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Milicianos tomaram área do CV na Taquara e bateram de frente com a polícia. Um morreu e outro ficou ferido

INa madrugada de segunda para terça, milicianos ligados à Léo Problema e Play do Jordão tomaram a comunidade do 700, na Rua Ipadu, na Taquara. A comunidade do 700, estava com os traficantes do CV. E na tarde de ontem, os milicianos saindo da comunidade bateram de frente com agentes da DRACO. Houve tiroteio e um miliciano morreu. Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação, nesta terça-feira (04/11), contra milicianos que realizavam cobranças ilegais, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Um criminoso foi morto e outro acabou ferido, sendo socorrido para um hospital da região.Os agentes flagraram a dupla fazendo as cobranças e realizaram abordagem. Os milicianos atacaram os policiais e houve confronto, resultando nos dois criminosos alvejados. fONTE: Milícia RJ News (Twitter) e PCERJ

Preso segurança de Peixão (TCP)

A Polícia Militar prendeu Hueverton Ferreira da Silva, o Jacó, considerado um dos principais traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) e segurança pessoal de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Ele foi capturado no Recreio, após ser identificado por reconhecimento facial. Jacó era responsável pela segurança armada do chefe da facção e era procurado por tráfico, extorsão e organização criminosa. Em 2022, chegou a render uma equipe do Samu para fugir do Complexo de Israel. FONTE: PMERJ

Mulher foi assassinada em Sepetiba

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Laís de Oliveira Gomes Pereira, assassinada em Sepetiba quando estava com uma criança. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, nesta terça-feira (4/11), de acordo com informações preliminares, policiais militares do 27ºBPM foram acionados para a Travessa Santa Vitória, em Sepetiba, para verificar informação de um homicídio. No local, os policiais encontraram uma mulher em óbito. A área foi isolada.  Ocorrência em andamento na DH.  FONTE: PCERJ e PMERJ

Guerra na Carobinha. CV tenta expulsar a milícia. Facção também atacou paramilitares em Nova Iguaçu

Guerra na região da Carobinha, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio. De acordo com relatos de moradores, integrantes da Tropa do RD e da Tropa do Maromba, junto à EQP Zeus, estão tentando expulsar milicianos que atuam na área. Os invasores são da Muzema, Morro do Banco, Tijuquinha e Vila Kennedy. Há informações de milicianos mortos durante o confronto, mas as mortes ainda não foram confirmados pelas autoridades. Moradores relatam tiroteios intensos, ruas bloqueadas e grande movimentação de homens fortemente armados. A região permanece em alerta, e o medo domina as comunidades próximas. Há relatos de que o CV também atacou o Cabucu, em Nova Iguaçu e mataram um miliciano conhecido como Cerol. FONTE: Baú do Rio OFC (Facebook)

