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Polícia Civil esclarece ocorrência em Caxias em que barbeiro foi baleado Agentes foram atrás de traficante do CV que comandou ataque à delegacia, foram recebidos a tiros por bandidos e houve confronto

A Polícia Civil esclareceu a ocorrência em Duque de Caxias em que um barbeiro foi baleado. Segundo relatos, após informações de inteligência apontarem a presença do narcoterrista Joab da Conceição Silva, uma das lideranças do Comando Vermelho e responsável pelo ataque à 60ª DP (Campos Elíseos), no bairro Cangulo, em Duque de Caxias, equipes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) realizavam diligência no local, quando foram atacadas por criminosos. Houve confronto e, após a estabilização do terreno, manifestantes atacaram as viaturas e impediram, inclusive, que os policiais prestassem socorro aos feridos. Um deles é integrante da facção, possui diversas anotações criminais e participou da troca de tiros com os agentes. Ele foi identificado e preso no Hospital Adão Pereira Nunes, onde está sob custódia. Uma segunda pessoa (o barbeiro) também foi atingida e está na mesma unidade de saúde. Diligências estão em andamento para averiguar o eventual envolvimento com o tráfico local. Um terceiro indivíduo, traficante da região, não deu entrada naquele hospital de referência da região até o momento, e buscas seguem para localizá-lo. Na ação, foram apreendidos uma pistola, um simulacro de arma de fogo, drogas e um rádio transmissor. O preso foi autuado em flagrante por tráfico, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e resistência qualificada. A Desarme instaurou inquérito para apurar o crime de tentativa de homicídio qualificado, contra agente de segurança.

Baleado em ataque a PM que matou criança em Caxias foi preso em hospital

Policiais civis da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) prenderam um dos envolvidos no assassinato de uma criança, durante ataque a um policial militar reformado no bairro Parque Fluminense, em Duque de Caxias. Caiky de Assuncão Barbosa foi capturado, nesta quinta-feira (31/07), em um hospital, horas após a ação criminosa. A mãe do menino também foi ferida e está hospitalizada em estado gravíssimo.   De acordo com os agentes, um grupo armado atirou contra a vítima em frente à sua residência, que reagiu. Durante a ação, o sobrinho do homem, de 4 anos, e sua irmã foram atingidos pelos disparos. Durante diligências, agentes da DHBF prenderam em flagrante o criminoso, que foi reconhecido pela vítima. Ele se encontra internado sob custódia. O carro utilizado no atentado foi apreendido na comunidade do Curral, também em Duque Caxias.As investigações continuam para identificar e capturar os demais envolvidos no crime.

PM preso suspeito de entregar colega de farda a bandidos do CV em Paraty também é acusado de receber propina da facção para repassar dados sigilosos de operações e localização de policiais. Quadrilha é investigada por dois assassinatos de agentes da lei na cidade

O PM preso suspeito de fornecer a traficantes do Comando Vermelho informações sobre um colega de farda que acabou sofrendo um atentado em Paraty é acusado também de receber pagamentos regulares da organização criminosa para repassar dados sigilosos sobre operações policiais e localização dos agentes. A quadrilha do traficante BMW, preso e apontado como o mandante do atentado contra o PM, é investigada pelo envolvimento nos assassinatos de mais dois policiais em Paraty. Um deles do cabo Elieze Oliveira da Silva, de 38 anos, lotado no 33º BPM, assassinado em um quiosque na Praia do Pontal na noite de 30 de novembro do ano passado, e do policial civil recém-aposentado Brício Fioretti, morto com pelo menos 20 tiros no portão de casa, no bairro Corumbê. As investigações começaram com a tentativa de homicídio praticada contra o cabo Heiver, da Polícia Militar, lotado na 2ª CIPM, ocorrida na manhã do último dia 17 de junho. Na ocasião, os ocupantes de um Volkswagen T-Cross dispararam tiros, inclusive com fuzil calibre 5,56 mm, contra o policial quando ele chegava em casa. Graças à destreza do agente, que reagiu imediatamente ao ataque, ele sobreviveu ao atentado.

