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investigação

Justiça decretou prisão de dois suspeitos de participarem de homicídio de casal em Muriqui mas há outros envolvidos. VEJA AS MOTIVAÇÕES DO CRIME

A Justiça decretou as prisões temporárias dos traficantes vulgos Marrentinha e 23, suspeitos de serem os autores do assassinato de um casal em Muriqui no último dia 25 de junho. Patrick Santos Silva e Larissa Glória dos Santos foram alvejados por disparos de arma de fogo efetuados, segundo as investigações, pelos ocupantes de uma motocicleta, sendo o carona identificado como o autor dos disparos o vulgo Cleitinho. Marrentinha pilotava a moto e Coroa teria sido o mandante na condição de chefe do tráfico de Muriqui. Já 23 auxiliou com apoio logístico ao fornecer a casa alugada localizada na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, onde os investigados teriam se reunido e tramado a ação, bem como indicado como o local de saída para a execução. O local acima indicado fora diligenciado, com autorização do proprietário do imóvel, após informações de que a moto utilizada no evento estaria neste endereço. No local teriam sido encontrados entorpecente, não estando o veículo no local, mas obtiveram informações de que a moto fora guardada na casa no dia do crime, qualificando os elementos que estiveram na casa, como sendo os investigados 23 e Cleitinho. .Segundo as investigações, a dinâmica dos fatos revelou que o casal transitava em uma caminhonete Ford Ranger, placa AGH2467, pela Rodovia RJ-14, Muriqui, sentido Itacuruçá, quando, em frente à padaria do Cosme, foram abordados por uma motocicleta com dois ocupantes. O garupa Cleitinho desceu e efetuou múltiplos disparos no interior do veículo, atingindo Patrick e Larissa, que vieram a óbito no local após o veículo colidir em um muro. De acordo com as investigações, as vítimas teriam sido encontradas com perfurações por projéteis de arma de fogo na região da cabeça. Transeuntes apontaram dois homens em uma motocicleta cinza, modelo Sahara, um deles usando capacete azul. Os irmãos de Patrick foram ouvidos e disseram que ele teria se envolvido meses atrás na morte de um traficante e que dificultava a atuação de traficantes no bairro Cachoeira II. Uma das testemunhas identificou Cleitinho e Chorãol como os executores. Relatou que “Cleitinho” desceu para efetuar os disparos. Afrimou ter imagens de “Cleitinho” na praia, com a mesma roupa, na companhia de Chorão, Alanzinho Albino, 23 e Cabelo Vermelho no dia 21 para o dia 22 de junho de 2025, ocasião em que “23” se identificou como o “frente” de Muriqui.”. Declarou, ainda, “que a motocicleta utilizada no crime teria vindo da Vila Kennedy, sendo guardada em uma casa amarela na Rua Rio Grande do Norte, nº 215, Muriqui, e que alguém monitorava Patrick antes da execução. Ele reconheceu formalmente Cleitinho, Coroa, 23, Alanzinho, Beta do Muriqui. Da Nike e ) como traficantes.” No veículo das vítimas foi encontrado um revólver Taurus calibre .38, municiado com 5 cartuchos intactos, um estojo de munição 9 mm e um cartucho intacto de munição 9 mm, em posse de Patrick. Segundo o relatório apresentado pela autoridade policial, Patrick e Larissa eram investigados por esta Delegacia pela morte de dois traficantes: Edgleison Silva Pinto (IP 165-01937/2024), no final de 2024, e Vinicius da Costa Araújo (IP 165-01040/2025), tornando-se alvo do tráfico local. Patrick mantinha uma rixa com o tráfico local por atrapalhar a instalação de bocas de fumo no bairro Cachoeira II. Isto posto, requer a autoridade policial a prisão cautelar dos investigados Marrentinha e 23. FONTE: TJ-RJ

Polícia investiga execução de homem que foi do tráfico e pagava arrego a policiais em Niterói

A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga a morte de Thiago Torres Fernandes, executado na noite de ontem no Fonseca, em Niterói. Diligências estão em andamento para identificar a autoria e apurar as circunstâncias do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na noite de sábado (5/7), policiais militares do 12ºBPM foram acionados para verificar disparos de arma de fogo na Rua Tenente Osório, no Fonseca, em Niterói. No local, os policiais encontraram um homem em óbito no interior de um carro. A área foi isolada e a perícia acionada. Ocorrência encaminhada para a DHNSG.  Segundo o TJ-RJ, Thiago foi réu em um processo de 2017 que julgou a atuação de traficantes do TCP no Morro do Estado. Ele era responsável por receber o valor do “arrego” oriundo de várias comunidades e, posteriormente, repassá-los aos policiais para que deixassem de combater as Bocas de Fumo da Comunidade do Morro do Estado. Segundo publicação em ŕede social, Thiago trabalhava atualmente como vendedor de carros. FONTE: TJ-RJ, PCERJ e PMERJ

