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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Ônibus foram incendiados por ordem de bandidos em Vargem Grande

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), neste sábado (04/10), policiais da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, na altura de Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. No local, as equipes encontraram dois coletivos incendiados, em pontos distintos da via. Segundo informações, indivíduos armados bloquearam a pista com os veículos, atearam fogo e fugiram. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas. As equipes realizaram buscas pelos responsáveis, mas os criminosos não foram localizados. O policiamento foi reforçado em toda a área. A ocorrência foi registrada na 42ª DP. Segundo relatos, a ordem para atacar os coletivos teria partido do traficante vulgo GB, que é o líder do Terceiro Comando Puro na região. Cricula boatos de que uma guerra pode estourar a qualquer momento na área, recentemente bandidos do Complexo da Maré e Complexo de Israel e Complexo da Serrinha (TCP) foram reforçar as comunidades de Vargem Grande, enquanto bandidos da Cidade de Deus, Complexo da Penha, Gardênia Azul e Praça Seca (CV) foram reforçar Vargem Pequena, onde se concentram as comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. FONTE: PMERJ e Grupo Submundo Criminal (Telegram)

Ataque de traficantes do TCP deixou três baleados na Tijuca

Três pessoas foram baleadas na tarde deste sábado na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Segundo relatos, bandidos do Morro da Casa Branca (TCP) foram até uma oficina localizada na Rua São Miguel, área que fica entre os morros do Borel e da Casa Branca. Ao chegarem no local, os criminosos efetuaram diversos disparos para dentro da oficina. Informações dão conta de que os traficantes teriam recebido a notícia de que um rival do Borel (CV) estaria escondido no local. Uma das pessoas baleadas está em estado grave e foi socorrida para uma unidade de saúde próxima. Moradores relatam que os feridos não têm qualquer envolvimento com o tráfico, podendo ter sido vítimas de confusão. A situação gerou pânico. Imagens de uma câmera de segurança mostraram o momento em que um criminoso efetuou diversos disparos de fuz!l em direção aos rapazes que estavam em cima de motos que estavam no estabelecimento. A Polícia Militar reforçou o patrulhamento na região. A tensão entre facções na região da Tijuca vem crescendo, principalmente em áreas de divisa entre comunidades dominadas por grupos rivais. Moradores vivem sob constante medo de novos confrontos. FONTE: Grupo Pega Visão RJ (Telegram)

A frieza de um homem ao contar em detalhes como matou uma mulher em Rio Bonito, a motivação do crime e que ainda transportou o corpo em um carrinho de mão

A polícia esclareceu o homicídio de Neuza Maria Portilho, cujo cadáver foi encontrado no dia 08/09/2025, às margens do Rio Bonito. Com frieza, o asssassino contou em detalhes como praticou o crime e ainda falou sobre a motivação. Conhecido como Eca, ele admitiu ter agredido a vítima com uma barra de ferro e depois batido com sua cabeça no chão, acrescentando que, após, pegou um carrinho de mão emprestado com um amigo e carregou o corpo até as margens do rio, onde o jogou. O autor ainda contou que amarrou as pernas da vítima com a corda de seu varal e que depois lavou o carrinho de mão para devolvê-lo. No que se refere à motivação do crime, disse que foi ameaçado pela vítima, que o ameaçava com uma faca, caso ele não quisesse ficar com ela.Eca está com prisão temporária decretada. O corpo de Neuza foi localizado por popúlares que acionaram a polícia informando que havia um corpo dentro do Rio Bonito., no bairro Parque das Acácias. PMs foram ao local e constataram que de fato havia um cadáver dentro do rio, aparentemente de uma mulher. A 119ª DP foi acionada e realizou perícia no local. FONTE: TJ-RJ

Como era a atuação de uma das maiores quadrilhas que forneciam armas para facções criminosas do RJ. Grupo agia desde 2022 mas só este ano foi aberto processo criminal contra os envolvidos

