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Traficantes da ADA são suspeitos de torturar rapaz em Macaé. Nove tiveram as prisões decretadas

Traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) são suspeitos de torturar um rapaz na localidade de Trapiche, em Macaé. A vítima levou vários golpes de madeira (pauladas), além de socos e pontapés. O avô da vítima teria sido coagido em seu estabelecimento comercial. Foram decretadas as prisões preventivas dos bandidos vulgos Cachorrão, Dois L, Bruninho, Hudinho, Bolt, Romarinho, Luisinho, Caramelo e Felipinho. Alguns deles já estão presos. FONTE: TJ-RJ

Preso traficante do CV que não tem uma das mãos envolvido em mortes de família em Niterói, de ex-namorada de comparsa e de ataque à delegacia

Policiais militares prenderam na noite desta quarta-feira (22), na Rua Nossa Senhora das Graças, na Comunidade do Viradouro, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, criminoso ligado a Organização Criminosa Comando Vermelho (CV) e uma das lideranças do tráfico de drogas da Comunidade do Viradouro, em Niterói, Marcos Patrick da Silva de Aquino, vulgo “Tiquinho ou Putão”, de 35 anos. De posse de informações sobre a localização do traficante, policiais da Patamo 4ª CIA, em patrulhamento, procederam para verificar informações sobre indivíduos praticando venda de entorpecentes no local. Ao chegar ao ponto indicado, diversos traficantes empreenderam fuga, sendo possível deter o criminoso “Tiquinho”. Considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema carcerário, em liberdade desde junho de 2023, ele é um dos envolvidos na execução de Filipe Rodrigues, de 24 anos, Rayssa Santos, de 23, e o bebê Miguel Filipe, de 7 meses, membros de uma família, executados dentro de um carro, na noite de 17 de março de 2024, em um acerto de contas com traficantes. Segundo as investigações, o ataque a tiros que matou a família aconteceu depois que Filipe, enganou traficantes da comunidade do Castro, ao se passar por policial militar e pedir R$ 50 mil para identificar e entregar um suposto informante. Tiquinho é conhecido no meio policial, por não ter uma das mãos após perdê-la ao tentar jogar uma granada contra policiais do 12ºBPM (Niterói), no Complexo do Viradouro, em Santa Rosa. Ele também seria uma das lideranças do tráfico de drogas da Favela Grota do Surucucu, em São Francisco, Zona Sul de Niterói. Ele também estaria envolvido na morte Thatyane Brites, de 24 anos, que foi morta pelo ex-namorado, CH da Viradouro, que era integrante do tráfico local. Ela foi executada após ir a um baile funk na comunidade para trabalhar vendendo doces e cigarros. O criminoso, também é um dos envolvidos no ataque contra a sede da 77ª DP (Icaraí), O crime aconteceu na madrugada do dia 31 de agosto de 2019. Na ocasião, integrantes de um bando passaram numa moto em frente à delegacia e efetuaram diversos disparos contra a fachada da delegacia. Eles fugiram em seguida. Diante dos fatos, o criminoso foi encaminhado à 79ª DP (Jurujuba), onde foi constatado que contra o traficante, constavam dois mandados de prisão, sendo um expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Homicídio Qualificado/Concurso de Pessoas e outro pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Niterói, pelo crime de Tráfico de Drogas, onde fora condenado a uma pena de 14 anos, em regime fechado. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele será encaminhado a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça.

Integrante do Bonde dos Crias da Vila Kennedy (CV) preso essa semana coagiu PM como retaliação a operações policiais no Catiri, alvo da facção

