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investigação

Preso ontem, Léo Barrão era um dos responsáveis pela caixinha do CV

Segundo a Polícia Civll, o traficante Léo Barrão, que foi preso ontem, é um dos responsáveis pela “caixinha” do Comando Vermelho que está diretamente relacionada com os conflitos armados envolvendo a facção . Ele também estava envovlido nos confrontos por expansão territorial da organização criminosa na Zona Oeste do Rio. O criminoso foi localizado e capturado no Complexo do Alemão, enquanto estava em direção ao Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Segundo os agentes, o preso se escondia naquela área. Com ele, os agentes apreenderam uma pistola, um carregador, diversas munições e uma motocicleta produto de roubo. No momento da prisão, a equipe foi atacada por traficantes e houve confronto. O bandido foi autuado em flagrante por corrupção ativa, receptação e porte de arma de fogo de uso restrito. As investigações apontam que ele continuaria sendo um chefes do tráfico na Vila Kennedy. Segundo os agentes, o criminoso possui uma extensa ficha criminal com 44 anotações. Ele foi preso em 2012, quando era considerado um dos principais líderes da facção. O criminoso estava com prisão decretada desde 2018, por integrar um grupo que atacou policiais militares no Complexo do Alemão. Por este crime, ele foi condenado no ano seguinte. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Semanas após divulgarmos caso de morte por espancamento na Praia Vermelha, polícia prendeu um dos suspeitos

Após nossa reportagem divulgar o caso mês passado, a policia prendeu um dos envolvidos no assassinato de Glauber Santana na Cruz. Ele foi espancado em novembro , na Praia Vermelha, Zona Sul do Rio. O criminoso foi preso ontem enquanto estava nas areias da Praia de Ipanema. O crime foi praticado quando a vítima, funcionária de uma barraca de bebidas na Praia Vermelha, tentou separar uma briga entre dois irmãos. Glauber acabou sendo violentamente espancado pelos dois, que utilizaram um capacete nas agressões. Mesmo desacordado, os dois continuaram a desferir golpes, inclusive pisoteando a cabeça da vítima. O rapaz chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dias depois. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficante Doca foi absolvido de processo que ia julgar participantes de guerra entre o CV e a milícia pela comunidade da Covanca. SAIBA OS MOTIVOS

O chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca, foi absolvido do processo sigiloso que ia julgar os participantes de uma guerra entre o Comando Vermelho e a milícia no Morro da Covanca, no Tanque, em 2020. O Inquérito Policial foi instaurado em 08/08/2020, em razão do noticiado no Registro de Ocorrência 041-02533/2020, tendo por escopo apurar a autoria e condutas praticadas por líderes criminosos integrantes da facção Comando Vermelho- CV e seus subordinados, os quais travaram disputas territoriais com integrantes de outras facções, no caso com a milicianos da União 5.3 oriunda da união de milicianos com integrantes do Terceiro Comando Puro – TCP em disputa pelo controle do território da comunidade da Covanca, A disputa teve desdobramentos em outras comunidades, também de Jacarepaguá, em especial na Praça Sêca. A Covanca foi palco de várias batalhas entre as duas facções, levando pânico à população ordeira e que ficou de refém da onda de violência provocada por traficantes de drogas e milicianos, causando, inclusive a morte de inocentes surpreendidos nas ruas e nas próprias residências pelas disputas e confrontos armados com utilização de armas de guerra, em especial fuzis e granadas. A guerra provocou a morte do Sgt PM Fábio Geisiel, morto em 29/07/2020, em plena luz do dia, às 09:20 hs de uma quarta-feira, quando tentava reprimir uma disputa por territórios na comunidade da Covanca. A morte do SGT Fábio teve características próprias, uma vez que o mesmo e outros companheiros depararam-se com grupo de dezenas de traficantes que vieram pela mata, todos trajando vestimentas militares idênticas as do BOPE, fato este que muito provavelmente custou a vida do policial militar, uma vez que um segundo ou fração deste tempo que o policial possa levar para constatar que está diante de um traficante usando vestimenta militar e não de um companheiro de farda pode ser a diferença entre vida e morte. Diante das dificuldades de obter testemunhos sobre as atividades criminosas praticadas pelos tão violentos criminosos, face ao verdadeiro império da “Lei do silêncio”, decorrente da violência empregada contra quem ouse desafiar os mesmos, a polícia recorreu, a fim de conseguir mais provas em face de tais criminosos das interceptações telefônicas, com as quais conseguiu identificar vários criminosos integrantes da facção criminosa CV, a qual atua em mutirão com integrantes de várias comunidades, em especial Cidade de Deus, Complexo do Alemão e da Penha, Morro do 18, Complexo do Lins e Rocinha. Sobre Doca, no entanto, não foi obtida nenhuma conversa ou mensagem do apelante ou de traficantes a ele subordinados foi captada, indicando a participação dele ou de seus supostos subordinados, nas invasões ocorridas nas Comunidades de Jacarepaguá e Praça Seca, bem como no bojo das investigações aqui engendradas, não ocorreram prisões de traficantes, apreensões de drogas, armas e ou munições, que seriam, comprovadamente, originários do Complexo da Penha. 3) Além disso, as informações indicando que traficantes do Complexo da Penha e da Tropa do Urso (que seriam liderados pelo apelante) e teriam participado das invasões ocorridas nas Comunidades de Jacarepaguá e Praça Seca, estavam escoradas em dados colhidos nas redes sociais, notícias jornalísticas e fontes incertas, que indicam a participação de criminosos do Complexo do Lins, Complexo da Penha (onde o acusado seria o chefe do tráfico), Complexo do 18 e Morro da Formiga, os quais se utilizariam de grupos de traficantes fortemente armados ¿ Tropa do Urso (que seria liderada pelo apelante), Bonde do Parma e Tropa do Marreta, entre outras, na retomada de Comunidades de Jacarepaguá, que haviam sido ocupadas pela Milícia. E sobre as atividades do tráfico no Complexo da Penha, onde Doca seria um dos chefes do tráfico, se extrai dos autos que o único alvo interceptado, que seria ligado ao Complexo da Penha, foi do bandido vulgo Trakinas, cujas transcrições não faziam nenhuma menção ao apelante ou a Tropa do Urso. Embora conste nos autos, a informação de que ¿durante a investigação foi identificado em áudios o deslocamento dos criminosos transportando suprimentos para a Guerra da Covanca usando como entreposto o Complexo do 18. Conhecidos como Tropa do Urso Faminto, que é Doca, e Tropa do Urso Panda, que é Pedro Bala, degravação desse áudio não foi localizada nos autos. 5) “o monitoramento telefônico e a prova oral colhida em Juízo não trouxeram elementos aptos a comprovarem a atuação de Doca no tráfico de drogas no Complexo da Penha, e menos ainda que ele exercia a liderança do tráfico na na comunidade e do grupo de traficantes armados autodenominados Bando do Urso, ou ainda que esses elementos tenham fornecido suporte às invasões nas Comunidades de Jacarepaguá e adjacências”, diz os autos. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Após divulgarmos um ataque de granada em policiais civis em Jacarepaguá, polícia prendeu um dos autores em MG

Após a nossa reportagem divulgar um ataque de criminosos a policiais civis em Jacarepaguá, a polícia prendeu um dos bandidos que arremessou um explosivo contra os agentes. O fato ocorreu no último dia 19, no Anil. O autor foi localizado na zona rural de Viçosa, em Minas Gerais, para onde fugiu para se esconder O caso aconteceu quando agentes passavam pela Estrada do Engenho d’Água, no Anil, e foram atacados por três homens, na tentativa de assaltar o veículo em que os policiais estavam. Na Justiça, a informação que consta é que os bandidos atacaram os policiais após os confundirem com milicianos. Na ocasião, um dos suspeitos arremessou um artefato que explodiu no interior do carro, deixando os agentes feridos. Logo depois, sem conseguir os bandidos fugiram para o interior da comunidade da Gardênia Azul.  Policiais descobriram a identidade do indivíduo que arremessou o explosivo e dos seus dois comparsas. Finalizada a apuração, foi então pedida e decretada a prisão preventiva dos autores. O bandido preso estava escondido em uma casa, longe de centros urbanos. Apesar do difícil acesso, agentes da 38ª DP,  juntamente com a Polícia Civil mineira, foram até ao local e realizaram a captura. Na ocasião, um homem, foragido da Justiça, também foi detido.    Em relação aos outros dois envolvidos no crime, um deles foi preso dias depois por tráfico de drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Alvos de operação de hoje contra envolvidos na morte de advogado são suspeitos de outros homicídios

