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Durante cerco, PMs foram atacados na Gamboa, houve confronto e bandido ficou ferido

PMs montaram um cerco para na noite de ontem para deter um veículo que fugiu de uma abordagem na região da Gamboa, na Zona Portuária do Rio Na ação, os policiais foram atacados por criminosos do Morro da Providência e houve confronto. Os suspeitos colidiram o veículo e, cessados os disparos, os militares socorreram um bandido com mandado de prisão em aberto para o Hospital Souza Aguiar. Com ele, foi apreendido um simulacro de arma de fogo. Cabe ressaltar que o suspeito possui quatro anotações criminais. FONTE: PMERJ

PM apreendeu dois fuzis com suspeitos que saíam da Maré (TCP)

Com base em dados de inteligência, policiais do 22BPM realizaram, nesta segunda (06/10), uma ação voltada à atuação de criminosos no Complexo da Maré. Durante a operação, os agentes abordaram um veículo que deixava a comunidade da Baixa do Sapateiro, acessando a Avenida Brasil. Dois ocupantes apresentaram informações contraditórias, o que levou a equipe a conduzi-los à 21ª DP. Durante a revista minuciosa no veículo, foram encontrados dois fuzis cal. 5.56 escondidos na tampa do porta-malas, resultando em uma importante apreensão de armamento de guerra. FONTE: PMERJ

PM que comandou roubos em casa no Complexo do Alemão (CV) foi preso

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou e obteve a prisão preventiva do cabo da Polícia Militar Leandro Silva Pereira dos Santos, acusado pelos crimes de violação de domicílio, roubo qualificado, constrangimento ilegal e dano simples. Segundo a investigação, os ilícitos foram cometidos durante uma operação policial realizada em janeiro deste ano, na comunidade do Complexo do Alemão, em Ramos, na Zona Norte da capital.  A denúncia relata que Leandro e policiais militares ainda não identificados entraram de maneira clandestina em uma residência do Complexo do Alemão, em 15 de janeiro de 2025, por volta das 05h20, durante uma operação policial que estava sendo realizada no local, constrangendo os moradores e impedindo que deixassem o local.  Ainda segundo o documento protocolado junto à Auditoria da Justiça Militar, o policial destruiu uma câmera de monitoramento instalada na residência, roubou camisas, perfumes, uma luva tática e ainda impediu um dos moradores de filmar a ação. As imagens gravadas pela câmera operacional portátil acoplada à farda de Leandro confirmam os ilícitos.  Leandro foi denunciado por roubo qualificado, que prevê pena de prisão de quatro a 15 anos, podendo ser aumentada em até um terço se a violência ou ameaça é exercida por mais de duas pessoas, com emprego de arma de fogo, e restringindo a liberdade da vítima; violação de domicílio de forma qualificada, que tem pena prevista de detenção de seis meses a dois anos, podendo ser aumentada em um terço por ter sido cometida por militar em serviço; constrangimento ilegal, que prevê pena de detenção de até um ano, podendo ser aumentada em duas vezes pelo fato de o crime ter sido praticado por mais de três pessoas, com emprego de arma de fogo e com abuso de autoridade; e dano simples, que prevê pena de detenção de até seis meses. FONTE: MPRJ

Leia mais detalhes da morte de policial civil em Niterói

Um vídeo de uma câmera de segurança flagrou o momento em que o inspetor da Polícia Civil Carlos José Queirós Viana, de 59 anos, (foto) foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (6). O agente foi executado na porta de casa, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói, na Região Metropolitana do Rio. As imagens mostram o policial próximo de casa quando um carro branco se aproxima e uma pessoa da janela do carona do veículo dispara contra Carlos, que estava abaixado quando foi atingido. Os criminosos deixaram o local logo em seguida, sem sair do carro nem levar nenhum pertence do agente. Até esta tarde, três suspeitos de envolvimento na morte do inspetor Carlos José foram presos em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Dois dos homens são policiais militares: cabo Fábio de Oliveira Ramos, do 3º BPM (Méier) e cabo Felipe Ramos Noronha, do 15º BPM (Caxias). O terceiro envolvido foi identificado como Mayck Junior Pfister Pedro. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

PMs foram atacados em São Gonçalo mas apreenderam um fuzil. Cidade teve cenas de violência marcantes no fim de semana