Preso na última terça-feira, o traficante Alifer Oliveira de Carvalho, o Jarule, seria braço direito de Rodney Lima de Freitas, o RD, apontado como o principal puxador de guerras da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Jarule é integrante do Bonde dos Crias, que atua na Vila Kennedy e tem expandido sua influência sobre a região do Catiri, na Zona Oeste do Rio.Segundo as investigações conduzidas pela Polícia Civil, Alifer exerce função de liderança na facção, sendo responsável direto por ações de intimidação contra moradores e desafetos, utilizando ameaças e violência como mecanismos para impor o domínio territorial do grupo criminoso. Em um dos episódios mais graves apurados, o investigado teria coagido um policial militar, como forma de retaliação às operações policiais que vêm sendo intensificadas no Catiri. Alifer também é acusado de participar da invasão a um condomínio residencial, onde foram lançados artefatos explosivos, provocando pânico entre os moradores. Além disso, o traficante teria ordenado o incêndio de postes de energia, o que resultou na interrupção do fornecimento de internet para cerca de 250 famílias, com o objetivo de impor o uso exclusivo da rede controlada pelo tráfico na comunidade. O criminoso foi reconhecido tanto pelo policial militar ameaçado quanto pelo síndico do condomínio atacado. Nas redes sociais, ostenta imagens portando armas e cercado de outros integrantes da facção, numa clara estratégia de intimidação virtual utilizada para manter o controle psicológico sobre a população local. As apurações também alcançam RD, identificado como um dos principais financiadores das ações criminosas do Bonde dos Crias. Ele seria responsável por garantir suporte logístico e recursos financeiros ao grupo, que busca ampliar seu domínio sobre áreas estratégicas da Zona Oeste carioca. A 34ª DP prossegue com as investigações para o completo desmantelamento da estrutura criminosa atuante na região”. O aparelho celular apreendido com o custodiado contém um adesivo colado com as inscrições “CPX do Catiri- a braba 10”, que é comumente utilizada como inscrição em associação para o tráfico de drogas. FONTE: TJ-RJ

Tráfico extorquia comerciantes na Baixada Campista. Quatro foram presos

Traficantes extorquiam comerciantes na região de Poço Gordo, na Baixada Campista, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Hoje, a polícia fez operação contra o grupo. O alvo principal era o chefe do bando, vulgo Magrelo, responsável direto por ameaças e extorsões praticadas contra empresários da localidade. Magrelo e outros três membros da quadrilha acabaram presos. Foram apreendidos na ação cinco celulares, três rádios comunicadores, um revólver calibre 38 com numeração suprimida, seis munições calibre 38, além de munições calibres .40 e 7.63, um cordão com pingente “B.D.M.” (sigla de Bonde do Magrelo), um caderno com anotações do tráfico e da prática de extorsões; porções de haxixe e maconha, um carregador alongado com calibre ainda a ser identificado. Os comerciantes que se negavam a pagar a taxa eram ameaçados e acabavam fechando seus estabelecimentos com medo de represálias.

Veja o quem é quem na maior quadrilha de receptadores de celulares do Rio e todos os detalhes da atuação do bando

