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investigação

Relatório confirma ordens de traficantes do CV da Penha e do Quitungo para execuções de pessoas suspeitas de serem informantes de facção rival. Veja quem comete esses crimes

Um relatório da Justiça confirma que traficantes do Comando Vermelho que agem no Complexo da Penha e na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, têm ordenado e realizado diversas execuções a indivíduos tidos como integrantes e/ou informantes da facção rival intitulada Terceiro Comando Puro (T.C.P), com o fim de expandir seus domínios para prática de ilícitos penais que habitualmente cometem. Segundo o documento, por meio de relatos de moradores das regiões dominadas pelo tráfico, além de diversas reportagens jornalísticas, é de conhecimento público que os criminosos mantêm um “poder paralelo” de julgamento de condutas, denominado “Tribunal do Tráfico” (fazendo uma alusão ao Poder Judiciário do Estado), onde eles, na posição de “juízes”, analisam a conduta de pessoas e a submetem a um julgamento (nada justo), onde decidem qual será a sentença daquele indivíduo (sentença de morte, em sua maioria). Os bandidos fazem uso de técnicas para se desfazer e ocultar os corpos das pessoas que são executadas (carbonizam, esquartejam, transportam para lugares de difícil acesso – como o interior de rios, canais, valas), com o intuito de inviabilizar a localização e identificação dos cadáveres e vestígios do crime, e, consequentemente, dos autores dos fatos delituosos, tolhendo as chances de elucidação por parte da polícia judiciária Os moradores de comunidades espalhadas pelo Estado, que, por vezes, se veem impedidos de transitar em algumas regiões ou até mesmo de visitarem parentes ou amigos que residem em “comunidades rivais”, sob pena de serem executados por criminosos de outra facção, sob alegação de serem X-9 informantes, delatores). A região tem como principais crimnosos, Doca e Pedro Bala, no comando do Complexo da Penha, e Belão, no Quitungo. Eles são detentores de grande poder bélico hierárquico dentro da traficância em que atuam e que dispõe de um alto número de criminosos que executam as ordens dadas por eles, dentre eles Charuto, Pitbull, Samuquinha e Gardenal. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça trancou inquérito contra policiais civis da delegacia de Casimiro de Abreu instaurado com base em relatório de inteligência que não foi apresentado. Servidores foram acusados de receber propina de empresário influente na cidade

O inquérito nº 404-00123/2024 foi instaurado contra policiais civis da delegacia de Casimiro de Abreu com base em um Relatório de Inteligência (RELINT), elaborado pela Subsecretaria de Inteligência de Polícia da Polícia Civil. Os agentes são suspeitos de crimes funcionais. A Justiça, no entanto, determinou o trancamento do inquérito alegando que o tal relatório jamais foi apresentado e foi elaborado a partir de informação de fonte absolutamente desconhecida. Segundo o depoimento de um homem que teria sido ameaçado por um empresário conhecido na cidade que teria inclusive contratos com a Prefeitura, este pagaria propina a servidores da unidade policial além de patrocinar churrascos e confraternizações na delegacia. O valor da suposta propina seria de R$ 100 mil ao mês, de acordo com o denunciante. Esse homem teria registrado queixa na delegacia sobre essas ameaças e disse que toda vez que ia na unidade saber como estavam as investigações, esse empresário aparecia depois por lá, inclusive cruzou com ele uma vez. O queixante disse que queria incluir nas investigações supostas ameaças feitas pela sobrinha do empresário via WhatsApp mas a delegada responsável disse que não era pertinentes. Ele contou que, com medo de morrer, comprou uma arma para se defender. No entanto, chegou a ser preso porque policiais militares receberam uma denúncia de que havia uma pessoa armada e disse que o tal empresário teria influência também com os PMs. Falou que foi preso de novo suspeito da receptação de uma motocicleta que não era dele e sim do irmão e foi levado para a delegacia por PMs que seriam supostamente seguranças privados do tal empresário. E que os policiais sabiam que a moto não seria dele. FONTE: Processo do TJRJ divulgado no site Jusbrasil e relatório da Polícia Civil

Veja modo de atuação de uma quadrilha de roubadores de celulares ligadas ao CV. Dinheiro das vendas dos aparelhos subraídos ajudava a financiar a caixinha da facção

