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Morre mulher baleada em guerra entre o CV e a milícia em Campo Grande. Disputa deixou cinco mortos desde quinta

Morreu neste domingo Marcele Martins, que foi baleada na última quinta-feira durante um ataque na Estrada do Tingui, em Campo Grande. Ela estava internada no.Hospital Rocha Faria. Na mesma ação morreram Rodrigo Silva Nascimento e Douglas Ribeiro da Silva, vulgo Nonô, ex-miliciano que seria alvo dos atiradores. Também morreu João Pedro da Silva que foi baleado ontem na comunidade do Barbante, em Campo Grande. Na mesma ação Rafael.Ferreira dos Santos .veio à óbito. A Polícia Civil.apura se essas mortes seriam em razão de uma disputa entre os Comando Vermelho e a milícia.

Cachulé levou adolescente e amiga para serem mortas e esquartejadas no Barbante (CV)

Morto na última sexta-feira em tiroteio com a PM, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, foi citado em um processo que tramitou no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro como suspeito, segundo os autos, de levar uma adolescente e uma amiga para serem mortas e esquartejadas na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. Na época, Cachulé cumpria ordens de uma das chefes do tráfico local, conhecida como Rose Peituda. A adolescente que se chamava Taís tinha um relacionamento com o dono das bocas de fumo local, vulgo André Negão, então companheiro de Peituda, que por ciúmes ordenou a morte da menor. Segundo denúncia, após a prisão de Rose, em janeiro de 2009, Cachulé passou a compartilhar o comando do bando com Marcos Felipe Pereira Teles, vulgo “Vascaíno”, companheiro de “Rose”na época. De acordo com investigações, Cachulé participava de negociações para a aquisição de armamento bélico. Foi preso em 05 de março de 2009, sendo que mesmo após a sua prisão, participou da contabilidade e do planejamento da venda de entorpecentes, mantendo contato com integrantes do tráfico de drogas local para que lhe prestassem contas, procurando arquitetar, inclusive, a sua fuga, Na época que estava preso, Cachulé tinha uma namorada S.P.F e ordenou a ela que transmitisse ordens para seus comparsas irem para uma reunião no Morro do São João, no Engenho Novo, com intuito de planejar seu resgate da carceragem da Polinter-Grajaú. Cachulé chegou a responder quatro processos por homicídios no TJ-RJ, o último deles em 2025. A marca de violência de Cachulé ficou evidenciada em novembro de 2017 quando ele se tornou o principal suspeito de liderar o ataque à PPC (Posto de Policiamento Comunitário), em novembro de 2017, que foi fuzilado por cerca de 40 criminosos, como uma espécie de vingança, já que a Polícia Militar teria impedido a realização de um baile funk na favela, onde seria comemorado o aniversário de Cachulé.

Homem morto hoje em Inhoaíba em suposta guerra entre o CV e a milícia havia perdido o pai no início do ano que morreu atingido por bala perdida em confronto entre criminosos

Rafael Ferreira dos Santos, homem que foi morto na tarde de hoje na comunidade do Barbante, em Inhoaíba, havia perdido o pai semanas atrás, também assassinado na mesma região. O pedreiro Ivan Ferreira dos Santos, de 58 anos, foi atingido por uma bala perdida no último dia 2. Ele estava na porta de casa quando levou o tiro que perfurou o pulmão. Na ocasião, houve um confronto entre cirminosos. Ele chegeou a ser socorrido ao Hospital Rocha Faria mas não resistiu. Hoje, Rafael teve o mesmo destino. Foi baleado, levado ao Rocha Faria mas não resistriu, segundo informações das polícias Civil e Militar. Ambos foram vítimas da guerra entre traficantes do Comando Vermelho e milciianos que assola a região.

A MATANÇA CONTINUA NA ZONA OESTE: Homem foi morto e outro ficou ferido em ataque no Barbante, em Inhoaíba

A matança continua na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Agora de tarde, um homem foi morto e outro ficou ferido na comunidade do Barbante, em Inhoaíba A localidade que é dominada pela milícia do PL tem sido alvo de ataques do Comando Vermelho por intermédio do ex-miliciano RD. Um vídeo que circula na internet mostra uma das vítimas sendo carregada. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Rafael Ferreira dos Santos. Na ação criminosa, uma segunda vítima ficou ferida e foi socorrida a uma unidade de saúde. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 27º BPM (Santa Cruz), policiais militares foram acionados pelo Hospital Rocha Faria, neste sábado (17/01), para verificar a entrada de duas vítimas feridas por disparos de arma de fogo. Um deles não resistiu aos ferimentos. De acordo com testemunhas, o fato ocorreu na Rua Nova Vida – Barbante. Ocorrência encaminhada para a DH da Capital.  Durante a madrugada, um homem foi morto no Manguariba, em Paciência, em um suposto ataque da milcia de Juninho Varão contra o grupo de PL. Mas há relatos de que houve outras vítimas e os atiradores sumiram com os corpos.

