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investigação

Relembre investigação que deu origem a operação da PF hoje contra quadrilha que teria enviado 2 mil fuzis dos EUA para o RJ

O responsável pelo envio de 60 fuzis ao RJ que foram apreendidos no Aeroporto do Galeão em 2017, ação que deu oirgem a operação de hoje da Polícia Federla, Frederik Barbieri, foi condenado a 35 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa, comércio ilegal de arma de fogo e tráfico internacional de arma de fogo A investigação já naquela época estimava que milhares de armamentos, entre fuzis, carregadores e munições, tenham, ao longo da última década, entrado ilegalmente no país, alimentando, sobretudo, as facções criminosas que atuam no estado do Rio de Janeiro. Frederik era uma das pessoas que exercia as atividades mais sofisticadas, de forma milimetricamente planejada: realizava a compra, preparação e envio das armas de fogo para o Brasil, incluindo a confecção e utilização de documentos falsos e empresas de terceiros.” Frederik desempenhava a maior parte das atividades da organização criminosa, desde a aquisição de armas, acessórios e munições nos EUA até a remessa para o Brasil, incluindo a engenhosa preparação que permitia ao grupo utilizar serviços regulares para o transporte do material ilícito . Ele não só liderava, mas foi o responsável pela criação e estruturação do engenhoso esquema que permitia à organização criminosa utilizar meios regulares para o transporte da carga em grande escala. Frederki criou uma grande rede de contatos e adquiriu um especial know-how que incrementaram significativamente as atividades criminosasAs armas na época iriam ser vendidas para facções criminosas das cidades do Rio de Janeiro, Niterói e São Gonçalo, Todos temiam e reverenciavam Barbierii. O valor das vendas era transformados em dólares e eram remetidos de volta ao comando de Frederik para refinanciar a organização e adquirir novas mercadorias. A integrantes do bando, foram ensinadas técnicas de corte que teriam permitido a internação clandestina de fuzis em território brasileiro.Um membro da quadrilha tinha um empresa constituída nos EUA com o mesmo nome de uma firma para a qual eram remetidos os produtos das vendas de armas de fogo no Brasil. Ele teria teria adquirido aquecedores de piscina naquele país, e posteriormente os teria preparado para a ocultação e remessa de fuzis de alto calibre. Um dos integrantes do bando era o elo entre Frederik e diversos líderes de facções criminosas do Rio de Janeiro, que eram abastecidas pela organização criminosa comandada por este com armamentos pesados, vendidos a peso de ouro. FONTE: Trechos de processos do TRF 2ª Região disponíveis no site jurídico Jusbrasil

Polícia faz operação contra quadrilha que rouba vans turísticas e causou prejuízo de R$ 5 milhões

A Policia Civil faz hoje uma operação contra uma quadrilha especializada em roubos a vans turísticas. O bando atua principalmente na Zona Oeste e após os roubos desmancha os veículos, a fim de vender suas peças. Investigações apontam que a associação criminosa causou um prejuízo de mais de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico no estado somente em 2024. O grupo conta com batedores, roubadores, receptadores e desmanchadores. O líder da quadrilha foi flagrado em diversas conversas indicando alvos e negociando veículos roubados. Além dele, outros membros foram identificados. Durante a investigação, um dos comparsas foi preso em flagrante conduzindo uma van recém-roubada.. Segundo informações nas redes sociais, tiros já foram ouvidos na região e há barricadas com fogo para impedir a ação da polícia. FONTE: Polícia Civil do RJ e Página Camará Tem Voz (Facebook)

PF faz operação contra lavagem de dinheiro de quadrilha que enviou dois mil fuzis dos EUA para o CV no RJ. Líder é um agente federal aposentado

Na manhã desta quinta-feira, 20/3, a Polícia Federal deflagrou operação contra uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de armas. O líder do grupo é um policial federal aposentado A ação é desdobramento da Operação Senhor das Armas, deflagrada em 2017, na qual foram apreendidos 60 fuzis no Aeroporto do Galeão. A PF identificou uma quadrilha responsável pelo envio de cerca de 2 mil fuzis de Miami, nos Estados Unidos, para o Rio de Janeiro. Uma vez em território fluminense, o armamento era distribuído ao Comando Vermelho. Cerca de 80 policiais federais e 10 policiais civis cumprem 14 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e empresariais ligados aos integrantes do grupo criminoso, na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes, bairros da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na chegada dos policiais, houve troca de tiros e um miliciano foi preso. Ele também integra a quadrilha. Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro e bloqueio de bens e ativos no valor total de R$ 50 milhões. O líder do grupo se utilizava de pessoas físicas e jurídicas para aquisição de imóveis e bens voltados para a lavagem do dinheiro obtido por meio do tráfico internacional de armas. Ele é um policial federal aposentado chamado Josias João do Nascimento Os envolvidos responderão pelos crimes de tráfico internacional de armas, organização criminosa, lavagem de capital, evasão de divisas, corrupção ativa e corrupção passiva. FONTE: Polícia Federal

