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investigação

MP prendeu dez PMs que recebiam propina de comerciantes em Belford Roxo

O Ministério Público do Estado do Rio prendeu nesta quinta-feira dez policiais militares denunciados por organização criminosa instalada no 39º BPM (Belford Roxo). De acordo com a denúncia, os policiais recebiam propina semanal de diversos comerciantes para prestar segurança armada a estabelecimentos em Belford Roxo durante o expediente no batalhão.Os mandados expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar foram cumpridos em endereços na capital, em Duque de Caxias, Belford Roxo, Magé e Nova Iguaçu. .Em julho de 2025, o GAESP/MPRJ já havia denunciado outros 11 policiais militares lotados no 39º BPM, acusados de integrar organização criminosa com o mesmo modus operandi. Agora, a nova denúncia atinge integrantes de outro setor da mesma unidade, identificados pela investigação como responsáveis por esquema semelhante de cobrança de propina e concessão de tratamento diferenciado a comerciantes e prestadores de serviços da região. Na denúncia, o GAESP/MPRJ chama atenção para o fato de o esquema criminoso configurar uma verdadeira subversão da lógica da segurança pública. Destaca que policiais militares, que deveriam proteger a população sem cobrar qualquer valor, recebem, solicitam ou exigem de prestadores de atividades econômicas o pagamento de taxas para, justamente, prover o serviço de segurança, no exercício de suas funções e utilizando-se de viatura, uniforme e armamento da corporação.Os lojistas que aderiam ao esquema ilegal eram chamados de “padrinhos”. Esses apadrinhados recebiam atenção especial dos policiais militares, que passavam a comparecer aos comércios e guiar as rotas de policiamento ostensivo de forma a privilegiar esses locais. Ainda segundo a denúncia, a atuação criminosa dos PMs era ampla a ponto de, por vezes, estabelecimentos comerciais serem achacados por mais de um grupo de policiais daquele batalhão.

Uber tomou golpe de R$ 114 mil no RJ

Policiais civis da Delegacia de Defraudações (DDEF) deflagraram, nesta quarta-feira (13/08), a “Operação Rota Falsa”. O objetivo é desmantelar uma sofisticada rede criminosa que realizava fraudes contra uma empresa de aplicativo de transporte Uber. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em cinco endereços ligados a investigados por gerar prejuízo de R$ 114 mil à plataforma, na Zona Norte da capital. As investigações apontaram que os suspeitos exploravam uma vulnerabilidade no sistema de pagamentos via Pix do aplicativo. Eles utilizavam contas fraudulentas, tanto de motoristas como de passageiros, para fazer pedidos de corridas, mas acrescentavam múltiplas paradas durante o trajeto, o que fazia o valor final da viagem disparar. No final da corrida, a empresa responsável pela plataforma cobria o pagamento integral das paradas ao falso motorista, mas a quantia permanecia pendente na conta do passageiro, que não efetuava o pagamento e abandonava a conta, tornando-a inativa. Segundo os agentes, a empresa de tecnologia identificou mais de 2 mil corridas com indícios fraudulentos. Os suspeitos abriram 480 contas em nomes de falsos motoristas e passageiros e, entre essas, 478 foram criadas do endereço residencial de um dos investigados. Os policiais ainda identificaram que grande parte das contas bancárias vinculadas no aplicativo era de uma outra integrante dessa quadrilha. Os policiais ainda apuraram que os criminosos fraudavam o sistema de verificação da plataforma para a criação das contas falsas. Eles utilizam inteligência artificial para manipular imagens digitalmente e também usavam imagens físicas, com rostos de outras pessoas impressos em folhas de papel e colocavam por cima da própria face deles. Na ação desta quarta, os agentes diligenciaram em endereços no Alto da Boa Vista, Tijuca, Maracanã e Honório Gurgel. Em um dos locais, os policiais encontraram diversas fotos utilizadas para fraudar o sistema de verificação do aplicativo. As investigações continuam para identificar e responsabilizar todos os envolvidos no esquema criminoso.

Jovens moradores de Nova Iguaçu estão desaparecidos há quase uma semana após saírem para fazer entrega em Realengo

Gelson Lucas Braga Melo e o amigo Caio de Oliveira Tavares, ambos moradores de Miguel Couto, Nova Iguaçu /RJ desapareceram no dia 06 de agosto de 2025, por volta das 15h00, após saírem de suas residências com destino ao bairro Realengo, Rio de Janeiro /RJ, com o objetivo de realizarem uma entrega por aplicativo. Segundo informações de familiares, conduziam a motocicleta Honda, modelo Fan, de cor preta, placa SQV-3G64. Há relatos de que teriam passado pelo Morro do Fubá, em Cascadura, antes. Se você viu o Gelson e o Caio tem informações sobre eles é só ligar para (21) 22531177 / 0300 253 1177 (interior) ou enviar uma mensagem para o Whatsapp Desaparecidos +55 21 98849-6254.

