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denúncia

Menina de 13 anos foi morta com tiro na boca em Senador Camará (TCP)

Segundo informações que circulam nas redes sociais, uma adolescente de 13 anos foi morta com um tiro na boca em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Ainda não há informações sobre o que teria motivado o crime , mas é claro que nada justifica tamanha barbaridade. A foto dela está estampada no Instagram. Segundo relatos de moradores, o chefe do tráfico local, conhecido como Sabão, ordenou que os responsáveis se entregassem na 34ª DP (Bangu) após saber que a notícia começou a circular na internet. Dois suspotos autores, que seriam menores de idade envolvidos com o tráfico se entregaram. Familiares de um deles disseram que ele efetuou disparo acidental e atingiu a garota. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Lanna Cristina de Menezes Soares. Um adolescente foi apreendido por ato infracional análogo ao crime de homicídio. Outras diligências estão em andamento para apurar os fatos. Não é a primeira vez que ocorre um homicídio de uma jovem na comunidade. Meses atrás Esther, de 23 anos, foi estuprada, torturada e asassinada por se recusar a sair com o traficante Coronel do Muquiço. FONTE: Página Bangu Notícias (Instagram)

Chat exclusivo para tramar roubo de veículos, escala de plantões, aluguel de casas, regras para o almoço, veja as ordens transmitidas pelo traficante Gadernal (CV), um dos homens fortes de Doca

O traficante Gadernal, um dos braços-direitos do chefão da Penha, Doca, mantém um chat privado. Nele envia seus contatos telefônicos e também encaminha fotografias dediversos veículos roubados, com sua autorização. As fotografias de veículos constam também de chats privados com os responsáveis pelos roubos dos mesmos, onde estes oferecem os carros para Gadernal por valores muito abaixo dos de mercado. Em alguns chats, os roubadores solicitam autorização expressa para realizarem oroubo, tendo Gadernal autorizado e determinado a comunidade para onde os veículosdeveriam ser levados. Somente após a retirada do rastreador do seguro, os veiculos deveriam ser levados para a Penha afim de evitar ações policais no local Em um chat, Gadernal demonstrou sua frieza e periculosidade ao afirmar que seus subordinados não devam agir com o coração, e que o lema dele é o crime. Gadernal foi pego em um diálogo determinando que os subordinados não demorem durante o horário de almoço, e solicitou que informem quem souber de casas para alugar, o que revela mais uma tatica do trafico de nao deixar casas vazias no cinturão de seguranca da facção. O bandido também foi flagrado comentando sobre o rodízio nos plantões da quadrilha disse quea s mudanças da escala de plantão era para confundir os X9. FONTE: Polícia Civil do RJ

Traficantes do CV entraram na Carobinha (milícia) e gravaram vídeo exibindo armas pesadas

Traficantes da Vila Kennedy (CV) entraram na noite de ontem na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, dominada por milicianos. Os bandidos gravaram um vídeo exibindo armas pesadas. “Tropa do homem.,o investimento é alto. Nós está aquin, no quadrado”, os crias está na pista”, disseram os bandidos. Não se sabe ainda se eles ficaram na favela. No último fim de semana, os milicianos da Carobinha haviam ido na Vila Kennedy e balearam um mototaxista. FONTE: Milícia RJ News (Twitter)

CV do Amazonas faz homenagens a mortos no Alemão e Penha e divulga comunicado sobre corpos. VIDEO

Integrantes do Comando Vermelho realizaram homenagens aos membros da facção em Manaus que morreram durante a operação no Complexo da Penha e do Alemão. Nos balão está escrito os nomes “Neném” e “Macaco”, dois dos integrantes mortos. Ao todo, dez traficantes de Manaus foram mortos na ação. A facção também divulgou um comunicado sobre os corpos. (Leia acima)

Diálogos captados pela polícia apontam segurança reforçada na casa de Doca (CV) e bandido dando esporro em seus subordinados

