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Leia reações dos moradores durante mais uma noite de guerra no Catiri

Moradores ficaram apavorados com mais uma noite de guerra na comunidade do Catiri, em Bangu, entre milicianos e traficantes do Comando Vermelho. Veja reações Meu Deus! Acabaram com a paz no bairro Tenho parente c 3 crianças aí….fico c coração tão apertado meu Deus A verdade é que se eles conseguirem invadir nem a polícia entra mais nem na cancela, nem no JD bangu, nem nos bg 1,2, 3 e 4 e cancela. Eles vão tomar tudo… e aí quem tá reclamando , vai reclamar com razão. Infelizmente, é só olhar o cenário de outros bairros que viraram comunidade. Temos que orar, pra Deus fazer esse povo esquecer nosso bairro e começar a ver desvantagens em tomar o bairro. Acabaram com nosso bairro que tristeza Um lugar que era tão tranquilo de morar, agora ninguém tem paz pra ir e vir O que tem aí nesse bairro que é tão disputado? Eu sou moto uber e toca corrida prai direto mas nunca aceito só vive assim mo guerra Triste viver essa guerra, o lugar era um paraíso não tinha nada Senhor proteja os moradores q tem q sair p trabalhar e estudar, misericórdia Deus Que tristeza, era um dos lugares mais calmo e hoje s encontra assim FONTE: Bangu Notícias (Instagram)

Guerra entre o CV e a milícia se acirrou no Catiri

Um novo capitulo da guerra entte traficantes da Vila Kennedy (CV) e alguns milicianos que estariam tentando retomar o controle do Catiri, em Bangu, ocorreu na última noite. Segundo moradores, milicianos do Montanha chegaram para supostamente retomar a comunidade. .Uma ponte foi incendiada pelos criminosos. O policiamento foi reforçado na região. Policiais militares do 14° BPM enfrentam diversos ataques, sem conseguir acessar alguns pontos. Autoridades entraram em contato com a cúpula da segurança pública para solicitar apoio operacional de outros batalhões para a área. FONTE: Submundo Criminal (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção.

Preso por morte de PM em Guapimirim disse ter emprestado carro usado no crime para um amigo de infância que confessou a ele que matou PM e o ajudou a se desfazer de vestígios. Ele mentiu no primeiro depoimento acusando traficantes do Corte 8 (CV) de terem lhe obrigado a entregar o veículo