Comando Vermelho estaria crescendo em São Paulo

O Comando Vermelho estaria em mais de 20 cidades do Estado de São Paulo conforme foi divulgado em um portal de notícias. Uma dos municípios é Guarulhos. No ano passado, um traficante foi preso com drogas e afirmou à polícia que naquele local atua o Comando Vermelho e que ele não poderia estar ali sem fazer parte da facção. Outra cidade é Bananal. Em 2024, três suspeitos foram presos suspeitos de serem associados à facção criminal Comando Vermelho pelo crime de tráfico de drogas. Um dos presos era uma mulher que revelou que armazenava e distribuía drogas para traficantes do Comando Vermelho. Em Ribeirão Preto, um suspeito foi preso com uma arma no ano passado e disse que era do Comando Vermelho e que estava armado em razão de estar em guerra interna com o PCC Outras cidades paulistas que o CV teria atuação seriam Ubatuba e Caraguatatuba. Em Jundiaí, investigações identificaram o envolvimento de integrantes da mesma família com atividades ilegais. Um homem foi capturado em virtude de ostentar condenação definitiva por tráfico de entorpecentes. As autoridades prenderam um de seus filhos contra quem havia mandados de prisão. Ele possui envolvimento com o tráfico de drogas para o Comando Vermelho. A prisão de outro filho se deu por sua atual dedicação à produção de drogas.  O município de São José do Rio Preto, no noroeste paulista é considerado um ponto de atuação crescente do CV. Investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) apontam que a facção utiliza a cidade como ponto de passagem de drogas vindas do Mato Grosso do Sul, além de ter influência sobre algumas cadeias públicas da região. Próxima à fronteira com o Paraná e Mato Grosso do Sul, a região de Presidente Prudente é estratégica para o tráfico de drogas e armas. A presença do CV foi identificada em presídios locais, onde houve registros de confrontos com detentos ligados ao PCC. Por conta do seu porto, um dos maiores da América Latina, Santos também tem sido alvo do CV. A facção busca rotas marítimas para exportação de cocaína, especialmente com destino à Europa. Autoridades já registraram operações da Polícia Federal que desmantelaram células ligadas ao Comando Vermelho na região. Campinas, Hortolândia e Sumaré registraram a presença de membros e simpatizantes do CV, especialmente em áreas dominadas por pequenas facções independentes. O grupo tenta se infiltrar oferecendo suporte financeiro e armamento, competindo com o domínio histórico do PCC. Em Hortolândia, poe rexemplo, houve a apreensão de aproximadamente 100 quilos de drogas com inscrição CV (Comando Vermelho). O Vale do Paraíba, principaplmente as cidades de São José dos Campos e Taubaté, por sua localização estratégica entre São Paulo e Rio de Janeiro, tornou-se um corredor natural de influência do Comando Vermelho. Informações da Polícia Civil apontam que o CV tenta recrutar jovens em comunidades locais e dominar rotas que conectam os dois estados. FONTE: TJ-SP, MP-SP e SSP-SP

CV pode ter tido um prejuízo de R$ 12,8 milhões com apreensão de armas, munições e carregadores em megaoperação

A megaoperação realizada no Complexo da Penha, na última terça-feira (28), resultou na apreensão de 93 fuzis com traficantes — um arsenal avaliado em cerca de R$ 9,3 milhões, segundo a Polícia Civil do Rio. Somando munições, carregadores e miras, o prejuízo estimado ao crime organizado (Comando Vermelho) pode ultrapassar R$ 12,8 milhões. As armas incluem modelos como AR-15, AK-47, FAL, G3, AR-10, Benelli MR1 e Mauser. A análise preliminar indica que muitos fuzis foram montados no Brasil a partir de peças importadas legalmente, os chamados “fuzis Frankenstein”. Também há armamentos de origem militar da Venezuela, Argentina, Peru e Brasil. Os fuzis passarão por perícia para identificar fornecedores e rotas de entrada no país. Armas em bom estado poderão ser incorporadas ao arsenal das forças de segurança. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Rio vive momento de tensão nas últimas horas com tiroteios registrados em vários bairros

Nos últimos dias, o Rio de Janeiro tem enfrentado uma série de incidentes violentos, especialmente no que diz respeito a disparos e tiroteios. Na manhã de hoje, diversas ocorrências de disparos foram registradas em bairros como Higienópolis, Manguinhos e Vicente de Carvalho, com relatos de tiros e rajadas prolongadas, criando um clima de insegurança entre os moradores. À noite, a situação se agravou com tiroteios em Guadalupe e Brás de Pina, evidenciando a crescente onda de violência. Além dos tiroteios, houve vários relatos de perseguições policiais, como uma que ocorreu nas proximidades de Botafogo, aumentando a tensão nas áreas afetadas. Registros de arrastões na Linha Amarela também preocupam, tornando o tráfego ainda mais arriscado. Além disso, manifestações foram observadas em regiões como Penha e Irajá, ocasionando a queima de fogos e bloqueios nas vias. Em meio a esse cenário, autoridades pedem cautela à população, especialmente em áreas com relatos frequentes de violência. O clima de insegurança atinge não apenas comunidades vulneráveis, mas também impacta o cotidiano de todos os cariocas. FONTE: Onde Tem Tiroteio (OTT 360)

