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TORTURA

Tráfico carboniza vítimas que morrem em sessões de tortura em São Gonçalo. Irmãos morreram queimados. Quem vacila é espancado. Traficante preso transmite as ordens via celular

A quadrilha do traficante Juninho Capote, membro do Comando Vermelho em São Gonçalo e que está preso, tem a pra´tica carbonizar algumas vítimas que morrem durante sessões de tortura; Entre as vítimas foram os irmãos Rafael e Leonardo Teixeira de Melo, que morreram queimados. O primeiro deles era ‘merdeiro’ e vivia arrumando confusão na favela. O bando tem por hábito realizar “cobranças” a quem “vacila” na comunidade. Essas cobranças são feitas em forma de um “se liga”, ou seja, espancamento. Um bandido, por exemplo, recebeu um se liga por ter brigado com sua companeira. Todas as ordens são recebidas por ligação de celular efetuadas por “Juninho. Todas as mortes que ocorrem são autorizadas por ele. A quadrilha multiplica vítimas. Uma delas foi Pablo Sacramento Velasco, o PL, que foi morto por retaliação ao fato dele ter se apropriado e, posteriormente, sem a anuência dos criminosos, ter vendido ao cidadão G.S.C o aparelho celular, marca Iphone XI, que havia com eles subtraído quando integravam juntos malta criminosa atuante na localidade. PL ficou preocupado com uma retalição dos traficantes e foi desenrolar na boca, acabou sendo morto. Por conta da morte de PL, estão com as prisões preventivas decretadas os criminosos Juninho do Capote, Boladão, Duduzinho, Barcelona, Temisto, Magrão, TG ou Menor 10. Ruy Guilherme Castilho de Lima foi torturado e morto pelo bando porque aplicava golpes pela internet. Ele teve o celular vendido por PL, o que acabou provocando a morte deste também Outra morte atribuída ao grupo foi de Juracy Guimarães dos Santos, o Brejal, Durante a investigação, a polícia descobriu que nos”plantões”das bocas de fumo, os traficantes se utilizavam de duas pistolas 9mm, que essas armas ficam rodando de mão em mão durante o “plantão, que terminava às 06:00h

Sequestro, tortura, pedido de resgate de R$ 70 mil e prisão em Meriti

No último dia 31 de otubro, dois rapazes Guilhermo e Daniel passavam próximo ao Shopping Grande Rio, em São João de Meriti, quando foram abordadas por três sequestradores, que chegaram a bordo de uma motocicleta e de uma veículo particular, sendo certo que um deles identificou-se como policial e determinou que os ofendidos parassem o carro. Na sequência, mediante violência e grave ameaça consistente em puxão de cabelo, emprego de armas de fogo e ameaças de morte, as vítimas foramarrebatadas e levadas a um cativeiro. No mesmo dia, por volta das 18h, os sequestradores passaram a fazer ligações e a enviar mensagens via whatsapp a vítima Steven, patrão de Guillermo e Daniel, informando sobre o sequestro e exigindo o pagamento da quantia de R$ 70.000 (setenta mil reais), que deveria ser enviada para a conta bancária de uma mulher chamada Sara. Steven compareceu à 52ª DP, sendo encaminhado para a (DAS), que passou a assumir as investigações. No decorrer da investigação, os policiais foram até a residência de Carla, tendo ela dito que emprestava sua conta bancária para Yuri, em troca de 5% dos valores de cada pix recebido em sua conta. Além disso, Carla forneceu parcialmente o endereço de Yuri, situado na Rua Caiapó. os policiais se dirigiram ao local apontado e localizaram a residência, onde os pais do mesmo informaram que não sabiam o paradeiro dele, mas indicaram o endereço de sua namorada. Os agentes se dirigiram ao endereço apontado, onde localizaram Yuri escondido embaixo da cama e efetuaram a sua prisão, além de terem apreendido três aparelhos celulares. Aos policiais civis, Yuri indicou a localização do cativeiro, tendo os agentes se dirigido ao local, onde encontraram Amilton fazendo a guarda do cativeiro e a vigilância das vítimas. Na ocasião, Amilton tentou empreender fuga ao se deparar com a equipe da DAS, entretanto, não logrou escapar e foi preso. A prisão flagrancial dos pacientes foi convertida em preventiva em 04/11/2025 pelo Juízo da Central de Custódia da Comarca da Capital. As vítimas relataram que Amilton mantinha vigilância armada, controlava a alimentação e restringia o contato externo, demonstrando plena ciência da ilicitude e adesão ao plano criminoso. Durante o período de cárcere, as vítimas eram liberadas apenas para necessidades fisiológicas e sofriam constantes ameaças de morte.Um dos sequestradores, descrito como homem gordo e pardo, mostrava-se o mais violento, desferindo tapas, golpes com pedaços de madeira e queimaduras com maçarico. Os autores exigiam o pagamento de R$ 70.000,00, afirmando conhecer toda a rotina da vítima e ameaçando aumentar o valor caso o resgate demorasse. Também subtraíram o telefone celular da vítima, um iPhone 16E preto, reforçando a natureza patrimonial da ação.

