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Aceita hoje pela Justiça, relembre detalhes da denúncia contra a deputada Lucinha por seu envolvimento com a milícia do Zinho

Leia agora trechos da denúncia contra a deputada estadual Lucinha por seu envolvimento com a maior milícia do Rio de Janeiro comandada por Zinho, que está preso desde 2023. A acusação foi aceita pela Justiça hoje Segundo o Ministério Público. Lucinha desempenhava a função de patrocínio político a quadrilha em distintas oportunidades. Lucinha valendo-se de sua condição de agente público do alto escalão político, do prestígio e das prerrogativas inerentes à função de deputada estadual, atuou em aguerrida defesa de variados interesses da milícia que integra, sempre auxiliada por sua assessora parlamentar, sob o manto da defesa de interesses da sociedade local, diga-se de passagem, a maior prejudicada pela atuação da horda. Em múltiplos episódios, constata-se a clara interferência das denunciadas na esfera política em favor do “Bonde do Zinho” , junto a autoridades policiais e políticas, ora para favorecer os interesses da quadrlha, ora para blindá-los das iniciativas estatais de combate ao grupo e ora para livrá-los de ações policiais, garantindo a impunidade dos integrantes da milícia. Em outras situações, Lucinha e sua assessora se valiam do temor reverencial decorrente do império da violência e do poderio bélico da milícia para solidificar sua hegemonia política na localidade e para fins de silenciar eventuais críticas, sejam estas provenientes dos próprios moradores, sejam oriundas de adversários políticos, demonstrando assim a perfeita integração ao grupo criminoso. Em outras situações, as denunciadas se valem do temor reverencial decorrente do império da violência e do poderio bélico da ORCRIM para solidificar sua hegemonia política na localidade e para fins de silenciar eventuais críticas, sejam estas provenientes dos próprios moradores, sejam oriundas de adversários políticos, demonstrando assim a perfeita integração ao grupo criminoso. Lucinha e sua assessora forneciam informações privilegiadas à quadrilha No dia 06 de julho de 2021 , no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora forneceram “à milícia informações privilegiadas atinentes à agenda de visitas do Prefeito Eduardo Paes à Zona Oeste, a que tinham acesso em razão da condição de agentes públicos integrantes do alto escalão político, conduta que permitiu que os milicianos”escondessem” suas tropas na presença das autoridades. Desde data não precisada, sendo certo que a partir de 15 de Abril de 2021, e em especial no período compreendido entre 09 de setembro de 2021 e 14 de setembro de 2021, mas se estendendo até 18 de dezembro de 2023, no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora tentaram interferências junto ao prefeito do Rio para que fosse mantida a chamada “Brecha da P5” no transporte público alternativo municipal, maior fonte de obtenção direta de recursos da súcia, inclusive e principalmente se valendo do prestígio político inerente aos cargos que exerciam, chegando ao ponto de agendar reunião na Sede da Prefeitura, com a presença do Prefeito e dos Secretários Municipais de Transporte e Ordem Pública. Nos dias 30 de setembro e 10 de Novembro de 2021 , no Centro da cidade e nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências, Lucinha e assessora receberam informações privilegiadas atinentes à prática de crimes cujas investigações se encontravam em curso, por parte do integrante da milícia , com missão de, valendo-se do prestígio dos cargos e influência política decorrentes destes, repassá-las às Autoridades Policiais responsáveis pela condução das inquisas, e, em última instância, interferir no curso destas, visando a impor narrativa e linhas de investigação em favor da horda. Nesse contexto, as denunciadas foram munidas de diversas informações estratégicas relacionadas a crimes bárbaros praticados pela súcia e pela quadrilha rival, com a missão de levá-las às autoridades incumbidas das investigações. No dia 06 de novembro de 2021 , nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências da Cidade do Rio de Janeiro, em especial no bairro de Cosmos, Lucinha utilizando-se do prestígio e facilidades do cargo de Deputada Estadual que ocupava, e invocando a condição de agente público, prestou auxílio a membros da miilícia “presos em flagrante, interferindo na confecção do RO nº 036- 05319/2021, no Resumo de Ocorrência nº 484/2021 e no Boletim de Ocorrência (BOMP) nº (00)00000-0000, liberando-os da captura 1 . A interferência da denunciada demonstrou-se eficaz, conforme manifestado pela própria Parlamentar ao miliciano Domício , tanto que a diligência resultou apenas na apreensão de materiais e armas, mas sem a prisão e condução dos meliantes à sede policial. Lucinha realizou coordenada tentativa de interferência junto ao Comando da Policia Militar e ao alto escalão político da Assembleia Legislativa, com o fim de que fossem removidos dos cargos dois PMs designados no comandando da 8a DPMJ e do 27º BPM, respectivamente, em razão do reconhecido combate aguerrido dos citados agentes da lei contra a quadrilha ora sob análise. Detectou-se a ocorrência de pelo menos dezessete encontros presenciais entre os integrantes da horda, ocorridos em 28/06/2021, 07/07/2021, 23/07/2021, 02/09/2021, 09/09/2021, 10/09/2021, 12/09/2021, 28/09/2021, 01/10/2021, 27/10/2021, 11/11/2021, 18/11/2021, 20/11/2021, 29/11/2021, 30/11/2021, 07/12/2021 e 29/12/2021 , mantendo-se a média de ao menos dois encontros mensais no período mencionado, alguns dos quais realizados na sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, outros na zona oeste, com a presença ilustre do líder da malta, Nome, vulgo “Zinho em datas em que este há muito já se encontrava foragido e era considerado um dos criminosos mais procurados do Brasil. Lucinha nomeou em seu gabinete integrantes e parentes de integrantes da milícia, um deles um PM conhecido como Fiel e a nora do miliciano ChumbinhoEm outubro de 2023, buscaram junto ao servidor da Prefeitura do Rio de Janeiro, que tinha acesso direto em razão do cargo que ocupa, informações privilegiadas atinentes à localização de pessoas armadas nas imediações de seu sítio, com a finalidade de fornecê-las a milicia, a fim de que pudessem liberar os integrantes que estariam homiziados no imóvel. Na oportunidade, o servidor da Prefeitura não só informou à Lucinha sobre a existência de elementos fortemente armados em frente ao sítio de sua propriedade, localizado em Rio da Prata, como apontou quais câmeras de vigilância