Uma quadrilha que rouba telefones celulares e ainda praticava extorsões contra as vítimas, com o objetivo de desbloquear e revender os aparelhos é alvo de operação da Polícia Civil no RJ. O bando é ligado ao Comando Vermelho. Os agentes buscam cumprir 43 mandados de prisão na capital, Duque de Caxias, São João de Meriti, Barra do Piraí e também no estado de São Paulo. Até o momento, mais de 30 pessoas foram presas. MODUS OPERANDI O bando não apenas roubava os dispositivos, mas intimidava violentamente as vítimas para obter senhas e acessos. Os criminosos faziam ameaças diretas, intimidação psicológica e coação financeira, exigindo pagamentos ou informações sob a ameaça de represálias. A estratégia tornava a quadrilha ainda mais lucrativa, pois dispositivos desbloqueados têm maior valor de revenda e permitem o acesso a contas bancárias e aplicativos financeiros das vítimas. O primeiro ato da organização envolvia a subtração dos celulares em áreas de grande circulação, como Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil. Para garantir exclusividade no fornecimento, os líderes davam armas aos assaltantes, eliminando intermediários e estabelecendo vínculos diretos com traficantes que autorizavam os roubos em troca de parte dos lucros. Após os roubos, agia o núcleo de extorsão, que utilizava diversos métodos para coagir as vítimas a fornecerem senhas e acessos financeiros, como ameaças via aplicativos de mensagem ou SMS, uso de informações obtidas na dark web, golpes de phishing e pressão psicológica. Quando esses métodos falhavam, os celulares eram desmontados e vendidos como peças para assistências técnicas clandestinas. O grupo lavava o dinheiro obtido com a venda dos celulares desbloqueados e das extorsões. Os valores eram distribuídos entre contas bancárias de terceiros, dificultando o rastreamento, sacado em espécie e escondido em locais estratégicos e também como fonte de receita da “caixinha” do CV, que financia as atividades criminosas e disputas territoriais e garante pagamentos para parentes de faccionados, estejam eles presos ou em liberdade. Os bandidos envolvidos no esquema ostentavam luxo nas redes sociais, com a compra de bens de alto valor e festas financiadas pelo crime. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Polícia de SP confirma que mandantes da morte de delator do PCC estão escondidos na Vila Cruzeiro, quartel-general do CV no Rio

As autoridades da segurança pública de São Paulo afirmaram que os três foragidos ainda suspeitos da morte do delator do PCC  Antônio Vinicius Gritzbach no Aeroporto de Guarulhos em novembro estão escondidos na comunidade da Vila Cruzeiro, na Penha, na Zona Norte do Rio, área do Comando Vermelho. Entre eles, um dos mandantes do crime,  Emílio Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreiro e um homem que seria olheiro do PCC.  Cigarreiro teria sido roubado após Gritzbach desfalcar a facção criminosa em milhares de reais quando lavava dinheiro para o PCC. A relação de Cigarreiro com a facção carioca é antiga. Em 2008, quando foi preso em flagrante, a investigação revelou a existência de quatro grupos que compunham a organização criminosa, voltada para o tráfico de drogas: a) grupo de comando e articulação, estabelecido na cidade de São Paulo/SP (ligados ao PCC); b) grupo de fornecedores da droga no Estado de Mato Grosso do Sul; c) o grupo dos fornecedores de produtos químicos (ligados ao PCC); d) grupo destinatário do entorpecente no Rio de Janeiro/RJ (ligados ao CV).  Mesmo preso, Emílio continuou comandando os negócios ilícitos da organização criminosa, especialmente o tráfico de entorpecentes.  Anos depois, a polícia descobriu que Emílio, que tinha o vulgo de Bill, e a esposa coordenavam um grande esquema criminoso relativo ao tráfico de cocaína, de armas e munições. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo divulgou as seguintes informações sobre a investigação O trabalho minucioso e integrado entre as Polícias Civil, Militar e Técnico-Científica resultou, desde a data do crime até agora, na prisão de 26 envolvidos, são eles:  • 17 policiais militares; • cinco policiais civis, presos na Operação Tacitus por suspeita de envolvimento com organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva; • quatro pessoas suspeitas de relação com o homem apontado como integrante da facção criminosa e que teria atuado como “olheiro” no dia do crime, que ainda está foragido. As investigações permitiram que as equipes descobrissem novas provas e identificassem mais envolvidos, o que levou a Justiça a expedir os mandados cumpridos hoje. A operação segue em andamento. Atuação da força-tarefa na identificação dos suspeitos A Secretaria da Segurança Pública (SSP) montou uma força-tarefa para alinhar as investigações entre o DHPP, as corregedorias das Polícias Civil e Militar, bem como as informações sobre os exames periciais realizados no aeroporto e nos aparelhos celulares dos suspeitos de envolvimento no homicídio por meio da Polícia Técnico-Científica.  Os policiais usaram tecnologias de ponta como ForenScope 4K — que detecta fragmentos biológicos —, e uma aparelhagem responsável por realizar levantamento 3D de todo o local do crime — o que permitiu fornecer detalhes da trajetória balística —, além de outros equipamentos que colaboraram com a elucidação dos fatos. Kauê do Amaral Coelho foi o primeiro identificado. Ele atuou como “olheiro” no dia do crime e informou aos atiradores o momento em que a vítima estava saindo do saguão do aeroporto. A SSP oferece R$ 50 mil por informacões que levem ao suspeito., que segue foragido. A namorada dele foi presa em janeiro. Posteriormente, um homem que teria auxiliado os atiradores a fugir também foi identificado e preso.  No último mês, a Corregedoria da Polícia Militar deflagrou uma operação contra policiais militares suspeitos de envolvimento com o delator. Na ocasião, foram cumpridos 15 mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Outros dois PMs foram presos logo na sequência. Entre os detidos estão suspeitos de serem os atiradores e motorista no dia do crime. Policiais civis que se envolveram em esquemas criminosos com Gritzbach, que era acusado de lavar dinheiro para uma facção criminosa, também foram detidos. As investigações prosseguem para esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar novos envolvidos. As apurações correm sob sigilo e detalhes serão preservados para não prejudicar os processos. FONTE: Secretaria de Segurança do.Estado de São Paulo