PF faz operação contra quadrilha que desvia produtos químicos para o tráfico. Foram feitas prisões no Rio

A  Polícia Federal deflagrou hoje a Operação Caffeine Break para desarticular organização criminosa voltada ao desvio de produtos químicos do mercado legal para uso como insumo pelo tráfico de drogas. Dois mandados de prisão foram cumpridos no Rio de Janeiro contra um casal que estava hospedado em um hotel de luxo. Mais de 200 policiais federais dão cumprimento a 20 mandados de prisão temporária e 51 mandados de busca e apreensão em diversas cidades do estado de São Paulo e na capital do Rio de Janeiro, os quais foram expedidos pelo Juízo da 3ª Vara Federal de São José dos Campos. A investigação foi iniciada após análise de dados pela Delegacia da PF em São José dos Campos, de uma empresa voltada ao setor de suplementos alimentícios e energéticos à base de cafeína, sediada no município, que apresentou movimentação atípica na compra de produto controlado. Outras duas empresas, também voltadas ao comércio de suplementos, foram identificadas dentro da movimentação atípica: as três juntas, durante o período da investigação, adquiriram mais de 550 toneladas de cafeína, sem nenhum lastro econômico, financeiro ou logístico, ocultando as ações com emissão de notas fiscais falsas. Além dos mandados judiciais, foram determinados 59 bloqueios de contas bancárias e 83 sequestros e bloqueios de bens móveis e imóveis dos investigados, no valor de até R$ 72 milhões. O homem preso no Rio já atuava neste tipo de negócio desde 2014 quando já fazia parte de uma quadrilha que praticava o tráfico de produtos químicos destinados ao preparo de drogas. Na época, o bando teria adquirido, transportado e trazido consigo, sem autorização e em desacordo com determinação legal e regulamentar, produto químico destinado à preparação de drogas, consistente em 25 kg de cafeína. O grupo era extremamente audacioso, constituindo empresas de fachada e falsificando documentos para a compra de tais matérias-primas.

Policia prendeu integrante de núcleo que praticava crimes violentos da quadrilha do Faraó dos Bitcoins. Relatório da Justiça traz descrição completa do bando. SAIBA DETALHES

