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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Jurado de morte na Paraiba, líder de facção veio se esconder no RJ e acabou preso

Na manhã da última quarta-feira, 1º de outubro de 2025, a Polícia Civil do RJ e da PB deram cumprimento ao mandado de prisão contra Joalysson Bruno Napoleâo da Silva, conhecido como “Novinho”, na cidade de Angra dos Reis-RJ. A prisão decorre do mandado expedido em razão de Novinho ser apontado como autor do homicídio que vitimou Luís Antônio Morais Santana, ocorrido no dia 2 de fevereiro de 2025, no município de Itapororoca-PB. Novinho é um dos líderes da facção criminosa autodenominada Nova Alcaeda e, por conta de uma desentendimento interno teria assassinado Luis Antônio, que era seu amigo e também integrava a facção. Por estar jurado de morte pela cúpula da facção, o criminoso fugiu para o Rio de Janeiro visando se homiziar em Angra dos Reis. Após o cumprimento das formalidades legais, o preso foi encaminhado ao sistema prisional em Benfica, onde permanecerá à disposição da Justiça. A operação conjunta demonstra a força da integração entre as polícias do Rio de Janeiro e dos demais estados da federação, reforçando o compromisso das instituições em enfrentar o crime organizado e combater de forma efetiva o tráfico de drogas e as alianças interestaduais. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Corpos mumificados são achados em hospital público no Méier

Quatro corpos mumificados foram encontrados no necrotério do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier. Policiais civis da 23ª DP (Méier) realizaram diligências, nesta sexta-feira (03/10), na unidade de saúde, no escopo de investigações de 10 inquéritos sobre corpos entregues ao Instituto Médico Legal (IML) já em avançado estágio de decomposição. Os agentes buscavam identificar a situação dos cadáveres que estavam na hospital. Ao todo, 14 corpos são objeto de investigação atualmente. A apuração que vem sendo desenvolvida ao longo dos últimos meses indicou descaso e irregularidades no tratamento dos corpos. A investigação começou a partir da própria comunicação do perito do IML, que sinalizou a impossibilidade de laudo, uma vez que os corpos estavam chegando em avançado estado de decomposição. Após oitivas de testemunhas, descobriu-se que mais corpos estariam abandonados na unidade de saúde, o que foi comprovado nas diligências desta sexta. Um dos corpos, inclusive, estava no local desde dezembro de 2024, sem possibilidade de identificar, sequer, se era homem ou mulher. Os quatro corpos foram apreendidos e encaminhados ao IML, onde passarão por perícia. Ainda durante as diligências, nao havia responsável pelo setor. Todos os envolvidos serão convocados a prestar depoimento. As investigações continuam para apurar os crimes de fraude processual e vilipendio de cadáver, bem como outros possíveis delitos. Veja o que diz a Secretaria Municipal de Saúde Não procede que haja 10 corpos em decomposição no Hospital Municipal Salgado Filho (HMSF). O HMSF é um hospital com grande volume de atendimentos de casos graves e, consequentemente, número elevado de óbitos. Mesmo assim, dos sete corpos que estão hoje no morgue da unidade, três são de pacientes que morreram há menos de 24 horas e ainda não foram retirados pelas famílias. Os outros quatro corpos são de pacientes que não tinham referências familiares ou documentos, que não foram identificados na ocasião e acabaram não podendo ser removidos para sepultamento no prazo previsto na legislação. Três desses corpos já estão com a identificação confirmada e o HMSF aguarda os trâmites judiciais para o sepultamento tardio, que deve ocorrer nos próximos dias. Diante da denúncia divulgada hoje (03) pela Polícia Civil, a SMS afastou a chefe do setor responsável pela liberação dos corpos e abriu sindicância, para apurar os fatos com total transparência. A direção do Hospital Municipal Salgado Filho reitera que não há qualquer intencionalidade da unidade em atrasar a identificação ou sepultamento de qualquer paciente. FONTE: Polícia Civil do RJ e Secretaria Municipal de Saúde

Tribunal de Justiça do RJ reúne em seu site detalhes da investigação sobre a atuação do CV em Petrópolis, quadrilha que foi alvo de operação ontem do MPRJ e da Polícia Civil. CONFIRA TUDO QUE FOI DIVULGADO

