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Notícias

Três homens foram baleados em bar durante guerra de facções em Cabo Frio

Três homens foram baleados com vários tiros na noite deste domingo (28) dentro de um bar localizado na Avenida B, no bairro Reserva do Peró, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. O ataque ocorreu em um domingo marcado pela violência na cidade e causou pânico entre moradores e frequentadores do local. De acordo com relatos, criminosos em uma motocicleta chegaram ao bar e efetuaram diversos disparos contra as vítimas, que foram atingidas em sequência. Após o ataque, os suspeitos fugiram do local. As três vítimas foram socorridas por populares e levadas às pressas para o Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos. Segundo informações iniciais, o estado de saúde dos baleados ainda não foi oficialmente divulgado. As primeiras linhas de apuração apontam que o ataque pode estar relacionado a disputa entre facções criminosas, com indícios de confronto envolvendo Terceiro Comando e Comando Vermelho. Ainda conforme apurado pela reportagem, a chegada dos feridos provocou tumulto e correria dentro da unidade hospitalar, diante da gravidade dos ferimentos e da quantidade de vítimas baleadas. Diante da situação, a direção do hospital acionou a Polícia Militar do 25º BPM para garantir a segurança e registrar a ocorrência. O caso será registrado na 126ª Delegacia de Polícia de Cabo Frio, que ficará responsável pelas investigações

Domingo de sol com banho de sangue em praias do RJ

Domingo de sol, muito calor, praias ĺotadas e crimes na orla Um homem foi baleado próximo ao Posto 12 da Praia do Recreio, na tarde deste domingo (28). Dois homens armados iniciaram uma discussão e a vítima, que não tinha qualquer relação com a briga, acabou sendo atingida por um disparo. Ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Um homem foi assassinado na Praia de Geribá, em Búzios O crime aconteceu no canto esquerdo da praia, área bastante movimentada, e provocou pânico e correria entre banhistas. A vítima foi atingida por dois disparos nas costas e morreu no local. Dois homens armados fugiram em direção à Estrada da Ferradurinha. A 127ª DP (Armação dos Búzios) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. A perícia foi solicitada para o local e outras diligências estão em andamento para apurar os fatos.

Em Vargem Grande, morador tem que pagar R$ 50 de água e R$ 50 de luz para a milícia. No Caju, tráfico (TCP) cobra R$ 150 do gás. Em Rio das Pedras, há restrição de circulação por causa de briga entre paramilitares. A população de comunidades do Rio continua sendo explorada pelo crime organizado

Denúncias que foram publicadas em rede social revelam mais exemplos de exploração por parte de milicianos e traficantes a comerciantes e moradores de comunidades do Rio de Janeiro. Um morador da comunidade da Taboinha em Vargem Grande, na Zona Sudoeste carioca, afirmou que os residentes têm que pagar para a milícia R$ 50 de luz, R$ 50 de água e R$ 20 para a associação de moradores. Quem não pagar, os criminosos cortam a luz e é preciso dar R$ 500 para religar, segundo a denúnncia, isso se não baterem neles, contou a testemunha. O morador afirmou que os traficantes do Terceiro Comando Puro também agem na comunidade em conluio com os paramilitares. “Somos obrigados a aceitar bandidos do TCP vendendo drogas no nosso portão”, lamenta. Outro exemplo de exploração ocorre no Complexo do Caju, na Zona Portuária, onde o preço do gás subiu para R$ 150. A ordem partiu de um traficante vulgo 98 a mando do chefão da área, vlgo Bob. Os criminosos expulsaram e tomaram uma distribuidora que fornecia carvão e água mneral em galão para os comerciantes. Desde então, a comunidade está sem os produtos para a compra, prejudicando a todos. Voltando para a Zona Sudoeste, uma suposta briga entre milicianos estaria impedindo o ir e vir dentro da própria comunidade de Rio das Pedras. A rivalidade ocorre entre os cirminosos das localidades de Areal e Areinha. Há relatos de que o morador de uma área não pode atravessar para a outra.