Novas mortes em Nova Iguaçu e Paciência põem em dúvida sobre a existência de suposto acordo de paz entre as maiores milícias do RJ. VIDEO

O suposto acordo de paz entre as duas maiores milícias do Rio de Janeiro pode não ter ido para a frente. Segundo informações divulgadas nas redes sociais, ontem houve um ataque na localidade de Manguariba, em Paciência, e um miliciano acabou morto .A informação que circula nas redes foi que a ação foi praticada pela quadrilha de Juninho Varão contra o grupo de PL, sucessor de Zinho. O bonde teria saído do Km 32, em Nova Iguaçu. O homem morto foi abordado por ocupantes de dois carros, de onde foram feitos os disparos. Mas não foi sõ não. De acordo com notícias nas redes, ontem, milicianos do PL foram até o Valverde, em Nova Iguaçu, reduto de Varão, e mataram um homem chamado André Monteiro. O suposto acordo de paz, segundo o que vem sendo noticiado, inclusive pela TV Globo, teria sido a causa da morte do miliciano Jiraya, assassinado no início da semana, em Nova Iguaçu A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 27º BPM (Santa Cruz), policiais militares foram acionados para uma ocorrência de disparo de arma de fogo no bairro Manguariba, em Paciência, na madrugada deste sábado (17/01). No local foi verificado dois carros perfurados, mas sem vítimas. Horas depois deu entrada na UPA de Paciência um homem não identificado ferido por disparos de arma de fogo, que não resistiu aos ferimentos. Os agentes preservaram o local para a perícia que ficou a cargo da DH da Capital. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.

PM foi morto ao reagir a assalto em Caxias

O 3º sargento PM Bruno Dantas de Sousa, lotado no programa Segurança Presente (SSGP), foi baleado ao reagir a uma tentativa de assalto na Parada Morabi, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O militar foi socorrido por populares e encaminhado ao Hospital Adão Pereira Nunes, mas, segundo as primeiras informações, não resistiu aos ferimentos. O caso ocorre em meio ao aumento da criminalidade no município. Desde os primeiros dias de 2026, Duque de Caxias registra uma escalada na onda de assaltos, com sucessivos arrastões e roubos que vêm deixando a população amedrontada e reforçando a sensação de insegurança na região.

Mulher que foi assassinada e esquartejada pelo ex-marido e teve corpo concretado em loja temia pela sua vida. Ela iria trocar a fechadura da porta da sua casa e chegou a ligar para o 190 com medo de violência

Antes de ser morta, esquartejada pelo ex-marido e ter o corpo concretado em uma loja na Zona Oeste do Rio, Karine Braz de Souza, de 30 anos, já temia pela própria vida. O suspeito do assassinato que ja´estava preso teve a prisão preventiva decretada essa semana. Segundo processo no Tribunal de Justiça, Karine verbaiuziou seu desejo de modificar a fechadura do imóvel para impedir o acesso de seu ex-companheiro. Corroborando tais relatos, foi constatada ligação realizada pela vítima para o número 190 nos dias que antecederam os fatos e logo após contato com o acusado revelando seu temor de episódios prévios de violência doméstica. O acusado Alberto Santa Eugênio, que está preso, afirmou inicalmente na delegacia que não via a vítima desde o dia 28 de agosto, o que demonstrou, assim, incompatibilidade com a informação fornecida à testemunha. Posteriormente, após realizadas diligências iniciais pela Delegacia de Polícia, tais como oitiva de demais testemunhas e perícia na residência da vítima (a qual constatou a presença de sangue humano em diversas áreas do imóvel foi requerida a prisão temporária do então investigado bem como a busca e apreensão de objetos relacionados aos fatos e, ainda, o afastamento do sigilo de dados armazenados em aparelhos eletrônicos que eventualmente fossem apreendidos, tudo a possibilitar o deslinde das investigações. Com o deferimento das medidas acima mencionadas, avançou-se na linha investigativa que colocava Alberto como principal suspeito da prática dos crimes de feminicídio de ocultação de cadáver, sendo constatado por meio da quebra de sigilo que ele se fez presente na área de abrangência da residência da vítima exatamente no dia apontado como de sua morte, tal como relatado pelas testemunhas. Tal situação foi confirmada pelo próprio acusado, que, após ter sido capturado em caráter de prisão temporária, narrou toda a dinâmica delitiva, não apenas se identificando como autor dos fatos como indicando de maneira pormenorizada seu modus operandi, inclusive apontando o local onde havia escondido o corpo da vítima local este apontado no relatório de quebra de sigilo de dados que indicou a presença do denunciado e, posteriormente, se confirmou como local da ocultação do cadáver, que veio a ver localizado já no curso das investigações Segundo a apuração, o crime teria sido praticadoa de forma premeditada e com emprego de extrema violência, em contexto de relação pessoal entre o acusado e a vítima, valendo-se, assim, da facilidade de acesso à vítima e do grau de confiança existente. Demais disso, necessário ressaltar que a ação foi levada a cabo na própria residência da vítima, tendo toda a movimentação sido percebida por vizinhos, o que demonstra o desprezo do acusado não apenas pela vida das vítimas como pela segurança daqueles que se encontravam no local. Mais além, cumpre mencionar o modus operandi do acusado que, de maneira fria e calculista, teria, após ceifar a vida de sua ex-companheira, cortado seu corpo em diversos pedaços demonstrando elevado grau de crueldade. Além disso, além do fato de que a perícia no local dos fatos apontou “provável tentativa de limpeza posterior” tudo a indicar seu intuito de destruir eventuais vestígios relacionados aos fatos.