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou em seu site informações a respeito da investigação sobre a atuação do Comando Vermelho em Petrópolis, que foi alvo ontem de uma operação do Ministério Público Estadual e da Polícia Civil. A apuração começou depois da prisão de um traficante conhecido como Kayky que confirmou que as drogas eram fornecidas por um bandido vulgo Nóia e declarou que ambos atuavam sob o comando de Macumbinha recebendo pagamentos semanais por suas atividades ilícitas.Diante destas informações, foi deferida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal de Petrópolis a quebra de sigilo dos dados do telefone celular de Kayky possibilitando a extração e análise dos arquivos do aparelho. A análise dos dados, notadamente das conversas no aplicativo WhatsApp, evidenciou a existência de associação criminosa voltada para a prática do tráfico de drogas no bairro Madame Machado, coordenada pelo grupo denominado “Anotações”, composto por Kayky, “Junior”, “Primo” e outros 26 membros. Ficou constatado que o grupo “Anotações”, sob o comando de “Primo”, coordenava a distribuição de drogas da comunidade para outros traficantes e usuários, sendo Kayky e “Junior” responsáveis pela entrega na região de Itaipava, sempre prestando contas a “Primo”. A análise das conversas revelou a utilização de um email como chave PIX para recebimento de valores oriundos do tráfico, cuja investigação permitiu identificar que tal conta e o terminal pertenciam a Macumbinha. O material obtido da conta de e-mail de “Macumbinha” demonstrou de forma clara e inequívoca a participação direta do acusado na associação criminosa, bem como sua liderança em diversos grupos criminosos, sempre coordenando o tráfico e o armazenamento de drogas. Macumbinha possuía recentemente dois aparelhos celulares, iPhone 13 e Xiaomi Redmi 13C, associados a novas contas de e-mail, permitindo rastrear suas comunicações e a estrutura de comando do grupo criminoso. A análise das mensagens extraídas dos celulares evidenciou o fluxo do tráfico de drogas, desde o transporte até a distribuição final aos traficantes locais, demonstrando amplo acesso a armas de fogo e retaliação a inimigos. Dentre os operadores do grupo, destacam-se Nem, primo de Macumbinha, responsável pelo transporte de drogas entre Parque União e Petrópolis, e Nóia, encarregado pelo armazenamento e distribuição em Madame Machado. A prisão de um traficante chamado Marcos VInicius confirmou as informações e sua atuação associada à facção Comando Vermelho e o monitoramento policial via grupo de WhatsApp denominado “Madame Jogo10”. A associação conta com a colaboração de um PM , que recebe pagamentos do grupo e informa a posição das viaturas, inclusive com a instalação de GPS em veículo policial, evidenciando a complexidade e a organização da rede criminosa. Ao todo, foram identificados 54 traficantes associados e dois colaboradores, incluindo o Policial Militar, atuantes nas localidades dominadas por “Macumbinha. A análise conjunta das provas demonstra a existência de uma estrutura organizada, hierarquizada e coesa, composta por liderança, gerência geral, gerentes de área, pilotos e “vapores”, atuando de forma coordenada na distribuição, comercialização e controle financeiro das drogas na região de Madame Machado, Nogueira, Secretário, Araras, em Petrópolis. Restou evidenciado, portanto, que todos os acusados integraram associação criminosa voltada ao tráfico de drogas, com divisão clara de funções, controle logístico de estoques, distribuição de drogas e arrecadação de valores. A rede de distribuição de drogas é liderada por Macumbinha, que coordena todas as atividades ilícitas, incluindo compra, transporte, armazenamento, venda de drogas e movimentação financeira dos lucros. A organização atua em diversas localidades de Petrópolis, nas regiões de Nogueira, Araras, Secretário e Madame Machado, mantendo uma estrutura hierarquizada e funções definidas para cada integrante. Nucleo Madame Machado Nóia – – ocupa a posição de “gerente geral” do núcleo de Madame Machado, atuando como braço direito de “Macumbinha” e sendo responsável pela distribuição de drogas na Região Serrana. Ele recebe entorpecentes provenientes da comunidade do Parque União e os armazena em pontos restritos denominados “tretas”, localizados em Madame Machado, de onde são retiradas as cargas sob ordens de “Macumbinha”. Ele é responsável por retirar as metas semanais estabelecidas por “Macumbinha” e distribuí-las aos “pilotos do tráfico”, que redistribuem as drogas para toda a região de Itaipava, incluindo os gerentes locais. Mantém o controle da contabilidade de todos os gerentes do tráfico em Madame Machado, recebendo prestações de contas – no jargão criminal, “batendo o caderno” – assegurando a organização financeira da associação criminosa. Também comercializa sua própria carga de drogas, fato evidenciado pelos pagamentos efetuados de sua conta bancária para a conta utilizada por “Macumbinha”, registrada em nome de seu primo Nem”, evidenciando articulação financeira e operacional entre os membros da organização. Além das funções de recebimento, armazenamento e distribuição de drogas, é responsável pelo recolhimento do dinheiro em espécie proveniente das vendas realizadas pelos gerentes e demais traficantes da região de Madame Machado. Parte do lucro obtido com a comercialização das drogas é transferida diretamente por cada traficante para a conta indicada por “Macumbinha”, enquanto outra parte é recolhida em espécie por pessoas de confiança em cada região. Na localidade de Madame Machado, Nóia centraliza o recolhimento dos valores, encaminhando posteriormente o montante ao acusado Flávio da Silva encarregado de efetuar depósitos em diversas contas bancárias indicadas por “Macumbinha”. A análise dos dados extraídos do terminal evidenciou anotações detalhadas sobre cargas adquiridas, valores pagos e montantes ainda em aberto, fornecendo controle completo da contabilidade dos traficantes da região. As informações são constantemente enviadas por “Macumbinha a Nóia assegurando a supervisão direta do líder sobre todas as transações e movimentações financeiras da associação criminosa. oram encontrados comprovantes de depósitos enviados por Nóia a Macumbinha evidenciando pagamentos efetuados para a aquisição de sua própria carga de drogas. Sapex – atua como gerente de área da região de Madame Machado, contando com “vapores” que trabalham diretamente para ele. Realiza repasses de parte do lucro da venda de drogas em espécie a Nóia e efetua transferências via Pix diretamente para “Macumbinha”, demonstrando vínculo financeiro e hierárquico com a liderança da organização. Conversas extraídas do terminal de Sapex evidenciam o controle detalhado sobre as vendas e valores devidos, bem como o repasse de