A policia prendeu hoje Thiago Julio Galdino suspeito de participar do núcleo da quadrilha do Faraó dos Bitcoins Glaidson Acácio dos Santis encarregado de homicídios de concorrentes do grupo no negócio das criptmoedas e outros alvos que supostamente atrapalhariam os negócios da empresa dr Glaidson. Houve o oferecimento de três denúncias de homicídio ocorridos em 2021 na Região dos Lagos: A primeira, referente ao homicídio tentado contra o investidor Nilsinho. A segunda, em relação ao homicídio consumado contra o investidor Wesley Pessano em São Pedro da Aldei. E a terceira, referente ao homicídio tentado contra o investidor João.Victor. Um homem conhecido como Campanha  figurava  como um dos responsáveis pelos disparos que resultaram na morte de Wesleyb e nos ferimentosem uma outra pesdoa. Ele teria sido figura importante tanto na execução direta, quanto no planejamento dos crimes de homicídio. Ele foi transportado da Baixada Fluminense até Rio das Ostras por Luzardo  na véspera dos fatos, onde se reuniu com outros integrantes do grupo, como Branquinho e para ajustar os detalhes da execução.  Após o homicídio, Campanha recebeu uma recompensa de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), entregue por Luzardocomo pagamento por sua participação no crime. Além disso, Campanha  mantinha fortes ligações com outros integrantes do grupo, incluindo seu cunhado Chingler e Fábio Natan. que o apresentou à organização. Sua relação próxima com os executores e sua presença em reuniões preparatórias reforçam claramente seu papel como um dos principais operadores da organização, com uma atuação ativa e significativa nos planos e ações do grupo. Além do mais, após ser preso, Campanha  confessou sua participação em sede policial, identificando outros membros envolvidos, como os denunciados Luzardo, Branquinho, e Vader. Registros de câmeras de segurança captaram a movimentação de Campanha  no local dos fatos e sua interação com outros membros do grupo criminoso. Na captura de imagens, o denunciado  aparece sendo resgatado em um ponto de ônibus, após abandonar um dos veículos utilizados na ação criminosa. A presença dele nos locais citados foi confirmada tanto pelas gravações das câmeras, quanto pela análise da quebra de sigilo telefônico, que indica sua comunicação com outros membros do grupo no momento da execução. Branquinho ou Felipe Playboy teria a função de pistoleiro e executor das empreitadas criminosas do grupo criminoso, ressaltando que, no “Caso Pessano.foi ele quem efetuou diretamente os disparos contra as vítimas durante a emboscada, contribuindo eficazmente para o homicídio debPessano. Além disso, foi ele quem conduziu o veículo Voyage , utilizado para perseguir e cercar o carro da vítima, um Porsche vermelho. Além disso, ele também participou do planejamento do crime, participando de reuniões com outros executores, como FB e Campanha na véspera do ataque, em Rio das Ostras. A quebra de sigilo telefônico evidenciou ainda que, no dia do crime, o denunciado Branquinhoestava em constante comunicação com outros membros da organização criminosa, inclluindo FB”. Dados de estações Rádio Base (ERB) apontaram a localização de Branquinho  em pontos estratégicos vinculados à execução da vítima, tanto no momento dos fatos, como nos dias anteriores e ocasião da fuga, demonstrando sua atuação coordenada com os demais denunciados. O denunciado Luzardo integrava a presente organização criminosa na função de motorista e auxiliar direto nas empreitadas criminosas, além de ter participado do planejamento do crime, no dia anterior. Luzardo foi quem transportou o denunciado Campanha  da Baixada Fluminense até o encontro com os demais integrantes, no dia anterior ao crime, e efetuou o pagamento da recompensa de R$ 20.000,00 (vinte mil reais) a Campanha  consolidando-se como intermediário financeiro e executor de ordens diretas da organização. Luzardotambém foi apontado como o proprietário do HB20 que levou Campanha ao encontro dos demais criminosos executores no Caso Pessano. Nesre crime,  ele conduziu o veículo de apoio (modelo Versa, marca Nissan, cor preta) aos executores no momento do crime, tendo em sua companhia FB. Apesar de Luzardo ter negado a participação no crime, bem como que tenha estado na região dos lagos, a autoridade policial conseguiu demonstrar, durante as investigações, através do celular do denunciado, que Luzardo., de fato, esteve em Rio das Ostras, em 04/08/2021, data do crime – O denunciado Edson seria o responsável pelas funções de coordenação e preparação das empreitadas criminosas da organização criminosa, ora denunciada. No “Caso Pessano, Edson  foi que ficou com a função de monitorar a rotina da vítima Wesley, observando sua residência e local de trabalho nos dias que antecederam o crime. No dia 29 de julho de 2021, Edson foi flagrado por policiais militares vigiando a casa da vítima em Cabo Frio, onde permaneceu por várias horas, em contato constante por telefone, coletando informações sobre os hábitos da vítima – conforme depoimento prestado em sede policial por PMa vítima o percebeu sentado no banco da calçada, situado exatamente em frente ao apartamento dele, de frente para o canal, e acionou o referido policial, que após abordagem, logrou êxito em obter sua identificação (Inquérito Policial nº 125-01594/2021).  Em monitoramento, foi apurado que, no dia 31/07/2021, mesmo após ter sido ser abordado, dois dias antes, por policiais militares em frente à casa da vítima, o celular de Edson  aparece próximo ao escritório de Pessano.mantendo diálogo com o terminal utilizado por FB. O denunciado Thiago Julio foi quem emprestou o veículo modelo Versa, da marca Nissan, cor preta, com vistas a sua utilização na execução das vítimas, atuando como auxiliar direto dos demais integrantes da ORCRIM. Embora o veículo estivesse registrado em nome de uma  empresa,  as investigações revelaram que o automóvel havia sido vendido em 23 de maio de 2019 para o denunciado Thiago. que, no entanto, não efetuou a transferência de propriedade do veículo, mantendo assim uma situação irregular de registro. Valder  exercelia a função de motorista do grupo criminoso, tendo sido apurado, também, que ele conduziu o veículo modelo Nissan Versa, preto, da região metropolitana do Rio de Janeiro até a Região dos Lagos, entregando-o aos executores que o utilizaram diretamente na perseguição e emboscada da vítima Wesley. Além disso, Valter  participou ativamente da logística de transporte, garantindo o suporte necessário para a movimentação dos membros da organização