Relatório da investigação aponta o quem é quem em uma das maiores quadrilhas de receptação de celulares roubados ou furtados do Rio de Janeiro, alvo da Operação Rasteio. Cabia a coordenação geral e financiamento a um homem conhecido como Léo Moura, que era proprietário de um box no Mercado Popular da Uruguaiana, no Centro da cidade. China, que era proprietário de uma tabacaria no camelódromo da Uruguaiana, coordenava a corredor da tabacaria, a coordenação de aquisição e armazenamento dos aparelhos produtos de crime e a coordenação das negociações na praça da quadra C do espaço comercial;. Nininho fazia o armazenamento e comercialização de celulares em seu box na quadra B, Daniel fazia o financiamento e desbloqueio dos celulares a partir de sala alugada no Edifício Patriarca. Lucas Luki e Rondinei Bui faziam a intermediação de vendas e a efetivação de desbloqueio de aparelhos. Michael, Beiçola e Weslei WL cabiam a captação e intermediação de aparelhos. Cristiano cuidava da segurança e e intermediação das atividades. Rodrigo,a intermediação e transporte, Sebastião Timbalada, Lucas Novinho, Douglas Gordino, Marcos Vinicios, Izaias Cara de Índio e Rodrigo Archanjo ficavam com a parte operacional de captação de aparelhos. Através das imagens captadas pelo drone e pelo monitoramento velado, foi possível estabelecer o modus operandi da organização criminosa: Recepção/Aquisição: Os membros operacionais (captadores) permaneciam nas áreas de maior movimento do mercado, como a Rua Uruguaiana e esquinas com Rua Senhor dos Passos, bem como na praça da quadra C e Av Presidente Vargas, abordando pessoas que chegavam com aparelhos para vender. Distribuição: Após adquiridos, os aparelhos eram levados para boxes específicos Processamento: No escritório no Edifício Patriarca, os aparelhos eram desbloqueados e preparados para revenda ou para a prática de fraudes bancárias através de acesso aos aplicativos das vítimas. Comercialização: Os aparelhos processados eram revendidos por valores inferiores aos praticados no mercado regular, gerando lucro para a organização. Controle Territorial: A organização exercia controle territorial na região da Uruguaiana, impondo regras e intimidando até outros vendedores ilegais de celulares. Expansão de Operações: O grupo planejava atuar em grandes eventos, como foi constatado na preparação para ações durante o show da cantora Lady Gaga.’ O grupo criminoso atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas claramente definidas entre seus integrantes, mantinha pontos fixos (boxes) e um “escritório” equipado com tecnologia avançada para desbloqueio de dispositivos, operando em regime de 24 horas; As atividades criminosas englobavam desde a receptação de aparelhos roubados/furtados até fraudes bancárias realizadas por meio dos dispositivos subtraídos;A estrutura hierárquica da organização era bem definida, com lideranças, técnicos especializados, intermediários e membros operacionais; O modus operandi incluía atuação estratégica em grandes eventos, como constatado durante o planejamento [ para ações no show da cantora Lady Gaga. A “Operação Rastreio”, deflagrada pela DRCPIM no dia 03/05/2025, resultou na prisão de 16 integrantes da maior quadrilha de comércio de celulares subtraídos do estado, com atuação concentrada na região da Uruguaiana, no Centro do Rio de Janeiro. A operação representa uma ofensiva permanente contra roubos, furtos, receptação e fraudes envolvendo aparelhos celulares em todo o estado.’ A ofensiva foi precedida por três dias de monitoramento velado (30/04, 02/05 e 03/05), utilizando recursos humanos, tecnológicos, inteligência tática e apoio aéreo com drone, o qual foi responsável pela cobertura superior da Quadra C do camelódromo e adjacências. A operação contou com várias frentes de vigilância, destacando-se o uso de veículos descaracterizados, VTRs caracterizadas, monitoramento à pé e filmagens em pontos estratégicos. Cada equipe teve posicionamento predefinido e missão específica, com comunicação em tempo real via grupo operacional.’ A operação utilizou da infiltração de agentes à paisana, campana fixa, monitoramento aéreo, análise de dados e comunicação em tempo real entre agentes das diversas equipes da DRPCIM envolvidas entre os dias 30 de abril e 03 de maio de 2025, logrando a prisão, na noite de 03 de maio, dos 16 indiciados, além da apreensão de 150 celulares, 6 notebooks, de máquinas de cartão e peças eletrônicas, R$5 mil reais, um veículo Jeep Compass contendo aparelhos celulares produtos de crime e uma arma de choque, contendo com registros em vídeos das negociações entre integrantes da ORCRIM e atravessadores de telefones roubados e furtados. Nesta semana, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) devolveu 1.400 celulares recuperados aos seus legítimos donos. Diversas pessoas foram à Cidade da Polícia, principal ponto de devolução, onde cerca de 700 aparelhos foram entregues aos verdadeiros proprietários. Além da Cidade da Polícia na Zona Norte do Rio, foram entregues 400 aparelhos na Baixada Fluminense e mais 300 no restante da Região Metropolitana e no interior do estado. “Essa fase é só o início. Desde maio, já são mais de 270 presos e cerca de 5 mil aparelhos recuperados. O celular é um bem muito importante na vida das pessoas, seja para trabalho ou na vida pessoal, com dados e fotos que são muitas vezes memórias insubstituíveis. Estamos aqui devolvendo hoje esses telefones, mas a Operação Rastreio é permanente”, afirmou o secretário de Estado de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. Entre as vítimas que tiveram o aparelho restituído está Adriana, assaltada no Centro do Rio, em março deste ano. Ela tinha efetuado apenas o pagamento de uma parcela do financiamento do aparelho. “Ainda tenho a dívida para pagar, mas agora posso comemorar que tenho de volta o meu bem. Vou continuar pagando, agora com a felicidade de que ele está de volta para mim, graças à Polícia Civil”. FONTE: TJ-RJ

