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Justiça decreta preventiva de bandido que participou de ataque que matou criança em Caxias

A Justiça decretou a prisão preventiva de Caiky de Assunção Pereira Barbosa, Ele foi capturado logo após ter efetuado disparos com arma de fogo contra três pessoas, tendo uma delas vindo à óbito, uma criança de três anos, na última semana, em Duque de Caxias. O crime foi praticado em local público em plena luz do dia, o qual resultou na morte de uma criança inocente em tenra idade. A Justiça informou que vai incluir Caiky na pauta na primeira data disponível após a alta hospitalar já que foi baleado. Caiky foi reconhecido pelo PM alvo como um dos autores do ataque. Depois disso, a delegacia determinou a prisão de Caiky em flagrante. Segundo o setor de inteligência da PM, as ordens para que o ataque ocorresse foram do traficante Jhonata Hyrval Cassiano da Silva, conhecido como Bochecha Rosa. Ele teria ordenado matar policiais que circulem nas áreas controladas por ele.

Cartel mexicano e facção venezuelana atuariam no Brasil

Investigações apontam que o Cartel de Sinaloa, do México, já estaria operando rotas de tráfico no Brasil. Em maio deste ano, quatro homens foram presos em São Paulo com uma carga de metanfetamina oriunda do México. A quadrilha havia passado pelos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. O principal cabeça da quadrilha que trazia as drogas do Cartel de Sinaloa do México, tinha fugido de uma casa em Niterói, no Rio de Janeiro, antes da chegada dos Agentes Federais. Ele foi preso tentando fugir para São Paulo. Também há indícios de que a facção venezuelana El Tren de Aragua que ja atua nos EUA, já esteja atuando no Paraná e em Santa Catarina. Aliada tanto ao PCC quanto ao CV no tráfico de drogas, essa organização tem fortalecido sua presença nas rotas de fronteira, especialmente em Roraima.

Homem de guerra da Serrinha (TCP) preso ontem responde por homicídio de rival do CV e há dois anos tinha sido pego baleado com fuzil durante guerra na Praça Seca

Preso ontem, Igor Gomes Mateus, o Rugal, homem de guerra do Complexo da Serrinha (TCP), é citado em processo aberto esse ano por homicídio com ocultação de cadáver. A vítima foi Arthur Gomes de Melo, integrante do Comando Vermelho. Ele havia sido preso da última vez em 9 de março de 2023 durante uma guerra entre bandidos na comunidade do DIvino, na Praça Seca. Na ocasião, foi baleado na perna e estava de posse de um fuzil, calibre 5,56mm, com carregador, com inscrição de nº 495067; 16 munições (cartucho intacto), calibre 5,56mm; um rádio transmissor; 01 arma de fogo, tipo pistola, calibre 9mm, com carregador, 10 munições (cartucho intacto), calibre 9mm. Rugal havia participado da troca de tiros com policiais. O bandido foi preso ontem quando esttava trafegando em um táxi por Tomás Coelho. A ocorrência foi encaminhada à 44ª DP.

Chefão do CV preso este ano mandou instalar gatonet em Jardim América e Cordovil

O traficante conhecido como Nico, que comanda da cadeia comunidades no Jardim América e Cordovil, dominadas pelo Comando Vermelho, mandou instalar rede clandestina de sinal de televisão (gatonet) em seus redutos. O serviço descoberto pela polícia em julho funcionava há pelo menos três meses. No mês passado, a polícia fez o flagrante de um suspeito no momento em que estava em cima de uma escada, em posse de um medidor de sinal que serve para verificar a estabilidade da rede clandestina. Outros dois estavam em uma motocicleta Honda, cor vermelha, placa LUS 6J57, auxiliando o primeiro No interior de um veículo Chevrolet Vectra, de propriedade de um dos envolvidos, havia diversos materiais que se destinam a manutenção do sinal clandestino de TV , a saber: 02 (dois) rolos de cabo coaxial, 05 (cinco) amplificadores de sinal de TV e 18 (dezoito) divisores de sinal. Adilson Gomes da Hora Júnior, o Nico, de 48 anos, é o chefe do tráfico de drogas da Favela Furquim Mendes, no Jardim América, e também do Dique, Tinta e Dourados, e havia herdado o controle da favela de Furquim Mendes após a queda de Elias Maluco, ex-chefe da região que se svicidou em uma penitenciária federal em 2020. Desde então, Nico consolidou sua posição na hierarquia do CV. Considerado pela Polícia Militar como um criminoso de alto risco, Nico também é acusado de liderar o grupo responsável pela m0rte do Tenente Marcos José Oliveira de Amorim, assassinado em 31 de janeiro de 2025 durante operação policial na comunidade de Furquim Mendes. Além disso, sua quadrilha é investigada pelo h0micídio do Tenente-Coronel Carlos Vidal Martin da Silva, morto em 25 de fevereiro deste ano, durante tentativa de roubo no Jardim América.

