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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Após ingerir três latões de cerveja, motorista de caminhão de lixo da Prefeitura de Meriti atingiu carro de aplicativo com crianças e acabou provocando a morte de uma delas

Um motorista do caminhão de coleta de lixo da Prefeitura de São João de Meriti foi preso após provocar um grave acidente enquanto dirigia sob efeito de álcool. O caso ocorreu no dia 7 de fevereiro. De acordo com as informações, o caminhão colidiu contra um carro de aplicativo que estava parado para o desembarque de passageiros. No veículo estavam duas crianças, a mãe e o motorista. Com o impacto, as vítimas sofreram ferimentos. Uma das crianças, identificada como Mel de Araújo Garcia, não resistiu e morreu. O acusado admitiu que iniciou sua jornada de trabalho após consumir três latões de bebida alcoólica, fato confirmado por laudo de alcoolemia. No andamento do processo, a Justiça determinou a juntada do laudo pericial dos veículos apreendidos e do laudo de local. Também foi expedido ofício a uma pizzaria da região para que forneça imagens das câmeras de segurança referentes ao dia 7 de fevereiro de 2026. A audiência de instrução e julgamento foi marcada para o dia 18 de maio de 2026, às 15h, quando serão ouvidas as testemunhas indicadas pelo Ministério Público e pela defesa.

Jiló dos Prazeres foi morto pela PM. VEJA ALGUNS DOS CRIMES PRATICADOS POR ELE

O traficante Jiló, que comandava o Morro dos Prazeres, no Rio Comprido, foi morto durante operação da PMERJ essa manhã. Além dele, outros seis suspeitos também morreram na ação. Um morador também foi morto após ser feito como refém pelos bandidos, segundo a PM. Levou um tiro na cabeça. A mulher de Leandro da Silva Souza contestou a versão e disse que não foram feitos reféns, que a PM entrou atirando e abriu a porta da casa jogando uma granada. Segundo ela, não houve troca de tiros e os bandidos disseram que pretendiam se entregar. Jiló chegou a ser socorrido mas não resistiu aos ferimentos. A polícia fazia uma operação na região para combater o tráfico de drogas e o roubo de veículos. Cerca de 150 agentes , 14 viaturas e dois veículos blindados participam da ação. Tentam ser cumpridos mandados contra lideranças do Comando Vermelho;. Moradores relataram intensas trocas de tiros nas primeiras horas da manhã. Moradores fazem manifestação . Um ônibus foi incendiado na Avenida Paulo de Frontim. Outros sete foram feitos de barricadas. Na operação, os PMs apreenderam dois fuzis, cinco pistolas, dois revólveres e grande quantidade de drogas. Jiló foi acusado de participar de uma tortura de um morador que teve um desentendimento com um homem, por conta de ele ter furado a lajedo do segundo andar onde a vítima mora, na tentativa de colocar uma escada e tomar o espaço, gerando uma discussão entre eles, oportunidade em que o acusado o ameaçou, inclusive de levar homens da “boca de fumo” para resolver a questão. Assim, no dia dos fatos, quando se preparava para dormir, a vítima foi surpreendida com o arrombamento do portão e da porta de madeira de sua residência, por cerca de seis homens que acompanhavam o autor, oportunidade em que, sob a mira de armas de fogo, foi submetido a todo tipo de ameaças e agressões físicas exercidas com pau e barra de ferro. As agressões somente cessaram quando vizinhos começaram a gritar dizendo que chamariam a polícia, momento em que a vítima conseguiu fugir a ação dos seus agressores. O traficante respondia processo pela morte do argentino Gaston Fernando Burlon, que ingressou por engano na Comunidade Morro do Escondidinho e foi alvo de disparos em dezembro de 2024. Jiló também respondia pela morte de Jonatan Felix Gomes ocorrida em abril de 2020. . O crime foi praticado mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, haja vista que esta foi dominada pelos traficantes, levada para a parte alta da comunidade, local onde foi executado. O crime foi praticado por motivo fútil, decorrente do fato da vítima estar desobedecendo as ordens do tráfico de drogas. Jiló foi acusado de ser o mandante. O criminoso respondia ainda a outros dois processos de homicídio datados de 2016 ambos pela morte de um turista italiano. Um amigo da vítima tentou se aproximar e foi impedido pelos traficantes que o cercaram em seguida e cutucaram suas costas com as armas, agredindo-o. Ele percebeu que o amigo havia sido atingido fatalmente por um bandido que inclusive mantinha uma pistola erguida, apontada para baixo,. A testemunha disse que achava que havia ocorrido uma colisão entre a motocicleta do amigo e o carro dos bandidos mas logo depois avistou um grupo de 10 a 12 homens portando pistolas e armas longas. sendo alguns inclusive seguravam duas pistolas em suas mãos e um tinha capuz na cabeça. Quando estava preso, Jiló dos Prazeres foi acusado de participar do assassinato de um traficante do Comando Vermelho dentro da cadeia. O bandido morto, vulgo Dourado, era o dono do tráfico na localidade de Barro Branco, em Duque de Caxias e foi assassinado por cinco detentos, entre eles Jiló, segundo investigações. A ordem para o homicídio partiu de um preso que estava na época em Bangu 1, vulgo Sombra. O crime ocorreu porque Dourado teria arrumado problemas durante um baile na comunidade Nova Campinas, no mesmo município, que resultaram nas mortes de dois criminosos Jiló também chegou a comandar a venda de drogas em casarões da Lapa conseguindo um lucro diário de R$ 10 mil. Jiló comandava a venda de drogas de um prédio abandonado próximo ao quartel central do Corpo de Bombeiros na Praça da República; Os traficantes haviam invadido o imóvel, onde implementaram uma boca de fumo, com indivíduos nas sacadas do segundo e terceiro andar armados.