Filha de advogada desaparecida em Petrópolis e depois achada morta disse na Justiça que dólares referentes a suposto pagamento de resgate da mãe teriam sido entregues a milicianos do Terreirão. A outra metade foi dada em bitcoins. VEJA DETALHES DO SEU DEPOIMENTO

Segundo informações da Justiça, o dinheiro dado em dólares para o pagamento de resgate da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy, foi entregue a bandidos da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, área que na época do crime, era dominada por milicianos. Ao todo, teriam sido pagos R$ 4.100.00,00, sendo a metade em bitcoins e a outra metade em dólares. Anic foi morta e seu corpo encontrado em setembro em Teresópolis concretado na casa do principal suspeito. A investigação iniciou-se a partir das declarações da filha de Anic que foi até a delegacia comunicar o desaparecimento da mãe “ Segundo ela, Anic sumiu no dia 29/02/2024, por volta das 12:00 h, quando falou com a vítima através do aplicativo WhatsApp, após ela sair de uma consulta médica no bairro Valparaíso no hospital Ortotrauma; Essa foi a primeira vez que foi ao médico em questão por indicação. A filha só tomou conhecimento total do fato no dia 12/03/2024, através do seu pai, , o qual afirmou ter pago um resgate no valor de R$ 4.100.00,00 (quatro milhões e cem mil reais), sendo a metade em bitcoins e a outra metade em dólares, uma vez que disse que Anic havia sido sequestrada; Ela contou que quantia em dólares foi supostamente entregue aos criminosos na comunidade do Terreirão, Zona Oeste do Rio de Janeiro; Falou que Lourival Correa Netto Fatica seria a pessoa encarregada de fazer a entrega do montante aos sequestradores; Lourival é amigo pessoal do marido de Anic e cuidava da segurança pessoal da família, bem como é responsável pela instalação de equipamentos eletrônicos na residência de toda a família, incluindo a filha. Lourival tinha como tarefa resolver e assessorar na resolução de questões pessoais dos membros da família; Anic desaparecida não foi mais vista ou se teve notícias dela, mesmo após o suposto pagamento do resgate. Disse na época que nenhum momento foi feita prova de vida da vítima; O carro da vítima, um Jeep Compassa de cor preta placa RKP-4J52, da vítima foi encontrado no shopping Pátio Petrópolis no dia 01/03/2024 com todos os pertences de Anic em seu interior, exceto um celular iphone, o qual não estava no veículo encontrado; As chaves da residência da declarante também não foram encontradas no veículo. Contou que o fato ocorrido trouxe muita estranheza para a declarante, uma vez que sua mãe fazia contatos regulares durante o dia com ela. Recebeu em seu celular uma mensagem repassada por Lourival que seria de sua mãe direcionada ao seu pai. Essa mensagem só foi mostrada para a declarante, após o fato ter sido noticiado a ela. No dia 13/03/2024, por volta de 09:00 h, recebeu uma mensagem que seria supostamente de sua mãe; Ela teve conhecimento de que Lourival interviu em todo o processo de tentativa de localização, pagamento e resgate; Lourival convenceu o seu pai, por questões de segurança, a não procurar pela polícia. Lourival estava próximo da família há 5 anos. Ele sempre se apresentou como policial federal. A filha de Anic namorou o enteado de Lourival, por cerca de seis anos, porém só conheceu o Lourival um ano depois. As mensagens recebidas supostamente de sua mãe fazem menção a um relacionamento extraconjugal com um policial civil, o qual supostamente seria de Petrópolis.Contou que Lourival levou seu pai a um suposto advogado e passou o caso. Este advogado aconselhou o pai a não proceder junto à Polícia, uma vez poderia ser perigoso, já que os policiais se protegem. A filha de Anic declarante sugeriu a Lourival que fossem para a polícia, o que foi rechaçado por este; Que este fato se deu no dia 12/03/2024 por volta de 18:00 h. Lourival chegou a afirmar que sua mãe poderia estar se relacionando com um homem no Paraguai e que este poderia ser o paradeiro dela. Lourival disse que estaria rastreando o celular de Anic. Lourival acompanhou o pai da declarante no dia em o resgate seria pago; Durante o percurso para o Rio de Janeiro, o pai recebeu diversas instruções no seu telefone celular, Lourival chegou a afirmar que o celular de Anic esteve em todos os pontos onde o o pai passou. O pai foi para o Shopping West Shopping em Campo Grande, enquanto Lourival se dirigiu para o Terreirão, comunidade no Recreio dos Bandeirantes. O pai Benjamin esperaria por sua esposa às 15:00 h do dia 11/03/2024, porém mesmo após o pagamento do resgate supostamente feito por Lourival, sua mãe não apareceu. Em relação ao montante informado, acredita que o seu pai realmente tinha aplicações financeiras capazes de cumprir com a demanda dos supostos sequestradores. Com relação ao pagamento em Bitcoins, tem a declarar que seu pai não tem conhecimento com esse tipo de operações. Lourival auxiliou o pai a concretizar a operação. Lourival foi até o Paraguai trocar reais por dólares por mais de uma vez, segundo palavras dele próprio; Que não sabe ao certo, mas foram ao menos cinco viagens ao Paraguai para troca de dólares; Que isso foi dito por Lourival para a declarante; Que Lourival chegou a dizer que um suposto chefe, teria dito que as câmeras da alfandega pegaram sua imagem em cinco oportunidades e que poderia vir a ser investigado por evasão de divisas; Que sabe que sua mãe e Fatica já cruzaram a fronteira do paraguai para realizarem compras. Que pode afirmar que seu pai nunca os acompanhou nessas programações de compras no Paraguai, as quais aconteceram por mais de uma vez; Que o pai da declarante já teve uma ex-esposa sequestrada há mais de 20 anos; Que foi ele próprio quem foi realizar o pagamento do resgate; Que as discussões entre seus pais eram constantes; Que a relação do casal tinha momentos de altos e baixos; Que sua mãe não trabalhava na época. Contou na ocasião que não entendia exatamente o que estava acontecendo no momento e tinha esperanças que sua mãe esteja bem, desejando o seu retorno ao lar”. FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação rica em detalhes revelou estrutura do CV em favelas de Água Santa, Piedade e Quintino mas foi tudo em vão: Justiça absolveu todo mundo

