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Suspeita ferida em operação que matou Jiló dos Prazeres tentou enganar policiais, foi presa e vai responder por homicídio

No dia da operação policial que terminou com a morte do traficante Jiló dos Prazeres, uma mulher suspeita de ligação com o tráfico foi baleada durante a troca de tiros. Ela ainda tentou se passar por moradora da região, mas acabou presa e teve a prisão preventiva decretada posteriormente. Ela vai responder por homicídio qualificado, De acordo com o auto de ocorrência, na manhã do dia 18 de março de 2026, por volta das 5h30, policiais militares do BOPE realizavam uma operação nas comunidades do Fallet/Fogueteiro, após informações de que um policial havia sido ferido por disparo de arma de fogo. Ainda segundo o registro, ao desembarcarem do blindado 51-0020 na Comunidade dos Prazeres, na altura da quadra poliesportiva da Rua Gomes Lopes, a equipe Bravo avançou em direção a uma área de mata, onde encontrou cerca de dez homens fortemente armados. Os suspeitos teriam iniciado disparos com fuzis e pistolas contra os agentes. Houve intenso confronto, que só cessou quando um dos suspeitos, identificado como Cláudio Augusto dos Santos, conhecido como “Jiló”, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. Com o suspeito, os policiais apreenderam uma pistola Glock calibre .45, dois carregadores, grande quantidade de entorpecentes, além de três rádios comunicadores e cinco aparelhos celulares. Na sequência da ação, os agentes localizaram uma mulher ferida na perna. Segundo o auto, ela teria tentado se passar por moradora de uma residência próxima, chegando inclusive a trocar de roupa para dificultar a identificação. A suspeita foi socorrida e encaminhada ao Hospital Souza Aguiar, onde ficou internada sob custódia (BAM nº 333067), sendo autuada em flagrante. O registro ainda aponta que o local do confronto não foi preservado devido à necessidade de socorro imediato aos feridos e por se tratar de área considerada de alto risco, sujeita a novos ataques de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com o processo, o caso é considerado de elevada gravidade, indicando que a custodiada estaria associada a outros indivíduos não identificados para a prática de tráfico de drogas. O auto de apreensão detalha que foram recolhidos aproximadamente 2,2 kg de maconha, 500 gramas de cocaína, 1,2 kg de cloreto de metileno, 39 gramas de metanfetamina e 540 gramas de haxixe. As circunstâncias da prisão, bem como a quantidade e a forma de acondicionamento das drogas, reforçam os indícios de que o material seria destinado à comercialização.

Polícia não deixou preso homem que estava com as chaves dos ônibus que foram usados como barricadas em protesto contra mortes de traficantes no Morro dos Prazeres (CV). Outros três que foram flagrados colocando fogo em objetos e foram presos também foram colocados em liberdade

A Justiça mandou soltar três presos suspeitos de participarem de protestos pelas mortes de sete traficantes durante a semana passada no Morro dos Prazeres, no Rio Comprido. Um quarto envolvido, que foi encontrado com as chaves dos ônibus que foram usados como barricadas foi liberado pela delegacia. Segundo os autos, no dia 18 de março de 2026, por volta das 9h40min, policiais militares foram acionados para verificar denúncia de que indivíduos estariam colocando fogo em ônibus, pneus e barricadas em via pública. Ao chegarem ao local indicado, os agentes se depararam com três motocicletas e três indivíduos que estariam colocando fogo em objetos para interditar a rua. No momento da chegada da equipe, os três indivíduos teriam empreendido fuga com as motos, que estavam com as placas encobertas. Os policiais realizaram acompanhamento e tiveram êxito em realizar a abordagem, identificando os suspeitos cada um pilotando uma motocicleta com a placa adulterada ou encoberta por fita isolante ou saco plástico. Durante a abordagem, os policiais informaram ter feito uso de spray de pimenta e, posteriormente, de algemas para preservar a segurança e integridade física dos envolvidos no local. A Justiça argumentou que, no tocante ao delito de incêndio – que, em tese, poderia incrementar o juízo de periculosidade, especialmente por supostamente ter sido praticado com a finalidade de dificultar a atuação policial na localidade -, observa-se que tal imputação não veio acompanhada de mínimos elementos externos de corroboração. Não houve apreensão de quaisquer instrumentos típicos para a prática de tal conduta, tampouco foram juntados registros fotográficos, laudos ou qualquer outro meio que indique a ocorrência do crime. A fragilidade da imputação, ao menos por ora, é reforçada pelo fato de que a própria autoridade policial promoveu a liberação do indivíduo que, emtese, estaria diretamente vinculado à prática do incêndio, por se encontrar na posse das chaves dos veículos supostamente utilizados como barricadas, justamente pela ausência de elementos objetivos que o vinculassem à conduta

