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PMERJ

PM usou arma da corporação para balear homem durante briga em bar em Bangu. Teve preventiva decretada

Um PM teve a prisão preventiva decretada hoje suspeito de atirar em um homem em um bar, em Bangu; Narra a ocorrência policial que o policial, em tese, em um bar em Bangu, sacou sua arma de fogo, uma pistola Beretta APX 9mm,, de uso da PMERJ, e efetuou um disparo em direção à vítima, tendo se afastado logo em seguida. Consta do registro de ocorrência que o policial narrou que teria tentado apartar a briga de seu amigo com a vítima, de modo que esta última lhe deu um soco e ele revidou com o disparo de arma de fogo. Alegou, também, que a vítima teria ameaçado seu amigo de morte. Segundo a Justiça, existe o risco provocado pela manutenção do indiciado em liberdade, está igualmente presente, porque o custodiado causou lesões por disparos de arma de fogo em face da vítima, por motivo aparentemente banal, em local público, com a arma de fogo da corporação, o que denota que não teme por punições. No mais, as testemunhas e a vítima ainda não foram ouvidas em sede judicial, de modo que a manutenção do custodiado em prisão cautelar assegura a integridade daquelas que poderão temer por sua vida e deixar de apresentar o testemunho com a verdade dos fatos caso o custodiado esteja em liberdade.

Fim de semana de calor e sol teve arrastões em praias da Zona Sul do Rio e PM apreendeu mais de cem menores de idade

‘A PM informou que apreendeu mais cem menores de idade envolvidos em delitos cometidos na orla da Zona Sul do Rio de Janeiro durante o fim de semana. Segundo a corporação, diante da possibilidade de elevação das temperaturas na Capital, o que aumenta a procura pelas praias da orla do Rio de Janeiro, foi preparado um amplo esquema de segurança nos moldes da Operação Verão. No final da tarde deste sábado (23/08), agentes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) abordaram um coletivo que retornava da Praia de Copacabana. Na ação, mais de 100 adolescentes foram conduzidos à delegacia por estarem praticando atos infracionais, análogos aos crimes de furto e depredação de patrimônio privado. Equipes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECOM) reforçaram a segurança nas principais vias dos bairros de Copacabana, Ipanema e também na região do Arpoador. Ao longo dessas vias, os ônibus que seguiam em direção à orla foram monitorados e, quando constatadas ações que pudessem colocar em risco a segurança no transporte público, foram devidamente interceptados. Além disso, houve operações nos terminais de ônibus e nas estações do Metrô. Na tarde do último domingo (24/08), policiais militares do 2º BPM (Botafogo) apreenderam 16 aparelhos de telefone celular roubados, durante abordagem a passageiros de um ônibus que trafegava pela região de Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. De acordo com o comando da unidade, a ação ocorreu nas proximidades do Viaduto Santiago Dantas. A abordagem, que integra o protocolo da Operação Praia, teve como objetivo reprimir casos de roubos, furtos e depredação em coletivos que retornavam das praias da Zona Sul em direção ao Centro da cidade. Ao todo, 61 indivíduos foram revistados pelos agentes, sendo 17 adultos e 44 menores de idade. Durante a fiscalização, os policiais encontraram uma mochila contendo 16 aparelhos de telefone celular, além de uma faca. Após verificação, foi constatado que a mochila pertencia a um grupo formado por dois maiores de idade e um menor. O trio foi encaminhado à 10ª DP (Botafogo), onde se confirmou que três dos celulares apreendidos estavam bloqueados por restrição de segurança em decorrência de roubo ou furto. Diante dos fatos, os dois maiores de idade permaneceram presos, enquanto o menor foi apreendido. A ação teve como objetivo garantir a segurança e o acesso às praias por parte de cariocas e turistas presentes na orla das zonas Norte e Oeste da Capital Fluminense. A operação contou com o apoio de unidades do 1º Comando de Policiamento de Área (1º CPA), além dos batalhões subordinados ao Comando de Policiamento Especializado (CPE) e ao Comando de Operações Especiais (COE).