Traficante do CV apontado como mandante de ataque que matou criança em Caxias tem outros homicídios pelas costas. Justiça confirma que ele manda em atirar em policiais

Apontado como mandante do ataque que deixou uma criança morta em Duque de Caxias, o traficante Bochecha Rosa ou BX é réu em quatro processos por homicídios abertos no ano passado. Uma das vítimas foi Pedro Henrique de Almeida Silva, morto em 15 de setembro de 2023. As outras foram Marlon Luiz Saué e Marcos Paulo Santos Saué Os processos revelaram ainda que BX determinou que seus subordinados  alvejassem quaisquer policiais que tentassem adentrar a comunidade para a repressão das atividades que ali desenvolviam. Em junho de 2022, seus soldados por exemplo efetuaram disparos de arma de fogo contra três policiais militares. Os crimes de homicídio  não se consumaram por razões alheias às suas vontades, haja vista que, por erro de pontaria, as vítimas, que repeliram a injusta agressão, não foram atingidas. BX controla  as comunidades da Mangueirinha, Corte Oito, Santuário Sapo,  Lagoinha, Morro da Favelinha de Caxias (Escadão, Curva da Morte, J. Seabra e Caixa D ́água) e do São Pedro,região conhecida como Complexo da Mangueirinha. O bando conforme restou apurado, espalhou sua atuação criminosa através da imposição do medo, subjugando moradores daquelas localidades, com o claro objetivo de obter vantagens econômicas ilícitas a partir da prática de atividades criminosas como homicídios, roubos, extorsões, porte ilegal de arma de fogo, sequestro, tortura, tudo isso utilizado como meio de assegurar a continuidade da atividade central, qual seja, o tráfico de drogas.BX  quem autorizava ou proibia os roubos na região da Mangueirinha, bem como ordenava a execução de desafetos. Determina também a colocação de barricadas nas vias de acesso. Um vídeo gravado no interior da Comunidade do Corte Oito, onde é possível verificar homens armados com pistolas e fuzis, ostentando o poderio bélico de umas das Comunidades que formam o Complexo da Mangueirinha. Em tal vídeo observa-se uma aglomeração de pessoas, provavelmente em um baile funk no interior da comunidade, onde se vê no palco um homem cantando, cercado de criminosos fortemente armados com pistolas com carregadores alongados e fuzis com lunetas. Da audição dos áudios, extrai-se: “… mano”Bochecha… é o chefe pelos “crias” e os “crias” pelo chefe… nós vai pula na alta p… é o Bonde do “Bochecha… o elenco tá em campo, o” BX “convocou soldado perigoso preparado pro caô, seleção do Corte oito.”

MC Poze disse que iria matar ex-empresário torturado e que iria jogar corpo no rio, aponta denúncia