Dialogos captados pela polícia revelam a segurança que existe para a residência onde vive o chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca. Na conversa, o traficante Gadernal disse que no portáo do pai ninguém entra armado e sem autorização. Quem deixar passar sem avisar será parado.Gadernal estabeleceu quem faria a segurança da porta da residência do chefe O traficante Grandão estabelecia as escalas de plantão, incluindo a segurança pessoal de Doca. “Com o pai, Grandão, 51. Pinduca, Perna, Filhão e Marinho”., revela diálogo captado. “Ninguém sobe sem autorização prévia do pai” A casa do Doca tinha o codinome de Toca. O local, na região conhecida como “Cabaré”, é ininterruptamente monitorado por traficantes fortemente armados que realizam a segurança no portão de acesso e nos arredores do imóvel, como se verá adinate. Grandão ainda disse “Fica proibida qualquer atitude de qualquer amigo da firma sem comunicar ao Doca e ao Bala, meus irmãos. Isso não será admitido”. Doca foi flagrado dando esporro nos seus subordinados “Vamos parar de piadinha” “Essa parada de piada vamos deixar para mulher que vcs são bandidos”. Em outra mensagem, Doca fez mais cobranças “Não tem que obedecer só a mim tem que respeitar quem está na visão” “Se não está respeitando o amigo, não está respeitando a mim” Doca é hoje, em liberdade, a maior das lideranças da cúpula da Facção Comando Vermelho, e segundo informações de inteligência, o mais violento dos líderes da facção, responsável por uma postura de enfrentamento ao Estado e por fomentar roubos a transeuntes, veículos e cargas. Doca possui 269 anotações criminais, e 26 mandados se prisão pendentes de cumprimento, por crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa, roubo, receptação, extorsão, tortura, ocultação de cadáver, corrupção de menores, dentre outros.Além de ser o chefe do Complexo da Penha, Doca também é o chefe de diversas outras comunidades, tais como Vila Kosmos, Juramento, Morro do 18, Cesar Maia,l Quitungo, Guaporé, Ipase, etc. Doca e seus homens mais próximos usam grupos de Whatsapp emitem ordens sobre a comercialização dedrogas para os subordinados, determinam as escalas de plantões sejam em pontos decomercialização de drogas (bocas), pontos de visão (monitoramento), ou pontos de contenção(segurança armada). Também chamam atenção de seus subordinados, falam sobre veículos roubados, monitoramento de viaturas policais, contabilidade sobre venda de drogas e execução de rivais. FONTE: Polícia Ciivl do RJ

Veja como é a hierarquia da quadrilha de Doca, o chefão do Complexo da Penha (CV)

Investigação revela que devido a seu poderio bélico, táticas de guerrilha e controle territorial, o Complexo da Penha é uma das comunidades mais difíceis de ter o Estado presente. Após aprofundamento das diligências investigativas, tornou-se possível compreender que os traficantes Doca e Pedro Bala exercem a liderança do tráfico noComplexo da Penha, tendo o primeiro maior protagonismo na facção. Abaixo deles, ficam Grandão e Gadernal, que são os responsáveis por executarem os planos e ordens daqueles, comandando todos os demais integrantes. Grandão, por exemplo, monitora diariamente os pontos estratégicos para a averiguação de presença dos soldados escalados nos plantões da localidade, nos prints abaixo ele ameaça alguns com corte de pagamento se não cumprem seu papel. Além do monitoramento das posições estratégicas, “Grandão”, também gerencia armas munições, controle de câmeras e até um bunker. No terceiro escalão do Complexo da Penha temos os gerentes dos pontos decomercialização de drogas e os chefes de outras comunidades como Urubu, Castelar, Barão, Gardênia Azul, todos com poder de comando sob diversos integrantes do terceiro escalão. Dentre esses podemos destacar BMW, Bergue, Samuca da 29, Tizil, Perna, Boris, Danado, Alex Macarrão, Neguinho da lInha, Du MEC, Soró, Taz ou TH do Rasta, Revoltado, Matuê (morto), Belão (preso) e Caio. Já no quarto escalão do Complexo da Penha se encontram os soldados, vapores e visão. São eles Vaguinho ou Malvadão Pequeno Homem, Hurley, Filipe, Boca Rosa, Juninho 51, Gato Brabo, Bafo, Piu Piu, Pinguim ou Gelo, Ceguinho, Cantor Matdor, Coruja, Fielzin, Sardinha, Faixa, Dilma, Vinicius, Novinho, Jonas Gabriel, Josinaldo, Adílson, Fabrício, Rosimaria, Eduardo, Cinquenta, Patin, BR, Guilherme, Leonardo, Leozin, Luís Carlos, Pedro Inácio, NG ou Negão, Usher, Faísca, Marinho, Coruja, Mato Velho, Davi, Juan Kayky, Henrique, Pimenta, TH, Filhão, Polegar ou Orelhão, , Bruno, Sedex, Drope, Filhote O grupo criminoso objeto desta demanda estruturou-se solidamente de forma a viabilizar a exploração de vários crimes tudo mediante a imposição de domínio territorial com violência, emprego de armas de fogo, além da prática de diversos outros crimes conexos. A investigação revelou que os investigados participavam ativamente de grupos de WhatsApp utilizados por traficantes de drogas com a finalidade de comunicação, coordenação e gerenciamento das atividades ilícitas relacionadas ao tráfico de entorpecentes. Nos referidos grupos, constatou-se que os membros trocavam informações sobre comercialização, armazenamento e distribuição de drogas, ações de vigilância contra forças policiais, uso de armas de fogo, bem como repassavam instruções operacionais, realizavam obranças e dividiam tarefas com clar eobjetivo de obter êxito nas atividades crimnosas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Quadrilha de Doca (CV) usa aplicativo de mensagens para transmitir ordens. Bandido virou réu em 39 processos por homicídio e expandiu facção