Mulheres bêbadas foram presas após furarem barreira em rodovia de Cabo Frio montada após acidente com duas mortes. Elas passaram por cima dos corpos e quase atropelaram policiais

Na madrugada desta segunda (25), duas mulheres embriagadas em um Celta furaram a barreira montada no local do acidente fatal que deixou 2 mortos e 2 feridos, em Cabo Frio. O carro invadiu a área isolada e chegou a passar por cima dos corpos que estavam no asfalto. No local, estavam equipes da perícia, policiais do CPRv, guardas municipais e o jornalista Glauber Ribeiro, do RLagos Notícias, que quase foi atropelado junto com os agentes.. Profissionais precisaram se jogar ao chão para escapar do carro desgovernado. As motoristas foram presas em flagrante e levadas para a 126ª DP (Cabo Frio). Elas vão responder por embriaguez ao volante, tentativa de homicídio e atentado contra a vida. A motorista acabou pagando fiança de R$ 3 mil e foi solta.

Mulher foi atingida por bala perdida durante confronto entre PMs e bandidos no Chapadão (CV)

Uma mulher foi atingida por bala perdida durante confronto entre PMs e traficantes do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, no último fim de semana. . A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na madrugada de sábado (23/08), segundo o comando do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE),  equipes da unidade realizaram uma ação na comunidade do Complexo do Chapadão, em Costa Barros, Zona Norte do Rio de Janeiro, com o objetivo de reprimir a atuação de criminosos envolvidos em disputas territoriais. Segundo os policiais que atuaram, as equipes foram recebidas a tiros por um grupo de criminosos armados e não houve disparos por parte dos militares. Posteriormente, os policiais foram informados de que uma mulher havia sido ferida nas proximidades da Rua Fernando Lobo. Imediatamente, uma equipe foi deslocada até o local indicado para prestar os primeiros socorros à vítima, onde foi alvo, novamente, de disparos, os agentes reagiram, e houve troca de tiros. Os criminosos fugiram para o interior da comunidade. Os policiais prestaram os primeiros socorros e encaminharam a mulher ao Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes.

Bandidões do Mato Grosso foram presos em um hotel em Copacabana

A Polícia Militar efetuou a prisão de três homens considerados foragidos da Justiça do estado do Mato Grosso, no Centro-Oeste do país e que mantinham relações com traficantes da principal facção criminosa do Rio de Janeiro, o.Comando.Vermelho. De acordo com agentes da Subsecretaria de Inteligênci, o trio foi capturado em um hotel no bairro de Copacabana, onde alugaram um quarto em uma plataforma de aluguel de imóveis pela internet. O trio foi capturado no momento em que retornava da praia. Entre os presos está um dos líderes responsáveis por participar do plano, que organizou uma fuga em massa ocorrida  no Centro de Reabilitação Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, em Mato Grosso. As investigações apontam que, mesmo de longe, os criminosos continuavam comandando ações criminosas no Centro-Oeste do país. No momento da prisão, um dos detidos quebrou o próprio telefone celular para tentar impedir o acesso da polícia a provas que estariam armazenadas no aparelho. No momento da prisão, um dos detidos quebrou o próprio telefone celular para tentar impedir o acesso da polícia a provas que estariam armazenadas no aparelho.Os três homens tinham ligação com a principal facção criminosa do estado do Rio de Janeiro. Após a prisão, os criminosos foram conduzidos à 12ª DP (Copacabana), onde a ocorrência foi apresentada.

Traficante do CV que a Justiça liberou para passar Dia dos Pais em casa e não voltou planejou ataques a repartições públicas no Rio como UPP, UPA e Restaurante Popular e atirava em policiais gritando. “Vai morrer”

A Justiça do Rio concedeu benefício de visita periódica ao lar a um traficante que praticava ações covardes e de extrema violência na Cidade de Deus, levando terror a comunidade. Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, chegou a mandar em certa ocasião seus subordinados a atacarem a UPP, uma UPA e um Restaurante Popular e interromper o trânsito na região. “Quando uma criança foi baleada no interior da escola, Sardinha determinou a Serrote, que que repartições públicas fossem batacadas pelos traficantes”, diz uma investigação. Sardinha está no crime desde agosto de 1996. Ele foi flagrado em uma escuta dizendo que perseguiu policiais quando estava armado. Policiais o reconheceram uma vez como sendo autor de disparos contra eles. Em um dos fatos, ele estava em uma moto e atirou em direção a guarnição, gritando: “ vai morrer na UPP Sardinha andava sempre cheio de seguranças fortemente armados e usava colete balístico. Sardinha era o líder do tráfico na Quadra 15 no Complexo da CDD sendo rsponsável pelos pontos de venda naquela área mesmo depois de ter sido preso, cabia as tarefas de planejar, organizar e distribuir a compra e venda de entorpecentes, armamentos e munição, cooptar integrantes para a associação criminosa, visando manter ne operacionalizar a traficância local,

