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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Investigação revela como milícia de Rio das Pedras dividia território, cobrava moradores e ocultava patrimônio milionário

Uma investigação da Polícia Civil revelou como funcionava, por dentro, a estrutura da milícia que atuava em áreas de Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. A organização teria dividido o território, distribuído funções entre seus integrantes e criado diferentes fontes de arrecadação, em um modelo descrito pelo Ministério Público como semelhante ao de uma empresa criminosa. No topo da estrutura, segundo a denúncia, estavam Dalmir Pereira Barbosa e Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, apontados como os líderes da organização. Abaixo deles, havia integrantes responsáveis por funções específicas. “Missim”, apontado como homem de confiança de Dalmir, teria atuado na administração dos recursos arrecadados pela organização. Thiago era acusado de cuidar do abastecimento do grupo com armas e munições. A investigação também apontava que “Missim” havia participado de um episódio de tortura ocorrido em dezembro de 2021. Território era dividido para organizar a arrecadação Um dos aspectos revelados pela investigação era a forma como a organização teria dividido o território para facilitar a cobrança. Na região conhecida como Invasão, na Estrada do Itanhangá, as áreas eram repartidas entre diferentes responsáveis. Laerte era apontado como responsável por um dos setores. A Polícia Civil chegou a apontar Gerardo como responsável por outra área, mas depois reconheceu que havia ocorrido um erro na identificação do homem conhecido como “Bolado”. Por isso, a Justiça retirou Gerardo do processo. A estrutura funcionava em diferentes níveis. Enquanto os líderes comandavam a organização, os responsáveis por cada área administravam a arrecadação e os cobradores atuavam diretamente junto à população. Moradores que ocupavam imóveis também eram cobrados Segundo a denúncia, Luana, Naira e Janderson atuavam na cobrança de taxas dos ocupantes de imóveis nas áreas controladas pela organização. Luana exercia uma função de supervisão. Ela centralizava os valores arrecadados por Naira e Janderson e fazia a prestação de contas aos responsáveis pelo gerenciamento da área. A investigação, portanto, apontava para um sistema organizado de cobrança: os ocupantes de imóveis pagavam taxas à milícia, enquanto os valores eram recolhidos por cobradores e posteriormente repassados dentro da estrutura da organização. Os comerciantes tinham uma fonte de cobrança específica. Pablo era apontado como responsável pela arrecadação das taxas impostas aos estabelecimentos comerciais. A organização também explorava o fornecimento irregular de energia elétrica. Biel e Tipa eram acusados de fornecer energia clandestina e cobrar os moradores pelo serviço. Dinheiro teria sido transformado em patrimônio milionário A investigação também acompanhou o destino de parte dos recursos que, segundo o Ministério Público, eram obtidos pelas atividades criminosas. Em um dos casos, Dalmir teria utilizado R$ 300 mil na aquisição de um imóvel no Condomínio Praia do Café, em Angra dos Reis. O imóvel, porém, não havia sido registrado em seu nome. A companheira e o filho de Dalmir apareciam formalmente como compradores. Para os investigadores, a operação tinha como objetivo esconder a verdadeira propriedade do imóvel e dificultar a identificação da origem do dinheiro utilizado na compra. A acusação sustentava que a manobra havia sido planejada e coordenada por Dalmir para ocultar patrimônio que teria sido adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas da organização em Rio das Pedras. Em outro episódio, Dalmir e Taillon eram acusados de participar da aquisição de uma lancha avaliada em aproximadamente R$ 1 milhão. A embarcação Humility havia sido registrada em nome de uma empresa, utilizada, segundo o Ministério Público, para dificultar a identificação dos verdadeiros proprietários. A companheira de Dalmir também teria se apresentado como proprietária da lancha perante a marina onde a embarcação era mantida. Uma organização com várias fontes de renda O retrato traçado pela investigação era o de uma estrutura organizada para controlar território e arrecadar dinheiro. No topo estavam os líderes. Abaixo, responsáveis pelo dinheiro, pelas armas e por áreas específicas. Na ponta, cobradores encarregados de recolher as taxas diretamente dos ocupantes de imóveis e dos comerciantes. A organização teria explorado diferentes fontes de renda, como a cobrança de ocupantes de imóveis, a extorsão de comerciantes e o fornecimento irregular de energia elétrica. Segundo o Ministério Público, o modelo também envolvia a divisão territorial, a descentralização da administração e o uso da violência para manter o controle das áreas e afastar concorrentes. Parte do dinheiro obtido, de acordo com a acusação, teria sido transformada em patrimônio de alto valor, como o imóvel em Angra dos Reis e a lancha de R$ 1 milhão. A Justiça considerou que havia indícios suficientes para o prosseguimento da ação penal. As acusações ainda seriam analisadas durante o processo, e os denunciados tinham direito à ampla defesa e ao contraditório.

