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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Rogério Andrade, Vinicius Drumond e Flávio da Mocidade (que acabou preso) são alvos de operação no Rio

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpre, nesta sexta-feira (03/10), dois mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão contra Rogério de Andrade e Flávio da Silva Santos, conhecido como “Pepé” ou “Flávio da Mocidade”. Em investigação própria do Ministério Público estadual, ambos foram denunciados à Justiça pela constituição de organização criminosa voltada à exploração de jogos de azar. O dirigente da escola de samba de Padre Miguel foi preso. Também são cumpridos nove mandados de busca e apreensão contra Vinicius Drumond, investigado como aliado dos denunciados e apontado como integrante da chamada “nova cúpula do jogo do bicho”. Os mandados, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital, a pedido do GAECO/MPRJ, são cumpridos em endereços da capital, na quadra da escola de samba Imperatriz Leopoldinense e em um haras localizado em Cachoeiras de Macacu. Ainda a pedido do GAECO/MPRJ, a Justiça determinou que Rogério de Andrade permaneça preso no sistema penitenciário federal e que Flávio Santos, alvo de mandado de prisão, seja incluído em regime federal de segurança máxima. De acordo com as apurações do GAECO/MPRJ no Procedimento Investigatório Criminal (PIC), desde 2014 Rogério de Andrade e seu braço direito, Flávio Santos, comandam a principal organização responsável pela exploração de jogos de azar no Estado do Rio de Janeiro. A denúncia aponta que ambos atuam na gestão dos pontos de jogo e em disputas violentas com grupos rivais, como o então liderado por Fernando Iggnácio, assassinado em novembro de 2020 a mando de Rogério de Andrade. A denúncia também descreve a atuação dos acusados na corrupção sistemática de forças policiais, mediante o pagamento de propina a diversas unidades das Polícias Civil e Militar. A operação conta com o apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (DRACO-IE) e do Departamento Penitenciário Nacional (DEPPEN).

Dois mortos e um ferido em Rio das Pedras (milícia). Todos eram inocentes. CV foi ao local para matar miliciano

Três pessoas foram baleadas na noite dessa quinta-feira (02/09) na Rua Nova, sentido Correio, na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Zona Sudoeste do Rio. Entre as vítimas estão uma idosa, que foi atingida na cabeça e morreu no local, e um adolescente, baleado na garganta, que também não resistiu aos ferimentos. Um entregador de farmácia foi atingido, mas sobreviveu e foi socorrido para uma unidade de saúde da região. A Polícia Militar foi acionada e investiga as circunstâncias do tiroteio. Ainda não há informações oficiais sobre a origem dos disparos. Segundo o que circula nas redes sociais, traficantes do CV foram ao local para tentar matar o miliciano Kauazinho, mas acabaram matando dois inocentes e baleando uma terceira pessoa.

Traficantes do TCP atiraram em direção à comunidades rivais e mataram idoso em Caxias

Na tarde de ontem (1), traficantes da Comunidade do Barro 3, dominada pelo TCP, passaram pela Avwnida Presidente Kennedy no Gramacho, Duque de Caxias atirando e um idoso acabou sendo morto. Segundo relatos, os bandidos passaram pela via atirando a ermo, em direção a comunidade do Dick e até em direção a Comunidade da Gerusa que fica do outro lado da avenida, às margens da Pista.

Preso padrasto que espancou menina de três anos em Cachoeiras de Macacu

Policiais civis da 159ª DP (Cachoeiras de Macacu) prenderam, na tarde desta quinta-feira (02/10), o criminoso que agrediu a enteada de 3 anos, no fim de setembro, em Cachoeiras de Macacu. O homem, que estava foragido desde o crime, foi capturado em Petrópolis, Região Serrana do Rio, onde estava escondido. No dia 20 de setembro, a criança chegou a uma unidade de saúde com sinais de violência, como hematomas e olhos roxos. Em um primeiro momento, a mãe e o padrasto da criança alegaram que ela teria caído da cama, apesar de os ferimentos não corresponderem ao suposto acidente. Diante dos fatos, agentes foram acionados e agiram rapidamente. Em menos de 24 horas, as diligências resultaram na coleta de provas substanciais, permitiram o indiciamento do criminoso e a representação pela sua prisão por tortura e tentativa de feminicídio. O criminoso, vendo o cerco se fechar, se entregou e, contra ele, foi cumprido um mandado de prisão. Paralelamente, a 159ª DP instaurou um inquérito para apurar a conduta da mãe. A investigação está em andamento.