PM forneceu informações sobre colega de farda a bandidos. Vítima sofreu atentado em Paraty mas sobreviveu

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) prenderam, nesta quinta-feira (31/07) cinco criminosos envolvidos na tentativa de homicídio de um policial militar em Paraty, na Costa Verde. O crime ocorreu em 17 de junho deste ano, quando a vítima foi atacada ao chegar em casa. Na ocasião, os autores passaram em um veículo e efetuaram os disparos, inclusive de fuzil. O policial reagiu e sobreviveu ao atentado. As investigações da DRE identificaram os envolvidos, inclusive o mandante da execução, que está no sistema prisional. Segundo os agentes, durante a apuração dos fatos, ficou evidenciado o envolvimento de um policial militar, que teria fornecido informações estratégicas sobre a rotina da vítima, favorecendo o planejamento do crime. O material apreendido na operação passará por perícia, a fim de subsidiar e buscar novos elementos para a investigação.

Preso mais um envolvido em atentado contra contraventor

A Polícia Civil prendeu Adriano Carvalho de Araújo, suspeito de envolvimento no atentado contra o contraventor Vinicius Drumond. A operação também resultou em mandados de busca e apreensão contra outros quatro investigados um homem que está foragido e teria monitorado a vítima utilizando carros clonados. O ataque ocorreu em 11 de julho, na Barra da Tijuca, quando o carro blindado de Drumond foi alvo de cerca de 30 disparos de fuzil calibre 7,62 mm, efetuados de um Honda HR-V blindado e adaptado com seteiras. Com a prisão de Adriano, já são três os suspeitos detidos, e as investigações continuam para identificar todos os envolvidos no crime, incluindo executores, mandantes e a motivação por trás da tentativa de homicídio.

Presa mulher que matou amante botando fogo porque ele se recusou a lhe dar dinheiro

Policiais civis da 26ª DP (Todos os Santos) prenderam uma mulher por homicídio, nesta quinta-feira (31/07). Ela colocou fogo no amante, após ele ter se recusado a lhe dar dinheiro. A criminosa foi localizada no Méier, na Zona Norte do Rio. O crime aconteceu em setembro de 2023, no bairro de Lins de Vasconcelos. De acordo com os agentes, testemunhas relataram que, na ocasião, a assassina agiu com frieza e crueldade, e não demonstrou arrependimento mesmo ao ver a vítima correndo em chamas. A criminosa foi monitorada por cerca de 20 dias e capturada em uma agência bancária, no momento em que sacava um benefício social. Contra ela, foi cumprido um mandado de prisão pelo crime de homicídio qualificado FONTE: PCERJ

Vídeo flagrou bandidos fugindo desesperadamente da polícia em Manguinhos (CV). ASSISTA

Durante uma megaoperação da Polícia Civil na comunidade de Manguinhos, diversos criminosos tentaram fugir desesperadamente ao avistarem o caveirão. Um deles chegou a fugir enrolado num lençol, agarrado pelo frio intenso que faz no Rio de Janeiro. Na ação, um suspeito foi preso com um fuzil. Policiais civis da 21ª DP (Bonsucesso) realizam, nesta quinta-feira (31/08), mais uma ação da Operação Torniquete. Os alvos são integrantes da facção criminosa que explora a comunidade de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. O objetivo é cumprir mandados de prisão expedidos pela Justiça, com base em investigações da delegacia. Dados de inteligência e monitoramento dão conta de que a localidade é usada como base para ações criminosas de roubadores de carga e narcotraficantes que atuam na região. Segundo os agentes, o grupo, inclusive, faz travessias entre comunidades próximas, como Jacaré e Mandela, que têm atuação da mesma quadrilha. A ação está em andamento e conta com apoio de outras delegacias distritais e especializadas, além da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