ADPF das favelas tem denúncias de execução e torturas na megaoperação na Penha e Alemão

O processo da ADF 635, conhecida como ADPF das favelas, traz denúncias de várias entidades da sociedade civil falando sobre a prática de execução e tortura durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha. “Muitos dos corpos retirados dazona de mata têm sinais de execução, com tiros na testa e nas costas ou marcas de esfaqueamento. Alguns foram encontrados com as mãos amarradas, e um deles chegou a ser decapitado” A denúncia fala em pânico entre a população diretamente causado pela operação – “Moradores relataram situações de pânico. Enquanto a polícia atirava dos céus pelo helicóptero, em terra, agentes ateavam fogo emresidências para encurralar traficantes. Presos entre as balas e as chamas, moradores desesperados pediam ajuda. Em meio ao estresse, uma senhora infartou dentro de casa, mas teve o atendimento negado por agentes de segurança. Uma grávida ainda foi agredida por se recusar a liberar o acesso aoseu celular consequentemente, haveria “indícios muito fortes de descumprimento das medidas determinadas pela Corte (STF). Em resposta à ADPF, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado de Polícia Civil (SEPOL) encaminharam relatórios relativos à conformidade operacional e aos resultados oficiais da Operação Contenção. No tocante à natureza da operação e ao seu planejamento, informaram que a “Operação Contenção”, ação conjunta das Polícias Militar e Civil, realizada em 28/10/2025 na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi um enfrentamento ao Comando Vermelho, descrita como organização criminosa altamente estruturada, fortemente armada e com histórico deresistência violenta. O objetivo era cumprir 51 mandados de prisão e 145 mandados de busca e apreensão da 42ª Vara Criminal, além de mandados de outros estados. O efetivo total de agentes públicos foi de aproximadamente 650 agentes da Polícia Civil e 1.800 integrantes da Polícia Militar.Oarmamento empregado incluiu fuzis 5,56 mm e 7,62 mm e pistolascalibre .40. Para o apoio tático, foram empregados 32 blindados terrestres, drones e 12 veículos de demolição. O uso de helicópteros foi restrito a plataforma de observação e orientação, sem apoio aéreo aproximado de ataque. Quanto à conformidade da Operação Contenção, o Governo do Estado assegurou que a operação foi conduzida em estrita observância aos parâmetros constitucionais e às diretrizes da ADPF nº 635. Afirmou que a operação foi previamente autorizada e formalmente comunicada ao Ministério Público. Membros do GAECO/MPRJ acompanharam diretamente todas as fases operacionais, inclusive na Sala de Comando e Controle no DGPE (Departamento-Geral de Polícia Especializada) e no briefing tático. As Corregedorias-Gerais das PolíciasCivil e Militar acompanharam a ação institucionalmente. Segundo informou, foi garantido que os policiais civis da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e todos os policiais militares envolvidos na ação estavam equipados com câmeras corporais (COPs). A respeito da assistência às vítimas, foram disponibilizadas 06 ambulâncias posicionadas em áreas seguras, com profissionais treinados para atendimento pré-hospitalar em contexto de confronto. O socorroimediato aos feridos foi priorizado, com encaminhamento ao HospitalGetúlio Vargas.Informou que a preservação do local para perícia foi dificultada devido à área onde ocorreram os confrontos ser de mata de difícil acesso, o que comprometeu a integridade da cena. Além disso, destacou que