Depois de dois anos de descoberta a atuação de uma quadrilha que trazia armas de outros estados para serem vendidas à facções criminosas no Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça abriu processo contra os envolvidos. A investigação revelou a atuação do bando entre novembro de 2022 e março de 2023, em diversas unidades da Federação. O foco principal do grupo era, em suma, o comércio ilegal de arma de fogo, relativo ao transporte, à exposição à venda e ao fornecimento de armas de fogo, acessórios ou munições, inclusive de uso proibido ou restrito, sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar. Em março de 2023, o grupo sofreu um grande desfalque com a apreensão na Rodovia Presidente Dutra de 13 pistolas com kit rajada de calibre 9mm, todas com numeração de série suprimida por intensa ação mecânica, 31 (trinta e um) carregadores, sendo 11 estendidos e 20 normais, todos de calibre 9mm com 30 munições, além de 1 (um) fuzil calibre 762mm, 4 (quatro) carregadores cilíndricos calibre 556, com capacidade para 100 munições cada, 01 (um) carregador calibre 7,62mm, estes de uso proibido. A atuação da associação, ademais, tinha abrangência interestadual, pois os serviços (as rotas) tinham origem, normalmente, no estado do Paraná, mais precisamente em Foz do Iguaçu, e destinos intermediário e final, frequentemente, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, o que inclusive justificava toda a dinâmica relacionada aos aluguéis dos imóveis e automóveis, para viabilizar o transporte do armamento. O líder do bando era um homem chamado Mateus. Ele selecionava e repassava os serviços e encomendas, definia as rotas das viagens, controlava a movimentação e a atividade dos demais integrantes, escolhia os executores dos “serviços”, autorizava pagamentos e estabelecia conexões com os adquirentes e recebedores das armas de fogo comercializadas, além de também orientar os demais integrantes, para que demonstrassem cautela em suas atividades. Mais especificamente, ele definia as datas e os motoristas dos transportes das cargas de armamento, autorizava o uso dos automóveis alugados pela associação e definia e repartia os valores pagos pelas entregas feitas. Sua esposa, Thaís, era por sua vez, a responsável pela locação dos veículos utilizados no transporte das armas de fogo, munições e acessórios, assim como pela locação dos imóveis que eram usados pelos demais integrantes. Para além disso, ela também realizava pagamentos em nome ou em virtude de orientação de Mateus. O denunciado Pedro atuava pessoal e diretamente no transporte das armas de fogo, acessórios e munições, na locação dos veículos, na realização de entregas e no recrutamento de outros indivíduos para a associação (como demonstram os diálogos mantidos por ele com outros indivíduos, como o identificado pelo vulgo Sheik). No desempenho de suas tarefas, o demandado mantinha contato frequente com Mateus, de quem recebia orientações e para quem prestava contas sobre os serviços realizados. A denunciada Brenda, por fim, também desempenhava tarefas relacionadas ao transporte e fornecimento do armamento e estava direta, estável e conscientemente envolvida nas atividades do grupo criminoso. As estratégias do grupo eram (1) a locação de veículos e imóveis por pessoas que não conduziam os automóveis alugados nem se hospedavam diretamente naqueles bens; (2) o uso de grupos de aplicativos de mensagem, para compartilhamento, em tempo real, de informações sobre fiscalizações feitas pela PRF, e o uso de “batedores” – pessoas que se deslocava à frente dos comboios que transportavam as armas -, para que monitorassem o trajeto e alertassem sobre possíveis intervenções policiais; (3) uso de comunicação e linguagem velada – uso do termo “chuteira” para referencias a armas, e a supostas empresas, para disfarçar as demais atividades; (4) uso de diversas linhas telefônicas e de pessoas interpostas, para dificultar o rastreamento das atividades do grupo. ilegalmente comercializado. A apuração realizada pela autoridade policial revelou que, no período mencionado da atividade da associação criminosa, diversas viagens interestaduais foram realizadas, para transportar armas de fogo de uso restrito. Entretanto, além das viagens, os denunciados, nesse interregno, planejaram outros serviços e trocaram informações sobre os objetivos da associação e formas de auferir renda e expandir suas atividades, por meio de novas coletas e fornecimento de armamentos e a cooptação de outros integrantes para o grupo (como demonstram os inúmeros registros de contatos constantes dos autos, especialmente da Informação Sobre a Investigação, As provas obtidas durante a investigação ainda revelaram que os armamentos eram fornecidos a outros grupos criminosos, inclusive a facções criminosas com atuação na cidade do Rio de Janeiro. Em diversos momentos, os denunciados, especialmente os denunciados Pedro e Mateus, se comunicaram com os destinatários das cargas, e os registros desses contatos revelam a vinculação entre os interlocutores. FONTE: TJ-RJ

