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investigação

Ex-PM do BOPE preso suspeito de treinar e lavar dinheiro de traficantes do CV é investigado por duas mortes na Muzema

O chefe da Polícia Ciivl do Rio, delegado Felipe Curi, afirmou que o ex-PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, preso ontem suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar dinheiro da facção, é investigado por envolvimento em pelo menso dois homicídios cometidos na comunidade da Muzema, no Itanhangá. As vítimas eram responsáveis por alguns condomínios na localidade onde o ex-militar expulsava moradores e tomava conta dos imóveis. Para lavar o dinheiro do crime, o ex-PM usava uma suposta empresa de segurança. Chamou a atenção dos policiais que o criminoso fez em duas semanas depósitos de R$ 350 mil para essa firma. A sócia dele era a sua pópria mã, que também praticava atos de ocultação de valores. Em dois meses, foram mais de meio milhão de reais investidos. A empresa, segundo as investigações, não funcionava já que não tinha nenhum empregado cadastrado, além de ser sediada na própria residência de Ronny. A mãe de Ronny teria adaquirido umc arro de luxo no valor de R$ 200 mil. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 3 milhões que teriam sido movimentados por essa sempresa de fachada em menos de um ano, além de ter bloqueado também os veículos de luxo. Outros R$ 2 milhões movimentados pela sócia e outras pessoas vinculadas também foram bloqueados. Segundo a Polícia Civil, Ronny chegava com armas dse grosso calibre e expulsava as pessoas que estavam construindo na localidade e tomava para si os préidos. Ele também colocava outras pessoas para morar nos imóveis. O ex-PM se aporveitava do conhecimento de táticas operacionais que ele adquiriu para treinar os traficantres do Comando Vermelho Esses ensinamentos eram usados pelos criminosos na guerra contra facções rivais e contra policiais. FONTE: Polícia Civil do RJ

PMs poderão ser excluídos da corporação suspeitos de extorquirem turistas estrangeiros que portavam maconha na Zona Sul do Rio

Dois PMs do batalhão do Leblon estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá representar pela exclusão deles da corporação acusados de extorquirem turistas na Avenida Niemeyer, que portavam maconha em maio do ano passado. Na ocasião, os estrangeiros estavam em um veículo Renault Kwid quando foram abordados por policiais militares, os quais encontraram um material semelhante à Cannabis sativa. Relataram ainda que os agentes, inicialmente, exigiram a quantia indevida de R$ 10.000,00(dez mil reais) em espécie e, após tratativas, reduziram o valor para R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Diante da impossibilidade de pagamento imediato, foram orientados a se dirigirem a um shopping para realizar osaque. Informaram que retiraram o montante total de € 1.190,00 (mil cento e noventa euros) — e o entregaram aos policiais em um estacionamento nas imediações do Shopping Fashion Mall, de forma discreta, conforme as instruções recebidas. Após a entrega do dinheiro, afirmaram ter recebido o entorpecente de volta e, em seguida, foram liberados. Após a análise das imagens das câmeras de vigilância constatou-se que os turistas foram abordados no local indicado na denúncia. Além disso, verificou-se que os investigados deixaram o local da abordagem ̳escoltando‘ as vítimas, sendo possível visualizar, instantes depois, a entrada deles no interior do shopping, sem a presença dos investigados. Os turistas anotaram as placas das motocicletas utilizadas pelos policiais. Por meio das fichas de circulação e dos mecanismos de controle do 23o BPM, constatou-se que, naquele dia, os veículos estavam sendo utilizados pelos investigados Além disso, em relação a um dos PMs, por meio de diligência telefônica realizada via aplicativo WhatsApp, um dos turistas o acusou e o identificou de maneira categórica, pormeio de uma fotografia, como um dos autores dos fatos descritos. Recai, ainda, contra a sua conduta, que ao assumir o serviço no dia 23 de maio de 2024,deliberadamente e sem a devida autorização, não acautelou a Câmera Operacional Portátil (COP), deixando assim, de captar imagens relevantes para as investigações. Seguindo as investigações, não é razoável que duas pessoas sejam ̳escoltadas‘ após umaabordagem sem que os policiais tenham produzido qualquer registro do episódio. Além disso, ao localizaremmaterial assemelhado a entorpecente, deveriam ter conduzido os envolvidos à delegacia. A omissão nesseprocedimento comprometeu a regularidade da abordagem, resultando na formalização da acusação contra osagentes na 1a DPJM. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Cabo poderá ser expulso da PM suspeito de participar de furto de uma máquina de cigarros na Cidade da Polícia

Um cabo da PMERj está sendo submetido a comselho de disciplina que pode levar a expulsão dos quadros da corporação suspeito de participar do furto de uma máquina embaladora de cigarros que estava sob custódia na Cidade da Polícia Civil (CIDPOL). O fato teria ocorrido entre os dias 16 e 17 de fevereiro de 2023 e está sob investigação nos autos do Inquérito Policial n.o 404-00239/2024. O caso teve grande repercussão na imprensa na época. As apurações apontam que o cabo aparece em uma fotografia uniformizado com a farda da PMERJ, ao lado de vários policiais civis dentre eles um inspetor também envolvido na ação. Todos estão uniformizados e armados, sugerindo que o sindicado participou de uma operação em alguma área. É importante destacar que, no suposto dia do furto da máquina embaladora de cigarros naCIDPOL, o automóvel BMW, de placa RKMIE80, pertencente ao PM, trafegou pela Avenida Visconde de Albuquerque, no Bairro do Leblon/RJ, por volta das 21h09min (16Fev2023). Além disso, no mesmo dia, às 20h51min, a viatura ostensiva da DRFC, de placa RKK4G37, também passou por aquela via, o que leva a crer que o PM, após estacionar seu veículo nas proximidades do 23o BPM, embarcou na viatura da DRFC e, ao que tudo indica, o inspetor de polícia o aguardava. Logo após, a viatura da DRFC toma destino em direção ao bairro da Ilha do Governador/RJpela Estrada do Galeão, entre os horários de 22h37min e 23h00min, e de lá segue para a Cidade da Polícia com passagem pela Avenida dos Democráticos, registrado às 00h19min, Importante ressaltar que o veículo do PM somente tem registro de saída das proximidades do 23o BPM às 11h52min do dia 17 de fevereiro de 2023, levando as informações produzidas a crer Que o desvio do material ocorrido no galpão da DRFC, dentro das dependências da CIDPOL, ocorreu na madrugada do dia 16 para 17 de fevereiro de 2023 (quinta-feira para sexta-feira). Segundo consta no depoimento de um outroinvestigado pelo suposto furto da máquina embaladora de cigarros —, os dois policiais são muito amigos. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PMs foram expulsos da corporação acusados de pertencer à milícia de Meriti

Dois PMs foram excluídos da corporação suspeitos de participarem de uma milícia conhecida como ‘Comunidade Amiga’ que atuava nas comunidades conhecidas como “Malvina”, “Venda Velha”, “Parque José Bonifácio” e “Pau Branco”, todas situadas no município de São João de Meriti/RJ. Baixada Fluminense, no início desta década. Um dos envolvidos era responsável pela manutenção e conserto das armas de fogo utilizadas pela organização criminosa, bem como, sendo fornecedor de armas e munições. Ele está preso desde setembro de 2021. O outro PM era encarregado pela cobrança das taxas impostas aos moradores e comerciantes da localidade, inclusive, utilizando-se de violência para tanto. Ambos foram condenados em 2023 a penas de cinco anos de cadeia. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Denúncia federal confirma que Peixão (TCP) mandava retirar remessas postais de armas de guerra importadas principalmente do Paraguai

A denúncia federal contra o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, informa que as investigações se iniciaram com a notícia transmitida pela Receita Federal do Brasil, de remessa postal internacional, contendo produto controlado pela Anatel – Bloqueadores de Sinais de Radiocomunicações (BSR), do tipo dispositivo antidrone, sendo o destinatário Everson Vieira Francesquet. Em 15 de julho de 2024, Everson foi preso em flagrante ao retirar a encomenda. Na mesma oportunidade, foi apreendido com ele o seu aparelho celular, cujas informações obtidas com a quebra de sigilo de dados, de acordo com o MPF, apontaram para a hipótese de que o acusado, possivelmente, forneceria aparato tecnológico à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Na denúncia, o MPF descreve inúmeras conversas entre Everson e Peixão que indicam a retirada de remessas postais no nome do primeiro, sob ordens do traficante. O órgão denunciante acostou outros diálogos  entre Everson e vendedores residentes no Paraguai, nas quais o denunciado, aparentemente, negociava e planejava a compra e importação de armamento, como revólveres, pistolas e fuzis, tudo, em tese, custeado por Peixão. A denúncia mostra que Everson pelo menos de junho de 2024 até o presente momento, integra a organização criminosa conhecida como Terceiro Comando Puro (TCP), comercializando e negociando equipamentos proibidos, sob ordens do chefe de Peixão, que escolhia e financiava os produtos contrabandeados, com o intuito de equipar o grupo para o cometimento de crimes. FONTE: Justiça Federal do Rio de Janeiro

Peixão (TCP) responde a ação sigilosa na Justiça Federal por organização criminosa, contrabando e crimes contra a administração em geral

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, responde ação penal sigilosa na Justiça Federal do Rio de Janeiro por promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa, contrabando (art. 334-A) e crimes praticados por particular contra a administração em geral. É parte também neste processo Everson Vieira Francesquet, que foi preso pela PF (Polícia Federal) suspeito de ir buscar um fuzil antidrone em uma agência dos Correios em Nova Iguaçu. Ontem, o programa Fantástico da TV Globo mostrou que Peixão importaria armas de guerra e mandava trazer pelos Correios. Segundo a reportagem, era Everson que cuidava da compra e o envio do material. FONTE: Justiça Federal do RJ e Polícia Federal

Presa chefe de quadrilha que aplica o golpe do Boa Noite Cinderela. Veja o modus operandi do grupo

A Policia Civil prendeu uma mulher conhecida como May Soliva, líder de uma quadrilha especializada em aplicar o golpe conhecido como “Boa Noite Cinderela ” contra turistas estrangeiros e estudantes no Rio de Janeiro. May atua com outras duas comparsas, além de um homem. O bando costuma frequentar a roda de samba da Pedra do Sal, na Gamboa, Centro do Rio, e também em PUBs localizados na Lapa. As mulheres misturavam-se entre os frequentadores destes estabelecimentos e apresentam-se às suas vítimas como garotas de programa. Após combinarem o preço do programa, seguiam para o interior da Comunidade Parque União, na Maré, com a vítima ou então vão para a residência de May. . Em seguida, oferecem bebida alcoólica contendo substância tranquilizante para a vítima que a ingere e desmaia. Com a vítima desfalecida, a quadrilha realiza compras com seus cartões de crédito e transferências bancárias. Em 15 de outubro do ano passado, a quadrilha atraiu o turista colombiano Manuel Felipe Martinez Mantilla funcionário do Ministério da Fazenda da Colômbia, para o interior do Parque União e o dopou. Após ingerir bebida alcoólica contendo rivotril, Manuel começou a passar mal e foi levado para o HGV onde veio a óbito por parada cardíaca. Durante o tempo em que o colombiano estava em poder das meliantes, foram feitas diversas compras com seu cartão de crédito e, também após sua morte. FONTE: Polícia Civil do RJ

Relembre mais detalhes da investigação sobre tráfico internacional de armas que deu origem a operação da PF ontem que tinha agente federal aposentado como alvo. Fuzis eram adquiridos por até 3,5 mil dólares e vendidos no Brasil a até R$ 53 mil

A denúncia do Ministério Público Federal contra a quadrilha de traficantes de armas internacionais comandada por Frederik Barbieri e que deu origem a operação de ontem que tinha como alvo o policial federal aposentado Josias João do Nascimento, apontado como chefe do grupo, indicou que a organização criminosa adquiria os fuzis por valores em torno de US$ 2.500,00 a US$ 3.500,00. No Brasil, as armas, munições e acessórios eram vendidas a integrantes das facções criminosas (Comando Vermelho, Amigos dos Amigos, Terceiro Comando Puro) que dominam as comunidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A conclusão é que cada artefato era vendido no Brasil por valores entre R$ 37.500,00 e R$ 53 mil. Em uma escuta telefônica feita no dia 13/8/2015, um dos denunciados diz a um traficante que um fuzil AR-15 custaria R$ 45 mil. A quadrilha de Barbieiri foi responsável pelo carregamento de 60 fuzis que foram apreendidos no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio de Janeiro em 1º de junho de 2017, dentro de bombas e aquecedores de piscinas, transportava as armas desde os Estados Unidos até o Brasil. Frederik Barbieri foi preso no dia 24 de fevereiro de 2018 no Estado da Flórida, nos Estados Unidos. Na ocasião foi apreendida com ele mais uma carga de aproximadamente 40 fuzis que seriam novamente enviados ao Brasil. Segundo a denúncia, entre os anos de 2014 e 2017, a quadrilha exportou e importou por 75 vezes, armas de fogo (pelo menos 1043), acessórios (pelo menos 1043 carregadores) e munições de uso restrito (pelo menos 297 mil unidades), sem autorização da autoridade responsável (Comando do Exército), escondidos no interior da carcaça de aquecedores de piscinas e de bombas d’água, transportados em cargas aéreas provenientes de Miami e chegadas ao Brasil no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim. Assim, tendo em vista que, entre os anos de 2014 e 2017, as exportações/importações eram de 20 unidades por carga, conclui-se que o bando internalizava cerca de 9 mil munições em cada carga de bomba d’água. Levando-se em consideração que foram 33 importações de bombas, conclui-se a organização criminosa importou 297 mil de munições de fuzis. O documento da Procuradoria detalha mais a estratégia. Em cada unidade de bomba d’água remetida para o Brasil, havia cerca de 450 munições para fuzis. Quanto aos aquecedores e tomando-se por base apreensão realizada no Aeroporto do Galeão, cada carcaça era recheada com sete ou oito fuzis. Considerando que foram encaminhados 149 aquecedores, conclui-se que foram importados entre 1043 a 1192 fuzis. Como cada fuzil chegava com pelo menos um carregador, valem esses mesmos números para este acessório. FONTE: Ministério Púbilico Federal

Leia detalhes sobre o caso dos irmãos presos que fingiram ser traficantes para expulsarem família de casa no Rio Comprido

Dois irmãos invadiram um imóvel usado como república de estudantes no Rio Comprido e comunicaram a locatária que a partir daquele momento, o local”passaria a pertencer ao tráfico”, exigindo sua saída. Eles foram presos hoje pela Polícia Civil. Fingiam ser bandidos. Constrangida e ameaçada, a mulher teria abandonado o imóvel, levando o proprietário a alugar o imóvel para um casal e três filhas. A nova locatária afirmou que um dos suspeitos, vulgo Negão esteve no local acompanhado por duas mulheres, uma das quais já avistada diversas vezes rondando o imóvel. A mulher afirmou que “teme por sua vida e de suas filhas” O companheiro dela também prestou depiomento ratificando integralmente o relato por ela prestado. Disse que “estava em sua casa quando dois homens entraram na local; que um deles era um homem negro, magro, medindo pouco mais de 1,90 de altura e o outro também negro, porte físico mais forte, com mais ou menos 1,80 de altura; que um dos homens indagou o declarante sobre quem havia autorizado ocupar o imóvel e ele respondeu que foi o proprietário quem o autorizou. Um dos homens disse que o declarante deveria avisar ao proprietário que ele não é mais proprietário de p…nenhuma e que agora o proprietário aqui é nós. O declarante deixou seu prato e levantou-se, momento que um dos homens levantou a camisa e segurou o cabo de uma pistola; que o declarante voltou a se sentar prevendo o perigo e também porque suas filhas estavam no local; que o homem que estava armado ficou próximo ao declarante enquanto o outro homem subiu e foi até o quarto do declarante para retirar uma placa de aluga-se a qual estava exposta na janela do quart.O. O rapaz não subiu por estar intimidado com o outro elemento armado próximo a sua família e resolveu ir para o lado de fora da casa para ligar para polícia. Uma outra tesemunha, além de informar a ocorrência da invasão do imóvel, também informou a ocorrência de roubo com emprego de arma de fogo, na medida em que afirmou que “algum tempo após os homens saíram do local, o declarante subiu ao quarto e foi até a mesinha aonde fica seu modem de internet e percebeu que o suspeito estava subtraindo uma quantia em dinheiro no valor de R$ 680 que estavam no laudo do modem da Internet. O declarante havia visto o dinheiro minutos antes da chegada dos homens e não tem duvida que o valor foi subtraído pelo homem que subiu até o seu quarto (…)”. 6 Embora os indiciados tenham comparecido espontaneamente à Delegacia de Polícia para prestar depoimento após a veiculação de notícia sobre o fato, é forçoso reconhecer que o fizeram com o fim exclusivo de apresentar à autoridade policial versão francamente mentirosa do ocorrido. Seu comparecimento perante a autoridade policial, portanto, não teve o fim de esclarecer o fato e suas circunstâncias. Ao contrário. O comparecimento dos indiciados deu-se com o fim de desviar a investigação de seu rumo correto e de justificar o injustificável – a invasão do imóvel e a exigência, sob ameaça, de que os moradores legítimos o abandonassem. FONTE: Site oficial do TJ-RJ e Polícia Civil do RJ

Preso ex-PM suspeito de matar jovem que acreditou estar indo a uma entrevista de emprego

A policia prendeu o himem apontado como o autor do homicídio de uma jovem, de 23 anos. O criminoso, que também ocultou o corpo da vítima, foi preso em Piabetá, no município de Magé. O.preso é ex-policial militar. Ele armou um plano para incriminar o genro. A vítima, Camille Vitória Pereira Rodrigues, foi induzida a achar que estava sendo levada para uma entrevista de emprego quando, na verdade, foi conduzida ao local onde foi assassinada. Ela foi chamada para tirar fotos para comprovar a traição de uma mulher casada. O crime aconteceu em julho de 2024 e, em um primeiro momento, Camille era considerada desaparecida. O corpo dela foi encontrado em uma área de mata, na Rodovia Rio-Magé, dias após o homicídio. Como parte da trama junto ao corpo da vítima, havia fotos e pistas falsas que indicariam o genro como sendo o autor do crime. Ficou constatado que o homem já havia forjado outros crimes para culpar o genro. O assassino foi preso nesta semana, após o mandado de prisão ser expedido pela Justiça. FONTE: Polícia Civil do RJ

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