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processo judicial

Justiça decreta prisão temporária de suspeito de matar mulher no final do ano em São Gonçalo

A Justica decretou a prisáo temporária de Luiz Carlos Souza Dias pelo feminicidio de Cintia Barcelis Peres achada morta na ultima semana do ano passado, em Sâo Gonçalo. Segundo apurado até o momento, o suspeito já possui histórico de violência doméstica, roubo e tráfico, sendo certo que mantinha relacionamento conflituoso e abusivo com a vítima, a qual apenas vivia em sua companhia e do filho menor, tendo sido encontrada com um plástico envolto na cabeça e mãos amarradas. Narra, ainda, a autoridade policial que vizinhos descreveram tentativas de vender pertences da vítima após os fatos, sendo certo que, momento depois, ausentou-se o suspeito do local sem mais retornar.

Traficante do CV que saiu no Natal e não voltou foi condenado a 23 anos por morte de fotógrafo da Globo. Vítima foi considerada X9 por supostamente ajudar policiais a sequestrar bandidos, segundo relatos à Justiça

André Luiz de Almeida, o Nestor do Tuiuti, foi um dos bandidos de alta periculosidade que foi beneficiado pela saidinha de Natal e não retornou para a cadeia. Ele foi condenado a 23 anos de reclusão acusado do assassinato do fotógrafo da TV Globo Márcio Alexandre de Souza, que foi assassinado no dia 20 de junho de 2010 na Rua General Padilha, em São Cristóvão; Segundo depoimentos à Justiça na época,. Márcio teria sido morto por urn suposto envolvimento em sequestros de traficantes. De acordo com relatos, pelo menos dois traficantes teriam sido vitimas de sequestro por policiais, que exigiam dinheiro pela liberdade dos mesmos; Márcio, segundo os depoimentos, seria X9 e estaria entregando os bandidos aos policiais; O primeiro foi Edgarzinho” que era do morro da Mangueira e desapareceu, ja o outro traficante sequestrado, conhecido pelo vulgo de “Playboy” Tais sequestros teriam sido a causa da morte do fotografo Márcio. Sgundo os comentários um morado do Morro do Tuiuti teria visto a vitima em companhia dos policiais que sequestraram os traficantes “, no dia do pagamento do resgate ; Aquelas informações causaram um conflito entre os traficantes Elcio, que era o chefe do trafico no Morro do Tuiuti, e Polegar, chefe do trafico no Morro da Mangueira, porque Polegar exigia que Márcio fosse assassinado enquanto Elcio não concordava com tal atitude; Que, por causa da briga, o traficante “Polegar” expulsou “Elcio” do morro do Tuiuti; Uma testemunha disse na época que no dia do crime duas motos com quatro elementos, entre eles Nestor, ostentando armas de logo (pistola e fuzil) , se reunindo para descer do Morro nas motos comentado” que vamos pegar na General Padilha “

Jovem executada por traficantes do CV em Friburgo estava jurada de morte por ser considerada ‘inimiga da facção’

A polícia concluiu que o assassinato de Maristela Emerique de Carvalho, de 23 anos, ocorrido em outubro, em Nova Friburgo, foi motivado pelo fato de a vítima ser considerada inimiga da facção criminosa Comando Vermelho Maristela estava jurada de morte peo CV sob acusação de colaborar com grupo rival, o Terceiro Comando Puro (TCP) ajudando o grupo a tomar bocas de fumo. Segundo as investigações, Haron, namorado da vítima, foi incumbido por Gabriel, líder do tráfico local, de levá-la ao cemitério de Riograndina, onde os demais aguardavam. No local, a vítima foi contida com o auxílio de Sophia e Rômulo, impedida de fugir e posteriormente entregue a Max Miller e Diveneta, que a colocaram em um veículo e a executaram com disparos de arma de fogo em via erma. Ela foi morta com dois disparos, um na cabeça e um nas costas. O corpo foi ocultado atrás de entulhos às margens da estrada Riograndina-Banquete, dificultando sua localização. Com efeito, há indícios de que os autores, todos vinculados ao tráfico de drogas, agiram de forma premeditada praticando homicídio qualificado por motivo torpe e mediante traição, seguido de ocultação de cadáver, em contexto de associação criminosa armada, com o objetivo de eliminar pessoa considerada “inimiga” da facção. A execução sumária de uma mulher sob pretexto de “disciplina” do tráfico demonstra a capacidade de intimidação do grupo e a sua influência sobre a comunidade local, impondo terror e desordem. Cinco suspeitos chegaram a ser detidos por envolvimento no crime O caso ganhou grande repercussão na cidade na época quando familiares procuraram a delegacia para comunicar o desaparecimento e passaram a divulgar a foto dela nas redes sociais. Maristela havia saído de casa na companhia do namorado e não retornou para casa, causando preocupação na família pois não era comportamento habitual.