De olho no metanol: polícia do RJ faz operação para combater fabricação e comércio de bebidas adulteradas

Policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) fazem hoje uma operação para coibir a produção e a venda de bebidas alcoólicas adulteradas e impróprias para o consumo. Os agentes fazem buscas na capital e na Baixada Fluminense para cumprir 21 mandados de busca e apreensão. Milhares de garrafas com suspeita de falsificação já foram apreendidas e serão encaminhadas para análise, que vai indicar possíveis irregularidades prejudiciais para os consumidores, como o uso irregular de metanol. Esta é mais uma ação realizada pela DRCPIM nesta semana com o objetivo de garantir a segurança para os consumidores. Ações de fiscalização vêm ocorrendo deste quarta-feira (01/10), quando as equipes foram a um grande distribuidor de bebidas em Ramos, na Zona Norte, após denúncia de clientes de um estabelecimento na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Na sexta (03/10), os agentes foram a bares e casas noturnas em bairros das zonas Norte e Sul. Mais de 30 estabelecimentos foram verificados nos últimos dias. Durante as diligências, os policiais civis encontraram diversas bebidas alcoólicas fora da validade e armazenadas em condições insalubres. A perícia constatou fortes indícios de adulteração em centenas de garrafas de cerveja e destilados. Ao todo, seis pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos. Elas vão responder por falsificação ou adulteração de bebida e por crimes contra as relações de consumo. A operação faz parte de um esforço contínuo da Polícia Civil para garantir a saúde e bem-estar da sociedade e reforça o compromisso da instituição no combate à comercialização de produtos falsificados, que geram danos aos consumidores e ao mercadO. FONTE: Polícia Civil do RJ

Homem foi executado em Bangu

Um homem foi executado a tiros na manhã neste sábado (4) na Estrada Afonso de Carvalho, em Bangu, na altura do Rodelão, atrás do condomínio Palazzo. Ainda não há informações sobre a identidade da vítima ou a motivação do crime. O local já foi cenário de outro caso violento em 2024, quando um policial militar foi baleado na frente dos filhos ao deixá-los na escola. Ele morreu dias depois. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. FONTE: Realengo TV (Facebook) e Polícia Civil do RJ

A TABELA DA PROPINA: Veja valores que eram supostamente pagos pela quadrilha de Rogério Andrade para batalhões e delegacias no Rio

