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MILICIA

Dono de salão desapareceu em Rio das Pedras. Suspeita de que teria sido sequestrado por milicianos por ser considerado X9

Um rapaz conhecido como Kadu está desaparecido desde a tarde do último domingo. Ele foi visto pela última vez na localidade de Areal, que fica na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá. Ele tem um estúdio de corte de cabelo e barba. Circula informações de que ele teria sido sequestrado e morto  por milicianos por ser considerado X9. A conferir FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

Foragido da Justiça que estava na casa de Oruam integrava quadrilha ligada ao CV que roubava celulares, extorquia e ameaçava as vítimas. Bando foi alvo de operação policial na semana passada que teve mais de 30 presos. VEJA MAIS DETALHES DA INVESTIGAÇÃO

O foragido da Justiça Yuri Pereira Gonçalves que foi flagrado na casa do rapper Oruam, filho do traficante Marcinho VP, responde a processo na Justiça suspeito de integrarn associação criminosa especializada na receptação de aparelhos celulares subtraídos e, ainda, na prática do crime de extorsão, A quadrilha foi alvo de uma operação da Polícia Civil na semana passada e era ligada ao Comando Vermeho, que teve mais de 30 presos. A ação é do ano de 2020 e descreve que várias pessoas passaram a receber ameaças via correio eletrônico ou aplicativo de mensagens, após terem seus aparelhos celulares subtraídos, nas quais os suspeitos exigiam fotografias de armas com seu nome, além de dados pessoais e nome de seus familiares, de forma a obter as senhas das contas pessoas do referido aparelho subtraído, permitindo seu desbloqueio e utilização por receptadores. Diante do grande número de vítima de tal ação, a equipe a equipe de investigação entrou em contato com o responsável pelo site onde foram feitas as consultas dos dados das vítimas, fornecendo a ele os CPF’s de algumas vítimas da suposta extorsão, sendo certo que ele identificou, inicialmente, dois usuários de seu sistema que consultaram os dados daquelas vítimas e forneceu uma lista das demais consultas realizadas por esses usuários, o que fez com que a quantidade de potenciais vítimas aumentasse de forma significativa. Os dois usuários que consultaram o referido sistema foram identificados e devidamente qualificados na representação policial, onde indica, ainda, os terminais telefônicos por eles utilizados para se comunicar com o proprietário do site de consultas antes mencionado, bem como seus respectivos e-mails. Além disso, consta dos autos do inquérito que uma das vítimas recebeu ameaças de uma pessoa com, a fim de que ela desvinculasse o celular subtraído de sua conta pessoal, valendo-se de fotografias de armas e demonstrando ser conhecedor de seus dados pessoais, como endereço. A quebra de sigilo do aplicativo Whatsapprevelou que os investigados fazem parte de diversos grupos destinados a comercialização e desbloqueio de telefones celulares.O bando agiu entre novembro de 2019 e setembro de 2024 e agia em diversos bairros da região metropolitana do Rio de Janeiro, A vítima J.M.T narrou que teve o seu celular, um Iphone 7 Plus, Jet Black, furtado no dia 06/11/2019, por volta das 11h, na Rua Alfredo Soares, centro de Nova Iguaçu, sendo certo que, após a subtração, começou a receber mensagens ameaçadoras, exigindo que realizasse o desbloqueio do aparelho, tendo o interlocutor demonstrado possuir diversas informações de seus dados pessoais. Diante dos elementos fornecidos, foi feito um levantamento nas bases de dados disponíveis da Polícia Civil, oportunidade em que foi constatado que havia outros procedimentos nos quais as vítimas relatavam que, logo após a subtração, recebiam