Segundo denúncia do Ministério Público Estadual, MC Poze do Rodo disse que iria matar seu ex-empresário e jogar o corpo no rio, mas não o fez porque um dos presentes intercedeu pela vida da vítima. O cantor ainda falou que era para esquentar um ferro elétrico para queimar o rapaz. A vítima ficou desesperada e chegou a desmaiar na cozinha. Um dos envolvidos nas agressões, vulgo Gabigol o levou até o hospital. O agredido falou que acredita que foi torturado por cerca de duas horas e meia a três horas na sala da residência de MC Poze. Temendo por sua vida, o ex-empresário não contou a verdade no hospital, ao buscar atendimento, e informou no nosocômio que as lesões eram decorrentes de uma queda na escada. O ex-empresário contou que no dia seguinte à comemoração do aniversário do cantor na , teve um desentendimento com Poze, na presença de outros indivíduos, a respeito de uma joia de propriedade do músico (bracelete). Poze desconfiou que o declarante havia furtado a joia. Em razão da desconfiança, o cantor mudou o comportamento; que passaram a discutir, e Poze o mandou ir embora, o que disse que faria somente após ser revistado; Em determinado momento, na sala de estar da casa do funkeiro, este disse “pode pegar”, momento em que diversos homens que estavam no local passaram a agredir o rapaz com socos e pontapés; que após alguns minutos, Poze mandou parar. Em seguida, o cantor disse para alguém pegar uma “perna de três”, pedaço de madeira com três pregos na ponta, para com o instrumento agredir o declarante; Então, Loirinho, Leo, Tiza, Casca e Richard lhe agrediram, juntamente com os indivíduos “Di Gato e Gordinho ainda não reconhecidos. Poze comandou a tortura, determinava aos outros que batessem no declarante, e lhe queimou com cigarros acesos no pescoço, cabeça e região peitoral, e no interior do ouvido, dizendo que o deixaria surdo; que teve lesões decorrentes de pauladas e pregos nos braços direito e esquerdo, e também nas mãos esquerda e direita; que teve o braço fraturado por uma paulada desferida por Tiza que também sofreu diversos golpes de pauladas, socos e pontapés na região dorsal, costelas e pernas, o que lhe causou dificuldades de respirar e se locomover. FONTE: TJ-RJ

MC Poze do Rodo é acusado de torturar seu ex-empresário com arma artesanal feita de madeiras e pregos e queimaduras com cigarro

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) ofereceu denúncia contra o músico Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, conhecido como “MC Poze”, e outras nove pessoas, pelos crimes de tortura e extorsão mediante sequestro praticados contra seu ex-empresário, em fevereiro de 2023. O MPRJ também requereu a decretação da prisão preventiva de sete denunciadosSegundo a denúncia, a vítima foi submetida a intensas agressões físicas e psicológicas na residência de MC Poze, em Vargem Grande, com o objetivo de forçar uma confissão sobre a suposta subtração de parte de uma pulseira de ouro. Mesmo após a devolução do objeto, o homem foi mantido em cárcere privado por aproximadamente uma hora e meia, durante a qual sofreu socos, chutes, queimaduras com cigarros acesos e golpes com uma arma artesanal feita de madeira e pregos. Ainda segundo a denúncia, as agressões foram cometidas de forma coordenada, com participação ativa de diversos envolvidos, e resultaram em fraturas, lesões extensas e deformidades permanentes, conforme comprovado por laudo pericial. A investigação conduzida pela 42ª DP (Recreio) revelou ainda que três dos denunciados, mesmo tendo presenciado direta ou indiretamente os atos de violência, prestaram falso testemunho em sede policial, negando os fatos e tentando eximir os demais da responsabilidade criminal. Por essa conduta, o MPRJ também os denunciou por crime contra a administração da Justiça.A Promotoria destacou na peça acusatória que os crimes foram praticados com extrema violência e requintes de crueldade, com nítida intenção de exercer justiça privada. A denúncia foi ajuizada no dia 24 de julho, perante a 11ª Vara Criminal da Capital. Processo nº º 0813470-57.2023.8.19.0001.

O poder de Bochecha Rosa, traficante do CV apontado como mandante de ataque que matou criança em Caxias