Saiba mais sobre Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, que voltou a ser presa ontem

Relembre agora algumas das acusações que foram feitas para Danúbia de Souza Rangel, ex-mulher do traficante Nem da Rocinha, que voltou a ser presa ontem.Segundo relatórios policiais antigos, Danúbia, com a prisão de Nem em 2011, chegou a assumir a chefia da associação para o tráfico de drogas, assim como a lucrativa atividade de mercancia de drogas na favela da Rocinha, em conluio na época com Rogério 157. Na condição de companheira e pessoa de confiança de Nem, Danúbia”, assumiu o posto de comando e de chefia da associação criminosa de traficância de drogas, passando a ser conhecida pelas alcunhas “Xerifn da Rocinha”, “Dada”, “Patroa” e “Primeira Dama”, tamanha influência que a ¡mesma detinha no controle do tráfico de drogas da Rocinha Segundo as investigações, a função de chefia no tráfico de drogas na favela da Rocinha, desempenhada por Danúbia consistia na supervisão e administração da atuação dos demais integrantes da associação criminosa no tocante à compra e venda de drogas na localidade; controle da receita (faturamento) da venda de drogas, e, principalmente, prestar contas da atividade criminosa, da atuação do grupo criminoso, transmitindo todas informações do que ocorria na favela da Rocinha ao custodiado e seu companheiro “Nem”, com quem mantinha relacionamento amoroso, encontrando preso e condenado criminalmente. Danúbia prestava contas a Nem” e obtinha informações, orientações e determinações que deveriam ser repassadas ao grupo criminoso de traficantes, em sua maior parte, sendo que estas ocorriam por meio de conversas travadas durante visitas feitas por Danúbia a Nem” no estabelecimento prisional, valendo-se da sua condição de companheira, no período em que o mesmo estava custodiado em presídios federais, inclusive em varias oportunidades Penitenciária Federal de Campo Grande/MS e no de Porto Velho/ Rondónia, dada a periculosidade do mesmo. Inclusive em 2014, em Campo Grande (MS), Danúbia foi presa em decorrência de estar em seu poder dez aparelhos de telefonia celular e três aparelhos” tablets ” 5, inclusivecom conexão a rede mundial de computadores: internete, instrumentos importantes para comunicação entre presos e o mundo exterior e entre integrantes do mesmo grupo criminosos, inclusive para fins de controle do grupo criminoso e orientações para a traficância de drogas. De acordo com as provas produzidas, a fim de exercer a função de “Xerifa da Rocinha” e pessoa de confiança de “Nem, Danúbia era remunerada semanalmente com a quantia, em espécie, de trinta mil reais) valores de origem criminosa, decorrente de tráfico de drogas, e obtidos de forma criminosa, ou seja, para atuar como “longa manus” de Nem. Restou apurado que estou apurado ainda que a família de Danúbia incluindo sua irmã, ora também era sustentada com recursos financeiros (dinheiro) de origem ilícita, precisamente da atividade de tráfico de drogas’, situação esta que era do conhecimento de todos. Em razão do notório envolvimento com associação para o tráfico de drogas e com tráfico de drogas na Rocinha, obtendo, semanalmente, recursos financeiros ilícitos decorrentes da atividade de mercancia de drogas, sua forma de se sustentar, assim como sua vida de luxo s e de ostentação, Danúbia foi condenada a justamente por ser autora dos crimes de associação para o tráfico de drogas circunstanciado, em concurso material com o crime de corrupção ativa com pena fixada em 17 anos e 04 meses de reclusão em regime fechado e 1.133 dias-multa evidenciando que a mesma não se limita a ser” mulher de traficante “, mas também tem atuação efetiva e dolosa no mundo do tráfico de drogas. Danúbia, em sua página na rede social, chegou a postar: i que não existe mulher feia, mas mulher sue não conhece o dinheiro do tráfico. KKK” demonstrando elevado sentimento de impunidade e escárnio com o Poder Público. A irmã de Danúbia sempre teve conhecimento do envolvimento dela em atividades ilícitas, relacionadas com o tráfico de drogas, tendo também se beneficiado do dinheiro ilícito oriundo do tráfico de drogas, ciente desta origem criminosa. Para lavar o dinheiro do crime, as irmãs constituíram formalmente no interior da favela da Rocinha a sociedade Star Hair Comércio de Produtos de Beleza, sendó . um “salão de beleza de fachada”, uma vez que não exercem efetivamente atividade econômica, estando constituído formalmente, inclusive a fim de fazer crer que as duas irmãs eram empreendedoras e empresárias. Com esse salão, Danúbiz fazia a conversão dos valores obtidos de forma criminosa em ativos lícitos, assim como procuraram aparentar serem bem sucedidas, tentando justificar seus ganhos financeiros criminosos como se fossem oriundos de um salão de beleza formalmente constituído, mas com atividade econômica duvidosa. Danúbia também comprava joias de elevado valor. FONTE: TJ-RJ