foi amplamente noticiado que corpos foram removidos do local de confronto. Não obstante, asseverou que todos os corpos foram submetidos a exame de necropsia detalhado, registro fotográfico e busca por projéteis.Segundo as informações, a facção Comando Vermelho utiliza armamento pesado, rádios comunicadores e câmeras de vigilância para controle territorial e contenção armada. Além disso, ressaltou que os criminosos utilizam equipamentos públicos civis, como escolas e postosde saúde, como pontos fortificados de ataque e defesa contra as forças desegurança. Categoria Quantidade Detalhes RelevantesOpositoresNeutralizados(Mortos)117 A Subsecretaria de Inteligência (SSINTE/SEPOL) apurou que 95% possuíam vínculo comprovado com o Comando Vermelho (CV). 62 eram oriundos de outrosestados (Pará, Bahia, Amazonas, Goiás, entre outros). Vítimas Policiais 4 Além de 4 vítimas fatais, 13 agentes do Estado ficaram feridos (5 da SEPOL e 8 da SEPM). PessoasDetidas/Apreendidas(Total)99 17 presos por mandado e 82 presos em flagrante. Deste total, há 10 adolescentes apreendidos e 29 pessoas de outros Estados. Armas de FogoApreendidas 122 Incluindo 96 fuzis, 25 pistolas e 1 revólver.Munições e Carregadores260 carregadores e aproximadamente 5.600 munições. O armamento padronizado era 5,56 mm e 7,6. Apreensões de drogas: 12 artefatos Aproximadamente 22 kg de cocaína e 2toneladas de maconha. Asseverou que o cumprimento das ordens judiciais foi objeto dedetido planejamento operacional, aprovado pela Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional (SSPIO), planejamento que contemplou o mapeamento de risco e a definição de força compatível com a ameaça, em estrita observância ao protocolo de uso proporcionalda força e às normativas internas da SEPOL, sempre com acompanhamento e ciência do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO). Prosseguiu informando que a operação foi deflagrada em 28/10/2025, sendo acompanhada em tempo real pelas Corregedorias da Polícia Civil, da Polícia Militar e pela Coordenação do GAECO. O Promotor de Justiça responsável pela investigação esteve presente naCidade da Polícia desde as primeiras horas do dia 28/10/2025participando do briefing e acompanhando a operaçãonformou que, em diligências iniciais, o GAESP solicitou à Corregedoria da Polícia Civil providências quanto a supostas violações de direitos, e requereu à Subsecretaria de Gestão Operacional da Polícia Militar e à Ouvidoria da Polícia Militar a preservação das imagens geradas pelas câmeras corporais (COPs), bem como esclarecimentos sobreo efetivo empregado.A Notícia de Fato nº 601/2025 foi distribuída à 5ª Promotoria deJustiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo do Rio de Janeiro. Destacou que, em 1/11/2025, foi instaurado o Procedimento Investigatório Criminal nº 2025.0780409, no bojo do qual diversas providências já foram realizadas, dentre as quais as oitivas do Coronel da PMRJ responsável pela execução da operação, e do Delegado Diretor do Departamento Geral de Polícia Especializada, além da requisição de informações edocumentos comprobatórios às Secretarias de Polícia Militar, de PolíciaCivil, bem como às Secretarias Estadual e Municipal de Saúde. O Procurador Geral de Justiça salientou, também, que o MPRJ promoveu diversas intervenções visando à preservação da independência técnica das perícias. Uma equipe técnico-pericial do MPRJ realizouperícia independente em conformidade com as determinações da

Preso em Meriti homem suspeito de estuprar, torturar e explorar sexualmente adolescentes