nvestigação feita entre 2020 e 2022 revela a atuação de traficantes do Comando Vermelho nos morros da  Caixa D’Água (subordinado ao Morro do Dezoito), Morro do Saçu e Morro Lemos de Brito, localizados nos bairros de Quintino Bocaiúva e Piedade, na Zona Norte do Rio de Janeiro.  Ela não deu em nada porque a Justiça absolveu todos os envolvidos. A apuração revelou a utilização de armas de fogo, inclusive de uso restrito, como fuzis e granadas, além da prática de roubos de veículos na mesma região, com posterior desmanche, além de roubos de cargas. De acordo com a investigação, apurou-se que a localidade Morro da Caixa D’Água passou a ser dominada pelo CV, a partir dos anos de 2019 e 2020, após uma disputa sangrenta com outros grupos criminosos, assim como ocorreu em relação ao Morro do Dezoito, sendo tais comunidades separadas apenas pela Rua Clarimundo de Melo. No Morro do Dezoito, mandava Bruno Gomes Teixeira, vulgo” PT “ou”Pivete”, havendo, contudo, informações, não materialmente confirmadas, de que esse indivíduo atualmente está morto. Além de Bruno, possuíam alta hierarquia no grupo criminoso os denunciados Honório Pereira de Jesus, vulgo HO (preso) e Rafael Cardoso do Valle, vulgo Baby (morto).. O bando agia com extrema violência, atentando contra a vida de seus rivais, assim como contra a vida e o patrimônio de moradores das comunidades dominadas. Verificou-se que, em 12 de julho de 2021, após apreender um adolescente no Morro da Caixa D’Água, um PM passou a receber mensagens intimidatórias no aplicativo whatsapp do seu celular. Foram requisitados os dados cadastrais da linha utilizada para intimidar o citado policial militar e, posteriormente, obtida a ordem judicial de interceptação telefônica e telemática, verificando-se que o citado terminal era utilizado pelo denunciado Luiz Fernando Dutra de Deus, o Nando. Nando era o chefe do tráfico  no Morro da Caixa D’Água, função conhecida como” frente “. Ele desapareceu e surgiram informações de que ele foi morto pelo tribunal do tráfico Baby e HO lideravam o tráfico de drogas no Morro do Dezoito, ao qual o Morro da Caixa D’água é subordinado, assim como no Morro do Saçu. Ambos foram importantes lideranças na retomada dos territórios que estavam em poder de milicianos e agora tem o controle das localidades. Ret atuava no tráfico de drogas do Morro da Caixa D’Água, na função de” atividade “e” soldado “e, também, participa dos roubos de veículos para o grupo criminoso. Ele, HO e Nando tiveram as suas impressões papiloscópicas identificadas pela perícia no veículo roubado de uma Promotora de Justiça e recuperado cerca de 3 (três) horas depois, próximo ao Morro do Dezoito. Bombinha exercia função importante na hierarquia do tráfico de drogas do Morro da Caixa D’Água e nos roubos de veículos e cargas perpetrados pelo grupo, estando bastante vinculado ao denunciado Nando, que o tinha como” homem de confiança “e com quem dialoga ao telefone, avisando sobre a chegada de fuzis. Em fotografias extraídas do seu telefone, apreendido no RO 029-10924/2022, pode-se verificar que ele aparecia ostentando a posse de um fuzil e de uma pistola, bem como mostrando um carro roubado e notas de dinheiro e, ainda, posando ao lado de outros denunciados. Pedrinho exercia a função de gerente do tráfico e roubos de veículos e carga.Rato era segurança de Nando transportando-o de motocicleta e atuando como” batedor “para os traficantes e para os roubadores homiziados no Morro da Caixa D’Água. Juninho assessorava Bombinha.   A investigação, no entanto, não deu em nada porque a Justiça absolveu todo mundo. “Não restou também efetivamente demonstrado nestes autos a teoria do domínio da organização criminosa (domínio do fato) na pessoa dos acusados, quanto ao cometimento do delito de associação para o tráfico de entorpecentes, circunstanciado pelo uso de arma de fogo, não só diante do fato de que estes, repito, em nenhum momento foram presos em flagrante na prática do crime narrado na denúncia, bem como em razão, repise- se, de que, quando em Juízo e sob o crivo do contraditório, os agentes da lei limitaram-se a narrar acerca do que ouviram nas interceptações. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