Após mandar soltar suspeito de atacar equipes do Barricada Zero e balear servidor de Caxias, Justiça determinou prender de novo

No final de novembro, agentes públicos e trabalhadores civis que participavam da Operação Barricada Zero do governo estadual foram atacados a tiros por traficantes do Comando Vermelho na comunidade do Corte Oito, em Duque de Caxias. Na ocasião, um servidor da Prefeitura de Caxias foi baleado. Na ocasião, um bandido vulgo Siri foi baleado e hospitalizado e foi reconhecido por fotografia por testemunhas. A Justiça, no entanto, não considerou o reconhecimento válido e informou que não se mostrava possível a conversão da prisão em flagrante do custodiado em prisão preventiva Além disso, argumentou que o preso era primário, não ostentando nenhuma anotação criminal e a suposta arma de fogo utilizada para a execução da conduta a ele imputada não foi apreendida. Justificou ainda que o custodiado foi apontado como suposto autor dos fatos ora em análise tão somente porque ingressou no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes para atendimento médico após ter sido atingido por disparo de arma de fogo. Assim, a Corte considerou a fragilidade dos elementos de convicção carreados aos autos, deixou de converter a prisão em flagrante em prisão preventiva e determinou a sua soltura. A decisão que soltou Siri foi objeto de Recurso em Sentido Estrito interposto pelo Ministério Público, ao qual foi atribuído efeito suspensivo em sede de plantão judicial, reconhecendo a plausibilidade da tese acusatória e o risco concreto à ordem pública. Agora a Justiça diz que a liberdade dos acusados representa risco real à ordem pública, não apenas pela gravidade concreta do fato, mas pelo contexto de criminalidade organizada que subjuga a população local. “A manutenção da custódia é imprescindível para interromper a atuação da facção criminosa, que utiliza poder bélico para impor suas regras e desafiar o Estado, colocando em risco a vida de policiais e cidadãos. Medidas cautelares diversas da prisão não se mostram adequadas ou suficientes diante da periculosidade evidenciada”, dizem os autos. No dia dos fatos, policiais prenderam Siri e identificaram Capetinha como o outro autor. A identficação só fo possível porque ele apresentava o pé lesionado e enfaixado, mesma lesão que SIri apresentava no momento de sua captura, levando a conclusão que ambos foram atingidos no mesmo momento quando empreendiam fuga com uma motocicleta;Siri e Capetinha são parceiros na traficância da localidade. Uma testemunha que também pertence ao tráfico declarou que os dois montaram num motocicleta e viu Siri dando tiros na direção da viatura. A testemunh efetuou cerca de 3 (três) tiros para o alto. Siri e Capetinha seguiram na motocicleta e chamaram o declatante, mas ele negou e fugiu para a área de mata (…) enquanto estava tentando se esconder na região de mata, avisou no grupo de whatsapp dos integrantes do tráfico no Corte Oito que estava escondido e viu mensagens dizendo que os comparsas haviam baleado uma pessoa próxima a retroescavadeira que retirava barricadas em apoio a equipe da PMERJ

Motorista de aplicativo achado sem vida em Rio das Pedras em novembro foi morto por engano. Alvo era seu amigo que ajudou a prender o mandante do crime anos antes

