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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Investigação da PF revelou intenso tráfico de armas entre os traficantes no Complexo do Alemão (CV)

A investigação da Polícia Federal revelou como funcionava o tráfico de armas no Complexo do Alemão. O traficante Pezão era o responsável pelo planejamento e execução de todas as ações criminosas de grande vulto da facção Comando Vermelho, incluindo a importação de armas e drogas, o comércio doméstico de entorpecentes, a aquisição de equipamentos antidrones, o vazamento de operações policiais, a realização de transações de câmbio não autorizadas e a lavagem de capitais. Ele exerce total domínio sobre seus subordinados, e sua permanência em liberdade representa a continuidade do comando da ORCRIM.” A investigação revelou um fluxo constante e ilegal de armamentos e munições, com participação central de Indio do Lixão e Pezão. Foi o que ocorreu, por exemplo, nos dias 20 e 30 de março de 2022, quando Índioi e Fhillip da Silva Gregório, alcunha Professor (já falecido), trocaram informações detalhadas sobre a importação de fuzis AR-10 do Paraguai para o Rio de Janeiro. Não por acaso Índio realizou pagamentos pela compra de fuzis em contas de duas empresas ligadas a Angel Antonio Flecha Barrios, um traficante dearmas. Imagens de fuzis, pistolas e munições na nuvem de Índio confirmam que foram enviadas do Paraguai. O financiamento das armas se deu com recursos do tráfico de drogas controlado por Pezão no Complexo do Alemão. As armas contrabandeadas seriam empregadas em confrontos com os órgãos de segurança pública e com facções rivais. As diligências também revelaram o comércio de armas e munição entre Índio e Profesor com anuência de Pezão Em 23, 27 e 30 de março e 4 de abril de 2022, Índio vendeu munições de calibre restrito (9mm e .40) a Professor e Pezão. Em 4 de maio de 2022, Índio e Pezão venderam réplicas de Glock ao traficante Criam (preso)” sem autorização. Em 18 de maio de 2022, Professor vendeu dois fuzis AR-10 a Índio e Pezão no dia 20/3/2022, “Professor” diz a “Índio” que teria frete com destino ao Rio de Janeiro partindo de Pedro Juan Caballero, mas“Índio” diz que o material está localizado em Ciudad del Este, e custaria R$ 3.500,00 por fuzil (“bico”) para transferi-lo de uma cidade para outra Nos diálogos analisados entre “Professor e Indio ” constatou-se que, em sua grande maioria, são relacionados comércio ilegal de armas e munições, com troca de informações sobre o tema, além de acordos para compra e venda. Em 25/3/2022, “Índio” envia foto e vídeo de um fuzil e diz: “chegou”. Em seguida, “Professor” oferece a “Índio” “uns r10”, ou seja, fuzis AR-10.. Em outra data, Índio ” diz que vão chegar mais 200 caixas de munição para fuzil, calibre 762 e oferece a “Professor”. Os dados telemáticos180 comprovaram que, em 3/5/2022, “Profsssor” pergunta se “Índio” gostaria de adquirir fuzis AR-10. Eles combinam o preço de 18 mil dólares por 2 fuzis, mais 2 ou 2,5% para o câmbio. “ Índio” solicita as informações da conta para depósito, e Professor R” envia contas das empresas “Professor” oferece a “Índio” 2 fuzis AR-10. “Índio” aceita, e no dia seguinte pede as contas para depósito. Novamente, “Professor”informa que o preço total: R$ 95.472,00. .

Veja a participação de policiais no esquema envolvendo o deputado TH Joias e o Comando Vermelho

