Um dos seis mortos levados para a UPA foi citado em investigação que lhe apontou como olheiro que monitorava operações policiais para a ADA no Jardim Novo
Um dos seis mortos que foram levados por moradores para a UPA de Magalhães Bastos, Jonathan Andrade Ferreira, que usava o nome falso de Diego, foi citado em uma investigação do início da década sobre o tráfico no Complexo do Jardim Novo, em Realengo, na Zona Oeste do Rio. Jonathan na época seria olheiro da quadrilha chegando a ficar preso As investigações da época revelaram que Jonathanmonitorava as vias de acesso e a movimentação policial no entorno das comunidades, informando aos demais comparsas da mesma facção criminosa “ADA” Ele participava do grupo usado pelos traficantes ‘De Ponta a Outra’ que monitorava o conjunto de comunidades, Nogueira, Light, Jardim Novo, 77 e Vila Vintém, com o objetivo de informar sobre operações policiais e movimentação de facções rivais. Em uma mensagem enviada ao grupo, ele chegou a escrever. “Legal JN, Iraque”,”, onde se percebeu que o mesmo está monitorando a localidade Iraque, na comunidade jardim Novo. Em outra postagem Jonathan enviou uma figura que faz alusão à facção criminosa A.D.A (Amigos dos Amigos), com a inscrição: ” Só os ADA na pista”.e outra figurinha com a inscrição 141 Resistência”. Jonathan chegou a ser condenado a quatro anos e um mês de prisão. Sobre os mortos, a principal suspeita é que os m0rtos sejam crimin0sos que teriam trocado tir0s com a equipe do helicóptero da PM, o “Sapão”, durante uma ação em uma área de mata do Jardim Novo. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital. Um vídeo divulgado pelo repórter Jackson Silva mostrou imagens do helicóptero no momento do confronto. Até o momento, essa informação não foi confirmada oficialmente pelas autoridades.







