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investigação

Após divulgarmos um ataque de granada em policiais civis em Jacarepaguá, polícia prendeu um dos autores em MG

Após a nossa reportagem divulgar um ataque de criminosos a policiais civis em Jacarepaguá, a polícia prendeu um dos bandidos que arremessou um explosivo contra os agentes. O fato ocorreu no último dia 19, no Anil. O autor foi localizado na zona rural de Viçosa, em Minas Gerais, para onde fugiu para se esconder O caso aconteceu quando agentes passavam pela Estrada do Engenho d’Água, no Anil, e foram atacados por três homens, na tentativa de assaltar o veículo em que os policiais estavam. Na Justiça, a informação que consta é que os bandidos atacaram os policiais após os confundirem com milicianos. Na ocasião, um dos suspeitos arremessou um artefato que explodiu no interior do carro, deixando os agentes feridos. Logo depois, sem conseguir os bandidos fugiram para o interior da comunidade da Gardênia Azul.  Policiais descobriram a identidade do indivíduo que arremessou o explosivo e dos seus dois comparsas. Finalizada a apuração, foi então pedida e decretada a prisão preventiva dos autores. O bandido preso estava escondido em uma casa, longe de centros urbanos. Apesar do difícil acesso, agentes da 38ª DP,  juntamente com a Polícia Civil mineira, foram até ao local e realizaram a captura. Na ocasião, um homem, foragido da Justiça, também foi detido.    Em relação aos outros dois envolvidos no crime, um deles foi preso dias depois por tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Alvos de operação de hoje contra envolvidos na morte de advogado são suspeitos de outros homicídios

Um dos alvos da operação de hoje da Polícia Civil e Ministério Público Estadual contra mais envolvidos no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, o PM Wanderson Ribeiro Marques Lemos estaria, segundo a Justiça, envolvido juntamente com o PM Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, em diversos homicídios, dentre eles o do ex-policial civil “TIiago Barbosa” em Nova Iguaçu/RJ (IP nº 861- 00533/2022), possivelmente no homicídio do policial militar Ezequias Penido da Rosa na cidade de Duque de Caxias/RJ (IP nº 861- 00110/2022) e também na morte do policial civil João Joel de Araújo no bairro de Ilha de Guaratiba. A denúncia anônima também cita que “Dutra” e “Lemos” teriam envolvimento com contrabando de cigarros e que os homicídios praticados pelo grupo seriam a mando de Adílson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. Outro alvo da polícia, Uanderson Costa de Souza responde a processo na Justiça por duplo homicídio cometido em Duque de Caxias em 2021. É réu na mesma ação o PM Leandro Machado da Silva, um dos três presos pela morte do advogado. Outro buscado pela polícia, Arthur Cássio Siqueira Leite chegou a ser preso suspeito de perfurar dutos da Transpetro em Paty do Alferes. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Quadrilha que vinha de SP para roubar imóveis de luxo no Rio tinha o apoio do TCP. Dividiam até os lucros. Sete foram presos

As polícias do RJ e SP fazem operacão contra uma quadrilha especializada em assalto a imóveis de luxo. Sete pessoas foram presas. A investigação começou em junho do ano passado, quando quatro criminosos invadiram uma casa no Jardim Botânico, no Rio, e realizaram o assalto. Na ocasião, os criminosos, que vieram de São Paulo,  permaneceram na comunidade do São Carlos, onde tiveram apoio dos bandidos locais, ligados ao Terceiro Comando Puro. Os traficantes forneceram um veículo e um taxista que atuou como batedor, conduzindo os assaltantes até o local do crime. As joias subtraídas foram vendidas ainda na Comunidade do São Carlos, para um ourives de Copacabana, pelo valor de R$ 31.600. A quantia foi repartida entre a quadrilha e os traficantes Dos sete presos, quatro foram os assaltantes, um foi o ourives e outras duas pessoas envolvidas no bando O taxista que atuou no crime, já encontra-se preso desde 2024 FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeitos de homicídio de advogado no Centro do Rio são alvos de operação policial, entre eles três PMs. Eles seriam ligados ao contraventor Adilsinho