Morto pela polícia, traficante ‘Desenho’ era citado em processo por participar de torturas e humilhações na Vila Vintém (ADA)

O traficante Fabiano de Moura Leite, conhecido como “Desenho” e apontado como uma das principais lideranças do tráfico na Vila Vintém, em Padre Miguel, foi morto nesta semana durante uma operação policial na comunidade, na Zona Oeste do Rio. Um comparsa também morreu na ação. Ambos chegaram a ser socorridos e levados ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiram. Armas foram apreendidas. (um fuzil, duas pistolas, três granadas e seis carregadores para fuzil e pistola). A morte de Desenho ocorre em meio a um histórico de envolvimento com o comando do crime na região. De acordo com informações constantes em processos judiciais, ele já integrava, há anos, a estrutura da facção criminosa que atua na favela, exercendo papel de destaque na organização. Em um processo de 2012, que investigava a atuação de traficantes na Vila Vintém, Desenho é citado ao lado de outros integrantes do grupo acusado de práticas violentas contra moradores. Segundo os autos, vítimas relataram episódios de tortura, humilhação e ameaças, com especial incidência sobre mulheres. As ordens, ainda conforme a investigação, partiam de dentro do sistema prisional, sendo atribuídas ao então líder conhecido como “Celsinho da Vila Vintém”, apontado como responsável pelo controle dos pontos de venda de drogas na comunidade. A denúncia também descreve um cenário de intimidação sistemática, com ameaças direcionadas a testemunhas e vítimas, com o objetivo de impedir a colaboração com as autoridades. Os relatos indicam um ambiente de forte coerção, sustentado pelo uso ostensivo de armas de fogo e pela atuação organizada do grupo criminoso. Ainda segundo os documentos, a quadrilha apresentava elevado grau de periculosidade, com atuação estruturada e armamento diversificado, operando de forma semelhante a um “poder paralelo” nas áreas sob seu domínio. Além de Desenho e Celsinho, o processo menciona outros integrantes identificados por apelidos como “Perigo” (também conhecido como Piloto ou Dilico), “Velho” (ou Luquinha), “Zoio” (Mata Rindo ou Slay), Nazareno, “Pará” (ou Parasinho), Canelão e “Piolho” — este último posteriormente ligado ao Comando Vermelho. Todos foram reconhecidos por vítimas como integrantes da facção Amigos dos Amigos (ADA) e responsáveis por cumprir ordens da liderança do grupo. De acordo com as investigações, a organização exercia controle sobre diversas localidades, incluindo Vila Vintém, Curral das Éguas, Nogueira, Minha Deusa, 77 e Conjuntão. A operação que resultou na morte de Desenho integra ações das forças de segurança para conter a atuação de grupos criminosos na Zona Oeste. O caso segue sob investigação.

Veja as notas oficiais da PMERJ sobre o andamento das investigações das mortes de médica e de morador e traficantes no Morro dos Prazeres (CV). Vários policiais afastados

Saiba agora como estão as investigações no âmbito da PMERJ de dois crimes que estão causando muita polêmica no Rio: a morte da médica Andrea Marins no último fim de semana em Cascadura durante uma abordagem policial que perseguia suspeitos em Cascadura e de oito pessoas no Morro dos Prazeres entre eles um morador.  * Prazeres*  A Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, o comando do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) determinou a transferência imediata de quatro policiais da unidade, com retirada do serviço operacional e inclusão em atividades administrativas, não realizando policiamento nas ruas durante o período de apuração. A medida foi tomada após análise preliminar das ações realizadas na Comunidade dos Prazeres, na Região Central do Rio de Janeiro, na última quarta-feira (18/03), quando foram identificadas atividades relacionadas ao mau uso das câmeras operacionais portáteis, de uso individual, por parte dos policiais. O afastamento busca assegurar a apuração rigorosa e transparente dos fatos, em conformidade com as normativas que regulamentam a utilização dos equipamentos.  No âmbito da Secretaria de Estado de Polícia Militar as investigações seguem a cargo da Corregedoria da Corporação. *Cascadura*  A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com as análises preliminares dos setores técnicos da Corporação, foi identificado que as baterias das câmeras corporais utilizadas pela equipe estavam descarregadas no momento da ocorrência. Todos esses fatos seguem sob apuração integral da área correcional da SEPM. Vale ressaltar que na Corporação existem normas rígidas que determinam que os policiais, ao perceberem que há qualquer tipo de falha ou mau funcionamento das câmeras, devem regressar à unidade de origem para substituição dos equipamentos. Os policiais seguem afastados dos serviços nas ruas.

