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Leia diálogo que mostra traficante convocando morador para fazer protesto em Jacarepaguá

Leia agora diálogo que mostra um suposto traficante convocando moradores para fazer protesto em Jacarepaguá em razão da operação no Morro do Tirol, na Freguesia. oliciais do Bope e do 18º BPM monitoravam o traficante Luciano da Silva Teixeira, o Sardinha, chefe do tráfico da Cidade de Deus, que estaria comemorando aniversário no Tirol. Após intenso confronto, a polícia acredita que ele tenha ordenado o sequestro de 9 ônibus. Dois fuzis, uma pistola, munições e drogas foram apreendidos. Duas pessoas foram presas, suspeitos ficaram feridos e Sardinha conseguiu fugir. FONTE: PMERJ e Band Net News (Twitter)

Bandidos sequestraram ônibus na Cidade de Deus (CV). VIDEO

Seis ônibus foram utilizados como barricadas na Cidade de Deus, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, durante um tiroteio na noite de quinta-feira (16). A ação ocorreu na Estrada Marechal Miguel Salazar Mendes de Morais, com a interdição da via e a interrupção de diversas linhas de ônibus. Moradores buscaram abrigo na UPA da Cidade de Deus devido aos disparos, comprometendo a circulação do transporte público e afetando diversas linhas de ônibus. FONTE: Minuto Notícia Rio (Whatsapp)

Quadrilha de Adilsinho teria ligações com o PCC. Polícia faz operacâo contra jogos de azar online

Policiais civis da Delegacia de Combate às Organizações Criminosas e à Lavagem de Dinheiro (DCOC-LD) deflagraram, nesta quinta-feira (16/10), a “Operação Banca Suja”, uma ação de grande porte destinada a desmantelar uma estrutura criminosa sofisticada, atuante no ambiente digital e na economia paralela fluminense. A quadrilha alvo da ação é liderada pelo contraventor conhecido como Adilsinho e teria ligações com o PCC. O esquema de exploração de jogos de azar on-line, fraudes contra apostadores e lavagem de dinheiro movimentou mais de R$ 130 milhões em apenas três anos. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão e outras medidas judiciais na capital, Duque de Caxias e Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A ação inclui ainda bloqueios de R$ 65 milhões em contas bancárias e de R$ 2,2 milhões em bens (oito automóveis), além de autorização para sequestro de outros bens localizados no decorrer da operação. O objetivo é desestruturar toda a base financeira do grupo.A “Operação Banca Suja” integra a política institucional de “seguir o dinheiro” (follow the money) e atacar os alicerces econômicos das organizações criminosas. A meta é interromper fluxos financeiros ilícitos, proteger consumidores de fraudes, impedir a reciclagem de capitais criminosos e recuperar ativos para o estado, atingindo diretamente o financiamento de facções e redes criminosas com base territorial na Baixada e na capital. “Empresas que operam dentro da legalidade acabam dividindo o mesmo espaço competitivo com estruturas que atuam simultaneamente na legalidade e na ilegalidade, tornando-se prejudicadas por esse desequilíbrio. Essa é uma das pegadas importantes da investigação. Ao seguir o dinheiro, atacar os fluxos financeiros e descapitalizar estruturas criminosas, a Polícia Civil vai além da repressão direta e enfraquece os alicerces econômicos que sustentam facções e redes organizadas”, afirmou o secretário de Polícia Civil, delegado Felipe Curi. As apurações revelaram fortes ligações entre o grupo e estruturas criminosas de grande porte na Baixada Fluminense, em especial a chamada “máfia do cigarro”, responsável por extensas redes de contrabando, corrupção e financiamento de atividades ilícitas. Também foram identificadas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas que comercializam filtros de cigarro e recebiam transferências de pessoas jurídicas vinculadas ao núcleo principal — evidenciando um elo interestadual e nacional, em um nível de articulação raramente identificado no estado. “Operações como esta, que resultaram no bloqueio de dezenas de milhões de reais, assumem relevância especial ao se considerar que esses valores poderão ser revertidos em favor da Polícia Civil, financiando o próprio combate ao crime organizado. Ao mesmo tempo, fortalecem o estado e enfraquecem as organizações criminosas”, destacou o diretor do Departamento-Geral de Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DGCOR-LD), delegado Henrique Damasceno. De acordo com as investigações, para dissimular os valores ilícitos, o grupo utilizava empresas de fachada, transferências fracionadas e operações simuladas, espalhando as transações por diversas contas e ramos de atividade. Além dos crimes financeiros, os núcleos investigados são suspeitos de ordenar homicídios de desafetos e concorrentes, como forma de manter o controle sobre territórios e negócios ilegais, ampliando o potencial de periculosidade da organização.“Identificamos empresas que, aparentemente, atuam como de fachada, mas que movimentaram milhões de reais em um período muito curto — de seis meses a um ano — na tentativa de conferir aparência de legalidade às suas operações. Essas empresas se inserem no mercado formal, realizando transações financeiras de volume extremamente elevado e inflado por recursos provenientes de atividades criminosas, o que distorce a concorrência e prejudica o mercado legítimo”, explicou o delegado Renan Mello, da DCOC-LD. FONTE: PCERJ