Polícia acaba com gatonet do tráfico em Cordovil

A policia desarticulou , um esquema ilegal de exploração de TV por assinatura operado no bairro de Cordovil, na Zona Norte ligado a traficantes. Três homens foram presos no momento em que realizavam a manutenção na rede de cabos instalada clandestinamente em postes públicos. .As investigações apontam que o serviço era controlado por uma facção e representava uma das fontes de renda e lavagem de dinheiro da organização criminosa. A quadrilha atuava principalmente no período noturno. Segundo os agentes, os criminosos utilizavam módulos amplificadores para distribuir irregularmente pacotes de canais fechados de grandes operadoras a moradores da região, mediante o pagamento mensal de cerca de R$ 70. A facção criminosa ainda cobrava uma espécie de “aluguel” dos operadores de “gatonet” para permitir aatuaçãna região Durante a abordagem, os policiais apreenderam equipamentos, cabos, conectores e uma escada. A estimativa era que o serviço ilegal era prestado a mais de cem clientes na região.Os três presos foram autuados em flagrante por desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicações. Entre os capturados estão os administradores do esquema e o responsável pelas instalações ilegais. FONTE: Policia Civil.do RJ

Leia detalhes das mortes de dois sargentos do Exército na Baixada que foram queimados vivos por causa de dívidas de agiotagem. Ex-militar comandou ação

