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PM expulsa policiais que faziam a segurança de chefão da milícia de Rio das Pedras

A PM do Rio expúlsou de seus quadros dois policiais militares flagrados fazendo a segurança do miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, quando este foi preso na Barra da Tijuca, em 2023. Taillon era o líder da milícia na região de Rio das Pedras, Zona Oeste do Rio de Janeiro/RJ. No episódio, um dos PMs exercia a função de segurança de Taillon, sendo ambos abordados no interior do blindado veículo Corola, modelo Cross, cor branca. Importa destacar que no dia dos fatos, o sargento se encontrava escalado no serviço deauxiliar da 3a seção (P3) do 23o BPM, no horário compreendido entre 09h às 18h, tendo solicitado ao seu superior, dispensa para se ausentar do serviço para fins de conduzir a sua genitora a consulta médica. O PM na companhia de um sargento reformado do exército brasileiro, conduzia o automóvel Nissan, modelo Sentra, cor preta, com o objetivo de realizar escolta. Em depoimento, um policial que atuou na ocorrência afirmou que o alvo era Taillon. Foi recebida a informação de que el poderia sair em um corola Cross branco Diante disso, duas viaturas foram acompanhar os veículos, aguardando o momento mais seguro para identificação e abordagem do alvo principal;Os veículos pararam juntos em uma área comercial, no Centro Metropolitano, na Barra da Tijuca, com três homens ao lado dos carros. Foi realizada a abordagem dos dois veículos. Taillon era o carona e o motorista era o PM lotado no 23º Batalhão. Após a abordagem do Sentra pela outra equipe policial, observou dois homens negros saírem deste veículo. Estes eram o militar do Exército e um cabo da PMERJ lotado na Ajudância Geral do QG PMERJ. Os três estavam armados e Informaram que realizavam a escolta e segurança pessoal de Taillon, Os três suspeitos foram levados para a Delegacia de Entorpecentes (DRE) para apreciação do flagrante Por conseguinte, os agentes estatais foram conduzidos a Unidade Prisional da PMERJonde permaneceram acautelados até a data de 09 de janeiro de 2024. No interrogatório prestado a Polícia Federal, um dos PMs, acusado informou que na ocasião, realizava a segurança de Taillon e que este o procurou após o incidente envolvendo os médicos assassinados na Barra da Tijuca. Vale recordar que um dos médicos foi executado na madrugada do dia 05 de outubro de 2023, após ser confundido com Taillon. O policial militar acrescentou que Taillon lhe informou não possuir mais vínculo com a milícia de Rio das Pedras e que realizava a segurança dele semanalmente, nos deslocamentos pela Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. Na sede da PF, o PM se calou, Depois, ele negou qualquer envolvimento com grupo paramilitar e acrescentou que não conduziu a sua mãe a consulta médica pois a sua ex-esposa já havia feito,. Disse que no dia dia 31 de outubro de 2023, o declarante solicitou ao chefe […], para ser dispensado às 12 horas do serviço de expediente do 23o BPM, pois precisava levar sua genitora a uma consulta marcada no dentista, na clínica do SUS, situada na Trav. Dona Joaquina no Centro de Belford Roxo; que ao chegar em casa sua mãe não se encontrava e foi avisado pela sua ex-esposa que a mesma a levara na consulta; que por volta das 13 horas, via telefone, foi solicitado por Taillon se o declarante poderia acompanhá-lo ao Centro Comercial Metropolitano na Barra da Tijuca e também pediu mais um motorista para conduzir o outro veículo: que mediante a fato o declarante chamou outro PM para dirigir o veículo; ao chegarem no condomínio de Taillon, na Barra da Tijuca, o mesmo disse que iriam ao Centro Comercial Metropolitano para ir pegar um exame médico e posterior talvez iriam para outro lugar no mesmo bairro; que ao saírem do centro comercial foram abordados por policiais federais, onde prontamente o declarante se identificou e aguardou saber o que estava ocorrendo; que após a abordagem todos foram conduzidos à delegacia federal na Praça Mauá, onde os policiais disseram ao declarante que estava sendo conduzido à delegacia somente para prestar esclarecimentos; ao chegar a delegacia o declarante prestou as devidas informações e posteriormente conduzido à UP:PMERJ, semao menos ter total esclarecimento de o por quê estar sendo preso; que dois meses após sua prisão, o declarante foi posto em liberdade pois o Ministério Público e o juiz do processo viram que o declarante e o outro PM não tinham nada a haver com qualquer ilícito penal, fato este que no dia 13 de fevereiro de 2024, o Juiz determinou o arquivamento definitivo do processo 0132624- 05.2023.8.19.0001, esclarece ainda que não houve qualquer audiência no processo judicial, pois foi vislumbrado que o declarante não possui qualquer vínculo com grupo paramilitar. O cabo preso disse que on dia dos fatos se encontrava de folga quando recebeu um telefonema do colega para ver se estava disponível para dirigir um veículo para acompanhar um empresário e que o Sargento também estaria acompanhando o empresário; que o declarante concordou e foi ao encontro do colega de farda em um condomínio na Barra da Tijuca, que o empresário foi apresentado ao declarante e foidito que o declarante iria conduzir a esposa do empresário, mas antes iriam ao Centro Empresarial Metropolitano na Barra da Tijuca e posterior iria conduzir a esposa do empresário, contudo, após o empresário sair do centro empresarial, policiais federais abordaram o empresário e seus ocupantes, disseram que estavam cumprindo mandado de prisão contra aquele empresário e posterior foram todos conduzidos à delegacia da Polícia Federal; na delegacia, após transcorrido um longo tempo, foi dito ao declarante que iria ser autuado e preso; que o declarante não soube por qual o motivo estava sendo preso,somente após ser informado pelo advogado que se apresentou na Delegacia; que após cerca de dois meses o declarante foi posto em liberdade por determinação judicial e no dia 13 de fevereiro de 2024, o Juiz determinou o arquivamento definitivo do processo 0132624-05.2023.8.19.0001, pois foi constatado pela justiça que o declarante não possui qualquer ligação com o que estava sendo apurado pela