Secretário de Paes disse que teve dois fuzis apontados para ele

O secretário municipal de Defesa do Consumidor do Rio, João Pires, relatou como foi a ação dos criminosos que o perseguiram na noite de ontem, na Rodovia Amaral Peixoto, em São Gonçalo. “Eu fazia o trajeto que costumava fazer para visitar a minha noiva. Eu vi dois fuzis apontados para o meu carro. Os bandidos pararam o carro ao lado do meu, abriram as duas portas e apontaram dois fuzis para mim. O carro ainda estava em movimento. A única reação que eu tive foi acelerar o carro, tentar fugir e os bandidos continuaram me perseguindo. Até que eu vi que essa perseguição não ia parar tão cedo e tomei a medida que assim que eu vi uma viatura, eu joguei o carro para dentro de um posto de gasolina, bato numa van,” Pires disse que tomou um susto ao ver dois fuzis apontados para ele. Seu carro é blindado. Falou que não imaginava que os suspeitos iriam lhe perseguir por tanto tempo. O secretário disse que a perseguição foi por cerca de dois quilômetros mas não ouviu disparos. Pires afirmou que vinha recebendo ameaças mas não quis comentar o caso alegando que ele está com a polícia. Segundo ele, os autores não se identificam. Declarou também que espera que o episódio tenha sido uma tentativa de assalto e não um atentado. Classificou o caso como triste e assustador. O secretário tem sido combativo à máfia dos postos de gasolina e a máfia dos combustiveis

Bandidos que balearam PMs na Taquara iam comemorar aniversário de chefão do tráfico. Quatro foram feridos e presos

Segundo informações da Polícia Militar, os traficantes que balearam dois PMs ontem na Taquara se deslocavam em direção à comunidade da Santa Maria para festejar o aniversário do criminoso vulgo Pretão, que comanda a vizinha favela do Teixeiras. O Serviço Reservado do 18º BPM recebeu a informação deste deslocamento e foi atrás dos bandidos, que estavam em um carro e cinco motos, havendo então a troca de tiros. Um criminoso morreu e um fuzil foi apreendido. Os dois PMs feridos tinham sido promovidos recentemente após participarem da operação que resultou na morte do traficante Cachulé, que comandava o Morro do Barbante, na Ilha do Governador. Um deles continua internado em estado grave mas estável. Quatro suspeitos de participarem do tiroteio foram baleados e procuraram socorro na UPA de Magalhães Bastos, onde foram presos e transferidos para outros hospitais onde estão sob custódia.

