Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

prisão

Polícia investiga se alvo de atiradores no Terreirão era homem que foi baleado e havia sido preso por tráfico no ano passado

A polícia investiga se o alvo dos autores de um ataque que deixou um morto e quatro feridos no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, na noite da última terça-feira, seria um homem chamado Yago, que foi um dos baleados que sobreviveu. Ele havia sido preso em agosto do ano passado na mesma comunidade 1550g de maconha, distribuídos em 253 tabletes envoltos em filme plástico incolor; 700gde pó branco,distribuídos no interior de 510 pequenos sacos plásticos fechados por grampo metálico, reconhecido como Cocaína (pó); 220g de pedras amarelecidas, distribuídas no interior de 441 sacos plásticos fechados por grampo metálico, Yago ainda tinha uma pistola CZ 9mm, com a numeração raspada, e 12 (doze) munições intactas, além de outros dois carregadores vazios, tudo de uso restrito. No dia dos fatos, policiais militares estavam em patrulhamento no “Beco do Borracheiro”, local conhecido como ponto de venda de drogas, quando avistaram o denunciado sentado na porta de uma residência, o qual, ao perceber a presença dos policiais, tentou ocultar a sacola que estava em suas mãos. Ato contínuo, os policiais realizaram a abordagem do denunciado, logrando êxito em arrecadas, dentro da sacola as drogas, armas, e R$ 100,00 em espécie. Ao ser questionado a respeito das drogas, o denunciado afirmou que exercia a função de “vapor”, asseverando que havia mais drogas na residência ao lado. Em seguida, o denunciado levou os policiais no interior do imóvel, onde foi encontrado, embaixo de uma cama, a pistola municiada, além de outros dois carregadores, um rádio transmissor e um carregador de rádio. A quantidade e a forma de acondicionamento do entorpecente apreendido, bem como as circunstâncias da prisão do denunciado, deixam claro que a droga se destinava ao tráfico. FONTE: Polícia Civil do RJ e MPRJ

Preso traficante do TCP suspeito de ser o autor de diversos homicídios nas Vargens. Saiba um dos casos

A PMERJ efeuou a prisão, na Comunidade do Canal, em Vargem Grande, de Cleysson Fernando de Souza Brazil, vulgo “Negão”, uma das principais lideranças do tráfico da região. Foragido da Justiça, o criminoso é apontado como autor de diversos homicídios na região das Vargens. Um dos homicidios do qual ele é acusado foi de Jean Carlos Santana da Costa, que foi morto em decorrência de uma emboscada na qual estavam também presentes outras duas pessoas. Segundo relatos, a vítima morava na Cidade de Deus com sua noiva, e que, trabalhava no salão de festas e no depósito de bebidas da família da moça. Jean gostava de frequentar bailes funk na CDD, área dominada pelo Comando Vermelho. Em Vargem Grande, o tráfico é comandado pelo Terceiro Comando Puro cujas lideranaçs são Gabriel Cocão e Diego Cara de Mula. Em 2021, os integrantes do TCP proibiram os moradores de Vargem Grande de frequentar à Cidade de Deus, por se tratar de uma região dominada pela facção rival. Jea ainda continuam indo aos bailes funks, mas evitav postar fotos nas redes sociais Em fevereiro de 2024, uma testemunha que acompanhava Jean no dia do crime secidiu se mudar de Vargem Grande em virtude do aumento da repressão promovida pelos faccionados da localidade, que passaram a exigir que os moradores o desbloqueio do aparelho celular, para que eles pudessem verificar qualquer vínculo do morador com as ideias do CV, como fotos, vídeos, músicas e contatos que fizessem alusão à facção rival; A testemunha foi morar na CDD incentivada por Jean sob a perspectiva de que a comunidade lhe proporcionaria mais oportunidades de emprego e, assim, o declarante poderia reconstruir a sua vida;] No dia 6 de maio de 2024 após sair de um “bico” no restairamte. a testemumha encontrou com Jean e um amigo, que os convidou para irem até o Recreio,, pois precisava pegar um “negócio” com um homem vulgo Pereba. No caminho, Pereba ligou para o amigo da testemunha e disse “eu tô aqui, eu tô aqui” e que, de maneira sincronizada, o veículo que transportava os 3 três amigos parou de funcionar, próximo a uma loja do Mc Donalds Logo depois, um carro branco parou e deles desceram Diego Cara de Mula e Negão (Cleysson), segurança do primeiro portando um revólver; Os dois fizeram diversos disparos contra Jean e os outros dois e fugiram. A testemunha ao ouvir o primeiro disparo, se abaixou e se salvou. Chegou a ouvir, “Mula, mula, mula” A testemunha disse acreditar que o amigo marcou encontro com Pereba para comprar drogas.e que este teria se aliado a Gabriel Cocão, e, sob ordens dele, teria organizado uma emboscada para assassinar os três amigos; O amigo da testemunha disse que marcou de pegar maconha com Pereba , que era um conhecido em Vargem Grande, onde residiu durante a infância. Disse que andava com receio de Vargem Grande porque no passado se envolveu com uma moça e que depois que terminaram, ele continuou trabalhando o pai dela. Depois disso, Vjovem começou a se relacionar com o GB da Maré (Gabriel Cocão) e que acha que GB ocupa a função de gerente do tráfico em Vargem Grande.Falou que não viu quem desferiu os disparos porque imediatamente após os ocupantes do veículo HRV branco (que emparelhou) abrir a porta traseira, saiu correndo e se escondeu. Mesmo depois de escondido tentou mandar mensagem para Pereba. , ele afirmava que estava ali, mas já tinham acontecido os disparos.Contou ainda que Mula também era um conhecido da sua época de infância em Vargem Grande que ele trabalha para o GB da Maré. Por estar com medo, se mudou para a Bahia. Segundo a Justiça, verifica-se que há indícios de que Cara de Mula e Negão “cara de mula” e seriam os executores do homicídio e das tentativas de homicídio, além de serem pessoas diretamente ligadas à cúpula da organização criminosa que domina territorialmente a região de Vargem Grande.Quanto a Pereba, verifica-se que os indícios apontam que teria atraído as vítimas para a emboscada. Porém, demanda outras diligências para elucidar sua participação no homicídio em questão, bem como eventuais partícipes. A investigação aponta que há suspeitas de que a execução do amigo da testetmunha. seria do interesse do gerente da área dominada. FONTE: PMERJ e TJ-RJ