Denúncia do MP esmiuçou acordo entre as facções CV e ADA e a milícia para ocupação de comunidades de Jacarepaguá

A denúncia do Ministério Público Estadual do Rio esmiuçou o acordo entre as facções criminosas (CV e ADA) e milícias para a ocupação de áreas em Jacarepaguá. Segundo o documento, o líder da ADA Celsinho da Vila Vintém mandou seus subordinados ocuparem a comunidade Dois Irmãos, em Curicica, e forneceu as armas para a ação. E a ocupação ocorreu sem resistência alguma já que o miliciano que mandava no local, André Boto, ‘vendeu’ a área para Celsinho. “O grupo que está no Dois Irmãos foi mandado por ordem direta de Celsinho, que forneceu inclusive as armas utilizadas para o grupo dominar a área. Celsinho cormpou a área do Boto, Toda área de Curicica foi negociada com Boto”, disse um traficante preso no dia 10 de março de 2025 quando Celsinho ordenou uma ocupação na área,. Em outra operação da PMERJ em fevereiro, traficantes da ADA presos disseram que foram “recrutados” diretamente por Celsinho a dominarem a Comunidade da Vila Sapê, conforme o referido acordo;. Esse mesmo traficante afirmou que existe um acordo de não agressão entre os traficantes da facção ADA, que ocupam a área do bairro Curicica, e os traficantes do Comando Vermelho, que ocupam a área vizinha, sobretudo na Comunidade Cidade de Deus. O acordo entres as facções “ADA” e Comando Vermelho para a ocupação pacífica da região da Curicica, também restou evidenciada no dia 17 de março de 2025, quando policiais militares prenderam em flagrante delito, na comunidade Gardênia Azul. O líder do CV, vulgo Doca, determinou a ida de comparsas até a Gardênia Azul. Tal movimentação foi orquestrada uma vez que, antes do acordo de Celsinho com Boto, ele teria pedido apoio a Doca inclusive tendo se reunido com ele por videoconferência.

Leia detalhes da operação que prendeu quatro milicianos e apreendeu quatro fuzis em Curicica. Houve suspeita de tentativa de resgate dos presos o que levou a polícia pedir reforço