Assassinos de PM e pai usavam roupas da polícia. Região onde ocorreu o crime é dominada pela milícia do Varão que na semana passada fez falsa blitz na área

Surgiram mais informações a respeito dos.assassinatos do PM Paulo Rogério da Costa Lopes Filho e de seu pai ontem de tarde em Nova Iguaçu Testemunhas relataram que os criminosos, que estavam em um carro e usavam uniformes da Draco, cercaram o veículo onde pai e filho estavam, Vale lembrar que a região onde ocorreu o crime é controlada pela milícia de Juninho Varão. Na semana passada, foi divulgado nas redes sociais que milicianos ligados ao grupo do “Juninho Varão” estavam fazendo “blitz” na rua Elias Persiano, em No parando todos os veículos e motos e revistando as pessoas. Assim que começou a chover, os paramilitares saíram em 6 veículos e foram em direção ao Jardim Paraíso e Km32 (cerca de 18/20) criminosos.

Dono de arsenal apreendido fim de semana no Recreio foi intimado a devolver o material em novembro e não o fez. A ação da polícia no sábado foi para evitar que armas fossem distribuídas para organizações criminosas

O dono do arsenal de dez armas apreendido no último fim de semana no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio, foi intimado a devolver o seu acervo em novembro do ano passado quando teve cancelado seu certificado de registro de arma de fogo por perda de idoneidade mas não o fez na época No último fim de semana, a autoridade policial compareceu em sua residência, mas o representado não estava em casa e teria dito à sua esposa que devolveria os armamentos apenas na terça. Com isso, ficou constatado que o iinvestigado encontra-se, em tese, em estado de flagrante delito, pela posse ilegal de 10 armas de fogo, incluindo armamento de uso restrito, como um fuzil calibre 5,56 mm, cuja letalidade e potencial ofensivo são elevados. A negativa do investigado em permitir o acesso imediato da equipe policial ao arsenal, aliada à sua condenação anterior por tráfico internacional de armas, reforça o risco concreto de dissipação, ocultação ou desvio do material bélico. A urgência se impôs para impedir que o arsenal fosse movimentado ou destruído durante o período noturno, o que inviabilizaria a futura apreensão e comprometeria a segurança pública. A atuação imediata foi necessária para preservar a eficácia da diligência e evitar que o material fosse direcionado a organizações criminosas, dada a natureza dos crimes investigados”. O suspeito foi condenado a 04 (quatro) anos de reclusão e multa de 10 dias flagrante após retirar, da mensageria do Condomínio Centro Empresarial Barra Shopping, onde possuía escritório profissional, duas correspondências a ele destinadas contendo componentes de armas de fogo e munições importadas ilegalmente dos Estados Unidos da América e que após o flagrante, duas pessoas retiraram da sala comercial, a pedido do denunciado, documentos diversos e computador.

Polícia ainda investiga homicídio cometido em 2023 em Seropédica. Há relatos de que vítima foi comprar drogas em favela e acabou torturada e morta ao ser confundida com um policial à paisana

A polícia investiga o asassinato de Igor Ariel Loroza, que foi achado morto no dia 18 de novembro de 2023 na Estrada Santa Alice, em Seropédica com diversas perfurações de bala de arma de fogo em seu corpo, . Ele havia saído de sua residência no dia anterior. Foi apurado que Igor se relacionou com uma mulher que também havia tido um caso com um homem que trocou ameaças com Igor por acreditar que a vítima estava se relacionando com a moça simultaneamente, A mulher disse acreditar, no entanto, que a morte de Igor teria ocorrido por uma confusão quanto a identidade dele durante uma compra de drogas em uma comunidade, tendo sido ele confundido com um policial à paisana e, por conseguinte, sido torturado e executado. A autoridade policial destacou que o local do fato não possui monitoramento eletrônico e não há informações sobre a existência de testemunhas oculares. Por conta disso, a Justiça determinou a quebra de sigilo telefônico de seis pessoas, entre elas da própria vítima.

