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operação policial

Guerra de facções em plena luz do dia em Mesquita leva pânico

Pânico em Mesquita. Traficantes rivais trocaram tiros em plena luz do dia nas localidades de Alto Uruguai, Coreia Chalé e Sem Terra. PMs do 20° Batalhão foram deslocados para o local para reprimir o confronto. Comércio no centro da cidade fechou as portas. Três escolas estaduais também fecharam. Um criminoso foi ferido após um confronto com a polícia militar na Coreia de Mesquita (CV), o policiamento foi reforçado na região após traficantes do Terceiro Comando Puro tentar baquear as localidades da Coreia, Barreira, Alto Uruguai e Caixa d’água. Gente, eu tava no centro na HR que começou. Foi MT tiro mesmo. Parecia até guerra. Até granada. As lojas estão TD fechadas. Até aqui pro lado do Santa Terezinha( rua da serra) já estavam fechadas a maioria. Gente,nunca ouvi tanto,tiro ,justo na saída das crianças e entrada na escola !que Deus vos proteja Estamos em uma guerra infelizmente…acuada no chão com meu neto..muitos tiros e até granadas explodindo aqui na av Brasil Todo mundo abaixado no ônibus, fecharam tudo no centro, muito tiro mesmo. Dizem que pegou tiro até ali no açougue ao lado da casa do sabão no centro Moro quase perto do Tênis. Nunca tinha ouvido tantos tiros assim aqui. Apavorada Uma bala atingiu uma loja aqui na Prefeito José Montes Paixão próximo a Recantus O negócio tá complicado, algo nunca visto . FONTE: Mesquita Informe (Facebook) e Pega Visão News RJ (Telegram)

Chefão do CV de Teresópolis preso em Caxias era exaltado por comparsas em rede social. Tinha o apelido também de ‘Homem de Ferro’

Preso hoje em Duque de Caxias, o chefão do Comando Vermelho em Teresópolis, o traficante Gorila era exaltado com figurinhas pelos seus subordinados em um grupo de Whatsapp. O criminoso foi localizado em um quarto de motel, situado na Rodovia Washington Luiz, onde estava com a namorada. Ao abrir a porta, Gorila recebeu voz de prisão. Com ele, foram apreendidos joias, um aparelho celular e dois relógios de luxo. A Tropa do Gorilão propagava que tinha que atacar traficantes da facção rival. O grupo de Whatsapp foi criado para os participantes tratarem da prática de crimes e receberem informações a respeito da movimentação de policiais na comunidade, os quais são tratados pelos criminosos como”os cana”. Gorila também é conhecido como 2D ou Homem de Ferro. O bandido tomou a comunidade das PaineIras do TCP deixando os rivais apenas com parte da comunidade da Vila Muqui; que as favefals citadas são limítrofes, motivo pelo qual a guerra entre as duas facções tem deixado várias vítimas fatais. Uma delas foi um traficante do TCP que Gorila mandou um adolescente matar e enterrar as armas; A quadrilha de Gorila domina a Quinta Lebrão como também os morros do Tiro, o Brejinho e o Barroso. As drogas vendidas na cidade tem a inscrição “A Tropa do Homem”, em referência a Gorila. Abaixo de Gorila na quadrilha, estavam dois irmãos conhecidos como ‘irmãos do tráfico’. FONTE: TJ-RJ

PM prende chefão do CV de Teresópolis em Duque de Caxias

A PM e o MPRJ fazem operação hoje contra traficantes do Comando Vermelho que atuam em Teresópolis que são investigados pelos crimes de homicídio e associação para o tráfico. Três investigados foram presos no curso da operação, entre eles Carlos Eduardo Santos da Silva, o Gorila, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho no interior do Estado. A ação ocorre nas comunidade do Corte Oito, Santuário e Sapo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e em comunidades em Teresópolis, principalmente Quinta Lebrão, Fonte Santa e Paineiras. Nesse período, as investigações permitiram a realização de prisões e apreensões que enfraqueceram significativamente a atuação do Comando Vermelho em Teresópolis. Foram apreendidos mais de 100 kg de cocaína, veículos e diversas armas — incluindo um fuzil AK-47 Kalashnikov — além de cerca de R$ 50 mil em espécie. Ao menos sete integrantes da facção foram presos ao longo das investigações. A ação conta com o apoio da Secretaria de Estado de Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), do Batalhão de Choque, do Batalhão de Ações com Cães e da Polícia Militar do Espírito Santo, e se concentra no Complexo da Mangueirinha, área sob domínio das facções investigadas. As diligências são resultado de mais de um ano de monitoramento realizado pelo MPRJ, por meio da CSI/MPRJ e do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP/MPRJ). FONTE: MPERJ