De dentro de presídio, dono das bocas de fumo do Complexo de São Carlos (TCP) articulava união com facção criminosa mineira. VEJA TRECHO DE ESCUTA

Denúncia contra 36 traficantes, entre eles Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, dono das bocas de fumo do Complexo de São Carlos, no Estácio, Região Central do Rio, revela a atuação de uma quadrilha nas capitais mineira e fluminense, bem como em outras localidades das regiões Sul e Sudeste do país. A investigação inciiada em 2022 apontou que o bando praticava interestadual de drogas, lavagem de capitais, posse irregular de armas de fogo de uso permitido e restrito. O bando se intitulava Sala Vip” e tinha estreitos vínculos com outra organização criminosai ndependente sediada no Estado do Rio de Janeiro, o Terceiro Comando Puro (TCP), bem como utilizava serviços de branqueamento de capitais advindos sobretudo do tráfico de drogas interestadual promovidos por associações criminosas especializadas na dissimulação e ocultação de valores e bens produtos de crime. Ao longo das investigações, apurou-se que a organização criminosa conhecida como “Sala Vip” tinha como líder o denunciado Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo Paraíba, que comandava o tráfico de drogas no aglomerado Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, em estreita cooperação no comércio de entorpecentes com o TCP que domina o território do Complexo do São Carlos, na capital fluminense. O vínculo de Paraíba, com a facção carioca era mantido com Coelho, que mesmo preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Estado Fluminense, tinha acesso a telefones celulares. Consta no inquérito policial que Coelho tinha como um de seus interlocutores extramuros com Paraíba, a denunciada Bruna Neiva Clem Galdino, que recebia informações via aplicativo de mensageria de Anderson orientando como Rafael Carlos deveria agir com pessoas que desafiavam a liderança deste no aglomerado Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte/MG e no Morro da Mineira, no Rio de Janeiro/RJ, dando a este liberdade para atuação no tráfico de drogas na localidade carioca, bem como prestando apoio financeiro e logístico da facção. Bruna foi presa no Rio em janeiro. Veja áudios, primeiro de Bruna e depois de Coelho. Em apoio às atividades criminosas capitaneadas pelo vulgo Paraíba no aglomerado Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte/MG tomava parte seu irmão e codenunciado Maurício da Silva Ferreira, vulgo Maumau. Ele era visto como o “número 02” da organização criminosa “Sala Vip” Mamau passou a ser sinônimo do poder do tráfico de drogas no aglomerado Cabana do Pai Tomás após Paraíba, que era foragido, ter deixado a comunidade visando evitar ser preso pelas forças de segurança e homiziar-se no Morro da Mineira, Rio de Janeiro/RJ,uma das favelas que compõem o Complexo do São Carlos, área dominada pelo Terceiro Comando Puro – TCP, cujo líder é o já mencionado Anderson Rosa Mendonça, vulgo CoelhoDouglas Henrique Mattos de Jesus, vulgo Predestinado, atuava de forma incessante na venda de maconha, cocaína, ecstasy e lança-perfume na capital mineira e, em duas ocasiões, foi preso em ocorrências com natureza de “tráfico de drogas. Ele criou uma rede de “mulas” para realizar