Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Notícias

Princesinha do crime foi resgatada de presídio em SP

Conhecida como “Princesinha do crime”, Rafaela Sampaio Camorim, de 27 anos, foi resgatada e fugiu de um presídio feminino na zona oeste de São Paulo nesta quinta-feira (18/9). Nas redes sociais, Rafaela se apresentava como recepcionista experiente, destacando habilidades administrativas, atendimento ao público e formação em pedagogia pela Faculdade São Bernardo em 2020. Fora das redes, porém, sua vida era bem diferente: ela comandava uma quadrilha especializada em roubos de carros de luxo e foi condenada a 12 anos de prisão. Rafaela foi capturada em janeiro de 2022, aos 23 anos, durante ação da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal de São Bernardo do Campo, quando foram apreendidos cinco veículos roubados. A fuga da criminosa reacende a preocupação das autoridades sobre a segurança em unidades femininas do sistema prisional e mobiliza equipes policiais em busca de recaptura.

Milicianos que invadiram hospital queriam pegar um homem que havia mudado de facção indo para o Comando Vermelho, disse chefe da Polícia Civil

De acordo com o chefe da Polícia Civil, delegado Felipe Curi,, criminosos que invadiram o Hospital Pedro Segundo, em Santa Cruz, foram para matar um paciente que havia mudado de facção pulando da milícia para o Comando Vermelho. , O alvo estava internado no local após ser baleado e levado quatro tiros. Ele foi cooptado pelo CV para passsar informações do grupo paramilitar já que tinha conhecimentos da quadrilha, segundo Curi. O secretário de Segurança, Victor do Santos, afirmou que já foi identificado um criminoso que teria baleado esse paciente em uma emboscada e teria voltado ao hospital para matá-lo. Ele já teria sido preso em 2017 e tem vários registros criminais. Os agentes estão fazendo uma operação na comunidade do Gouveia, em Paciência., para prender os autores. Mas existe outra versão que circula sobre o caso. Ontem, teria ocorrido um ataque de milicianos de Juninho Varão e Waguinho na comunidade do Nova Jerséi., reduto da milícia do PL e Naval, sucessores de Zinho. Eles queriam pegar o frente da milícia lá, vulgo Japa, que conseguiu fugir mas os invasores teriam levado um fuzil. Segundo a fonte, esse frente da milícia tentou se esconder no Gouveia, onde teria sido baleado pelos próprios comparsas e levado para o hospital que foi invadido e era o alvo. O paciente alvo dos milicianos havia sido preso em 2019 fazendo cobranças em estabelecimentos comerciais no bairro e recolhendo dinheiro.Com ele, foram apreendidos três celulares mas atualmente não tem nenhum mandado de prisão pendetne. Há muito tempo a milícia que era do Zinho está em guerra com o Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. No úlitmo sábado, o CV atacou o Tingui, em Campo Grande, e matou um homem e deixou outro ferido. A investigação sobre a invasão ao hospital está a cargo da 36ª DP (Santa Cruz) com apoio da DRACO.

LAVAGEM DE DINHEIRO: Traficante Lacoste da Serrinha (TCP) tinha casarão avaliado em R$ 500 mil em Búzios que colocou em nome de dona de salão e fez moradores movimentarem valores milionários. Chefão do Jacarezinho (CV) também tinha residência em condomínio de luxo em Natal (RN)