Preso traficante que usava barco para abastecer com drogas favela de Caxias

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (DESARME) prenderam em flagrante o traficantec David Franco da Silva, conhecido como “Neném”, acusado de abastecer com drogas a comunidade Jardim Balneário Ana Clara, localizada no município de Duque de Caxias/RJ. O investigado, subordinado ao traficante Joab, integrante da facção Comando Vermelho, utilizava uma embarcação de pequeno porte, simulando ser pescador, para transportar entorpecentes da comunidade Parque das Missões até a localidade dominada pela facção, com o intuito de dificultar a fiscalização policial. Por volta das 15h30, os agentes flagraram o momento exato em que Neném desembarcava do barco, às margens de um córrego que deságua no Rio Saracuruna, nas proximidades da Avenida Lions Club, importante via de acesso à comunidade Jardim Balneário Ana Clara, área com forte atuação do tráfico de drogas. Durante a abordagem, o investigado portava um saco plástico preto contendo significativa quantidade de drogas, todas as embalagens contendo marcações com valores de venda e o símbolo da facção criminosa Comando Vermelho, caracterizando atividade típica do tráfico de entorpecentes. Diante do flagrante, foi dada voz de prisão a David Franco da Silva, que foi conduzido à sede da DESARME, onde teve sua prisão formalizada com base na Lei nº 11.343/06 (Lei de Drogas). FONTE: PCERJ

Preso policial civil que comandava esquema de extorsão a casas de prostituição, bingos e ferros velhos no Rio

O Ministério Público Estadual do Rio prende hoje o policial civil aposentado Alcino Luiz Costa Pereira. Ele é apontado como líder de um grupo de policiais civis que exigia propina de donos de casas de prostituição, bingos clandestinos, ferros-velhos e outros estabelecimentos ilegais para evitar investigações. Pelo envolvimento no esquema, o GAECO/MPRJ denunciou Alcino e mais cinco policiais civis por diversos atos de corrupção passiva. A ação conta com o apoio da Corregedoria Interna da Polícia Civil (Coinpol). De acordo com as investigações, os crimes ocorreram de forma contínua entre 2018 e 2022, envolvendo principalmente agentes lotados na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM-Centro). Alcino, apontado como o articulador do grupo, organizava a distribuição das cobranças entre os policiais e se comunicava diretamente com os donos dos estabelecimentos. A denúncia é um desdobramento da operação Fim da Linha, deflagrada em 2022. Na ocasião, o GAECO/MPRJ já investigava um esquema de corrupção sistêmica em delegacias especializadas do Rio de Janeiro. Alcino já havia sido denunciado em outro processo ligado à mesma operação, por condutas semelhantes. 

Alvo de operação ontem que prendeu sete, entre eles um PM, chefe da milícia do Catiri tem condenação de 15 anos por sequestro

O chefe da milícia do Catiri, em Bangu, Emson Alves Pereira, o Montanha, tem uma condenação por 15 anos em regime fechado acusado de participar de um sequestro em 2015. Montanha foi alvo ontem de operação da Polícia Civil na qual foram presos sete milicianos, entre eles um PM. Foram apreendidos com eles um fuzil, três pistolas e dois veículos blindados que eram usados pela quadrilha. O bando pratica extorsões contra comerciantes e moradores que são obrigados a pagar por utilização de serviços básicos como luz, internet e gás. Segundo a denúncia, Montanha e comparsas sequestraram J.P.A.J em 9 de abril daquele ano. Consta dos autos que, após restringirem a liberdade da vítima, Montanha e um parceiro levaram-na até um terreno abandonado, na Rua Jordão, onde a mesma foi entregue aos milicianos da região. Durante todo o tempo que mantiveram a vítima em seu poder, os criminosos realizaram contatos telefônicos com familiares da mesma com o intuito de obter um valor pecuniário a título de resgate. Apenas no dia 13 de abril de 2015, a vítima foi libertada após se comprometer a pagar certa quantia em espécie para os transgressores. Assim, dois dias após a libertação, um dos bandios forneceu um aparelho celular a um comparsa para que este realizasse contato telefônico com a vítima e exigisse a quantia de R$ 50.000 (cinquenta mil reais) até o fim daquela noite. Ocorre que a vítima informou não possuir tal importância e o bando passou a exigir uma quantia ainda maior, no valor de R$ 70.000 (setenta mil reais) a ser paga no prazo de 7 (sete) dias. Em seguida, a vítima propôs entregar aos transgressores, como forma de pagamento, o seu veículo, Toyota Corolla, cor prata, o que foi aceito.A vítima, orientada por policiais da Delegacia Anti Sequestro, acordou que a entrega do automóvel seria efetuada na lanchonete “Mc Donalds”, situada na Av.Brasil, bairro Bonsucesso. Desta forma, deixou o veículo em questão no estacionamento do estabelecimento, com as chaves sobre um das rodas e deixou o local. Decorrido alguns minutos, dois dos sequestradores chegaram ao local em um veículo kombi, cor branca. Ato contínuo, um dos bandidos desembarcou, aproximou-se do veículo da vítima e, após pegar as chaves, ingressou no mesmo, oportunidade em que foi abordado pelos policiais civis. Em seguida, os agentes abordaram o outro criminoso que continuava no interior da Kombi, vindo a arrecadar 10,9g (dez gramas e nove decigramas) da substância entorpecente Cocaína, distribuída da seguinte forma: 4,3g (quatro gramas e três decigramas) em 05 (cinco) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,4g (uma grama e quatro decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 0,6 (seis decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 1,2 (uma grama e dois decigramas) em 03 (três) embalagens compostas por tubos plásticos incolores, fechados por pressão; 2,1g (duas gramas e um decigrama) em 01 (uma) embalagem composta por saco plástico incolor, fechado por nó do próprio saco; e 1,3 (uma grama e três decigramas) em 02 (duas) embalagens compostas por sacos plásticos incolores, parcialmente envoltos por retalhos plásticos de cor azul ou amarela, fechados por grampos metálicos (vide laudo prévio de fl. 60). Na ocasião, os agentes constaram ainda que um veículo Toyota Corolla, que também estava no estacionamento, dava cobertura ao veículo tipo Kombi e, então, realizaram a pertinente abordagem. Em seu interior, estavam Montanha e mais dois sequestradores; Feita a revista, os agentes arrecadaram uma pistola calibre .040, marca Zigana; um fuzil calibre .233, marca Colt; uma pistola calibre .040, marca Taurus, 31 (trinta e uma) munições CBC calibre .223 e 67 (sessenta e sete) munições CBC calibre .40; 01 (um) carregador calibre 5.56; 06 (seis) carregadores calibre .40, bem como vários coletes a prova de bala. FONTE: PCERJ e TJRJ