Profissional do Programa Mais Médicos do governo federal que trabalha na Zona Oeste do Rio pediu transferência para SP porque foi ameaçado por supostos milicianos a atender pessoa baleada

Um médico do Programa Mais Médicos do governo federal que está lotado em uma unidade de saúde em Paciência, na Zona Oeste do Rio, pediu transferência para Araçatuba/SP ou outro município paulista em razão de estar recebendo ameaças de supostos integrantes da milícia. Uma das ameaças ocorreu no dia 13 de fevereiro e houve imposição por parte de uma pessoa que se dizia integrar uma milícia local para que houvesse o atendimento de uma vítima de ferimento à bala que seria levada à clínica. O profissional detalha que nesta ameaça, por pressão da pessoa que se dizia integrante de milícia, forneceu o número do seu telefone particular quando lhe foi informado que ele e o enfermeiro que também trabalha no local seriam levados a outro local para atender à vítima e que lhes seriam pagos um total de R$ 3.000,00, mas que antes lhe foi exigido que realizasse uma transferência via PIX no valor de R$ 1.000,00, o que não foi feito por indisponibilidade de tal verba pelo mesmo, encerrando-se a ligação com a ameaça de que o agressor iria “pegar” os profissionais de saúde. Tal fato foi registrado na Delegacia de Polícia Civil. Esse mesmo médico havia dito que no ano anterior, um marido de uma paciente compareceu à unidade de saúde, acusando e de supostamente ter recebido presentes da esposa e, de forma agressiva, proferiu ameaças de morte. Por conta disso, foi transferido de Santa Cruz para o bairro vizinho de Paciência. Segundo os autos, quando sofreu ameaça por parte de supostos milicianos, o médico já estava lotado em Paciência, cujo gerente acionou o protocolo mais seguro que deciidiu pelo fechamento do posto.

Operação de combate ao CV já teve mais de 250 presos, 136 mortos, 460 armas e 50 mil munições apreendidas

A Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de ja resultou em mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições. Ontem, em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e policiais militares do 16º BPM (Olaria) prenderam um homem transportando 200 tabletes de maconha do Complexo da Penha com destino ao Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. O criminoso foi capturado em flagrante, neste domingo (14/12), durante o deslocamento, em Olaria.Após trabalho de inteligência, foi possível apurar que criminosos estariam transportando entorpecentes entre áreas sob influência da facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com os agentes, o plano dos narcotraficantes era realizar o deslocamento da carga durante o jogo de futebol que ocorria no Maracanã, neste domingo, para tentar despistar a fiscalização. Com base nas informações apuradas, os agentes montaram um cerco tático em possíveis rotas de passagem. Durante a ação, um veículo suspeito foi interceptado.Na abordagem, os policiais localizaram a carga escondida no automóvel. A droga seria entregue na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré. O motorista foi preso em flagrante e autuado por tráfico de drogas. O material foi enviado para perícia e será contabilizado.