O Ministerio Publico e a Policia Civil fazem operacão contra investigados por envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, ocorrido em fevereiro do ano passado no Centro do Rio. Os alvos possivelmente integram a quadrilha vinculada ao  contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho – foragido da Justiça. Nesta fase da operação, são alvos de busca três policiais militares, além de quatro outras pessoas, identificados como matadores na hierarquia da organização, segundo as investigações. Segundo a Policia Civil, a Delegacia de Homicidios tem novos indícios que mostram a existência de um grupo de “matadores de aluguel”, responsável por diversos homicídios, todos a serviço de uma organização criminosa que explora o comércio ilegal de cigarros e atividades contravencionais. O bando é suspeito de envolvimento em diversas execuções recentes no Rio de Janeiro, como o do miliciano Marco Antonio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri; do policial penal envolvido no comércio de cigarros, Bruno Killier; além do homicídio de Rodrigo Crespo. No dia 26 de abril, o GAECO/MPRJ denunciou três homens, entre eles um policial militar, por homicídio qualificado. A ação penal aponta que os denunciados participaram do monitoramento da vítima e estiveram juntos antes e depois do crime. Os réus estão presos preventivamente e serão levados a Júri popular. De acordo com os policiais, após as apurações avançarem, um novo envolvido foi identificado. Ele já está preso por envolvimento em outro homicídio, também no ano passado, que vitimou o comerciante Antônio Gaspazianne Mesquita. A investigação mostra que o assassinato foi motivado por desavenças na exploração de máquinas caça-níqueis da região. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Um ano após afirmarem que eram incapazes de reconhecer autor de disparos que atingiram PM em Itaguaí, policiais disseram que suspeito detido com maconha seria o atirador após verem fotografia que circulou em redes sociais. Justiça, no entanto, negou prisão

 Um ano após PMs afirmarem que não eram capazes de identificar o autor da tentativa de homicídio do PM Felipe Eirin Ramos em abril do ano passado em Itaguaí, outros policiais disseram que um homem que foi detido com um cigarro de maconha teria sido reconhecido como autor dos disparos. com base em uma fotografia que circulava em grupo de WhatsApp de policiais militares, na qual o investigado era apontado como suspeito do crime.  A partir daí, os policiais que atuaram na diligência de 2024 foram reconvocados à delegacia e, em que pese terem afirmado anteriormente que não conseguiriam reconhecer o autor dos disparos, passaram a apontar o suspeito como sendo o responsável pela tentativa de homicídio.  Segundo a Justiça, no entanto, esse reconhecimento tardio e influenciado por imagem informal compartilhada em aplicativo de mensagens, não se reveste da segurança e lisura necessárias para ensejar a prisão preventiva, sobretudo quando os próprios agentes públicos já haviam declarado, à época dos fatos, que não possuíam elementos para identificação do atirador.  Desta forma, está  afastada a plausibilidade da autoria atribuída ao acusado, segundo a Justiça. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Irmãos foram mortos em Meriti porque uma das vítimas passou a investigar por conta própria o furto de carro do pai, fez ameaças a família de um dos suspeitos e divulgou fotos dele. Justiça decretou a prisão de cinco envolvidos

Relatório da Justiça aponta a motivação para o assassinato dos irmãos Paulo e Marina Abdala Naja ocorrido em uma loja de autopeças em São João de Meriti, no dia 18 de dezembro do ano passado. Foram decretadas na última sexta-feira a prisão temporária de cinco suspeitos.  O crime estava diretamente ligado ao crime de furto do veículo Toyota Hilux SW4, de cor preta e placas DWN8J34, de propriedade do pai das vítimas, ocorrido na madrugada do dia 12/12/2024.  Conforme se extrai dos autos, a partir do crime de furto, a vítima Marina passou a envidar esforços na recuperação do veículo, inclusive com a participação dos criminosos acusados dos homicídios na intermediação, ocasião em que foi exigido o pagamento da quantia de R$40.000,00 como forma de “resgate” do veículo subtraído.  Consta, ainda, que um dos envolvidos informou a Marina que o outro investigado estava em posse do veículo. A partir dessas informações, a vítima Marina passou a intensificar as investigações por conta própria e obteve dados detalhados sobre o segundo envolvido passando a ameaçar diretamente a mãe do investigado e a divulgar fotos dele em grupos de WhatsApp, o que teria gerado retaliação e ameaças.  Assim sendo, a investigação demonstra que o homicídio das vítimas Marina e Paulo foi ordenado como represália ao envolvimento de Marina na identificação dos autores do furto e na exposição de suas identidades.  Consta ressaltar, ainda, que segundo demonstrado nos autos do inquérito, os cinco envolvidos constam como investigados nos autos dos inquéritos nº 126-01791/2025, 126-01805/2025 e 126-01810/2025, pela 126ª Delegacia de Polícia, sendo identificados como integrantes de uma organização criminosa responsável por furtos de veículos de luxo,  O duplo homicídio em apuração teve como motivação as ameaças à família do líder do grupo e, ainda, que o crime foi planejado por ele e o sócio e executado para eliminar obstáculos a suas atividades criminosas. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Chacina deixou quatro mortos em São Gonçalo