Traficante responsável por ataque à delegacia atua como jogador profissional de jogos eletrônicos e planejou um atentado bem maior à unidade policial

Apontado como principal responsável pelo ataque à 60a DP (Campos Eliseos) o traficante Joab atua também como jogador profissional de jogos eletrônicos online; Segundo a denúncia recebida, Joab utiliza o nome de usuário “faick22” em plataformas de jogos online, sendo seu e-mail de login identificado como “faickskelth@gmail.com”, com atuação recorrente na plataforma www.skelth.org ;  Há fortes indícios de que o investigado utiliza essa plataforma não apenas para fins recreativos, mas como meio de comunicação criptografada e dissimulada com outros membros da organização criminosa, dificultando o rastreamento tradicional de suas interações e movimentações”. Segundo relatos, Joab chegou a planejar um novo ataque a delegacia coalizando um maior número de parceiros de outras comunidades como Penha, Rua Sete, Rasta, Ana Clara e Mangueirinha” Vale aqui transcrever as informações colhidas por policiais da 60ª e 61ª DP: “Dado Informe: Informações chegadas a esta unidade operacional dão conta de um popular que se dirigiu aos policiais e deu a seguinte informação: o traficante Joab líder do tráfico da Rua 7 estáleve preparando um ataque de grandes proporções  a 60ª DP ea, ele virá com uma tropa formada por bandidos do Complexo da Penha , virá de barco e entrará com eles pelo Ana Clarax ou pela PontevPreta   juntando-se a ele virá a Tropa  do Ana Clara  a  Tropa do Rasta e a Tropa da Mangueirinha formando um bonde muito maior do que o bonde do primeiro ataque. Que de modo estratégico Joab também irá retirar seus familiares de Campos Eliseos S e os levará definitivamente para o Complexo da Penha antes ou após o ataque.  A fonte mostrou ao celular o vídeo de um menino com característica físicas semelhantes ao Joab  e disse que era o filho do traficante, que o informante disse que não estava com medo de vir a delegacia e se arriscar em colaborar com a polícia, pois é cidadão de bem e deseja o bem da população local, que o informante disse ainda que pode conferir sua credibilidade através das seguintes informações: primeiro, pode conferir que na operação da rua 7  um oitavo meliante foi baleado e conseguiu fugir roubando um uber e chegou a ser  hospitalizado em algum lugar, segundo, pode conferir que um indivíduo associado ao tráfico de vulgo DG (cpf anotado e preservado, sem passagem ou anotações, porém com endereço de campos eliseos no portal), DG estálava mobilizando o comando do Joab enquanto ele encontra-se homiziado na Penha. A autoridade policial ressaltou que o motivo do novo ataque se dá em virtude do óbito de sere comparsas de Joab  em operação policial havida no dia 27.04.2025, dentre eles estava seu braço direito Nilson  de Araújo  Tavares Oliveira.

Como o tráfico na Rocinha (CV) ramificou para São Gonçalo

Uma investigação de anos atrás revelou uma ramificação do tráfico da Rocinha em São Gonçalo.] O esquema passou a funcionar depois que uma mulher envolvida com o Comando Vermelho que morava na favela carioca se mudou para São Gonçalo e iniciou um relacionamento com um traficante que estava preso. Ela ajudava o bandido preso que usava celular na cadeia , e a auxiliá-lo em atos de traficância e outros crimes mais, na área do Complexo do Salgueiro. Em um diálogo, o traficante lamentou com a mulher a perda de meio quilo de cocaína e dois telefones celulares que estariam “entrando pra ele” no presídio, tendo a moça na conversa, prometido arranjar mais drogas para ele”; da “boa”, ou seja, de qualidade. Em outra conversa, o traficante pediu para a companheira buscar um fuzil. O diálogo em que o preso” citou o traficante “Corolla”, da Rocinha, durante uma conversa com a mulher, e o da moça propondo ao bandido a aquisição de drogas junto ao marido de uma amiga que seria um traficante morador de alguma favela entre Santa Teresa e Rio Comprido, reforçaram essa ligação que realmente havia entre o tráfico carioca e o gonçalense, O traficante, no entanto, mandou a mulher pegar drogas no Salgueiro mesmo já que ele mandava. A apuração revelou que o casal atuava como ‘longa manus’ dos traficantes chefões da Rocinha, Johny Bravo e Bambu ou Goiabada ‘, na cidade de São Gonçalo, onde gerenciavam pontos devenda de drogas sob a supervisão e as ordens dos chefes A investigação revelou ainda que interceptações e postagens em redes sociais mostramque a facção dispõe de pistolas, granadas e fuzis com aptidão para furar blindados e derrubar helicópteros, e que todo esse poder bélico tinha por objetivo garantir o sucesso da traficância nas áreas de domínio da quadrilha e impedir incursões das forças de segurança naqueles territórios. Para alcançar seus desideratos ilícitos, os traficantes de droga exibiam armamento deguerra. Com intuito de rechaçar as incursões das forças de segurança pública, os denunciados costumavam montar substancioso e violentíssimo esquema de contenção armada.

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