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Confira detalhes de um dos roubos cometidos pelo maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio que foi preso hoje

O criminoso preso hoje suspeito de ser o maior assaltante de residências de luxo na Zona Sul do Rio de Janeiro se autodenominava “Assaltante omicida” e “Terro da Gávea” em perfis de redes sociais. Segundo um processo no Tribunal de Justiça, em 30 de dezembro, Luan Moore Aguiar Martins de Mello teria invadido uma residência na Rua Capuri, em São Conrado, após escalar o muro e arrombar a janela da cozinha, de onde ele e comparsas subtraíram joias avaliadas em aproximadamente R$ 200.000,00. As imagens do sistema de monitoramento interno da residência registraram a dinâmica da invasão e a presença de dois agentes no imóvel. De forma ainda mais incisiva, a autoria é corroborada por postagens feitas pelo próprio indiciado em sua rede social Instagram (“luanzs751”) poucas horas após o crime, nas quais ele ostentava diversas joias que foram prontamente reconhecidas pela funcionária do imóvel e pela vítima O relatório de vida pregressa do indiciado indica uma contumácia delitiva alarmante, ostentando Luan Moore 45 registros de ocorrência e 16 prisões ou apreensões anteriores, o que denota que ele faz do crime o seu meio de vida. O modus operandi empregado – caracterizado pelo acesso aos imóveis através de áreas de mata limítrofes, seguido de escalada e arrombamento – coincide com o padrão atribuído ao investigado em inúmeros outros furtos ocorridos em bairros da Zona Sul, como Gávea, Jardim Botânico e Lagoa.Luan ffoi capturado escondido na comunidade de Manguinhos, na Zona Norte da capital. As investigações tiveram início em setembro de 2025, a partir de uma sequência de furtos registrados em imóveis dos bairros do Jardim Botânico, Gávea e São Conrado. O criminoso agia de forma recorrente e escolhia residências próximas a áreas de mata, por onde acessava os imóveis durante o período noturno, aproveitando-se da menor circulação de pessoas e da dificuldade de vigilância nesses locais. Ele escolhia casas que teriam potencial de possuir objetos de alto valor em seu interior. De acordo com o apurado, após invadir as casas, o criminoso percorria todos os cômodos em busca de bens de alto valor, como joias, relógios e bolsas de luxo. O material subtraído era posteriormente repassado a receptadores, com preferência por artigos em ouro e relógios de marcas renomadas, vendidos por valores muito abaixo do preço de mercado. As diligências da 15ª DP identificaram que, após os furtos, o criminoso ostentava nas redes sociais os objetos furtados. O objetivo da ação era desafiar as forças de segurança e atrair receptadores interessados em adquirir peças de alto valor por preços bem abaixo do mercado. O dinheiro obtido com os crimes era gasto, principalmente, em restaurantes e hotéis de luxo, quase sempre pago em espécie e servia para o bandido divulgar uma vida falsa de luxo na internet.

Membro do PCC foi preso no Rio

Policiais militares da Equipe de Buscas da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Militar do Rio (SSI/PMERJ), em ação conjunta com policiais do 41º BPM (Colégio) e policiais da Inteligência da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP), após trabalho de monitoramento, coleta de dados e informações passadas pela Central Disque Denúncia (2253-1177), prenderam na tarde desta quinta-feira (29), na Estrada Pedro Borges de Freitas, em Irajá, Zona Norte do Rio, criminoso, membro da Organização Criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC),  Maike Yoran Alves Da Silva, vulgo “Puro Calma”, de 32 anos.  Munidos de informações sobre o procurado, os policiais foram até o endereço mencionado, e conseguiram localizar e prender o traficante, que não ofereceu resistência no ato da prisão.  Contra ele constava um Mandado de Prisão, expedido pela 2ª Vara de Execuções Criminais de Campinas/Tribunal de Justiça do Estado de Estado de São Paulo, Espécie de prisão: Suspensão de regime, Tipificação Penal: Tráfico de Drogas e Lei das Drogas, onde cumpria pena em Liberdade Condicional, com pena restante: 2 ano(s) 4 mês(es) 0 dia(s). Regime Prisional: Semiaberto, referente a um processo instaurado no ano de 2019.   Diante dos fatos, ele foi levado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), onde foi confirmado o mandado de prisão e, depois dos trâmites legais, foi conduzido a uma unidade prisional de SEAP/RJ, onde ficará acautelado à disposição da Justiça do Estado de São Paulo.  O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça de outros estados, escondidos no Rio.,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Como agia a quadrilha de traficante do CV de Arraial do Cabo preso em Petrópolis