PM que atuava como agiota é suspeito da morte de um ex-funcionário que tinha uma dívida com ele no valor de R$ 300 mil e parou de pagá-la. Crime foi em Curicica

Lucas Galdino de Faria que possuía uma dívida grande com um agiota PM acabou sendo morto no dia 11 de janeiro deste ano, em Curicica, em Jacarepaguá. O suspeito está com a prisão temporária decretada. Segundo os autos, a investigação aponta que a vítima supostamente exercia a função de captar e entregar dinheiro, além de realizar cobranças mensais para clientes do investigado . Relatos, Lucas teria começado a “inventar” clientes, pegando dinheiro como se fosse emprestado para essas pessoas fictícias e, posteriormente, alegando que os supostos clientes estavam inadimplentes, haviam sumido ou apresentando outras desculpas. O agiota percebeu a conduta de Lucas após ele deixar de prestar seus serviços em 2022 e retornar para Curicica, acumulando uma dívida de quase R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) com o investigado. O pai da vítima assumiu a dívida e fez pagamentos até o fim de 2024, quando não teve mais condições financeiras de arcar com os valores. Com a interrupção dos pagamentos, o agiota teria dito que iria “dar um jeito” em Lucas. No dia dos fatos, a vítima estava em um depósito de bebidas com um amigo quando recebeu uma mensagem de outro investigado, pedindo que o aguardasse no local. Pouco depois da chegada do suspeito, um veículo Nissan Kicks, de cor prata, se aproximou. Dentro do carro estavam indivíduos encapuzados, vestindo blusas com a inscrição “Polícia” e armados com fuzis. No momento em que Lucas já se encontrava dentro do próprio veículo, foi abordado pelos suspeitos, retirado à força, jogado ao solo e, em seguida, colocado no carro prata, que deixou rapidamente o local. Durante as investigações, foi relatado que o outro suspeito também trabalhava para o agiota da mesma forma que a vítima. Na semana anterior ao assassinato, Lucas confidenciou a um amigo de infância que estranhava o comportamento de segundo suspeito, pois ele vinha insistindo em procurá-lo com frequência e demonstrava um interesse incomum por sua rotina. Além disso, foi relatado que, quando outro amigo da vítima, foi chamado para prestar depoimento na delegacia, avisou o agiota sobre a intimação. Em resposta, o investigado enviou-lhe uma foto do policial responsável pelo caso, com visualização única, e o orientou a prestar depoimento na 61ª DP de Xerém, município onde atua como policial militar. O depoente também afirmou que o agiota tem intimidado amigos da vítima e repassado instruções sobre o que deve ser dito na delegacia. Por fim, o indiciado teria entrado em contato com o policial civil responsável pelas investigações e questionado sobre seu nome estar ligado ao homicídio da vítima. O amigo da vítima disse que o PM havia mencionado a intenção de “dar um jeito” na vítima. Além disso, após ser intimado, ELE comunicou o fato ao investigado e, a partir desse momento, passou a ser intimidado. Foi orientado a prestar depoimento em outra delegacia, a seguir os “termos permitidos” pelo indiciado e, ainda, a apagar seu número e todas as conversas e ligações entre ambos ( O agiota PM sempre relatava que Lucas foi embora de Xeré lhe devendo muito dinheiro, dizia, ele: “Aquele fdp fol embora me devendo R$ 300 mil”. A testemunha relatou que o suspeito do crime tinha tido uma discussão com o pai de Lucas e que ele tinha parado de pagar a dívida; que ia ter que dá um jeito em Lucas; No dia em que o amigo de Lucas foi intimado via aplicativo WhatsApp enviou um print da tela de seu celular onde apareciam a intimação e o número de celular do intimante, para o suspeito pelo mesmo aplicativo. Pouco tempo depois o PM lhe enviou uma foto do policial que estava lhe intimando no formato de visualização única ; que o depoente ao chegar a delegacia ao ser chamado por este policial que lhe inquire, reconheceu o policial da foto e neste momento sabe se tratar policial que lhe toma o termo neste momento; que relata ser uma foto estilo Self do policia. O agiota PM tambem pediu para o depoente solicitar que sua oitiva tivesse sido feia na 61 DP, delegacia de Xerém; que ele esta intimidando todos os amigos de Lucas; que passou instruções do que o depoente deveria relatar em seu termo de declaração. No dia 2 de fevereiro, o suspeito mandou o depoente apagar seu número em seu aparelho celular e todas as conversas e ligações entre os doisVerifica-se que o indiciado é policial militar e já demonstrou utilizar sua posição em benefício próprio, ao solicitar que o depoimento fosse prestado em uma delegacia específica onde atua. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Saiba qual foi o motivo que levou uma ex-PM tentar matar um lutador em Cabo Frio