Investigação do ano passado já apontava a relação de traficantes do CV do Complexo da Maré com bandidos da Região Serrana alvos de operação policial hoje. Veja o que já se falava naquela época

Uma investigação do ano passado sobre os traficantes do Comando Vermelho da Região Serrana do Rio alvos de operação hoje da Polícia Civil já apontavam a relação de criminosos do Complexo da Maré com os de Itaipava, em Petrópolis. O traficante Filpinho era o principal fornecedor de drogas para as comunidades Águas Lindas, Madame Machado, Gentil, Pedro do Rio, Cuiabá, Araras e Posse. Os entorpecentes eram oriundas da cidade do Rio de Janeiro, da comunidade Parque União e, são entregues pelo traficante Maiquinho, o qual traz para cidade de Petrópolis onde era entregue para senhora conhecida como “Tia” em local ainda não identificado. Os traficantes que atuam em Itaipava possuem vinculação direta ao tráfico da Favela Parque União, no Complexo da Maré – Rio de Janeiro. O trecho de distância é de cerca de 71 km que conta com policiamento principalmente da PM e da PRF, dependendo da via. Mesmo assim, traficantes trazem entorpecentes através das conhecidas mulas (seja de carro, táxi, aplicativo, ônibus e/ou caminhão) para suprir a demanda dos usuários de droga. As negociações são feitas pelo whatsapp. Valores são depositados em contas determinadas por “Filipinho”; Que no zap tem a conta PIX que o declarante realiza os pagamentos” A polícia entrevistou comerciantes e moradores no intuito de obter informações e dados relacionados a identificação das lideranças do crime assim como a forma de atuação da quadrilha. A polícia não tinha dúvidas de que Filipinho e Macumbinha são os responsáveis pelo tráfico em Itaipava e que os mesmos vêm crescendo na hierarquia do tráfico, haja vista que são agora considerados chefes e mantêm as negociações através de telefones e aplicativos de celular com seus subordinados Filpinho vem se “blindando” e conseguindo quase sempre impedir que os autores de tráfico de drogas, presos em flagrante, mencionem seu nome determinando através de terceiros que os mesmos fiquem em silêncio. Dessa forma, ele pode comandar o tráfico na região e viver uma vida aparentemente lícita. Segundo informações de inteligência Filipinho se encontra na cidade do Rio de Janeiro, em uma das favelas dominadas pelo comando vermelho. Ele segue sua vida normalmente sem ser incomodado e, conforme podemos verificar pelas declarações. Mesmo assim Filpino continua a dar ordens como chefe do tráfico através do aplicativo WhatsApp. Apesar das diversas prisões já efetuadas e das grandes apreensões realizadas em que pese o combate o diário e incansável da Polícia Militar e da Polícia Civil, comandantes ecomandados das diversas organizações criminosas estabelecidas nas comunidades carente persistem com a prática criminosa;

PM pode expulsar policial da reserva que fez aliança com traficante do TCP para obter votos para eleição a vereador em Belford Roxo em 2020

Um PM vulgo Dinho Resenha poderá ser expulso da corporação acusado de ter organizado um grupo criminoso para atuar em sua campanha eleitoral para o cargo de vereador do Município de Berford Roxo/RJ nas Eleições de 2020. As práticas delitivas perpetradas pelo policial da reserva, durante o pleito eleitoral de 2020, incluem corrupção, tendo em vista o pagamento de propina a policiais miliares, além de pagar taxa de segurança a milicianos, chamados de “Melequinhas”, em virtude do militar da reserva ser dono de dois estabelecimentos, O policial que agia em conjunto com outro PM, em razão dos votos obtidos no pleito eleitoral de 2020, já se preparavam para arrecadar o máximo de dinheiro possível para poder corromper ainda mais eleitores e ganhar as próximas eleições, buscando, inclusive, a aproximação com lideranças do tráfico de drogas da região para a obtenção do maior número possível de votos. Dinho, inclusive, esteve com o falecido traficante Genaro e ele teria gostado do seu projeto político. O PM disse que passou por 05 (cinco) bocas de fumo de Genaro, o que confirma o livre acesso do político e ora denunciado à comunidade dominada pelo tráficode drogas graças à autorização e vinculação com a liderança local. O policial chegou a dizer em uma gravação que o Bado caiu em São Leopoldo e que estava dando tudo certo porque o maluco que assumiu é mais bom de onda. E falou que o Genaro era mais disciplinado que o Bado.