PM apreendeu 10 fuzis na Zona Norte do Rio ontem

Somente ontem 10 fuzis foram apreendidos por policiais militares na Zona Norte do Rio : 6 pelo 9° BPM (Serrinha), 2 pelo 41° BPM (Ficap e Chapadão), 1 pelo16° BPM (Kelson) e 1 pelo BOPE (Dendezinho). De janeiro até hoje, 561 fuzis foram retirados das ruas por policiais militares. No ano passado, 638 fuzis de guerra foram apreendidos. Desde as primeiras horas da manhã desta quarta-feira, a Secretaria de Estado de Polícia Militar desencadeou diversas ações em comunidades da Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro, com foco no enfrentamento ao crime organizado e suas disputas territoriais, assim como na repressão a crimes como os roubos rua, de cargas e veículos. No bairro de Madureira, policiais militares do Comando de Operações Especiais (COE) e do 9º BPM (Rocha Miranda) realizaram uma operação nas Comunidades da Primavera e Serrinha, onde detiveram um suspeito e apreenderam fuzis, uma pistola e material entorpecente. Durante confronto em área de mata, dois suspeitos foram feridos. Cerca de quatro toneladas de materiais usados como barricadas foram retiradas das vias, restabelecendo a circulação da população e o acesso de serviços públicos essenciais. O Batalhão de Ações com Cães (BAC) também participou da operação e apreendeu aproximadamente 13 quilos de drogas durante buscas na comunidade da Serrinha. A ocorrência foi registrada na 29ª DP. Paralelamente, no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, policiais do 41º BPM (Irajá) detiveram três suspeitos e apreenderam um fuzil e duas granadas. A ocorrência foi encaminhada à 31ª DP. Em outra frente, durante patrulhamento na comunidade da Kelsons, na Penha, equipes do 16º BPM (Olaria) apreenderam um fuzil e detiveram um suspeito. A ocorrência foi apresentada na 22ª DP No combate às obstruções viárias, até 15 de outubro, 4.165 toneladas de barricadas foram removidas de mais de 3.525 pontos em todo o estado. No acumulado de 2024, a corporação desmobilizou mais de 6.900 pontos com barricadas, totalizando a retirada de mais de 7.700 toneladas de materiais diversos. FONTE: PMERJ

Quadrilha que produz fuzis para traficantes do Alemão e Rocinha, ambos CV, é alvo de operação da PF

Na manhã desta quarta-feira, 15/10, a Polícia Federal deflagrou a Operação Forja, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na produção, montagem e comércio ilegal de armas de fogo de uso restrito, com capacidade estimada em 3.500 fuzis/ano. As armas produzidas eram destinadas a facções criminosas do Rio de Janeiro, com entregas coordenadas para o Complexo do Alemão e a Rocinha. A ação, desenvolvida em conjunta com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Federal (GAECO/MPF), contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMSP). Cerca de 50 policiais federais cumprem 10 mandados de prisão preventiva e 8 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Além das prisões e buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de R$ 40 milhões em bens e valores dos investigados, visando descapitalizar a organização criminosa. A investigação é um desdobramento da “Operação Wardogs”, de outubro de 2023, na qual o líder do grupo foi preso em flagrante com 47 fuzis, levando ao desmantelamento de uma primeira fábrica em Belo Horizonte/MG. Mesmo em prisão domiciliar, e após ser condenado a 12 anos de prisão pelo TJRJ, o investigado continuou a comandar a organização, reestruturando a operação e transferindo a produção para uma nova e mais sofisticada planta industrial no interior de São Paulo, que operava sob a fachada de uma empresa de peças aeronáuticas. Em agosto de 2025, a Polícia Federal conseguiu desarticular a fábrica em Santa Bárbara d’Oeste, onde foram apreendidos fuzis já montados e mais de 31.000 peças e componentes, material suficiente para a produção de dezenas de outras armas. O grupo criminoso também importava componentes de fuzis dos Estados Unidos e da China, utilizando maquinário industrial de alta precisão (CNC) para produzir as peças em território nacional. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa majorada, tráfico Internacional de arma de fogo de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo de uso restrito. Esta ação integra a Missão Redentor, um esforço permanente da Polícia Federal para desarticular organizações criminosas que atuam no Rio de Janeiro, em estrita conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635. O nome da operação, “Forja”, é uma referência direta à atividade principal do grupo: a fabricação (forja) clandestina de armamentos em escala industrial. FONTE: Polícia Federal