Veja agora como foi a investigação que levou a polícia a prender Daniel Ferreira Bernardo, apontado como suspeito de envolvimento na morte do PM Uilliam de Oliveira, morto no dia 11 em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Segundo a apuração, há ortes indícios de que o veículo utilizado pelos autores do homicídio era de propriedade de Daniel, conforme se depreende dos proprietários anteriores do veículo Gol prata, sobretudo o depoimento de uma testemunha que a este vendeu o carro; Daniel, por sua vez, o representado compareceu em Juízo, e confirmou a propriedade do veículo e, na presença de seu advogado. Inicialmente, ele prestou um depoimento contando uma versão de que teria sido obrigado a dar seu veículo a traficantes da localidade onde mora (Ele fez menção a diversos nomes, dentre outros, o de “Zero Doia”, como um dos elementos que levaram seu carro: “…. Segundo ele, ao sair de casa, foi abordado por três indivíduos armados no interior da comunidade Corte 8. Os suspeitos ocupavam duas motocicletas. Pelo menos dois indivíduos, estavam portando armas longas estilo fuzil. Disse que havia um homem com um casaco grande na cor preta. Ele seria Nathan, irmão do traficante Bochecha Rosa, chefe do tráfico no Corte 8 e apontado como Zero Dois. Ao ser abordado, um dos bandidos disse. “Quero o carro, quero o seu carro. Daniel teria dito. “Não dá, estou saindo”. O criminoso insistiu. “Não quero saber, quero o carro”. Em razão da imposição dos traficantes, o declarante alega que entregou a chave do veículo. Depois de entregar a chave, apenas um indivíduo entrou no seu veículo e levou o carro”. No entanto, logo em seguida, ao ser confrontado pela informação de que o referido indivíduo “Zero 2” estava preso e que, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, o representado se retratou e apresentou versão completamente diferente, valendo transcrever seu depoimento: “ No primeiro termo, a equipe de policiais verificou que uma das pessoas reconhecidas pelo declarante era Nathan, vulgo Zero Dois, mas que se encontrava preso e, portanto, não poderia ter participado da empreitada criminosa, indagou novamente Daniel, na presença de seu patrono, por que mentiu deliberadamente à polícia; Daniel, após rever o que foi dito e conversar melhor com o seu advogado, decidiu retificar parcialmente o seu termo de declaração. Disse que apontou falsamente pessoas que não estão ligadas ao presente crime. Afirmou que, após analisar o mosaico de fotos, apontou, com o objetivo de ludibriar a Polícia e, sobretudo, com medo da consequência imposta pelos traficantes da região onde reside, Daniel afirmou que não conhece essas pessoas elencadas pela polícia. pós repensar os seus atos, decidiu por colaborar com a Políci. Disse que emprestou o seu veículo VW/Gol, de cor prata no qual foi utilizado no crime de homicídio para um amigo de infância vulgo DV. Ele tem a função de roubador (vulgarmente conhecido como 157) e segurança dentro da organização criminosa; No dia 11/06/2025, quando chegou em casa por volta de 00:40, o seu amigo DV” encontrou com o declarante e pediu o veículo emprestado, alegando que pegaria algumas roupas na casa do pai; Disse acreditar que o pai de DV mora fora da comunidade. Daniel perguntou se DV iria buscar as roupas “limpo”, referindo-se a situação em que o amigo buscaria as roupas desarmado ou sem flagrante até o local para não trazer problemas para o declarante. DV afirmou que não estaria armado ou com qualquer objeto ilícito e que o declarante não tinha o que se preocupar; Diante disso, Daniel decidiu emprestar o veículo.Depois que o suspeito pegou o carro, Daniel viu vários homens com armamento “pesado. Ele nunca tinha visto aqueles homens na região e acredita que possam ser de outra área. Não tem certeza, mas acredita que possam ser traficantes oriundos da Penha; Na manhã do mesmo dia (11/06/2025), DV mandou um menor de idade chamar o declarante em sua residência. Daniel se dirigiu até a boca de fumo e, ao chegar lá, encontrou DV, que falou que tinha utilizado o veículo no homicídio de um Policial Militar; O veículo estava furado por disparo de arma de fogo. DV pediu para o declarante arrancar o som automotivo do veículo, porque ia “tacar” fogo no veículo. DV deu a localização do veículo. O carro estava localizado na R. Vassouras, na comunidade do Corte 8, próximo a um ferro-velho, mais precisamente num “morrinho” depois do ferro-velho; Daniel foi até o local para retirar o som automotivo. Após tirar o som, DV levou o veículo para queimá-lo com o intuito de ocultar o crime cometido.Daniel disse acreditar que DV levou o veículo até o bairro São Bento para fazer isso. O bairro é uma área com a atuação da milícia.Antes de comparecer a esta especializada, Daniel confirma que apagou todas as conversas do celular e tudo que poderia comprometê-lo. Ele disse que possui muito receio do que acontecer com ele, visto que os traficantes da região são crueis; Disse que mentiu no primeiro termo por conta do medo do que pode acontecer com ele; O declarante afirmou não ser o motorista do veículo utilizado no crime. Com o fito de colaborar com as investigações, decidiu permitir acesso amplo ao seu celular, autorizando expressamente, perante o seu advogado, que o aparelho seja periciado pelo ICCE/RJ, inclusive fornecendo a senha do aparelho telefônico para facilitar na perícia.. Neste contexto, o representado, por fim, confessa ter emprestado seu veículo (e não ter sido forçado como alegou inicialmente) que foi utilizado na prática do homicídio da vítima policial militar a um amigo de infância chamado DV, mesmo sabendo que este fazia parte de uma organização criminosa e que após ficar sabendo do cometimento do homicídio, ainda assim, adotou conduta para se desfazer dos vestígios do crime, auxiliando o referido elemento de nome DV. Assim, restou nítida a participação do representado na empreitada criminosa que culminou com o homicídio do policial militar, fornecendo auxílio material e, posteriormente, praticando atos para sumir com os vestígios do crime, para que o veículo