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro confirmou à reportagem que a denúncia contra o contraventor Rogério Andrade consta uma contabilidade apreendida que mostra valores que eram supostamente pagos pela quadrilha a batalhões da PM e delegacias. Confira a tabela. Polícia Militar (PM): 2º BPM (Botafogo): R$ 25 mil4º BPM (São Cristóvão): R$ 11 mil5º BPM (Centro): R$ 22 mil19º BPM (Copacabana): R$ 48 milP2 do 19º BPM: R$ 6 mil23º BPM (Leblon): R$ 30 milBPtur (Turismo): R$ 45 milCPP (Comando de Polícia Pacificadora): R$ 5 milUPPs de comunidades como Vidigal, Macacos e Pavão-Pavãozinho (valores não especificados) Polícia Civil: Delegacias distritais: R$ 146 milDelegacias especializadas: R$ 135 milTambém foram citadas DELFAZ, DELECON e ICCE. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo a Corregedoria interna da Corporação, um policial militar foi identificado no momento da operação do Ministério Público. Ele foi conduzido para a sede da 2ª DPJM na manhã desta sexta-feira (03/10) para prestar esclarecimentos e um procedimento apuratório será instaurado. O comando da corporação reitera que não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos.” Em nota, a Polícia Civil informou que não compactua com nenhum tipo de desvio de conduta e atividade ilícita, reiterando seu compromisso de combate ao crime em defesa da sociedade.” FONTE: MPRJ

Igrejas no Andaraí cancelaram atividades no Andaraí por causa da violência

A Arquidiocese do Rio de Janeiro informou à reportagem que, por prudência diante da instabilidade na região do Andaraí, algumas paróquias cancelaram suas atividades no dia (02/10/2025), mas tais atividades já se encontram normalizadas. A Arquidiocese não solicitou reforço no policiamento; entretanto, as autoridades competentes, de forma espontânea, se colocaram à disposição e reforçaram a presença policial na região, visando a integridade dos fiéis, das comunidades paroquiais e de todos os moradores. Segundo denúncias divulgadas na imprensa, bandidos teriam ligados para paróquias e lojas exigindo o pagamento de R$ 1 mil para que continuassem funcionando na região. Entre os templos afetados estavam as paróquias São José e Nossa Senhora das Dores, na Rua Barão de Mesquita e São Cosme e São Damião, na Rua Leopoldo. Segundo comerciantes, a cobrança da chamada “taxa de segurança” deve ser paga mensalmente e é feita há pelo menos cinco anos. Atualmente, os pagamentos costumam ser efetuados via PIX, mas há ocasiões em que são recolhidos pessoalmente. No sábado passado, houve um tiroteio nas imediações da Igreja de São Cosme e Damião durante confronto entre criminosos apavorando os frequentadores de uma missa. FONTE: Arquidiocese do RJ

Homem foi morto ao reagir a um suposto assalto em Caxias

Ualace Froes, de 35 anos, foi morto ao reagir a um suposto assalto.ontem de noite no bairro Parque Equitativa, em Duque de Caxias. Segundo testemunhas, dois criminosos abordaram o rapaz para roubar sua moto. Ele reagiu, sacou sua pistola. Houve troca de tiros. Ualace caiu baleado e os bandidos fugiram.levando sua arma e moto. A vitima havia aberto recentemente uma mecânica de motos há poucos metros do local do crime.Ele deixou um filho de 10 anos. FONTE: Página Portal D3 A Fênix (Facebook)

Deputado disse que foi recebido a tiros em comunidade de Caxias

O deputado estadual Marcelo Dino que é PM disse que foi recebido a tiros quando subia uma comunidade carente em Duque de Caxias. “Subia o Morro do Cacareco na bala.Isso mesmo: fui recebido a tiros, acompanhado pelo GAT, para constatar de perto o que a população já vem denunciando há anos” Segundo o parlamentar, na localidade, há casas tomadas de moradores, prédios invadidos, clubes e espaços da comunidade ocupados pelo crime. “Um lugar que sempre frequentei, onde já fiz campanha, agora está totalmente dominado pelo Terceiro Comando. Isso é inadmissível”, disse Dino. Para o deputado, não dá pra aceitar ver viaturas paradas na rua principal enquanto o tráfico se organiza lá dentro. “O que precisamos é de operação firme dentro da comunidade, retomando cada espaço, cada casa, cada rua, para devolver ao povo o que é do povol. Não vamos recuar. O crime não pode ditar as regras em Duque de Caxias”. FONTE: Facebook do deputado

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