Traficantes voltaram a atacar PMs na Pedreira (TCP). Quatro foram presos e um ferido

Traficantes voltaram a atacar policiais militares no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, no final da tarde e início da noite de hoje Ppoliciais militares 41ºBPM realizam uma ação no Complexo da Pedreira. De acordo com os policiais, as equipes foram atacadas a tiros. Após levantamento de dados de inteligência, os agentes encontraram um local utilizado como desmanche de veículos roubados, onde foram recuperadas duas  vans roubadas hoje. Além disso, uma réplica de pistola e um bloqueador de sinal também foram apreendidos. Quatro suspeitos foram encaminhados para a delegacia.  Na ação, um indivíduo foi ferido. Ocorrência em andamento na 31ªDP.

PM foi morto em confronto em Barra Mansa

Um PM foi morto na noite de ontem durante uma operação em Barra Mansa, no Sul Fluminense. Ele foi identificado como o soldado Felipe dos Santos Amaral, 32. Ele foi atingido por disparos de fuzil durante confronto com criminosos fortemente armados. O policial chegou a ser socorrido para a Santa Casa de Misericórdia de Barra Mansa, mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi baleado ao menos cinco vezes. Na mesma ação, morreu um homem de 42 anos apontado como um dos chefes do crime organizado na região. Informações de inteligência indicam que ele preparava, com outros dez suspeitos, um ataque contra uma facção rival. Ele havia sido beneficiado recentemente por uma saidinha e não retornou à cadeia. Dois adolescentes foram apreendidos e quatro homens presos. Outros três conseguiram fugir. Entre os materiais apreendidos estavam uma granada, duas pistolas, dois revólveres, uma réplica de pistola, três carregadores, 12 celulares e 90 munições.

Depois de sete anos do crime, PM envolvido em sequestro foi expulso da corporação

Depois de sete anos, o sargento PM Drago foi expulso da corporação depois de ser acusado de um sequestro de duas pessoas em Nova Iguaçu.Segundo as investigações da época, Drago e um comparsa também PM sequestraram as vítimas A e C, com o fim de obter vantagem econômica como condição ou preço do resgate. O crime foi cometido mediante a restrição da liberdade das vítimas, que em primeiro mo-mento, foram conduzidas a Nova Iguaçu e posteriormente, a vítima C foi conduzida para Mangaratiba -RJ, permanecendo nesses cativeiros como condição necessária para a obtenção da vantagem econômica. Consta dos autos que, na data citada, as vítimas estavam no interior da garagem do Apart Hotel Mont Blanc, momento em que foram arrebatadas e levadas ao local do primeiro cativeiro, localizado na Rua José Antônio de Arruda Câmara, Nova Iguaçu, onde permaneceram por cerca de 8h/9h. A foi libertado para que pudesse conseguir o valor exigido a título de resgate, à medida que C ainda permaneceu em poder dos extorsionários por mais de vinte e quatro horas, sendo levada para outro cativeiro na localidade de Mangaratiba, na Rua Projetada “A” n.o 51 – Nova Mangaratiba. Após o pagamento do valor de R$ 60.000,00 em espécie, a vítima foi libertada, sendo deixada em Itaguaí no final do dia 31 de julho de 2018.Drago na qualidade de extorsionário sequestrou as vítimas, participando da escolha do primeiro cativeiro e estando presente no local do segundo cativeiro, privando a vítima de sua liberdade, praticando atos essenciais para consumação do delito. Após investigações realizadas pela autoridade policial da Delegacia Antissequestro (DAS),por intermédio do Inquérito Policial n.o 907-00058/2018, constatou-se o envolvimento dos po-liciais na empreitada criminosa. Outro PM suspeito de participar do caso foi absolvido pela Justiça e considerado apto a permanecer na corporação

PMs envolvidos com o ‘Novo Escritório do Crime’ estão na bola para sererm expulsos da corporação