links que buscavam extrair os dados das contas pessoais (ICloud) dos aparelhos, além de mensagens exigindo o desbloqueio, sob ameaças, conforme exemplificam A partir das diligências realizadas, descortinou-se o modus operandi de um grupo criminoso bem estruturado e com mais capilaridade do que poderia se imaginar,Dois dos integrantes realizaram, um cadastro no site Metabusca, obtendo os dados cadastrais dos usuários dos telefones subtraídos, para utilizá-los nas mensagens ameaçadoras, sendo os primeiros alvos identificados na investigação. Após sete períodos de interceptação telefônica e realização de demais diligências, foi possível identificar outros integrantes da organização criminosa, bem como individualizar as suas condutas. De acordo com o apurado no ambiente policial, estamos diante do golpe cibernético denominado phishing, no qual os criminosos aguardam até a vítima reativar a sua linha telefônica e, então, enviam-lhe uma mensagem informando que o aparelho foi recuperado (isca). No referido comunicado é exibido um link que direciona o usuário para uma página falsa do iCloud, solicitando que a vítima forneça seu login e senha de acesso. Em poder de tais dados, os transgressores conseguem realizar o desbloqueio dos aparelhos subtraídos, permitindo, assim, que possam ser comercializados para outros usuários. Na hipótese de as vítimas perceberem o golpe e não acessarem o referido link, os integrantes da organização criminosa passam a enviar mensagens em tom ameaçador, via aplicativo de mensagens ou e-mail, exibindo fotografias de armas com os seus nomes, além de dados pessoais, como endereço e nomes de familiares das vítimas, exigindo o desbloqueio do aparelho (index Demonstrou-se que os agentes são estruturados para financiar a prática de roubos e furtos de celulares, bem como para receberem, em primeira mão, os aparelhos subtraídos (já que interessa apenas o aparelho com chip para obtenção das senhas do proprietário) e para praticarem extorsão contra os proprietários dos aparelhos cujas senhas não puderam ser obtidas de forma fraudulenta. Por fim, não sendo possível realizar o desbloqueio dos telefones subtraídos, para que possam ser utilizados por outros usuários, os transgressores negociam, tão somente, as respectivas peças dos aparelhos. O caderno investigatório demonstrou, ainda, que os valores a serem pagos pelos telefones produtos de crime, bem como os valores pelos quais estes eram revendidos, variavam de acordo com as características dos aparelhos e a demanda existente no “mercado paralelo”, sendo a negociação realizada pessoalmente ou por meio dos terminais interceptados. Os criminosos atuavam em diversas frentes, formando núcleos voltados à prática de roubos, extorsão e receptação, destacando-se o de Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil, cujos contornos serão apresentados a seguir. Três bandidos faziam parte do Núcleo Duque de Caxias erecebiam os telefones subtraídos dos demais integrantes da malta, para serem revendidos no comércio informal, exercendo papel de liderança na organização criminosa. Chama atenção o fato de os denunciados em questão manterem contato direto com os autores dos roubos, fornecendo-lhes, inclusive, armas de fogo para serem utilizadas nas empreitadas, garantindo, assim, o imediato recebimento dos objetos de origem ilícita. Um dos membros era responsável pela movimentação e ocultação das quantias ilícitas obtidas com a comercialização dos produtos de origem espúria e, após a prisão do seu irmão, passou a receber orientações para assumir a posição de liderança no esquema criminoso. O tio dele guardava em sua residência dinheiro e joias provenientes das condutas criminosas sabidamente praticadas