Por chamada de vídeo, traficantes do CV e TCP teriam negociado fim da guerra no Rio com participação de Oruam

Essa informação já havia sido divulgada nas redes sociais há alguns dias e agora ganhou repercussão na imprensa carioca. Os traficantes Doca do Complexo da Penha (CV) e Cocão e Coelhão do Complexo da Serrinha (TCP) participaram de uma conversa de vídeo juntamente com o rapper Oruam preso essa semana Nesta conversa, segundo o que foi levantado pela polícia, os traficantes supostamente negociavam uma trégua na guerra entre as facções criminosas no Rio de Janeiro. Oruam inclusive como já foi falado apareceu em foto junto com Doca.

Leia como foi o tiroteio que terminou com morto e baleados na Praça Seca

Leia agora como foi a operação.policial que terminou com um morto e três baleados na comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca. .Consta ns autos que no dia 21/07/2025, por volta das 06h30m, a fim de apurar denúncia referente à realização de baile funk não autorizado na localidade  uma guarnição procedeu até o local para coibir o tráfico de drogas no local. Ocorre que, ao adentrar na favela, a equipe policial  deparou-se com criminosos traficando, sendo recebida de imediato por disparos de arma de fogo. Diante do ataque, os PMs reagiram e, assim, conseguiram estabilizar a situação. Na ocasião um policial foi atingido por estilhaços no dedo polegar da mão direita. Após a cessação do confronto, foi constatado que os suspeitos estavam feridos, sendo prestado socorro com o encaminhamento dos feridos ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. Com dois deles , bem como com um adolescente infrator, foram encontrados 2 fuzis e uma pistola, sendo o fuzil Fal com numeração raspada, em poder de um dos bandidos presos , enquanto o adolescente estava em poder do fuzil AR10, sem numeração e, por fim, a pistola foi arrecadada no solo. Consta do APF que o indivíduo chamado  Leonardo faleceu e que este encontrava-se portando um fuzil Fal sem numeração, sendo a ocorrência encaminhada para DHC. Ainda de acordo com os policiais, o custodiado Rubinho  é conhecido como “frente” das comunidades  Bateau Mouche e Caixa D ‘Água  No caso concreto, observa-se que o grupo criminoso foi flagrado empregando fuzis e pistola .40, armas de fogo de alto potencial lesivo e de uso restrito, utilizadas inclusive em situações de guerra. 

Oruam continuará preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Custódia da Capital (NACAC/MPRJ), obteve, nesta quarta-feira (23/07), a manutenção da prisão preventiva do rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, conhecido como Oruam. A Promotoria destacou que estavam presentes os requisitos legais para a decretação da prisão preventiva. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada na Central de Custódia de Benfica, que analisou a legalidade da prisão.Oruam havia se entregado à Polícia Civil na tarde de terça-feira (22/07), na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte do Rio. O artista foi indiciado por sete crimes: associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. A prisão preventiva havia sido deferida pela Justiça, com manifestação favorável da Promotoria de Justiça com atuação junto ao Plantão Judiciário Noturno, na madrugada de terça-feira.

PM divulga balanço parcial de operação na Maré

Nesta quarta-feira (23/7), unidades subordinadas ao Comando de Operações Especiais (COE) – Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e Batalhão de Ações com Cães (BAC) – , equipes de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM), do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), da Subsecretaria de Inteligência (SSI) e do 22ºBPM realizam uma operação nas comunidade Vila do João, Salsa Merengue, Esperança e Vila dos Pinheiros, no Complexo da Maré. A ação tem como principal objetivo prender criminosos envolvidos em disputas territoriais.  Durante as buscas, as equipes encontraram um imóvel utilizado como laboratório de refino e preparo de entorpecentes, além de uma estufa para o cultivo de maconha em um edifício de três andares e um local de desmanche de veículos clonados, onde localizaram dois veículos de luxo.  Até o momento, os agentes apreenderam um fuzil, duas replicas de fuzis, duas pistolas, farta quantidade de drogas e munições.  De acordo com os policiais, durante a incursão na Comunidade Vila dos Pinheiros, a equipe foi atacada a tiros por indivíduos armados. Um homem foi ferido e socorrido ao Hospital Federal de Bonsucesso. A operação continua em andamento.

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