Policiais do 7º BPM foram atacados por criminosos durante patrulhamento na Rua Expedicionário João Nunes, Comunidade do Jardim Catarina, em São Gonçalo. Após breve confronto, a equipe apreendeu um fuzil calibre 5.56 e grande quantidade de drogas enterradas em tonéis São Gonçalo que teve cenas de violência no último fim de semana A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), neste domingo (05/10), uma equipe da unidade foi informada pelo policial de permanência no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT) de que uma mulher havia sido atingida por disparo de arma de fogo na perna esquerda, em sua residência, no bairro Vista Alegre, em São Gonçalo. A vítima foi inicialmente atendida na UPA do Pacheco e, posteriormente, transferida para o HEAT. Não houve confronto com a polícia na região. A ocorrência foi encaminhada à 74ª DP. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), neste domingo (05/10), policiais militares da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência de encontro de cadáver na Rua Doutor Nilo Peçanha, em Nova Cidade, São Gonçalo. No local, foi encontrado um corpo carbonizado. A Delegacia de Homicídios foi acionada e a equipe permanece no local resguardando a área até a chegada da perícia. A 74ª DP (Alcântara) foi acionada e investiga um caso de lesão corporal, contra uma mulher de 76 anos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria dos disparos. Em relação à segunda vítima citada, até o momento, não houve registro na delegacia na área. A 74ª DP, contudo, ao tomar ciência do fato, apura o caso. A ocorrência está em andamento. Sobre o óbito, o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG). A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime. FONTE: PMERJ e Polícia Civil do RJ

Ônibus foram incendiados por ordem de bandidos em Vargem Grande

A Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), neste sábado (04/10), policiais da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência na Estrada dos Bandeirantes, na altura de Vargem Grande, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. No local, as equipes encontraram dois coletivos incendiados, em pontos distintos da via. Segundo informações, indivíduos armados bloquearam a pista com os veículos, atearam fogo e fugiram. O Corpo de Bombeiros foi acionado e controlou as chamas. As equipes realizaram buscas pelos responsáveis, mas os criminosos não foram localizados. O policiamento foi reforçado em toda a área. A ocorrência foi registrada na 42ª DP. Segundo relatos, a ordem para atacar os coletivos teria partido do traficante vulgo GB, que é o líder do Terceiro Comando Puro na região. Cricula boatos de que uma guerra pode estourar a qualquer momento na área, recentemente bandidos do Complexo da Maré e Complexo de Israel e Complexo da Serrinha (TCP) foram reforçar as comunidades de Vargem Grande, enquanto bandidos da Cidade de Deus, Complexo da Penha, Gardênia Azul e Praça Seca (CV) foram reforçar Vargem Pequena, onde se concentram as comunidades dominadas pelo Comando Vermelho. FONTE: PMERJ e Grupo Submundo Criminal (Telegram)

Deputado disse que foi recebido a tiros em comunidade de Caxias

O deputado estadual Marcelo Dino que é PM disse que foi recebido a tiros quando subia uma comunidade carente em Duque de Caxias. “Subia o Morro do Cacareco na bala.Isso mesmo: fui recebido a tiros, acompanhado pelo GAT, para constatar de perto o que a população já vem denunciando há anos” Segundo o parlamentar, na localidade, há casas tomadas de moradores, prédios invadidos, clubes e espaços da comunidade ocupados pelo crime. “Um lugar que sempre frequentei, onde já fiz campanha, agora está totalmente dominado pelo Terceiro Comando. Isso é inadmissível”, disse Dino. Para o deputado, não dá pra aceitar ver viaturas paradas na rua principal enquanto o tráfico se organiza lá dentro. “O que precisamos é de operação firme dentro da comunidade, retomando cada espaço, cada casa, cada rua, para devolver ao povo o que é do povol. Não vamos recuar. O crime não pode ditar as regras em Duque de Caxias”. FONTE: Facebook do deputado

PM pode expulsar policial da reserva que fez aliança com traficante do TCP para obter votos para eleição a vereador em Belford Roxo em 2020