Milicianos voltaram a se enfrentar em Santa Cruz

Milicianos voltaram a se enfrentar na noite de ontem no Conjunto João 23, em Santa Cruz. Video do confronto foi divulgado na Internet. Relatos de muitos tiros. Segundo informações que circulam nascredes sociais, mais cedo, o bando de Zinho e Naval havia entrado no local sem encontrar qualquer resistência por parte dos rivais do grupo paramilitar dominado por Waguinho. A disputa entre as duas quadrilhas vem desde o ano passado quando o líder da milícia rival de Zinho, vulgo Jacão, foi morto. Em dezembro, a disputa se acirrou com a morte de outro integrante do grupo de Waguinho, Zé Carlos, vulgo PQD. A partir daí, foi uma sequência de ataques de ambos os lados, inclusive com mortes. Leia comentários “Sabia, ouvi aqui da reta da base. Moro na rua do cemitério, e não foi pouco”. “Todo dia agora é isso na reta da João 23 e no guandu” “Com a luz fraca com um calor desses não podemos nem sentar no portão pra tomar uma fresca logo vem o aviso pra todos entrarem .todos dia agora é isso”. OTT 360 INFORMA: 25/02 – 20h31 Tiros em Santa Cruz, na comunidade João 23. Atenção na região FONTE: Baú do Rio ofc (Telegram), página Milícia RJ News (Twitter) e Santa Cruz News (Facebook).

Polícia invadiu churrasco da milícia em Nova Iguaçu. 40 foram detidos. VIDEO

A Polícia Civil deteve cerca de 40 suspeitos nesta segunda-feira(24) em uma operação contra a milícia que age em Austin, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Apenas 14 ficaram presos. Onze armas foram apreendidas (pistolas e revólveres) e veículos foram recuperados. O estaria reunido em um sítio pertencente a um homem identificado como Eduardo do Doce. A quantidade grande de detidos fez com que a polícia precisasse acionar um ônibus para realizar o transporte dos presos. O sítio servia como ponto de encontro para os integrantes da milícia. Na hora que a polícia chegou, os suspeitos participavam de um churrasco. Os policiais estavam atrás de paramilitares ligados a Juninho Varão, miliciano que domina áreas em Nova Iguaçu e Seropédica. FONTE: Polícia Civil.do Rio de Janeiro.

Milicianos de Rio das Pedras são suspeitos de matarem homem por acreditar que ele repassava informações da quadrilha para o CV por ser cunhado de traficante

Os milicianos Gerlan, qtualmente preso, e Tipa, ambos de Rio das Pedras, tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de cometer um homicídio contra um homem que acreditavam ser informante do Comando Vermelho só porque ele era cunhado de um traficante. A vítima Emerson foi executada com diversos disparos de armas de fogo em plena luz do dia só porque os autores acreditavam que o rapaz repassava informações da milícia para o Comando Vermelho já que era cunhado do traficante Cenoura, da Cidade de Deus. Testemunhas disseram que os acusados são os assassinos porque quando cometeram o crime não estavam de rostos cobertos. Gerlan e Tipa são conhecidos na área como os executores da milícia. . O primeiro pilotava a moto usada no crime e Tipa, que estava na garupal desceu do veículo e efetuou os disparos que mataram Emerson. Logo depois, os autores fugiram FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)

Justiça Federal condenou a até 20 anos 15 milicianos do bando de Zinho que trocaram tiros com PRFs na Avenida Brasil ano passado. Veja o papel de cada um no grupo e detalhes da investigação