Bandidos do CV atacaram a milícia em Santa Cruz, foram interceptados pela PRF na Avenida Brasil e fugiram para dentro de comunidade dominada pelo TCP

Bandidos do Comando Vermelho que pretendiam atacar a comunidade do Rodo, em Santa Cruz, dominada pela milícia, foram interceptados por policiais rodoviários federais na Avenida Brasil, na altura da Penha. Dois deles saíram do carro e começaram a atirar nos agentes. Eles acabaram fugindo e entrando em uma comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro, a Cinco Bocas. Um terceiro elemento acabou preso. Ele portava uma pistola, com carregadores e munições. O suspeito preso que vestia um uniforme semelhante ao da polícia contou que era da comunidade do Rodo mas foi expulso da milícia e decidiu organizar um ataque à localidade. E confirmou que seria da Tropa do Urso, braço do CV comandado pelo traficante Doca.Inclusive o carro em que os bandidos estavam tinha perfurações à bala que não eram do confrronto com os patrulheiros. A PRF informou que não foi possível entrar na Cinco Bocas para prender os outros criminosos mas está fazendo buscas em hospitais da região para ver se eles teriam sido feridos ou internados.

Relatório revela como líderes do Comando Vermelho mantêm comando da facção mesmo atrás das grades

Relatório do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro aponta que, mesmo submetidas a regimes mais rigorosos em presídios federais, lideranças do tráfico seguem exercendo comando estratégico sobre o Comando Vermelho, influenciando a destinação de recursos, a expansão territorial e a mediação de conflitos internos. De acordo com as investigações, esses criminosos mantêm ativa a capacidade de liderança por meio, principalmente, da atuação de familiares, que funcionam como intermediários na transmissão de ordens. Esses canais recebem as diretrizes da cúpula encarcerada em unidades federais e as repassam a lideranças locais — sejam foragidas ou presas em unidades estaduais — preservando a hierarquia e o fluxo centralizado de decisões no chamado “Conselho Permanente” da facção. Ainda segundo o relatório, participariam desse esquema Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, companheira do traficante Marcinho VP, e o sobrinho dele, Landerson Lucas dos Santos, ambos considerados foragidos da Justiça. A defesa dos investigados tentou revogar os mandados de prisão, citando como precedente o caso do vereador Salvino Oliveira, que teve a prisão temporária suspensa por decisão liminar sob o argumento de ausência de elementos concretos que o vinculassem à organização criminosa. O pedido, no entanto, foi rejeitado.

Conversa vazada nas redes mostra supostos milicianos tramando um homicídio que seria de um PM que foi morto em um salão de festas em Nova Iguaçu. CONFIRA

Uma conversa que circula nas redes sociais aponta que supostos milicianos associados ao PL (paramilitar sucessor de Zinho) estariam articulando o homicídio do policial militar André Luiz Israel, conhecido como “Mineiro”, executado em um salão de festas em Nova Iguaçu há cerca de duas semanas. De acordo com os relatos, o diálogo teria ocorrido entre um integrante de um grupo paramilitar do Cesarão, em Santa Cruz, e outro do Chaperó, em Itaguaí. O policial morto era investigado por suspeita de ligação com Juninho Varão. Na ocasião do ataque, o PM reagiu e matou um dos autores do atentado. A seguir, o vídeo com a íntegra da conversa que circula nas redes sociais e que embasa os relatos. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a autenticidade do material,

