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processo judicial

Justiça decretou a prisão preventiva de dois homens suspeitos de matar PM na saída de uma boate em Nova Iguaçu em fevereiro

A Justiça decretou as prisões preventivas dos indivíduos conhecidos como Marquinho e Teleco, suspeitos do assassinato do PM Marco Antônio da Silva Canto, ocorrido no dia 20 de fevereiro deste ano, na porta de uma boate, em Nova Iguaçu. Segundo testemunhas, houve uma confusão dentro do estabelecimento envolvendo duas mulheres. Um dos envolvidos sacou uma arma e o PM lhe disse que não precisava fazer isso. O colega de farda do policial disse a Marco que esse suspeito poderia ser um miliciano. Tudo parecia resolvido já que o homem que sacou a arma havia deixado o local. Marco fez contato com outros PMs na tentativa de alguém abordar o indivíduo que havia sacado a arma de fogo mas ninguém respondeu. O policial resolveu sair junto com o indivíduo da boate e este percebeu e sacou a arma de fogo novamente surpreendendo o PM. “Não estava desenrolado? O que você veio fazer aqui fora? Está de maldade? Quer morrer p..? Polícia é o c..”. O PM ficou em reação, o homem juntamente com um cúmplice lhe revistou, retirou sua arma de fogo e começou a atirar nele, o matando-o com sucessivos disparos na cabeça. Ambos tiveram as prisões decretadas. FONTE: TJ-RJ

Testemunha afirmou que homem que atropelou e matou duas pessoas na Avenida Brasil tinha forte cheiro de álcool

Uma testemunha afirmou à Justiça que o homem que atropelou e matou duas pessoas durante a última semana na Avenida Brasil, em Padre Miguel, tinha cheiro de álcool e dificuldade em falar na hora do fato. O acusado ainda tentou jogar a culpa pelo acidente na irmã. O declarante revelou que estava parado no acostamento da Avenida Brasil, altura do nº 31146, Padre Miguel, quando avistou três pessoas atravessarem à frente de seu veículo. Elas estariam aparentemente alcoolizadas. Após elas atravessarem, a testemunha deu marcha, acelerando para adentrar à pista. Após isso, ouviu barulho de frenagem e barulho de colisão contra pessoas, mas não sabe precisar a ordem dos sons; O motorista acelerou mais forte, pois viu um veículo se aproximando em alta velocidade, em vias de colidir com seu carro; O veículo que colidiu contra o seu trata-se de um VirtuS. O motorista, Anderson de Moraes, apresentava sinais embriaguez, representados pelo ‘forte cheiro de álcool’ e ‘dificuldade de fala’. De acordo com o relato da testemunha, Anderson apresentava temor com a situação e chegou a sugerir que a irmã dele assumisse a responsabilidade e a autoria do fato. O declarante disse que tinha consigo um vídeo no qual Anderson afirmou estar alcoolizado; Anderson tentou se evadir do local, porém teve a fuga impedida pelo declarante. Em seguida, populares acionaram a Polícia Militar; O atropelador teve a prisão preventiva decretada. Uma terceira vítima encontra-se hospitalizada em estado grave. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mulher tem prisão temporária decretada suspeita de mandar traficantes matarem o marido em Itaboraí

A Justiça decretou ontem a prisão temporária de uma mulher suspeita de mandar traficantes matarem o marido em Itaboraí.  O Inquérito Policial nº 951-00072/2025 foi instaurado para apurar o homicídio de Marcos Aurélio Batista Santos, ocorrido na madrugada do dia 14/02/2025, na Rodovia RJ 114, bairro Itapacorá,. Segundo consta dos autos, especialmente nos depoimentos de testemunhas, a vítima teria sido espancada e morta por indivíduos ligados ao tráfico local, a mando do enteado, sua esposa e a mulher de Marcos. O crime teria sido motivado c por uma suposta investida amorosa de Marcos em sua nora o que gerou desentendimento familiar. Em decorrência disso, os três investigados teriam solicitado o auxílio de traficantes da região para executar o delito. A vítima foi espancada, levada para local incerto e teve o corpo encontrado na manhã seguinte, em via pública. Entretanto, as testemunhas que apontaram os mandantes não presenciaram os fatos, tendo relatado apenas o que ouviram de terceiros, em especial de uma pessoa, ainda não ouvida. Uma das testemunhas disse que os três traficantes envolvidos na execução do crime, passaram a circular armados nas proximidades de sua residência com o claro intuito de intimidação. FONTE: TJ-RJ