O traficante Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o Bochecha Rosa é suspeito de ser o mandante do ataque que deixou um menino de quatro anos morto ontem em Duque de Caxias. Ele é ligado a facção Comando Vermelho e faz parte do tráfico de drogas que age no Complexo da Mangueirinha, que comanda com ajuda dos irmãos e bandidis como Minnie e Escalpe. Ele é um dos acusados de envolvimento na morte do Policial Militar, Douglas Fontes Caluete, 35 anos, assassinado no dia 7 de junho de 2018, após ter sido reconhecido em uma tentativa de assalto em Gramacho, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A mãe do PM, Maria José Fontes, de 56 anos, teve um infarto no local do crime ao reconhecer o corpo do filho e também morreu. Investigações realizadas pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), por meio da 59ª Delegacia de Polícia (Duque de Caxias), apontam que Bochecha Rosa determina a colocação de barricadas nas vias de acesso ao Complexo da Mangueirinha com claro fim de impedir a incursão de forças policiais na localidade, o que impede também o direito de ir e vir dos moradores e o acesso a serviços públicos básicos. Pela localização da sua área de influência, o bandido também determina o roubo de cargas nos arredores. O bandido está envolvido nas guerras pelo controle dos morros do Fubá e do Campinho, na Zona Norte do Rio.

Justiça decretou as prisões preventivas dos traficantes Cachulé e Nando Bacalhau do CV por homicídio de rival do TCP

A Justica decretou as prisões preventivas de dois chefões do Comando Vermrelho Nando Bacalhau (lider do Complexo do Chapadão) e Cachulé (chefe do Morro do Barbante, na Ilha do Governador) e dos criminosos vulgos Trix,  Mascote e Zoio pelo homicidio de um rival do Terceiro Comando Puro. Vale lembrar que Cachulé está foragido e Bacalhau preso há vários anos. No dia 21/5/2025, a vítima Brumo Ramos do Nascimento conhecido como Vulcãon e apontada como integrante da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), foi executada a tiros na Rua Tupirama, interior da Comunidade do Guarabu, Ilha do Governador.  A ação teria sido realizada por membros da facção rival, Comando Vermelho (CV), como parte de uma ofensiva por domínio territorial.  Segundo os elementos constantes do Inquérito Policial, os denunciados Trix, Mascote e Peninha (ja falecido)  teriam sido os executores do homicídio, deslocando-se ao local do crime em um veículo VW Nivus, de cor preta, armados com fuzis.  Imagens de câmeras de monitoramento registraram a movimentação desse veículo antes e logo após os disparos, corroborando a dinâmica do crime e a evasão dos autores.  Horas após o fato, os supostos autores foram localizados e interceptados por policiais militares, havendo intensa troca de tiros, em que, tanto os denunciados, como um dos policiais militares, foram atingidos por disparos de arma de fogo. A ação culminou na prisão em flagrante dos três indivíduos e na apreensão dos fuzis que com eles estavam, conforme R.O 037-04506/2025.  Todos foram encaminhados para atendimento médico, porém, um dos suspeitos, Peninha não resistiu e foi a óbito.  Além disso, durante a perseguição, o veículo dirigido pelos acusados colidiu na traseira de uma motocicleta, arremessando o piloto Maycon do Nascimento de cima do viaduto, causando a sua morte.  Em relação aos outros três denunciados, apontados como lideranças da facção criminosa Comando Vermelho, há, nos autos, elementos concretos que vinculam os investigados  Cachulé e Nando Bacalhau às ações praticadas por aqueles apontados como executores imediatos.  O acusado Mascote ouvido em sede policial, afirmou que o “frente” do Gogó da Ema, comunidade dominada pelo Comando Vermelho, onde exercia a função de “segurança da boca de fumo”, era o traficante conhecido como “Bacalhau disse ainda ter recebido uma ordem direta do traficante Zoio um dos líderes que atuam no Gogó da Ema, para prestar apoio à “boca de fumo” da Comunidade do Barbante.  Mascote narrou ainda que o traficante  Cachulé exercia a liderança local no Barbante, e que a ofensiva ao Guarabu foi articulada para favorecer essa comunidade no contexto do conflito com a facção rival Terceiro Comando Puro (TCP), demonstrando um nítido planejamento estratégico. Esse depoimento é corroborado por outras provas colhidas, como as declarações prestadas por Trix e por policiais militares, que narraram a captura dos envolvidos momentos após o crime, ainda armados com fuzis e tentando fugir da região onde ocorreu o fato.  Em seu depoimento, Trix atribuiu a autoria da execução da vítima aos traficantes  Peninha e Mascote enquanto que este ultimo sustenta em sua declaração que os executores foram Trix e Peninha 

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