Achado morto enterrado em uma mata em Rio das Pedras em novembro após desaparecer na comunidade da Tijuqinha, o motorista de aplicativo Lucas Mendes Monteiro foi assassinado por engano. Morador do Irajá, Lucas desapareceu após ter ido comprar ouro na Tijuquinha com um amigo, para revender. Ele entrou em um veículo preto e não deu mais notícias aos familiares. Seu celular foi desligado na Rua da Chácara, depois de ter mandado uma mensagem para o amigo dizendo “Deu ruim”, segundo a Polícia Civil. De acordo com processo na Justiça, o alvo dos asasssinos era Gabriel, amigo de Lucas, que estava com ele e conseguiu fugir. O crime foi tramado dentro de um presídio de Japeri e teve como mandante um criminoso vulgo Nem da Rocinha (que não é aquele).Nem jurou de morte Gabriel após saber que foi com sua ajuda que a polícia o prendeu já que ele era colaborador dos agentes da lei e tramou seu homicídio por vingança. Para isso, Nem forjou uma negociação de compra e venda de ouro para atrair Gabriel. Gabriel chegou a ser preso e durante o tempo de cadeia manteve contato com um preso conhecido como Xororó e foi este que lhe colocou em contato com Nem. Foi marcado um encontro de Gabriel com um primo de Nem para pegar os ouros cerca de 298 gramas de diversas peças no dia 18/01/2025 no Itanhangá. Como não conhecia a área, Gabriel chamou Lucas para ir com ele mas os dois acabaram se separando pois Lucas disse que iria para o encontro da transação e pediu para ficar com a maior parte do ouro. Em conversa pelo whatsapp, Lucas disse que os caras estavam armados e `deu ruim’. Gabriel tentou contato com Lucas mas ele não atendeu e quando atendeu, uma voz de um homem disse que era da polícia e que ia até ele e desligou o telefone. Ele estava com a localização em tempo real de Lucas e viu que estavam “rodando” com ele pelo carro, devido à rapidez com que se movimentavam;Em certo momento, cruzaram com Gabriel mas elenão teve como saber qual o carro, pois passavam diversos veículos. Temendo pela sua vida, Gabriel foi embora e se dirigiu à família de Lucas para contar o fato. Posteriormente se dirigiram até a DAS (Divisão Anti-Sequestro) e foram orientados a procurar a 16DP, onde registraram a ocorrência;Gabriel disse que ha 6 anos é colaborador da polícia e que no ano de 2021 colaborou para a prisão de Nem e logo depois Nem descobriu que ele trabalhava para a polícia e que foi o declarante que “deu” sua prisão; Gabriel disse que em nenhum momento desconfiou que Nem estava envolvido no caso.e que era amigo também de Xororó. Ele contou que em uma conversa com Nem pelo whatsapp lhe enviou uma foto sua usando um cordão de ouro; Acredita que depois que Nem descobriu que o declarante era o mesmo que havia colaborado com sua prisão e armou com Xororó para poder pegá-lo; Gabriel disse que os caras ficaram rodando com Lucas para procurá-lo e que se tivessem achado, teriam matado todos. Um transexual que é irmão de Gabriel que está preso no presídio Plácido Sá Carvalo, em Bangu, revelou que existe comunicação dos detentos desta com a Cotrim Neto, em Japeri.e que os integrantes das comissões de presos se comunicam; Disse que Nem pratica extorsão de dentro da cadeia “mineirando” ouro das pessoas e que posteriormente coloca para seus comparsas fora do presidio venderem e que certamente seu irmão após ser apresentado a Nem, através de de Xororó, seria vitima de homicidio; Caso se concretizasse o crime, Xororó como é de costume entre os internos das cadeias, ficaria “forte” no contexto entre os presos e ganharia regalias no presidi. Ambas as unidades são “neutras”, ou seja, abrigam presos sem facção. Além de Nem, outros dois homens estão com prisão preventiva decretada pelo crime, entre eles Xororó. Todos são envolvidos com a milícia que agia na Tijuqinha.

Mototaxista foi assassinado por traficantes do TCP em Nova Iguaçu só porque postou foto no Morro do Vidigal (CV)