Tráfico carboniza vítimas que morrem em sessões de tortura em São Gonçalo. Irmãos morreram queimados. Quem vacila é espancado. Traficante preso transmite as ordens via celular

A quadrilha do traficante Juninho Capote, membro do Comando Vermelho em São Gonçalo e que está preso, tem a pra´tica carbonizar algumas vítimas que morrem durante sessões de tortura; Entre as vítimas foram os irmãos Rafael e Leonardo Teixeira de Melo, que morreram queimados. O primeiro deles era ‘merdeiro’ e vivia arrumando confusão na favela. O bando tem por hábito realizar “cobranças” a quem “vacila” na comunidade. Essas cobranças são feitas em forma de um “se liga”, ou seja, espancamento. Um bandido, por exemplo, recebeu um se liga por ter brigado com sua companeira. Todas as ordens são recebidas por ligação de celular efetuadas por “Juninho. Todas as mortes que ocorrem são autorizadas por ele. A quadrilha multiplica vítimas. Uma delas foi Pablo Sacramento Velasco, o PL, que foi morto por retaliação ao fato dele ter se apropriado e, posteriormente, sem a anuência dos criminosos, ter vendido ao cidadão G.S.C o aparelho celular, marca Iphone XI, que havia com eles subtraído quando integravam juntos malta criminosa atuante na localidade. PL ficou preocupado com uma retalição dos traficantes e foi desenrolar na boca, acabou sendo morto. Por conta da morte de PL, estão com as prisões preventivas decretadas os criminosos Juninho do Capote, Boladão, Duduzinho, Barcelona, Temisto, Magrão, TG ou Menor 10. Ruy Guilherme Castilho de Lima foi torturado e morto pelo bando porque aplicava golpes pela internet. Ele teve o celular vendido por PL, o que acabou provocando a morte deste também Outra morte atribuída ao grupo foi de Juracy Guimarães dos Santos, o Brejal, Durante a investigação, a polícia descobriu que nos”plantões”das bocas de fumo, os traficantes se utilizavam de duas pistolas 9mm, que essas armas ficam rodando de mão em mão durante o “plantão, que terminava às 06:00h

Traficante preso com PM em São Gonçalo foi condenado acusado de feminicídio

O traficante Lula que foi preso junto de um PM na noite de ontem em São Gonçalo estava solto mesmo tendo uma condenação de 13 anos em 2017 acusado de matar uma mulher. No dia 18 de março de 2016, no Jardim Catarina, Lula, desferiu disparos de arma de fogo contra Lunna Lima Ribeiro, por razões da condição do sexo feminino, causando-lhe as lesões descritas no laudo de exame de corpo delito de necropsia as quais foram a causa eficiente da sua morte. Consta dos autos que a vítima e o denunciado se relacionavam afetivamente havia alguns meses e que, no dia dos fatos, Lunna havia se dirigido à residência do denunciado para encontra-lo. Após ficarem juntos no quarto do denunciado durante aproximadamente duas horas, o denunciado e a vítima passaram a discutir, até que este efetuou um disparo de arma de fogo na região mentoniana da vítima, com o cano encostado. Em seguida, o bandido empreendeu fuga e a vítima acabou falecendo no local. O crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que foi atacada de surpresa, com poucas possibilidades de defesa. A motivação do crime é fútil, uma vez que cometido em razão de uma discussão.

PM foi preso junto de traficante em São Gonçalo. Estavam com fuzis e pistolas

Um policial militar foi preso em um carro junto de um traficante conhecido como Lula do Jardim Catarina, em São Gonçalo. Questionada, a PMERJ não respondeu Em nota, a Políica Civil informou que de acordo com a 73ª DP (Neves), dois homens foram conduzidos por policiais militares à unidade. Eles foram autuados em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e associação para o tráfico de drogas. Lula é gerente do tráfico do Catarina.. Com o PM foi achada uma pistola Beretta de uso institucinal. Na mala do carro haviam dois fuzis (um G3 e um AR-10) e uma pistola Glock calibre 40. Haviam também carregadores, munições, colete balístico e radiotransmissor.

Mais um caso de feminícidio no RJ, o quarto em quatro dias

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de uma mulher e de um homem, ainda não identificados, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. De acordo com informações preliminares, trata-se de um feminicídio seguido de suicídio. Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos. Em quatro dias, é o quarto caso de feminício registrado no Estado do RJ. Na noite de véspera de Natal, uma mulher foi morta esfaqueada em Paciência. No mesmo dia, uma outra vítima foi achada morta em uma casa incendiada no Centro do Rio e uma terceira foi assassinada a tiros em Mangaratiba

Mulheres disseram que viram traficantes matando homem em Belford Roxo com tiro na cabeça. Com medo, elas apagaram as luzes mas os bandidos viram e atiraram em direção da casa só acertando a porta e a janela e ainda gritaram “Somos os crias do Comando. É a tropa do BX e do Popay”