PM baleado e traficante morto no Juramento (CV)

Policiais militares do 41° BPM (Irajá) realizaram operação no Morro do Juramento visando ao combate ao tráfico de drogas e crimes conexos. Durante a incursão, as equipes foram alvejadas por disparos de arma de fogo, ocasião em que o CAP PM RG 88.420, R. S. M., foi atingido no antebraço, sofrendo fratura exposta e lesões por estilhaços na face, sem risco de morte, sendo socorrido ao Hospital Ronaldo Gazolla. No confronto, um indivíduo foi alvejado, socorrido ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito. Com o acusado foram apreendidos um fuzil, um rádio transmissor e materiais entorpecentes. Fração do GAT procedeu à 27ª DP e posteriormente à DH Capital para as providências cabíveis.

Relembre como foi a última prisão de Doca, o maior chefe do CV na rua

Relembre agora como foi a última prisão do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, principal líder do Comando Vermelho em liberdade e chefão do Complexo da Penha. Doca foi preso com comparsas no dia 24 de janeiro de 2007, por volta das 15:30h no interior de uma casa situada à Rua Sete, na comunidade denominada “Vila Cruzeiro”, no “Complexo da Penha”, na posse de grande quantidade de substância entorpecente, a saber: 4,488 kg de maconha, distribuídos em 2.079 pequenos sacos plásticos, um tablete e mais dois sacos; 20,3 g de haxixe; e 5,34 kg de cocaína, assim como mantinham sob guarda e ocultavam seis armas de fogo, sendo que quatro de uso restrito ou proibido e/ou com numeração suprimida, nove carregadores ao total, além de quase mil e setecentas munições. De acordo com a peça inicial acusatória, a apreensão do material entorpecente e do armamento, assim como a prisão em flagrante dos réus decorreram de uma operação policial conjunta envolvendo policiais civis do CORE e da DRFC e policiais militares do BOPE e de Batalhões da Polícia Militar da região, denominada “Operação Abafa”. Tal operação contou com a participação aproximada de 200 policiais, inclusive autoridades, além do emprego de veículos blindados e helicópteros, que ingressaram na favela sob intenso tiroteio e explosões de granadas. O confronto durou cerca de 11 horas e houve cinco mortes além de moradores feridos. Por conta da prisão, Doca foi condenado a 14 anos de prisão, mas sua sentença foi reduzida e nove anos depois ele foi solto. Finalizou o Ministério Público a sua narrativa acrescentando que nas embalagens dos tóxicos apreendidos constavam inscrições relativas à organização criminosa “Comando Vermelho”, o que, aliado ao restante do material apreendido no local, isto é, diversos aparelhos de telefone celular, rádios transmissores, cadernos com anotações referentes à venda ilícita de entorpecentes, binóculos, calculadora e dinheiro, , Na época, segundo a Justiça, Doca era réu primário e portador de bons antecedentes criminais e foi condenado a 14 anos de prisão.

CV teria tomado pontos do TCP em Angra

Segundo relatos de moradores, durante a madrugada deste domingo, traficantes do Comand0 Vermelh0 (C\/) teriam avançado e tomado as comunidades da Sapinhatuba 1 e 2, áreas que até então estavam sob influência do Terc€iro Com4ndo Pur0 (T¢P). Criminosos oriundos dos morros da Fortaleza, Glória, Carmo, Santo Antônio e Sapinhatuba 3 teriam invadido as localidades, provocando um intenso confronto armado ao longo da madrugada, gerando pânico entre os moradores. Já na manhã de hoje, policiais do 33º BPM iniciaram uma operação na região com o objetivo de conter o avanço da facção rival e restabelecer a segurança nas comunidades. A ação segue em andamento. Outra comunidade que teria voltado a ser dominada pelo CV seria a comunidade da Lambicada.

Quatro bandidos presos e três fuzis apreendidos no Morro do Estado (CV). TCP debocha

Ação de monitoramento e inteligência do 12° BPM resultou na apreensão de três fuzis, materiais táticos e drogas, no Morro do Estado, em Niterói, neste sábado (13). Quatro criminosos do Comando Vermelho foram presos. Ocorrência encaminhada à 76ª DP.. Os traficantes do TCP postaram foto no próprio morro logo após prisão dos rivais.