Alvo principal da operação nos complexos da Penha e do Alemão, o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, é o chefe” do Complexo da Penha e de outras comunidades menores, sendo um dos responsáveis pelas recentes “guerras expansionistas” do “Comando Vermelho”, nas áreas da Zona Oeste da cidade (Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Itanhangá e Rio das Pedras). Doca formou um grupo para invadir e dominar comunidades existentes na Zona Oeste, para implementar o tráfico de drogas. Só na região da Grande Jacarepaguá, Doca tomou nos últimos anos da milícia as comunidades da Gardênia Azul, Muzema, Tijuquinha, Morro do Banco, Sítio Pai João, Jordão, Teixeiras, Covanca, Bateau Mouche, Chacrinha, Fontela, Dois Irmãos, entre outros.Tomou também os morros do Campinho, do Fubá e Macacos. A quadrilha de Doca tem um extenso grupo de conversas pelo “Whatsapp”. Essas conversas eram, em sua maioria, sobre o monitoramento da movimentação de viaturas policiais, o comércio ilícito de drogas, contabilizando o lucro, planejando ações criminosas, negociando veículos roubados, entre outros. Investido pelo poder do dono, o traficante Marcinho VP, que está preso, Doca exerce o comando efetivo da organização criminosa nas comunidades, pondo em prática as ações determinadas pelo “dono” ou determinando outras com o fim de atingir os objetivos estabelecidos por ele. Exerce uma liderança mais intelectual e administrativa na estrutura da associação criminosa, gerenciando os recursos obtidos por meio das atividades criminosas e estabelecendo as ações dos “soldados” necessárias a garantir o domínio territorial da organização e a sua expansão. No TJ-RJ, chegaram a ser abertos contra Doca 39 processos por homicídio doloso. O caso de maior repercussão foi o dos médicos que não residiam no Rio e foram mortos na praia da Barra da Tijuca em outubro de 2023. As vítimas estavam na cidade encontravam em razão de suas participações em um congresso internacional de medicina, que ocorria naquele fatídico final de semana, no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca. Ocorre que, na noite em que ocorreu o crime, as vítimas -Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida, Diego Ralf de Souza Bomfim e Daniel Sonnewend Proença -, que eram amigos e aproveitaram o congresso para se reencontrar, decidiram confraternizar no “Quiosque do Naná”, situado em frente ao hotel Windsor, local em que também se encontravam hospedadas, quando, por volta da 1h manhã, foram abordadas por três elementos, fortemente armados, que desembarcaram de um automóvel (Fiat Pulse, cor branca, com teto preto), e, sem que nada dissessem, em típico ato de extermínio, desferiram mais de 30 (trinta) disparos de arma de fogo contra os quatro médicos, levando três deles a óbito naquele mesmo local, restando a vítima Daniel sobrevivente, colocando em risco exponencial todos os demais clientes e funcionários do estabelecimento, os quais ficaram profundamente abalados, Uma das vítimas fatais tinha características muito semelhantes às de Taillon de Alcântara Pereira Barbosa (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – líder da milícia que domina a região de Rio das Pedras, sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”. Os executores do crime em análise faziam parte da denominada “Equipe Sombra”, destacamento composto por ex-milicianos que foram acolhidos pela cúpula do“Comando Vermelho”, na intenção de eliminar os líderes da milícia da região da Grande Jacarepaguá e, assim, expandir o domínio da mencionada facção criminosa naquela localidade. Assim, agindo com erro em relação à pessoa, acreditando estarem executando o miliciano Taillon, integrantes do “Comando Vermelho” – a mando do denunciado Juan Breno Malta Ramos, vulgo BMW, subordinado a Doca e Gadernal chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Gadernal é homem de confiança de Doca e líder de suas tropas e chefe de sua segurança de ” do Complexo da Penha. Ele é responsável por definir estratégias de “guerra” contra facções rivais e pelas táticas de enfrentamento às forças de segurança do Estado. Também é responsável por coordenar as guerras expansionistas da facção criminosa FONTE: TJ-RJ