Preso na operação desta semana, o delegado da PF Gustavo Stteel utilizava do seu cargo para beneficiar criminosos, Havia uma íntima relação dele com Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, por meio da qual eles trocam favores ilícitos. O delegado acessou indevidamente a pedido de Dudu o sistema Epol de uso exclusivo de policiais federais para extrair informações a respeito de investigações em andamento em desfavor de “Dudu e de Índio do Lixão. Outro envolvido na quadrilha, ígor Bernardes Brandão tinha ligação com o Comando Vermelho do qual fez negociações suspeitas para Pezão como também se relacionava com o contraventor Adilsinho. Sobre a participação de policiais na quadrilha. o PM Rodrigo da Costa Oliveira era segurança do traficante Índio do Lixão.. Ele era diretamente requisitado para missões de escolta, transporte e segurança pessoal. Em diversas ocasiões, ele organizou com Dudu ” a logística de deslocamentos, define pontos de encontro, horários e até mesmo os veículos utilizados. Sua atuação vai além da simples execução: ele exerce papel de liderança, sendo descrito por “Dudu” como “chefe da segurança” e “peça fundamental” nas operações. Além de sua própria participação, “Costa” também era responsável por recrutar outros policiais militares para compor a equipe de segurança de “Índio, o que demonstra a sua ascendência sobre os demais PMs. Entre os nomes indicados por ele estavam Wesley Ferreira da Silva, Wallace Tobias e Alexandre Marques, Outros nomes citados, ainda não qualificados, incluem Carvalho, Ormond, Pereira, Menezes e Renan. A participação de Leandro Alan dos Santos, ele foi demandado por Costa e Dudu ” para transportar armas e drogas. Por outro lado, as investigações apontaram que o ex-policial Kleber Ferreira da Silva possui a atribuição de obter informações acerca de operações que serão deflagradas e, posteriormente, repassá-las aos integrantes da agremiação criminosa, com o intuito de que eles possam se evadir da comunidade antes da chegada das equipes policiais.” Costa e Alan fzeram o transporte de arma e drogas a mando de Dudu e índio; A tarefa se deu quando a dupla de traficantes vendeu 148 kg de cocaína para o traficante Lacoste da Serrinha. Lavoste não conseguiu pagar por todo carregamento, combinaram sua devolução parcial. O pagamento se faria com dinheiro em espécie. Assim, no dia 30 de outubro de 2024, Costa resgatou com o traficante Lacoste trinta e seis mil reais e 3kg de cocaína, recebeu, por isso, R$900,00, “300 pro kl”sic, nas palavras de Dudu. Lacoste ainda efetuou outro pagamento, dessa vez, com a anuência de Índio, combinaram utilizar um Fuzil G3, assim como a devolução de 4Kg de cocaína. O comparsa de Lacoste referido como Anão, faria a entrega ao emissário de Dudu Mais uma vez Costa foi acionado por Dudu, assim como Leandro ALan, os quais resgataram a encomenda espúria: Ou seja, os dois agentes com atribuições de segurança pública que deveriam reprimir o tráfico de drogas, não só se omitiram, como contribuíram para a sua concretização, em mais um trágico episódio de corrupção policial.” Costa era constantemente acionado, inclusive para realizar o transporte seguro de Índio, o qual, dada a condição de homiziado, valia-se daequipe de seguranças para se movimentar fora do Complexo do Alemão, como ocorreu no dia 13 de janeiro de 2025, quando convocou para a missão os policiais Wesley, Marques e Tobias, Costa recebeu um valor de R$ 28,550 da empresa TH Joias LTDA. Ele também recebeu quantias vindas da Loja do Flamengo pertencente ao deputado estadual. . O policial militar aposentado Kleber Ferreira da Silva, atuava como informante da facção, repassando dados sigilosos de istemas policiais e informações sobre operações, como se deu no dia 26/04/2024, quando informou para TH Joias sobre operação que aconteceria no dia seguinte, informação que TH Joias repassou imediatamente para Índio, Apesar de ser ex-policial militar, Kleber ainda possui acesso ao sistema policial, o qual utilizava para consultar informações úteis para a organização criminosa, como eventuais mandados de prisão contra integrantes da orcrim, tudo isso, obviamente, mediante paga. No 25 de abril de 2024, Índio solicitou a TH Joia a confirmação sobre uma operação policial que ocorreria no Complexo do Alemão e na Penha no dia seguinte 26/04/2024). TH Joias respondeu que verificaria e enviou a Índio um print de uma ligação em curso com Kleber Ferreira da Silva. . Durante a ligação, Kleber confirmou “operação amanhã 5h”, indicando ter tido acesso a informações sigilosas sobre o horário da ação policial. “TH Joias” deduziu que a operação seria direcionada “lá pro amigo”, provavelmente referindo-se à área de atuação da facção. Notícias daépoca confirmaram que a operação de fato ocorreu no Complexo do Alemão e na Penha em 26 de abril de 2024, no dia seguinte ao diálogo. Em seguida, TH Joias informou a Índio que um pagamento deveria ser realizado a Kleber pela informação fornecida

A hierarquia da quadrilha e as conversas que provam a associação entre traficantes do Comando Vermelho e políticos no Rio de Janeiro. Foi sugerido que bandido se candidatasse a vereador