Leia agora como foram as mortes de dois militares do Exército que foram carbonizados ainda vivos em Nova Iguaçu em.abril por conta de dívidas de agiotagem. O crime foi comandado por um ex-militar que havia dado baixa no.inicio do ano mas outras duas pessoas também tiveram as prisões decretadas. Narra a denúncia que “no dia 04 de abril de 2025, entre 13h30 e 14h00, na Estrada do Vai e Vem, bairro Tinguá, município de Nova Iguaçu, os criminosos constrangeram Ricardo Jefferson Moura Gomes a realizar transferências bancárias por meio do sistema PIX. Segundo consta dos autos, Ricardo e Matheus da Silva Souza foram sequestrados e levados para um local ermo, de difícil acesso, na Estrada do Vai e Vem, bairro Tinguá, Nova Iguaçu, onde foram rendidos sob violência e grave ameaça com emprego de arma de fogo. No local dos fatos, a vítima Ricardo  foi coagida a efetivar uma transferência no valor de R$ 20.000,00 sendo realizadas ainda tentativas adicionais de R$ 14.000,00 (quatorze mil reais) para o irmão de um dos envolvidos. Consumada a extorsão, os denunciados colocaram as vítimas no interior de um veículo e atearam fogo, provocando a morte de Matheus, que foi encontrado carbonizado no local.  A vítima Ricardo embora gravemente ferida, com 90% do corpo queimado e múltiplas fraturas, conseguiu sair do automóvel, sendo socorrida, mas faleceu posteriormente no Hospital Geral de Nova Iguaçu. Importa destacar que, mesmo em estado crítico e ainda lúcido, Ricardo identificou expressamente o ex-militar  como o autor e mandante da ação criminosa. Ele agiu como como mentor intelectual e executor direto da ação criminosa, sendo indicado como autor pela vítima Ricardo antes de sua morte. O irmão dele teve sua conta bancária como destino de transferências sob coação, tendo participado da divisão do produto da extorsão e, portanto, do planejamento e execução dos crimes. Já um outro envolvido denunciado foi o beneficiário direto da quantia de R$ 20.000,00, recebida sob coação da vítima, desempenhando papel essencial para a ocultação e movimentação do produto do crime. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja, vingança pessoal decorrente da cobrança de dívida oriunda da prática de agiotagem. A execução foi realizada de modo extremamente cruel, mediante emprego de fogo enquanto as vítimas ainda se encontravam vivas, causando sofrimento e morte lenta, conforme demonstrado por laudos periciais.  Além disso, os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, uma vez que estas foram atraídas para local ermo, subjugadas repentinamente, sem qualquer possibilidade de reação ou fuga. Uma testemunha afirmou que a vítima Ricardo teria ido na casa do ex-militar afim de cobrar uma dívida mas ele não.estava em casa. Depois disso, Ricardo afirmou que o ex-militar  lhe fez ameaças o acusando de ameaçar e agredir sua mãe com tapas juntamente com mais outros dois homens. Ricardo negou e o suspeito pediu desculpas. Depois, o mandante do crime pediu a Ricardo para ir a sua casa buscar o dinheiro; A dívida seria em torno de R$1600,00;. Ricardo foi até lá e depois nào foi.mais visto.e a testemunha ficou sabendo através de um policial amigo de Ricardo que ele foi socorrido a um hospital. A vítima pediu para não avisar a esposa que estava grávida. Um.militar colega de quartel das vítimas foi até o. local onde o veículo foi queimado. Viu que Ricardo estava caído, com uma fratura exposta na perna e tinha queimaduras em todo o seu corpo. Ricardo pediu ajuda ao declarante para conseguir um veículo a fim de levá-lo para o hospital e que o sargento Matheus estava morto dentro do veículo em chamas;. O.militar informou que foi pegar seu veículo a fim de socorrer, mas lembrou que não podia mexer no corpo do sargento Ricardo, pois devido ao seu estado fatalmente iria prejudica-lo e que populares ja tinham solicitado o Samu;. Enquanto aguardava o sargento Ricardo confessou ao declarante que o autor seria um ex-militar  e outras quatro pessoas. O militar ligou para um sargento  e informou que o sargento Silva Souza estava morto e o sargento Ricardo estava muito ferido;. Esse sargento que foi avisado fez uma nova ligação e pediu para falar com o sargento Ricardo e o declarante ao lado escutou o sargento Ricardo comentar que eles tinham sido sequestrados e foram levados para o local a fim de ser executados. Ricardo ainda disse que tomou um tiro na cabeça. Um.outro colega de quartel disse ter ouvido Ricardo dizer a Matheus “Coé Negão bora logo que eu tenho que resolver uma parada” Mais um colega de quartel afirmou que tinha conhecimento que Ricardo praticava agiotagem mas Matheus não. FONTE: TJ-RJ

Todo o dinheiro recolhido para a caixinha do CV era levado para a Cidade de Deus e administrado por traficante que já morreu

Relatório da Justiça apontou que o dnheiro do Comando Vermelho oriundo do tráfico de drogas e outras de infrações penais acessórias, como o furto, roubo ¿ principalmente de veículos e cargas ¿ e a receptação, era recolhido nos postos da facção criminosa espalhados pelo estado e depois reunido na CIdade de Deus sendo administrado pelo falecido traficante Carlinhos Cocaína, Segundo o documento, a maior parte do dinheiro advindo do tráfico de drogas e crimes acessórios era ¿lavado¿ em contas que apresentaram elevada movimentação (parte dos valores tendo como objetivo o ¿lucro¿ da cúpula do Comando Vermelho, e outra parcela utilizada para comprar mais drogas e armas de fogo e, assim, aumentar o poder da organização criminosa e sua dominação territorial), por um grupo sob o estrito controle dos líderes da malta, formado, dentre outros, por uma mulher. A polícia identificou identificou 140 transações suspeitas ou atípicas suas, sem identificação de origem e destino ou justificativa da operação financeira, totalizando o valor de R$ 346.523,55 (trezentos e quarenta e seis mil, quinhentos e vinte e três reais e cinquenta e cinco centavos). A mulher, em conjunto com outros dois codenunciados, ocultou e dissimulou a quantia de R$ 1.139.839,06 (um milhão, cento e trinta e nove mil, oitocentos e trinta e nove reais e seis centavos), com o ¿nítido intuito de ludibriar as autoridades e, assim, conferir a aparência lícita ao dinheiro criminoso, Uma outra teria participado de um esquema de branqueamento de capitais, movimentando R$ 215.233,00 oriundos de crimes do Comando Vermelho. 5. A atuação teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. O referido fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas. Ela teria recebido R$ 3.850,00 do tráfico, além de ocultar valores totais superiores a R$ 09 milhões, convertendo-os em ativos lícitos. FONTE: TJ-RJ