O traficante Lacoste ou Salomão, chefão do Complexo da Serrinha, em Madureira, adquiriu há alguns anos um imóvel de veraneio na cidade de Armação de Búzios, na Região dos Lagos, no valor de R$ 500 mil. Só que para ocultar o seu nome, colocou o bem no nome de uma mulher, que era uma espécie de secretária dele. A moça possuía um pequeno salão na Serrinha totalmente desestruturado. incapaz de justificar a titularidade, da sua parte, de mais de R$500.000,00.Parte dos valores para a compra da casa foram depositados por um homem que foi preso por tráfico de drogas. A polícia chegou a ficar de campana no local em datas comemorativas e feriados para tentar prender Lacoste em Búzios Ocorre que estas diligências foram capazes, exclusivamente, de revelar o uso do imóvel por familiares do traficante”, a exemplo de uma de suas filhas, que se encontrava presente em uma dessas diligência Lacoste também se vale de moradores para depósitos, com fins de ocultação da origem. Em uma investigação foram identificados em depósitos vinculados ao tráfico da Serrinha um total de mais de R$3.000.000,00 Na mesma investigação, foi descoberto que um outro chefão do tráfico, vulgo Lambari, da Favela do Jacarezinho (CV), adquiriu um imóvel em um condomínio em Natal (RN) e colocou no nome de um homem, que era proprietário de um comércio minúsculo no interior da comunidade. Lambari se mudou do Estado do Rio de Janeiro, passando a viver com considerável conforto no nordeste brasileiro. Ele saiu dos holofotes policiais, perambulando livremente junto à sociedade já há algum tempo, sem que os aparatos de justiça criminal tivessem conhecimento de seus atos. Mesmo assim, continuou envolvido com o tráfico de drogas, recebendo “participações nos lucros” ou “royalties” decorrentes da sua condição de “dono da comunidade”. E ele manteve mantém alguns bens em nome de interpostas pessoas (laranjas) de sua maior confiança. E essas pessoas são moradoras do Jacarezinho, pessoas, ordinariamente, sem renda, que movimentavam valores estratosféricos, completamente fora da realidade de vida contemplada por esses indivíduos, não deixando dúvidas de que estas pessoas são operadoras do esquema de arrendamento da comunidade levado a cabo por Lambari.Um outro morador, dono de um pequeno comércio na comunidade, movimentou R$ 5 milhões. Seu frente, Chico Bento, vivia sob mais absoluto luxo no Jacarezinho em um imóvel projetado por arquiteto, móveis os mais modernos, piscina, banheira de hidromassagem, ,

Confira a hierarquia da quadrilha do CV (cúpula, líderes territoriais e gerentes) especializada em roubo de veículos

Segundo investigações, os traficantes Fernandinho Beira-Mar, Marcinho VP, Fu, Barbozinha e Abelha integravam a cúpula da quadrilha do Comando Vermelho especializada em roubo de veículos e comandavam os valores pagos pelos carros subtraídos e o papel de outros membros no esquema; Mesmo já estando em unidades prisionais, eles mantêm o domínio finalístico das ações do grupo, deliberando sobre as estratégias criminosas e emanando ordens para os demais escalões. Os veículos objetos de subtração pelo grupo eram levados para comunidades dominadas pela facção “Comando Vermelho”. A apreensão de veículos roubados no Rio de Janeiro,já com placas e chassis adulterados (“clonados”), em outros estados como Espírito Santo e São Paulo, enquanto eram utilizados para outros crimes como o tráfico de drogas, demonstra a sofisticação, a amplitude e a conexão interestadual da organização criminosa. Existiam os lideres territoriais Um deles é Paulinhozinho, apontado como líder do Morro do Fallet e Fogueteiro, bem como membro do “Conselho”. Ele não apenas autoriza, mas fornece a estrutura necessária para que os veículos roubados sejam levados para sua área de domínio, garantindo abrigo e proteção aos executores. Sua liberdade representa a manutenção de um porto seguro para a continuidade dos crimes. Jiló, é tido como líder do Morro dos Prazeres e membro do “Conselho”. A investigação, corroborada por confissões, indica sua comunidade como um dos principais locais para aclonagem de veículos, atividade que ele supervisiona e com a qual lucra. Lambari é imputado como chefe da Favela do Jacarezinho e também membro do “Conselho”. A investigação apontou sua comunidade como destino de veículos roubados e revelou um robusto esquema de lavagem de dinheiro, demonstrando seu papel central no financiamento da quadrilha., . Corolla ou Chacota é apontado como chefe da Favela de Manguinhos. Sua área de domínio foi identificada como o destino de veículos e o local de origem de roubadores, indicando seucontrole direto sobre a atividade criminosa na região. Ratinho é tido como líder da Favela do Arará. Esta comunidade foi apontada como base para uma quadrilha de roubadores e destino de veículos subtraídos. Sua atuação é fundamental para dar suporte e proteção aos executores. Adidas ou Gazela ´é apontado como coordenador do tráfico no Morro do Turano, responsável por determinar ações e dar proteção aos criminosos em sua área de atuação. As investigações apontam que Adidas passa as determinações do “Conselho” para os seu comandado vulgo Pivete,.“Marcinho da Paula Ramos é imputado como membro do “Conselho” e líder do Morro Paula Ramos. Encontra-se em prisão domiciliar, mas as investigações apontam que, após sua soltura para este regime, os roubos de veículos na região dobraram. Ademais, conforme certidão da SEAP e demais informações descritas Marcinho descumpriu as condições impostas, não sendo localizado em seu trabalho e não comparecendo para a instalação de tornozeleira eletrônica. Assim, sua conduta revela total desrespeito à ordem judicial e umretorno imediato ao comando do crime, Gerentes e Núcleo Operacional Pivete – é apontado como a atual “frente”, auxiliar do chefe, do Morro do Turano. Ele tem a função de executar as determinações criminosas e dar proteção a roubadores e clonadores na comunidade. A investigação demonstra que ele se reporta à estrutura de comando historicamente liderada por “Adidas” ou “Gazela”) naquela localidade, mantendo as atividades ilícitas em pleno funcionamento mesmo após a prisão de outras lideranças. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de suacomunidade, sendo o elo entre o comando do “Conselho” e a execução nas ruas. Sua prisão é essencial para desarticular a linha de frente operacional do grupo. Chico Bento – atua como “frente” da Favela do Jacarezinho. Sua função é a de determinar as ações criminosas e proteger os executores de roubos no território. As investigações indicam que ele responde diretamente às ordens do chefe da localidade, Lambari, sendo o principal responsável por gerenciar a atividade criminosa na ponta. Trata-se de acusado que atua como gerente direto, o chamado “frente” de sua comunidade, sendo o elo entre o comandodo “Conselho” e a execução nas ruas Cocão – exerce a função de líder dos executores de roubos e principal “clonador” de veículos. Em sua confissão detalhou o funcionamento do esquema, revelando sua posição central na engrenagem criminosa. Ratinho” ou “Rato Velho” atua no transporte dos veículos roubados e no contato com receptadores para “escoar” a mercadoria ilícita. Marconi – desempenha a função de “piloto” ou “atravessador” do grupo, sendo essencial para a movimentação dos veículos roubados/clonados. Graxinha – apontado como um dos maiores receptadores do grupo, responsável por receber, adulterar e desmanchar os veículos roubados. Leandro Daniel atua como “batedor”, garantindo a segurança das operações de roubo e transporte, sendo responsável por observar e avisar da presença policial ao grupo criminoso que executa o roubo e na entrega dos veículos clonados, além de escolher os veículos queserão subtraídos. Natureza – atua como como receptador e vendedor dos veículos clonados. Sua confissãofoi de extrema importância para desvendar a estrutura do núcleo operacional e o papel de cada integrante.