Confira agora a investigação completa do escândalo de corrupção no batalhão de Belford Roxo em que PMs extorquiam comerciantes e empresários em troca de segurança. Leia diálogos e como os agentes suspeitos conseguiam angariar vítimas para o esquema. 11 foram levados a conselho de disciplina e poderão ser expulsos

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina que poderá expulsar 11 policiais que atuavam em Belford Roxo envolvidos emum esquema de apadrinhamento‖ de comerciantes no qual eles e empresários de diversos ramos — bares, mercados, farmácias, postosde combustíveis, faculdades, funerárias, mototáxis, feiras livres, clínicas, lojas de material de construção e até, em tese, repartições públicas efetuavam o pagamento de quantias periódicas, geralmente semanais, em contrapartida à prestação de uma cobertura policial diferenciada. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Policiais se apresentavam nos comércios para ―tomar uma água‖ ou ―fumar um cigarro‖ com os proprietários, simulando uma visita amistosa, mas, na realidade, cultivando uma relação ilícita e reforçando o vínculo do chamado ―apadrinhamento. Na transcrição extraída do aparelho celular do cabo Maia, este expõe ao cabo Lameira dinâmica do esquema, instruindo-o acerca da inclusão de um novo comerciante ―apadrinhado‖. ―Coé, Lameira. Tu passou lá no depósito, do lado da Câmara dos Vereadores. Lá é Galo, beleza? Porque o maluco não te conhece. Ele fechou agora também. É, então. Aí tu passa lá depois de novo. E durante a semana é aquele esquema: de vez em quando dá umapassada lá, entendeu?! Tomar uma água, dar um alô, fumar um cigarro, bater um papo. Aquele normal de Padrinho. Já é? Valeu, tamo junto‖. Esse diálogo demonstra que não se tratava de mera cortesia ou de auxílio pontual, mas de um sistema criminoso regular e estável, estruturado em pagamentos semanais, com valores previamente fixados e acontrapartida concreta de policiamento especial. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação dispõe à sociedade cotidianamente, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal — transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. O Ministério Público, ao denunciá-los, entendeu que esse grupo de policiais militares tratava-se de uma organização criminosa, a qual possuía estrutura ordenada e funcional, com clara divisão de tarefas que abrangiam: (i) recrutamento de novos ―padrinhos‖; (ii) recolhimento dos valores pagos; (iii) atendimento prioritário a chamados e patrulhamento direcionado; e (iv) partilha periódica dos lucros obtidos. Embora houvesse essa divisão, as funções não eram rígidas, permitindo que qualquer integrante assumisse diferentes papéis conforme a necessidade, de modo a assegurar que os interesses dos pagadores fossem sempre atendidos, independentemente da escala de serviço. Outro aspecto relevante foi a capacidade de perpetuação da atividade ilícita diante das mudançasnaturais de lotação no batalhão. A cada substituição de policiais, os que deixavam o setor transmitiam aosrecém-chegados uma lista de ―padrinhos‖, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento. Esse revezamento contínuo de militares estaduais demonstra que o esquema estava enraizado naRP do Setor Alfa do 39o BPM, que sobrevivia às trocas de efetivo e à passagem dos policiais, revelando ummodelo duradouro. Do mesmo modo, constatou-se que os ―padrinhos‖ identificados situavam-se, em regra,dentro da área de policiamento daquele setor, o que reforça o vínculo territorial da atividade ilícita. Os elementos de convicção colhidos também evidenciam que os acusados mantinham relações estreitas com milicianos atuantes em Belford Roxo/RJ, reforçando a similitude do esquema com a famigerada ―taxa de segurança‖ cobrada por tais grupos. Paralelamente, emergem diálogos entre os militares que revelam a busca de vantagens ilícitas junto a traficantes de drogas, por meio do chamado ―desenrolo‖ de prisões em troca de pagamentos.Em uma dessas conversas privadas, o CB PM Maia comenta com o CB PM Silva sobre a prisão de dois indivíduos ligados ao tráfico, ocasião em que se cogitou o recebimento de R$10.000,00 (dez mil reais) para liberar os detidos. No entanto, segundo relatado, a negociação não prosperou porque muitas pessoas haviam presenciado a prisão em flagrante, inclusive com os presos armados em via pública. Transcrição do diálogo: CB PM MAIA: (envia foto contendo duas pessoas presas).CB PM SILVA SANTOS: Os dois fechado na boca da Ouro Preto.CB PM MAIA: O tal do angolano ligou e ofereceu 10.000.CB PM SILVA SANTOS: P, tu só mandou foto depois que chegou na DP. Era pra mandar antes.CB PM MAIA: A rua tava cheia. Bar cheio. Eles me ligaram. Não dava pra desenrolar não. O que eu ia falar depois?CB PM SILVA SANTOS: Não, pessoal viu a arma deles?CB PM MAIA: Eles estavam com a arma na mão dentro do bar.CB PM SILVA SANTOS: Ah tá. Aí não tem jeito.CB PM MAIA: Geral viu. Por isso que me ligaram. A troca de mensagens deixa claro que o único fator impeditivo para o ―desenrolo‖ foi a ampla visibilidade da prisão, circunstância que inviabilizou o recebimento de vantagem ilícita oferecida pelos traficantes aos policiais. Mensagens interceptadas via WhatsApp, tanto em grupos de serviço da RP do setor ALFAquanto em conversas privadas entre o CB PM Maia e os demais militares, expõem de forma clara a rotina do esquema, tratando abertamente sobre o recolhimento de valores indevidos, a divisão de lucros e o favorecimento dos “padrinhos”. Importa ressaltar que as transcrições anexadas não esgotam o material apreendido pelo MP, mas são suficientes para demonstrarem os fortes indícios de permanência e a estrutura organizada. O processo de identificação dos interlocutores das conversas e dos usuários dos terminais interceptados seguiu critérios técnicos e objetivos, baseando-se na análise de múltiplos fatores, tais como: (i) o nome ou apelido sob o qual o contato estava salvo na agenda do CB PM Maia; (ii) a forma como o interlocutor era tratado ou se identificava nas mensagens; (iii) o envio ou recebimento de arquivos e mensagens contendo dados qualificativos; e (iv) a vinculação do número de telefone a chaves PIX registradas em nome dos investigados.Cumpre destacar que o referido grupo de WhatsApp foi criado em 18 de março de 2017, mesma data em que o CB PM Maia foi adicionado a ele. Entretanto, as primeiras mensagens armazenadas no celular em questão datam de 09 de outubro