ENTENDA A GUERRA NA TIJUCA: CV TENTA TOMAR REDUTO DO TCP EM DISPUTA QUE JÁ DEIXOU MORTOS E ESPALHOU O TERROR PELA REGIÃO

A morte de João José da Silva, o Zé Badu, de 80 anos, atingido por uma bala perdida durante um intenso tiroteio na Tijuca, é mais um capítulo de uma guerra territorial que há meses envolve traficantes do Comando Vermelho e do Terceiro Comando Puro na região. O CV, principalmente a partir dos morros do Borel e do Andaraí, vem tentando avançar sobre comunidades controladas pelo TCP, como o Morro do Cruz, Casa Branca e Chácara do Céu. Os confrontos entre as duas facções não são novos, mas se intensificaram desde o ano passado e já deixaram um rastro de mortes e episódios de extrema violência. Em um dos confrontos, três pessoas que estavam em uma oficina nas proximidades do Borel morreram. Uma moradora também foi morta neste ano em meio à violência provocada pela disputa entre os grupos criminosos. Várias vezes foram relatados tiroteios na região, principalmente de madrugada Em determinado momento, chegaram a circular informações de que o CV teria conseguido tomar a Chácara do Céu. A informação, no entanto, não se confirmou. Os morros controlados pelo TCP na Tijuca teriam se transformado em uma espécie de reduto para traficantes expulsos de outras áreas após o avanço do Comando Vermelho sobre o Morro dos Macacos, em Vila Isabel. A gestão das comunidades seria atribuída ao traficante Lacoste, apontado como uma das principais lideranças do Complexo da Serrinha, em Madureira. A disputa chegou a produzir episódios incomuns. No início do ano, traficantes do Morro do Cruz teriam lançado uma granada a partir de um drone em direção ao Morro do Andaraí. O artefato, porém, não explodiu. Também circularam vídeos mostrando balas traçantes cruzando o céu da Tijuca durante os confrontos. Em maio, uma mensagem atribuída ao Comando Vermelho indicava que a facção estaria tentando atrair traficantes insatisfeitos do TCP no Morro do Cruz. O texto acusava integrantes da facção rival de extorquir moradores. Morador de 80 anos morreu após ser baleado Zé Badu, como João José da Silva era conhecido, morava na Chácara do Céu e foi atingido por um disparo na tarde de sexta-feira (24), durante um intenso tiroteio que atingiu comunidades da Grande Tijuca. Segundo relatos de moradores, os disparos começaram por volta do meio-dia e se espalharam por áreas do Borel, Casa Branca, Morro do Cruz e Andaraí. A suspeita entre moradores era de que uma tentativa de invasão de criminosos rivais teria provocado a reação dos grupos que controlam a região. A Polícia Militar informou que foi acionada e constatou um confronto entre criminosos nas proximidades da localidade conhecida como Pedra, considerada um ponto estratégico de acesso a várias vielas. O policiamento foi reforçado no entorno. Baleado no tórax, Zé Badu foi levado em estado grave para o Hospital do Andaraí, mas morreu neste sábado (25). A vítima trabalhava como ajudante de obras, era casada e deixou dois filhos. Moradores o descrevem como uma pessoa tranquila, que não tinha envolvimento com a criminalidade. A morte de Zé Badu mostra mais uma vez como a disputa entre facções transforma moradores em vítimas de uma guerra que não escolheram. Na Tijuca, a batalha pelo controle de comunidades rivais continua produzindo tiroteios, mortes e medo — enquanto a população fica no meio do fogo cruzado.

BASTIDORES DO CRIME: Traficante que participou de ataques contra o CV troca de facção e posa com chefões. TCP o ameaça; “Vai morrer com certeza”