Policiais civis da 24ª DP (Piedade) e da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti prenderam um homem ontem (04/11), por crimes graves de natureza sexual e de tortura contra menores sob sua guarda. Ele foi capturado em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, após monitoramento do Setor de Inteligência. As investigações tiveram início após relatos de maus-tratos e indícios de violência sexual praticados de forma contínua entre setembro de 2023 e julho de 2025, período em que o criminoso mantinha sob sua responsabilidade dois adolescentes, de 12 anos. Os agentes apuraram que ele submetia as vítimas a intenso sofrimento físico e psicológico, impondo castigos cruéis e degradantes, como restrição de alimentação, privação do uso do banheiro e agressões físicas com objetos domésticos, utilizando o sofrimento como forma de punição e controle. No decorrer das investigações foi apurado que o homem praticou estupro por mais de uma vez, e ainda facilitava que outros criminosos mantivessem relações com uma das vítimas, conduta que caracteriza exploração sexual de menor. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, em agosto de 2025, foram apreendidos equipamentos eletrônicos na residência dele. Após exame pericial realizado pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), foi confirmada a existência de registros audiovisuais dos crimes, gravados com câmeras instaladas no imóvel, evidenciando a prática de registro e armazenamento de cenas de sexo explícito com o adolescente. As investigações prosseguem para identificar e responsabilizar os demais envolvidos que aparecem nos registros periciados, bem como para garantir o amparo psicossocial às vítimas, com acompanhamento do Conselho Tutelar e órgãos de proteção à infância e juventude. FONTE: PCERJ

Bandido que praticava tortura foi preso em megaoperação

Fagner Campos Marinho, conhecido como “Bafo”, é apontado como um dos soldados mais cruéis do Comando Vermelho, responsável por torturas e pela segurança armada em áreas controladas pela facção. Ele foi preso durante a megaoperação das polícias Militar e Civil no Rio de Janeiro, na última terça-feira, que atingiu diferentes núcleos do tráfico na capital. A investigação aponta que ele atuava com armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, e exercia a função de soldado do tráfico, controlando postos de segurança e coordenando a atuação de outros criminosos. Em escalas de plantão divulgadas pelo grupo, determinava onde cada integrante deveria atuar, reforçando seu papel operacional dentro da organização criminosa. Com a prisão de Fagner Campos Marinho, o Comando Vermelho perde um dos soldados mais temidos das regiões da Penha e Vila Cruzeiro, FONTE: Portal dos Pricurados do Disque Denúncia

Investigação esmiuça em detalhes atuação de Doca, seus homens mais próximos e seus gerentes. Veja também como polícia planejou megaoperação que deixou 121 mortos

