprado e espancado uma adolescente de 13 anos na última madrugada. Segundo relatos, isso porque a garota teria ido a um baile funk na comunidade da Guacha, em Belford Roxo, controlada pelo TCP. A vítima está internada Os traficantes com raiva da denuncia dos moradores estariam ameaçando os residentes. O caso foi registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti. Imediatamente, a unidade iniciou diligências para identificar e responsabilizar os envolvidos. Por se tratar de inquérito envolvendo uma vítima de 13 anos, a investigação está sob sigilo.

Entenda a guerra de facções que deixou manicure morta e idosos baleados em Irajá

A comunidade da Malvina, em Irajá, onde uma manicure morreu e dois idosos foram baleados no último fim de semana, é controlada pela facção criminosa Terceiro Comando Puro sofrendo influência direta de traficantes do Complexo de Serrinha, em Madureira. Ela tem sido alvo de ataques de criminosos ligados ao Comando Vermelho. Na terça-feira da semana passada, os bandidos já tinham invadido o local. Eles conseguiram afungentar quem estava de plantão na boca de fumo mas não permaneceram na comunidade. O CV vem atacando a localidade desde o ano passado em razão dela ser bastante lucrativa para o TCP, segundo o que circula na internet. O CV também tem realizado atques na comunidade do Rio do Ouro, que também fica no mesmo bairro. Imagens da ação foram divulgadas Circula na rede social, a informação de que dois traficantes vulgos Jota e TH, que eram da Malvina, e pularam para o CV teriam participado do ataque de domingo. Há relatos de que estariam se abrigando no Quitungo, em Brás de Pina. Fotos que seriam deles foram divulgadas em uma página no Twitter, Não há porém confirmação oficial do envolvimento deles no episódio. Após o ataque de domingo, houve deboche na redes sociais. Na Internet, um morador pediu paz: “Sou morador da Malvina e peço a os bandidos de qualquer lado que seja, não façam maldades com os moradores por favor. Nós não compactuamos com o crime. Tbm somos refém dos que estão aqui. Deram tiro no transformador e deixaram a comunidade toda sem luz. Estragando alimentos e outros eletro doméstico, estamos pagando caro por uma guerra que não é nossa”. No ataque de domingo, a manicure Tatiany Brandão, de 41 anos, estava fazendo as unhas de uma cliente na porta de casa quando foi atingida por um tiro na cabeça. Dois idosos, um de 71 e outro de 72 também foram alvejados mas sobreviveram. Há relatos de que um traficante do TCP também teria morido. A morte dela causou revolta. Uma manifestação foi realizada nesta segunda-feira para pedir mais segurança para a comunidade das Malvinas.

Polícia Civil confirma um morador morto e outros dois feridos em operação em Belford Roxo

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense (DRFA-BF), com apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), realizaram uma ação de inteligência na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, nesta segunda-feira (02/02). Cinco narcotraficantes foram capturados e os agentes também apreenderam armas e drogas. Durante a operação, as equipes foram covardemente atacadas pelos integrantes da facção, que abriram fogo não apenas contra as forças de segurança, mas também contra moradores da região, colocando deliberadamente a população na linha de tiro. O alvo das diligências, desta segunda, era o criminoso conhecido como “RF”, apontado como liderança do Comando Vermelho na região, após o Setor de Inteligência da DRFA-BF obter informações precisas sobre seu paradeiro. Investigações conduzidas pela DRE-BF indicam que ele é o responsável por ataques contra policiais durante uma ação realizada no início de janeiro pelas especializadas da Baixada Fluminense. Para assegurar a fuga do líder, os narcotraficantes promoveram um ataque indiscriminado, mirando tanto as forças de segurança quanto pessoas da comunidade. Três moradores foram feridos e socorridos por policiais civis para uma unidade de saúde, mas um deles não resistiu aos ferimentos. Após o confronto, o criminoso chegou a divulgar um áudio no qual se vangloria de ter atirado contra os policiais.Cinco narcotraficantes permaneceram no local para confrontar a ação policial, atuando como cobertura armada para garantir a fuga do líder da facção. Todos foram presos. As investigações seguem para localizar a liderança criminosa e responsabilizar todos os envolvidos na organização.

Mais um motoboy teria sido assassinado no Rio

Um motoboy identificado como Hiago Costa foi assassinado em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após ser alvo de criminosos que roubaram sua motocicleta, segundo informações que circulam nas redes sociais que carecem de confirmação oficial. O caso gerou grande comoção no bairro . O.crime teria ocorrido na Rua Porã Há um áudio no WhatsApp comentando sobre a morte do trabalhador. Também foi publicada uma foto que seria da vítima já morta e uma outra imagem da presença de várias pessoas no.local do crime. Caso se confirme, será o quinto motoboy morto no Grande Rio em menos de duas semanas. Os outros casos ocorreram em Irajá, Senador Vasconcelis, São João de Meriti e Belford Roxo. E tem um motoboy desaparecido em Nova Iguaçu que pode ter sido morto por traficantes.