Leia agora em detalhes como foi a tentativa de homicídio contra um lutador em Cabo Frio na semana passada praticada por uma ex-policial militar que é apontada como matadora de aluguel. O ofendido disse não conhecer a ex-PM, mas suspeita que o crime tenha sido motivado por uma desavença com o chefe de segurança de Arraial do Cabo, o qual acusa a vítima de ter um caso extraconjugal com sua esposa, já tendo o agredido e ameaçado de morte anteriormente A vítima estava chegando em sua residência com seus dois filhos menores. O ofendido estacionou o carro e desembarcou, momento em que notou que havia uma moto com duas pessoas ao seu lado. A ex-PM, que estava na garupa, apontou a arma para a vítima e tentou efetuar um disparo, porém a arma falhou. Ela, então, deu ¿um golpe¿ na arma e tentou realizar novo disparo. Ato contínuo, a vítima se jogou contra a conduzida, entrando em luta corporal com ela até conseguir desarmá-la e imobilizá-la. Mesmo imobilizada, a indiciada tentava pegar a arma, razão pela qual a vítima colocou um lacre em suas mãos e acionou a Polícia Militar. Durante a luta corporal, o condutor da motocicleta se evadiu. . A custodiada, por sua vez, além de ser ex-policial militar, é também guarda municipal de Arraial do Cabo. No local, foi arrecadada uma pistola Taurus G3, calibre .9mm, com numeração suprimida e carregador contendo 8 munições, além de uma munição não deflagrada ao solo. O crime foi cometido quando a vítima chegava em sua casa, o que indica que os executores tinham ciência sobre sua rotina. A ex-PM já respondeu processo por porte ilegal de arma na época em que estava vinculada ainda à corporação. A ação foi extinta, FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Polícia de SP concluiu inquérito sobre execução de delator do PCC

A polícia de São Paulo concluiu o inquérito sobre o assassinato do delator do PCC Antônio Vinícius Gritzbach, no Aeroporto de Guarulhos, em 8 de novembro De acordo com a investigação, a execução foi encomendada por Emílio Carlos Gongorra, o “Cigarreiro”, com a ajuda de Diego Amaral, o “Didi”. A motivação foi vingança, conforme interceptações telefônicas realizadas pelos policiais. Além dos dois, uma terceira pessoa, apontada como olheiro no dia do crime, segue foragida. Três policiais militares que executaram o assassinato seguem presos no Presídio Militar Romão Gomes. Os PMs, conforme os delegados, foram contratados para o crime por meio do homem que atuou como olheiro. A Polícia Civil remeteu o relatório de quase 500 páginas ao Poder Judiciário.  Os delegados representaram pela conversão da prisão temporária em preventiva de seis pessoas por homicídio. FONTE: Secretaria de Segurança de São Paulo

Milicianos invadiam terrenos em Maricá, agrediam e expulsavam as vítimas

Milicianos invadiram e se apropriaram de terrenos na cidade de Maricá. Quatro foram presos ontem, entre eles o líder do grupo. Os suspeitos utilizavam de violência para expulsar os donos de suas próprias casas. Pelo menos duas vítimas foram identificadas. Elas foram mantidas reféns, onde foram brutalmente agredidas e ameaçadas com armas de fogo e tiveram os seus pertences subtraídos. Após tomarem posse do terreno e liberar as vítimas, os criminosos revendiam as terras para terceiros que muitas vezes desconheciam a origem ilícita do trâmite. Eles vão responder pelos crimes de estelionato, extorsão, falsificação de documentos e organização criminosa. Os policiais apreenderam réplicas de pistolas e armas de fogo, além de máquinas de cartões, telefones celulares, acessórios táticos e documentos falsificados. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Veja como agia quadrilha da Vila Aliança (TCP) que roubava vans na Avenida Brasil. Gerente do grupo foi preso essa semana