Cachulé era figura de destaque no tráfico na Ilha desde os anos 2000

Morto pela polícia de hoje, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, era figura de destaque na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, desde os anos 2000, logo após a milícia ser expulsa do local. Ele era segurança na quadrilha em 2004/2005 e com a morte de Andre Negão, Cachule teria progredido na organização, que passou a ser comandada naquela época por uma mulher conhecida como Rose Peituda. No princípio, Cachulé chegou a ser itinerante na hierarquia, hora ocupando a função de gerente hora como soldado. Naquela época, Cachulé chegou a ficar um tempo afastado do tráfico devido a uma enfermidade mas logo retomou seu posto. Com a prisão de Peituda, o bandido passou a exercer o comando do Barbante junto do companheiro de Rose, vuilgo Vascaíno. Cachulé foi preso em 2009 e o comando da quadrilha passou a ser de Drácula. Em novembro de 2022, Cachulé determinou a invasão da comunidade do Dendê, também na Ilha. Na ocasião, ordenou que seus comparsas matassem moradores locais Na ocasião, um homem que transitava a pé pela comunidade foi executado com cinco tiros.

Cachulé chefão do CV na Ilha foi morto pela PM

Na tarde desta sexta-feira (16/1), a Secretaria de Estado de Polícia Militar neutralizou o criminoso Wagner Barreto de Alencar, de 45 anos, conhecido como “Cachulé”, apontado como o chefe do crime organizado na Comunidade do Barbante, também conhecida como Vila Joaniza, localizada na Ilha do Governador, Zona Norte da Cidade do Rio. Em uma ação conduzida pelo 17º BPM (Ilha do Governador), em conjunto com o Grupamento Aeromóvel (GAM) da Corporação, as equipes interceptaram o veículo onde estava o criminoso, no interior da Comunidade do Barbante.Houve resistência armada e confronto. Wagner Barreto foi atingido e socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire, porém não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos durante a ação.“Cachulé” era responsável por realizar ataques armados contra o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da Polícia Militar na região e era foragido do sistema penitenciário desde 2016. As equipes isolaram a área e a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital foi acionada.

Mais um trabalhador sumiu ao entrar em área de milícia em Santa Cruz

O jovem Deivison da Silva, morador do KM 34, em Nova Iguaçu, está desaparecido após sair para buscar uma encomenda na região da João XXIII, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, mensagens trocadas com um primo, por volta das 12h, Deivison afirmou estar com medo após ter sido abordado por indivíduos que o mandaram aguardar. Nas mensagens, ele relatou que as pessoas estavam alteradas e demonstravam muita raiva. Pouco tempo depois, a família perdeu totalmente o contato com o jovem. Familiares e amigos estão desesperados em busca de notícias. Deivison não é o primeiro motorista a desaparecer após ser sequestrado por milicianos em Santa Cruz, área marcada por sucessivos relatos desse tipo de crime. O caso foi registrado na 36ª DP (Santa Cruz) e encaminhado à Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA). Agentes realizam diligências para localizá-lo.

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