Traficante do CV chefe da quadrilha alvo de operação ontem foi acusado de ameaçar gerente de provedor de internet em Petrópolis de botar fogo em equipamentos se não pagasse taxa

O chefe da quadrilha de traficantes do Comando Vermelho que atua na Região Serrana alvo de operação ontem, o vulgo Macumbinha, foi acusado há alguns anos de ligar para o gerente de uma empresa que fornecia sinal de internet exigindo uma quantia em dinheiro da firma para continuar com o serviço, segundo o depoimento de uma testemunha à polícia. O traficante disse que se não fosse pago um valor, ele determinaria que fosse colocado fogo nos equipamentos, além de quebrar equipamentos e retirar todo o cabeamento; Com medo, o gerente acabou pedindo demissão da empresa, pois residdia em Araras, na localidade Poço dos Peixes, e por isso temia represálias.O gerente chegou a gravar com o seu aparelho celular pessoal duas ligações realizadas por Macumbinha. O bandido chegou a dizer em uma delas que outros traficantes de outras localidades, fariam contato para cobrar quantias para que a empresa pudesse seguir com o fornecimento de seus serviços; Por ordem do dono da empresa, o gerente disse que não cederia às ameaças e o traficante , que seguiria com o prometido, ou seja, começar a danificar todo equipamento, Macumbinha se apresentou à vítima como dono dos Bairros de Araras, Secretário, Laginha e Madame Machado A Justiça, no enntato, atendendo um pedido do Minstério Público Estadual arquivou o caso. FONTE: Polícia Civil do RJ