A investigação da Polícia Civil que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão que deixou 121 mortos, sendo quatro policiais, revelou que o traficante Doca é a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e nas comunidades Gardênia Azul, César Maia, Juramento, Quitungo e Alemão, sendo que,muitas dessas, recentemente, foram conquistadas da milícia, como é o caso da Gardênia Azul e da César Maia. (…) Ele o líder proeminente do Comando Vermelho, emitindo ordens diretamente aos logo abaixo dele subordinados, os denunciados de vulgos “Gadernal e Grandão”, os quais, por sua vez, repassam ordens para gerentes do tráfico e esses aos seus respectivos subordinados. (…) Na análise das informações obtidas com o afastamento do sigilo dos dados telemáticos, foram extraídos diversos prints de conversas que evidenciam as ordens diretas emitidas por Doca, . O bandido determina aos seus subalternos, muitas vezes, por meio de ordem direta a “Grandão e Gadernal” , sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Complexo da Penha e comunidades adjacentes e guarda de drogas, armas de fogo de grosso calibre e contabilidade da facção criminosa Pedro Bala é, ao lado de Doca, uma das lideranças criminosas do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Os diálogos obtidos mediante a quebra de sigilo de dados demonstram que, até mesmo, o denunciado conhecido como “Gadernal”, chama Pedro Bala” de “chefe”, sendo que ele, de fato, ostentando posição de comando, passa orientações para “Gadernal ” sobre a administração do Complexo da Penha. (…) Gadernal exerce a função de gerente geral do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Além de gerente geral, as informações obtidas demonstram que, atualmente, ele também éresponsável por liderar a expansão violenta e criminosa do Comando Vermelho na região da grande Jacarepaguá, em conjunto com Doca e BMW Os elementos informativos obtidos evidenciaram que ele exerce chefia sobre a grande maioria dos traficantes, orientando, por exemplo, sobre aquisição de armas de fogo, drones de vigilância e outros acessórios relacionados a manutenção do Comando Vermelho como principal facção criminosa no território.(…) Ele também se vale de sua experiência de longa data no tráfico de drogas armado para orientar melhor os “novatos” sobre posicionamento de fuzil de grosso calibre, para enfrentar com maior eficiência (criminosa) uma possível incursão de agentes da lei.(…) Gadernal atua na organização do poder bélico do tráfico de drogas no Complexo da Penha e adjacências, tendo acesso a parte do dinheiro proveniente das operações ilícitas. Com efeito, em diversas fotos8 vindas da quebra da telemática, é possível verificar que ele ostenta armamentos de alto calibre, bem como lida com vasto montante de dinheiro, vindo, principalmente, do tráfico. Além disso, por conta da posição de liderança por ele exercida na hierarquia do grupo criminoso, ele ostenta carros de luxo e vistosas joias.(Gadernal”, é uma espécie de braço direito de inegável confiança do líder máximo do Comando Vermelho no complexo da Penha, o Doca. Para reforçar a extrema confiança depositada pelos integrantes da associação criminosa de Gadernal, saliente-se mensagem no grupo “Marcação Pai Urso” determinando queninguém deve entrar armado na casa de “Doca , chefe do tráfico do Complexo da Penha, e que os traficantes Samuca e Tizil fiquem responsáveis pela segurança na porta.(…) Grandão de gerente geral do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Essa função de gestor confere a ele o poder – dever de estabelecer a escala de plantão dos soldados integrantes do grupo, divididos em postos, todos fortemente armados, inclusive, em relação à segurança do principal líder da facção criminosa na região, Doca. Grandão detém poderes e deveres inerentes à responsabilidade pela gestão das demandas de gestão do pessoal ligado ao tráfico de drogas local. (…)Dentre diversas funções de gestão, Grandão orienta sobrepontos de contenção armada (trincheiras no mato) e inteligência (monitoramento), além de emitir diversas ordensdiretas aos soldados do tráfico. Ele também emite comunicados sobre normas de comportamentos em atividadesrecreativas nas comunidades com e participação de traficantes da localidade.(…) Outra função exercida por ele é organização dos pagamentos (remuneração) dos traficantes locais.(…) Ressalte-se que a hierarquia e confiança depositada no denunciado pelas lideranças do Complexo da Penha é reforçada por print extraído da análise telemática, em que o então Major da PM entra em contato direto com “Grandão” para solicitar a recuperação do veículo de placa RKQ2C27, em nome de Nestor Sant’anna Tavares, CPF81728620759, que foi subtraído em 26/04/2024 e recuperado em 29/04/2024. Grandão então, aciona os administradores do grupo “CPx da Penha para a recuperação do carro. Os garentes BMW – xerce a função de gerente do tráfico na Gardênia Azul e chefe do grupo “Sombra”. O “grupo Sombra” consiste em um grupo integrado por matadores a serviço do Comando Vermelho, atuando na expansão territorial da facção criminosa pela região da grande Jacarepaguá. “BMW”, atualmente, goza de prestígio e atua em alta posição hierárquica dentro do Comando Vermelho. Ele atua na área operacional, na liderança de um grupo violento queemprega armas de fogo de grosso calibre em suas ações e atua com violência extrema contra rivais. Além do mais, ele é tido como homem de confiança de Doca o qual é oprincipal incentivador da ampliação dos domínios da facção em territórios na região da grande Jacarepaguá. Na extração telemática, observam-se algumas imagens que corroboram o papel do denunciado BMW, como responsável operacional armado pela expansão territorial, valendo mencionar imagem na qual ele está em zona de mata utilizando roupa camuflada específica de guerrilha e com seu fuzil AK47 adornado com uma fita vermelha, o qual, também aparece diversas vezes Ele também tem a função de treinador de soldados do tráfico, usando de sua larga experiência no emprego de armas de grosso calibre para instruir mais criminosos a serviço do Comando Vermelho. De sorte a ter predomínio bélico, o denunciado BMW com apoio das principaislideranças do Complexo da Penha,”, ostenta e exibe armamento de uso restrito militar de alta letalidade e bastante variado. (…) Além disso, em nome do predomínio violento da facção criminosa Comando Vermelho, o denunciado BMW orienta a prática de