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de extorquir em R$ 1.500 motorista que estava com a CNH vencida. Agentes ainda foram acusados de ameaçar de morte a vítima e seus amigos., além de agredir um deles

Dois PMs estão sendo submetidos a conselho disciplinar que pode levá-los a expulsão dos quadros da corporação suspeitos de ter exigido indevidamente a quantia de R$ 1.500,00 (mil reais) de um cidadão abordado, sob a justificativa de que este se encontrava com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida. A vítima também relatou ter sido submetida a agressões físicas e ameaças durante a abordagem, circunstâncias que, em tese, configuram o crime de extorsão, dentre outras possíveis infrações penais e disciplinares. O fato ocorreu em maio do ano passado na Rua Francisco Eugênio, em São Cristóvão. Segundo os autos, os PMs abordaram um veículo conduzido por civil e, após exigirempagamento em espécie sob ameaça e violência, conduziram as vítimas até o Posto de Gasolina Ipiranga, localizado na Rua Francisco Eugênio, onde receberam o valor extorquido. Durante o deslocamento, os três foram abordados por dois policiais militares emmotocicletas da PMERJ, os quais não exibiam identificação visível nos uniformes e encontravam-se com s Câmeras Operacionais Portáteis (COPs) aparentemente desligadas, uma vez que não se observava o cionamento do LED vermelho, indicador de funcionamento regular do equipamento. Segundo as declarações prestadas pelas vítimas à 1a DPJM, os policiais militares ordenaram a parada do veículo e solicitaram a documentação do condutor e do automóvel. Após verificarem que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do motorista encontrava-se vencida, os militares passaram a ameaçar os ocupantes do carro, afirmando que todos seriam conduzidos à delegacia e que seriam “prejudicados” caso não cooperassem. Em determinado momento, um dos PMs separou o motorista dos demais e o chamou para conversar em local mais afastado, ocasião em que lhe propôs “resolver a situação de outra forma”, mediante o pagamento da quantia de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais). Diante da negativa do motorista, que informou não possuir tal valor naquele momento, o militar teria concedido o prazo de cinco minutos para que ele conseguisse o montante junto aos seus pais, sob pena de ser imediatamente conduzido, de forma coercitiva, à delegacia. Enquanto a vítima tentava contato com sua mãe para solicitar ajuda financeira, seu amigo que se encontrava no banco traseiro do veículo, realizou o registro fotográfico da motocicleta de um dos policiais militares. Ao perceber a ação, o outro policial aproximou-se de forma agressiva, passou a insultar o rapaz, chamando-o de “filho da p…”, e o questionou, em tom intimidador, sobre o motivo da fotografia. Na sequência, proferiu a ameaça: “Se fosse um lugar mais isolado, matava os trêsagora”, e, imediatamente, desferiu dois tapas no rosto da vítima, empurrando-a contra o interior do veículo, o que ocasionou a colisão de sua cabeça contra o vidro traseiro. A violência empregada resultou em lesão timpânica no ouvido esquerdo do rapaz fato posteriormente atestado por laudo médico emitido pels da Unidade de Saúde CF Maria Sebastiana de Oliveira (SMS). O putro PM passou a reforçar a conduta do colega, exigindo