“Bora fdp, bora, arrombado, atravessa e dá a chave”, investigação revela traficantes dando ordem para fechar via em retaliação à megaoperação na Penha e no Alemão

Investigação revela ordem de traficantes para obsturir ruas no Rio após a Operação Contenção nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro do ano passado quando mais de 120 pessoas morreram. O fato ocorreu na Rua Uberaba, altura do nº 50, no bairro do Grajaú, na Zona Norte do Rio, No local dos fatos, o motorista de ônibus da empresa Autoviação Tijuca, foi cercado pelos criminosos e pelo menor infrator, além de cinco indivíduos não identificados, que estavam em quatro motocicletas, ordenando de forma violenta que o motorista atravessasse o coletivo na via e entregasse as chaves, proferindo as seguintes palavras: “Bora, filho da puta, bora, arrombado, atravesa e dá a chave”. Os criminosos bateram nas janelas do ônibus e tentarem quebrar o para-brisa, com o claro intuito de intimidar o motorista e impedir o tráfego na via.Os bandidos e seus comparsas apresentavam um comportamento violento e obstruíram completamente a passagem da via e impedido o funcionamento do ônibus, gerando ainda pânico e tensão no local. No mesmo momento, policiais militares que estavam de serviço operacional foram acionados via rádio para atender a uma ocorrência de desordem e obstrução de via pública e chegaram ao local e efetuaram a prisão dos denunciados e apreenderam o menor Os presos declararam aos policiais militares, que traficantes da comunidade da Borda do Mato, dominada pela facção criminosa Comando Vermelho, ordenaram que fosse realizada a obstrução da via para gerar um caos e clima de terror na cidade do Rio de Janeiro. Por conta da retaliação dos traficantes à operação, a Polícia Civil formulou pedido de autorização de transferência do traficante My Thor te para uma unidade prisional federal, Segndo o relatório, em resposta ao atuar da po lícia foram praticados por componentes da súcia uma série de atos de retaliação, por deliberação dacúpula da facção criminosa, da qual o agravante é membro. Os bandidos deran ordebs para fechamento de comércio e vias, incêndio em coletivos, dentre outras medidas levando pânico para a população A capacidade de articulação da facção foi rápida e potente, impedindo a população de exercer li vremente o direito à liberdade.

Guerra entre milicianos e o CV volta a aterrorizar Jacarepaguá. VIDEO

A guerra entre traficantes do Comando Vermelho e milicianos voltou a aterrorizar Jacarepaguá nas primeiras ĥoras do dia. Houve confronto armado na Estrada dos Bandeirantes, em Curicica. . .Dois traficantes foram baleados e levados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, sendo que um deles veio a óbito Outros três conseguiram fugir. A polícia recuperou um carro roubado durante o incidente. Após confronto, traficantes procuraram refúgio na CDD (CV) O intenso confronto assustou moradores da comunidade Vila Sapê. Entre 4h e 5h, tiros foram ouvidos de forma contínua, provocando pânico na região. Relatos indicam que o tiroteio começou ainda durante a madrugada e rapidamente se intensificou, obrigando moradores a se abrigarem dentro de casa. Disparos chegaram a atingir o Atacadão, que fica nas proximidades, e um carro foi completamente metralhado próximo à comunidade. No vídeo foi possível ouvir rajadas de tiros, além de gritos e correria. Até uo momento, não há confirmação oficial sobre feridos ou prisões, e a origem do confronto ainda é desconhecida. O clima na região segue tenso.

Quadrilha de Jiló dos Prazeres (CV) chegou a assaltar banco para conseguir dinheiro para financiar a compra de armamentos que seriam usados na retomada do Morro da Mineira (TCP)

Membros da quadrilha do traficante Jiló dos Prazeres, morto ontem em operação policial, assaltaram um banco no Centro do Rio em 2023. O objetivo era conseguir dinheiro para financiar a compra de armamentos que seriam usados em uma guerra para a retomada do Morro da Mineira, no Catumbi. Na ocasião, os bandidos restringiram a liberdade das vítimas e roubaram a quantia de R$ 130.000, valores que se encontravam inseridos em caixas eletrônicos da agência. Jiló participou de outra intensa guerra na região central do Rio em 2020 quando bandidos do CV tentaram invadir o Complexo de São Carlos. Na ocasião, ele fez a alocação de integrantes de outras comunidades para a invasão e participou ativamente do confronto. Na época, ele também ficou encarregado de receber o contingente de criminosos e armamentos provenientes de comunidades aliadas, a fim de se estabelecerem e, em seguida procederem à invasão no Complexo do São Carlos. A quadrilha de Jiló possuía um integrante, vulgo Cocão, que organizava todos os roubos de veículos, com as correspondentes clonagens, vinculadas ao Morro dos Prazeres. Jiló supervisionava essa atividade com a qual lucrava. Jiló fornecia o “território” e suporte, autorizando a utilização da estrutura criminosa instalada na comunidade dos Prazeres e Paula Ramos para que os veículos subtraídos fossem armazenados, temporiamente, até sua destinação, seja na devolução, mediante pagamento de resgate, para as vítimas, seja na adulteração de seus marcos identificadores, na modalidade vulgarmente conhecida como “clonagem de veículos”. Há alguns anos, Jiló liderou a invasão a apartamentos e o proprietário de um deles ao ser surpreendido foi conversar com as lideranças do tráfico que lhe informaram que a unidade funcional não era mais dele, mas sim daquele movimento de invasão, relatando, ainda, que a mulher do traficante “Jiló” ocuparia o melhor apartamento do prédio, determinando ao rapaz que se evadisse, pois não exerceria de forma alguma a função de zelador naquele lugar; Embora tivesse papel de destaque no tráfico há muito tempo, Jiló não era dono das bocas de fumo dos Prazeres. Ele, na verdade, era braço-direito do traficante Marcelinho dos Prazeres, morto em 2021.