Leia como ocorreu um ‘tribunal’ do CV contra duas mulheres que foram obrigadas a fornecer informações sobre integrantes do PCC no Pará

Nos dia 28 e 29 de julho de 2025, integrantes do Comando Vermelho torturaram duas mulheres no Pará para obter informações sobre integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). . Os alvos foram obrigados a fornecerem os dados de suas redes sociais, além de passarem por “julgamento” de suas ações. Temendo por sua vida, as vítimas prestaram informações aos acusados, de nome e residência de integrantes do PCC, o que resultou na execução de uma delas. Narra-se que no dia 28 de julho de 2025, duas mulheres encontravam-se em um passeio de Catamarã no Rio Araguaia, quando um homem conhhecido como LK chamou as duas Nome, para ingerirem bebidas alcoólicas, fazendo uma “resenha”. As vítimas aceitaram o convite, tendo o dono da casa ido busca-las em uma motocicleta e as levado para sua residência, onde também estava outros indivíduos.. Ao chegaram no local, um dos homens chamou a moça chamou a moça para conversar no quarto. Na ocasião, ordenou, mediante ameaças de mal injusto, que ela acessasse a rede social Instagram do aparelho celular do indivíduo que estava no local, tendo ela acatado. Outrossim, também levaram outra moça para o quarto, obrigando-a e entregar o aparelho celular e fornecer a senha, passando a procurar fotos e conversas que comprovassem que ela estava se relacionando com indivíduos de facção criminosa diversa. Na ocasião, um dos suspeitos encontrou informações de que uma das moças estava mantendo conversas com indivíduos de facção diversa, a saber, do PCC. Logo após, o homem iniciou uma videochamada com outros indivíduos, que começaram a questionar se a moça conhecia um indivíduo vulgo Salsicha, bem como, onde ele morava, ameaçando-a de morte para revelar as informações, chegando a ameaçar cortar os dedos da mesma, a qual, desesperada, pedia que parassem com aquilo. Em cárcere privado e mediante as ameaças, a vítima revelou que conhecia Salsicha e que ele andava com outras pessoas supostamente ligadas ao PCC, indicando onde moravam e trabalhavam. As moças foram levadas para um acampamento na região da Geovamira, onde estavam mais quatro indivíduos, no total 07, sendo que 04 estavam armados, os quais passaram a conversar e se gabar da morte de um homem conhecido como Blander, Na sequência, no acampamento, iniciou-se o “tribunal” da s vítimas através de videodeochamda, onde participavam os integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Na oportunidade, incluíram uma das moças na chamada e falaram que não iriam fazer nada com ela, mas que se ela contasse algo para alguém iria ser morta junto com sua família. Na sequência, a outra mulher, que encontrava-se amarrada nas mãos e pés, foi penalizada com um tiro na perna, em razão de estar mantendo contado com indivíduos de facção criminosa rival – PCC. As vítimas foram mantidas em privação de liberdade, no acampamento, até por volta das 18h, hora em que um das moças foi levada até o Hospital Regional ferida com um tiro na perna, foi levada por um mototaxista, Ao chegarem no Hospital Regional para atendimento, a equipe médica acionou a Polícia, que deslocou-se ao local e apurou os fatos. Em sede policial as vítimas reconheceram um homem como o indivíduo que as levou para a residência onde foram mantidas em cárcere por ele, além de ter saído da residência durante a madrugada e ter retornado se gabando de ter praticado um homicídio. Outrossim, reconheceram o acusado como a pessoa que efetuou o disparo de arma de fogo contra uma das moças, além de ter efetuado o pagamento ao moto taxista para leva-la ao hospital. Reconheceram ainda os acusados Nome, Nomee NomePEREIRA como os indivíduos que estavam no acampamento onde foram mantidas sob cárcere privado e participaram do “tribunal do crime”. Ainda em sede policial, apurou-se que na madrugada do dia 29/07/2025, por volta das 05h05min.,, houve a execução à tiros da vítima Blander , que estava dormindo no local e foi surpreendido por indivíduos que efetuaram diversos disparos em sua direção. A execução de Blander está correlacionada com as informações passadas por uma das moças torturadas referente a facções criminosas rivais envolvendo o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), pelo domínio do tráfico de drogas na cidade de Conceição do Araguaia/PA. FONTE: TJ-PA