Doca (CV) teve prisão preventiva decretada apontado como o mandante de ataque a delegacia em Caxias

O traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefão do Comando Vermelho, teve a prisão preventiva decretada apontado como o mandante do ataque à 60ª DP (Campos Elíseos), em Duque de Caxias, fato ocorrido em fevereiro Também tiveram as prisões preventivas decretadas os criminosos vulgos Nilsinho ou Novinho e Brinquedo que também teriam participado da ação junto com Joab e Bebel, além de aproximadamente outros 15 elementos ainda não identificados, todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. Segundo relatos, todos cumpriram as ordens de Doca para promover a fuga do preso Rodolfo Manhães Viana, vulgo Rato, líder do tráfico da Comunidade do Vai Quem Quer, que se encontrava legalmente detido no interior da 60ª Delegacia de Polícia, em razão de prisão em flagrante lavrada no procedimento nº 060-01338/2025, no mesmo dia. Doca, segundo os autos, atuou como mandante e autor intelectual do ataque à 60ª Delegacia de Polícia, sendo o responsável pela ordem a seus subordinados para invadir a unidade policial, por meio de disparos de armas de fogo de grosso calibre e granadas, a fim de resgatar o traficante Rato que lá se encontrava detido. Doca é apontado como o maior líder da facção criminosa Comando Vermelho em liberdade e homiziado no Complexo da Penha, de onde, normalmente, são emanadas as ordens e realizadas reuniões da cúpula para as prestações de contas da facção. Nilsinho ou Novinho e Brinquedo supostamente participaram ativamente do ataque além de ostentarem fotos portando fuzis, foram obtidas mensagens em que dizem que tem que matar policiais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante do CV apontado como sucessor de Beira-Mar e que foi flagrado negociando com PMs, empresta armas para bandidos da facção em troca de drogas

Investigações revelam que o traficante Professor do Alemão, o mesmo que foi flagrado em conversas com oficiais da PM pela Polícia Federal, tem uma atuação mais próxima da figura de “matuto”(grande fornecedor de drogas), sendo certo que seus contatos, especialmente no Paraguai, credenciaram-no também para fins de comércio de armas de fogo, sendo detentor de enorme arsenal, o qual cede a várias outras lideranças em troca de “preços” de drogas. Muitos o apontam como sucessor de Fernandinho Beira-Mar. Pelo empréstimo de armas a chefes do tráfico de comunidades, “Professor recebe um percentual dos lucros do comércio de drogas de determinado produto (a exemplo do “pó de50”, da “maconha de 10”, ou seja lá como for o acordado). Professor ganhou mais destaque dentro do Comando Vermelho com a morte do traficante Leandro Simões Nascimento Furtado, o Diminho, que era chefe dosmorros da Fazendinha e Nova Brasília, neutralizado em confronto com policiais. Diminho ou Oliver era detentor de um verdadeiro arsenal de guerra, atuando da mesma forma que “Professor quem o sucedeu, inclusive na herança do “arsenal” Diversos foram os fuzis apreendidos ou identificados eminvestigações com o acrograma Oliver ou o símbolo da marca BMW com as inscrições Oliver.Todo esse arsenal, que abastecia várias comunidades dominadas pela facção Comando Vermelho, foi herdado por Professor somando-se ao acervo de armas que já detinha. Professor tinha contatos com Galã, um dos maiores narcotraficantes do país, indivíduo ligado à máfia internacional do comércio de drogas e armas. Eles mantiveram conversas por meio de um aplicativo, inclusive quando o bandido carioca estava preso. Apesar de ter sido flagrado negociando com PMs, Professor determinava que seus seguranças confrontem com policiais militares e traficantes de outras facções criminosas. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

Mulher que fo agredida pelo ex-companheiro na frente das filhas pequenas na Maré, o denunciou, ele foi preso e agora ela está com medo de vingança por parte dos parentes que moram na comunidade. Irmão do agressor está ‘bolado’ com a vítima