O mototaxista Renan Velasco Dias foi assassinado em julho por traficantes da comunidade do Danon, em Nova Iguaçu, área dominada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, do Terceiro Comand Puro, só porque postou uma foto em rede social em um ponto turístico do Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, reduto do Comando Vermelho. O crime ocorreu no dia 1º daquele mês, na Rua Bassea Furman, nº 504, bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaç. Os assassinos armados com fuzis calibre 5,56mm e pistolas calibre 9mm, efetuaram diversos disparos contra a vítima atingindo-lhe regiões vitais e causando-lhe morte imediata. Após a execução, os criminosos subtraíram a sua motocicleta, uma moto Honda/CB 300F Twister, cor dourada, placa SRU9J44, bem como seu aparelho celular, evadindo-se rapidamente da cena do crime e tomando rumo ignorado. Foram decretadas as prisões preventivas de três envolvidos no crime,, de vulgos Macaulay, Bebel e Russinho. Segundo consta nos autos, vítima trafegava em via pública quando foi surpreendida pelos denunciados que, de maneira repentina, realizaram a abordagem e passaram a efetuar disparos sucessivos contra Renan, que faleceu instantaneamente. Um amigo de Renan disse que no dia do fatos viu circular em um grupo de mensagens no WhatsApp, a foto de uma pessoa morta; que a vítima na imagem usava um casaco vermelho semelhante ao que Renan costumava usar; que, diante disso, entrou em contato com LEO, amigo em comum, o qual confirmou que o amigo havia sido assassinado; que, imediatamente, dirigiu-se até o local do fato e constatou a veracidade da informação ; Ouviu comentários de que Renan teria sido morto por ter tirado uma foto em um ponto turístico no Morro do Vidigal, área dominada pela facção Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia, sendo esta última sob domínio da facção Terceiro Comando Puro (TCP), cujo chefe seria Peixão. Contou ainda que , no grupo de WhatsApp denominado Jornal Destaque da Baixada, circularam informações de que os autores do homicídio de Renan seriam os indivíduos Macauli e Bebel. Na época do crime, , a Comunidade do Danon estaria envolvida em confronto com uma facção criminosa rival ; Um suspeito que foi preso com a moto de Renan disse que pediu o veículo emprestado para um dos envolvidos no crime, vulgo Bebel, Ele disse ue Bebel é gerente de um dos pontos de venda de drogas na Comunidade do Danon e atualmente um dos líderes do tráfico na região. Contou que antes de ser preso, o traficante conhecido como ” Macauly”, era o frente (líder) da comunidade; Antes de ser preso, ” Macauly” recebia ordens dos dois donos do tráfico de drogas na comunidade do Danon, conhecidos como “Flamengo e Bóris. Uma testemunha disse que ;Renan não fazia uso de drogas e trabalha fazendo entregas e como mototaxista em um ponto próximo à estação ferroviária de Nova Iguaçu, utilizando a motocicleta Honda/CB 300F Twister, de cor dourada, a qual desapareceu no dia do ocorrido; Contou que no mês de junho do corrente , a comunidade passou a ser palco de disputa territorial entre os traficantes da localidade (Terceiro Comando Puro) e do Comando Vermelho, oriundos do Conjunto da Marinha (Complexo do Grão Pará); Disse que Renan e a declarante gostavam muito de visitar um ponto turístico no Morro do Vidigal, área que agora toma conhecimento que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a depoente reside; Inicialmente, a declarante pensou que o Renan havia sido vítima de roubo seguido de morte, mas depois ouviu comentários dando conta de que ele havia sido executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde Renan residia; Circulou na comunidade, que dias antes de sua morte, o Renan havia participado de uma confraternização para comemorar o aniversário de um amigo, que já havia pertencido à facção criminosa Comando Vermelho; Em uma página da plataforma WhatsApp, intitulada Plantão Baixada, no dia do sepultamento da vítima, circulou a mensagem apontando que os envolvidos na morte do Renan.” Uma segunda testemunha disse que Macauley, Russinoh e Bebel” passaram a liderar o tráfico de drogas na Comunidade do Danon; que o declarante ainda possui parentes morando no interior da Comunidade do Danon e, recentemente, soube que o traficantes conhecido pelo vulgo “Russinho , teria sido um dos autores da morte de Renan, ocorrida no interior da Comunidade do Danon; que o Renan foi executado por conta da postagem nas redes sociais de uma foto tirada no ponto turístico lá no Morro do Vidigal, comunidade que é dominada pelo grupo criminoso Comando Vermelho (CV), rival da facção que controla a Comunidade do Danon, onde a vítima residia.” Russinho também teve a prisão preventiva decretada pelos homicídios de Dinei Fábio Alvares e Italo Batista Soares de Medeiros, que foram mortos na Estrada de Madureira, em Nova Iguaçu, ocorridos em 16 de junho. Um sobrevivente disse que seguia com amigos em um carro para o Conjunto da Marinha, área dominada pelo CV, um carro branco fechou o veículo e desembarcaram os executores. Reconheceu os atiradores como sendo Russinho, Meteoro, Da Vovó e João Luiz. Disse que Russinho já o havia ameaçado de morte pela qual chegou a se mudar para Coroa Grande; Diziam que se vissem eles “dando mole na rua, o carro iria passar”; Afirmou acreditar que no dia dos fatos alguém informou a Russinho que ele e o amigo estavam no veículo alvejado; Russinho também responde pela morte de um barbeiro ocorrida em 2023 por acreditar que  a vítima era “X9” da facção Criminosa Comando Vermelho. Também foi acusasdo de cometer um homicídio em 2022.