Circula nas redes que motoboy teria sido morto por traficantes em Nova Iguaçu que o obrigaram a se despedir da mulher (leia suposta mensagem dele)

Circula nas redes sociais que carece de confirmaçâo oficial a informação que traficantes da comunidade Buraco do Boi (TCP), em Nova Iguaçu teriam supostamente executado um motoboy que teria ido fazer uma entrega no.local. Segundo um print de uma conversa que foi divulgada, antes de o rapaz ser supostamente morto, os traficantes teriam lhe obrigardo a se despedir de sua mulher. Leia a postagem divulgada no Instagram O Maximino, saiu pra trabalhar ontem e não voltou mais. Ele trabalha de entregador por uma farmácia de manipulação. Essa foi a última comunicação dele com a esposa, mãe da filha dele. Fomos na delegacia, fomos atrás do patrão pra saber aonde foi a última entrega. Não sabemos o que houve. Estamos todos compartilhando fazendo o que podemos, mas não sabemos por quem foi pego. Como ele diz: Adeus vão me mat4r tchau. Rua Luiz de Camões, na Posse, Nova Iguaçú, Buraco do boi. Esse endereço foi a última entrega que ele fez. Depois disso mandou uma mensagem falando que deixaram ele se comunicar e que iam mat4r ele. Por favor nos ajudem😭😭😭😭😭. Pedimos a Deus. Não conseguimos dormir. A filha dele não para de chamar ele. Maitê tem 2 aninhos.” A comunidade do Buraco do Boi é controlada pela Tropa do Peixão do Complexo de Israel (TCP).

Polícia diz ter frustrado plano de ataque terrorista no Centro do Rio

Após um trabalho silencioso e preciso de inteligência, policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) impediram a execução de um ataque terrorista, frustrando a ação criminosa antes que fosse colocada em prática. Os agentes deflagraram a “Operação Break Chain” e cumpriram dezenas de mandados de busca e apreensão, nesta segunda-feira (02/02), em endereços na capital, Região Metropolitana e no interior do estado, todos ligados a investigados que programavam manifestações antidemocráticas com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov, nesta segunda. Até o momento, três pessoas foram presas. A investigação teve início após a especializada tomar conhecimento da existência de grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados com o objetivo de organizar manifestações antidemocráticas, programadas para ocorrer nesta segunda, às 14h, em diversos estados do Brasil. No Rio de Janeiro, o ato seria realizado em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro. Inicialmente, a ação estava planejada para cumprir medidas cautelares contra quatro envolvidos. Após informações de inteligência e apuração dos agentes, contudo, outros 13 foram identificados nesta manhã, levando a autoridade policial representar por mais mandados de busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça. De acordo com o apurado, embora se identificasse como apartidário e anticorrupção, o grupo autodenominado “Geração Z” incitava e preparava atos de violência e terrorismo, além de estimular ataques contra estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades estatais e centros políticos. O objetivo era provocar pânico, desordem e caos social.Os agentes identificaram que os integrantes do grupo compartilhavam conteúdos voltados à radicalização e ao confronto. Também foram encontradas orientações e materiais instrutivos para a confecção de artefatos incendiários improvisados, como o chamado “coquetel molotov”, além de bombas caseiras com bolas de gude e pregos em seu interior. As práticas evidenciam a intenção do grupo de causar destruição e caracterizam risco concreto à população.Os alvos dos mandados de busca e apreensão são investigados pelos crimes de incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário. Todos são participantes ou administradores de grupos vinculados ao Rio de Janeiro e exerciam papel ativo e relevante, com incentivo direto à prática de atos violentos e direcionamento das ações planejadas, incluindo a escolha de um local sensível do cenário político fluminense para a realização do ataque.

Filho de Orlando Jogador teve prisão preventiva decretada suspeito de envolvimento em dois homicídios motivados por guerra de facções em Belford Roxo

Filho do lendário traficante Orlando Jogador, Everton Alan Soares da Conceição, vulgo Popeye, teve a prisão preventiva decretada no último fim de semana suspeito de envolvimento em dois homicídios em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Também tiveram as prisões decretadas os criminosos vulgos Novinho e Pivete pelos mesmos crimes. Todos os envolvidos são ligados ao Comando Vermelho. As vítmas foram Andrey de Araújo da Silva Rego e Fabrício de Souza Faustino. Segundo os autos, Novinho e Pivete teriam atuado como executores diretos dos homicídios, deslocando-se até o local dos fatos e efetuando os disparos que vitimaram fatalmente as vítimas, no contexto de disputa territorial entre facções criminosas Já Popeye é apontado como liderança criminosa local da facção, exercendo poder de comando sobre os executores, sendo responsável pela coordenação das ações armadas, definição de alvos e manutenção da estrutura associativa, caracterizando domínio funcional do fato. Os autos apontam que se trataram de dois homicídios qualificados, perpetrados em plena via pública, durante o dia, com emprego de arma de fogo de uso restrito, em cenário de conflito armado entre facções criminosas,

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