Dois PMs estão sendo submetidos a conselho de disciplina que pode levá-los a expusão da corporação após serem denunciados pelo MPRJ pelo crime de organização criminosa, sequestro e cárcere privado e comércio de armas de fogo. Eles estão envolvidos em um grupo de extermínio cuja clientela seria composta por personagens ligados à atividade de contravenção e milícia no Estado do Rio de Janei-ro, em especial a organização criminosa denominada “O novo escritório do crime”. O grupo realizava a vigilãncia, levantamento de dados e o monitoramento das vítimas, resultando na execução sumária destas “em plena luz do dia”, mediante múltiplosdisparos de arma de fogo. Por conseguinte, os executores recebem valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. O bando agiu a mando da quadrilha do contraventor Rogério de Andrade. Eles recebiam valores em dinheiro ajustados com os mandantes das execuções. A investigação revelou que a execução das vítimas da organização criminosa ocorre no modus operandi. Exemplo impactante de um dos delitos brutais de homicídio. Um deles foi de Fábio Romulado Mendes, ocorrido em 29SET2021, por volta das 09h, na Estrada dos Bandeirantes, bairro Vargem Pequena, A execução de Fábio foi encomendada pelo miliciano Batata que pagou ao PM Bruno Esquilo, um dos que poderão ser expulso, além de Papa e Rodriguinho. para que estes efetuassem o trabalho de planejamento, levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima a fim de que não houvesse falha na empreitada criminosa, o que consequentemente, culminou com a consumação do crime. Uma testemunha afirmou que Bruno Esquilo é responsável pela segurança na localidade conhecida como Caixa D‟Água em Padre Miguel e disse que o grupo era comandado por Rogério Andrade e tem como chefe um dirigente da Mocidade Independente de Padre Miguel, seguido por Batata, seu braço-direito e depois Bruno Esquilo, depois Papa, Muniz e Vitinho. A testemunha disse que uma semana após o crime ouviu uma conversa de Esquilo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata, ambos falavam sobre a dificuldade de executar o crime, tendo em vista que Fábio andava de veículo blindado, e, por isso, seria preciso usar um fuzil de calibre 7,62 e que na Estrada dos Bandeirantes. Depois do crime, Bruno ficou sumido por um tempo e quando voltou, disse que ele e os comparsas tinham pego o cara. Além disso, antes do crime Bruno estava sem dinheiro e depois do crime, o policial apareceu com muito dinheiro; Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, Constam, ainda, os indícios da participação de Esquilo na morte no nacional Neri Peres Júnior no dia no dia 04OUT2021, por volta das 12h50min, na Avenida do Canal, bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. Restou apontado que a execução de Neri foi encomendada por Batata ”, que remunerou o militar com vistas ao levantamento de dados, monitoramento e execução da vítima, Convém esclarecer, que a atuação do grupo criminoso em comento, não se limitava à prática de homicídios, sendo constatada também a prática da atividade de comércio ilegal de arma de fogo. O outro PM vulgo Briggs ers o responsável pelo fornecimento de arma de fogo e de munições de calibre restrito ao grupo criminoso, O Novo Escritório do Crime. Esquilo negociou a compra de armas de fogo, munições e carregadores. Os PMs também fizeram fraude para recebimento de valor de seguro e recebimento de pagamento mensal da milícia de Curicica, liderada por André Boto. Urge salientar que os materiais bélicos adquiridos pela organização criminosa são oriundosde apreensões realizadas pela Polícia Militar, do PM, utilizando-se da corporação e de suas funções institucionais em benefício próprio e de seus comparsas, desviavam os materiais apreendidos com o fito de alimentar belicamente a organização criminosa. Foi captada uma conversa de Esquilo e Boto, que entre os dias 28 e 29 de agosto de 2021 sequestraram um homem As conversas apontam que a vítima foi libertada por ser conhecida na região e, possivelmente por ter contato com outros criminosos, razão pelaqual a manutenção do seu cárcere poderia causar problemas à malta em razão de eventuais atritos com outras organizações criminosas. A execução do sequestro da vítima foi perpetrada por Esquilo com auxílio de Boto e de Vitinho Fubá. As investigações apontam que as tratativas para compra de armas de fogo se deram inicialmente entre Esquilo e o falecido milciiano Playboy da Curicica. Foi o miliciano que encaminhou ao PM o contato de Briggs à época lotado no 14o BPM, com quem ele passou a negociar, em benefício da organização criminosa, armas, carregadores e munições, armamentos desviados de operações policiais.

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