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investigação

Suspeito de envolvimento em atentado contra bicheiro que está foragido era um dos líderes da máfia dos cigarros comandada por contraventor na Baixada

Segundo investigações da DRACO, um dos envolvidos no atentado contra o contraventor Vinicius Drumond, o vulgo Cachoeira, que está foragido, era um dos líderes do esquema criminoso da máfia dos cigarros comandada pelo contraventor Adilsinho em Nilópolis. Cachoeira era suspeito de comandar a distribuição dos cigarros contrabandeados, além de coordenar ações de intimidação a comerciantes e recolhimento de propina dos pontos de venda, a coação de empresários, inclusive com uso de sequestros e ameaças armadas, Ele havia sido preso em 2022 após um sequestro na cidade de uma comerciante que se recusou a vender somente os cigarros fornecidos pela máfia. A vítima foi coagida, ameaçada de morte e mantida em cativeiro por algumas horas como forma de intimidação. A vítima relatou à polícia que já havia recebido ameaças anteriores, mas que a situação saiu do controle quando passou a comprar de fornecedores legais e não mais da quadrilha. O sequestro foi um dos elementos que levou a Polícia Civil do Rio de Janeiro a aprofundar as investigações. A prisão de Cachoeira ocorreu após meses de investigação, com uso de escutas telefônicas e vigilância. Ele foi indiciado por organização criminosa, sequestro, extorsão e comércio ilegal de produtos contrabandeados. A operação que prendeu Cachoeira levou ainda à apreensão de mais de 200 caixas de cigarros ilegais,a rmas e munições, cadernos de anotações com nomes de comerciantes e valores cobrados, veículos usados para transporte e vigilância e celulares com conversas sobre cobranças e ameaças. FONTE: Polícia Civil do RJ

Como a quadrilha de contraventor fez parcerias com a milícia e o tráfico no Rio

Saiba agora como anos atrás a quadrilha do contraventor Adilsinho buscou aproximação com milicianos e traficantes de drogas. O bando se valia da estrutura de medo e coação que tais grupos exercem em suas áreas de domínio para conseguir obrigar os comerciantes daquelas áreas a, apenas, venderem as marcas e cigarros da organização. Sobre a milícia, o conluio foi com bandidos da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Em uma mensagem, um integrante da quadrilha, vulgo Serginoh, Francisco Sergio Simões deixou evidente que havia se reunido com o responsável da área conhecida como “Terreirão” e negociado a inclusão do cigarro Club One. Há menção de que na Avenida Gilka Machado, que margeia a comunidade do “Terreirão” tudo seria Club One. “Ae, hoje eu fui no terreirão lá, eu, Renata. A gente conversou com o cara lá, o p… lá. O cara vai botar o onix lá mané, esse Club One lá. Entendeu? Porque lá, na Gilka Machado, é tudo Club One. Eu acho que a gente vai começar o seguinte, a levar para ele lá, entendeu? Ele disse que vai começar com pouca, vai começar com umas dez, quinze, entendeu?! Para começar. Depois ele vai ver se amplia lá, entendeu? Mas o … esse Club One é o seguinte, é só lá mesmo, entendeu? Esse outro aí, em Curicica, nego só quer esse outro aí mané, não tem jeito” Os integrantes do bando de Adilsinho que exploravam máquinas caça-níqueis também buscaram aproximação com os milicianosEm uma situação, um homem chegou a uma comunidade da milícia e perguntou quem era o dono ou o frente. Um outro respondeu que não era o dono que eram dois policiais. O mensageiro, porém, havia ido propor a eles um negócio que poderia aumentar as receitas da milícia. E fez a oferta: “Seguinte, a gente quer colocar umas maquininhas de caça-níquel aqui. Vocês fazem o recolhe, ganham um porcentual”. Em relação ao tráfico de drogas, a aproximação foi com bandidos da comunidade Nova Campinas, em Duque de Caxias. No começo, os traficantes não deixaram os cigarros entrarem lá. Houve atrito mas entrarem em um acordo e botaram um membro lá para fazer o trâmite de buscar mercadoria e levar o dinheiro. FONTE: MPRJ