Presos sete milicianos em churrasco em Paciência

Uma denúncia anônima sobre um churrasco de milicianos levou policiais da 36ª DP (Santa Cruz) a um salão de festas em Paciência, na Zona Oeste do Rio, onde sete pessoas foram presas em flagrante nesta terça-feira (14). No local, os agentes apreenderam um fuzil, uma pistola, munições, carregadores, rádio comunicador, placas de veículos, R$ 19 mil em espécie e um caderno com anotações de cobranças ligadas à milícia que atua em Santa Cruz e arredores. Os presos foram autuados por organização criminosa armada e posse de arma de uso restrito, e a Polícia Civil investiga o envolvimento do grupo em extorsões e ameaças a moradores da região. FONTE; Polícia Civil do RJ

PM põe em conselho de disciplina que poderá expulsar sargento suspeito de receber propinas de traficantes de Petrópolis

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina, que poderá levar a expulsão de seus quadros, de um policial militar preso recentemente por suposto envolvimento com traficantes de Petrópolis. Segundo investigações, desde meados de agosto de 2023, o sargento PM mantinhatinha contato quase que diário com o traficante Macumbinha por meio de colóquios travados através do aplicativo WhatsApp e repassava informações estratégicas e sigilosas a traficantes em troca de pagamentos semanais que eram realizados na conta corrente de uma terceira pessoa. O envolvimento do PM com a associação fica claro também em diálogos envolvendoMacumbinha e outros interlocutores. Nas conversas, é possível ver que entre 16Jun2024 e 20Jul2024, foram feitas cinco transferências no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) cada em nome de uma mulher para um homem, todas referentes à contraprestação paga por um criminoso pelas informações recebidas repassadas pelo sargento. Além de Macumbinha, foram identificados outros traficantes que se beneficiavam das informações e efetuavam os pagamentos de propina.As conversas mostraram que o policial militar em questão trabalhava fornecendo informações sobre a rotina policial e desviando denúncias, a fim de assegurar que áreas controladas por determinados chefes do tráfico de drogas na cidade de Petrópolis não fossem atingidas por ações policiais, recebendo em contrapartida pagamentos semanais de propinas. O PM operava fornecendo dados sobre as atividades policiais e ocultando denúncias com o intuito de garantir que regiões sob o controle de certos líderes do tráfico dedrogas não fossem alvos de intervenções policiais, recebendo, em troca, pagamento regulares. O PM tinha ciência em razão do cargo e que deveria ter permanecido em segredo, em prejuízo da administração militar, na medida em que, após colocação de um GPS em uma viatura da Polícia Militar, passou a monitorar sua posição e informá-la a Macumbinha e outros traficantes a ele associados. As mídias encaminhadas pelo sargento a Macumbinha demonstram que es-te atuava como seu informante, pois colaborava com o criminoso acerca da posição dos demais policiais militares e das operações realizadas. Além disso, informa ter ―apagado‖ denúncias em desfavor de traficantes para beneficiar a horda criminosa. E ainda, Macumbinha encaminhava os ―prints‖ das conversas com o PMa diversos contatos, inclusive Felipinho, traficante que divide com ele a liderança naslocalidades de Secretário e Nogueira, e que realizava pagamentos ao policial em comento por meio de con-tas de terceiros, sendo informado expressamente pelo sargento os alvos atuais da Polícia Militar, a posição dos policiais e eventuais informantes. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Polícia faz operação contra braço do CV no Noroeste fluminense. Bandido de lá agia no Complexo da Maré também