Cuidadora de idosos ofereceu R$ 1.500 para mulher indicar alguém para matar o filho da patroa e prometeu dar apartamento a ela caso tivesse êxito

Leia agora como a cuidadora de idosos Flávia Silva Teixeira planejou a morte do filho de sua patroa. Segundo os autos, ela contratou uma pessoa para ficar no lugar dela sob alegação de que teria que fazer uma cirurgia bariátrica. Essa mulher que ficou no lugar de Flávia disse que ela lhe perguntou se não tinha ninguém para indicar para matar o filho da patroa. Flávia falou que queria ficar com os bens da idosa e o filho dela era o único herdeiro. A profissional disse que Flávia lhe falou que, quando tivesse êxito, iria lhe dar um apartamento em Belford Roxo. Flávia chegou a oferecer para a mulher R$ 1500 para ela achar alguém capaz de matar o filho da patroa. A suspeita diziia para a patroa que o filho era drogado, viciado para ela não ter contato com ele. Flávia chegou a dizer para a mulher que já havia encontrado alguém para matar o filho da patroa e pediu a ela que mandasse uma foto da roupa que ele estaria usando, e uma foto do rosto dele. Falou ainda que a execução não ocorreria no local da abordagem, mas que ele será levado a lugar ignorado”. O filho da idosa disse ter ouvido da irmã de Flávia que ela planejava matá-lo e por isso tinha medo de ir vistar a mãe. FONTE: TJ-RJ

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

PM prendeu cinco do CV no Catiri e pegou fuzis

Três elementos do Bonde do Gadernal que atuavam na Vila Kennedy (CV), foram presos na comunidade do Catiri, em Bangu, com dois fuzis e uma pistola Na mesma comunidade, só que em um.outro pontio, PMs prenderam mais dois suspeitos e pegaram uma granada e uma pistola. Há relatos de que os bandidos presos deram um baque no Catiro que é controlado pela milícia do Montanha. FONTE: PMERJ

Saiba o modus operandi de uma quadrilha de SP especializada em furtos de residências de luxo na Zona Sul do Rio que tinha o apoio de traficantes do TCP do São Carlos