Veja agora como era a hierarquia da quadrilha alvo de operação esta semana do Ministério Público Estadual do Rio e da Polícia Federal que culminou com a prisão do deputado estadual TH Joias, de um delegado da PF, de um ex-secretário estadual do RJ, de PMs e de traficantes, Sabe-se que TH Joias e seu assessor parlamentar Luiz Eduardo Cunha Gonçalves, o Dudu, seriam operadores, de uma complexa rede demovimentação financeira criminosa, com transferências vultosas, tendo sido identificadas supostas transações de grande vulto em reais e dólares, realizadas por meio de operadores financeiros clandestinos e frequentemente convertidas em bens de alto valor, como veículos de luxo e propriedades imobiliárias. O núcleo de liderança do bando era de TH Joias e do traficante Pezão, sendo que este último era quem estabelecia as diretrizes que devem ser seguidas pelos membros da ORCRIM, possuindo total domínio sobre as ações perpetradas pelos seus subordinados; O núcleo político ficava por conta de Alessandro Pitombeira Carracena, figura central que conecta as instituições públicas ao crime organizado;Núcleo logístico era formado por Dudu e Gabriel DIas de Oliveira, o Índio do Lixão, além do deputado da PF Gustavo Stteel. e Leandro Ferreira Marçal Eles eram os responsáveis pelas principais frentes da organização criminosa, atuando como intermediários entre os chefes de facções criminosas e autoridades públicas; O núcleo financeiro ficava por conta de Igor Bernardes Brandão e Pedro Lucas Bezerra de Carvalho, que exerciam a função de ocultar e dissimular bens, valores e direitos advindos das práticas criminosas cometidas pelos membros do Comando Vermelho; Tinha o núcleo operacional formado por policiais como Rodrigo da Costa Oliveira, o Costa, Wallace Menezes Varges de Andrade Tobias, o Tobia (ex-PM), Alexandre Marques dos Santos de Souza, Leandro Alan dos Santos e Kleber Ferreira da Silva, que são agentes da lei que integram a segurança detraficantes de drogas e de armas do Comando Vermelho, além promoveremo vazamento de operações policiais. Há várias conversas que demonstram demonstram a correlação entre o mandato de parlamentar de “TH Joias” e o Comando Vermelho Veja conversas e descobertas Em 29/01/2024, ÍnDIO” diz que “mano”, ou seja, “Pezão”, quer falar com “TH” no dia seguinte. A finalidade seria pedir que “TH” atue no sentido de retirar o batalhão de choque do Gardênia Azul e trocá-lo por “PM normal”. Em seguida, TH Joias manda print de ligação em curso com Carracena. “Índio” pergunta “qual o papo”, ou seja, o que Carracena tinha a dizer sobre o assunto. “ TH Joias diz que Carracena alaria com o comandante geral para entender o que pode ser feito Em 31/1/2024, “Índio” diz a “TH” que ambos foram convidados para jantar com Pezão e que “pedido do dono é uma ordem Em 25/4/2024, “Índio” pede que “TH Joias” confirme se acontecerá uma operação no Alemão e na Penha no dia seguinte. “TH Joias” responde que vai ver e manda print de tela, no qual se verifica uma ligação em curso com Kleber Política Águia Segundo a investigação, TH Joias e Dudu obtiveram lucros superiores a R$ 200.000,00 ao venderem antidrones a facções criminosas cariocas; Outra informação relevante é que a mando de TH Joias, Dudu destinou vaga de assessoria parlamentar na ALERJ à esposa de “Índio” como contrapartida por “ajudar” “TH Dudu e TH Joias intermediaram operação de câmbio de R$ 344.500,00 para Pezão”, a pedido de “Índio”, mas desviaram o dinheiro para uso pessoal; Dudu disse que conversou com TH e Carracena e sugeriu que Indio se candidatasse a vereador em Duque de Caxias; Dudu também intermediou a venda de cocaína para Índio. Em 30/11/2023, “Índio” envia a “TH Joias uma foto de dinheiro em espécie, e diz que tem R$ 148.000,00 para entregar a TH, de modo queR$ 100.000,00 são “do mano”, ou seja, de “Pezão”. Diz, ainda, que vai dar a “TH Joias” mais R$ 90.000,00 para entregar ao Carracena. Em 29/1/2024, “TH Joias” diz que Carracena está acordado para falar com “o mano”, ou seja, “Pezão. De acordo com diálogos capturados entre TH Joias e índio, por volta de 18h do dia 31 de janeiro de 2024, Carracena avisou ao grupo sobre operação policial que aconteceria naquele dia. Àquela altura, ao anoitecer, Índio tranquilizava TH informando “Areal tudo na paz aqui”, referindo-se à região do Complexo do Alemão em que se abrigaram, em seguida TH respondeu: “Carracena me ligou cedo” “bateu tudo que ele falou”.