Operação policial em Niterói tem dois mortos e quatro fuzis apreendidos

Uma operação policial no Complexo do Fonseca, em Niterói, resultou na apreensão de quatro fuzis calibre 5,56, uma pistola calibre .45 e na morte de dois indivíduos após um confronto com a polícia. A ação foi motivada por denúncias sobre traficantes armados exibindo armamento pesado e efetuando disparos, colocando a população em risco. Cinco suspeitos foram detidos e encaminhados à delegacia, onde a ocorrência segue em andamento para investigação Um dos presos é o traficante Nem Rato do CV.

Chefe do CV na Praça Seca foi morto pela PM

Uma operação da Polícia Militar na comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca , terminou com a morte de Hudson de Vasconcellos, conhecido como HN, apontado como chefe do Comando Vermelho na região. Nas redes sociais, vídeos mostraram o momento em que policiais do 18º BPM carregavam um corpo enrolado em um lençol enquanto moradores protestavam contra a ação. Após a confirmação de que HN estava baleado, o clima ficou ainda mais tenso e um veículo blindado da corporação precisou ser acionado. Durante a operação, suspeitos ligados ao tráfico fecharam a pista do BRT na altura da estação Ipase e sequestraram um ônibus próximo a outra parada, numa tentativa de desviar a atenção dos policiais, segundo a PM. Após uma intensa troca de tiros, os agentes recuperaram uma carga roubada e prenderam cinco suspeitos apontados como integrantes da organização criminosa. Um sexto homem foi baleado, chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Com o grupo, os policiais apreenderam um fuzil, pistolas e grande quantidade de drogas. A ocorrência foi registrada na delegacia da região.

Traficantes do TCP e milicianos se uniram para retomar comunidade de Curicica que está com o CV, diz Justiça

A Justiça informou que traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, e milicianos da comunidade Renasecer, em Jacarepaguá, trocaram tiros com PMs na semana passada quando pretendiam atacar a Vila Sapê, em Curicica, tomada pelo Comando Vermelho. No tiroteio, dois bandidos morreram, entre eles Michel Ferreira Menezes, irmão do conhecido miliciano Macaquinho, que comandava os morros do Fuba e do Campinho, e Gabriel Oliveira Patrick Costa, integrante do tráfico na Serrinha. Segundo a denúncia, no dia 06/03/2026, sexta-feira, por volta das 09h20min, PMs foram avistar uma denuncia de guerra entre facções na Comunidade da Vila Sape, Curicica – RJ. A sala de operações informou que os meliantes estavam em dois Fiat Argo. Haviam cerca de 20 crimonosos armados com fuzis e pistolas.Os PMs deram ordem de parada aos dois veículos, o qual não foi obedecida. Houve perseguição momento que ocupantes de um dos carros efetuaram disparos contra a equipe, que revidou. Os bandidos continuaram a atirar. Um dos carros colidiu com o meio-fio, momento em que a guarnição desembarcou e conseguiu fazer o cerco na Avenida Adalto Botelho, esquina com Rua da Creche, Curicica ¿ RJ. Haviam cinco suspeitos no carro que ao serem abordados os meliantes dosseram: “Perdemos, perdemos meu chefe”. Com os criminosos, foram apreendidos uma pistola, quatro fuzis, além de radiotransmissores, carregadores e telefones celulares. Juntos, os PMs envolvidos na ocorrência efetuaram 76 disparos de fuzil. A guarnição não portava câmera corporal, tendo em vista que havia solenidade no batalhão e a guarnição aguardava a solenidade no pátio, até que chegou a informação de prioridade, momento em que saíram em apoio de forma emergencial. “os presos, em tese, integravam grupo numeroso de indivíduos armados que se deslocavam em veículos pela região da Comunidade da Vila Sapé, local marcado por disputa territorial entre facções criminosas, com o propósito de participar de confronto armado”, dizem autos.

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