Líder da milícia de Rio das Pedras tem mais dois homicídios nas costas

Um dos líderes da milícia de Rio das Pedras, o bandido conhecido como Gerlan, que está preso,  é suspeito de mais dois homicídios que viraram processos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em um deles, Gerlan foi acusado da morte de Guilherme Mota Ribeiro. Conforme apurado, o criminoso convocou mototaxistas da localidade da Araticum para uma reunião no local conhecido como “campo do Sertão”, ocasião em que impôs, de forma autoritária, a obrigatoriedade do pagamento de taxas à organização criminosa por ele liderada.  Ao término da reunião, Gerlan determinou que a vítima, a qual exerceria a função de coletar dinheiro de mototaxistas, mas para traficantes de drogas, se dirigisse à Estrada do Sertão, na curva do “S”, onde, segundo os elementos constantes dos autos, executou pessoalmente Guilherme.  O exame de corpo de delito de Necropsia concluiu que “a causa da morte foi por lesão polivisceral, mecanismo de morte, evento terminal, provocado pela ação vulnerante de instrumento que penetrou e transfixou o crânio (face), tronco e membros”.  Os autos dão conta de que Gerlan teria gravado um vídeo, divulgado por ele mesmo, no qual se vangloria do homicídio, afirmando que a vítima “ficou de exemplo”, o que demonstra a intenção de intimidar a comunidade local e consolidar o domínio territorial da milícia.  O outro caso que tramita na Justiça é o assassinato de Pedro Henrique dos Santos Pires, morto em 25 de maio de 2023. Pelo menos quatro homens em três motocicletas participarem do homicídio. Gerlan foi flagrado desembarcando de uma motocicleta de baixa cilindrada, de cor branca, tipo scooter, empunhando uma arma de fogo que parece ser pistola na mão e vai na direção na vítima executá-la, empreendendo fuga neste mesmo veículo em seguida. Cinco meses antes do crime, a vítima e Gerlan tiveram um desentendimento,  ocasião em que o miliciano desferiu um “soco” na boca da vítima, causando-lhe ferimento em razão do aparelho que ele usava. Os dois eram colegas em Rio das Pedras  se afastando após essa discussão. A vítima trabalhava como entregador “freelancer” do Ifood e iria começar um curso de barbeiro, sem qualquer envolvimento com crimes, nunca tendo sido preso, sem notícia de outras brigas ou ameaças além das informadas. FONTE: TJ-RJ

Atentado contra bicheiro foi coisa de organização criminosa de alta periculosidade ligada ao jogo do bicho, diz Justiça. Mandante ainda não foi apontado