Um dos alvos da operação de hoje da Polícia Civil e Ministério Público Estadual contra mais envolvidos no assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, o PM Wanderson Ribeiro Marques Lemos estaria, segundo a Justiça, envolvido juntamente com o PM Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, em diversos homicídios, dentre eles o do ex-policial civil “TIiago Barbosa” em Nova Iguaçu/RJ (IP nº 861- 00533/2022), possivelmente no homicídio do policial militar Ezequias Penido da Rosa na cidade de Duque de Caxias/RJ (IP nº 861- 00110/2022) e também na morte do policial civil João Joel de Araújo no bairro de Ilha de Guaratiba. A denúncia anônima também cita que “Dutra” e “Lemos” teriam envolvimento com contrabando de cigarros e que os homicídios praticados pelo grupo seriam a mando de Adílson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. Outro alvo da polícia, Uanderson Costa de Souza responde a processo na Justiça por duplo homicídio cometido em Duque de Caxias em 2021. É réu na mesma ação o PM Leandro Machado da Silva, um dos três presos pela morte do advogado. Outro buscado pela polícia, Arthur Cássio Siqueira Leite chegou a ser preso suspeito de perfurar dutos da Transpetro em Paty do Alferes. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Quadrilha que vinha de SP para roubar imóveis de luxo no Rio tinha o apoio do TCP. Dividiam até os lucros. Sete foram presos

As polícias do RJ e SP fazem operacão contra uma quadrilha especializada em assalto a imóveis de luxo. Sete pessoas foram presas. A investigação começou em junho do ano passado, quando quatro criminosos invadiram uma casa no Jardim Botânico, no Rio, e realizaram o assalto. Na ocasião, os criminosos, que vieram de São Paulo,  permaneceram na comunidade do São Carlos, onde tiveram apoio dos bandidos locais, ligados ao Terceiro Comando Puro. Os traficantes forneceram um veículo e um taxista que atuou como batedor, conduzindo os assaltantes até o local do crime. As joias subtraídas foram vendidas ainda na Comunidade do São Carlos, para um ourives de Copacabana, pelo valor de R$ 31.600. A quantia foi repartida entre a quadrilha e os traficantes Dos sete presos, quatro foram os assaltantes, um foi o ourives e outras duas pessoas envolvidas no bando O taxista que atuou no crime, já encontra-se preso desde 2024 FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeitos de homicídio de advogado no Centro do Rio são alvos de operação policial, entre eles três PMs. Eles seriam ligados ao contraventor Adilsinho

O Ministerio Publico e a Policia Civil fazem operacão contra investigados por envolvimento no homicídio do advogado Rodrigo Crespo, ocorrido em fevereiro do ano passado no Centro do Rio. Os alvos possivelmente integram a quadrilha vinculada ao  contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho – foragido da Justiça. Nesta fase da operação, são alvos de busca três policiais militares, além de quatro outras pessoas, identificados como matadores na hierarquia da organização, segundo as investigações. Segundo a Policia Civil, a Delegacia de Homicidios tem novos indícios que mostram a existência de um grupo de “matadores de aluguel”, responsável por diversos homicídios, todos a serviço de uma organização criminosa que explora o comércio ilegal de cigarros e atividades contravencionais. O bando é suspeito de envolvimento em diversas execuções recentes no Rio de Janeiro, como o do miliciano Marco Antonio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri; do policial penal envolvido no comércio de cigarros, Bruno Killier; além do homicídio de Rodrigo Crespo. No dia 26 de abril, o GAECO/MPRJ denunciou três homens, entre eles um policial militar, por homicídio qualificado. A ação penal aponta que os denunciados participaram do monitoramento da vítima e estiveram juntos antes e depois do crime. Os réus estão presos preventivamente e serão levados a Júri popular. De acordo com os policiais, após as apurações avançarem, um novo envolvido foi identificado. Ele já está preso por envolvimento em outro homicídio, também no ano passado, que vitimou o comerciante Antônio Gaspazianne Mesquita. A investigação mostra que o assassinato foi motivado por desavenças na exploração de máquinas caça-níqueis da região. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Um ano após afirmarem que eram incapazes de reconhecer autor de disparos que atingiram PM em Itaguaí, policiais disseram que suspeito detido com maconha seria o atirador após verem fotografia que circulou em redes sociais. Justiça, no entanto, negou prisão