o transporte de entorpecentes entre Belo Horizonte/MG e o Rio de Janeiro/RJ, abastecendo a organização criminosa “Sala Vip” com drogas adquiridas em parceria com a facção Terceiro Comando Puro. Competia a André Vinícius de Souza Cezário, vulgo Mantega, a negociação e venda de cocaína, crack (referido nas conversas como “gordura” ou “óleo”) e drogas sintéticas (“K4” e “K9”). Detectou-se, ainda, nas referidas conversas, a venda de armas de fogo curtas, tratadas como “oitão” Ele tinha também por hábito auxiliar os membros da organização criminosa em ações assistenciais promovidas no aglomerado Cabana do Pai Tomás, como aquela que ocorreu no Natal de 2023, quando centenas de aves “Chester foram distribuídos à população local. Ele também custeava as despesas de outros integrantes da organização criminosa com honorários advocatícios e com aluguel de telefones celulares dentro de unidades prisionais. Manteiga também monitorava a atividade de empresas que disponibilizam serviços de internet no aglomerado Cabana do Pai Tomás e impedia que estas concorressem com a pessoa jurídica Top Net Telecom Vista Alegre Ltda, em cujo quadro societário figurava o pai de Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo Paraíba. A quadrilha tinha também Gabriel Pereira de Oliveira, vulgo Chavosinho, realizar o comércio de drogas, a quem eram confiados a atos violentos destinados a aterrorizar a população ordeira, como incêndio de ônibus do transporte público de passageiros que acessavam o aglomerado Cabana do Pai Tomás, em retaliação a ações policiais. Gabriel passou a ser presença constante no Morro da Mineira, no Rio de Janeiro/RJ, área dominada pelo Terceiro Comando Puro – TCP, onde Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo Paraíba, foragido da capital mineira, encabeçava o tráfico de drogas, sob autorização de Anderson Rosa Mendonça, vulgo Coelho.O criminoso foi preso em flagrante no dia 03/09/2024 durante uma operação da Polícia Militar no Complexo da Maré, Rio de Janeiro/RJ, região de domínio do Terceiro Comando Puro. Na ocasião Gabriel encontrava-se na companhia de comparsas e as forças de segurança lograram apreender com os presos 07 (sete) fuzis, 05 (cinco) pistolas, drogas, carregadores, celulares e granadas. Presa no Rio, Bruna Neiva Clem Galdino era tesoureira da quadrilha. Sob ordens de Paraíba, ela agoa efetuando depósitos bancários relativos a produto da venda de entorpecentes, utilizando a própria conta bancária para movimentar valores da organização criminosa e realizando pagamentos em espécie para fornecedores de drogas ilícitas. Ela atuava diretamente na comercialização de entorpecentes e outras substâncias proscritas como lança-perfume, não se limitando a exercer a contabilidade do tráfico de drogas. O maior operador financeiro do bando era Judeudson Cleves Andrade. Suas ovimentações financeiras ao longo dos últimos anos alcançaram mais de R$12.000.000,00 (doze milhões de reais), sem que houvesse qualquer justificativa legal ou fática para tanto. FONTE: Relatório da Polícia Civil de Minas Gerais disponível no site Jusbrasil

Relatório policial dá mais detalhes sobre atuação de quadrilha capixaba baseada no Rio alvo de operação hoje no Complexo da Maré (TCP). COMO FUNCIONAVA A LAVAGEM DE DINHEIRO