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de quatro pessoas na localidade Campo do Zanata, em São Gonçalo, . A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar informa que, segundo o comando do 7º BPM (São Gonçalo), policiais militares foram até a Rua Nílson Gonçalves Mota, no bairro Apollo 2, em São Gonçalo, na madrugada desta terça-feira (01/04) para verificar uma ocorrência de homicídio. No local foram encontrados os corpos de três homens e de uma mulher. Os agentes preservaram o local para a perícia, que ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.  A imprensa da região noticiou que as mortes podem ter ligação com uma disputa entre milicianos e traficantes. Alguns dos mortos seriam suspeitos de tráfico. Uma outra vítima Camilla Viana, voltava do médico com a filha de 4 meses quando foi atingida. A menina caiu do colo da mãe, mas não foi alvejada FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro, PMERJ e Fogo Cruzado

Homem foi espancado até a morte por causa de dívida de drogas em Araruama. Polícia tenta confirmar se suspeito com tornozeleira eletrônica participou do crime

Maicon Douglas da Silva Pinto foi assassinado no dia 11 de fevereiro deste ano na Estrada de Macabu, em Iguabinha, cidade de Araruama, na Região dos Lagos, por conta de uma suposta dívida de drogas. . O pai da vítima comunicou à 129ª Delegacia de Polícia que Maicon teria sido surpreendido por quatro pessoas num beco localizado na Estrada Vila da Pedreira, esquina com a Rua Damião Rodrigues da Silva, em frente da Escola Municipal Paulino Pinto Pinheiro Filho, em Iguaba Grande, onde foi agredido e forçado a entrar no interior de um automóvel de cor escura. Por volta das 21h do mesmo dia, o corpo da vítima foi encontrado com sinais de espancamento. Em diligências, a polícia obteve imagens de câmeras de segurança nas proximidades do beco em que a vítima foi surpreendida. Nas imagens, é possível visualizar que um dos agressores da vítima ostentava uma tornozeleira eletrônica. De acordo com o narrado, há indícios que de a motivação para o crime teria sido a existência de uma suposta dívida da vítima com o tráfico de drogas. Ainda, receberam uma denúncia anônima no sentido de que os possíveis envolvidos no homicídio de Maicon estariam no Bairro de Iguabinha, na localidade conhecida como Torre, na cidade de Araruama. Diante de tal informação, foi realizada uma diligência nos arredores do local do crime, momento no qual dois indivíduos foram avistados e levados à delegacia para prestar informações. Com as informações prestadas, a autoridade policial procedeu a consultas no banco de dados da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) e identificou um deles,, que foi reconhecido por tsetemunhas como sendo o indivíduo que atende pelo nome de João e que é monitorado por tornozeleira eletrônica. Assim, para confirmar a possibilidade de o indivíduo flagrado pelas imagens das câmeras arrecadadas nas proximidades do local onde a vítima foi encurralada tratar-se do suspeito identificado, a autoridade policial representou pelo afastamento do sigilo dos dados do monitoramento da tornozeleira eletrônica ostentada pelo suspeito. Com o objetivo de dar continuidade às investigações, a Autoridade Policial representou pelo afastamento do sigilo de dados da tornozeleira eletrônica de com o acesso aos dados de seu monitoramento nas datas na data de 11 de fevereiro 2025, no horário entre 16h e 22h. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PF prendeu 12 em operação contra quadrilha de comércio ilegal de cigarros comandada pelo contraventor Adilsinho, patrono do Salgueiro. Um dos presos é um PM