A Justiça Federal do Rio condenou 15 milicianos do “Bonde do Zinho” que trocaram tiros com agentes da PRF na Avenida Brasil, em março do ano passado. Na ocasião, nove milicianos foram presos e outros seis baleados. As penas variam de 15 a 20 anos de prisão. Segundo a denúncia, na madrugada do dia 7 de março de 2024, por volta das 4h, os denunciados foram flagrados, por policiais rodoviários federais, com as armas e munições pelo menos, 12 fuzis, 7 pistolas, 2 granadas e milhares de munições, além de coldres, camisas, calças e cintos táticos com a inscrição “Polícia”, balaclavas e rádios comunicadores, quando trafegavam pela Avenida Brasil (BR-101), sentido Centro, na altura do Viaduto Eng. Oscar Brito, em Campo Grande, nesta cidade. Os acusados e resistiram, com violência, à ordem de parada policial, bem como dirigiam,na oportunidade, 3 veículos clonado sendo tal forma de deslocamento conhecida vulgarmentecomo “bonde”, além de que constituíam milícia privada voltada à prática de delitos como extorsão, receptação, ameaça e homicídio Um dos bandidos presos afirmou que um dos comparsas foi lhe buscar para r para ir para a Carobinha a pedido do Pipito, para ajudarem na “contenção” na comunidade porque o Comando Vermelho iria tentar invadir o local. Um outro também confirmou que foram para a Carobinha fazer a segurança para evitar uma suposta invasão do Comando Vermelho. Um terceiro contou que eles estavam voltando da Carobinha; que tinham ido para apoio, pois a localidade estava em guerra contra o Comando Vermelho; que foi acionado para evitar a invasão dos bandidos do Comando Vermelho, como não houve invasão foram liberados Um delegado afirmou que quando o falecido Pipito assumiu o comando da milícia de Zinho, houve um período de instabilidade e o Comando Vermelho aproveitou para retomar algumas áreas de domínio. Ao receber ainformação de que haveria uma investida na Carobinha, em Campo Grande, na passou-se a investigar tanto os traficantes que iriam retomar o poder sobre a comunidade quanto os milicianos da região; que conseguiu com essa investigação informações sobre dois veículos utilizados em deslocamentos da milícia; que esses veículos eram usados também pela milícia para deslocamento de homens e reforços para determinada região;que houve algumas tentativas de interceptação desses veículos sem sucesso até o dia que, com auxílio da PRF e do 27° Batalhão de Santa Cruz, logrou interceptar o comboio e apreender os materiais que estão nos autos; que a Polícia Civil agiu em viaturas descaracterizadas, posicionados em locais indicados pela PRF para que não fossem descobertos por olheiros; que a PRF, estando em viaturas ostensivas, foi quem ficou responsável pela abordagem. Segundo ele, a milícia do Zinho cobra taxa, exerce o monopólio na venda de serviços e produtos; que, diferente de outras milícias, o grupo criminoso de Zinho tem, como atividade não tolerada, o tráfico de drogas, apesar de alguns de seus integrantes responderem por tráfico de entorpecentes. O delegado afirmou que havia a monitoração tanto dos milicianos quanto dos traficantes com intenção de impum grande confronto na localidade; que as informações são obtidas por compartilhamento de agências de inteligência; que informações sobre a movimentação miliciana em questão estava, inclusive, em redes sociais de pessoas da região. O policial falou que um dos emvlvidos, Driel, exercia a função de liderança, detinha a confiança do Zinho e era o responsável pela administração miliciana de uma comunidade na região de Paciência; que os outros integram o Grupo de Ações Táticas da milícia (GAT), imitando a estrutura da Polícia Militar, são os combatentes que possuem os melhoresarmamentos, responsáveis por fazer a segurança em territórios já integrados pelo grupo criminoso e tomada de territórios de grupos criminosos rivais Ela disse que a milícia que a milícia em questão, do Zinho e do Pipito, não firma nenhum pacto com o tráfico; que o lucro da milícia em questão vem da exploração de serviços, venda da gás, taxa para circulação de transporte alternativo; que as informações analisadas. Uma policial afirmou que possuía informações de dois veículos utilizados pelos criminosos e que estariam em deslocamento para uma disputa territorial entre a milícia e o Comando Vermelho na localidade da Vila Kennedy; que contou com o auxílio da PRF por questões logísticas de deslocamento e possível perda da oportunidade de confirmação das informações; Falou que Driel era uma das sub-lideranças da milícia e responsável por uma regiãohabitacional de Paciência; que os criminosos presos integravam os grupos de ação tática da milícia e são responsáveis pela segurança dos territórios já tomados e pela tomada de novas localidades em disputas territoriais; que a milicia atua tanto na cobrança de “gato net”, quanto na cobrança de taxa de segurança da região e domina determinada região; que as milícias começaram com policiais desviados de suas funções combatendo o crime. Um outro policial falou que todos os denunciados confessaram, em sede de interrogatório em Juízo, que pertenciam ao grupo criminoso armado liderado por Luis Antônio da Silva Braga, vulgo “Zinho”, liderança que teria sido sucedida por Rui Paulo Gonçalves Estevão, vulgo “Pipito”. Admitiram, ainda, que atuavam na “segurança” dos locais determinados pela organização criminosa,sendo integrantes do grupo de ações táticas conhecido como “GAT da milícia, que recebiam remuneração semanal ou mensal por isso, além de terem esclarecido há quanto tempo se dedicavam às atividades no grupo. Veja o papel de cada um na milícia ALEXANDRO DOS ANJOS GARCIA: “… que ia ganhar R$ 200,00 (duzentos) reais e uma cesta básica; que já participou 6 (seis) ou 7 (sete) vezes de serviços como esse; … que não costumava a realizar outras funções, como cobrança; que só costumava fazer o “serviço de patrulhamento” nas áreas de Paciência, Santa Cruz; que o intuito desses patrulhamentos era fazer a segurança da área; que não levava o armamento nem o colete para casa; que, após o serviço, entregava os equipamentos para o Buiu, recebia o dinheiro e ia para casa …”; DRIEL AZEVEDO DE ARAÚJO: “…que já serviu ao quartel, onde aprendeu a atirar; que trabalhava em uma ótica e sofreu um atentado contra sua vida,