Polícia prendeu um dos envolvidos no homicídio de PM em Guapimirim

A polícia prendeu um dos envolvidos no covarde assassinato do policial militar Uillian de Oliveira, executado com diversos disparos no momento em que chegava em casa, no bairro Vila Olímpia, em Guapimirim, Baixada Fluminense. Os investigadores conseguiram identificar o dono de um dos carros usados no crime, que passou a figurar como elemento central. De acordo com o apurado pela DHBF, o policial militar foi assassinado com diversos disparos de arma de fogo, logo após sair do serviço, ainda fardado. A investigação apontou que o crime foi cometido por traficantes vinculados à facção criminosa Comando Vermelho, como ato de retaliação à atuação policial na região. A partir de imagens de câmera de segurança, os agentes da DHBF identificaram os dois veículos usados no crime e, nesta quarta, o proprietário de um dos carros foi preso. A investigação apontou que ele empregou seu automóvel de forma deliberada, sabendo que seria utilizado no crime. Há fortes indícios de que sua participação não se limitou a uma colaboração passiva, mas que atuou de maneira consciente e alinhada aos interesses dos executores. Segundo os agentes, após o homicídio, o criminoso ainda contribuiu para a destruição de vestígios, tendo removido equipamentos do carro pouco antes de sua suposta incineração. Relatórios de inteligência e registros visuais captados por câmeras confirmam a circulação do veículo entre Duque de Caxias e Guapimirim, reforçando os laços do investigado com a logística do crime. A investigação segue e a Polícia Civil conta com a ajuda da população na identificação dos autores. Qualquer informação poderá ser repassada ao pelo telefone (21) 99805-4394, da DHBF. O sigilo é garantido. FONTE: Polícia Civl do RJ

PM foi morto ao reagir a tentativa de assalto na Av. Brasil

O policial militar Alan Cesar foi morto a tiros nesta madrugada (18), durante uma tentativa de assalto na Av. Brasil, altura de Guadalupe, próximo ao viaduto de Barros Filho. O agente, que estava de folga, trafegava pela via quando foi abordado e reagiu à abordagem dos bandidos. Segundo a Polícia Militar, agentes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) foram acionados para uma ocorrência de homicídio. Chegando no local, a equipe identificou que a vítima era um PM. O corpo de Alan Cesar Elídio da Sá foi encontrado dentro de um carro abandonado na pista central da via, no sentido Zona Oeste. O trecho ficou interditado por cerca de duas horas para realização da perícia. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com a Polícia Civil, diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. FONTE: Fogo Cruzado RJ e PMERJ

PM prendeu cinco do CV no Catiri e pegou fuzis

Três elementos do Bonde do Gadernal que atuavam na Vila Kennedy (CV), foram presos na comunidade do Catiri, em Bangu, com dois fuzis e uma pistola Na mesma comunidade, só que em um.outro pontio, PMs prenderam mais dois suspeitos e pegaram uma granada e uma pistola. Há relatos de que os bandidos presos deram um baque no Catiro que é controlado pela milícia do Montanha. FONTE: PMERJ

PM afirma que quatro bandidos morreram em operação na Mangueirinha (CV). VEJA BALANÇO FINAL

Sete fuzis, duas pistolas, cerca de 5 mil pinos de cocaína, 600 frascos de loló, 200 frascos de lança-perfume, 240 porções de skank, 700 tiras e 13 tabletes de maconha foram apreendidos no Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, nesta segunda-feira (16/06) por policiais militares do 15º BPM (Duque de Caxias), com o apoio do Comando de Operações Especiais (COE) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC). Quatro bandidos morreram e um ficou ferido. A ação teve como objetivo reprimir a atuação do crime organizado e coibir os roubos de veículos e de cargas na região. Na ação, equipes do 15º BPM que patrulhavam a Avenida Presidente Kennedy avistaram um veículo suspeito saindo da comunidade. No momento em que os policiais tentaram realizar a abordagem, os ocupantes do carro reagiram com disparos, iniciando um confronto. Três suspeitos foram feridos nessa primeira ocorrência e socorridos ao Hospital Municipal Moacyr do Carmo.Durante a operação, outros dois suspeitos também foram feridos e levados para a mesma unidade de saúde. Ao todo, cinco suspeitos foram baleados, sendo que quatro deles não resistiram aos ferimentos – um deles tem 183 passagens pela polícia. O ferido permanece internado sob custódia. Além disso, dois criminosos foram presos.O policiamento permanece reforçado na região para garantir a segurança da população e prevenir novas ações criminosas. FONTE: PMERJ

