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operação policial

PMs foram flagrados fazendo a segurança de bicheiro na Barra mas Polícia Civil não prosseguiu com a investigação

Segundo a Justiça que não informou a data do ocorrido, policiais civis da Delegacia de Homicídio da Capital, após denúncias dando conta de que indivíduos armados estariam próximo à estação de metrô Jardim Oceânico (nas proximidades da unidade policial), se dirigiram até o local de modo a confirmar as informações prévias e proceder às diligências necessárias. Chegando no local, as denúncias se confirmaram, tendo os policiais abordado os indivíduos na parte de fora do estabelecimento concessionária de veículos na (Av. Armando Lombardi,) que no ato foram entrevistados e se identificaram como policiais militares de folga,, além de outros indivíduos, um deles o bicheiro Vinicius Drumond. Constatou-se que todos, a princípio, estariam exercendo a função de segurança do contraventor, razão pela qual, dada a vedação do exercício de segurança privada por policiais militares da ativa bem como suspeitando da procedência e da regularidade das armas e veículos, todos foram conduzidos à DH-Capital para aprofundar nas diligências, de modo a possibilitar a consulta ao sistema SIGMA. Já na Delegacia, como forma de colher outros indícios da prática de possível conduta típica de associação ou organização criminosa envolvendo Vinicius e seus seguranças, considerando as circunstâncias em que os indivíduos foram encontrados, a autoridade policial procedeu à apreensão dos aparelhos celulares dos envolvidos, além de acionar a Delegacia de Polícia Judiciária Militar da PMERJ, dada a possível prática de crime e infração disciplinar militar. Ato seguinte, foi constatado que um dos PMs portava munições não acauteladas da Polícia Militar, pelo que contra ele foi lavrado o devido APF Militar.Após diligências iniciais, não foi constatada outra irregularidade, tendo a autoridade policial, no exercício de sua discricionariedade regrada, optado por não prosseguir no aprofundamento das investigações sobre o fato, considerando que “as condutas foram suficientemente amparadas pelas vias administrativas/militares, mostrando-se despicienda a atuação do direito penal (princípio da intervenção mínima)”. Com isso, devolveram-se os aparelhos celulares apreendidos, com exceção dos pertencentes ao bicheiro por força de ordem judicial de apreensão expedida por este Juízo e por servir à elucidação de delito em que este figura como investigado. Considerando os referidos fatos, de rigor reconhecer que inexiste qualquer ilegalidade na apreensão e negativa de devolução dos aparelhos celulares de Drumond. Com efeito, ao contrário do alegado pelo contraventor tem-se que a apreensão dos celulares decorreu inicialmente de busca pessoal decorrente de fundada suspeita de prática de delito, à luz de elementos indiciários objetivos, na medida em que os indivíduos que acompanhavam o paciente, sabidamente contraventor, portavam armas e munições no lado de fora de estabelecimento comercial localizado na Barra da Tijuca, próximo à DH-Capital, fato inicialmente informado anonimamente à Delegacia e posteriormente corroborado pelos policiais, o que poderia vir a configurar diversos crimes, desde porte de arma de fogo sem autorização até associação/organização criminosa. A diligência fez parte da apuração do homicídio de Manuel Agostinho Rodrigues Miranda, na qual Drumond é investigado.

Traficante internacional que participou do roubo ao Banco Central em Fortaleza foi preso pela polícia do Rio

Policiais civis da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) capturaram, nesta sexta-feira (08/08), um dos criminosos mais procurados do país Átila Carlai da Luz . .Além de condenado por tráfico internacional, ele fez parte do grupo que roubou o Banco Central, em Fortaleza, em 2005. Monitorado há meses pelo Setor de Inteligência da especializada, ele foi localizado em um apartamento de alto padrão na zona nobre da cidade de São Paulo. A DDSD passou a acompanhar o criminoso após investigações darem conta que ele mantinha relação com facções criminosas que atuam no estado, responsáveis por um amplo portfólio de atividades ilícitas, que vai do tráfico de drogas e armas às fraudes bancárias, roubos de cargas, clonagem de veículos e corrupção em serviços públicos.De acordo com os agentes, para fugir das forças de segurança, ele vivia sob identidade falsa, com CPF ativo, CNH regular e empresa registrada no Paraná. Para se oculta, ele mantinha vínculos operacionais com comparsas envolvidos no maior roubo a banco do país, além de integrar redes criminosas interestaduais. A fraude foi desmascarada por meio de análise biométrica, cruzamento de dados em sistemas federais e validação técnica pelo Instituto de Identificação Félix Pacheco (IIFP) da Polícia Civil. .No Rio de Janeiro, o preso já havia sido condenado duas vezes por fraudes em caixas eletrônicos de bancos e responde atualmente a um terceiro processo pelo mesmo crime. Já em São Paulo, ele acumula diversas passagens, como a condenação de 32 anos de prisão por tráfico internacional de drogas, ligada a um esquema milionário de envio de malas com cocaína utilizando o Aeroporto de Guarulhos como ponto de envio de entorpecentes para Europa. As cargas eram despachadas por meio de uma rede criminosa de funcionários e colaboradores corrompidos, garantindo que a droga chegasse à cidade de Lisboa, em Portugal, onde era recebida por comparsas e revendida no mercado europeu por valores que multiplicavam exponencialmente o lucro da quadrilha.