que as imagens registradas pelo rapaz fossem imediatamente apagadas, sob ameaça de quebrar o aparelho celular caso a ordem não fosse cumprida. Diante do fato de a bateria do celular estar descarregada, o motorista colocou o aparelho para carregar no interior do veículo, utilizando a tomada de energia do automóvel. Assim que o telefone foi ligado, foi entregue a um dos PMs, que, de forma deliberada, acessou a galeria de imagens, apagou os arquivos ali armazenados e, em seguida, esvaziou a lixeira, com o objetivo de eliminar qualquer prova que pudesse comprometer a atuação da dupla. Durante esse tempo, os policiais ordenaram que o motorista os acompanhasse com seu veículo até um posto de combustível, a fim de realizar o saque do valor que havia conseguido com o apoio de sua família. Antes da partida, um dos PMs reforçou a ameaça, afirmando que, caso tentassem fugir, seriam perseguidos e mortos. Diante do receio gerado pelas intimidações, o grupo seguiu os policiais até o Posto de Gasolina Ipiranga, localizado na Rua Francisco Eugênio, no 349, no mesmo bairro. No posto, os policiais estacionaram as motocicletas em uma área mais reservada do pátio,enquanto o motorista se dirigiu à loja de conveniência, onde havia um caixa eletrônico 24 horas. Comprovantes bancários anexados aos autos demonstram que, às 19h15min53s daquele dia, foi realizada uma transferência da conta de sua mãe para a conta do motorista, mantida no banco digital Nubank. Em seguida, às 19h19min35s, o motorista transferiu o valor recebido para sua conta no Banco Inter, da qual efetuou três saques de R$ 100,00 (cem reais) cada, totalizando R$ 300,00 (trezentos reais) — embora, conforme relatado, ele acreditasse inicialmente ter sacado R$ 500,00 (quinhentos reais), em razão do nervosismo e da rapidez com que precisou realizar a operação. As imagens captadas pelo circuito externo do posto de combustível analisadas pela 1a DPJM, confirmam integralmente a movimentação descrita pelas vítimas. Às 19h20min18s, as duas motocicletas da PMERJ adentram o pátio do posto. Poucos segundos depois, às 19h20min24s, o veículo das vítimas surge nas imagens seguindo as motocicletas e estacionando nas proximidades. Às 19h26min24s, o motorista foi visto saindo da loja de conveniência e atravessando o pátio em direção aos policiais. Às 19h27min11s, as câmeras registram o momento do encontro entre o motorista e os dois militares, ocasião em que, segundo os relatos, o valor exigido foi entregue, oculto entre os documentos do veículo, conforme orientação prévia dos próprios policiais. Um dos PMs recebeu o envelope e imediatamente guardou o dinheiro no bolso. Após a entrega do valor, as motocicletas dos policiais deixaram o posto às 19h28min13s e,dezenove segundos depois, às 19h28min32s, o veículo ocupado pelas vítimas também saiu do local. Na sequência, um dos PMs teria proferido nova ameaça, afirmando que, caso voltassem a encontrá-los naquela região, “mataria os três”. Segundo a PM, os envolvidos olvidaram os ensinamentos ministrados no curso de formação, demonstrando comportamento atentatório ao sentimento do dever, à honra pessoal, ao pundonor militar e ao decoro da classe, servindo como exemplo negativo aos seus pares. Trata-se de um ato transgressivo de natureza grave, caracterizado pela audácia da conduta, que evidencia o uso da