Sete fuzis apreendidos e três suspeitos mortos na Mangueirinha (CV)

Sete fuzis e duas pistolas foram apreendidos por policiais do 15° BPM, na madrugada desta segunda (16), após tentativa de abordagem a um veículo que resultou em um intenso confronto com criminosos, em um dos acessos à comunidade da Mangueirinha, em Duwue de Caxias. Na ação, três criminosos morreram. Entre eles, um conhecido como “Scalp”, apontado como um dos chefes do tráfico de drogas que atua naquela região. FONTE,: PMERJ

Operação para prender assassinos de PM terminou com dois detidos com drogas e armas

A Polícia Militar realizou uma operação com cerca de 70 policiais para localizar criminosos ligados ao Comando Vermelho acusados de envolvimento na morte do cabo Uillian de Oliveira, de 44 anos. O crime ocorreu na última quarta (11/06), na cidade de Guapimirim, na Baixada Fluminense. Uma apuração da Inteligência da Corporação apontou que os envolvidos teriam se escondido na localidade da Reta Velha, em Itaboraí, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a fim de escapar do cerco montado pelas Forças de Segurança do Estado. Dois homens foram detidos com material entorpecente, carregador de fuzil, munições e dois simulacros de pistola e sete ruas foram desobstruídas com 20 toneladas de material retirado. A ocorrência foi encaminhada para a 71ª DP. FONTE: PMERJ

Relembre o assassinato do adolescente de 13 anos na Cidade de Deus (CV) que vai levar dois PMs a júri popular