TCP teria se aliado ao PCC para expulsar o CV de cidade do sul do país

O TCP de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, está se aliando à facção Os Manos (OSM), junto com o PCC, para tentar frear e expulsar os membros do Comando Vermelho e dos Bala na Cara (BNC) da cidade. Na Vila dos Papaleiros (BNC), há presença de integrantes do Comando Vermelho vindos do Rio de Janeiro, que estão dando apoio junto com membros da antiga Tropa do Sertãozinho (CV) e do Bonde do Seco (CV), que controlavam as comunidades São José e Leonardo da Ilha. Vale lembrar que o traficante Seco foi braço direito de Fernandinho Beira-Mar no Sul do Brasil. Vale lembrar que o TCP chegou esse mês na cidade de Passo Fundo, onde controlam 2 comunidades. Quem investe lá é a Tropa do Peixão do Complexo de Israel (TCP). FONTE: Astrolg1 Submundo Criminal (Telegram)

Investigação esmiuça em detalhes atuação de Doca, seus homens mais próximos e seus gerentes. Veja também como polícia planejou megaoperação que deixou 121 mortos

A investigação da Polícia Civil que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que deixou 121 mortos, sendo quatro policiais, revelou que o traficante Doca é a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e nas comunidades Gardênia Azul, César Maia, Juramento, Quitungo e Alemão, sendo que,muitas dessas, recentemente, foram conquistadas da milícia, como é o caso da Gardênia Azul e da César Maia. (…) Ele o líder proeminente do Comando Vermelho, emitindo ordens diretamente aos logo abaixo dele subordinados, os denunciados de vulgos “Gadernal e Grandão”, os quais, por sua vez, repassam ordens para gerentes do tráfico e esses aos seus respectivos subordinados. (…) Na análise das informações obtidas com o afastamento do sigilo dos dados telemáticos, foram extraídos diversos prints de conversas que evidenciam as ordens diretas emitidas por Doca, . O bandido determina aos seus subalternos, muitas vezes, por meio de ordem direta a “Grandão e Gadernal” , sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Complexo da Penha e comunidades adjacentes e guarda de drogas, armas de fogo de grosso calibre e contabilidade da facção criminosa Pedro Bala é, ao lado de Doca, uma das lideranças criminosas do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Os diálogos obtidos mediante a quebra de sigilo de dados demonstram que, até mesmo, o denunciado conhecido como “Gadernal”, chama Pedro Bala” de “chefe”, sendo que ele, de fato, ostentando posição de comando, passa orientações para “Gadernal ” sobre a administração do Complexo da Penha. (…) Gadernal exerce a função de gerente geral do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Além de gerente geral, as informações obtidas demonstram que, atualmente, ele também éresponsável por liderar a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, em conjunto com Doca e BMW Os elementos informativos obtidos evidenciaram que ele exerce chefia sobre a grande maioria dos traficantes, orientando, por exemplo, sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele também se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) Gadernal atua na organização do poder bélico do tráfico de drogas no Complexo da Penha e adjacências, tendo acesso a parte do dinheiro proveniente das operações ilícitas. Com efeito, em diversas fotos8 vindas da quebra da telemática, é possível verificar que ele ostenta armamentos de alto calibre, bem como lida com vasto montante de dinheiro, vindo, principalmente, do tráfico. Além disso, por conta da posição de liderança por ele exercida na hierarquia do grupo criminoso, ele ostenta carros de luxo e vistosas joias.(Gadernal”, é uma espécie de braço direito de inegável confiança do líder máximo do Comando Vermelho no complexo da Penha, o Doca. Para reforçar a extrema confiança depositada pelos integrantes da associação criminosa de Gadernal, saliente-se mensagem no grupo “Marcação Pai Urso” determinando queninguém deve entrar armado na casa de “Doca , chefe do tráfico do Complexo da Penha, e que os traficantes Samuca e Tizil fiquem responsáveis pela segurança na porta.(…) Grandão de gerente geral do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Essa função de gestor confere a ele o poder – dever de estabelecer a escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, Doca. Grandão detém poderes e deveres inerentes à responsabilidade pela gestão das demandas de gestão do pessoal ligado ao tráfico de drogas local. (…)Dentre diversas funções de gestão, Grandão orienta sobrepontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento), além de emitir diversas ordensdiretas aos soldados do tráfico. Ele também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividadesrecreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Outra função exercida por ele é organização dos pagamentos (remuneração) dos traficantes locais.(…) Ressalte-se que a hierarquia e confiança depositada no denunciado pelas lideranças do Complexo da Penha é reforçada por print extraído da análise telemática, em que o então Major da PM entra em contato direto com “Grandão” para solicitar a recuperação do veículo de placa RKQ2C27, em nome de Nestor Sant’anna Tavares, CPF81728620759, que foi subtraído em 26/04/2024 e recuperado em 29/04/2024. Grandão então, aciona os administradores do grupo “CPx da Penha para a recuperação do carro. Os garentes BMW – xerce a função de gerente do tráfico na Gardênia Azul e chefe do grupo “Sombra”. O “grupo Sombra” consiste em um grupo integrado por matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa pela região da grande Jacarepaguá. “BMW”, atualmente, goza de prestígio e atua em alta posição hierárquica dentro do Comando Vermelho. Ele atua na área operacional, na liderança de um grupo violento queemprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Além do mais, ele é tido como homem de confiança de Doca o qual é oprincipal incentivador da ampliação dos domínios da facção em territórios na região da grande Jacarepaguá. Na extração telemática, observam-se algumas imagens que corroboram o papel do denunciado BMW, como responsável operacional armado pela expansão territorial, valendo mencionar imagem na qual ele está em zona de mata utilizando roupa camuflada específica de guerrilha e com seu fuzil AK47 adornado com uma fita vermelha, o qual, também aparece diversas vezes Ele também tem a função de treinador de soldados do tráfico, usando de sua larga experiência no emprego de armas de grosso calibre para instruir mais criminosos a serviço do Comando Vermelho. De sorte a ter predomínio bélico, o denunciado BMW com apoio das principaislideranças do Complexo da Penha,”, ostenta e exibe armamento de uso restrito militar de alta letalidade e bastante variado. (…) Além disso, em nome do predomínio violento da facção criminosa Comando Vermelho, o denunciado BMW orienta a prática de