Investigação revelou a existência de ntegrantes de uma organização criminosa de São Paulo, com apoio do tráfico de drogas do “Terceiro Comando Puro” do Morro do São Carlos, que praticavam furtos em residências de luxo na Zona Sul do Rio. O modus operandi é o seguinte. Um dos integrantes é responsável pelo levantamento dos apartamentos por meio da “internet”, especialmente por sites privados clandestinos (“darkweb”) e redes sociais; por outro lado, outro membro é encarregado pela condução do veículo automotor e por aguardar o retorno dos demais integrantes ao veículo para efetuar fuga; em seguida. Um terceiro participante ficava incumbido de atuar como “vigia”, constatando a aproximação de pessoas ao imóvel em que ocorre o furto.Por outro lado, verificou-se que outra parte da organização criminosa – geralmente composta por um casal – é responsável por ingressar no prédio e arrombar determinado apartamento vazio, evadindo-se posteriormente com a auxílio dos demais comparsas que estão no entorno do prédio. Apurou-se que os integrantes da quadrilha, por meio de banco de dados pagos, conseguem informações privilegiadas dos moradores – pretensas vítimas – por endereços ou placas de veículo. Posteriormente, já no prédio, a dupla – normalmente um casal – se identifica como parente dos moradores ou obtém autorização de entrada pelo porteiro do prédio. Verificou-se, ainda, que em determinadas oportunidades os membros da organização adentram ao prédio juntamente com outros moradores, a fim de afastar eventuais suspeitas. Com o ingresso no edifício, um dos membros da ORCRIM efetua uma ligação ao apartamento que pretendem furtar, com a finalidade de identificar a eventual presença de pessoas no interior do apartamento, o que poderia frustrar o ingresso e subtração de bens no imóvel. Uma vez confirmado que o imóvel está vazio, a dupla adentra no imóvel mediante rompimento de obstáculo, e subtrai bens e valores não rastreáveis (como dinheiro, relógios e joias) e, quando logram êxito, retornam à São Paulo com a res furtiva. Após a subtração, os criminosos retornam ao veículo, dividindo-se em dois grupos: parte retorna no veículo que os aguardava e que é conduzido por um dos membros e outra parte retorna via “Blablacar”, geralmente partindo da Rodoviária Novo Rio. Constatou-se, ainda, que o destino de retorno da organização criminosa alternava entre São Paulo e a comunidade São Carlos, local em que efetuavam a divisão dos lucros auferidos com as práticas criminosas. Por intermédio da análise de imagens de câmeras de segurança e demais procedimentos investigatórios de outros Estados foi possível identificar placas de veículos utilizados pela organização criminosa. Durante as investigações, a Polícia Civil identificou o automóvel Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97, utilizado em crimes praticados no Rio Grande do Sul, especialmente no dia 21/03/2025. Nessa oportunidade, o grupo criminoso subtraiu aproximadamente $ 200.000,00 (duzentos mil reais) de uma vítima. A partir da referida informação, acionou-se alerta para monitoramento do veículo, sendo certo que foram constatadas passagens do veículo na Zona Sul do Rio de Janeiro, onze dias após o furto ocorrido no Estado do Rio Grande do Sul. Em seguida, os diligentes policiais identificaram que os integrantes da malta tentaram ingressar no condomínio localizado na Rua Miguel Lemos, nº 63, no bairro Copacabana, no dia 03/04/2025. Em razão disso, efetuaram buscas pelas imagens de câmeras de segurança da região, e confirmaram o trânsito pelos criminosos nas circunscrições, nesta data. A partir desta análise de imagens, a polícia identificou o veículo QQF3D97 e, entre os envolvidos, um homem chamado Nathan, já conhecido pelos investigadores da 14ª DP em razão de sua participação em outros crimes de natureza patrimonial, com idêntico modus operandi. Ainda em sede policial, apurou-se no registro de ocorrência nº 014-475/2024, referente a fato delituoso ocorrido em 11/01/2025, entre às 15h03min e 17h27min, na Avenida Epitácio Pessoa, n. 1612, 5º andar, bairro Ipanema, que Nathan – trajando camisa verde clara, bermuda bege e sapato escuro – após autorização do porteiro, ingressou no apartamento da vítima e subtraiu aproximadamente 20.000,00 euros, 20.000,00 dólares e R$ 20.000,00, além joias e relógios de valor. Naquela oportunidade, a vítima esclareceu que o ingresso no apartamento ocorreu por arrombamento da porta de entrada e que o criminoso foi filmado pelo circuito interno de monitoramento do condomínio. Em sentido semelhante, apurou-se a existência de imagens identificando Natha no registro de ocorrência nº 014-08587/2024 (fls. 114/117), envolvendo o furto de aproximadamente R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Às imagens captaram Nathan nas imediações do prédio trajando camisa branca, bermuda bege e sapato branco No mesmo contexto, em delito ocorrido no dia 15/03/2025, apurou-se a prática de crime semelhante no registro de ocorrência 014-03236/2025 que Nathan foi flagrado pelas câmeras no dia dois dias após (17/03/2025), na companhia do autor do autor do delito tentando praticar outros furtos. Nesse contexto, verificou-se no dia 17/03/2025, ocorreram diversas tentativas infrutíferas de práticas de furto pela organização criminosa, eis que o comparsa de Nathan foi reconhecido naquela oportunidade. Por fim, extraíram-se imagens de Nathan, Ryan e de uma adolescente no dia 03 de abril de 2025, em tentativas de furto a residências no bairro Copacabana, nas proximidades da Rua Miguel Lemos, nº 63 ( Destarte, após a sequência dos furtos narrados – com a identificação de autoria e de veículo utilizado pela malta – os suspeitos foram presos em flagrante, no interior do veículo Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97 – que fora utilizado 11 dias antes para um furto em residência no estado do Rio Grande do Sul -, portando duas chavesde fenda. No dia da prisão, PMs do Projeto Lagoa Presente estavam em patrulhamento na Avenida Borges de Medeiros, próximo ao Parque dos Patins, na entrada do posto “BR”, quando avistaram um veículo Renault Logan, cor prata, placa QQF3D97, com cinco indivíduos em seu interior. Após a abordagem ao veículo, os policiais apreenderam no interior do automóvel duas chaves de fenda grandes e cinco aparelhos celulares. Em sede policial, esclareceu-se que policiais da 14ª Delegacia de Polícia receberam informações quanto à movimentação do referido veículo do bairro Laranjeiras em direção ao bairro Leblon. Em apuração pelo