Milícia de Belford Roxo se associou a vereador e obrigava moradores a votar nele. Bandidos aterrorizaram a população e tinham a estratégia de fazer com que as pessoas pedissem socorro ao político parceiro

A milícia do Xavantes, em Belford Roxo, que foi alvo recente de uma operação do MPRJ, obrigaram moradores a votarem em candidatos a prefeito e vereador..Usando fuzis e pistolas, eles organizavam o voto dos moradores. Eles abordavam as pessoas e ameçavam quem morava na região os obrigando a votar nos candidatos indicados por eles. Os bandidos ameaçavam até mesmo funcionários da Prefeitura. A Agência de Inteligência e Buscas do 39º BPM, enviou o relatório de index 123887902, bem circunstanciado e que, em tese, confirmaria os fatos narrados no disque-denúncia, destacando-se que um vereador que foi candidato a releição possuiria, em tese, ligações estreitas e diretas com os milicianos atuantes no bairro Xavantes, nesta comarca. O documento indicou que o grupo de milicianos que age no bairro Xavantes atuava em parceria com o vereador, por meio das práticas inerentes aos grupos de milicianos, tais como causar uma falsa sensação de segurança mediante extorsão a comerciantes, mediante a cobrança de “taxas” que variam de R$ 20,00 a R$ 150,00 por semana, sob pena de represálias em caso de recusa no pagamento. Consta, ainda, do citado informe que o grupo criminoso praticava violência contra comerciantes, induzindo-os a pedir socorro ao político, que, por seu turno, prometia aos comerciantes a solução do problema, passando, assim, a falsa imagem de atuação na segurança do bairro que implicaria em mais votos para o candidato. O bandido vulgo Kibe liderava o grupo o qual seria parceiro do político ajudando-o diretamente na manipulação das votações em várias regiões do bairro e, em troca, o bando receberia vantagens e blindagem para que continuem a explorar as atividades ilícitas na região. Diversos foram os outros integrantes do grupo miliciano identificados pela AIB do 39º BPM, vejamos: Pim, Puga, Julico, Felipe Macaco, Dudu, Orelha, Jefinho e Titi, sendo Pim seria o 2° homem na hierarquia da malta, atuando, hodiernamente, na qualidade de “chefe interino” do bairro Xavantes, cabendo-lhe as funções de recrutamento de cobradores para a milícia e de organização dos membros do grupo, inclusive indicando os locais alvos de cobrança. Aduza-se que “Pim” seria homem de confiança do candidato a vereador “, atuando como cabo eleitoral na sua campanha. Continuando na análise do trabalho de inteligência da PMERJ, apurou-se que outro integrante dessa milícia, vulgo Dudu,” e que além de e assumir a função de cobrador nas áreas dominadas pelo grupo, também praticada os demais atos inerentes a este tipo de associação criminosa. Cumpre ressaltar que Dudu foi preso em março deste ano enquanto realizava extorsões no bairro Xavantes, o que fez com que as cobranças do bairro ficassem a cargo dos milicianos Pulga e Julico. Pulga seria o responsável por fazer a ronda no bairro, realizar extorsões, intimidar, coagir ou eliminar pessoas que não estejam agindo de acordo com as regras impostas pelo grupo. Julico apontado como um dos principais atores criminosos em razão de sua facilidade de acesso ao grupo de milicianos do bairro Babi, que seriam liderados pelo também miliciano Kim ou Kim ALeijado. Ressalte-se que o trabalho investigativo indica que “Julico” atuaria juntamente com “Pulga” nas rondas do bairro Xavantes e em homicídios realizados pelo grupo contra seus desafetos. O Relatório da AIB do 39º BPM indica com grande probabilidade, a veracidade do narrado disque-denúncia já mencionado e reproduzido nesta decisão, tudo indicando a existência de ligação entre os milicianos acima citados com o candidato a vereador Além de todo o exposto, ainda foram colhidas imagens de alguns desses milicianos durante a campanha eleitoral do candidato a vereador Além disso, um candidato a prefeito foi espancado por homens encapuzados, supostamente aliados do candidato a vereador Conclui o MPE, dizendo que “O que se vê, portanto, são indícios claros de que o candidato a vereador “se aliou à milícia que atua no bairro do Xavantes para coagir eleitores e obter votos, agredindo, inclusive, políticos com viés ideológico distinto, algo que claramente interfere na paz pública e no devido processo eleitoral, A milícia do Xavantes praticaria extorsão de comerciantes, corrupção policial, torturas e homicídios de desafetos. Eles praticam crimes contra moradores e comerciantes, impondo verdadeiro cenário de terror. Ademais, é visível que tal grupo criminoso também possui conflitosarmados frequentes com grupos rivais, inclusive mediante o uso de armas de grosso calibre, como fuzis – armas estas comumente empregadas em zonas de guerra e locais conflagrados. Isto se comprova mediante as diversas fotografias acostadas aos autos,, já que os acusados também ostentam em redes sociais e aplicativos demensagens o uso de tais armas, como forma de expressar poder e prestígio na comunidade. FONTE: TRE-RJ e TJ-RJ