Coronel e dois majores da PM são suspeitos de ligação com bicheiro recentemente preso no Rio

Um coronel da PM é suspeito de ligação com a quadrilha do bicheiro Marcelo Cupim, que foi preso recentemente no Rio de Janeiro. Segundo informações da Justiça fluminense, no processo que vai julgar integrantes do bando, foram decretados mandados de busca e apreensão no endereço do oficial bem como de dois majores da PMERJ Outros locais que fizeram buscas foram nos bingos Cascadura, Valadão e Botafogo. Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas por fazerem parte da organização criminosa comandada por Cupim. Chegou-se a ser pedida até ajuda da Interpol para captuar os envolvidos. Cupim comandava uma estruturada e perene organização criminosa em atuação no Estado do Rio de Janeiro que explora jogos de azar através de específico modus operandi, fundamentado em dois pilares essenciais, a saber, a corrupção de agentes públicos e a violência contra opositores e concorrentes. Cupim se autointitulava dono” da área onde se situava o Bingo Nova Cascadura explorado pela quadrilha, e que receberia da organização criminosa o pagamento de taxa denominada “chão” para a exploração de jogos de azar na citada região do bairro de Cascadura, responsabilizando-se, em contrapartida, por interceder junto a policiais civis e militares corruptos para a liberação de tais estabelecimentos. Cupim arrendou parte da região de Cascadura, a qual, originariamente, pertenceria ao contraventor Piruinha (já falecido). Ele passou a ser responsável pela exploração dos pontos de jogo de bicho na Zona Norte do Rio de Janeiro, principalmente nos bairros: Madureira, Cascadura e Pilares. FONTE: TJ-RJ