Morto em confronto com a PM recentemente em Belford Roxo, o traficante Márcio de Oliveira Norberto, o MM, respondia a três processos por homicídios cometidos somente este ano sempre agindo em conjunto com seu parceiro, Pivete. Um dos casos ocorreu em 31/01/2025, na Rua Concílio Ecumênico, bairro São Vicente, Belford Roxo/RJ. Consta dos autos que os crimes foram praticados mediante disparos de arma de fogo de uso restrito, em contexto de disputa entre facções criminosas, resultando na morte de Fernando Lavanziê Gonçalves Souza e na sobrevivência de A.C.A.S e A.H.S.S este último tendo reconhecido formalmente os acusados como autores dos fatos, Outro caso foi bem mais grave. Uma mulher viu um dos bandidos apontando fuzil para o rosto de Kauã Gabriel dos Santos e atirouEla ficou ficou assustada quando viu a cena e então, apagou as luzes de sua residência; Quando os indivíduos viram que a declarante apagou as luzes de sua casa, eles efetuaram vários disparos de arma de fogo na direção da residênci. Os tiros acertaram a janela e a porta da casa Após dispararem, os criminosos gritaram, “Meu nome é Pivete e agora quem tá aqui são os crias do Comando. Pode avisars a todo mundo aqui quem está aqui é o Pivete e o MM. É a tropa do BX e do Popay”. A mulher disse que conhecia os dois bandidos pois foram criados juntos com ela na comunidade. Uma outra testemunha ouviu com clareza que os homens falaram com Kauã, que estava armado com um revólver mas tomaram a arma dele. “É isso aqui que o patrão de vocês dá para vocês, essa arma velha:”, e logo em seguida deram um tiro na cabeça de Kauã; … iMM era um ndivíduo apontado como responsável por diversos ataques à Comunidade do São Leopoldo, possuindo relevante envolvimento em ações criminosas na região. Contra ele havia 04 anotações criminais e 03 mandados de prisão, por homicídio.

Guerra sangrenta entre CV e TCP em Resende com sequência de mortes

Visando provar sua lealdade à facção criminosa Comando Vermelho em Resende o traficante vulgo Noi entregou seus antigos comparsas de Terceiro Comando Puro, o que resultou nas mortes esse ano de Genecy da SIlva Ferreria, Leonardo Freitas de Oliveira, vulgo Vovô, Luiz Gustavo Martins Rodrigues, Pedro Alex Almeida Barbosa e Carlos Daniel Pereira de Oliveira, vulgo Chuchu. Todos os mortos eram os únicos traficantes que mantinham a resistência no bairro Fazenda da Barra 2 contra a invasão do CV, cujos líderes dessa empreitada criminosa são os traficantes vulgo T10, Messi e Banha. Tudo começou após o assasssinato de João Vitor Alves de Oliveira, vulgo Quimba, que era dependente químico, integrante do TCP mas havia suspeita de que estava tentando ingressar no CV. Ele havia sido jurado de morte e por conta disso teve que passar um tempo em São Paulo. A família, por exemplo, teve que gastar certa vez R$ 500 por conta do envolvimento de João com o tráfico. Noi também era suspeito da morte de Quimba e após esse crime, pulou para o CV colaborando então para essa sequência de mortes na cidade. No caso do assassinato de Quimba, a autorização veio do criminoso conhecido como Rodolfinho e teve participação de seu gerente, vulgo GL, por planejar e executar as ordens de Rodolfinho.

Sete pessoas foram baleadas em baile em Campos. Nenhuma corre risco de morte

Sete pessoas foram atingidas por disparos de arma de fogo e outra ficou ferida por arma branca durante um baile realizado na madrugada desta quinta-feira (25), na localidade conhecida como Invasão do Cidade Luz, no Parque Cidade Luz, em Campos.     As vítimas foram socorridas por populares. Ao todo, oito pessoas deram entrada no Hospital Ferreira Machado: Sete vítimas foram atingidas por tiros e uma sofreu ferimento por arma branca. Segundo a unidade hospitalar, nenhuma das vítimas corre risco de morte, e a maioria apresentou ferimentos leves,principalmente nas pernas. Testemunhas relataram que, após os disparos, houve correria generalizada. Até o momento, não há informações sobre a autoria dos tiros. A Polícia Militar esteve no local e o caso segue em investigação na 146ª DP/Guarus.  (Leia mais abaixo)

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