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (15/10), a segunda fase da “Operação Caixa de Esgoto”, em Santo Antônio de Pádua, no Noroeste Fluminense . A ação tem como objetivo desarticular um grupo criminoso ligado ao Comando Vermelho, responsável pelo tráfico de drogas na região. Até o momento, seis mandados de prisão foram cumpridos, incluindo contra a principal liderança da facção na comunidade Caixa d’Água, que também atuava na Nova Holanda, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio. De acordo com as investigações, o homem preso apontado como líder da quadrilha comandava o tráfico de drogas em Santo Antônio de Pádua e também participava de assaltos na região da Nova Holanda, no Rio de Janeiro. Ele é investigado ainda por homicídios e tentativas de homicídio. Dos seis alvos, cinco foram capturados nesta terça-feira, enquanto o sexto já se encontrava no sistema prisional, tendo o mandado de prisão cumprido em unidade penitenciária. A operação é coordenada pela 136ª DP (Santo Antônio de Pádua) e conta com o apoio de agentes das 142ª DP (Cambuci), 135ª DP (Itaocara), 155ª DP (São Sebastião do Alto) e 137ª DP (Miracema). FONTE: Polícia Civil do RJ

Entre os 14 milicianos presos em Jacarepaguá, haveria gente de Rio das Pedras

Segundo informações que circulam nas redes sociais, milicianos de Rio das Pedras estariam entre os 14 presos hoje na comunidade da Colônia, em Jacarepaguá. De acordo com relatos, os paramilitares de Rio das Pedras estariam ajudando a milícia do Boto na guerra contra o Comando Vermelho e remanescentes do grupo do falecido Fabi em Curicica mais precisamente na comunidade do Dois Irmãos. Rio das Pedras é uma das poucas áreas de Jacarepaguá que o tráfico ainda não tomou, assim como algumas localidades de Curicica e Taquara. Como já se vem falando há bastante tempo, o Comando Vermelho quer formar um verdadeiro cinturão em Jacarepaguá e continua com seu projeto de expansão. Nos últimos anos, a facção tomou o controle da Muzema, Tijuquinha, Jordão, Covanca, Vila da Paz, Chacrinha, Bateau Mouche, Morro do Banco, Sítio Pai João Segundo a PMERJ, com o armamento que perdeu na operação (12 fuzis, pistolas, carregadores), o crime organizado teve um prejuízo de mais de R$ 1 milhão. A polícia classificou a ação de hoje como cirúrgica ealizada a partir de informações da área de inteligência da Corporação, Surpreendidos pela ação rápida dos policiais, os criminosos  não esboçaram reação e entregaram um verdadeiro arsenal em poder do grupo: 12 fuzis, 01 carabina CTT 40, 02 pistolas calibre 40, 01 revólver calibre 38,0 2 granadas e 43 carregadores de fuzil. A operação em Jacarepaguá ocorreu um dia depois de outra ação exitosa contra o crime organizado, esta realizada por policiais militares do 20º BPM (Mesquita), que, na manhã de domingo, interceptaram um veículo com cinco criminosos que se dirigiam da comunidade do Sebinho, em Mesquita, para o Chapadão, na Zona Norte do Rio. Na ação, houve confronto, resultando na morte de quatro criminosos e na prisão de um comparsa, além da apreensão de 02 fuzis e 02 pistolas. Durante entrevista coletiva à imprensa no final da manhã desta segunda-feira no auditório do Quartel General da Polícia Militar, o secretário da SEPM, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, lembrou que a operação desta segunda-feira foi mais uma etapa exitosa da Operação Contenção do governo do estado, que tem como objetivo central sufocar as organizações criminosas, sejam elas de tráfico ou de milícia. – São todos narcotraficantes e precisam ser enfrentados sem trégua. Ontem, foram traficantes e hoje foram milicianos. Estamos atuando de forma integrada com outras forças de segurança, sempre pautados por informações de inteligência. O nosso desafio é muito grande, mas não vamos esmorecer. Cada arma apreendida representa vidas que são salvas – afirmou o coronel Menezes. O sucesso da operação em Jacarepaguá foi resultado, inicialmente, de uma integração entre a Subsecretaria de Inteligência da SEPM e o comando do 18º BPM.  A SSI levantou informações sobre a movimentação de criminosos da milícia que atua nas comunidades Dois Irmãos e Colônia. Esse grupo é liderado pelo criminoso  André Costa Barros, conhecido como Boto, que cumpre pena em presídio federal de segurança máxima. Com base nas informações, o comando do 18º BPM planejou um cerco numa das estruturas abandonadas da antiga Colônia Juliano Moreira. Os policiais surpreenderam o “segurança”  do bando que fazia a vigília e efetuaram a prisão dos demais  integrantes da quadrilha que dormiam. A área vinha sendo utilizada pelo grupo para desmonte de veículos roubados na área de policiamento do 18º BPM e do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes). FONTE: Página Milícia Rj News (Twitter) e PMERJ

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