Justiça decretou a prisão preventiva de Naval, chefe da maior milícia do RJ, por um homicídio cometido em 2021

A Justiça decretou a prisão preventiva do atual chefe da maior milícia do Rio de Janeiro, vulgo Naval, pelo o crime de homicídio qualificado contra Rafael Alves Corrêa, conhecido como “Caixote”, no dia 4 de dezembro de 2021, nas imediações do condomínio Bella Vida 2, na Estrada do Campinho, nº 955, em Campo Grande.  A denúncia narra que o crime teria sido praticado em razão de desavenças entre a vítima e o comando da milícia local, no contexto de disputas pelo controle das atividades ilícitas promovidas pela organização criminosa.  Destaca-se a brutalidade do ato, com o emprego de fuzis de uso restrito, resultando em mais de cem disparos que, além de ceifar a vida da vítima, colocou em risco outros indivíduos no local, uma vez que o crime foi praticado em via pública, na entrada de um condomínio residencial, além do fato de que havia uma mulher no interior do veículo, com a vítima.  . A autoria, por sua vez, resta indiciada pelo resultado do Relatório de Identificação Biométrica, realizado pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT), da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), do Ministério Público, a partir das imagens que flagraram a ação delitiva, cujo resultado foi positivo para  Naval”.  Frise-se que, por meio dos serviços de inteligência da Polícia Civil, foi possível chegar ao nome do acusado, considerando todo o contexto fático do momento, envolvendo a disputa pelo controle da comunidade do Barbante, conforme se extrai dos autos, servindo o exame antropométrico realizado, para corroborar os elementos indiciários.  Embora os fatos sejam datados de dezembro de 2021, indícios colhidos pelo setor de inteligência da Delegacia de Homicídios apontam que o acusado integra a milícia comandada por Luiz Anônimo da Silva Braga, conhecido como “Zinho”, que atua principalmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro.  O relatório contido no QR CODE  demonstram, por meio de postagens em redes sociais, em grupos criados para divulgar esse tipo de conteúdo, que é de amplo conhecimento dos moradores da região, que Naval”, faz parte do grupo criminoso supramencionado.  A título de exemplo, destaca uma postagem que atribui ao acusado a autoria de um homicídio cometido em agosto de 2023, no bairro Cosmos – RJ, evidenciando, assim, a existência de reiteração criminosa, bem como a periculosidade do denunciado.  Naval possui mandado de prisão pendente de cumprimento, expedido em 14/09/2023, pela 1ª Vara Criminal da Capital, nos autos do processo n. 0091028-41.2023.8.19.0001, nos quais ele responde por fatos similares aos apurados nestes autos, isto é, atuação no grupo miliciano comandado por Zinho, com a participação em extermínio de rivais, em um contexto de disputa por controle da organização criminosa.  O fato de o acusado ser foragido da justiça, por crime cujo modus operandi é idêntico ao apurado nestes autos, somado aos indícios colhidos pela inteligência da DHC, demonstra a contemporaneidade do abalo à ordem pública, visto que resta clara a reiteração delitiva do acusado, desde o cometimento do crime apurado nestes autos, bem como evidencia sua intenção de não se submeter à aplicação da lei penal.  FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja como Beira Mar (CV) tomou um golpe e perdeu áreas para o TCP em Caxias. Traficantes receberam apoio de Peixão e hoje brigam com a milícia por territórios na cidade