Pelo menos 40 bandidos mortos na operação na Penha e no Alemão eram de outros estados

Segundo a Polícia Civil do Rio, dos 117 suspeitos mortos na operação nos complexos do Alemão e da Penha, 99 foram identificados, 42 tinham mandados de prisão e 78 possuíam revelância no crime organizado respondendo a diversos delitos como homicídios, tráfico de drogas, organização criminosas e roubos. Dos 117 traficantes mortos, 40 eram de outros estados sendo 13 do Pará, sete do Amazonas, seis da Bahia, quatro do Ceará, um da Paraíba, quatro de Goiás, um do Mato Grosso e três do Espírito Santo. O secretário da Políica Civil,, Felipe Curi, afirmou que as restrições da ADPF das Favelas que restrinigiu as operações em comunidades permitiu o deslocamento de criminosos de outros estados para o Rio de Janeiro. Segundo ele, os complexos do Alemão e da Penha eram QGs do CV no Rio mas agora viraram centros de decisão da facção em nivel nacional. Bandidos de fora são treinados nestas comunidades. Recebem treinamento de tiros, manuseio de armamentos, táticas de guerrilha e retonaram para os seus locais de origem para espalhar a cultura da facção. Curi disse que as UPPs permitiram a expansão do tráfico para outros locais do estado como Região dos Lagos, Baixada Fluminense, Região Serrrana e Costa Verde. Curi disse ainda que os complexos do Alemão e da Penha viraram centros de distribuição de armas e drogas para comunidades do Rio. Por mês, são negociadas cerca de 10 toneladas de drogas e de 50 a 70 fuzis. As apurações indicam que pelo menos 24 comunidades do Rio de Janeiro — entre elas o Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, a Rocinha, o Complexo da Maré, o Jacarezinho e o Complexo do Lins — são diretamente abastecidas por esses fluxos ilícitos. A Polícia Civil está finalizando um documento de inteligência com centenas de páginas, que reúne a qualificação dos criminosos mortos e uma análise detalhada sobre o papel estratégico dos complexos da Penha e do Alemão dentro da estrutura da organização criminosa.
 Entre os paraenses mortos na Operação Contenção foram Lucas da Silva Lima (“LK”), Jhonata de Lima Albuquerque (“Turista”), Gilberto Nascimento (“Bigodinho”), Nailson Miranda (“Mujuzinho”), Ednelson da Silva Abreu (“Caboco”) e Wesley Martins e Silva, todos já com passagem pelo sistema de segurança pública do Pará. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

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