Uma mulher que foi agredida pelo ex-companheiro na frente das duas filhas pequenas na Favela Parque União, no Complexo da Maré, o denunciou e ele foi preso está com medo de vingança por parte dos parentes do agressor, que são moradores de comunidade, que inclusive estiveram no hospital lhe procurando. As agressões ocorreram no dia 30 de março. O homem, numa crise de ciúmes, deu um chute na moça e a derrubou no chão, ficando em cima dela e dizia “Desbloqueia o tablet sua fdp, piranha, vagabunda” Enquanto a ofendia, o homem batia com um sapato em sua face, repetidas vezes, e ainda pegou uma madeira extraída do guarda-roupas e batia na vítima, socava sua barriga, puxava o cabelo dela; A cabeça da moça ficou “mole” igual a uma “gelatina” de tanto socos e sapatadas que recebeu do agressor. A filha do casal, de cinco anos, viu tudo e dizia em voz alta. “Para pai, você vai matar minha mãe. Mesmo assim, o homem continuou a agressão. A filha de um ano também viu tudo mas devido a pouca idade, não falou nada. A mulher desmaiou com a violência das agressões. Ela só se lembra de ter acordado no Hospital; Contou que o ex-companheiro sempre foi um homem violento, não aceitando o fim do relacionamento do casal. Ele já agredira a declarante por outras vezes, desferindo um tapa tão forte no rosto da declarante que cortara sua sombrancelha, fato ocorrido há 1 (um) ano atrás, e a declarante decidira não fazer o registro policial; A mulher disse que já foi centenas de vezes fora ofendida com palavras como “piranha”, “fdp”, “safada”, “vagabunda”, “covarde” e com ameaças ‘vou te matar”. Ela disse que sempre possuiu muito receio de denunciar o agressor, pois mora dentro de uma comunidade dominada pelo tráfico de drogas, e acreditava que procurar a polícia lhe causaria problemas na comunidade, bem como tinha medo qe ele viesse lhe matar se procurasse a polícia; A vítima disse temer por sua vida e sua filha também teme pelo pior. “Mamãe, estou com medo do papai voltar e te matar”, disse a criançaPor medo, assim que teve alta do hospital procurar a delegacia. Um tio do agressor e a esposa dele foram no hospital procurar a declarante, não sendo permitida a entrada e visita. Disseram que o irmão do agresesor está bolado e com muita raiva dela; A prisão do autor foi prorrogada. FONTE: TJ-RJ

Sem dar detalhes sobre a investigação, Justiça decretou novas preventivas contra chefões do TCP na Maré

A Justiça voltou a decretar este mês as prisões preventivas dos líderes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré: TH ou Gabigol, Mangolê, Cria, Pescador e Chocolate (preso). Os autos não trazem detalhes sobre a investigação só afirmam que conduta atribuída aos acusados é de extrema gravidade, pois os injustos penais de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, embora destituídas de violência ou grave ameaça no núcleo dos tipos penais, somente se torna possível com a imposição de medo e terror aos societas que vivem nessa microssociedade onde vige o narcotráfico. Tais condutas, inclusive, malferem a bem jurídica ordem pública porquanto na exata medida em que ocorre a mercancia de drogas ilícitas, utilizando-se de armas de grosso calibre, a desafiar a segurança pública e agentes da lei, na hipótese de incursão e tentativa de retomada, pelo Estado de Direito, de território hostilizado. Além do comércio de drogas, os denunciados são responsáveis pela organização do domínio territorial da região, determinando o emprego de violência e o uso de armas de fogo, inclusive, aquelas de uso restrito e proibido, contra facções rivais e forças da segurança pública. FONTE: TJ-RJ

Traficante da Para Pedro (TCP) matou comparsa por vingança e tentou eliminar testemunha presencial do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante da Favela Para Pedro, em Colégio, suspeito de matar um comparsa por vingança e por ter tentado também eliminar a testemunha do crime. Segundo os autos, no dia 23 de dezembro de 2024, no período da tarde, no interior da comunidade, o acusado efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima Wemereson Fernandes da Silva, que veio a óbito. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja vingança. Conforme restou apurado a vítima Wemerson e o denunciado haviam se desentendido dias antes, ocasião em que o denunciado fora agredido pela vítima, ambos traficantes do Terceiro Comando Puro. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo certo que o denunciado ficou aguardando Wemerson passar de motocicleta, surpreendendo-o e realizando os disparos fatais. No mesmo dia e local, após a prática do crime de homicídio, o denunciado efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima para assegurar a impunidade do crime de homicídio praticado contra Wemerson, sendo certo que L passava pelo local do crime e presenciou o acusado efetuando disparos de arma de fogo fatais contra a vítima, sendo, portanto, testemunha visual daquele homicídio. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