Ex-traficante do CV que era perseguido, teve a casa invadida e foi agredido junto com sua família por milicianos em Seropédica explanou todo o funcionamento da quadrilha e ainda ajudou a polícia a prender suspeitos

Um ex-integrante do Comando Vermelho que vendia drogas no bairro do Mutirão, em Seropédica, teve sua casa invadida no ano passsdo por milicianos que o agrediram e o ameaçaram de morte caso não fosse embora do município de Seropédica. ]Temendo por sua vida, ele compareceu a delegacia para fazer denúncias contra milicianos e traficantes que agiam na cidade. Ele disse que o Mutirão na época passou a ser dominado pela narcomilícia comandada por Bigode, que foi preso. Esse criminoso havia se unido ao traficante Bicheiro, oriundo da comunidade do Complexo da Maré, pertencente a Facção TCP – Terceiro Comando Puro a venda de drogas fornecida pelo TCP,. A partir daí, o ex-integrante do CV passou a ser perseguido por milicianos. Ele informou os dias e horários que acontecem as extorsõess dos comerciantes locais no município de Seropédica bem como os responsáveis pelo fornecimento de drogas e armas a milícia do Bigode. O vulgo J era o homem de confiança de”Bicheiro (preso)” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes; Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos esticas” (traficantes que vendem drogas em casa); QUE na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “J” era responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas. O braço direito de J era o Gugui, que atuava junatamente com “J” no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;. Guigui, Ligeirinho e Cheio de Dente faziam a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; O homem perseguido se ofereceu a mostrar os locais de atuação da milícia;. Por determinação da Autoridade Policial, foi feito diligências nos locais indicados por ele, que embarcou em uma viatura descaracterizada emcompanhia de um policial civil. Ao chegar ao Km 49 de Serópedíca, ele foi avisado que dois milicianos estariam iniciando os trabalhos de cobrança no comércio local.Ele e um policial abordaram os elementos que estavam fazendo a cobrança no comércio. O colaborador reconheceu um dos narcomilicianos, que também foi reconhecido por comerciantes como integrante da milícia atuando na cobrança.O suspeito estava na companhia de um comparsa , que tentou correr no momento da abordagem policial, sendo alcançado. Os telefones celulares dos autores foram apreendidos e colocado sobre a mesa de um bar no local da abordagem. No local formou-se uma aglomeração de populares e em determinado momento um dos telefones que encontravam-se sobre a mesa foi subtraído.Após a prisão, o colaborador informou onde “J” estaria fazendo o recolhe do dinheiro do tráfico. Munidos desta informação os policiais diligenciaram ao bairro do Peixoto, onde avistaram J “J” em uma motocicleta. Ao ver a polícia, o bandido “, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais; No momento da prisão, “J” confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;. Ele estava portando consigo no momento da abordagem um telefone celular além da quantida de R$ 1.050,00 com notas variadas de valores diversos, conforme a seguir: 02 notas de 50,00 reais, 42 notas de 20,00 reais, 06 notas de 10,00 reais, 08 notas de 5,00 reais e 05 notas de 2,00 reais. Dinheiro todo em notas de baixo valor como é comumente encontrado em bocas de fumo; Ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso, “J” disse que era do recolhe. FONTE: Polícia Civil do RJ