Como a máfia dos cigarros corrompia policiais no Rio

Uma investigação antiga revelou que a quadrilha do contraventor Adilsinho estabeleceu relações promíscuas com agentes públicos incumbidos do setor de segurança pública. Segundo a apuração, o estabelecimento de vínculos ilícitos com agentes do Poder Público foi essencial para que o engenho criminoso pudesse ser desenvolvido de forma frutífera, mas com agentes públicos fazendo “olhos cegos e ouvidos moucos” para as infrações penais cometidas Tal inércia estatal foi conseguida mediante o pagamento de valores a título de corrupção a agentes públicos. O pagamento de quantias para que agentes públicos deixassem de reprimir os delitos praticados pela quadrilha chegou a ser inserido nas despesas do faturamento do bando. Em uma conversa interceptada, um membro da quadrilha orientou o pagamento de R$ 12.000,00 para o “batalhão” (PMERJ) e de R$ 3.000,00 para “DP” (Delegacia de Polícia – PCERJ). “Pede para pegar o valor de quinze mil, Doze mil ele vai botar em despesa, que é o batalhão, e três mil DP. Vai ter que pegar quinze mil e mandar para mim”. Em outro diálogo, um integrante falou expressamente sobre pagamento de doze mil reais para membros da polícia militar (mencionada como “carro azul”, em referência a uma das cores dos veículos padrões da PMERJ) e três mil reais para integrantes da polícia civi (mencionada como “carro preto”, em referência a uma das cores dos. “Cara, eu coloquei doze mil carro azul e três mil carro preto”veículos padrões da PCERJ) Um homem conhecido como Cabeça fazia a linha de frente com a integrantes corruptos da Polícia Militar e da Polícia Civil, sendo o responsável pela entrega dos valores pagos a título de corrupção. Embora embora não houvesse uma correspondência imediata entre “casa amarela” e Delegacia de Polícia Civil, esta ficou muito evidente quando se constata que os prédios da 59a Delegacia de Polícia e 62a Delegacia de Polícia – situadas no Município de Duque de Caxias/RJ – são amarelos, ou seja, “casas amarelas ]E era justamente na 59ª DP que Cabeça possuía contato com policiais civis intermediar a liberação de cigarros apreendidos. Mesmo com o pagamento de verbas espúrias a agentes públicos, por vezes cigarros do bando eram apreendidos e membros da quadrilha eram abordados por policiais. Quando a apreensão de cigarros era realizada por policiais civis da 59a DP ou da 62a DP, Cabeça era acionado para que pudesse fazer contato com agentes público e, assim, obter a ilegal liberação da mercadoria. Em uma situação, Cabeça foi acionado em razão de uma apreensão de cigarros e da necessidade de liberação das respectivas caixas. Na troca de mensagens, Cabeça chegou a falar que deveriam procurar um policial lotado na 59ª DP. Ao menos outras duas situações de apreensão de mercadoria por policiais civis – desta vez da 62a DP – foram relatadas pelo colaborador premiado. Em tais situações, o colaborador premiado narrou que teve cigarros apreendidos por policiais civis e que, por conta disso, buscou a um comparsa para saber como deveria proceder. Naquelas oportunidades, esse comparsa determinou que o colaborador premiado entrasse em contato Cabeça, que este guiaria o segundo na recuperação dos cigarros apreendidos. Em ambas as oportunidades, Cabeça orientou o colaborador premiado a procurar pelo policial civil então lotado na 62a DP. O colaborador premiado teve contato pessoal com o citado policial civil e, nas duas oportunidades, obteve a devolução dos bens apreendidos, mas sem qualquer formalização da restituição. Em uma das situações o colaborador chegou a pagar uma “cerveja” (pagamento de dinheiro) para o policial.Houve um caso que dois integrantes da quadrilha sofreram abordagem policial quando estavam descarregando cigarros com milciianos. Eles estavam armados e com muito dinheiro. Mas os envolvidos não tiveram qualquer anotação criminal, o que o que indica a realização de “acerto” entre os policiais e tais increpados.O pagamento de verbas ilícitas à integrantes da polícia militar também permitia que a ORCRIM obtivesse um tratamento ilícito privilegiado quando seus membros sofressem abordagem por tais agentes de segurança pública, sem que fossem realizadas as devidas prisões em flagrante e apreensão de mercadorias Essa conclusão fica evidente quando se analisa conversa entre um membro da quadrilha e uma PM na qual esta orienta ao primeiro sobre como os “operadores” devem proceder ao serem abordados em policiamento ostensivo . “porque o pessoal do Caxias Presente, a gente trabalha Junto com o SEGOV, que são uns malucos que tem um sistema lá, que joga o nome da pessoa e busca tudo que a pessoa tem, na hora pô, on line. E depois que jogado filho, a gente não tem o que fazer não. Que vai ficar no sistema lá que a gente consultou. Fala: consultou e aí? Entendeu? Liberou? Perdeu um dinheiro para liberar? A culpa vai cair em cima da gente. Então fala que, quando for assim, nem entregar o documento, desenrolar antes, dar o papo antes” FONTE MPRJ

Ex-PM foi preso suspeito de participar de atentado contra bicheiro

A Policia Civil prendeu um suspeito do atentado contra o contraventor Vinicius Drumond. Deivyd Bruno Nogueira Vieira que é ex-policial militar, foi localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele foi expulso da corporação após praticar receptação de veículo roubado e tráfico de drogas. Além do cumprimento do mandado de prisão temporária expedido a partir da investigação da DHC, ele também foi autuado em flagrante por porte de arma de uso restrito. De acordo com investigações da Delegacia de Homicídios da Capital, também participaram do atentado Rafael Ferreira Silva, o Cachoeira, Adriano Carvalho de Araújo, e o policial militar da ativa Luís César da Cunha, lotado no 15º BPM. De acordo com as investigações, dois veículos seguiram o carro do contraventor após ele deixar um shopping center da Barra. Enquanto transitava pela Avenida das Américas, o carro da vítima foi atacado por pelo menos 30 disparos de fuzil. Os tiros partiram do interior de um automóvel blindado, com estrutura especialmente preparada para ação, incluindo “seteiras” nos vidros das quatro portas. A vítima do atentado sofreu apenas lesões leves, devido à blindagem do veículo que conduzia. Os automóveis diretamente envolvidos na ação criminosa seguiram pela Avenida das Américas e acessaram a Avenida Lúcio Costa, a partir de onde passaram a traçar caminhos distintos. O carro de onde partiram os tiros foi encontrado no bairro de Guaratiba, abandonado, com um dos pneus estourado, enquanto o outro foi para o município de Duque de Caxias. Após abandonarem o automóvel em Guaratiba, seus ocupantes, todos portando armas longas e balaclavas, abordaram a proprietária de um outro veículo e a obrigaram a transportá-los até Nova Iguaçu, às margens da Rodovia Presidente Dutra .Lá, eles foram “resgatados” por outro integrante da organização criminosa.  A investigação demonstrou que os autores iniciaram a empreitada criminosa em Duque de Caxias e para lá retornaram, percorrendo uma distância superior a 60 quilômetros. Houve a arrecadação e análise de diversas imagens de câmeras de segurança, que permitiram demonstrar, até o momento, que os envolvidos monitoraram a vítima nos dias que antecederam à ação, e permitiram, também, refazer todo o percurso dos veículos antes e após o crime. Identificou-se, ainda, que dois dos indivíduos alvos da ação deste sábado fazem parte de uma organização criminosa atuante em Caxias, sendo ambos investigados também pela participação na execução do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrida em fevereiro de 2024, no Centro do Rio.