A Polícia Federal prendeu hoje 12 pessoas, entre elas um PM, durante uma operação para desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional*, especializada no *comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo*.  O grupo é liderado pelo contraventor Adilsinho, atual patrono da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro. Ele foi um dos alvos. O bando falsificava e comercializava os cigarros que produzia com o emprego de *embalagens falsas, trabalho análogo à escravidão, tráfico de pessoas* e *imposição de violência e terror* para que comerciantes de regiões dominadas pela quadrilha *fossem obrigados a adquirir o produto contrafeito* e *revender apenas o cigarro fornecido pelo grupo investigado* A investigação foi iniciada em fevereiro de 2023, após a *descoberta de três fábricas clandestinas de cigarros falsos* e do *resgate de inúmeros trabalhadores paraguaios submetidos a regime análogo à escravidão*,. Foi revelado em outra operação essa mesma organização criminosa tinha uma *célula de serviço paralelo de segurança*, coordenada por um policial federal e integrada por policiais militares e bombeiros, que também atuavam em outros serviços ilegais de acordo com os interesses do grupo. Além disso, integrantes de uma outra célula da organização criminosa eram os responsáveis pelo *fornecimento de insumos, maquinários e mão de obra escrava oriunda do Paraguai*, que eram empregados na produção clandestina dos cigarros no estado do Rio de Janeiro e em outras unidades federativas. Esta célula do grupo era administrada por uma mulher que possuía um serviço de segurança particular por parte de um policial militar.Já um outro núcleo do grupo criminoso era integrado por indivíduos responsáveis pelo *acompanhamento dos veículos que transportavam a mercadoria contrafeita, a qual era fornecida da Baixada Fluminense para comerciantes de outros estados brasileiros*. Um desses integrantes era um policial rodoviário federal que tinha a função de assegurar a entrega segura da carga. Os agentes federais tentaram cumprir *21 mandados de prisão preventiva*, *26 mandados de busca e apreensão* e *12 mandados de medida cautelar diversa da prisão*, incluindo a suspensão das funções de um policial rodoviário federal.  Foram emitidas ordens de bloqueio, sequestro e apreensão de bens, *avaliados em cerca de R$ 350 milhões*. Dentre eles estão *imóveis, veículos de luxo, criptomoedas, dinheiro em espécie, valores depositados em contas bancárias*, entre outros. *O montante obtido com o lucro dos delitos praticados era posteriormente submetido a lavagem de dinheiro*, com a consequente *remessa de altas cifras ao exterior de forma irregular*. Vale ressaltar também que o modus operandi dessa organização criminosa, no que diz respeito ao domínio de regiões e imposição de violência e terror, *é o mesmo empregado pelos grupos que exploram o jogo ilegal no estado do Rio de Janeiro*..Os investigados poderão responder pela prática dos seguintes crimes: organização criminosa; redução a condição análoga à de escravo;  tráfico de pessoas; crime contra a saúde pública; fraude no comércio; sonegação por falta de fornecimento de nota fiscal; crime contra a relação de consumo; falsificação e uso de documento falso; violação de direito autoral; lavagem de dinheiro; e evasão de divisas. *Operação Libertatis 2 – atualização* *12 presos* Onde foram realizadas as prisõess 2 (1 casal) em São Pedro da Aldeia/RJ; 1 PM, em Bonsucesso, no 22º BPM; 1 em Serra, no Espírito Santo/ES ;1 em Magé/RJ;1 em Nova Friburgo/RJ; 6 na cidade do Rio de Janeiro (Cachambi, Jacarepaguá, Ilha do Governador, Barra da Tijuca e Campo Grande); FONTE: Polícia Federal

Preso mais um integrante da quadrilha que roubava vans e microônibus para posterior venda das peças. Bando é ligado ao TCP e causou prejuízo de mais de R$ 6 milhões ao transporte turístico do RJ

A Polícia Civil prendeu Fernando de Assis Costa, vulgo Paulista. Ele é mais um integrante da quadrilha de roubo a vans e microônibus a ser capturado. O bandido era responsável pelo roubo e corte dos veículos para posterior revenda das peças. Paulista integra a facção narcoterrorista do TCP (Terceiro Comando Puro) e faz parte do grupo criminoso especializado no roubo de veículos do setor turístico, que era liderado pelo roubador de vulgo “Foguinho”, que foi preso há cerca de duas semanas pela equipe da DRFA.* Ao todo, o grupo criminoso praticou mais de 20 (roubos) de vans, causando um prejuízo ao setor de transporte turístico no Estado do Rio de Janeiro de mais de R$6.000.000,00 (seis milhões de reais) somente no ano de 2024.* Paulista  foi preso escondido na casa de parentes, em Nova Iguaçu. Ele costumava se homiziar na Vila Aliança, tendo fugido da localidade após operação da Polícia Civil no local, na semana passada.  Os criminosos atuavam roubando os veículos principalmente nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, além de alguns mnicípios da Baixada Fluminense. *Na operação, foram apreendidas diversas ferramentas utilizadas pelo criminoso para o desmanche dos veículos e remarcação de chassis, além de um simulacro de arma de fogo utilizado nos roubos praticados pelo grupo criminoso* FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

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