Presa em Itaboraí cuidadora de idosos que tramou a morte do filho da patroa

Uma cuidadora foi presa suspeita de tentar matar o filho de uma idosa. Ela foi capturada em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com os agentes, a autora trabalhava como cuidadora de idosos em uma residência e administrava os recursos financeiros de uma senhora. A vítima, filho desta senhora, após saber que a mãe estava com feridas e sendo mal-cuidada, fez um registro por maus-tratos contra a mulher. Segundo apurado nas investigações, a autora, ao saber do registro policial, contratou um matador de aluguel para assassinar a vítima e contou toda a situação para uma outra profissional, que havia sido contratada para ajudar nos cuidados com a senhora aos fins de semana. Assustada com as circunstâncias, a nova funcionária expôs a situação para a vítima, que foi até a delegacia relatar o caso. Durante as diligências, os policiais foram até a residência da criminosa, onde encontraram e apreenderam cinco aparelhos celulares, televisões de última geração, eletrodomésticos e o cartão de crédito da senhora. As investigações apontaram, ainda, que a autora já vinha subtraindo recursos financeiros da mãe da vítima há um tempo e que todos os produtos foram comprados com o seu dinheiro. Na ação desta segunda, foram cumpridos pelos policiais civis mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra a autora. Ela vai responder pelo crime de tentativa de homicídio. FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça decretou prisão preventiva de quatro envolvidos na morte de policial da CORE. CONFIRA DETALHES INÉDITOS DO CRIME