Três PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de devolverem dinheiro e drogas apreendidos em operações em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico em Três Rios

Três policiais mlitares poderão ser expulsos da corporação após uma investigação apontar o envolvimento deles com o tráfico de drogas na cidade de Três Rios. Eles estão sendo submetidos a conselho de discipliina. A decisão ocorre quatro anos após os crimes. Os PMs forneciam a um traficante parte do material entorpecente e do dinheiro apreendido em ocorrências policiais no combate ao tráfico na área do 38o BPM, em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico local com vistas à retroalimentação de benefícios pecuniários decorrentes da empreitada delituosa. O criminoso envolvido atuava como informante e como traficante de drogas na região conhecida com Barros Franco no bairro Vila Isabel na Cidade de Três Rios. Durante a realização da interceptação telefônica do traficante foi observado que no dia 09NOV2021, às 18h12min, o bandido cobrou de um PM a entrega da droga em troca de informações privilegiadas, ocasião em que o militar responde: “Vou desembolar com ele, vou desembolar com ele. Deixa Comigo!” Em outra interceptação, observado que no dia 17JUN2021, em ligação iniciada às 15h17min05s, o militar informou ao traficante que está com um presente para lhe entregar, mas que precisava de uma ajuda. Já no dia 07JUL2021, o bandido disse que precisa de dinheiro, e o militar perguntou: “É o quê? Vinte Reais?”. Em seguida, ambos combinam se falar mais tarde.