EM BOM JARDIM (RJ): Após amiga dizer ter sido agredida, mulher avisou bandidos que mataram o autor. Ela teve prisão decretada acusada de ajudar no crime

No último dia 7 de abril, em Bom Jardim, cidade do interior fluminense, uma mulher estava em casa quando uma amiga chegou e disse que havia sido agredida por um homem chamado Yudi, conhecido como “Bené” e estava com a boca sangrando. Ao tomar conhecimento disso, a moça  enviou uma mensagem para um sujeito conhecido como Gato Preto ou” (…) `Paizão, dizendo que Bené pegou a mulher no morro e esculachou ela, bateu nela e ta com a boca toda sangrando. Vai fazer o que?, tendo Paizão respondido: “os amigos vai aí mostrar como se bate em mulher¿ (…)  A mulher disse que às 20:57 daquele dia foi até a esquina da rua onde viu dois rapazes descendo o escadão com toca no rosto e com pedaço de pau na mão. Ela disse que viu Bené enfrentando um dos rapazes, conhecido como MK e Yudi disse; “o tão homem que você é eu também sou, vem no mano a mano!;  MK chamou a mulher e disse”segura ele que agora você vai mostrar serviço”. Em seguida,  MK e o outro rapaz estavam com pedaço de pau na mão e em momento algum viu arma de fogo com eles. MK mandou a moça segurar Bené pelas costas com uma no pescoço dele empurrando a cabeça para frente e a outra segurando as duas mãos de lado, e quando Bené tentou se desvencilhar da declarante, MK puxou uma pistola da cintura e desferiu vários tiros, sendo o primeiro para o alto para que Bené sentasse. Após o primeiro tiro Bené escorregou pelo corpo da mulher e sentou no meio fio, momento em que esta questionou “MK” se iria morrer também e MK puxou a declarante e deu vários tiros em Yudi. Após os disparos, a moça permaneceu no local parada olhando para Bené, tendo MK a puxado e mandado correr o máximo que podia. A declarante deixou  claro que não tinha outra opção a não ser segurar o Yudi, pois caso não segurasse também seria morta.¿  Por conta de ter prestado auxílio para que MK realizasse disparos de arma de fogo contra a cabeça da vítima, a mulher teve a prisão temporária decretada.  FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça condenou quatro milicianos flagrados com quatro fuzis no Catiri a até dez anos de cadeia

A Justiça condenou quatro milicianos flagrados com quatro fuzis em novembro do ano passado no Catiri, em Bangu. Um deles pegou dez anos e dez meses de cadeia, os outros três, apenas cinco anos e seis meses. Na ocasião,  policiais civis e militares estavam em operação na Comunidade do Catiri com a finalidade de verificarem a veracidade de informações previamente recebidas acerca da presença de indivíduos supostamente envolvidos com atividade de milícia armada na localidade. As equipes  se dirigiram em endereços próximos, quando localizam dois imóveis em construção utilizados como pontos de observação da organização criminosa, ocasião em que, no imóvel em construção na  Rua Hayalla Brasil, os agentes encontraram no interior da casa o acusado Alexandre portando um fuzil, enquanto no imóvel da Rua Monteiro Lobato os acusados Odorico e Lucas foram abordados em posse de dois fuzis,. Em tais locais também foram arrecadados materiais de uso militar (01 colete balístico, 04 bandoleiras, 1 balaclava, 01 capa de colete e 01 lenço) oito rádios comunicadores, carregadores sobressalentes e farta quantidade de munições. Já o acusado Marcelo foi capturado quando os policiais procediam a abordagem de um veículo Nissan Kicks, de cor vermelha, ostentando placas SYR 0I24, na Rua Mão de Vaca, esquina com a Estrada Felipe Costa, quando o condutor do veículo empreendeu fuga a pé e, após breve perseguição, foi alcançado e capturado, sendo que, no interior do referido veículo, foi apreendido um fuzil. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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