CV criou um aplicativo de transporte clandestino na Zona Oeste do Rio

,Um esquema de transporte clandestino operado pela facção Comando Vermelho na comunidade da Vila Kennedy, Zona Oeste do Rio é alvo de operação hoje da Policia Civil. A investigação revelou que mototaxistas da região eram coagidos a instalar e utilizar um aplicativo desenvolvido pela facção, que funcionava como uma plataforma de mobilidade urbana com aparência legal, mas utilizada para financiar o tráfico de drogas. Até o momento, quatro pessoas foram presas. A associação criminosa era formada por dois núcleos bem estruturados. O primeiro é responsável por coagir e controlar os profissionais do transporte alternativo, mediante ameaças e extorsões. O segundo é encarregado de receber e gerenciar os valores arrecadados, que eram integralmente revertidos ao chefe do tráfico local. As investigações apontaram que mais de 300 mototaxistas estavam cadastrados no sistema, gerando lucros mensais para a organização criminosa que podem chegar a R$ 1 milhão. Além disso, empresas de fachada eram utilizadas para mascarar as operações financeiras, conferindo aparência de legalidade ao aplicativo.Durante a operação, são cumpridos sete mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de fachada e residências localizadas na Zona Oeste do Rio, no município de Niterói e no interior do estado A ação — para desmantelar a estrutura logística e financeirausada pelo Comando Vermelho para explorar economicamente os profissionais e controlar territorialmente a mobilidade urbana na região

Saiba como foi operação no Morro do Urubu (CV) que terminou com dois mortos, dois feridos e fuzis apreendidos

Na última terca-feira, PMs fizeram uma operação no Morro do Urubu, em Pilares, na Zona Norte domRio que terminou com dois suspeitos mortos e dois baleados Na ócasiào, foram presos Ruan Felipe Maia, de 31 anos, contra ele constava um mandado de prisão; Leonardo da Silva Pereira, de 18; Silvio Santos Costa Júnior, de 22. Na ação, foi apreendido grande quantidade de armamentos e drogas. De posse de informações e durante a operação, equipes do Grupo de Ações Táticas (GAT) e equipe da P2, depararam com traficantes em conduta compatível com o crime de tráfico ilícito de entorpecentes. Ao perceberem a aproximação dos policiais, os criminosos empreenderam fuga em direção à área de mata, efetuando disparos de arma de fogo contra os policiais. Após a cessação do confronto, durante varredura no perímetro de mata, foram localizados com três criminosos os seguintes armamentos: 01 fuziL M4 Colt calibre 556; 01 fuziL M4 Colt Calibre 556; 01 fuziL M4 Colt Calibre 556; 33 munições calibre 556; 03 Carregadores de fuzil calibre 556; 15 Munições 9 mm; 01 pistola G17 Glock 9MM nº suprimido; 03 carregadores de pistola 9 mm; 01 granada, e seguintes materiais entorpecentes que serviram para as vendas na região: 41 Frascos de Lança-perfumes; 280 Tiras de Maconhas; 2036 Pinos de Cocaína; 53 Unidades de skank; 170 pedras de Cracks e 43 Ice. Em ato contínuo, com base em levantamento de inteligência, foi identificado que diversos criminosos fortemente armados estariam se escondendo no interior da Creche Municipal Vila dos Mineiros, situada nas imediações da área de mata. Diante das informações, as equipes deslocaram-se até o referido endereço, sendo novamente recebidas por disparos de arma de fogo. Após a estabilização dos disparos, foram encontrados quatro criminosos feridos, os quais foram prontamente socorridos ao Hospital Municipal Salgado Filho, sendo dois internados sob custódia policial P.H.SM.N, de 21 e C.A.A.B, de 21 e dois não resistiram aos ferimentos. Diante dos fatos, as equipes procederam à 24ª Delegacia de Polícia (Piedade) para apresentação da ocorrência, sendo posteriormente encaminhadas à Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) para adoção das medidas legais cabíveis por parte da autoridade policial competente, onde foi confirmado um mandado de prisão contra o criminoso Ruan Felipe Maia, expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Tráfico de drogas. Ruan, Leonardo e Silvio Santos, foram autuados pelo crime de tráfico de drogas, Posse e Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Restrito e associação para o tráfico, e foram encaminhados para unidades da SEAP/RJ, e já se encontram acautelados à disposição da Justiça, e foram classificados pelo sistema prisional, como sendo de “Alta Periculosidade”.