PM e assessor da Prefeitura de Petrópolis sâo alvos de operação contra o CV na Região Serrana

A Policia Civil e o Ministério Público deflagraram, nesta quinta-feira (02/10), a maior operação contra o tráfico de drogas na Região Serrana. Os agentes estão nas ruas para cumprir 18 mandados de prisão contra narcotraficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho atuantes, principalmente, em Petrópolis. Além disso, cerca de R$ 700 mil em bens da organização criminosa foram bloqueados, atingindo o patrimônio usado para sustentar as atividades ilícitas. Até o momento, 12 criminosos foram presos. As investigações identificaram 55 envolvidos no esquema, e revelaram que o líder da organização criminosa, seu braço direito e outros comparsas estão escondidos no Parque União, no Complexo da Maré, onde também há diligências. Eles são responsáveis por coordenar a logística de transporte dos entorpecentes. O material ilícito é transportado da capital para a Região Serrana, sendo redistribuído em diferentes áreas de Itaipava, cada qual sob a responsabilidade de gerentes locais. De acordo com os agentes, o grupo também exercia o controle territorial e aplicava regras violentas à comunidade, impondo medo e repressão a quem se opunha à facção. A apuração também demonstrou a atuação de um policial militar que recebia pagamentos para repassar informações sigilosas à facção. Ele também facilitava a logística do tráfico e expunha a atuação de outros policiais, agindo como aliado dos criminosos. As diligências que levaram à captura dele contaram com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar.Além disso, um dos alvos presos exerce cargo de assessor especial da Prefeitura de Petrópolis. Isso demonstra a infiltração da facção em estruturas institucionais e a utilização de funções públicas para assegurar a manutenção e expansão de suas atividades ilícitas. A operacâo provocou intenso tiroteio no.Complexo da Maré. Os disparos foram registrados por volta das 5h50 nas localidades do Parque União e da Nova Holanda.

Traficante do Espírito Santo preso em São Gonçalo é suspeito de matar mulher, adolescente e funcionário de empresa de energia além de deixar duas crianças feridas

A policia prendeu ontem (01), no Jardim Catarina e no Complexo da Alma, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, o criminoso, membro da facção Primeiro Comando Puro (PCV/ES), e chefe do tráfico de drogas nos bairros  de Alecrim e Zumbi dos Palmares, em Vila Velha/ES, João Victor de Oliveira Moura, de 25 anos, conhecido como “VT”. Na ação, foram 11 presos, sendo dez presos cariocas e o capixaba ‘VT’, além de armas e drogas.  “VT, é apontado como braço direito do traficante Stanley dos Santos da Silva, mais conhecido como “Nego Stanley” (foragido), um dos criminosos mais procurados do Estado do Espírito Santo. Segundo as investigações, “VT”, é um dos responsáveis em um ataque a tiros que matou uma mulher, de 31 anos, e uma adolescente, de 15, e deixou ao menos duas crianças feridas na tarde do dia 09 de agosto deste no bairro Santa Rita, em Vila Velha. O bairro Santa Rita fica na Região Três de Vila Velha e vem sendo palco de ataques a tiros. Moradores se queixam que há uma guerra entre facções rivais, pelo controle do tráfico de drogas na região. “VT”, também estaria diretamente ligado no assassinato de Luciano Souza de Andrade, profissional terceirizado da EDP, empresa de energia, em julho deste ano. o traficante teria participado de um tiroteio ordenado por Nego Stanley contra rivais do Terceiro Comando Puro (TCP). Luciano era supervisor de uma empreiteira que presta serviço para a EDP e estava há três dias no bairro Zumbi dos Palmares realizando a revisão elétrica. Ele estava fazendo serviço em um poste quando um carro com traficantes teria passado atirando. Contra o traficante “VT”, constava um Mandado de Prisão, expedido pela 4ª Vara Criminal de Vila Velha/Tribunal de Justiça do ES, Espécie de prisão: Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado.  Diante dos fatos, “VT”, foi encaminhado à 75ª DP (Rio D’Ouro), onde foi comprido o mandado de prisão e tomadas as medidas cabíveis sobre o caso e, posteriormente, foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça  do ES.    —

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