Traficantes do TCP mataram homem que vendia drogas de forma independente no Terreirão

A Justiça decretou a prisãol preventiva dos traficantes Chapoca, Lobinho e Sem Vulgo por um homicídio no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, de um homem que venida drogas ide forma independente. Sem Vulgo foi preso esse fim de semana, A vítima Gilmar foi morta por traficantes do Terceiro Comando Puro, que haviam lhe convidado para a integrar, sem êxito. Os bandidos envolvidos são conhecidos como “meninos da praia”, sendo um deles conhecido como “Sem Vulgo” e outro como “Bebel”. Uma testemunha afirmou que Gilmar vendia drogas na Comunidade do Terreirão e incomodou integrantes da facção local, pelo que tentaram que ela integrasse a organização e, não tendo êxito, foi morto por quatro elementos Um morador da Comunidade do Terreirão mencionou que a vítima vendia drogas na região, mas não integrava facção, pelo que estava tendo problemas com ela e que, no dia dos fatos, gritou pelo seu nome, dizendo que os “meninos” queriam o matar, tendo conhecimento do envolvimento de Chapoca””.

Tiroteio deixa mortos e baleado na Praça Seca

A Polícia Militar informa que, neste domingo (07/09), uma operação conjunta do 18º BPM (Jacarepaguá) e a 28ª DP na Praça Seca resultou em uma importante ação contra a criminalidade na Zona Oeste do Rio. A operação teve como objetivo desarticular uma quadrilha especializada em roubos a residências. Durante a ação, foi realizada a abordagem de um veículo suspeito de envolvimento em roubo a residência na Taquara. Os ocupantes reagiram atirando contra os policiais e houve confronto, que resultou no óbito de dois suspeitos. Um terceiro foi ferido e encaminhado a unidade de saúde, enquanto um quarto conseguiu fugir. Com os envolvidos, foram apreendidas duas pistolas calibre .40, um revólver calibre .32, um revólver calibre .38, uma espingarda calibre .22, um simulacro de pistola e dois veículos.

Comerciante e infuenciadora que mora em área do CV mas não é envolvida com crime vem sendo difamada nas redes sociais que apontam sua ligação com o TCP e Peixão

Uma comerciante e influenciadora que possui loja de vestuário na Comunidade Vila Operária, bem como residindo no Parque Beira Mar, ambas áreas notoriamente dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho em Duque de Caxias , vem sendo difamada nas redes sociais onde lhe imputam falsamente envolvimento com o tráfico de drogas e atribuindo-lhe vínculos com o Terceiro Comando Puro (TCP), inclusive associando sua identidade a indivíduo conhecido como “Peixão”. Um perfil tem sido utilizado para obter vantagens ilícitas em nome da autora, mediante contato com terceiros, páginas e empresas, a fim de celebrar supostas parcerias comerciais e realizar vendas fraudulentas de roupas, divulgando, inclusive, o número de telefone como se fosse de titularidade da comerciante. A difamação não se restringiu ao ambiente do Instagram. Conforme se verifica, diversas postagens no X (antigo Twitter) e vídeos no YouTube vêm replicando e ampliando os ataques, com publicações que insinuam, de forma depreciativa, que a autora estaria careca, atribuindo a suposta condição a retaliação de integrantes do Comando Vermelho, em razão de relacionamento amoroso falsamente imputado à ela com indivíduo ligado ao grupo rival. A influenciadora buscou solucionar a questão pela via administrativa, realizando, por mais de 15 (quinze) dias, denúncias sucessivas junto à plataforma Instagram, inclusive mobilizando seguidores para reforçar os pedidos de remoção do perfil. Todavia, a empresa manteve-se absolutamente inerte, permitindo a continuidade do perfil fraudulento e a perpetuação dos danos. Segundo a Justiça, , é patente que a omissão da plataforma contribui diretamente para a manutenção da situação lesiva, impondo à Autora a necessidade de recorrer ao Poder Judiciário, a fim de ver resguardados seus direitos fundamentais à honra, imagem, vida, integridade física, segurança e livre exercício profissional, os quais se encontram em evidente estado de ameaça

Ataque a tiros deixou três mortos em Itaperuna

Um ataque a tiros em frente à Adega São Francisco, na Rua Cavalcante Sobral, bairro Matinada, em Itaperuna, terminou com três pessoas mortas na noite de anteotem (5). Testemunhas disseram que dois homens chegaram em uma motocicleta preta sem placa. Ambos usavam capacete. O garupa, desceu do veículo e atirou contra duas das vítimas. Já a terceira pessoa, identificada apenas como Vidinha, foi alvejada pelo piloto da motocicleta. Após os disparos, os criminosos fugiram do local.