Traficante com acesso a celulares no presídio controla de Bangu principal reduto do CV em Cabo Frio

Investigação revela o funcionamento do tráfico na comunidade do Manoel Correa ou favela do Lixo, em Cabo Frio, controlada pelo Comando Vermelho, que é controlado por um traficante preso em Bangu que tem acesso a telefones celulares. O inquérito começou depois dos fatos ocorridos em 26/04/2025 quandos os bandidos atentaram contra a vida dos policiais militares disparando contra eles para tentar evitar a captura em flagrante portando entorpecentes e armamento de grosso calibre, um fuzil cal 762 de uso restrito entre outras armas de porte igualmente ilegais. O frente da comunidade é o vulgo Bigode, que preso, delega os negócios ao seu subordinado Maestro, que coordena a distribuição da droga para o abastecimento da comunidade em Cabo Frio, e assume as funções do Bigode junto ao Conselho do CV de forma ampla na Região dos Lagos. Só que Masetro se esconde na Favela da Rocinha Ele também entregou a administração imediata da Favela do Lixo ao gerente Da Glock, que lhe cabe contratar os gerentes de preço, vapores e soldados assim como articulando a própria mãe dele, vulgo Tia do Tráfico, quem lhe presta auxílio guardando armas e entorpecentes em sua residência e homiziando narcotraficantes locais, favorecendo-lhes a fuga, se necessário; aproveitando em benefício da organização a aparente idoneidade objetiva de uma casa habitada por uma senhora. Apesar de preso, Bigode financia a compra de armamento de grosso calibre para domínio do território ocupado por sua narcofacção; A Tia do Tráfico veio da Bahia e passou a residir na Favela do Lixo onde o seu filho assumiu a gerência geral do Comando Vermelho por volta de meados de 2021, porém já participava do crime antes disso, sendo notado como autor de homicídios e tráfico pela Favela do Lixo desde 2018 (ano de chegada da família da Bahia), Bigode teria acesso ao telefone celular no presídio. Ao passo que os desenhos do bandido estampados nos entorpecentes apreendidos no dia 26/04/2025, assim como o desenho do dele na bandoleira do fuzil apreendido comprovam que o próprio continua exercendo o pleno domínio do fato de dentro do cárcere. As canções coligidas no aplicativo de músicas SounCloud, por seu turno, comprovam por músicas recentes de 2025 2 que a hierarquia do Comando Vermelho se mantém com o “Zero Um” preso em Bangu. As músicas também são capazes de comprovar que os ataques recentes contra as facções rivais são coordenados pelo próprio Bigode e Maestro especificando ainda os bairros atacados: Valão, Tangará, Cajueiro e Jacaré. 3 A Favela do Lixo é a de maior relevância e responsável por arrecadar a Caixinha do CV, um fundo de contribuição compulsória para todas as “bocas” da região. Embora não se acredite no sucesso substancial da medida, seriamos imprudentes se não fosse adotada, permitindo a livre circulação de recursos pelas contas dos investigados. FONTE: TJ-RJ