Leia como foi a prisão de quatro milicianos ocorrida nesta semana em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. Na ocasião, o setor de inteligência da Polícia Civil recebeu informações sobre a existência de uma base operacional de milicianos localizada na Rua Willian Hanna, na Comunidade Dois Irmãos. O local estava sendo guardado por indivíduos armados, conhecidos como narcomilicianos. O imóvel em questão era utilizado como um paiol de armas pela milícia, o que explicaria a presença de pessoas armadas, responsáveis pela contenção da área. Ao chegar ao local, foi avistado um indivíduo armado, aparentando nervosismo, que dava cabeçadas na janela, e foi informado de que outro suspeito também havia entrado no prédio portando uma arma de fogo. Em seguida, as equipes policiais adentraram o imóvel, composto por um terreno com várias quitinetes dispostas em dois andares. Ao alcançar o segundo andar, uma das equipes iniciou buscas no local, momento em que um policial correu para se abrigar após um disparo de arma de fogo ser efetuado contra ele. O policial reagiu à agressão injusta e recuou pelas escadas, procurando cobertura. Seu colega, por sua vez, posicionou-se atrás de uma geladeira, utilizando-a como escudo, mantendo-se em posição de pronto-fogo, caso o agressor saísse da quitinete armado. Gritou que era policial e ordenou a rendição do suspeito, que acatou a ordem, saindo com as mãos na cabeça e sendo imediatamente preso. Dentro da quitinete, foram apreendidos quatro fuzis, vários carregadores, rádios comunicadores e outros materiais bélicos relacionados à milícia. O agente visualizou dois indivíduos já rendidos pelas equipes que haviam ingressado anteriormente no imóvel. Um desses indivíduos foi identificado como Wellington de Oliveira Francisco, vulgo “Agitado”, primo e braço-direito de um miliciano conhecido como “Shrek”, atual líder da comunidade. Ele estava portando um rádio transmissor, o que motivou sua prisão. O outro indivíduo rendido foi identificado como Phablo Vieira Botelho, vulgo “Tonelada”, suposto membro da milícia de Curicica, que, segundo informações, não residia na comunidade, mas habitava a base da milícia. De acordo com as equipes, “Tonelada” tentava sair do imóvel e foi surpreendido ainda no corredor do segundo andar. Através do rádio comunicador utilizado pelos criminosos, foi possível ouvir que os policiais civis haviam prendido Wellington e “Tonelada” nas proximidades da residência de um criminoso conhecido como “Nem”. Os criminosos passaram a ordenar, via rádio, o envio de “formiguinhas” para monitorar os policiais, momento em que um casal foi abordado. Durante o monitoramento do rádio dos criminosos, foi captada uma tentativa de resgate dos presos, o que motivou a solicitação de apoio urgente via CECOPOL. As equipes da 10ª DP e da CORE (SOTE e SAP) prontamente atenderam à solicitação. A equipe recebeu informações sobre o deslocamento de um miliciano conhecido como “Da 12”, identificado como Gilmar Luiz dos Santos. Ele estava se dirigindo a uma padaria e já havia sido abordado anteriormente por policiais da CORE. “Da 12” é apontado como o número 2 da milícia da região e subordinado direto de “Shrek”. Ele foi visto com farda, colete, balaclava e chapéu australiano em uma fotografia registrada na comunidade. Ao ser abordado pelos policiais da CORE, Gilmar parecia estar fotografando a equipe, o que motivou sua condução à delegacia para efetivar sua prisão, devido à sua ligação com a organização criminosa. A Comunidade Dois Irmãos tem sido dominada por narcomilicianos há anos. No caso em tela, dos elementos trazidos pelo APF, percebe-se que a conduta delituosa extrapolou o ínsito ao tipo penal em questão, o que demanda uma reprimenda mais veemente. Isso porque os custodiados seriam integrantes de grupo miliciano que pratica diversos crimes, tais como homicídios, desaparecimento de vítimas e extorsões a comerciantes. Ademais, Renato teria trocado tiros contra a guarnição policial em local público. No local foram apreendidos 04 fuzis (T4, AR, Colt 7.62 e Colt s/ descrição), sendo dois com numeração suprimida; 109 munições calibre 7.62 e 62 munições calibre 5.56, todas nos respectivos carregadores; bem como rádios comunicadores e um telefone celular Samsung de cor preta. Com Wellington, foi apreendido um rádio comunicador ligado na frequência da milícia. Inclusive, há relato policial no sentido de que teria ouvido, por meio do referido rádio, mensagens de milicianos alertando sobre a prisão de Wellington. Ademais, seria conhecido no meio policial como integrante do grupo miliciano. Outrossim, nesta audiência, o custodiado informou endereço diverso do local onde foi preso, de modo que resta fragilizado o argumento defensivo de que seria apenas morador. . Por seu turno, Phablo foi surpreendido no corredor do segundo andar do imóvel, tentando sair do local. De acordo com o setor de inteligência, ele é membro da milícia de Curicica e reside na base operacional da organização criminosa devido à falta de residência própria, o que indica um vínculo funcional e estável com o grupo criminoso. Outrossim, quanto a Gilmar, sua abordagem ocorreu em via pública, após ser visto em atitude suspeita, aparentemente fotografando policiais civis durante uma operação, possivelmente com a intenção de repassar informações internamente. Ele é apontado como o “número 2” da milícia, subordinado diretamente a “Shrek”, e já foi fotografado anteriormente usando farda, colete, balaclava e chapéu tático. No momento da abordagem, estava portando um celular.

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