Relembre agora o assassinato de um adolescente de 13 anos em agosto de 2023 na Cidade de Deus que vai levar dois PMs a júri popular no Rio de Jnaeiro. . Segundo consta nos autos da época, no dia dos fatos, os acusados – policiais militares lotados no Batalhão de Choque da Polícia Militar – estariam fardados portando fuzis, no interior de um veículo descaracterizado (automóvel C4 Pallas), realizando cerco tático à Comunidade da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, nesta com o objetivo de monitorar a área e captar imagens de eventual barricada, tráfico de drogas e demais intercorrências que ali se apresentassem para repassar tais informações às demais equipes do batalhão que, posteriormente, para lá se dirigiriam, objetivando, assim, diminuir o efeito colateral da operação policial a ser realizada na localidade, caso se deparassem com homens armados. Em torno de 00h do dia 7/8/2023, após os acusados terem colhido e repassado as informações acima especificadas, a equipe por eles composta teria se dirigido ao Posto deGasolina Shell – localizado na Avenida Miguel Salazar – local previamente ajustado para o encontro com as demais equipes do Batalhão de Choque. Alegaram os acusados que, enquanto lá aguardavam, teriam avistado alguns elementos suspeitos, dentre os quais, dois ocupantes de uma motocicleta de baixa cilindrada, cujogarupa estaria portando uma arma de fogo, ao que teriam passado a segui-los, quando, ao fazer uma curva, o condutor da moto teria escorregado, provocando a queda de ambos os ocupantes. Na versão dos acusados, neste momento (da queda), um dos elementos teria tentado ajeitar a pistola que trazia em sua mão, ao mesmo tempo em que tentava levantar a motocicleta, enquanto os policiais desembarcaram da viatura descaracterizada e teriam dado voz de parada aos ocupantes da moto que, para além de descumprirem a ordem dos agentes, teriam contra eles desferido disparos de arma de fogo. Segundo a narrativa dos acusados, sem alternativa, eles teriam revidado à injusta agressão efetuando disparos contra os “opositores” e apreendendo a pistola por eles utilizada. Ocorre que a tese apresentada pelos ora denunciados se mostra dissonante de outas declarações prestadas na inquisa. Nesse ponto, destaca-se que outros agentes do próprio Batalhão de Choque, que compunham guarnição diversa da dos réus, afirmaram não ter visualizado qualquerarma próxima ao corpo do adolescente Thiago, muito menos a apreensão do referido armamento. Além disso, sensivelmente divergentes da narrativa defensiva as informações fornecidas pela vítima sobrevivente em sede inquisitorial.Na oportunidade, a vítima declarou que no dia 7/8, estava sentado, na rua de casa, com a esposa e amigos, quando chegou o menor Thiago – convidando para dar um “rolezinho” de moto pela comunidade. Disse que, aceitou o convite, e o sobrevivente passou a conduzir a motocicleta que é depropriedade do pai de Thiago, levando o menor em sua garupa, até que, em determinado ponto do trajeto, já após terem passado em frente ao Posto Shell (onde se encontravam os policiais), ao reduzir a marcha da moto para realizar manobra de retorno, na Avenida Miguel Salazar, o veículo “morreu”, provocando desequilíbrio e queda das vítimas. Assegura Marcos Vinícius que a rua estava deserta e sem fluxo de veículos, que não tinha nenhum carro seguindo a motocicleta, até que, com as vítimas já em solo (devido à queda), teria surgido oveículo C4, cor prata, cujo condutor teria desembarcado, portando um fuzil e efetuando disparos na direção da panturrilha de Thiago, que, naquele instante, já tentava se levantar com a motocicleta. Ainda segundo a vítima sobrevivente, “o primeiro disparo acerta a perna de Thiago, o qual gritou para o autor dos disparos, “Calma, calma”O declarante se dirigiiu ao autor dos disparos reagindo “Somos moradores”. Quando o tiro acertou a perna do menor, o mesmo já estava de pé, mas, tentando levantar a moto; No instante, que ele foi alvejado, o declarante ainda está caído, só com a perna direita por baixo da moto; Após após perceber Thiago caído, o declarante se levantou rápido, e tenta puxar o amigo para o interior da comunidade;Ao tentar ajudar Thiago, o sobrevivente fo alvejado na mão direita. Ele disse que Thiago , após ser alvejado, ainda conseguiu correr não sabendo precisar até aonde, pois também saiu do local; Assutado e com muita dor, o declarante correu para o interior da comunidade . As informações passadas pela vítima sobrevivente eramcompatíveis com as lesões constatadas no Laudo de Exame de Necropsia de Thiago: dois ferimentos transfixantes, de alta energia cinética, ambos com entrada pelas costas, um na altura do peito direito e outro na coxa esquerda), bem como com aquelas constantes do BAM da própria vítima sobrevivente (vítima de PAF na mão direita), O sobrevivente veementemente, que ele ou Thiago estivessem armados. Os autos indicaram na época que, pela leitura das diversas declarações prestadas, em sede policial, pelos moradores da localidade, não há informações concretas de que o sobrevivente ou Thiago tivessem envolvimento com o tráfico de drogas, nem que houvessem praticado qualquer outro crime, muito menos que tenham sido vistos portando armas de fogo. Na realidade, as testemunhas afirmaram que o sobrevivente trabalhava como ajudante de pedreiro enquanto a vítima fatal Thiago seria aluno assíduo da Escola Dorcelina Gomesda Costa (localizada na própria Comunidade da Cidade de Deus), além se dedicar ao futebol, estando matriculado em 3 (três) escolinhas, como informado por seu tio e treinador, Por fim, cumpre registrar que, diferentemente do alegado pelos acusados, uma negou que tenha dito aos policiais que viu “a moto fugindo da PM com os ocupantesarmados” . Em suas declarações, assegurou não ter dito nada neste sentido e que, inclusive, nomomento da execução do delito, estaria no interior de sua residência, de onde teria saído, justamente, após ouvir estampidos. Acrescentou a testemunha que, ao se dirigir para a frente de sua casa, teria avistado uma movimentação de pessoas correndo e se aproximou de onde os populares estavam, quando visualizou o corpo de “Thiago”, oportunidade em que um policial teria solicitado os seus dados/documentos, sem, todavia, explicar-lhe para qual finalidade. De acordo com os autos, o ato foi

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