Polícia investiga duplo homicídio em Caxias. Outros dois ficaram feridos

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga as mortes de Miguel Angelo Contani, de 50 anos, e de outro homem, ainda não identificado. O duplo homicídio ocorreu no Parque Fluminense, em Duque de Caxias. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na madrugada deste sábado (19/07), policiais militares do 15° BPM (Caxias) foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Vila Rosário, em Duque de Caxias. No local, os agentes encontraram dois homens em óbito por disparos de arma de fogo e outras duas vítimas foram feridas e socorridas ao Hospital Adão Pereira Nunes.  O local foi isolado para a chegada da perícia.

CAC foi preso suspeito de contrabando de peças de armas dos EUA

Um CAC foi preso em flagrante pela posse ilegal de munições de calibre restrito. Ele é investigado em outro inquérito por contrabando de peças de armas de fogo e equipamentos usados para recarregar munições. A ação faz parte da Operação Iowa da Polícia Federal que tem o objetivo de apurar os crimes de posse indevida de armas de fogo de calibre restrito e acessórios bélicos, além de contrabando de produtos controlados pelo Exército. Na ação de hoje, policiais federais cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em uma residência e escritórios no . Durante o cumprimento da ordem judicial na residência, um empresário foi preso em flagrante pela posse ilegal de munições de calibre restrito (7.62 mm). Ele está sob investigação em outro inquérito policial por contrabando de peças de armas de fogo e equipamentos usados para recarregar munições. A investigação teve início a partir da associação de ocorrências na alfândega do Aeroporto Internacional do Galeão, além do cruzamento de dados de armas e credenciais sob supervisão da Polícia Federal. Segundo as apurações, os produtos contrabandeados pelo investigado eram provenientes do estado de Iowa, no centro-oeste dos Estados Unidos, justificando assim o nome da operação. Após a formalização da apreensão das munições e equipamentos para recarga de munições encontradas na casa do homem, bem como do auto de prisão em flagrante, a PF irá instaurar procedimento para cassar o registro de CAC do preso. Ele responderá pelo crime de posse ilegal de munições de calibre restrito.. FONTE: Polícia Federal

Liderança do crime no Mato Grosso está escondida na Rocinha (CV)

L L O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta quarta-feira (16), um cartaz para auxiliar nas investigações dos Setores de Inteligência das Polícias Civil e Militar, Departamento de Polícia Rodoviária Federal (PRF), Ministério Público e Promotoria de Justiça de Mirassol D’Oeste, localizada em Mato Grosso, com atuação na fronteira do Brasil com a Bolívia, e as Forças de Segurança do Rio de Janeiro, a fim de obter informações que levem à localização e prisão do criminoso, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV), Carlos Eduardo Prado Dias, também conhecido pelos vulgos “Detona”, “De Menor”, “Robinho” e “Pikachu”, de 26 anos, e uma das lideranças do tráfico de drogas, com atuação nos municípios de Mirassol D’Oeste e Curvelândia, na Região Centro-Oeste de Mato Grosso.  Segundo investigações, “Carlos Eduardo”, procurado pela Justiça de Mato Grosso, que vem se escondendo na Comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio, sob a proteção do chefe do tráfico, John Wallace da Silva Viana, o Johny Bravo, de 37 anos, é classificado como um indivíduo de altíssima periculosidade, com envolvimento comprovado em diversas ações criminosas de elevado potencial ofensivo. Egresso do sistema penitenciário, tem como objetivo principal reorganizar e expandir o domínio da facção (CV), implementando práticas como a extorsão sistemática de comerciantes locais mediante cobrança de “taxas de proteção”, além da criação de grupos de comunicação interna da facção, controle territorial e monitoramento das forças de segurança pública. Dentre os crimes graves atribuídos a Carlos Eduardo, destacam-se: Participação direta e intelectual em homicídios qualificados, incluindo o que vitimou o adolescente Victor Hugo de Jesus Victor, de 14 anos, submetido a sequestro, tortura e execução por enforcamento, com posterior ocultação do cadáver por meio da incineração do veículo em que foi abandonado (São José dos Quatro Marcos/MT – 2025); • Atuação como mandante na execução de Marcos Leandro da Silva Siqueira, em contexto de disputa territorial por pontos de venda de entorpecentes (Junho de 2023); e Múltiplas prisões em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, com apreensões de armas de fogo, grande quantidade de entorpecentes, munições de calibres diversos, balanças de precisão e celulares utilizados na atividade criminosa e com envolvimento, ainda em apuração, em um homicídio ocorrido no ano de 2019, que vitimou Roni Silva Alvarenga, que foi sequestrado e levado no porta-malas de um carro, no Bairro Jardim Paulista e desde então não foi mais encontrado.  Atualmente, encontra-se foragido da Justiça, com dois mandados de prisão em aberto, sendo expedido pela Terceira Vara Criminal de Mirassol D’Oeste/TJMT, pelo crime de Tráfico de Drogas e outro pela Vara Única de São José dos Quatro Marcos, pelo crime de Homicídios, e  em diferentes feitos criminais, relacionados aos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e homicídios qualificados. Diante dos fatos, quem tiver informações sobre sobre a localização de Carlos Eduardo Prado Dias, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Saiba quem são alguns dos bandidos da quadrilha que aterrorizou Madureira ontem