Segundo informações que circulam nas redes sociais, o Comando Vermelho teria acolhido o traficante conhecido como Colete ou Revoltado, que fazia parte do Terceiro Comando Puro e participou de diversas guerras contra a própria facção. Colete integrava o grupo do traficante Corinthians, um dos chefes do TCP em Duque de Caxias. Ele teria participado de confrontos contra o CV em regiões como Campinho e Fubá, Morro dos Macacos e Favela do Dick. O criminoso também é apontado como um dos envolvidos na morte do traficante Japão do Juramentinho, em 2024, durante um ataque do TCP. Na ocasião, teria levado o fuzil da vítima para a comunidade da Serrinha, em Madureira. Poucos dias após supostamente mudar de facção, Colete apareceu em fotos ao lado de integrantes do Comando Vermelho, entre eles Bochecha Rosa, do Corte Oito, em Duque de Caxias, Esquilo, apontado como uma das lideranças do CV em Belford Roxo, e Allanzinho do Urubu, em um momento de lazer no Complexo da Penha. Corinthians teria mandado um recado a Colete: “Fuzil é fútil pra mim. Você vai morrer, pode ter certeza!” Ainda de acordo com relatos, Colete também é responsabilizado por outras mortes de integrantes do Comando Vermelho durante confrontos. Agora, após mudar de lado, teria levado um fuzil consigo e passou a ser alvo de ameaças de antigos aliados.

CELULAR DE PM APONTADO COMO EXECUTOR DE ADVOGADO É COMPARTILHADO COM INVESTIGAÇÃO SOBRE GRUPO DE ADILSINHO

A Polícia Civil conseguiu autorização judicial para compartilhar com a investigação da Banca da Grande Rio todo o conteúdo extraído do celular do policial militar Vitor Hugo Henrichs Mello, apontado como possível executor do assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo. A medida foi tomada porque os investigadores passaram a suspeitar que o PM possa ter ligação com a organização criminosa que, segundo a Polícia Civil, seria comandada pelo contraventor Adilsinho. A chamada Banca da Grande Rio é investigada por supostamente controlar o comércio clandestino de cigarros e atividades de contravenção no Rio de Janeiro, como o jogo do bicho e a exploração de máquinas caça-níqueis. Adilsinho é apontado pela Polícia Civil como uma das principais lideranças dessa estrutura criminosa. É justamente por isso que o conteúdo do celular de Vitor Hugo Henrichs Mello se tornou uma peça importante para a investigação. CELULAR DO PM PODE REVELAR LIGAÇÃO COM A BANCA O policial militar é apontado nas investigações como possível executor da morte de Rodrigo Crespo. O conteúdo do celular apreendido com ele foi extraído através do sistema Cellebrite. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) agora conseguiu autorização para que todo esse material seja compartilhado com o inquérito que investiga a atuação da Banca da Grande Rio. Na prática, os investigadores poderão analisar conversas, contatos, arquivos e outras informações armazenadas no aparelho para tentar descobrir com quem o PM se comunicava, a quem obedecia e se mantinha ligação com integrantes da organização criminosa atribuída a Adilsinho. A pergunta central é: Vitor Hugo agiu sozinho na execução do advogado ou fazia parte da estrutura criminosa investigada na Banca da Grande Rio? INVESTIGAÇÃO QUER SABER SE HOMICÍDIO FOI PRATICADO A MANDO DO GRUPO A análise do telefone poderá revelar se o policial recebeu ordens, manteve contato com possíveis mandantes ou intermediários e se tinha alguma relação com integrantes da organização criminosa. Os investigadores também poderão buscar no aparelho informações sobre pagamentos, encontros, planejamento da execução e contatos mantidos antes e depois do assassinato. Caso sejam encontradas provas de ligação entre o PM e a Banca da Grande Rio, a Polícia Civil poderá investigar se a morte de Rodrigo Crespo foi praticada a mando ou no interesse da organização criminosa. O conteúdo do celular também poderá ser confrontado com elementos de outros inquéritos que investigam homicídios atribuídos ao mesmo núcleo criminoso. JUSTIÇA AUTORIZOU COMPARTILHAMENTO DAS PROVAS O pedido foi feito pela Delegacia de Homicídios da Capital e recebeu parecer favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público. Ao autorizar o compartilhamento, a Justiça destacou a possibilidade de existência de uma organização criminosa envolvida na prática de diversos homicídios no Rio de Janeiro. A decisão judicial, no entanto, não afirma que Adilsinho tenha ordenado a morte de Rodrigo Crespo. A investigação busca esclarecer se o PM apontado como possível executor integrava a estrutura da Banca da Grande Rio, organização criminosa atribuída a Adilsinho, e se o assassinato do advogado tem alguma relação com a atuação do grupo. A resposta poderá estar no conteúdo do celular do policial.

“Lacoste cuzão”. Ocupada pela polícia, Serrinha (TCP) tem pichações xingando chefão local e exaltando o CV. VIDEO

Ocupado pela polícia após a operação de ontem, o Complexo da Serrinha, em Madureira, reduto do Terceiro Comando Puro, está com pichações do Comando Vermelho “Tropa do Urso” “Lacoste Cuzão” “CV” Criminosos ligados à Tropa do Salomão estariam tentando botar a culpa nos policiais. A operação resultou em 9 presos, 10 carros recuperados e 20 motos recuperadas.