Dois PMs do BPVE poderão ser expulsos da corporação acusados de exigir R$ 1.000 de colega desertor para não levá-lo para a delegacia. Dinheiro foi depositado em chave pix de terceiro que era usada pelos policiais para receber valores suspeitos

Dois PMs foram para conselho de disciplina que poderá excluí-los da corporação suspeitos de exigirem R$ 1.000 de um colega de farda desertor para que não fosse conduzido à Delegacia de Po- lícia, sob a acusação de porte ilegal de arma de fogo., Na época, os envolvidos trabalhavam no Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e atuaram durante serviço realizado no dia 21 de maio de 2023. na interseção da Linha Vermelha com a Rodovia Presidente Dutra. O fato ocorreu depois que a vítima declarou à guarnição sua condição de policial militar desertor e que estava portando sua arma de fogo particular.Nesse contexto, aproximou-se um dos PMs ehvolvidos, que determinou que o declarantedesembarcasse do veículo Land Rover Evoque.Ao ser questionado sobre a apresentação de sua identidade funcional, o ofendido informou que o documento estava vencido desde o ano de 2019, ocasião em que o PM comunicou o ocorrido a outro integrante da guarnição. A partir desse momento, um cabo passou a constranger o desertor, afirmando que ele estava ―enrolado e que poderia ser conduzido à delegacia ―se assim quisesse. Na sequência, o cabo iniciou revista minuciosa no interior do veículo, expondo os pertences pessoais do alvo e de seus acompa- nhantes sobre a pista de rolamento, sem, contudo, localizar qualquer material ilícito. Ainda assim, o cabo indagou o colega desertor ―o que poderia ser feito paraajudar a guarnição‖, deixando subentendida a exigência de vantagem pecuniária. A vítimarespondeu que possuía apenas R$ 100,00 em sua conta bancária, mas foi desacreditado pelo militar, que o obrigou a exibir seu extrato por meio do aplicativo bancário. Após constatar que o valor era insuficiente, o cabo determinou que a vítima entrasse em contato com terceiros, afirmando que somente seria liberado mediante o pagamento mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais), valor exigido para que a guarnição ―deixasse para lá‖ e não procedesse com o encaminhamento para lavratura da ocorrência. Diante da coação, a vítima tentou contato telefônico com o proprietário do veículo, , seu primo, mas, diante da demora no repasse do valor, passou a ser ameaçado de prisão pelo cabo que o pressionava a resolver a situação com maior celeridade. Sem alternativas, o desertor entrou em contato com um amigo pessoal, que prontamente atendeu ao pedido e realizou transferência bancária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), via PIX, para a chave fornecida pelo próprio cabo — Após a comprovação da transação, a guarnição liberou o desertor e seus familiares do local da abordagem. A investigação revelou, por meio de quebra de sigilo bancário e depoimentos posteriores, que o homem que emprestou a conta para o depósitofuncionava como intermediário de movimentações bancárias com padrão reiterado de recebimento de valores suspeitos. Em diversas datas anteriores e posteriores ao fato, foram identificadas transa- ções de R$ 1.000,00 (mil reais) oriundas de pessoas físicas e jurídicas de outros estados (MG, SP, ES), seguidas de saques ou repasses de 90% do montante recebido, sendo mantidos os 10% restantes em sua conta. A análise demonstrou coincidência dessas movimentações com os dias de serviço dos policiais militares ora investigados. Na retomada de seu depoimento, o homem confirmou ter sido cooptado por um outro PM envolvido para ceder sua chave PIX em troca de 10% de comissão, realizando repasses em espécie diretamente ao militar, o que configura participação deliberada no esquema de recebimento ilícito de valores. O próprioadmitiu que faltou com a verdade em seu primeiro depoimento por se sentir intimidado, mas reconheceu formalmente a participação do PM, inclusive por meio de reconhecimento fotográfico. Rela-tou ainda que, em ocasião posterior ao episódio com o desertor, foi orientado pelo PM a restituir os valores recebidos, providência que foi realizada mediante reaportes em sua conta, com origem suspeita. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Casal ofereceu dinheiro e drogas para mulher matar biomédica que tinha dívida com eles