Mãe matou a filha de oito anos e escondeu o corpo por quase um mês. Cadáver foi encontrado em estado de esqueletização

Uma mulher foi presa essa semana acusada de matar a filha Evellen Dayane Silva de Lima, de oito anos, no Morro do Urubu, em Pilares, e ocultado o corpo da criança no interior da residência localizada na Rua Pequi De acordo com testemunhas a vítima estava desaparecida desde o dia 02/08/2025 e que após denúncias de maus tratos a acusada impediu por diversas vezes a entrada e assistente social e do conselho tutelar. No mais, conforme apurado através de declarações de testemunhas e perícia de local, vizinhos arrombaram a porta da casa e constataram a vítima em estado de esqueletização em cima da cama. Embora as testemunhas ouvidas em sede policial tenham mencionado não saber a causa efetiva da morte da criança, certo é que vizinhos e parentes narraram negligência da mãe para o cuidado dos filhos, mencionando que utiliza substância entorpecente e os mantêm sem higiene e alimentação. Ainda, a investigação apurou informações no sentido de que os demais filhos da acusada (5 anos e 8 meses) teriam convivido com o cadáver da irmã e de que ficavam sozinhos para que a mãe pudesse sair à noite.

Quadrilha emprestava dinheiro, cobrava mil por cento de juros e ameaça os clientes com armas

Policiais civis da 82ª DP (Maricá) prenderam, neste sábado (06/09), dois integrantes de uma quadrilha de agiotas que atuava com extrema violência. Os agentes cumpriram mandados de prisão e busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, em Maricá e São Gonçalo, na Região Metropolitana. As investigações tiveram início em junho deste ano, quando as vítimas procuraram a 82ª DP para denunciar o crime de extorsão. A quadrilha emprestava dinheiro a moradores da região com juros abusivos, que chegavam a 1.000%, e fazia cobranças armadas, ameaçando as vítimas e seus familiares. Em um dos casos, um dos presos invadiu a casa de um denunciante e, não o encontrando, manteve a irmã em cárcere privado, apontando uma arma de fogo para sua cabeça e exigindo o pagamento imediato da dívida. Os agentes identificaram transferências bancárias via Pix para uma empresa em Alcântara, que servia como fachada para movimentar os valores obtidos ilegalmente. Na delegacia, as vítimas reconheceram um dos presos como o responsável por entregar os valores e o outro como o autor das cobranças violentas.As prisões ocorreram durante diligências nos bairros de Itaipuaçu e Jardim Interlagos, em Maricá, e também em Alcântara, em São Gonçalo. Na ação, foram arrecadados dois veículos de luxo, uma pistola, material de armamento, documentos, valores em espécie, celulares e munições. Nos locais, foi possível constatar que os investigados mantinham patrimônios incompatíveis com suas declarações de renda, já que ambos se apresentavam como vendedores autônomos de automóveis. As investigações continuam para identificar outros envolvidos na quadrilha e aprofundar a análise do material apreendido.

Líder comunitário de Rio das Pedras (milicia) foi baleado

Braz Galdino, vice-presidente da Associação de Moradores de Rio das Pedras, foi baleado no pé, na última quinta-feira (4). Esse foi o 2º ataque a tiros em pouco mais de um mês. No final de julho, ocupantes de um carro atiraram contra o vice-presidente da associação, que não foi alvejado.na ocasião Veja: O vice-presidente da Associação de Moradores de Rio das Pedras, Braz Galdino de Farias Junior, sofreu o segundo ataque a tiros em pouco mais de um mês. No ultimo atentado, os relatos são da participação de um motorista, dois homens de fuzil e outro armado com uma pistola. À 32ª DP (Taquara), a vítima relatou que o agressor o abordou e em seguida deu dois disparos contra ele. Pouco mais de um mês antes, em 29 de julho, ele estava na Estrada de Jacarepaguá, no Itanhangá, quando um veículo branco se aproximou do mototáxi onde estava pedindo para o condutor da moto parar. Braz, por sua vez, pediu para o motociclista acelerar, e então o ocupante do carro branco começou a disparar contra o vice-presidente da associação, que não foi atingido. O caso segue em andamento na 16ª DP (Barra da Tijuca).

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