MATAVA PARA DAR EXEMPLO”: CHEFE DO CV QUE MANDOU ESQUARTEJAR VÍTIMA FOI PRESO NA PONTE RIO-NITERÓI

Preso ontem na Ponte Rio-Niterói, o traficante Thiago da Silva Santos, o Lafado, dava ordens aos seus subordinados para cometer homicídios na comunidade da Risca Faca, em Maricá. Um dos crimes, segundo a Justiça, foi cometido em 2022, quando criminosos, a mando de Lafado, perpetraram diversos golpes contra a vítima, provocando-lhe lesões que foram a causa eficiente de sua morte. O ofendido teve sua vida ceifada em virtude de desentendimento causado por questões relacionadas ao tráfico de drogas da comunidade Risca Faca, uma vez que supostamente estaria cometendo pequenos delitos na área e, assim, sua morte teria o condão de reafirmar a autoridade da facção criminosa dominante naquela região. Em seguida, o corpo foi esquartejado e abandonado em sacos no bairro de Araçatiba, de acordo com laudo de encontro de cadáver. “ele foi severamente espancado até a morte para servir como exemplo e reafirmar a autoridade do poder paralelo na região”, disse a Justiça. No mesmo ano, Lafado foi acusado de ordenar que comparsas matassem um outro homem em razão de desavenças relacionadas ao tráfico de drogas em Maricá. Dessa forma, os executores armados, foram à residência da vítima em Niterói, “, perpetraram diversas agressões físicas contra o ofendido. Na sequência, os suspeitos puseram a vítima no porta-malas de um carro e dirigiram-se à Maricá. No trajeto, um dos executores efetuou disparo de arma de fogo contra o lesado, provocando-lhe lesão. Entretanto, o crime não se consumou , uma vez que a vítima jogou-se do veículo e conseguiu fugir, vindo a receber atendimento médico. A prisão Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) prenderam, nesta quinta-feira (23/07), o líder da facção criminosa Comando Vermelho em Maricá. O criminoso possui mais de 30 anotações criminais e é dono de diversas bocas de fumo na capital do Rio. Ele foi capturado na Ponte Rio-Niterói enquanto fugia de Maricá para a Comunidade do Fallet, em Santa Teresa, na Zona Central do Rio. Contra ele , foi cumprido um mandado de prisão com mais de 17 anos em condenação. De acordo com as investigações, o criminoso comandava o tráfico de drogas nas comunidades do Comando Vermelho em Maricá e também era responsável por diversos pontos de venda de entorpecentes na Comunidade do Fallet. O narcotraficante era considerado uma das principais lideranças da facção na região e estava foragido da Justiça. Segundo os agentes, o criminoso possui mais de 30 anotações criminais por delitos como homicídio, roubo, receptação, organização criminosa, associação para o tráfico, tráfico de drogas e tortura. Ele já havia sido preso em três ocasiões anteriores, sendo a última em 2022, quando foi capturado pela Polícia Civil, em um restaurante de luxo, em Niterói. Na ocasião, ele foi colocado em liberdade e voltou a exercer a função de chefe do tráfico em Maricá. Após quase dois meses de trabalhos de inteligência e monitoramento estratégico da Desarme, agentes localizaram o criminoso em um momento de deslocamento. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória. A ação contou com o apoio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública de Maricá (CIOSP Maricá) e do Centro Integrado de Segurança Pública de Niterói (CISP-Niterói).

Sexta-feira de sangue na Região dos Lagos: empresário é executado dentro de imobiliária e policial civil é encontrada morta em carro