O traficante que seria o número dois do Comando Vermelho no Morro da Coca-Cola, em Arraial do Cabo que foi preso hoje em Petrópolis, Rodrigo Duarte Bertanha, o Drigo, seguia as ordens do irmão, Marcos, vulgo MK ou Papai, segundo processo antigo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O bando controla não só o Morro da Coca Cola como também as comunidades da Cabocla, Prainha e Sítio. MK na época do processo estava preso e mesmo assim comandava e monitorava a organização criminosa, mantendo contato telefônico com familiares, bem como com” gerentes “e” vapores “subordinados seus para dar ordens para a prática de crimes graves, monitorando a distribuição dos entorpecentes e armas de fogo, bem como sendo responsável pelas principais decisões do grupo. O mesmo ocorria com alguns outros gerentes que também estavam presos, mas permaneciam, de dentro do presídio, no controle da venda das drogas sob sua responsabilidade no morro, através de seus comandados. Interceptações telefônicas feitas flagraram conversas de integrantes da quadrilha passando informações a respeito da chegada de cargas de entorpecentes, de armas e munições, da contabilidade de venda das drogas, da atividade de cada membro e dos menores e também da movimentação de policiais em incursões pelas localidades indicando até mesmo quem seriam os policiais. Como se não bastasse, foram, ainda, interceptadas ordens emanadas por gerentes da organização criminosa para que os integrantes da facção disparassem armas de fogo contra policiais que subissem o Morro da Coca- Cola e para que colocassem barricadas que impedissem o acesso por carros e viaturas às ruas do morro, a exemplo de várias converssas. Foi identificada ainda a prática de extorsão contra os moto-taxistas que atuam no Morro da Coca-Cola, ocasião em que se identificou que, atuando sob ordem de MK, os elementos passaram a exigir o recolhimento semanal de R$ 50,00 de cada moto-taxista, sob pena de perda da motocicleta e de consequências mais graves, conforme ameaças interceptadas. Além de MK e Drigo, faziam parte do primeiro escalão do bando os vulgos R ou Tio, Tiago Cabeça, Amaral, Índio, Dinaldo ou Cabelinho e CaranhaSobre a prisão de Drigo hoje, a polícia disse quel, mesmo escondido fora da área de atuação, ele continuava exercendo papel de liderança, dando ordens aos criminosos que atuam na Região dos Lagos. De acordo com as investigações, o homem exercia função estratégica dentro da facção, sendo responsável pela logística e pelo comando das atividades ilícitas na Região dos Lagos. Ele foi capturado enquanto frequentava uma academia. Contra o criminoso, havia mandado de prisão em aberto pelo crime de associação para o tráfico de drogas. Após a prisão, o acusado foi conduzido à 105ª DP (Petrópolis). A queda de uma das principais lideranças do Morro da Coca-Cola representa um avanço significativo no enfrentamento ao crime organizado e reforça o combate contínuo da Polícia Civil ao narcotráfico em todas as regiões do estado.

Narcomilcianos que aterrorizam Pedra de Guaratiba foram presos com um arsenal de guerra. Um foi morto

Agentes da Delegacia de Repressão às Acões Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação contra uma narcomílicia que aterroriza moradores na Comunidade do Piraquê, em Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (29/01). Três narcoterroristas foram presos em flagrante com armamento pesado e típico de guerra e um bandido foi neutralizado. Com eles, foi apreendido um fuzil, duas espingardas, uma pistola e materiais típicos do crime organizado. Os agentes foram à localidade para realizar diligências investigativas. Ao chegarem ao local, a equipe foi atacada pelos criminosos. Durante o confronto, um dos milicianos foi neutralizado. Um agente da Draco ficou ferido no confronto, sem gravidade, e já teve alta da unidade hospitalar. A ofensiva foi pontual e fruto de um trabalho investigativo minucioso voltado para a repressão dos conflitos armados e as disputas territoriais na região. Os policiais apreenderam com os criminosos um verdadeiro arsenal de guerra, composto por um fuzil AK-47, duas espingardas, uma pistola, roupas táticas, anotações criminosas, registros operacionais e outros equipamentos utilizados na disputa violenta por território. As investigações apontaram que os criminosos possuem uma extensa ficha criminal, com passagens por crimes graves, como tentativa de homicídio, roubo, tráfico de drogas, estupro e outros delitos de alta gravidade. Parte desses criminosos já havia sido presa anteriormente, em ações da própria Draco, o que reforça o cenário de reincidência e a dificuldade enfrentada pelas forças de segurança diante de uma legislação frágil.