Mãe e filha foram assassinadas em Tanguá. Suspeito do crime se matou

Aline dos Santos, de 36 anos, e a filha Gabrielle dos Santos, de 15, foram mortas a tiros dentro de casa, no bairro Mangueirinha, em Tanguá. O principal suspeito, o namorado de Aline, Moisés Belmont, de 66 anos, se matou dentro do carro, em Rio Bonito. De acordo com as investigações preliminares, o autor do duplo homicídio é o empresário de Rio Bonito, Moisés Belmont. A motivação para o crime teria sido uma denúncia de abuso sexual registrada pela adolescente contra o agressor. A denúncia também incluía a irmã mais nova da vítima, de apenas dez anos. Informações apontam que, ao saber que havia sido denunciado, o empresário se dirigiu à casa da família em um veículo Fiat Fastback cinza-chumbo. No local, ele efetuou os disparos que mat@ram mãe e filha instantaneamente. Após cometer os assassinat0s, Moisés tirou a própria vida. A Polícia Civil está investigando o caso para esclarecer todos os detalhes da ocorrência.

Rogério Andrade, Vinicius Drumond e Flávio da Mocidade (que acabou preso) são alvos de operação no Rio

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpre, nesta sexta-feira (03/10), dois mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão contra Rogério de Andrade e Flávio da Silva Santos, conhecido como “Pepé” ou “Flávio da Mocidade”. Em investigação própria do Ministério Público estadual, ambos foram denunciados à Justiça pela constituição de organização criminosa voltada à exploração de jogos de azar. O dirigente da escola de samba de Padre Miguel foi preso. Também são cumpridos nove mandados de busca e apreensão contra Vinicius Drumond, investigado como aliado dos denunciados e apontado como integrante da chamada “nova cúpula do jogo do bicho”. Os mandados, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital, a pedido do GAECO/MPRJ, são cumpridos em endereços da capital, na quadra da escola de samba Imperatriz Leopoldinense e em um haras localizado em Cachoeiras de Macacu. Ainda a pedido do GAECO/MPRJ, a Justiça determinou que Rogério de Andrade permaneça preso no sistema penitenciário federal e que Flávio Santos, alvo de mandado de prisão, seja incluído em regime federal de segurança máxima. De acordo com as apurações do GAECO/MPRJ no Procedimento Investigatório Criminal (PIC), desde 2014 Rogério de Andrade e seu braço direito, Flávio Santos, comandam a principal organização responsável pela exploração de jogos de azar no Estado do Rio de Janeiro. A denúncia aponta que ambos atuam na gestão dos pontos de jogo e em disputas violentas com grupos rivais, como o então liderado por Fernando Iggnácio, assassinado em novembro de 2020 a mando de Rogério de Andrade. A denúncia também descreve a atuação dos acusados na corrupção sistemática de forças policiais, mediante o pagamento de propina a diversas unidades das Polícias Civil e Militar. A operação conta com o apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE) e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPPEN).

Dois mortos e um ferido em Rio das Pedras (milícia). Todos eram inocentes. CV foi ao local para matar miliciano

Três pessoas foram baleadas na noite dessa quinta-feira (02/09) na Rua Nova, sentido Correio, na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa, que foi atingida na cabeça e morreu no local, e um adolescente, baleado na garganta, que também não resistiu aos ferimentos. Um entregador de farmácia foi atingido, mas sobreviveu e foi socorrido para uma unidade de saúde da região. A Polícia Militar foi acionada e investiga as circunstâncias do tiroteio. Ainda não há informações oficiais sobre a origem dos disparos. Segundo o que circula nas redes sociais, traficantes do CV foram ao local para tentar matar o miliciano Kauazinho, mas acabaram matando dois inocentes e baleando uma terceira pessoa.

Traficantes do TCP atiraram em direção à comunidades rivais e mataram idoso em Caxias

Na tarde de ontem (1), traficantes da Comunidade do Barro 3, dominada pelo TCP, passaram pela Avwnida Presidente Kennedy no Gramacho, Duque de Caxias atirando e um idoso acabou sendo morto. Segundo relatos, os bandidos passaram pela via atirando a ermo, em direção a comunidade do Dick e até em direção a Comunidade da Gerusa que fica do outro lado da avenida, às margens da Pista.