Beira-Mar, Marcinho VP e outros chefões do CV tiveram prisões decretadas por crimes patrimoniais na região da Grande Tijuca

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve a prisão preventiva de 20 integrantes da organização criminosa Comando Vermelho, por associação criminosa para a prática de crimes patrimoniais. A denúncia do MPRJ relata que os integrantes da organização criminosa, entre eles os líderes Luiz Fernando da Costa, conhecido como “Fernandinho Beira Mar”, Márcio Santos Nepomuceno (“Marcinho VP”), Ricardo Chave de Castro Lima (“Fú”), Ocimar Nunes Robert (“Barbozinha”), e Wilton Carlos Rabelo Quintanilha (“Abelha”), associaram-se para praticar, reiteradamente, uma série de crimes patrimoniais na cidade do Rio de Janeiro, concentrando suas atividades no roubo de veículos e receptação. Ainda segundo o documento, os integrantes da organização promoveram diversos roubos de veículos na circunscrição distrital da 18ª e da 20ª Delegacias de Polícia, clonando os veículos roubados para serem revendidos ou vendendo suas peças para lojas e ferros-velhos. De acordo com as investigações, a dinâmica dos crimes era composta, além dos líderes da organização, pelos “batedores”, responsáveis por observar e avisar ao grupo que executava os roubos da presença de policiais, pelos “executores”, que efetivamente conduziam o roubo dos veículos, e por integrantes do grupo que eram responsáveis por levar os automóveis roubados a uma das comunidades dominadas pelo Comando Vermelho, com a prévia anuência dos chefes das localidades.

Miliciano das antigas que iniciou guerra recente em Jacarepaguá foi morto em confronto com a PM

O criminoso conhecido como Fabi ou Hulk foi morto em confronto com a PM na comunidade Dois Irmãos, em Curicica. O segurança dele também foi baleado. Relatos de de que quase 30 bandidos conseguiram escapar. Miliciano da época de Orlando Curicica, Fabi iniciou recentemente uma guerra em Jacarepaguá invadindo a Dois Irmãos que era reduto do também miliciano André Boto. Há relatos de que ele teria tido o apoio de traficantes do Comando Vermelho. Na manhã desta quarta-feira (17/09), policiais militares do 18º BPM (Jacarepaguá) realizaram uma operação na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, Zona Oeste do Rio, após informações sobre confronto entre facções rivais na região. Durante a ação, houve confronto e dois suspeitos foram atingidos. Um deles foi socorrido e encaminhado à UPA da Taquara. O outro, identificado como Fabiano Vieira da Rocha, conhecido como “Fabi”, não resistiu aos ferimentos e morreu. O criminoso possuía diversas anotações criminais, incluindo homicídio, roubo e participação em organização criminosa. Na ação, um fuzil foi apreendido. A ocorrência foi encaminhada para a 32ª DP.