 Um ano após PMs afirmarem que não eram capazes de identificar o autor da tentativa de homicídio do PM Felipe Eirin Ramos em abril do ano passado em Itaguaí, outros policiais disseram que um homem que foi detido com um cigarro de maconha teria sido reconhecido como autor dos disparos. com base em uma fotografia que circulava em grupo de WhatsApp de policiais militares, na qual o investigado era apontado como suspeito do crime.  A partir daí, os policiais que atuaram na diligência de 2024 foram reconvocados à delegacia e, em que pese terem afirmado anteriormente que não conseguiriam reconhecer o autor dos disparos, passaram a apontar o suspeito como sendo o responsável pela tentativa de homicídio.  Segundo a Justiça, no entanto, esse reconhecimento tardio e influenciado por imagem informal compartilhada em aplicativo de mensagens, não se reveste da segurança e lisura necessárias para ensejar a prisão preventiva, sobretudo quando os próprios agentes públicos já haviam declarado, à época dos fatos, que não possuíam elementos para identificação do atirador.  Desta forma, está  afastada a plausibilidade da autoria atribuída ao acusado, segundo a Justiça. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Irmãos foram mortos em Meriti porque uma das vítimas passou a investigar por conta própria o furto de carro do pai, fez ameaças a família de um dos suspeitos e divulgou fotos dele. Justiça decretou a prisão de cinco envolvidos

Relatório da Justiça aponta a motivação para o assassinato dos irmãos Paulo e Marina Abdala Naja ocorrido em uma loja de autopeças em São João de Meriti, no dia 18 de dezembro do ano passado. Foram decretadas na última sexta-feira a prisão temporária de cinco suspeitos.  O crime estava diretamente ligado ao crime de furto do veículo Toyota Hilux SW4, de cor preta e placas DWN8J34, de propriedade do pai das vítimas, ocorrido na madrugada do dia 12/12/2024.  Conforme se extrai dos autos, a partir do crime de furto, a vítima Marina passou a envidar esforços na recuperação do veículo, inclusive com a participação dos criminosos acusados dos homicídios na intermediação, ocasião em que foi exigido o pagamento da quantia de R$40.000,00 como forma de “resgate” do veículo subtraído.  Consta, ainda, que um dos envolvidos informou a Marina que o outro investigado estava em posse do veículo. A partir dessas informações, a vítima Marina passou a intensificar as investigações por conta própria e obteve dados detalhados sobre o segundo envolvido passando a ameaçar diretamente a mãe do investigado e a divulgar fotos dele em grupos de WhatsApp, o que teria gerado retaliação e ameaças.  Assim sendo, a investigação demonstra que o homicídio das vítimas Marina e Paulo foi ordenado como represália ao envolvimento de Marina na identificação dos autores do furto e na exposição de suas identidades.  Consta ressaltar, ainda, que segundo demonstrado nos autos do inquérito, os cinco envolvidos constam como investigados nos autos dos inquéritos nº 126-01791/2025, 126-01805/2025 e 126-01810/2025, pela 126ª Delegacia de Polícia, sendo identificados como integrantes de uma organização criminosa responsável por furtos de veículos de luxo,  O duplo homicídio em apuração teve como motivação as ameaças à família do líder do grupo e, ainda, que o crime foi planejado por ele e o sócio e executado para eliminar obstáculos a suas atividades criminosas. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Chacina deixou quatro mortos em São Gonçalo

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de quatro pessoas na localidade Campo do Zanata, em São Gonçalo, . A perícia foi realizada no local e diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Polícia Militar informa que, segundo o comando do 7º BPM (São Gonçalo), policiais militares foram até a Rua Nílson Gonçalves Mota, no bairro Apollo 2, em São Gonçalo, na madrugada desta terça-feira (01/04) para verificar uma ocorrência de homicídio. No local foram encontrados os corpos de três homens e de uma mulher. Os agentes preservaram o local para a perícia, que ficou a cargo da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.  A imprensa da região noticiou que as mortes podem ter ligação com uma disputa entre milicianos e traficantes. Alguns dos mortos seriam suspeitos de tráfico. Uma outra vítima Camilla Viana, voltava do médico com a filha de 4 meses quando foi atingida. A menina caiu do colo da mãe, mas não foi alvejada FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro, PMERJ e Fogo Cruzado

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