Quadrilha extorquia vítimas após encontros sexuais. Jovem chegou a pagar mais de R$ 70 mil ao bando

Policiais militares no 9º BPM (Honório Gurgel), prenderam na noite de quarta-feira (06), na Rua Rua Tacaratu, em Rocha Miranda, Zona Norte do Rio, o criminoso, João Fernando Nunes, de 47 anos. Ele fazia parte de uma quadrilha especializada em extorquir dinheiro das vítimas após encontro sexuais,  aproveitando-se que elas queriam o anonimato. Outros quatro integrantes da quadrilha já foram presos.  O ponto inicial da investigação se deu depois que um jovem procurou uma delegacia, para contar que estava sendo chantageado. Segundo a vítima, ela fez contato com um dos garotos de programa da quadrilha e, após o encontro, começou a receber mensagens ameaçando expor para a sua família o que tinha ocorrido. Para que não tivesse sua intimidade exposta, a vítima fez transferências bancárias via Pix aos criminosos, que “chegaram a ameaçar praticar violências contra membros da família do jovem”, informou a Polícia Civil. As extorsões partiam de mais de um membro da quadrilha. Investigações da 21ª DP (Bonsucesso), apontaram que uma das vítimas, seria exposta e acusada de pedofilia pela quadrilha, caso não pagasse R$ 2 mil a eles, dizendo um dos integrantes do grupo era menor de idade. Temendo ser descoberto, a vítima então transferiu o montante para a conta bancária de “João Fernandes Nunes”. No entanto, as chantagens não pararam. Assustado, a vítima fez diversas outras transferências bancárias para as contas dos integrantes, totalizando  R$ 71.770, fato este ocorrido em junho de 2024.  Diante dos fatos, o preso foi levado à 29ª DP (Madureira), e depois foi encaminhado à 27ª DP (Vicente de Carvalho), e contra João Fernando, constava um Mandados de Prisão, expedido pela 29ª Vara Criminal da Capital/TJRJ, espécie de prisão preventiva, pelos crimes de Associação Criminosa / Crimes contra a Paz Pública, Extorsão / Crimes contra o Patrimônio. Depois de tomadas as medidas cabíveis sobre o caso, ele foi conduzido a uma unidade prisional da SEAP/RJ, onde já se encontra acautelado à disposição da Justiça.  L

Saiba mais sobre traficante do CV que participou de ataque a QG do TCP em Cabo Frio e foi baleado e preso

Policiais militares realizaram uma operação, nesta quarta-feira (06), na localidade conhecida como “Boca do Mato”, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, onde conseguiram localizar e prender o traficante, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV),  e considerado de Alta Periculosidade, João Gabriel Figueiredo Marciano, vulgo “Haxixe ou Canelão do Tangará”, de 25 anos.  De posse de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAP), juntamente com equipe do Serviço Reservado (P/2), procederam ao Beco da Cristal, para verificar a venda de drogas onde ocorreu um confronto armado, sendo o criminoso “Haxixe”  baleado e socorrido para o Hospital Jardim Esperança, em Cabo Frio, onde ficou sob escolta policial.  Considerado um dos criminosos mais perigosos da região, ele é apontado como responsável pela execução de Paulo Henrique, de 24 anos, na madrugada do dia 10 de outubro de 2024, no bairro Tangará. Durante o ataque, uma criança de apenas 1 ano, filho da vítima, também foi baleada. Ele também é um dos envolvidos na tentativa de homicídio em Tangará, quando teria disparos diversos tiros contra a vítima, na porta de sua casa. Ele é um traficante conhecido por seu histórico violento e por suas atividades de alta periculosidade. Ele começou sua carreira criminosa no Terceiro Comando Puro (TCP), onde liderava o tráfico de drogas no Tangará. No entanto, em busca de mais poder, ele se aliou ao Comando Vermelho (CV), da comunidade Boca do Mato. Desde então, tem promovido uma série de execuções contra ex-aliados, demonstrando sua disposição para eliminar qualquer um que considere uma ameaça à sua nova posição.  Contra ele constavam dois mandados de prisão, expedidos pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio/TJRJ, pelo crime de Homicídio Qualificado. A VTR da P/2 do 25º BPM fora alvejada, porém equipes intactas, conduzirão à ocorrência à 126ªDP para registro e execução das medidas cabíveis sobre o caso.