A Justiça decretou a prisão preventiva de quatro envolvidos no latrocínio contra o agente da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE) João Pedro Marquini, que foi morto em março na Serra da Grota Funda, na Zona Oeste do Rio. Os acusados têm os vulgos de Chocolate (preso), Jefinho de Antares e Preá, além de Antônio Augusto (também preso). A denuncia diz que no dia 30 de março de 2025, por volta das 20h40min, Av. Artur Xexéo, na altura do n.º 1.143, Serra da Grota Funda, Vargem Grande, Chocolate, Préa e Jefinho de Antares, juntamente com Cheio de Ódio e Alefe (falecidos), subtraíram arma da Polícia Civil, o distintivo e também tentaram roubar o carro de Marquini, que acabou morto. Os criminosos não roubaram o carro do policial (um Renault Sandero) porque não conseguiram ligá-lo. com isso decidiram subtrair sua arma e o distintivo e efetuaram diparos de fuzil calibre 556 contra o agente da Core Os bandidos tentaram roubar o Mitsubishi da esposa do policial, a juíza do Tribunal do Júri, Tula Melo. Eles efetuaram diversos disparos de armas de fogo calibre 5.56 em sua direção. O crime não se consumou porque a magistrada realizou uma manobra defensiva, retornando de ré pela pista de rolamento, enquanto os atiradores efetuavam disparos com os fuzis que portavam em sua direção. Os tiros atingiram o vidro dianteiro do veículo na altura do motorista, e o resultado morte somente não ocorreu uma vez que a blindagem não permitiu o ingresso dos projéteis de arma de fogo no interior do veículo, não obstante tenham sido desferidos por armamento de grosso calibre. Após planejamento, a quadrilha, fortemente armada no veículo Chery Tiggo, saiu no dia 30 de março de 2025, da Comunidade dos Tabajaras pelo bairro de Botafogo , onde se situava a “boca de fumo do Túnel Prata”, gerenciada por Antônio Augusto que acompanhou o desdobramento da empreitada criminosa pela internet e redes sociais . Depois do crime, Antônio Augusto ganhou relevância na associação criminosa, passando andar armado com fuzil e a ser homem de confiança de “Cheio de Ódio”.Foi feita a perícia papiloscópica no interior do veículo Tiggo, placa STM6C90, que fora encontrado na comunidade Cesar Maia, que atualmente se encontra sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho e foi apontada por uma testemunha como a localidade para a qual os indivíduos envolvidos no latrocínio se evadiram. Um PM afirmou que recebeu contato de Marquini no dia do crime mas o agente nada falou. Porém, o policial ouviu as vozes de marginais. “Toca pro César Maia. Ele é polícia. Vai dar m…Achei a arma dele.. Ele está vivo.. vamos embora.. e esse telefone ligado? joga o telefone fora” não, não é iphone”. De repente, o telefone emudeceu.Antônio Augusto confirmou sua participação no tráfico da Ladeira dos Tabajaras, negou seu envolvimento no crime mas foneceu. informações detalhadas sobre a dinâmica delitiva quanto ao latrocínio que vitimou o policial, tendo inclusive citado o nome dos demais participantes da empreitada criminosa. Disse que há pouco mais de um ano entrou para o tráfico de drogas do Tabajara na função de vapor, ou seja, vendendo drogas, cujo a facção é o Comando Vermelho. Também vende drogas pelo telefone, Disk Drogas, tendo como clientes usuários do asfalto que não querem subir o morro para comprar as drogas; Atuava de vapor portando pistola, em uma escala de trabalho de 24x24hs. Disse que o traficante DG, gerente das drogas no morro, foi quem lhe contratou para atuar na boca da Coroa; Durante esse tempo atuando no tráfico, começou a ter mais responsabilidades e, por isso, atuou também na boca de Botafogo, localizada em cima do túnel; QDurante seu período como traficante foi adquirindo o respeito dos outros traficantes, inclusive de Cheio de Ódio Contou que o veículo Tiggo usado pelos autores na morte do policial da CORE, estava no Morro dos Tabajaras há uns 3 meses, sendo este veículo era utilizado pelo traficante Cheio de Ódio. O declarante afirmou que na madrugada de sexta pra sábado, um dia antes do crime supracitado, chegou a andar neste veículo pelas ruas da comunidade. Falou que não sabia que tal veículo seria usado em uma missão em antares; Contou que Cheio de Ódio já atuou na comunidade de Antares, seguindo os passos do irmão vulgo (BR) que também era envolvido no tráfico desta localidade, ocasião em que esta região era território do Comando Vermelho, porém, com a retomada da mílicia, o Cheio de Ódio foi atuar no Morro dos Tabajaras; Devido a sua vivência em Antares, Cheio de Ódio começou a abraçar alguns indivíduos desta comunidade que queriam trabalhar com ele atuando no tráfico do Tabajaras. Após abraçar vários indivíduos oriundos de Antares, Cheio de Ódio começou a atacar esta comunidade a fim de enfraquecer a Milicia e posteriormente retomar a favela pro Comando Vermelho; Ele revelou que, no dia 30/03/2025, “Cheio de Ódio”, ordenou um ataque na comunidade de Antares em Santa Cruz;. Este ataque teria como objetivo matar milicianos que estavam na contenção da favela; Disse que Chocolate, Preá, Alefe e Jefinho de Antares foram os autores que estavam a bordo do veículo Tiggo , os quais participaram tanto do ataque em Antares quanto da morte do policial. Esseds indivíduos saíram do Morro dos Tabajaras com destino a Santa Cruz;. Durante o ataque em Antares houve um confronto desses integrantes do Tiggo com milicianos que estavam na contenção da comunidade, onde eles conseguiram matar um miliciano, mas tiveram o referido veículo alvejado por tiros, resultando no vidro traseiro estilhaçado e a lataria atingida, motivo este que durante a fuga, os ocupantes do Tiggo resolveram fugir pela serra da Grota Funda e lá trocar de veículo para retornar ao Morro dos Tabajaras sem chamar a atenção da polícia durante o trajeto. Eles pararam o Tiggo atravessado na estrada da Grota Funda no momento em que vinham três carros;. O primeiro era de uma senhora idosa e por isso deixaram ela passar. Os autores apontaram as armas para o segundo

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima