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investigação

PM que atirou em estudante após sua mulher dizer erradamente que ele havia lhe assaltado foi indiciado por duas tentativas de homicídio. Foi pedida a sua prisão

 O PM Carlos Alberto de Jesus que atirou em um estudante de jornalismo Igor Melo na Avenida Brasil após sua mulher dizer que ele havia a assaltado foi indiciado por duas tentativas de homicídio. Foi pedida a prisão dele. O crime ocorreu em 24 de fevereiro. Na ocasião, o rapaz ferido e outro que pilotava a motocicleta chegaram a ser presos por conta dos depoimentos do autor e de sua mulher. A mulher afirmava que Igor e o mototaxista eram assaltantes e que tinham subtraído seu telefone celular. A partir do relato dela, seu marido PM foi atras dos dois, e atirou. Imagens analisadas mostram que eles precisaram correr para escapar da situação. A 22ª DP (Penha) investigou o caso.. Todos os envolvidos voltaram a prestar depoimento e constatou-se inconsistências nos relatos do casal. A investigação revelou que ela, de fato, havia sido assaltada por dois homens, que possuíam características semelhantes às das vítimas. A mulher, contudo, passou informações erradasl. Por esse motivo, foi indiciada por falso testemunho majorado. Igor ficou internado por semanas e perdeu um rim após tomar o tiro. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Quando ainda era da milícia, ex-PM preso suspeito de treinar traficantes do CV participou de uma extorsão de R$ 50 mil e tomada de apartamentos

Quando ainda participava da milícia da Muzema, o então PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, foi acusado de participar de uma extorsão De acordo com a testemunha, armados com fuzis e pistolas, os bandidos exigiram R$ 50 mil e ainda obrigaram a passar para o grupo o controle de quatro apartamentos.  O grupo era fortemente armado, praticamente pronto para qualquer guerra; que qualquer um que se oponha a eles, ou fizesse qualquer coisa que não seja da vontade deles, é simplesmente eliminado ou expulso do local onde reside.  A testemunha ainda disse que o grupo matou um senhor e escondeu o corpo. Caveira foi preso na última segunda,-feira suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar o dinheiro dos criminosos. Viagens, roupas de grife, festas e um carro de luxo avaliado em R$ 3 milhões. Esse era o estilo de vida ostentado por Ronny , que fazia questão de exibir sua rotina nas redes sociais. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Leia detalhes sobre o assassinato de um homem que foi morto com um facão de churrasco em Irajá. Suspeito do crime foi preso em MG

Leia agora detalhes do assassinato de Leonardo Luca Hevangelista, morto na última sexta-feira com um facão de churrasco em Irajá. O principal suspeito do crime, Bento dos Anjos Nascimento, foi preso hoje em Minas Gerais. Uma testemunha afirmou que estava realizando um churrasco junto com outros funcionários da empresa e, por volta de 23:30, começou uma discussão entre alguns presentes por uma disputa de quem ganhava mais e quem seria melhor que quem na empresa¿. Leonardo estava discutindo com o nacional de vulgoCabelinho¿ até que a discussão evoluiu para vias de fato. O irmão e o filho da vítima fatal entraram no meio da briga com o intuito de ajudar Leonardo; No meio da confusão, a testemunha não conseguiu identificar as facadas que atingiram Leonardo, seu irmão e seu filho. Após um grupo de envolvidos se evadir do local o declarante identificou Leonardo ferido perdendo muito sangue, momento em que procedeu com um pano para realizar a compressão no ferimento tentando socorrer o ferido. O irmão e o filho da vítima fatal foram atingidos também. Identificou Bento`em um vídeo gravado por populares no local fugindo com uma faca na mão. Outra testemunha presenciou a confusão entre Leonardo e Cabelinho e viu quando Bento com uma faca na mão e e outro homem correndo atrás do irmão de Leonardo. Em determinado momento, Bento retornou na direção de Leonardo. Antes de ir embora, a testemunha olhou para trás e viu quando Loonardo caiu ao chão. O o declarante não viu Bento desferir a facada, mas que ao chegar à empresa hoje, 22/03/2025, ficou sabendo ele havia matado Leonardo com um golpe de faca. O irmão de Leonardo disse que a princípio a discussão era entre a vítima fatal e Cabelinho. Leonardo e Cabelinho entraram em vias de fato e ele e o sobrinho foram ajudá-lo. No meio da confusão, Bento pegou a faca de churrasco e partiiu em direção a Leonardo mas ele não conseguiu visualizar o exato momento dos golpes que atingiram seu irmão. Disse que Bento chegou a acertá-lo com com a faca e causou ferimentos no rosto e no ombro. Contou que o grupo de agressores correu para fugir do local dizendo. “Vamos embora, vamos embora” Falou ainda que populares chamaram a ambulância mas ouviu dos socorristas que o irmão teria vindo a óbito. Segundo a Polícia Civil, a investigação apontou que o autor fugiu para o estado vizinho após o homicídio e se escondeu em um endereço ligado a sua companheira, onde foi encontrado. FONTE: TJ-RJ e Polícia Civil do RJ

Relembre como agia a milícia do Quitungo, alvo de operação hoje da Polícia Civil. Bando tinha aliança com Peixão (TCP)

O líder da milícia que agia no Q uitungo que é alvo de operação hoje da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra lavagem de dinheiro era aliado do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Esse miliciano e Peixão, inclusive, foram acusados de matar dois homens (Jhonatan Batista Vilas Boas Alves e José Mário Alves da Trindade) em 2020 que não aceitavam a aliança entre o grupo paramilitar e o Terceiro Comando Puro (TCP). Os bandidos atacaram indivíduos que estavam em uma festa, com o fim de manter o controle da cobrança ilegal de taxas e do comércio de drogas ilícitas, executando as vítimas com disparos por arma de fogo. Os criminosos ainda fizeram a destruição dos cadáveres das vítimas. Eles atearam fogo e destruíram parcialmente os cadáveres das vítimas supramencionadas no interior do veículo Toyota Etios, placa KWL 7122, cor branca, ano 2018, que foi abandonado na Rua Pedro Rufino, na altura do número 446, no bairro Cordovil A milícia do Quitungo atuou na região durante muitos anos, explorando a cobrança de taxas ilegais mediante extorsão de moradores e comerciantes locais, praticando homicídios contra as pessoas que se recusam a obedecê-los ou que integram facção criminosa rival. Alvo de hoje, Zaqueu, que era PM na época, era a liderança maior na comunidade à época dos fatos, sendo o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados na comunidade. O então PM Beiço era o segundo da escala hierárquica, cabendo a este gerenciar e comandar os postos hierarquicamente inferiores.Goiaba era o terceiro na hierarquia. Pelo lado do tráfico, Peixáo era o responsável por coordenar e ordenar os atos praticados por seus subordinados e tinha como braço direito, o bandido vulgo Dino, que até hoje não se confirma se está morto ou não. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Milícia que agiu no Quitungo movimentou mais de R$ 10 milhões. Só um taxista, R$ 1.5 milhão

A Polícia Civil busca envolvidos na lavagem de dinheiro de milicianos que atuavam na Comunidade do Quitungo, Zona Norte do Rio de Janeiro. As investigações revelaram um esquema de movimentação financeira suspeita que ultrapassa R$ 10 milhões.  Foi determinado pela Justiça o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas dos investigados. Um taxista envolvido com a quadrilha, em apenas seis meses, movimentou R$ 1,5 milhão em suas contas, transferindo parte desses valores diretamente para o homem apontado como chefe da milícia. Essa liderança também é alvo da operação desta quarta e é investigada por diversos homicídios. Ainda há mandados contra pequenos empresários que mantiveram relações financeiras com o grupo criminoso. As investigações apontam que,. para lavar o dinheiro, os suspeitos utilizavam pequenas transferências, uso de empresas inativas e movimentação entre múltiplas contas bancárias. O Quitungo não é mais dominado pela milícia, hoje está sob controle do Comando Vermrelho. FONTE: Polícia Civil do RJ

MP denunciou 44 do CV que atuam no Sul Fluminense e pediu para prender 27

Quarenta e quatro ntegrantes da facção criminosa Comando Vermelho, que atuam na região Sul Fluminense,, foram denunciados pelo MPRJ..Foi e requerida prisão preventiva de 27 deles. Os mandados são cumpridos na manhã desta terça-feira (26/03),. Os investigados agiam em bairros como Vila Helena, Vale do Ipiranga e Caixa D’Água, todos em.Barra do Pirai, utilizando inclusive o interior de presídios como base de operações, além de aliciar adolescentes para o tráfico.  A denúncia revela que o grupo intimidava moradores e praticava violência como forma de consolidar o domínio territorial. Em um dos episódios narrados, um dos denunciados chegou a ameaçar um policial militar que atuava na região. O grupo e acusado por tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, constrangimento ilegal e violação de domicílio com emprego de violência. Os mandados, expedidos estão sendo cumpridos nos municípios de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, Itaboraí e Paraíba do Sul, além de buscas realizadas em unidades prisionais. FONTE: Ministério Público do RJ

Peixão disse que Deus deu o Complexo de Israel (TCP) na sua mão

A denúncia do Ministério Público Federal contra o tráfico de armas envolvendo o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, o descreve como sendo o o líder do tráfico, o “dono do morro”, exercendo a liderança maior dentro da estrutura criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. Peixão, segundo a denúncia, é responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. Peixão disse que trata o Complexo de Israel como se fosse um país que possui um exército bem aparado. Disse que Deus deu a comunidade na sua mão e por isso precisa ter tudo. Segundo o documento, a facção criminosa é responsável por grande parte dos conflitos armados ocorridos no Complexo do Israel, em especial por conta da rivalidade violenta com outra organização fluminense, o Comando Vermelho, liderado por indivíduo conhecido como “Doca” No mês de fevereiro de 2025, uma operação policial foi realizada no Complexo do Israel, no intuito de prender “Peixão”, cujo objetivo, segundo o Secretário Segurança Pública do Rio de Janeiro, Victor dos Santos, foi o de “salvar vidas” Nos cinco dias antecedentes à redação desta denúncia, membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro entraram em conflito armado com o grupo rival, Comando Vermelho, resultando em tiroteios na Zona Norte do Rio de Janeiro. Uma conversa captada de Peixão, ele fala sobre a captura de um morador do Complexo do Israel, comunidade dominada pelo TCP, efetuada por indivíduo conhecido como “Gardenal” (cujo nome real é Carlos da Costa Neves), integrante da facção Comando Vermelho, e que teria alertado “Peixão”, por meio do morador interpelado, que em breve haveria um confronto entre membros dos grupos rivais. Nos diálogos, Everson Vieira, o Deus, que era encarregado de negocair armas para Peixão, respondeu “vamos explodir eles”, ao comentar sobre integrantes da organização rival Comando Vermelho: FONTE: Ministério Público Federal

Peixão (TCP) pretendia montar uma loja no Paraguai para facilitar o envio de armas para o RJ