A polícia tenta obter informações que levem à localização e prisão de Marcelo de Oliveira Cabo Verde, de 57 anos e Lívia Cardoso Costa, de 28. Eles estariam envolvidos na morte da biomédica Denise Ramaciote Calasans na porta de sua casa, crime ocorrido no dia 27 de março deste ano, no bairro Jardim Novo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.  De acordo com as investigações da DHBF, a vítima devia a quantia de R$ 30 mil reais ao casal Lívia e Marcelo, amigos de Catarina Silva de Carvalho, de 24 anos (presa), que não conhecia a vítima, e recebeu a promessa de que receberia uma parte da quantia para auxiliar o casal na cobrança a vítima. O dinheiro teria sido emprestado para que Denise fizesse obras no consultório onde ela atendia os clientes. Depois de presa e em depoimento, Catarina alegou que Lívia passou a tarde em sua casa consumindo álcool e drogas, enquanto ameaçava a vítima por áudios. As investigações apontam ainda que o casal ainda teria oferecido drogas a Catarina para que ela tivesse coragem de esfaquear a vítima. No dia do crime, segundo a polícia, houve uma confusão proposital em frente à casa da vítima. Catarina esfaqueou Denise com uma faca escondida em seu sutiã, acertando seu tórax. Ela ainda afirmou em depoimento, que Lívia foi quem levou duas facas no dia do crime, sendo uma para cada uma delas. A biomédica Denise foi socorrida pelo próprio casal, a pedido do irmão dela, ao Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Diante dos fatos, a Autoridade Policial da DHBF, requereu junto à Justiça um pedido de mandado de prisão, contra o casal Lívia e Marcelo, que foi deferido pela 4ª Vara Criminal da Comarca da Capital, pelo crime de Homicídio Qualificado. Livia e Marcelo, já são considerados foragidos da Justiça.  Quem tiver informações sobre sobre a localização do casal Lívia e Marcelo, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Consórcio entre o CV e o PCC movimentou mais de R$ 250 milhões

Um consórcio das organizações criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital voltado para o abastecimento de armas de fogo e drogas para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio , movimentou mais de R$ 250 milhões. O esquema é alvo de operação hoje da Policia Civil. Os dois alvos da ação foram capturados, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A investigação revelou uma rede de pessoas interpostas, empresas de fachada, contas bancárias de laranjas e logística interestadual para mobilização e dissimulação dos produtos e ativos ilícitos, com núcleos na capital fluminense e no Mato Grosso do Sul. A apuração contou com análise de conversas telemáticas, dados financeiros e laudos periciais. Foi constatado que Fhillip da Silva Gregório, o “Professor”, morto no início de junho, estava envolvido no esquema. Um dos alvos capturados, em Taubaté, interior de São Paulo, é uma mulher com ligações estreitas com o PCC. Com uma grande rede de contatos, ela era a interface do Professor com fornecedores de armas do Mato Grosso do Sul. A autora é também ex-esposa de um chefe da facção, preso no Rio em 2020, que atuaria diretamente na fronteira do Brasil com o Paraguai. O outro preso é o homem que atuava na mobilização dos recursos financeiros oriundos de transações ilícitas do CV. Ele coordenava pessoalmente a realização de eventos em comunidades, que eram uma maneira de mesclar ativos de origem lícita com outros advindos do tráfico, possibilitando a inserção no sistema financeiro sobre a aparência de receitas ilícitas.  A operação tem ainda o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão contra outros investigados, a fim de reunir elementos que possam auxiliar no inquérito. FONTE: PCERJ

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