Sentença que condenou seguranças de contraventor Bid por sua morte revela como cada um traiu o patrão

A sentença do Tribunal do Júri que condenou Thiago Ivan da Silva e Carlos Diego da Costa Branca seguranças do contraventor Alcebíades Paes Garcia, o Bid, que ajudaram no seu assassinato em 2020, mostra como cada um traiu o patão. Eles pegaram 29 anos e 11 meses de prisão (Carlos) e 25 anos (Thiago) Carlos desempenhou funções indispensáveis para a execução da vítima, tais como o abandono doloso de sua posição na segurança daquela, sob a falsa justificativa de que havia se perdido, bem como o recebimento de informação sobre a localização da vítima no decorrer do trajeto que antecedeu o homicídio, o que permitiu a precisa movimentação dos demais envolvidos Já Thyago foi acusado do fornecimento aos comparsas de informação sobre a localização da vítima no decorrer do trajeto que antecedeu o homicídio, omitindo-se dolosamente quanto à promoção de sua segurança, bem como prestando auxílio material e moral ao executor, postando-se ao lado deste de modo a encorajá-lo a atuar com calma e tranquilidade, sendo que sua presença no local representava garantia de que, caso necessário, teria cobertura armada de seus comparsas. Segundo as investigações, Bid foi morto a mando do bicheiro Bernardo Bello O crime foi cometido por motivo torpe, vez que praticado para eliminar possível concorrente pelo domínio dos pontos de contravenção do jogo do bicho e exploração de máquinas caça-níqueis na Zona Sul e em parte da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. O crime ocorreu no dia 25 de fevereiro de 2020, por volta das 04h30min, na Rua Jornalista Henrique Cordeiro, nº 350, em frente ao Condomínio “Barra One”, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro/RJ, foram efetuados disparos de arma de fogo contra a vítima

Guerra em Bangu. Traficantes atacaram o Catiri (milicia)

Relatos de guerra na última noite na comunidade do Catiri, em Bangu Os traficantes da Vila Kennedy (CV) atacaram a localidade com auxílio de drones com granadas que foram lançadas. Houve ação rápida do 14° BPM que teria ocupado a favela e foi a procura de milicianos e traficantes que participaram do confronto. A ação está em andamento. Ônibus chegaram a ser atravessados na pista por conta do conflito. ‘Minha amiga, está parada na coca cola pq não consegue entrar, disse que estão jogando granadas também”, disse uma moradora. Por conta da chegsda da policia, os traficantes fugiram para mata na região do condomínio das Garças onde houve troca de tiros.

Divulgada foto de foragido suspeito de envolvimento em sequestro de jornaleiro em Niterói

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, neste sábado (13), um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito policial da 81ª DP (Itaipu), a fim de obter informações que levem à localização e prisão de Thiago Bricio Nogueira, de 39 anos. Ele seria um dos envolvidos no sequestro do jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira, de 24 anos. O crime aconteceu em 24 de novembro, na Região Oceânica de Niterói, e, desde então, a vítima continua desaparecida. Nesta sexta-feira (12), policiais da 81ª DP prenderam em Del Castilho, Zona Norte do Rio, Rafael Gonçalves Pacheco, um dos envolvidos no sequestro e desaparecimento do jornaleiro. Segundo as investigações, o jovem foi levado por três homens encapuzados enquanto aguardava pessoas com quem negociaria uma carga de cigarros de origem ilícita, na Rua Jaerthe Pimentel de Medeiros, na Serra Grande. Segundo testemunhas, os criminosos colocaram a vítima à força no interior de um Toyota Corolla prata, modelo antigo, que fugiu em direção à Avenida Central. Agentes da distrital constataram que a última localização enviada pelo iPhone da vítima foi registrada às 20h30 do mesmo dia, em Imbariê, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.  No início de dezembro, a polícia encontrou em Imbariê, Duque de Caxias, o Toyota Corolla prata usado no sequestro — o carro foi totalmente incendiado. As investigações indicam que o crime pode estar relacionado ao comércio ilegal de cigarros. Eduardo, segundo a polícia, já atuava no mercado de cigarros contrabandeados. O suposto envolvimento teria motivado o ataque.  Thiago Bricio Nogueira, já é considerado um foragido da Justiça, e contra ele foi expedido um mandado de prisão, pelos crimes de Sequestro, Ocultação de Cadáveres e Homicídio.  .O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre sobre a localização do foragido da Justiça Thiago Bricio,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

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