Ex-mulher de Nem da Rocinha foi presa novamente

A ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, Danúbia de Souza Rangel foi presa novamente. Ela era foragida por tráfico. Ela foi localizada enquanto estava internada em uma unidade hospitalar, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Segundo os agentes, ela era conhecida como “Xerifa da Rocinha”. Contra ela, havia um mandado de prisão condenatória pendente. FONTE: Polícia Civil do RJ

Saiba tudo que foi apreendido com ex-CAC que mantinha fábrica clandestina de munições e silenciadores na Baixada

Leia agora tudo que foi apreendido com um.ex-CAC que foi preso mantendo uma fábrica clandestina de munições e de acessórios de armas como silenciadores em Nova Iguaçu Os autos narram que o local onde o armamento foi apreendido dispunha de estrutura específica com bancada, prensas, matrizes, ferramentas, insumos e peças metálicas utilizadas para a fabricação artesanal de supressores de ruído (silenciadores) e dispositivos conhecidos como “kits rajada”, configurando-se, de maneira inequívoca, uma oficina clandestina destinada à produção de acessórios bélicos e munições.  Informa que a ação policial teve como finalidade a apuração da prática dos em razão da posse e comércio irregular de Foeam apreendidos 1 Conjunto de Peças Kit Rajada, 1 Arma de Fogo TAURUS (Pistola) – Calibre (7,65 mm), 1 Arma de Fogo TAURUS (Revólver) – Calibre (.38 Special short), 1 Arma de Fogo BERSA (Pistola) – Calibre (.22 LR), 95 Componente de Munição PMP (Estojo) – Calibre (.45), 9 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.357 Magnum), 6 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (7,62 X 39 mm (M43)), 26 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (7,65 mm), 12 Componente de Munição (Estojo) – Calibre indeterminado, 1.640 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (9 mm), 630 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (32), 1.030 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.38), 900 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.40), 300 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (.380), 1.070 Componente de Munição (Estojo) – Calibre (5,56), 1 Componente de Munição (Espoleta), 3.000 Componente de Munição (Projétil) – Calibre indeterminado, 2 Componente carregador TAURUS – Calibre (.7,65), 4 Componentes (Cano) – Calibre, 1 Componentes BERSA (Carregador) – Calibre (22), 7 Munições de festim (Cartucho (Intacto)) – Calibre indeterminado, 7 Munição (Cartucho (Intacto)) – Calibre (32), 11 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.38), 14 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (.380), 5 Munição OUTROS (Cartucho (Intacto)) – Calibre (22), 2 Produto Explosivo OUTROS (Pólvora – Branca,Cloratada/Percloratada), 1 Produto Explosivo OUTROS (Pólvora – Branca,Cloratada/Percloratada) FONTE: TJ-RJ

Polícia acaba com gatonet do tráfico em Cordovil

A policia desarticulou , um esquema ilegal de exploração de TV por assinatura operado no bairro de Cordovil, na Zona Norte ligado a traficantes. Três homens foram presos no momento em que realizavam a manutenção na rede de cabos instalada clandestinamente em postes públicos. .As investigações apontam que o serviço era controlado por uma facção e representava uma das fontes de renda e lavagem de dinheiro da organização criminosa. A quadrilha atuava principalmente no período noturno. Segundo os agentes, os criminosos utilizavam módulos amplificadores para distribuir irregularmente pacotes de canais fechados de grandes operadoras a moradores da região, mediante o pagamento mensal de cerca de R$ 70. A facção criminosa ainda cobrava uma espécie de “aluguel” dos operadores de “gatonet” para permitir aatuaçãna região Durante a abordagem, os policiais apreenderam equipamentos, cabos, conectores e uma escada. A estimativa era que o serviço ilegal era prestado a mais de cem clientes na região.Os três presos foram autuados em flagrante por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. Entre os capturados estão os administradores do esquema e o responsável pelas instalações ilegais. FONTE: Policia Civil.do RJ

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