Segundo um relatório da Polícia Civil da qual a reportagem teve acesso, em 2018, o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, teria enviado uma carta ao criminoso vulgo Corinthians ou Di Austin, pedindo para que ele matasse o bandido vulgo Trem ou Flamengo. A carta, no entanto, caiu nas mãos de Trem. Após lerem a carta, Trem e Di Austin se juntaram e deram um golpe de estado em áres de Beira-Mar como o Barro Vermelho e passaram a integrar a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Peixão deu suporte a Trem com armamentos e homens para evitar a retomada da comunidade por parte do Comando Vermelho. Na época de mudança da facção, havia cerca de 40 fuzis no Barro Vermelho, que mudou seu nome para Barro 3 e os próprios traficantes mudaram seus vulgos passando a se chamar Flamengo e Corinthians. Os vulgos de vários traficantes foram citados por uma testemunha como participantes da quadrilha como Baleado, Diamante (gerente geral),MT (vapor), LC, Xexa (gerente da boca de fumo da Marquesa),, Patinho, Yuri (vapor), Matheus (vapor), Amendoim (roubos de carga), Léo Morango (roubos de carga), Lilica (tesoureira), Monstrão (gerente da boca da Jerusa e tesoureiro de Flamengo),. Segundo as informações da testemunha, o TCP vem tentando expandir seu território na região e por isso estaria em guerra com milicianos que agem no Santo Antônio, Pilar, Vila Rosário, Morro do Sossego e Morro do Cacareco. Flamengo e Corinthians deram ordens para a tomada dos territórios com apoio de Peixão. Os bandidos inclusive teriam matado o miliciano vulgo Bruxo. Os assassinos seriam homens que trabalham para Flamengo e Corinthians. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

Bar, sorveteria, farmácia, padaria, barbearia, loja de ração: nada escapava da cobrança de milicianos no bairro do Prata, em Belford Roxo. Taxas variavam de R$ 50 a R$ 70

No último dia 30 de agosto, a PM prendeu um miliciano que fazia cobranças a comerciantes no bairro do Prata, em Belford Roxo. Segundo investigações, o suspeito age a mando de Soneca e Gabriel da Madeira. Ele adentrava nos comércios, recolhia os valores e saía guardando ou contando dinheiro; O criminoso esteve em um bar, loja de ração, padaria, sorveteria, barbearia e drogaria. Com o bandido, foram encontrados R$521 em espécie, tudo fracionado em notas de R$50, R$20, R$10, R$5 e R$2. A cobrança é realizada sem a utilização de arma de fogo, mas que a grave ameaça consiste em saber que se caso não houvesse o pagamento por conta dos comerciantes, retornaria posteriormente e provocaria um mal maior. Os comerciantes  confirmaram que houvera a   cobrança e que em geral pagava o valor de R$50 a R$70 mas não quiserem compareceram na delegacia por medo da milicia local. O bandido preso afirmou espontaneamente que trabalha para narcomilicia local, ganhando o valor de R$500 semanal. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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