Homem foi preso suspeito de matar vizinho a facadas em Inhaúma por causa de uma mera discussão sobre escada emprestada

Está preso Carlos A.C suspeito de matar um vizinho a facadas em Inhaúma por conta de uma mera briga por uma escada, de acordo com processo no TJ-RJ, A briga ocorreu no úlltimo dia 26 na Rua Doutor Magessi. Após se envolver em discussão com a vítima Fernando, desferiu golpes de faca contra ela, ceifando-lhe a vida. Segundo os autos, o acusado contou que percebeu que Fernando estava com uma faca na cintura. Em seguida, o autor foi até a área de serviço onde achou uma faca de cabo preto e a colocou no bolso pois já estava temendo por sua vida. A discussão piorou e os envolvidos entraram em luta corporal, sendo que ambos caíram no chão, próximo do muro lateral onde ficam as plantas penduradas; Carlos caiu por cima de Fernando momento em que este puxou uma faca. Alegando legítima defesa, o acusado puxou a faca que tinha pegado na área de serviço e desferiu golpes em Fernando, não sabendo indicar a quantidade. A esposa de Carlos disse em depiomento queacredita que tal desentendimento tenha ocorrido em função de uma escada a qual Fernando teria emprestado para ela dois dias antes do crime. Segundo ela, Fernando teria ido cobrar a devolução da tal escada com seu marido Carlos e acredita que isso possa ter sido o estopim da briga entre os dois que culminou na morte de Fernando. Ela disse que a vítima costumava ser agressivo com sua irmã, através de palavras não tendo realizado agressões físicas e que tinha o hábito de beber muito e rotineiramente chegava em casa embriagado arrumando confusão com os parentes que moravam no mesmo terreno; Falou ainda que Fernando já havia se envolvido em outras circunstâncias envolvendo uso de arma branca (faca) tendo ferido o vizinho da frente, fato ocorrido a cerca de 12 (doze) anos atrás Carlos está com a prisão preventiva decretada.

Suspeito da morte de motorista de ônibus achado sem vida em Seropédica foi flagrado limpando o carro usado no crime. Seu filho, um ex-PM que também estaria envolvido, foi preso nu sob efeito de álcool ou drogas. Com eles, foram encontradas várias armas

Sobre a morte do motorista de ônibus Everton Ariel dos Santos, que foi encontrado sem vida no újltimo dia 23, em Seropédica, segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro,, policiais militares afirmaram que, naquela data, por volta das 11 horas e 30 minutos, receberam informações oriundas da P2 do 24º BPM acerca da localização de um automóvel supostamente envolvido na ocultação de um cadáv. Em razão dessa informação prévia, teria sido realizado cerco pelo Setor Charlie, na Estrada Santa Ângela, onde foi localizado um corpo em óbito, às margens da via, no endereço localizado na Estrada Santa Ângela, nº 366, bairro Santa Alice, na comarca de Seropédica/RJ. Os policiais militares ainda informam que o veículo utilizado no crime era uma caminhonete Toyota Hilux, que estaria estacionado na Rua Luís Augusto Pinho. bairro Santa Eugênia, na comarca de Nova Iguaçu/RJ. De posse de tais informações, a guarnição policial dirigiu-se ao endereço indicado, onde avistou a referida caminhonete estacionada, bem como um indivíduo, posteriormente identificado como sendo Flávio de Lima e Silva, aparentemente limpando o veículo, com as portas abertas. Foi realizada revista no veículo, não tendo sido localizado nenhum objeto ilícito em seu interior. Os policiais informam, ainda, que o portão da residência encontrava-se aberto, tendo Flávio franqueado, espontaneamente, o ingresso da guarnição, sendo que a residência era composta de três pavimentos e, no terceiro andar, a guarnição localizou Fábio, que se encontrava nu, aparentando estar sob efeito de substâncias psicoativas ou alcoolizado, tendo ele se identificado como ex-policial militar. Durante as buscas no interior do referido imóvel, foram arrecadados 1 espingarda calibre 12; 1 pistola calibre 9 mm; 1 pistola calibre .380; 4 carregadores de arma de fogo calibre .380; 2 carregadores calibre 9 mm; 1 cinto porta-munição para calibre 12; 21 munições calibre .380; 17 munições calibre 9 mm; 15 munições calibre 12; 2 rádios comunicadores; 2 speed loaders calibre .38; 2 CRAFs; 1 carteira de identidade funcional da PMERJ em nome do custodiado Fábio; 1 identidade profissional de dentista também em nome do custodiado Fábio; a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) em espécie, além de outras armas de fogo que se encontravam com a documentação regular. Flávio e Fábio, que são pai e filho, tiveram as prisões preventivas decretadas.