Cláudio Castro disse que dez líderes do CV presos espalharam o terror no Rio e pediu a transferência deles para penitenciárias federais. VIDEO

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, disse que 10 lideranças do Comando Vermelho presas teriam sido as responsáveis por esaplhar o terror na capital fluminense como retaliação pela operação realizada nos complexos da Penha e do Alemão e solicitou ao governo federal transferência destes para penitenciárias federais fora do Estado. FONTE: Twitter Cláuido Castro

Disque Denúncia passa a pagar R$ 100 mil para quem prestar informações que levem à captura de Doca da Penha (CV)

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (28), um cartaz oferecendo uma recompensa de R$ 100 mil reais, pela captura do criminoso, membro de Organização Narcoterrorista Comando Vermelho (CV) e um dos traficantes mais procurados e considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema prisional, Edgard Alves Andrade, vulgo “Doca da Penha ou Urso”, de 55 anos. Evadido do sistema carcerário, ele é investigado por mais de 100 homicídios, incluindo execuções de crianças e desaparecimentos de moradores. Em outubro de 2023, Doca foi apontado como o mandante da execução de três médicos e da tentativa de homicídio de uma quarta vítima na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. As vítimas participavam de um congresso de medicina e foram confundidas com milicianos de Rio das Pedras. Contra ele há mais de 20 mandados de prisão expedidos em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), segundo dados do site do Conselho Nacional de Justiça. O Disque Denúncia, pede que quem tiver informações sobre a localização de foragidos da Justiça e pontos de drogas, favor entrar em contato pelos seguintes canais de atendimento: Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

MP denunciou 67 traficantes do Complexo da Penha (CV)

O MPRJ denunciou 67 integrantes do Comando Vermelho do Complexo da Penha pelo crime de associação para o tráfico, e três homens também foram denunciados por tortura. . De acordo com o GAECO/MPRJ, por estar localizado próximo a vias expressas e ser ponto estratégico para o escoamento de drogas e armamentos, o complexo de favelas se tornou uma das principais bases do projeto expansionista da facção criminosa, especialmente em comunidades da região de Jacarepaguá. O denunciado Edgar Alves de Andrade, o Doca, é apontado como a principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha e em outras comunidades da Zona Oeste, como Gardênia Azul, César Maia e Juramento — algumas recentemente conquistadas da milícia. Segundo a denúncia, também exercem liderança na associação criminosa Pedro Paulo Guedes, conhecido como Pedro Bala; Carlos Costa Neves, o Gadernal; e Washington Cesar Braga da Silva, o Grandão. Eles emitem ordens sobre a comercialização de drogas, determinam as escalas dos criminosos nas “bocas de fumo” e nos pontos de monitoramento, e ordenam execuções de indivíduos que contrariem seus interesses .Além deles, foram denunciados 15 homens que exercem funções de gerência do tráfico, responsáveis pela contabilidade, abastecimento e outras funções. Os outros denunciados, segundo a ação penal, atuavam como “soldados”, realizando o monitoramento e a segurança armada. A denúncia foi recebida e os mandados foram expedidos pelo Juízo da 42ª Vara Criminal da Capital. FONTE: MPRJ

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