Preso traficante do CV que expulsava famílias do Quitungo e alugava suas casas

Policiais militares do GAT do 16° BPM prenderam um traficante conhecido como ‘Orelha’, apontado como gerente do ltráfico no Quitungo (CV), em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio. Ele era responsável por expulsar famílias de suas residências e logo depois colocar os Imóveis disponíveis para aluguel O dinheiro eecebido seria destinado a facção.

Famosos influencers que divulgam o ‘Jogo do Tigrinho’ nas redes sociais são alvos de operação no Rio. Um deles foi preso

Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta quinta-feira (07/08) uma operação que tem o objetivo desarticular um esquema de promoção ilegal de jogos de azar online com indícios de lavagem de dinheiro e organização criminosa. As diligências ocorrem no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Os alvos da operação são 15 influenciadores digitais que usam as redes sociais para divulgar o jogo popularmente conhecido como “Jogo do Tigrinho” e outros semelhantes. As investigações foram desenvolvidas de forma conjunta com o Gabinete de Recuperação de Ativos (GRA) e com o Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro (Lab-LD) da Polícia Civil. O influencer Mau Mau foi preso. Veja os alvos Segundo os agentes, as postagens realizadas pelos investigados contêm promessas enganosas de lucros fáceis, com o intuito de atrair seguidores para essas plataformas de apostas, que são proibidas no país. No decorrer das investigações, foram identificados sinais claros de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos influenciadores, que ostentavam nas redes sociais estilos de vida luxuosos, com viagens internacionais, veículos de alto padrão e imóveis de alto valor. Relatórios de inteligência financeira do COAF revelaram movimentações bancárias suspeitas que, somadas, ultrapassam R$ 4 bilhões. Além da promoção de jogos ilegais, os investigados são suspeitos de integrar uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas entre divulgadores, operadores financeiros e empresas de fachada. A estrutura seria usada para ocultar a origem ilícita dos recursos, caracterizando lavagem de dinheiro. A DCOC-LD também identificou conexões entre alguns envolvidos e indivíduos com antecedentes ligados ao crime organizado, o que elevou o grau de complexidade da investigação.

Preso homem suspeito de estuprar cinco meninas na Cidade de Deus

Policiais civis da 32ª DP (Taquara) prenderam um homem, nesta quarta-feira (06/08), por estupro de vulnerável. O autor, de 48 anos, foi capturado na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio. As investigações apontaram que o criminoso abusou de cinco meninas, quando elas tinham entre 7 e 12 anos. O homem era pastor de uma igreja evangélica e amigo da família, e se aproveitava da sua relação com as vítimas para praticar os abusos. As diligências ocorreram após uma das vítimas ser perseguida e ameaçada pelo criminoso. Ele alegou que voltaria a praticar os crimes e mataria a menina se ela o denunciasse. A vítima relatou na delegacia que ela e suas irmãs foram abusadas pelo pastor, enquanto estavam na residência dele, em momentos que a mãe delas confiou no homem. Após a denúncia, outras duas meninas tomaram coragem e também relataram terem sido vítimas do mesmo criminoso. Contra ele, os policiais cumpriram um mandado de prisão temporária por estupro de vulnerável.

Preso um dos chefes da milícia em Belford Roxo

A Polícia Civil prendeu o miliciano Herbert da Conceição Heleno, conhecido como Kibe do Babi, de 31 anos. Ele é apontado como um dos chefes da milícia que atua em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A captura ocorreu na noite da última segunda-feira (4). Ele foi preso por agentes da 54ª DP (Belford Roxo), com apoio de policiais penais do Setor de Recaptura (Recap) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Segundo as investigações, Kibe dividia a liderança do grupo criminoso com Jefferson Damazio Luqueti, de 33 anos. Juntos, eles comandavam ações de controle territorial, extorsão e intimidação a moradores e comerciantes da região. Ele era um dos criminosos inseridos no site dos Procurados do Disque Denúncia.

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