PMs aposentados foram denunciados por fazerem parte da segurança pessoal de Rogério Andrade. Um deles tentou subornar policia da ativa para obter informações sobre quadrilha rival

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça Rogério de Andrade, atualmente custodiado em presídio federal, e dois policiais militares aposentados, por constituição de organização criminosa voltada à exploração ilegal de jogos de azar e à corrupção ativa. Os mandados de prisão obtidos pelo GAECO/MPRJ na segunda fase da operação Petrorianos estão sendo cumpridos nesta quinta-feira (29/01), em endereços na cidade do Rio de Janeiro e na Penitenciária Federal em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A ação conta com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar e da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).A investigação decorre de Procedimento de Investigação Criminal (PIC) próprio do GAECO/MPRJ contra integrantes do jogo do bicho. De acordo com a denúncia, Marcos Antonio de Oliveira Machado, conhecido como Machado, e Carlos André Carneiro de Souza, identificado como Carneiro, fazem parte da equipe de segurança pessoal do contraventor e prestam serviços diretos a Rogério de Andrade e a seus familiares.Ainda segundo o GAECO/MPRJ, Carlos André, em conjunto com Rogério de Andrade, foi denunciado por subornar um policial militar da ativa para obter informações sigilosas sobre operações policiais e para direcionar ações contra estabelecimentos de jogos clandestinos explorados por grupos criminosos rivais. A denúncia foi recebida pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital.

Veja algumas das vítimas de traficante do TCP preso hoje em Niterói que tem 18 anotações criminais por homicídios

Douglas Vieira da SIlva, o Pochete ou Flamengo, foi preso hoje durante uma operação policial na comunidade do Santo Cristo, no Fonseca, na Zona Norte de Niterói, Ex-chefe do tráfico no Complexo da Alma, em São Gonçalo e ligado ao Terceiro Comando Puro, até o local ser tomado pelo Comando Vermelho no início da década, ele chama atenção pelo currículo criminal: responde a 13 processos por homicídio, um por ocultação de cadáver no TJ-RJ tendo 18 anotações na polícia por esse delito. Segundo os processos, uma das vítimas do bandido foi Mayara Alves da Silva, morta em 2018 a mando do traficante Drill, que estava preso em Bangu. A jovem foi colhida em casa e assassinada com diversos disparos de armas de fogo. Pochete foi acusado de homicidios em contexto de guerra entre o TCP e o CV na comunidade da Candoza, em São Gonçalo, em que as vítimas foram carbonizadas. Detalhes, eram seus ex-comparsas. Matheus Rodrigues da Silva foi mais uma vítima do bandido. Ele bebia em um bar no bairro do Jóquei quando Pochete o abordou dizendo que não queria mais lhe ver naquele local. Pouco depois, o criminoso retornou e efetuou disparos que atingiram o rosto do rapaz, que teve morte instantânea. Douglas também é apontado como envolvido na morte dos soldados do Exército Brasileiro Daniel Ferreira de Azevedo, de 19 anos, e Victor Hugo Xavier, 18, em julho de 2020, sendo um lotado na Fortaleza de Santa Cruz da Barra e, outro, do 21º Grupo de Artilharia em Campanha. No dia do crime, os militares assistiram uma partida de futebol em uma casa de festas no Mutondo, em São Gonçalo. Depois do jogo, foram para a um bar no Raul Veiga, onde conheceram duas meninas. Após o encontro, eles se ofereceram para levar as jovens em casa, e no caminho de volta acabaram se envolvendo em uma discussão causada por um acidente de trânsito, com o veículo onde estava o traficante André Luís dos Santos Affonso, conhecido como “Pai da Alma” (preso) a principal liderança da venda de drogas do Terceiro Comando Puro (TCP) em SG. Após serem identificados como militares, os jovens foram executados a tiros. Pochete é cadastrado no sistema carcerário com sendo de “Alta Periculosidade”, Na operação de hoje, PMs do 12º Batalhão tinham a informação que indivíduos ligados ao tráfico de drogas da facção TCP estariam realizando o corte de cabos de internet nas localidades da Palmeira, Pimba e áreas adjacentes, com o intuito de compelir moradores a cancelarem seus contratos regulares e aderirem a um provedor clandestino por eles imposto. Durante as diligências realizadas pelas equipes, por intermédio do canal Maré Zero, foi recebida nova denúncia informando que indivíduos armados estariam mantendo uma família em cárcere privado em uma residência da localidade. Diante da gravidade da situação, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Serviço Reservado, procederam de imediato ao endereço informado, onde constatou que os acusados se encontravam no quintal da residência, enquanto os moradores permaneciam no interior do imóvel, encontrando-se todos bem. Após cerco tático, os policiais conseguiram prender os criminosos, de posse dos seguintes armamentos: 01 fuzil Ruger calibre 556,, com 04 munições intactas; 01 pistola Taurus, calibre 380, com 18 munições intactas e 01 pistola G-Cherokee, calibre 9mm, com 12 munições intactas.