Educador da Prefeitura do Rio foi agredido com uma paulada na cabeça e sua colega de trabalho foi empurrada para o meio da rua e quase foi atropelada por um ônibus durante abordagem em Botafogo. Casal suspeito está preso

A Justiça do Rio de Janeiro decretou a prisão preventiva de um casal acusado de agredir educadores da Secretaria Municipal de Assistência Social durante uma abordagem a um menor em situação de rua, na Praia de Botafogo, Zona Sul da cidade. De acordo com o auto de prisão em flagrante, o caso ocorreu na manhã do dia 3 de março de 2026, por volta das 10h40. Os servidores realizavam atendimento a um adolescente quando foram abordados por um homem e uma mulher, que se identificaram como pais do menor. Segundo o registro, ao serem informados sobre a impossibilidade de manter o jovem naquela condição, os dois reagiram com agressividade. O homem teria ameaçado os agentes com um pedaço de madeira e atingido um dos educadores com uma paulada na cabeça, causando ferimentos. Ainda conforme o documento, a mulher empurrou uma educadora para o meio da via, colocando-a em risco de ser atropelada por um ônibus, além de ter subtraído o celular da vítima — aparelho que foi posteriormente recuperado. Diante da situação, foi necessário acionar apoio. Equipes de segurança e agentes da operação Rio Ordem intervieram na ocorrência e conduziram o casal à delegacia. Os profissionais da assistência social ficaram feridos. O menor foi entregue a um homem que se apresentou como tio.

PMs foram baleados e bandido morto na Taquara. VIDEO

Na noite desta segunda-feira, houve uma intensa troca de tiros entre policiais e criminosos na Estrada da Boiúna, na Taquara. Segundo informações iniciais, meliantes descobriram que haviam policiais à paisana dentro de um carro preto e atacaram os agentes, iniciando um tiroteio. Dois policiais do 18° BPM (Jacarepaguá) ficaram feridos mas um criminoso acabou sendo baleado e morreu no local. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos policiais e se houve mais feridos no confronto.

Dívida, tortura e execução: Justiça manda prender traficantes do CV por morte brutal em Angra

A Justiça decretou a prisão temporária de traficantes ligados ao Comando Vermelho, conhecidos pelos apelidos “DN” ou “Frango”, “GL” e “Indinho” ou “Lacoste”, suspeitos de envolvimento em um homicídio ocorrido em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio. De acordo com as investigações, Henrique dos Santos Souza foi vítima de homicídio qualificado por motivo torpe, com emprego de tortura e de recurso que dificultou qualquer possibilidade de defesa, além de ter tido o corpo ocultado após o crime. Os fatos teriam ocorrido em uma comunidade dominada pela facção criminosa. O caso foi registrado inicialmente como desaparecimento no dia 28 de fevereiro de 2026, após a mãe da vítima procurar a polícia. Segundo o relato, Henrique teria uma dívida relacionada ao tráfico de drogas e foi chamado até sua residência por um dos suspeitos, sendo posteriormente levado para a comunidade por “GL”, supostamente a mando de “Frango”. Durante as investigações, outros integrantes do Comando Vermelho ouvidos pela polícia apontaram os mesmos suspeitos como autores do crime. Informações colhidas com moradores da região também indicaram a participação de um terceiro envolvido, conhecido como “Indinho” ou “Lacoste”. Ainda segundo os autos, uma possível motivação para o crime seria de natureza pessoal: a vítima teria se relacionado com a ex-namorada de “Indinho”, o que pode ter contribuído para o desfecho violento. Após diligências e coleta de depoimentos, o corpo de Henrique foi localizado no dia 7 de março de 2026. A identificação oficial ocorreu dois dias depois, em 9 de março, após a conclusão do laudo de perícia necropapiloscópica. O caso foi registrado sob o número 166-01183/2026, e tramita na Justiça sob o processo nº 0801517-85.2026.8.19.0003.

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