O traficante vulgo Foguinho, preso na última quarta-feira (12), era o gerente de roubos na Vila Aliança, em Bangu. Ele fornecia as armas e os carros para as ações criminosas. Segundo invetsigações, ele chegava a pagar R$ 1.000 para os executores a cada van roubada. Era ele mesmo que realiza o pagamento. O destino final dos veículos roubados era desmanches na Vila Aliança e em outro município. Um dos membros da quadrilha disse a policiais civis que chegava a roubar duas vans por semana. Todos os veículos eram entregues na Vila Aliança. O bando trabalhava em esquema de escala. Que a área de atuação do grupo é na Av. Brasil, nas alturas de Itaguaí, Campo Grande, Bangu e Realengo. Acima de Foguinho, o responsável por todo os roubos de carro, van e cargas da Vila Aliança é o elemento de vulgo TH, TH circula na comunidade de fuzil sendo escoltado por seguranças armados com fuzis; Que TH é o terceiro da hierarquia da Comunidade da Vila Aliança; O segundo elemento forte da Comunidade é o irmão do chefão Peixe, conhecido pelo vulgo Galo. O traficante Peixe é o cabeça da comunidade de Vila Aliança, estando no topo da cadeia hierárquica, coordenando as ações dos demais integrantes do grupo criminoso, de modo a manter o domínio territorial. Outros dois bandidos ficavam incumbidos de abordar as vítimas, subtrair seus pertences, ou seja, ficavam na linha de frente, na execução dos roubos planejados pelos outros integrantes do grupo criminoso. O grupo comercializava os veículos inteiros ou os desmontava para revenda das peças. Cada motor e caixa de câmbio era comercializado por valores entre R$ 30 mil e R$ 50 mil. Em 2024, a ação do grupo causou prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico. Foguinho participou diretamente de ao menos 15 desses roubos. O Setor de Inteligência da DRFA monitorava o suspeito havia três meses. Ele estava foragido desde abril do ano passado. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Investigação revela extorsão a presos no Rio para obtenção de laudos e atestados médicos

Investigações da Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio revelam que havia dentro do sistema prisional fluminense um esquema de extorsão de presos para a obtenção de laudos e atestados médicos. Os internos com maior poder aquisitivo eram identificados por Inspetores Policiais Penais e, sempre que era exigida a emissão de um laudo médico ou nutricional, o grupo criminoso entrava em ação para cobrar valores ilícitos. Segundo as investigações, uma advogada também estaria envolvida no esquema, atuando como intermediária entre os internos e seus familiares para a exigência dos pagamentos. Os alvos da operação desempenhavam funções específicas no esquema criminoso, exigindo quantias elevadas para fornecer documentos médicos que favorecessem os detentos. Hoje, o Miniztério Público Estadual faz operação para cumprir 10 mandados de busca e apreensão contra o grupo criminoso que atua na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu – Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho (SEAP/HA). FONTE: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

Peixão tinha lucro milionário com provedor de internet no Complexo de Israel (TCP)

Policiais civis fecharam um provedor clandestino de internet, durante operação no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio. Segundo levantamento, a firma era comandada diretamente pelo traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”. As investigações apontam que Peixão tinha lucros milionários com o negócio e utilizava o dinheiro para bancar o tráfico de drogas e consolidar o domínio territorial. O homem que adminiistrava o provedor foi preso em flagrante e responderá pelo crime de receptação qualificada. Diversos equipamentos furtados de concessionárias foram apreendidos e passarão por perícia para identificar a origem e os envolvidos no esquema, incluindo fornecedores, financiadores e distribuidores. Equipes do 16BPM e do BAC, após o recebimento de informações de inteligência da DGPC/SEPOL, acabam prender dois criminosos em flagrante, durante operação conjunta no Complexo de Israel. Na ação, 02 fuzis, diversos carregadores e munições foram apreendidos. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro e PMERJ

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