Ainda não se tem o mandante, mas para a Justiça, o modus operandi usado no atentado contra o contraventor Vinicius Drummond em julho noa Barra da Tijuca denota envolvimento de organização criminosa de alta periculosidade, ligada à contravenção do jogo do bicho, cujos integrantes são conhecidos pelo uso de ameaça e violência para se desfazerem de provas e intimidarem testemunhas. Por certo, a existência de notória disputa territorial por pontos de contravenção se mostra como cenário incontroverso, conforme amplamente divulgado na imprensa e demonstrado pelos documentos juntados aos autos, que correlacionam a vítima à cúpula do jogo do bicho. Segundo a Justiça, a disputa, que já vitimou diversas pessoas envolvidas ou não na contravenção, incute na sociedade temor e incerteza quanto à intervenção do poder público em solucionar a situação de extrema violência que aterroriza a população. Ademais, salta aos olhos a audácia dos envolvidos ao, em plena luz do dia de uma sexta-feira, efetuar diversos disparos de arma de fogo de alto calibre em uma das principais vias da cidade, colocando em efetivo risco os cidadãos que por lá transitavam, a denotar evidente desprezo pela vida alheia e pelo próprio aparato estatal. O risco de reiteração delitiva também se mostra presente, exsurgindo do próprio modus operandi e circunstâncias do delito como também das anotações criminais dos indiciados, além do fundado indício de um dos investigados ser ligado a grupo criminoso voltado à prática de crimes gravíssimos, notadamente homicídios e extorsões. Há possibilidade de relação dos investigados com a guerra desencadeada no Rio de Janeiro para tomada de pontos de contravenção, razão pela qual a ausência de efetiva resposta estatal funcionaria como “aval” para continuidade dos homicídios. A investigação prévia se mostrou robusta, em que pese ainda não acabada, logrando êxito em detalhar a dinâmica criminosa e as conduta de um dos investigados não só na manhã e na tarde do dia do crime (11/07/2025) como também nos dias anteriores, em que os indiciados planejaram cuidadosamente o crime, levantando a rotina da vítima e identificando as janelas de oportunidade espacial e temporal para a execução FONTE: TJ-RJ

Traficantes do CV são suspeito de sumir com integrante do TCP que cometia crimes na área que eles dominam

Traficantes da comunidade Ficap, na Pavuna, ligados ao Comando Vermelho e comandados por Nico são suspeitos de matarem um homem chamado Wellington, integrante da facção Terceiro Comando Puro e que estaria praticando crimes na região, tendo sido repreendidos pelo tráfico local. Uma testemunha relatou o desaparecimento de Wellington e reconheceu um dos indivíduos que aparecem nas gravações agredindo a vítima.Em igual sentido, após visualizar as gravações que mostravam o momento em que a vítima foi obrigada a embarcar em uma motocicleta, outra testemunha também reconheceu o suspeito e o apontou como sendo o indivíduo que havia visto armado na boca de fumo da comunidade e que a autorizou a procurar o corpo de Wellington. Os vídeos da captura da vítima Wellington foram amplamente divulgados na comunidade, possibilitando, assim, a efetiva identificação do suspeito.O suspeito quando ouvido em sede policial, relatou a dinâmica do ocorrido, tendo informado que, na ocasião dos fatos, avistou a vítima Wellington correndo e populares gritando “pega ladrão”, tendo ido atrás dele, o imobilizado e o colocado na garupa de uma motocicleta, após ordens de um grupo de indivíduos. Em relação aos demais denunciados, em que pese não tenham sido identificados como executores diretos, os elementos amealhados aos autos, sobretudo o relatório de informação de inteligência policial indicam que se trata de indivíduos intrinsecamente ligados à liderança do tráfico local, de quem partiram as ordens para a efetiva execução das vítimas. Nico, que foi preso este ano, assume posição de hierarquia máxima do tráfico na comunidade Furquim Mendes, sendo um dos principais chefes do Comando Vermelho da região metropolitana do Rio de Janeiro, em função de liderança da organização criada e estruturada para a prática de ilícitos.Ao lado dele, apurou-se a influência de Marcelo, tido como seu “braço direito” e responsável pela gestão direta dos pontos de venda de entorpecentes na comunidade Furquim Mendes e adjacências. A seu turno, o denunciado Felipe é tido como o responsável pelas operações diárias de traficância e organização de empreitadas de transporte de veículos roubados, seguindo as ordens diretas de Nico e Marcelo. FONTE: TJ-RJ

Peixão (TCP) tem prisão preventiva decretada por roubo

Sem dar detalhes do crime em seu site, a Justiça do Rio decretou a prisão preventiva do traficante Peixão e de oito comparsas pelo crime de roubo. A Justiça só informou que o crime foi cometido com uso de grave ameaça e com emprego de armas de fogo e que a liberdade dos acusados pode causar justificável temor à vítima, impedindo seu comparecimento para depôr. Disse ainda que os acusados possuem extenso relatório de vida pregressa, inclusive por outros delitos com emprego de violência e grave ameaça. A vítima reconheceu os suspeitos participantes do crime na delegacia. FONTE: TJ-RJ

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