Veja agora quem são os integrantes da quadrilha do Terceiro Comando Puro que aterrorizou Madureira ontem quando mais de 20 ônibus foram sequestrados e feitos com barricadas no bairro. O líder do bando é o traficante Lacoste, que é conhecido como Flamengo ou Salomão também. O bandido tem mais de 80 anotações criminais, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Além da liderança, há ainda um outro braço armado na comunidade da Serrinha que faz parte da liderança. São criminosos que juntamente com “Lacoste”, encabeçam as guerras contra outras facções e dão as ordens de invasão. A figura principal desse braço armado é o traficante Coelhão . Ele ocupa função de liderança no primeiro escalão da hierarquia do morro da Serrinha e é quem lidera um bando de criminosos que participa efetivamente das guerras entre as organizações criminosas. Coelhão é responsáve pela Fazenda, Campinho, Fubá e Fungá Outro elemento que reforça a liderança de “Coelhão é o desenho de um coelho nas postagens de criminosos em redes sociais. Em tais postagens, incluídas no informe da hierarquia local, é possível ver criminosos armados e na foto figuras com um jacaré e um coelho, fazendo alusão aos criminosos Lacoste e Coelhão. Coelhão em sua página no Twitter costuma fazer postagens armado. No Portal de Segurança, há 22 anotações criminais em desfavor de “Coelhão” pelos crimes de roubo circunstanciado, tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 23 inquéritos em desfavor de Coelhão. Outra figura de importância na quadrilha é o bandido vulgo LO, que é um dos principais roubadores de carros e veículos de carga. Sua função também se estende na participação de invasões às comunidades rivais, sob coordenação da Tropa do Salomão; Ele possui extenso histórico criminal contando com 35 ocorrências policiais, já tendo sido preso no ano de 2019, ocasião em que foi encontrado portando um fuzil e na companhia de diversos outros criminosos, LO fazia parte do Comando Vermelho mas decidiu pular para o Terceiro Comando Puro e começou a atuar na Serrinha.nas constantes invasões e guerras de facção: Boneco há anos e ocupa a função de gerente geral da contabilidade do tráfico de drogas no Complexo da Serrinha Em pesquisa aos sistemas policiais é possível verificar que Boneco possui 3 mandados de prisão preventiva pendentes de cumprimento:Bonitão ocupa a função de gerente do tráfico de drogas, além disso age diretamente na organização e execução de invasões às comunidades rivais ocupadas pelo CV. Tem ainda o bandido Da Fazer, que atua soldado do tráfico atuante no Complexo da Serrinha. Ele possui dois mandados de prisão preventiva pendentes de cumprimento: Ele possui longo histórico com 32 ocorrências policiais, inclusive havendo 4 procedimentos que apuraram a prática de homicídio provocado por projétil de arma de fogo: Outro bandido citado no inquérito como de grande participação do bando é o vulgo Cocão. FONTE: PCERJ

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