Presos suspeitos de torturar morador no ‘tribunal do tráfico’ em Guapimirim

Policiais civis da 67ª DP (Guapimirim) desarticularam, na manhã desta terça-feira (21/10), criminosos envolvidos no “tribunal do tráfico”, em Citrolândia, Guapimirim. O trio foi indiciado por torturar cruelmente um morador, no bairro Parada Ideal, na mesma região. De acordo com os agentes, os criminosos invadiram a residência da vítima, arrastaram ele para fora de casa e o submeteram a agressões brutais e disparos de arma de fogo. A motivação do ataque bárbaro seria uma forma de punição imposta pelo “tribunal do tráfico”, já que o homem teria cometido furtos na região. As investigações apontam que esse é um instrumento usado por facções criminosas para controlar territórios e intimidar moradores. O crime ocorreu em 2024, mas a vítima só fez a denúncia na unidade policial neste ano, por medo da represália do crime organizado. Os traficantes foram identificados após intenso trabalho investigativo da 67ª DP. O inquérito reuniu provas robustas da autoria e materialidade do delito, o que levou ao indiciamento dos envolvidos e à representação pela prisão preventiva. Nesta terça, os três foram surpreendidos e capturados. FONTE: Polícia Civil do RJ

PM morto ontem em Jacarepaguá também integrou quadrilha na Baixada que matava e torturava traficantes que não pagavam propina

Além de comandar uma milícia na Zona Oeste do Rio, Adelmo da Silva Guerini, policial militar morto ontem na comunidade da Asa Branca, em Jacarepaguá, fez parte também de uma quadrilha voltada para extorquir comerciantes e criminosos na Baixada Fluminense e matar e torturar traficantes que não pagavam propina ao grupo, obtendo supostamente vantagem indevida por meio de crimes e em razão da função pública Adelmo e outros PMs usavam um grupo de Whatsapp por meio do qual eram trocadas mensagens a respeito dos crimes praticados e planejados por eles, expressas menções a informantes, a vantagens ilícitas obtidas, a futuras diligências, inclusive, no que tange à execução de pessoas. Tudo conforme exposto no relatório da investigação. O nome do grupo era ‘Os expresão, nome, no mínimo, sugestiva aos interesses financeiros visados pelos participantes. O bando atuiava perante o GAT do 24º BPM (Queimados) quanto perante a P2 do 21º BPM (São João de Meriti), formavam organização criminosa voltada para prática de delitos, mormente com objetivo de obtenção de vantagens indevidas. Ainda, ficou evidente o risco de reiteração nas práticas delitivas, porque parte dos integrantes, mantiveram a conduta criminosa “a pós a mudança de Batalhão, inclusive, com a iniciação de outros contatos e manutenção de antigo para mapear as oportunidade da nova localidade – FONTE: TJ-RJ

Presos bandidos do TCP que torturaram vítima no ‘tribunal do tráfico’ em Italva

Policiais civis da 148ª DP (Italva) prenderam, nesta quarta-feira (08/10), três narcotraficantes que agrediram e torturaram uma vítima a mando do tráfico local, em Italva. Eles foram capturados na mesma região, menos de um mês após o crime. No dia 21 de setembro, três homens agrediram brutalmente, com socos, chutes e pauladas, um indivíduo no bairro Alto da Boa Vista. A violência resultou em gravíssimas lesões, incluindo fraturas expostas. Segundo investigações da unidade, o crime teria acontecido como uma forma de punição, após a vítima furtar a “boca de fumo” da facção criminosa do local. Em depoimento, a vítima corroborou com as informações e revelou que, durante a violência, os criminosos repetiram diversas vezes que um dos chefes do tráfico teria sido o mandante das agressões. As equipes da distrital flagraram, em perícia no local do crime, um caibro de madeira com uma pintura escrita “TCP”. Dessa forma, confirmando que o trio estava ligado ao Terceiro Comando Puro. Após trabalhos de inteligência e monitoramento da unidade, os homens foram identificados e localizados. Contra eles, foi cumprido um mandado de prisão preventiva por lesão corporal de natureza grave, associação para o tráfico de drogas e tortura. FONTE: Polícia Civil do RJ

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