Entenda a treta de vizinhos que terminou com homem baleado em Caxias no último fim de semana, caso que repercutiu muito na mídia carioca. VIDEO

Leia o relato relato postado no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro da briga de vizinhos que terminou com um homem baleado durante o fim de semana em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O autor dos disparos se apresentou à polícia nesta segunda-feira, O caso teve grande repercussão na imprensa carioca. A irmã da vítima contou que no local onde ocorreu o fato existem dois terrenos com imóveis sendo um localizado na Avenida Darci Vargas, nº 276, bairro Gramacho, o qual foi vendido a Manoel Saturnino da Sllva Neto, acusado de ser o atirador. O outro terreno, de propriedade dela fica na na Rua Joaquim José Soares, nº 276 possuindo entrada e porta independentes Informou que terreno de Manoel, possui uma entrada que dá acesso ao terreno dos fundos de sua propriedade. Ela disse que Manoel construiu um muro com a finalidade de impedir esse acesso mas que ela possuia autorização judicial que a autorizava a quebrar o referido muro; Então, ela acessou seu seu imóvel pela Rua Joaquim José Soares e procedeu à quebra do muro que dava acesso ao terreno. Em seguida, dirigiu-se à frente do imóvel de Manoel onde solicitou a presença de um chaveiro para abrir a porta do referido imóvel, tendo em vista que o proprietário havia trocado a fechadura para impedir seu acesso; Na hora que o muro seria quebrado, Manoel não se encontrava no local no momento em que o muro foi quebrado, Ele só chegou ao local no instante em que o chaveiro iniciava a retirada do miolo da fechadura, ocasião em que pediu para que parassem; A irmã da vítima, de imediato, a declarante solicitou que cessassem os trabalhos, informando que resolveria a situação diretamente com Manoel. Os vizinhos passaram a conversar sobre o terreno e a declarante explicou que precisava acessar o local, pois sempre utilizou aquela passagem durante toda a sua vida para acesso ao imóvel dos fundos; Manoel ecusava-se, há muito tempo, a permitir o acesso, Ele passou a ficar nervoso e afirmou que iria entrar em sua residência para pegar um revólver. A declarante afirmou que desejava resolver a situação de forma amigável; Nesse momento, Manoel disse “Espera ai, Espera ai”,subiu até sua residência, retornando em seguida portando um revólver; Nesse instante, a vítima, J.F,R.L A chegou ao local e começou a filmar o autor armado. passou a efetuar diversos disparos de arma de fogo contra J.F, que foi atingido por três disparos de arma de fogo, passando a gritar e pedir socorro, Os populares socorreram a vítima e a conduziram ao Hospital Municipal Dr. Moacyr do Carmo, onde se encontra internada e submetida a procedimento cirúrgico; Manoel evadiu-se do local antes da chegada da polícia. Posteriromente, teve a prisão temporária decretada.