PM foi assassinado em Guapimirim

Um policial militar foi assassinado em Guapimirim , na Baixada Fluminense. De acordo com relatos, Uilliam de Oliveira, de 44 anos, vinha combatendo o crime com intensidade na região. Os criminosos o seguiram até em casa após o fim do turno de serviço e, em seguida, efetuaram vários disparos contra a vítima. A principal suspeita é de que o crime tenha sido uma retaliação pela prisão de integrantes do mesmo grupo ocorrida na madrugada de hoje. Ao menos três bandidos teriam participado da ação e são ligados ao Comando Vermelho. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

PM reagiu a assalto, matou dois bandidos mas foi baleado

Um policial militar reagiu a um assalto e matou os dois assaltantes oriundos da comunidade do Gogó de Guadalupe. O agente foi baleado no.abdômen e virilha. O PM foi levado ao Hospital Estadual Carlos Chagas (HECC), onde passou por cirurgia. Seu estado de saúde não foi informado . A mulher do policial também teria sido atingida, mas ainda não há detalhes sobre seu quadro. A Delegacia de Homicídios da Capital (DH Capital) investiga o caso. FONTE: informações do jornalista Bruno Assunção

PM informou que operação no Catete era para impedir invasão de traficantes mas não tomou cuidados, diz MP

O Ministerio Público Estadual do Rio informou ter recebido da PM que a operação ocorrida no último sábado que deixou um jovem morto e cinco feridos no Morro Santo Amaro, no Catete se destinaria a impedir a invasão de traficantes na comunidade mas que não foi precedida das cautelas devidas e necessárias. ” Ou, então, há outra motivação até então ignorada, mas que precisa ser elucidada. Estava em curso no local uma festa junina, com centenas de pessoas festejando pacificamente, quando houve essa incursão. Isso contraria todo e qualquer procedimento de atuação da Polícia Militar, o que é reconhecido pela própria corporação”, ressaltou a Promotoria. . O Ministério Público instaurou, nesta segunda-feira (08/06), Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para apurar os fatos decorrentes da operação policial na Comunidade Santo Amaro. Nas primeiras horas da manhã de sábado, o procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, movimentou as estruturas institucionais para realizar uma investigação paralela às da Polícia Militar e da Polícia Civil. Um perito e três técnicos periciais estiveram no Instituto Médico Legal (IML) para uma perícia independente no corpo da vítima, utilizando um scanner com recursos digitais avançados. O MPRJ aguarda o envio imagens das câmeras corporais dos PMs que estiveram na comunidade para auxiliar nas investigações. FONTE: MPRJ

Leia nota oficial da PMERJ sobre o afastamento de policiais após o episódio no Catete

A PMERJ informa que, tendo em vista os desdobramentos da ação na Comunidade do Santo Amaro, no Catete, na madrugada do último sábado (7/6), o Secretário de Estado de Polícia Militar exonerou do cargo, os comandantes do Comando de Operações Policiais Especiais (COE) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), bem como afastou preventivamente do serviço nas ruas, até o esclarecimento dos fatos, os policiais envolvidos na ação. A Corregedoria Geral da SEPM vem atuando desde que tomou conhecimento dos fatos e que os policiais que participaram da operação já foram ouvidos, bem como as armas utilizadas na ação também já foram disponibilizadas à perícia. A SEPM segue colaborando integralmente com as investigações e reitera seu total compromisso com a transparência e elucidação dos fatos. Na tarde deste domingo (8), moradores da comunidade de Santo Amaro, no Catete, zona sul do Rio de Janeiro, saíram às ruas em protesto pela morte de um jovem durante uma operação policial realizada na último sábado (7). Durante o protesto, um homem fez disparos para o alto assustando as pessoas. FONTE: PMERJ

Cláudio Castro mandou afastar quem autorizou desastrada operação no Catete. Comandante do BOPE caiu