Dois crimes de repercussão ocorridos na Região dos Lagos nesta sexta-feira. Um dos casos foi o do empresário Henriqu Henrique Cardoso Barreto, dono da Henrique Imóveis. Ele foi executado a tiros na tarde de hoje dentro de sua empresa, no bairro Nova São Pedro, em São Pedro da Aldeia. De acordo com as primeiras informações, moradores e comerciantes da região ouviram diversos disparos. Equipes de emergência foram acionadas, mas o empresário não resistiu. A Polícia Militar informou que o corpo permanecia no local aguardando a chegada da perícia. A área foi preservada para o trabalho dos agentes e para a coleta de elementos que possam ajudar a esclarecer o crime Relatos apontam que o sócio da vítima é apontado como o principal suspeito da execução Os ndois teriam discutido antes dos disparos, e a suspeita é de que o crime tenha sido motivado por uma dívida. A informação ainda não foi confirmada oficialmente pela Polícia Civil. Até o momento, o sócio é tratado apenas como suspeito, e não há confirmação de autoria. A perícia esteve no local, e o corpo foi encaminhado ao IML de Cabo Frio. A investigação apura a motivação do crime, a possível participação de outras pessoas e analisa imagens de câmeras e depoimentos de testemunhas.Outro caso que chamou atenção foi uma policial civil encontrada morta dentro de carro em Iguaba Grande é identificada Ela foi identificada como Daniela Cunha Moreira, de 43 anos. A agente era lotada na 124ª DP de Saquarema. O veículo onde o corpo foi localizado permaneceu isolado para o trabalho da perícia. O corpo foi encaminhado ao IML de Araruama. O caso está sob investigação da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). Uma das linhas inicialmente apuradas é a possibilidade de crime passional, mas a motivação ainda não foi confirmada oficialmente. Até a última atualização, não havia informações sobre prisões ou suspeitos identificados.

Noite sangrenta na Zona Norte carioca. Guerra de facções tem homicídio, corpo queimado e ataques com granadas

A última noite registrou novas guerras entre as facções criminosas Comando Vermelho.e Terceiro Comando na Zona Norte do Rio. Em Barros Filho, traficantes ligados à Tropa do Rex (CV) trocaram tiros com rivais ligados à Tropa do Morcego (TCP) e retomaram o Conjunto B13 no Complexo da Pedreira. Um bandido do TCP vulgo JN. teria sido morto. O mesmo teve o corpo jogado por rivais dentro de uma lixeira e, posteriormente, foi queimado. Na Ilha do Governador, criminosos ligados à Tropa do PQD (CV) aplicaram um baque nos rivais ligados à Tropa do Sistema (TCP), no Bancários/INPS (TCP) e mataram um.rival. Ainda gravaram um.video para debochar. Em Cordovil, criminosos ligados à Tropa do Peixão (TCP) voltaram novamente para a Favela do Dourados (TCP) A comunidade estava vazia, então os rivais ligados à Tropa do Nico/Mister (CV) aproveitaram e atravessaram. Porém, rapidamente, a Tropa do Peixão (TCP) expulsaram os rivais ligados ao Mister (CV .A Tropa do Peixão (TCP) lançaram mais duas granadas durante madrugada. Uma foi no Morro do Sereno (CV), no Complexo da Penha. A outra foi no Conjunto Quitungo (CV), em Brás de Pina.

Morte de adolescente de 17 anos após abordagem policial foi o que provocou revolta e terminou com dois ônibus incendiados em Duque de Caxias. LEIA DETALHES

Segundo publicação da página Portal D3 A Fênix, o protesto ocorrido durante a tarde de hoje na Rodovia Washington Luiz, em Duque de Caxias, que deixou dois ônibus incenddiados, em foi em razão da morte de Kayky de Oliveira, de 17 anos, que teria sido baleado durante abordagem policial. De acordo com a publicação, o fato aconteceu durante a madrugada da última terça-feira (21) em Santa Cruz da Serra. Os relatos apontam que Kayky estava acompanhado de três amigos em motocicletas. Policiais ao avistarem os jovens, deram ordem de parada e eles fugiram. Um dos agentes atirou e Kayke acabou atingido nas costas. Durante a abordagem, os policiais notaram através da numeração do chassi que o veículo era roubado, e estava usando placa de uma outra moto. O amigo de Kayky que chegou a ser preso e liberado contou que os policiais teriam demorado a socorrê-lo, o que pode ter agravado o estado dele e o levou a óbito. Kayky não resistiu os ferimentos e morreu na madrugada de hoje. No início da tarde, baderneiros invadiram as pistas da rodovia e atearam fogo em pneus e em dois ônibus. Os coletivos queimados eram da Trel e da União.

Após operação na Serrinha, mensagens atribuídas a traficantes do TCP dizem que Estado estaria do lado do CV

Após a operação da Polícia Civil que prendeu 10 suspeitos no Complexo da Serrinha, em Madureira, surgiram mensagens na Internet atribuídas a traficantes do Terceiro Comando Puro. Nelas, os bandidos escreveram que o Estado estaria hoje apenas de um lado: o do Comando Vermelho que pagaria mais. Nas postagens, eles afirmaram que a polícia tinha que ir no Complexo do Alemão atrás do rapoer Oruam, filho do traficante Marcinho VP, que é procurado por suposta lavagem de dinheiro do tráfico. N

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