Segundo mais um relatório da Justiça obtido pela reportagem sobre a quadrilha capixaba alvo de operação hoje no Complexo da Maré, , os líderes do bando, os Irmãos Vera” auxiliaram no desenvolvimento do Terceiro Comando Puro (TCP) no Espírito Santo.tendo como pressuposto a atuação baseada no tráfico ilícito de entorpecentes. Em razão da forte influência existente a partir do Estado do Rio de Janeiro, local em que o TCP surgiu, os Irmãos Vera passaram a extorquir de empresas locais prestadoras de serviços de internet e de fornecimento de água e gás o pagamento de valores como condição de atuação e, em alguns casos, até mesmo avocar, sob coação, violência e ameaça, a administração desses provedores e empresas, fundamentados e justificados pela condição de liderança do tráfico ilícito de entorpecentes. Tal fato, de extrema gravidade, demonstrou novo viés da influência do tráfico carioca no Espírito Santo, indicando que a criminalidade tem avançado cada vez mais na ocupação dos espaços socais, se inserindo na prestação de serviços gerais, como ocorre no estado do Rio de Janeiro, tendo o tráfico e as milícias se colocado como fornecedores de internet, gás, dentre outros, à comunidade sobre sua influência e em situação de vulnerabilidade social Foi possível extrair do aparelho de celular de investigados informações sobre a existência de contas bancárias utilizadas por um dos irmãos Vera para receber os valores ilícitos provenientes do tráfico de drogas e das extorsões praticadas, sendo então solicitado ao COAF (Conselho de Controle de Atividade Financeiras) o encaminhamento de Relatório de Inteligência Financeira vinculado ao investigado. foi possível constatar indícios concretos da participação dos investigados e de pessoas jurídicas a eles vinculadas em sofisticada rede de lavagem de capitais, existindo inclusive aparente “banco paralelo” com a finalidade de dar aparência lícita aos valores advindos da prática delitiva. Um dos envolvidos era parte fundamental no esquema de lavagem de dinheiro, sendo o responsável por receber valores decorrentes de extorsão a empresários, que implicam em uma rede de financiamento associada ao tráfico de drogas, além de possuir endereço no Rio de Janeiro, no local onde Nomeficou escondido antes de sua prisão. A análise de suas movimentações financeiras não deixou dúvida acerca da procedência ilícita dos valores movimentados em suas contas bancárias, tendo em vista a incompatibilidade com sua renda declarada. Essa pessoa era companheira do traficante Kamu e parte fundamental do esquema, auxiliando seu companheiro no recebimento de valores decorrentes de extorsão do tráfico de drogas, sendo sua conta uma das mais utilizadas pela ORCRIM para inserção do dinheiro no sistema financeiro.Uma outra mulher d dona da uma casa lotérica situada na região da Maré, no Rio de Janeiro/RJ (local onde um dos irmãos Vera estava homiziado), sendo esse estabelecimento uma das pessoas jurídicas que, em razão de seu fluxo de dinheiro em espécie, recebia depósitos de valores da ORCRIM. Consta nos autos que, apesar de ter recebido auxílio emergencial durante o período de pandemia, apresentou intensa movimentação financeira com valores absolutamente incompatíveis com sua renda, se utilizando de um esquema de lavagem de dinheiro por meio de pagamento de boletos.Outros dois participantes do bando verifica-se que ambos, utilizando de suas contas pessoais e de suas pessoas jurídicas, criaram uma instituição financeira que operava de forma paralela ao sistema bancário e ligado à facção TCP, lavando dinheiro ilícito do tráfico do ES e RJ, com um complexo esquema para diversificar as formas de introdução dos valores ilícitos no sistema financeiro. Para dissimular valores ilícitos, também utilizam a conta da filha menor tendo os relatórios de inteligência financeira apontado movimentação de milhões de reais. O dono de um provedor de internet se alinhou aos interesses da ORCRIM e se tornado parte dela, sendo o responsável por interferir deliberadamente no serviço de Internet das regiões sobre a influência do TCP e extorquir empresários, usando ainda métodos de sabotagem, como cortes de fiação, para forçar clientes a migrar para sua empresa. Além disso, o investigado estava auxiliando um dos irmãos Vera na aquisição de equipamentos para monitoramento, como câmeras, como forma de evitar as ações policiais e exercer controle nas comunidades em que estão inseridos Mais quatro citados na investigação integram a organização criminosa emprestando suas contas bancárias para recebimento de valores ilícitos, decorrentes de extorsão e tráfico de drogas, tanto aquelas cometidos sendo que os investigados residem no ES, em áreas dominadas pelo TCP. Sócios de uma loteria uanto receberam, por meio da pessoa jurídica, valores expressivos dos representados Nomee Nome, utilizando do fato de que casas lotéricas são negócios frequentemente utilizados na lavagem de dinheiro ilícito por lidarem com grande fluxo de dinheiro em espécie. Retira-se dos relatórios de inteligência financeira que a movimentação da lotérica é totalmente incompatível com sua renda declarada, bem como de seus sócios, chegando a movimentar, em um curto período (01/02/23 a 31/07/23), mais de 27 milhões de reais. FONTE: Relatório da Justiça do Espírito Santo disponível no site Jusbrasil

Traficantes Flamengo e Corinthians do TCP dividem bocas de fumo em favela de Caxias. O segundo comanda um esquema de roubo de veículos em que é exigido resgate das vítimas