Polícia faz operação contra expansão do CV na Zona Oeste do Rio. 27 foram presos

As disputas por expansão territorial do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio são alvo de ação da Polícia Civil, nesta quarta-feira (17/09). A operação ocorre”, nas comunidades do Catiri e da Vila Kennedy. Ao todo, 27 criminosos foram presos e um menor foi apreendido. Também, foram apreendidos um fuzil, pistola, granada, munições, drogas e um jammer, além de oito veículos recuperados. O objetivo da ação é cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes da facção que atuam na região. As investigações demonstraram que os líderes do tráfico no Complexo da Penha, em especial Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, e seu principal aliado, Carlos Costa Neves, o “Gadernal”, vêm coordenando a atuação de células armadas, com o propósito de expandir a influência territorial da organização criminosa. Essa expansão, segundo apurado, abrange o Catiri e áreas estratégicas de Campo Grande, tendo a Vila Kennedy como ponto de apoio logístico e operacional. A partir dessa base, foram deflagradas sucessivas ofensivas violentas, que culminaram em homicídios e graves violações à ordem pública na região. As investigações apontaram que os criminosos utilizam violência e ameaças para consolidar seu domínio, impondo toques de recolher, expulsando moradores de suas residências e instalando barricadas, a fim de dificultar a entrada das forças policiais. Os agentes também identificaram o uso intensivo de tecnologia, com drones empregados tanto para monitorar as tropas policiais quanto para guiar ataques contra rivais e agentes públicos. Com base em provas técnicas, a Polícia Civil obteve mandados judiciais para desarticular a célula criminosa. A ação faz parte da “Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. O principal objetivo é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. Até o momento, mais de 50 capturados e outros 7 criminosos neutralizados em confronto.

Jovem que teria sido confundido com assaltante, foi sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém (ADA)

Vinicius Heinen, de 19 anos, teria sido confundido com assaltante, acabou sequestrado e morto por traficantes da Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio. O rapaz foi brutalmente executado sem chance de defesa. A família aguarda pela liberação do corpo. A polícia já está ciente do caso e realiza diligências para esclarecer o episodio. As informações são do jornalista Bruno Assunção.

Líder da ADA teve prisão preventiva decretada por triplo homicídio em Realengo. Uma das vítimas tinha pulado para o TCP e levado fuzis e estava jurada de morte. Bandidos do CV também teriam participado do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Índio do Jardim Novo (ADA) e de outros três bandidos por um triplo homicídio ocorrido em setembro do ano passado em Realengo. . No dia 11 de setembro de 2024, entre 12h. e 13h:30min, na Rua Silva Neto, nº 19, a mando de Índio, os outros três mataram mediante disparos de armas de fogo as vítimas Carlos Eli Gil de Almeida, Márcio Rodrigo da Silva e Gabriel Willian Nascimento da Silva, Os crimes foram cometidos por motivo torpe, eis que praticados por vingança abjeta, pois no contexto de ¿guerra¿ do narcotráfico, uma vez que a vítima Gabriel havia trocado de organização criminosa, indo para o Terceiro Comando Puro (TCP) o que desagradou os bandidos, além de estar praticando roubos a veículos. O crime teve participação de bandidos das facções ADA e CV. o alvo seria apenas “GB”. Carlos e Márcio morreram porque estariam no local na hora errada As vítimas foram monitoradas previamente, cercadas em uma vila de casas sem saída, alvejadas de inopino por número excessivo de disparos Foram utilizados fuzis de fogo calibre 7,62×51 e calibre 7,62×39, Índio na qualidade de “frente” da comunidade do Jardim Novo, em posição de superioridade e liderança, dirigindo a atividades dos demais denunciados, determinou e autorizou os homicídios acima descritos. Carlos Eli era mecânico, utilizando a parte de baixo do imóvel como oficina. Era usuário de entorpecentes, mais especificamente, cocaína; Não possuía desavenças no local, dívidas ou qualquer inimizade que tenha comunicado. Gabriel, vulgo GB era assaltante de veículos; Quando GB levava algum carro à oficina da vítima, solicitava o carro de Carlos emprestado até que o serviço ficasse pronto. Carlos foi alertado para não emprestar carros para GB porque ele cometia roubos. Sobre Márcio, GB o teria chamado para ajudar no reboque de um corsa prata até a oficina. GB tinha uma rixa com um morador sendo, expulso, indo integrar outro grupo criminoso. Tinha ganho liberdade prisional há cerca de 3 meses antes do crime. O homem com quem GB tinha rixa disse que foi ameaçado por ele. Sua companheira também foi. O motivo da ameaça foi o fato de GB achar que o declarante teria roubado um de seus veículos. Disse que saia sabia que os integrantes da facção ADA já estavam no encalço de “GB”, pois “GB” teria pego dois fuzis desta comunidade e levado para Comunidade da Vila Aliança, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro. Confessou que monitorou as vítimas para que os criminosos do Jardim novo, em conluio com integrantes da facção Comando Vermelho do Morro do 48 pudessem realizar o “bote”; Contou ainda que os executores estavam em uma SLV Tracker azul marinho preta e que participaram Bambam, Bebel e mais dois individuos do Morro do 48. No dia dos fatos, na parte da manhã, “GB” passou de carro e reameçou o declarante, que estava acompanhado de sua companheira. Diante da nova ameaça e sabendo que os meliantes do Jardim Novo queriam matá-lo, entrou em contato com “Bambam” e forneceu o endereço do local onde poderia ser encontrado. Além disso, monitorou a vítima no local, franqueando acesso dos executores à vila e fugindo juntos após o ataque; Que, após os fatos, teria sido convidado por “Bambam” para integrar o tráfico do Jardim Novo tendo recusado. Disse ainda que o mandante do ataque foi Índio e Bambam era seu segurança e homem de confiança. Falou ainda que é sabido que as facções ADA e CV fizeram acordo e estão atuando juntas; Questionado acerca de homicídio ocorrido na rua Biribá, 346 – Bangu (procedimento 901-00810/2024), no interior de uma casa de festas, com mesmo modus operandi dos fatos apurados, diz que os executores são do Jardim Novo e costumam trafegar com Virtus de cor branca e outro na cor preta, não sabendo especificar quais os elementos participantes dessa outra empreitada criminosa; Perguntado sobre a vítima Natã, não soube falar.