Um PM vulgo Dinho Resenha poderá ser expulso da corporação acusado de ter organizado um grupo criminoso para atuar em sua campanha eleitoral para o cargo de vereador do Município de Berford Roxo/RJ nas Eleições de 2020. As práticas delitivas perpetradas pelo policial da reserva, durante o pleito eleitoral de 2020, incluem corrupção, tendo em vista o pagamento de propina a policiais miliares, além de pagar taxa de segurança a milicianos, chamados de “Melequinhas”, em virtude do militar da reserva ser dono de dois estabelecimentos, O policial que agia em conjunto com outro PM, em razão dos votos obtidos no pleito eleitoral de 2020, já se preparavam para arrecadar o máximo de dinheiro possível para poder corromper ainda mais eleitores e ganhar as próximas eleições, buscando, inclusive, a aproximação com lideranças do tráfico de drogas da região para a obtenção do maior número possível de votos. Dinho, inclusive, esteve com o falecido traficante Genaro e ele teria gostado do seu projeto político. O PM disse que passou por 05 (cinco) bocas de fumo de Genaro, o que confirma o livre acesso do político e ora denunciado à comunidade dominada pelo tráficode drogas graças à autorização e vinculação com a liderança local. O policial chegou a dizer em uma gravação que o Bado caiu em São Leopoldo e que estava dando tudo certo porque o maluco que assumiu é mais bom de onda. E falou que o Genaro era mais disciplinado que o Bado.

Confira agora a investigação completa do escândalo de corrupção no batalhão de Belford Roxo em que PMs extorquiam comerciantes e empresários em troca de segurança. Leia diálogos e como os agentes suspeitos conseguiam angariar vítimas para o esquema. 11 foram levados a conselho de disciplina e poderão ser expulsos

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina que poderá expulsar 11 policiais que atuavam em Belford Roxo envolvidos emum esquema de apadrinhamento‖ de comerciantes no qual eles e empresários de diversos ramos — bares, mercados, farmácias, postosde combustíveis, faculdades, funerárias, mototáxis, feiras livres, clínicas, lojas de material de construção e até, em tese, repartições públicas efetuavam o pagamento de quantias periódicas, geralmente semanais, em contrapartida à prestação de uma cobertura policial diferenciada. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Policiais se apresentavam nos comércios para ―tomar uma água‖ ou ―fumar um cigarro‖ com os proprietários, simulando uma visita amistosa, mas, na realidade, cultivando uma relação ilícita e reforçando o vínculo do chamado ―apadrinhamento. Na transcrição extraída do aparelho celular do cabo Maia, este expõe ao cabo Lameira dinâmica do esquema, instruindo-o acerca da inclusão de um novo comerciante ―apadrinhado‖. ―Coé, Lameira. Tu passou lá no depósito, do lado da Câmara dos Vereadores. Lá é Galo, beleza? Porque o maluco não te conhece. Ele fechou agora também. É, então. Aí tu passa lá depois de novo. E durante a semana é aquele esquema: de vez em quando dá umapassada lá, entendeu?! Tomar uma água, dar um alô, fumar um cigarro, bater um papo. Aquele normal de Padrinho. Já é? Valeu, tamo junto‖. Esse diálogo demonstra que não se tratava de mera cortesia ou de auxílio pontual, mas de um sistema criminoso regular e estável, estruturado em pagamentos semanais, com valores previamente fixados e acontrapartida concreta de policiamento especial. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação dispõe à sociedade cotidianamente, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal — transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. O Ministério Público, ao denunciá-los, entendeu que esse grupo de policiais militares tratava-se de uma organização criminosa, a qual possuía estrutura ordenada e funcional, com clara divisão de tarefas que abrangiam: (i) recrutamento de novos ―padrinhos‖; (ii) recolhimento dos valores pagos; (iii) atendimento prioritário a chamados e patrulhamento direcionado; e (iv) partilha periódica dos lucros obtidos. Embora houvesse essa divisão, as funções não eram rígidas, permitindo que qualquer integrante assumisse diferentes papéis conforme a necessidade, de modo a assegurar que os interesses dos pagadores fossem sempre atendidos, independentemente da escala de serviço. Outro aspecto relevante foi a capacidade de perpetuação da atividade ilícita diante das mudançasnaturais de lotação no batalhão. A cada substituição de policiais, os que deixavam o setor transmitiam aosrecém-chegados uma lista de ―padrinhos‖, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento. Esse revezamento contínuo de militares estaduais demonstra que o esquema estava enraizado naRP do Setor Alfa do 39o BPM, que sobrevivia às trocas de efetivo e à passagem dos policiais, revelando ummodelo duradouro. Do mesmo modo, constatou-se que os ―padrinhos‖ identificados situavam-se, em regra,dentro da área de policiamento daquele setor, o que reforça o vínculo territorial da atividade ilícita. Os elementos de convicção colhidos também evidenciam que os acusados mantinham relações estreitas com milicianos atuantes em Belford Roxo/RJ, reforçando a similitude do esquema com a famigerada ―taxa de segurança‖ cobrada por tais grupos. Paralelamente, emergem diálogos entre os militares que revelam a busca de vantagens ilícitas junto a traficantes de drogas, por meio do chamado ―desenrolo‖ de prisões em troca de pagamentos.Em uma dessas conversas privadas, o CB PM Maia comenta com o CB PM Silva sobre a prisão de dois indivíduos ligados ao tráfico, ocasião em que se cogitou o recebimento de R$10.000,00 (dez mil reais) para liberar os detidos. No entanto, segundo relatado, a negociação não prosperou porque muitas pessoas haviam presenciado a prisão em flagrante, inclusive com os presos armados em via pública. Transcrição do diálogo: CB PM MAIA: (envia foto contendo duas pessoas presas).CB PM SILVA SANTOS: Os dois fechado na boca da Ouro Preto.CB PM MAIA: O tal do angolano ligou e ofereceu 10.000.CB PM SILVA SANTOS: P, tu só mandou foto depois que chegou na DP. Era pra mandar antes.CB PM MAIA: A rua tava cheia. Bar cheio. Eles me ligaram. Não dava pra desenrolar não. O que eu ia falar depois?CB PM SILVA SANTOS: Não, pessoal viu a arma deles?CB PM MAIA: Eles estavam com a arma na mão dentro do bar.CB PM SILVA SANTOS: Ah tá. Aí não tem jeito.CB PM MAIA: Geral viu. Por isso que me ligaram. A troca de mensagens deixa claro que o único fator impeditivo para o ―desenrolo‖ foi a ampla visibilidade da prisão, circunstância que inviabilizou o recebimento de vantagem ilícita oferecida pelos traficantes aos policiais. Mensagens interceptadas via WhatsApp, tanto em grupos de serviço da RP do setor ALFAquanto em conversas privadas entre o CB PM Maia e os demais militares, expõem de forma clara a rotina do esquema, tratando abertamente sobre o recolhimento de valores indevidos, a divisão de lucros e o favorecimento dos “padrinhos”. Importa ressaltar que as transcrições anexadas não esgotam o material apreendido pelo MP, mas são suficientes para demonstrarem os fortes indícios de permanência e a estrutura organizada. O processo de identificação dos interlocutores das conversas e dos usuários dos terminais interceptados seguiu critérios técnicos e objetivos, baseando-se na análise de múltiplos fatores, tais como: (i) o nome ou apelido sob o qual o contato estava salvo na agenda do CB PM Maia; (ii) a forma como o interlocutor era tratado ou se identificava nas mensagens; (iii) o envio ou recebimento de arquivos e mensagens contendo dados qualificativos; e (iv) a vinculação do número de telefone a chaves PIX registradas em nome dos investigados.Cumpre destacar que o referido grupo de WhatsApp foi criado em 18 de março de 2017, mesma data em que o CB PM Maia foi adicionado a ele. Entretanto, as primeiras mensagens armazenadas no celular em questão datam de 09 de outubro

Três PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de devolverem dinheiro e drogas apreendidos em operações em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico em Três Rios

Três policiais mlitares poderão ser expulsos da corporação após uma investigação apontar o envolvimento deles com o tráfico de drogas na cidade de Três Rios. Eles estão sendo submetidos a conselho de discipliina. A decisão ocorre quatro anos após os crimes. Os PMs forneciam a um traficante parte do material entorpecente e do dinheiro apreendido em ocorrências policiais no combate ao tráfico na área do 38o BPM, em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico local com vistas à retroalimentação de benefícios pecuniários decorrentes da empreitada delituosa. O criminoso envolvido atuava como informante e como traficante de drogas na região conhecida com Barros Franco no bairro Vila Isabel na Cidade de Três Rios. Durante a realização da interceptação telefônica do traficante foi observado que no dia 09NOV2021, às 18h12min, o bandido cobrou de um PM a entrega da droga em troca de informações privilegiadas, ocasião em que o militar responde: “Vou desembolar com ele, vou desembolar com ele. Deixa Comigo!” Em outra interceptação, observado que no dia 17JUN2021, em ligação iniciada às 15h17min05s, o militar informou ao traficante que está com um presente para lhe entregar, mas que precisava de uma ajuda. Já no dia 07JUL2021, o bandido disse que precisa de dinheiro, e o militar perguntou: “É o quê? Vinte Reais?”. Em seguida, ambos combinam se falar mais tarde.

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