O governador do Rio, Cláudio Castro, mandou afastar imediatamente os responsáveis por autorizar a desastrada operação policial. no Morro do Santo Amato, no Catete, na madrugada de ontem em meio a realização de uma festa junina. Os comandantes do BOPE e do COE foran exonerads e 12 PMs ficaram de fora dos serviços de rua. A ação deixou um jovem inocente morto e cinco pessoas baleadas. A decisão foi tomada após ele se reunir com secretários da PM e de Segurança. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) expediu ofícios aos comandos das secretarias de Estado de Polícia Militar e de Polícia Civil solicitando medidas para garantir a apuração dos fatos relacionados à operação policial realizada na Comunidade Santo Amaro, no Catete, nesta sexta-feira (06/06), que resultou na morte de um jovem. À Polícia Militar foi requisitada a preservação das imagens das câmeras corporais utilizadas na ação. À Corregedoria da PM, o Ministério Público pediu esclarecimentos sobre os objetivos, procedimentos e impactos da operação, além do envio de todo o material coletado, incluindo registros audiovisuais. Já à Polícia Civil, foi solicitado o acesso de peritos do MPRJ ao Instituto Médico-Legal para acompanhar os exames de necropsia da vítima.   Os peritos do MPRJ estiveram no IML no início da tarde deste sábado (07/06) e realizaram a perícia independente no corpo da vítima. A iniciativa foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, com o objetivo de garantir uma apuração técnica isenta, paralela à perícia oficial. Peritos legistas do MPRJ realizaram escaneamentos tridimensionais para mapear com precisão os vestígios e lesões, utilizando recursos digitais avançados que permitem a elaboração de laudos interativos para que se possa configurar a dinâmica dos fatos. O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) está em contato com as Polícias Militar e Civil, para obter mais informações sobre o ocorrido. Foram solicitadas imagens das câmeras corporais dos policiais militares que estiveram no Morro Santo Amaro para auxiliar nas investigações. A população pode falar com o GAESP/MPRJ através do número 127 ou pelo e-mail: gaesp.plantao@mprj.mp.br. O Núcleo de Apoio às Vítimas (NAV/MPRJ), formado por uma equipe multidisciplinar, está em contato com familiares e vítimas sobreviventes. FONTE: Twitter oficial do governador e MPRJ

Um dos chefões do tráfico capixaba foi preso na Região dos Lagos

Uma operação conjunta entre o 25º Batalhão de Polícia Militar (Cabo Frio) e o serviço de inteligência do 3º BPM do Espírito Santo resultou na prisão de uma das maiores lideranças do tráfico de drogas do estado capixaba A ação contou ainda com o apoio da equipe de monitoramento da Prefeitura de Iguaba Grande, na Região dos Lagos. O acusado, conhecido como “Geno do Guaçuí”, era apontado como responsável por uma refinaria de drogas especializada na produção de cocaína e crack, que abastecia parte significativa do Espírito Santo. Além do envolvimento com o tráfico, Geno também responde por diversos homicídios e vinha sendo monitorado pelas autoridades. A inteligência policial apurou que ele havia fugido para Iguaba Grande com o objetivo de se esconder e expandir seus negócios ilícitos na Região dos Lagos. O criminoso foi encaminhado para a delegacia de polícia e ficará à disposição da Justiça. FONTE: RO em Foco (Facebook)

Três milicianos foram presos com fuzil em Campo Grande. Um deles é um dos mais antigos da quadrilha

Três milicianos foram presos durante patrulhamento do 40° BPM na comunidade do Barbante, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Segundo informações, entre os presos está o miliciano Sassá, frente do Cesarão, em Santa Cruz, e um dos mais antigos da maior milícia carioca. Foram apreendidos um fuzil, três pistolas e outros materiais apreendidos. FONTE: PMERJ

PM do BOPE foi morto em briga de trânsito em Bangu

Um policial do BOPE foi morto na noite de ontem (6) na Estrada da Cancela Preta, em Bangu, Zona Oeste do Rio. As primeiras informações indicam que o sargento Otávio de Almeida Justa se envolveu em uma briga de trânsito e acabou sendo atingido por um disparo na região do abdômen O policial foi socorrido por colegas de farda e levado em estado grave para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo.e segundo informações não teria resistido aos ferimentos. Veja o relato da ocorrência A equipe de GAT 2 foi acionada por popular , informando que uma pessoa havia sido baleada após uma briga de trânsito, esta equipe chegando no local juntamente com o setor hotel, foi encontrado ao solo um indivíduo que foi identificado ser policial militar 1° SGT 73403 Otávio de Almeida justa. Logo que constatou essa informação, a equipe colocou o policial na VTR e levou para o hospital Albert, deu entrada com parada cardíaca, mas foi reanimado pela equipe médica e posteriormente iria subir para cirurgia. A ocorrência ficou a cargo do setor HotelSegundo informaçoes nao resistiu. FONTE: Bangu ao vivo (Instagram)

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