Preso padrasto que espancou menina de três anos em Cachoeiras de Macacu

Policiais civis da 159ª DP (Cachoeiras de Macacu) prenderam, na tarde desta quinta-feira (02/10), o criminoso que agrediu a enteada de 3 anos, no fim de setembro, em Cachoeiras de Macacu. O homem, que estava foragido desde o crime, foi capturado em Petrópolis, Região Serrana do Rio, onde estava escondido. No dia 20 de setembro, a criança chegou a uma unidade de saúde com sinais de violência, como hematomas e olhos roxos. Em um primeiro momento, a mãe e o padrasto da criança alegaram que ela teria caído da cama, apesar de os ferimentos não corresponderem ao suposto acidente. Diante dos fatos, agentes foram acionados e agiram rapidamente. Em menos de 24 horas, as diligências resultaram na coleta de provas substanciais, permitiram o indiciamento do criminoso e a representação pela sua prisão por tortura e tentativa de feminicídio. O criminoso, vendo o cerco se fechar, se entregou e, contra ele, foi cumprido um mandado de prisão. Paralelamente, a 159ª DP instaurou um inquérito para apurar a conduta da mãe. A investigação está em andamento.

Investigação do ano passado já apontava a relação de traficantes do CV do Complexo da Maré com bandidos da Região Serrana alvos de operação policial hoje. Veja o que já se falava naquela época

Uma investigação do ano passado sobre os traficantes do Comando Vermelho da Região Serrana do Rio alvos de operação hoje da Polícia Civil já apontavam a relação de criminosos do Complexo da Maré com os de Itaipava, em Petrópolis. O traficante Filpinho era o principal fornecedor de drogas para as comunidades Águas Lindas, Madame Machado, Gentil, Pedro do Rio, Cuiabá, Araras e Posse. Os entorpecentes eram oriundas da cidade do Rio de Janeiro, da comunidade Parque União e, são entregues pelo traficante Maiquinho, o qual traz para cidade de Petrópolis onde era entregue para senhora conhecida como “Tia” em local ainda não identificado. Os traficantes que atuam em Itaipava possuem vinculação direta ao tráfico da Favela Parque União, no Complexo da Maré – Rio de Janeiro. O trecho de distância é de cerca de 71 km que conta com policiamento principalmente da PM e da PRF, dependendo da via. Mesmo assim, traficantes trazem entorpecentes através das conhecidas mulas (seja de carro, táxi, aplicativo, ônibus e/ou caminhão) para suprir a demanda dos usuários de droga. As negociações são feitas pelo whatsapp. Valores são depositados em contas determinadas por “Filipinho”; Que no zap tem a conta PIX que o declarante realiza os pagamentos” A polícia entrevistou comerciantes e moradores no intuito de obter informações e dados relacionados a identificação das lideranças do crime assim como a forma de atuação da quadrilha. A polícia não tinha dúvidas de que Filipinho e Macumbinha são os responsáveis pelo tráfico em Itaipava e que os mesmos vêm crescendo na hierarquia do tráfico, haja vista que são agora considerados chefes e mantêm as negociações através de telefones e aplicativos de celular com seus subordinados Filpinho vem se “blindando” e conseguindo quase sempre impedir que os autores de tráfico de drogas, presos em flagrante, mencionem seu nome determinando através de terceiros que os mesmos fiquem em silêncio. Dessa forma, ele pode comandar o tráfico na região e viver uma vida aparentemente lícita. Segundo informações de inteligência Filipinho se encontra na cidade do Rio de Janeiro, em uma das favelas dominadas pelo comando vermelho. Ele segue sua vida normalmente sem ser incomodado e, conforme podemos verificar pelas declarações. Mesmo assim Filpino continua a dar ordens como chefe do tráfico através do aplicativo WhatsApp. Apesar das diversas prisões já efetuadas e das grandes apreensões realizadas em que pese o combate o diário e incansável da Polícia Militar e da Polícia Civil, comandantes ecomandados das diversas organizações criminosas estabelecidas nas comunidades carente persistem com a prática criminosa;

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