Justiça diz que há achados periciais que indicam que jornaleiro que desapareceu em Niterói pode sido morto no ‘microondas’. Local para ele foi levado é ponto de execução e desova de cadáveres

Processo que tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro contra os dois presos suspeitos de envolvimento no desaparecimento do jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira revela que o local onde a vítima sumiu em Duque de Caxias é um lugar ermo conhecido como ponto de execução e desova de cadáveres e houve achados periciais compatíveis com o método conhecido como “micro-ondas”, típico de execução e destruição completa de cadáver, ainda que não tenham sido localizados restos mortais. Eduardo sumiu em 24/11/2025, no bairro de Itaipu, em Niterói/RJ. Consta que a vítima foi abordada por ao menos três indivíduos armados e encapuzados, sendo constrangida a ingressar no referido automóvel, que passou a se deslocar inicialmente em direção ao município de Magé, seguindo posteriormente para a Rua Um, acesso Narcisa Amália, em Duque de Caxias, conforme dados de geolocalização extraídos do aparelho celular. No curso das diligências, foi localizado um veículo Toyota Corolla, ano 2003/2004, incinerado, com placas removidas e número de chassi suprimido, circunstâncias que, aliadas às imagens captadas e aos depoimentos colhidos, revelam compatibilidade com o automóvel empregado na empreitada criminosa. Os elementos também indicam a vinculação direta dos acusados presos Thiago Brício Nogueira e Rafael Gonçalves Pacheco ao veículo, notadamente em razão de sua aquisição e suposta alienação em data imediatamente anterior aos fatos, bem como por movimentações financeiras entre eles e pelas versões contraditórias apresentadas acerca da efetiva utilização do automóvel. Thiago detinha a posse e o domínio do automóvel imediatamente antes dos fatos, tendo inclusive submetido o bem a avaliação mecânica na véspera do crime, circunstância que sugere prévia preparação do meio empregado na empreitada. Há, ainda, indícios de que referido veículo foi disponibilizado conscientemente ao grupo executor, sendo reconhecido por testemunhas como o automóvel utilizado no sequestro e compatibilizado com o trajeto apurado por meio de dados de geolocalização do aparelho celular da vítima, o que permite inferir, em juízo de probabilidade, que a cessão do bem integrou a dinâmica do fato. Outro elemento relevante reside nas movimentações bancárias ocorridas no próprio dia dos fatos, quando foram realizados depósitos fracionados e transferências via PIX que totalizaram aproximadamente R$ 9.000,00, parte dos quais retornou à conta de titularidade de Thiago, sem causa lícita documentalmente comprovada. Tais operações, realizadas de forma fracionada, em data coincidente com o crime, constituem indício de coordenação financeira contemporânea à execução. Essas movimentações ganham especial relevo diante da informação prestada por testemunha no sentido de que, no momento das transferências, Thiago não mencionou qualquer intenção de vender o veículo Toyota Corolla utilizado no crime, limitando-se a informar que os valores se destinariam à aquisição de um veículo táxi, o que se mostra incompatível com a versão defensiva posteriormente apresentada e configura contradição objetiva relevante quanto ao meio empregado na empreitada. Sobre Rafael, há vínculos com a cessão do veículo e participação nas versões contraditórias apresentadas acerca da destinação do automóvel e da finalidade das transferências bancárias. A investigação tem se baseado em vários aspectos a) prova testemunhal idônea acerca do arrebatamento violento da vítima por indivíduos armados e encapuzados, em plena via pública e durante o dia;b) dados técnicos de geolocalização do aparelho celular da vítima, que demonstram seu deslocamento forçado até local ermo conhecido como ponto de execução e desova de cadáveres, com cessação definitiva de qualquer sinal ou comunicação; c) localização posterior do veículo utilizado na empreitada completamente incinerado, com chassi recortado, motor removido e sinais identificadores suprimidos, revelando conduta deliberada de eliminação de vestígios; d) achados periciais compatíveis com o método conhecido como “micro-ondas”, típico de execução e destruição completa de cadáver, ainda que não tenham sido localizados restos mortais. Segundo a Justiça, a ausência de localização do corpo não fragiliza comprovação do crime. A dinâmica apurada “arrebatamento, condução forçada, deslocamento até local ermo, destruição do veículo e desaparecimento definitivo da vítima” é típica de execução preordenada, incompatível com hipóteses alternativas como fuga voluntária ou cárcere prolongado, o que evidencia, com grau elevado de probabilidade, a ocorrência do resultado morte. A Justiça descreve a extrema gravidade dos fatos narrados, que envolvem sequestro, homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além de do modus operandi sofisticado e profissional, com planejamento prévio, utilização de veículo fornecido pelos acusados, destruição de provas e provável atuação em contexto de criminalidade organizada; A motivação do crime apurada seria a conexão com atividades ilícitas relacionadas ao comércio ilegal de cigarros. Thiago e Rafael tiveram as prisões preventivas decretadas na última quinta-feira (22).

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