Investigação revela como os traficantes Corinthians e Flamengo dividem o comando do tráfico na comunidade do Pantanal, em Duque de Caxias, reduto da facção criminosa Terceiro Comando Puro. No local, Corinthians controla três bocas de fumo: Zero, Geruza e Marquesa. Flamengo manda nas bocas do Barro Novo, B13, Favelinha, Jacapaz ou Terra Prometida. Na parte onde Corinthians comanda,, os roubos de (veículo, telefones e cargas) são liberados e quem comanda os roubos é o vulgo “Léo Morango. Corinthians ordena roubos de veículos nesta região, usufruindo de percentuais utilizados para abastecer a logística do tráfico de drogas na compra e distribuição de drogas e de armamento, bem como para proveito pessoal, Um dos destinos dos veículos subtraídos, conforme se vê no depoimento de uma vítima, quando não é o desmanche, é a própria devolução às vítimas e/ou seguradoras, mediante pagamento de valor extorsionário, denominado pelos criminosos como “resgate” Em um dos roubos, a vítima foi até a boca de fumo tentar reaver seu veículo e, por incrível que pareça, o bandido orientou o lesado a na delegacia fazer o registro de ocorrência e acionar o seguro, sendo certo que, após esse trâmite, o traficante faria contato com a vítima para negociar o pagamento do resgate Diamante é o segundo na hierarquia na parte da comunidade onde manda o vulgo Corintihans, Ele tem uma irmã “que vem a ser tesoureira, gerente do pó de R$ 5, R$40 e do crack. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Carne podre que ficou submersa nas enchentes do RS adquirida por empresa do RJ era para ser usada para fabricar graxa e ração animal mas foi revendida para ser comercializada para consumo humano. VEJA DETALHES

A empresa Tem Di Tudo de Três Rios adquiriu de uma firma de Canoas (RS) carne NA condição ‘imprópria para consumo humano’ que ficou submersa durante as enchentes no Rio Grande do Sul que, pelo contrato, deveria ser destinada a produção de ração animal e graxas. No entanto, segundo investigação da Decon/RS, a firma deu destinação diversa para a mercadoria, revendendo para outras empresas, incluindo para uma de Cachoeirinha, cidade gaúcha, “A Tem di Tudo adquiru cerca de 800 toneladas de carnes de uma empresa sediada na cidade de Porto Alegre e a empresa da qual adquiriram as carnes ainda tinha na sua área de operação alagamentos de 30 a 40 cm e diversos cortes de carne estavam acondicionadas em pallets submersos. Parte dessa carne foi transportada para a cidade de Três Rios/RJ e outra parte foi revendida para outras empresas. Além disso, a carne levada para a cidade de Três Rios foi reaproveitada pela empresa, sendo revendida para comerciantes”, revelam os autos. Em 03/06/2024, foi recebida a notícia de que o alimento estava sendo comercializado para consumo humano, sendo que circulou uma fotografia de um alimento que estava sendo ofertado no Paraná e que foi identificado pelo código de barras como sendo parte dos produtos impróprios. Quando a carne chegou na empresa de Cachoeirinha, o sócio notou que ela possuía aspecto de estragada. Após, verificou que nas caixas tinha a inscrição da distribuidora PMI, de Canoas, fato este que despertou a sua desconfiança de que poderia ser produto da enchente. Em contato com a empresa PMI, eles confirmaram que a mercadoria havia sido vendida para fazer ração animal; Na operação realizada pela Delegacia do Consumidor do Rio de Janeiro na empresa Tem diTudo, os agentes apreenderam produtos femininos, detergentes, outros produtos de limpeza, óleos lubrificantes, frascos de álcool 70% e carne bovina com aproximadamente duas toneladas. As condições eram muito precárias aduzindo sujidades, embalagens amassadas e fracionadas e a carne estava podre embora acondicionada em câmara refrigerada. . Em uma câmara fria, foi encontrada grande quantidade de peças de carne bovina ainda com ossos, que exalavam forte odor pútrido. No local, também foi encontrada peça de carne oriunda do frigorifico de Canoas (RS), a empresa que comprova que a Tem di Tudo adquiriu mercadorias impróprias naquela da empresa gaúcha e mesmo depois de seis meses ainda mantinha em seu poder exemplar da carne adquirida como imprópria, mas acondicionada junto a outras carnes que no local foi dito estarem em boas condições. Segundo investigadores, a Tem di Tudo teria adquirido em junho de 2024 800 toneladas de carnes de sediada na cidade de Canoas e conseguiu tal mercadoria na condição de “imprópria ao consumo humano” pelo valor de aproximadamente R$ 0,97 por quilo. Após comprar a carga, a Tem di Tudo se comprometeu a fazer rapidamente a coleta, nesse sentido, a partir do dia 23/05/2024 começaram a retirada de aproximadamente 800 toneladas de produto, a retirada demorou 9 dias para ser concluída e foram necessárias 32 carretas. Uma testemunha confirmou que a Tem di Tudo adquiriu muitas toneladas de carnes de uma empresa do Rio Grande do Sul e constatou que diversos cortes de carne estavam condicionadas em pallet e estes estavam submersos; que parte dessa carne, considerada boa pelos sócios da empresa foi transportada para a cidade de Três Rios e outro tanto foi revendido para outras empresas, Segundo a declarante, a carne trazida para Três Rios foi reaproveitada pela empresa que a revendeu para comerciantes. FONTE: TJ-RJ

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