Tivemos acesso a denúncia do Ministério Público Federal contra o traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão e Everson Silva, acusados de importar armas de guerra e trazer para o Rio por meio dos Correios. Everson buscava na internet anunciantes de equipamentos como bloqueadores de sinais e drones, bem como armamento, realizava a compra reiterada dos produtos escolhidos por Peixão e os entregava a este, como o fim de abastecer a organização criminosa. A “parceria” entre os dois era tamanha que “Peixão” cogitava abrir uma empresa de fachada, em conjunto com o primeiro denunciado, no Paraguai, local onde a comercialização de bloqueadores de sinais é permitida, e trazer, pormeio de outro membro da organização, os esquipamentos pela via terrestre ao Rio de Janeiro Na data de 10 de junho de 2024, o primeiro denunciado enviou a “Peixão capturas de tela do próprio celular, em que confirmava a compra de diversos fuzis com vendedores localizados no Paraguai e afirmava que iria buscar o armamento pessoalmente Everson era responsável pelo primeiro contato com diversos vendedores, a fim de comparar preços e forma de pagamento, bem como as condições deintrodução da mercadoria no país e depois repassava tais dados a Peixão. que, na condição de líder do TCP, escolhia quais produtos seriam adquiridos efornecia dinheiro para as aquisições Além de bloqueadores de sinais, armas e drones, os denunciados também adquiriam para a organização criminosa rádios de comunicação de longa distância e dispositivos aptos a interceptar comunicações policiais. Queriam até bazucas, Everson demonstra o pertencimento à facção Terceiro Comando Puro ao responder que os equipamentos que negocia serão suficientes para eliminar“Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. O sucesso da empreitada criminosa, garantida pela atuação dos denunciados na aquisição dos equipamentos proibidos, é comemorado por Péixão nosmeses de junho e julho Além da comunicação frequente com “Peixão”, líder da facção criminosa, também foi possível constatar que Everson mantinha contato constante com dois outros integrantes do Terceiro Comando Puro: indivíduos conhecidos como “Zero” (também chamado “TH”, e “Gordinho do Gás” (terminal ambos responsáveis pelo fluxo de valores do grupo, destinados a compra de equipamentos proibidos. Em síntese, “Zero” e “Gordinho” mantinham diversas contas correntes em nome de terceiros e, sob ordens de “Peixão”, transferiam a Evreson os valoresnecessários para as compras de drones, armas, bloqueadores de sinais e comunicadores, conforme se extrai dos diálogos datados de junho de 2024 e, em especial, do comprovante da transferência de R$30.000,00 (trinta mil reais) enviados por “Gordinho” ao primeiro denunciado, a fim de que este concretizasse a compra de mais um drone lançador de granadas: Na data de 12 de dezembro de 2023, Everson (identificado nas capturas de tela com a cor verde) entrou em contato com comerciante de bloqueadores de sinais, informando-o que pretendia realizar reiteradas compras semanais do equipamento18: Com o fim de evitar a interceptação de tais comunicações, “Peixão” sugeriu a Everson que este utilizasse terminal estrangeiro específico apenas para a negociação dos equipamentos proibidos. Everson tinha a função de negociar, adquirir e promover a importação de aparelhos destinados ao funcionamento da organização, tais como bloqueadores de sinais (utilizados para impedir o rastreamento de veículos e celulares, proibidos pela ANATEL), comunicadores de alta tecnologia e drones lançadores de granada (estes últimos apreendidos pela Polícia Federal em 15 de julho de 2024, quando foi preso. Ele também é responsável por planejar e efetivar a importação e a compra de armamento para os integrantes do Terceiro Comando Puro, incluindo revólveres, pistolas e fuzis, por meio de negociações com vendedores localizados no Paraguai, e custeadas pelo líder da organização criminosa Terceiro Comando Puro, Álvaro Malaquias, conhecido como “Peixão”. Peixão providenciava os recursos financeiros para que Everson promovesse a importação de mercadoria proibida, consistente em dispositivo bloqueador de sinal de radiocomunicação (BSR) utilizado para abater drones, comercialmente designado “fuzil anti-drone”. FONTE: Ministério Público Federal do RJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes escondidos na Vila Kennedy (CV) são suspeitos de matar policial penal em Santa Cruz. DH faz operação para capturá-los

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) faz uma operação para prender Thiago Ferreira Pinto, Caio Felipe Ferreira, da Cruz, vulgo Rezin, Hiago Ferreira Pinto, Fabiano da Silva Souza e Carlos Antônio Gomrs Junior, o Bradock. Os alvos são apontados como suspeitos do latrocínio do policial penal Henry dos Santos Oliveira. O crime ocorreu no dia 19 de dezembro de 2024, no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na ocasião, sete indivíduos fortemente armados com fuzis e pistolas realizava um assalto a um depósito de bebidas. Enquanto parte do bando mantinha vigilância externa, os demais carregavam um veículo com as mercadorias subtraídas. Durante a ação, a vítima, tentou abordar um dos criminosoos.Neste momento, os comparsas, passaram a efetuar diversos disparos de revólver e fuzil contra o policial penal, que veio a óbito no local. Os marginais ainda subtraíram sua arma de fogo antes de empreenderem fuga. Os autores são todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, escondidos no interior da comunidade da Vila Kennedy. FONTE: Polícia Civil do RJ

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