Vítima sequestrada por PMs na Zona Oeste tem irmão envolvido com o tráfico da Nova Holanda (CV). VEJA DEPOIMENTOS

Leia agora o depoimento da vítima de extorsão mediante sequestro por parte de PMs que foram presos no último fim de semana na Zona Oeste do Rio. O alvo contou que estacionou seu carro em casa e viu três homens com fardas da Polícia Militar, usando balaclavas da cor preta e portando fuzil. Disse foi colocado dentro do carro. Ao entrar no veículo, viu o motorista, que não estava fardado Relatou que foi levado até perto da Vila Kennedy. Ali tiraram fita adesiva que estava adulterando a placa do carro. Seguiram adiante e pararam em frente a Comunidade do Muquiço, Guadalupe, perto do valão; Então, o motorista saiu e outro criminoso também saiu; Foi feito contato pelo telefone celular com a filha da vítima, com sua companheira e com seu irmão. Exigiram o valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para que a vítima fosse libertada; O declarante informou para os criminosos que não tinha dinheiro para pagar o resgate. Eles disseram que se não arrumasse iriam matá-lo. Contou ainda que havia uma viatura Frontier da Polícia Militar, “tipo velha”, escoltando o carro onde estavam. Pensa que também havia um veículo Honda, modelo CRV, “antigo”, cor preta, que também estava fazendo a escolta (…)”  Em sede policial, uma testemunha corrobora a declaração acima em relação ao momento da abdução da vítima, da exigência de valores para a liberação ela bem como perguntada se houve algum pagamento de resgate respondeu que não. Informou que quando os criminosos estavam saindo do local do fato a declarante disse que não tinham dinheiro e um dos criminosos disse que pediriam para o irmão da vítima; Nesse momento, o alvo esclareceu que seu irmão e que ele é envolvido com o narcotráfico da Nova Holanda, no Complexo da Maré. Um policial encarregado da ocorrência informou que o aparelho celular da filha da vítima que foi levado pelos sequestradores estava sendo utilizado nas negociações extorsionário: Que o monitoramento do celular deu a localização do bairro de Rocha Miranda (…) que durante abordagem realizada na Estrada de Gericinó, encontraram a vítima algemada e mais 3 policiais militares O auto de apreensão especifica o material como: 2 armas de fogo imbel (fuzil) – calibre (7,62); 1 arma de fogo i.m.i. (fuzil) – calibre (5,56 mm); 1 arma de fogo Beretta (pistola) – calibre (9 mm).  

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima