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Investigação do ano passado já apontava a relação de traficantes do CV do Complexo da Maré com bandidos da Região Serrana alvos de operação policial hoje. Veja o que já se falava naquela época

Uma investigação do ano passado sobre os traficantes do Comando Vermelho da Região Serrana do Rio alvos de operação hoje da Polícia Civil já apontavam a relação de criminosos do Complexo da Maré com os de Itaipava, em Petrópolis. O traficante Filpinho era o principal fornecedor de drogas para as comunidades Águas Lindas, Madame Machado, Gentil, Pedro do Rio, Cuiabá, Araras e Posse. Os entorpecentes eram oriundas da cidade do Rio de Janeiro, da comunidade Parque União e, são entregues pelo traficante Maiquinho, o qual traz para cidade de Petrópolis onde era entregue para senhora conhecida como “Tia” em local ainda não identificado. Os traficantes que atuam em Itaipava possuem vinculação direta ao tráfico da Favela Parque União, no Complexo da Maré – Rio de Janeiro. O trecho de distância é de cerca de 71 km que conta com policiamento principalmente da PM e da PRF, dependendo da via. Mesmo assim, traficantes trazem entorpecentes através das conhecidas mulas (seja de carro, táxi, aplicativo, ônibus e/ou caminhão) para suprir a demanda dos usuários de droga. As negociações são feitas pelo whatsapp. Valores são depositados em contas determinadas por “Filipinho”; Que no zap tem a conta PIX que o declarante realiza os pagamentos” A polícia entrevistou comerciantes e moradores no intuito de obter informações e dados relacionados a identificação das lideranças do crime assim como a forma de atuação da quadrilha. A polícia não tinha dúvidas de que Filipinho e Macumbinha são os responsáveis pelo tráfico em Itaipava e que os mesmos vêm crescendo na hierarquia do tráfico, haja vista que são agora considerados chefes e mantêm as negociações através de telefones e aplicativos de celular com seus subordinados Filpinho vem se “blindando” e conseguindo quase sempre impedir que os autores de tráfico de drogas, presos em flagrante, mencionem seu nome determinando através de terceiros que os mesmos fiquem em silêncio. Dessa forma, ele pode comandar o tráfico na região e viver uma vida aparentemente lícita. Segundo informações de inteligência Filipinho se encontra na cidade do Rio de Janeiro, em uma das favelas dominadas pelo comando vermelho. Ele segue sua vida normalmente sem ser incomodado e, conforme podemos verificar pelas declarações. Mesmo assim Filpino continua a dar ordens como chefe do tráfico através do aplicativo WhatsApp. Apesar das diversas prisões já efetuadas e das grandes apreensões realizadas em que pese o combate o diário e incansável da Polícia Militar e da Polícia Civil, comandantes ecomandados das diversas organizações criminosas estabelecidas nas comunidades carente persistem com a prática criminosa;

PM pode expulsar policial da reserva que fez aliança com traficante do TCP para obter votos para eleição a vereador em Belford Roxo em 2020

Um PM vulgo Dinho Resenha poderá ser expulso da corporação acusado de ter organizado um grupo criminoso para atuar em sua campanha eleitoral para o cargo de vereador do Município de Berford Roxo/RJ nas Eleições de 2020. As práticas delitivas perpetradas pelo policial da reserva, durante o pleito eleitoral de 2020, incluem corrupção, tendo em vista o pagamento de propina a policiais miliares, além de pagar taxa de segurança a milicianos, chamados de “Melequinhas”, em virtude do militar da reserva ser dono de dois estabelecimentos, O policial que agia em conjunto com outro PM, em razão dos votos obtidos no pleito eleitoral de 2020, já se preparavam para arrecadar o máximo de dinheiro possível para poder corromper ainda mais eleitores e ganhar as próximas eleições, buscando, inclusive, a aproximação com lideranças do tráfico de drogas da região para a obtenção do maior número possível de votos. Dinho, inclusive, esteve com o falecido traficante Genaro e ele teria gostado do seu projeto político. O PM disse que passou por 05 (cinco) bocas de fumo de Genaro, o que confirma o livre acesso do político e ora denunciado à comunidade dominada pelo tráficode drogas graças à autorização e vinculação com a liderança local. O policial chegou a dizer em uma gravação que o Bado caiu em São Leopoldo e que estava dando tudo certo porque o maluco que assumiu é mais bom de onda. E falou que o Genaro era mais disciplinado que o Bado.

Confira agora a investigação completa do escândalo de corrupção no batalhão de Belford Roxo em que PMs extorquiam comerciantes e empresários em troca de segurança. Leia diálogos e como os agentes suspeitos conseguiam angariar vítimas para o esquema. 11 foram levados a conselho de disciplina e poderão ser expulsos

A PM decidiu submeter a conselho de disciplina que poderá expulsar 11 policiais que atuavam em Belford Roxo envolvidos emum esquema de apadrinhamento‖ de comerciantes no qual eles e empresários de diversos ramos — bares, mercados, farmácias, postosde combustíveis, faculdades, funerárias, mototáxis, feiras livres, clínicas, lojas de material de construção e até, em tese, repartições públicas efetuavam o pagamento de quantias periódicas, geralmente semanais, em contrapartida à prestação de uma cobertura policial diferenciada. O funcionamento do esquema era meticuloso e corriqueiro. Viaturas eram direcionadas de forma seletiva aos estabelecimentos que mantinham pagamentos, realizando rondas mais frequentes nesses pontos. Policiais se apresentavam nos comércios para ―tomar uma água‖ ou ―fumar um cigarro‖ com os proprietários, simulando uma visita amistosa, mas, na realidade, cultivando uma relação ilícita e reforçando o vínculo do chamado ―apadrinhamento. Na transcrição extraída do aparelho celular do cabo Maia, este expõe ao cabo Lameira dinâmica do esquema, instruindo-o acerca da inclusão de um novo comerciante ―apadrinhado‖. ―Coé, Lameira. Tu passou lá no depósito, do lado da Câmara dos Vereadores. Lá é Galo, beleza? Porque o maluco não te conhece. Ele fechou agora também. É, então. Aí tu passa lá depois de novo. E durante a semana é aquele esquema: de vez em quando dá umapassada lá, entendeu?! Tomar uma água, dar um alô, fumar um cigarro, bater um papo. Aquele normal de Padrinho. Já é? Valeu, tamo junto‖. Esse diálogo demonstra que não se tratava de mera cortesia ou de auxílio pontual, mas de um sistema criminoso regular e estável, estruturado em pagamentos semanais, com valores previamente fixados e acontrapartida concreta de policiamento especial. Tal dinâmica, ao contrário do que a Corporação dispõe à sociedade cotidianamente, inverte a lógica da segurança pública — que deve ser universal, gratuita e impessoal — transformando-a em um privilégio reservado aos que pagavam. Mais grave ainda, conferia aos “padrinhos” acesso direto e privilegiado aos policiais, que podiam ser requisitados quase como em um serviço particular de segurança. O Ministério Público, ao denunciá-los, entendeu que esse grupo de policiais militares tratava-se de uma organização criminosa, a qual possuía estrutura ordenada e funcional, com clara divisão de tarefas que abrangiam: (i) recrutamento de novos ―padrinhos‖; (ii) recolhimento dos valores pagos; (iii) atendimento prioritário a chamados e patrulhamento direcionado; e (iv) partilha periódica dos lucros obtidos. Embora houvesse essa divisão, as funções não eram rígidas, permitindo que qualquer integrante assumisse diferentes papéis conforme a necessidade, de modo a assegurar que os interesses dos pagadores fossem sempre atendidos, independentemente da escala de serviço. Outro aspecto relevante foi a capacidade de perpetuação da atividade ilícita diante das mudançasnaturais de lotação no batalhão. A cada substituição de policiais, os que deixavam o setor transmitiam aosrecém-chegados uma lista de ―padrinhos‖, contendo a identificação dos estabelecimentos, os valores ajustados e a periodicidade de recolhimento. Esse revezamento contínuo de militares estaduais demonstra que o esquema estava enraizado naRP do Setor Alfa do 39o BPM, que sobrevivia às trocas de efetivo e à passagem dos policiais, revelando ummodelo duradouro. Do mesmo modo, constatou-se que os ―padrinhos‖ identificados situavam-se, em regra,dentro da área de policiamento daquele setor, o que reforça o vínculo territorial da atividade ilícita. Os elementos de convicção colhidos também evidenciam que os acusados mantinham relações estreitas com milicianos atuantes em Belford Roxo/RJ, reforçando a similitude do esquema com a famigerada ―taxa de segurança‖ cobrada por tais grupos. Paralelamente, emergem diálogos entre os militares que revelam a busca de vantagens ilícitas junto a traficantes de drogas, por meio do chamado ―desenrolo‖ de prisões em troca de pagamentos.Em uma dessas conversas privadas, o CB PM Maia comenta com o CB PM Silva sobre a prisão de dois indivíduos ligados ao tráfico, ocasião em que se cogitou o recebimento de R$10.000,00 (dez mil reais) para liberar os detidos. No entanto, segundo relatado, a negociação não prosperou porque muitas pessoas haviam presenciado a prisão em flagrante, inclusive com os presos armados em via pública. Transcrição do diálogo: CB PM MAIA: (envia foto contendo duas pessoas presas).CB PM SILVA SANTOS: Os dois fechado na boca da Ouro Preto.CB PM MAIA: O tal do angolano ligou e ofereceu 10.000.CB PM SILVA SANTOS: P, tu só mandou foto depois que chegou na DP. Era pra mandar antes.CB PM MAIA: A rua tava cheia. Bar cheio. Eles me ligaram. Não dava pra desenrolar não. O que eu ia falar depois?CB PM SILVA SANTOS: Não, pessoal viu a arma deles?CB PM MAIA: Eles estavam com a arma na mão dentro do bar.CB PM SILVA SANTOS: Ah tá. Aí não tem jeito.CB PM MAIA: Geral viu. Por isso que me ligaram. A troca de mensagens deixa claro que o único fator impeditivo para o ―desenrolo‖ foi a ampla visibilidade da prisão, circunstância que inviabilizou o recebimento de vantagem ilícita oferecida pelos traficantes aos policiais. Mensagens interceptadas via WhatsApp, tanto em grupos de serviço da RP do setor ALFAquanto em conversas privadas entre o CB PM Maia e os demais militares, expõem de forma clara a rotina do esquema, tratando abertamente sobre o recolhimento de valores indevidos, a divisão de lucros e o favorecimento dos “padrinhos”. Importa ressaltar que as transcrições anexadas não esgotam o material apreendido pelo MP, mas são suficientes para demonstrarem os fortes indícios de permanência e a estrutura organizada. O processo de identificação dos interlocutores das conversas e dos usuários dos terminais interceptados seguiu critérios técnicos e objetivos, baseando-se na análise de múltiplos fatores, tais como: (i) o nome ou apelido sob o qual o contato estava salvo na agenda do CB PM Maia; (ii) a forma como o interlocutor era tratado ou se identificava nas mensagens; (iii) o envio ou recebimento de arquivos e mensagens contendo dados qualificativos; e (iv) a vinculação do número de telefone a chaves PIX registradas em nome dos investigados.Cumpre destacar que o referido grupo de WhatsApp foi criado em 18 de março de 2017, mesma data em que o CB PM Maia foi adicionado a ele. Entretanto, as primeiras mensagens armazenadas no celular em questão datam de 09 de outubro

Três PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de devolverem dinheiro e drogas apreendidos em operações em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico em Três Rios

Três policiais mlitares poderão ser expulsos da corporação após uma investigação apontar o envolvimento deles com o tráfico de drogas na cidade de Três Rios. Eles estão sendo submetidos a conselho de discipliina. A decisão ocorre quatro anos após os crimes. Os PMs forneciam a um traficante parte do material entorpecente e do dinheiro apreendido em ocorrências policiais no combate ao tráfico na área do 38o BPM, em troca de informações privilegiadas sobre o tráfico local com vistas à retroalimentação de benefícios pecuniários decorrentes da empreitada delituosa. O criminoso envolvido atuava como informante e como traficante de drogas na região conhecida com Barros Franco no bairro Vila Isabel na Cidade de Três Rios. Durante a realização da interceptação telefônica do traficante foi observado que no dia 09NOV2021, às 18h12min, o bandido cobrou de um PM a entrega da droga em troca de informações privilegiadas, ocasião em que o militar responde: “Vou desembolar com ele, vou desembolar com ele. Deixa Comigo!” Em outra interceptação, observado que no dia 17JUN2021, em ligação iniciada às 15h17min05s, o militar informou ao traficante que está com um presente para lhe entregar, mas que precisava de uma ajuda. Já no dia 07JUL2021, o bandido disse que precisa de dinheiro, e o militar perguntou: “É o quê? Vinte Reais?”. Em seguida, ambos combinam se falar mais tarde.

PM e assessor da Prefeitura de Petrópolis sâo alvos de operação contra o CV na Região Serrana

A Policia Civil e o Ministério Público deflagraram, nesta quinta-feira (02/10), a maior operação contra o tráfico de drogas na Região Serrana. Os agentes estão nas ruas para cumprir 18 mandados de prisão contra narcotraficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho atuantes, principalmente, em Petrópolis. Além disso, cerca de R$ 700 mil em bens da organização criminosa foram bloqueados, atingindo o patrimônio usado para sustentar as atividades ilícitas. Até o momento, 12 criminosos foram presos. As investigações identificaram 55 envolvidos no esquema, e revelaram que o líder da organização criminosa, seu braço direito e outros comparsas estão escondidos no Parque União, no Complexo da Maré, onde também há diligências. Eles são responsáveis por coordenar a logística de transporte dos entorpecentes. O material ilícito é transportado da capital para a Região Serrana, sendo redistribuído em diferentes áreas de Itaipava, cada qual sob a responsabilidade de gerentes locais. De acordo com os agentes, o grupo também exercia o controle territorial e aplicava regras violentas à comunidade, impondo medo e repressão a quem se opunha à facção. A apuração também demonstrou a atuação de um policial militar que recebia pagamentos para repassar informações sigilosas à facção. Ele também facilitava a logística do tráfico e expunha a atuação de outros policiais, agindo como aliado dos criminosos. As diligências que levaram à captura dele contaram com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar.Além disso, um dos alvos presos exerce cargo de assessor especial da Prefeitura de Petrópolis. Isso demonstra a infiltração da facção em estruturas institucionais e a utilização de funções públicas para assegurar a manutenção e expansão de suas atividades ilícitas. A operacâo provocou intenso tiroteio no.Complexo da Maré. Os disparos foram registrados por volta das 5h50 nas localidades do Parque União e da Nova Holanda.

PMs do Bope flagrados por câmeras furtando pertences de uma casa no Alemâo (CV) foram afastados

Vídeos de câmeras corporais mostraram oito policiais do Bope vasculhando uma casa no Complexo do Alemão (CV) durante a Operação Caixinha (15/1) e levando pertences do local. Eles foram flagrados mexendo em móveis, experimentando perfumes, avaliando roupas e separando tênis de grife; parte dos itens foi guardada em mochilas. A Corregedoria afastou os agentes da atividade externa e encaminhou o caso ao Ministério Público.

Bandidos tomaram ambulância e colocaram comparsa dentro para ser levado a um hospital mas ele morreu

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) informou que não foi comunicada pela Secretaria Municipal de Saúde sobre a suposta invasão à UPA de Costa Barros. A unidade esclareceu que foi acionada para uma ocorrência em que uma ambulância foi tomada por criminosos que colocaram nela um bandido baleado para ser levado à unidade de saúde. Ele chegou já em óbito. Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte, bem como o uso irregular da ambulância. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que o 41º BPM (Irajá) não foi comunicado sobre a entrada de feridos por arma de fogo na UPA de Costa Barros, tampouco houve registro de invasão de criminosos na unidade de saúde nesta terça-feira (30/09). A corporação tomou conhecimento dos fatos somente após a veiculação pela imprensa e após isso o policiamento foi reforçado na região. A Polícia Militar reforça que mantém diálogo aberto com a população e com instituições públicas, incluindo a Secretaria Municipal de Saúde, para assegurar a prestação de um serviço público seguro e de qualidade.

Pai e filha foram executados em Itaperuna a mando de traficante do TCP

O Disque Denúncia (2253-1177) divulga, nesta terça-feira (30), um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito instaurado pela 143ª DP (Itaperuna), a fim de obter informações que levem à localização e prisão do criminoso, membro da Organização Criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), Marco Antônio Ribeiro Marques, vulgos “Magrelo ou Marajá”, de 53 anos. Ele seria o principal suspeito de ordenar um duplo homicídio, ocorrido em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, onde pai e filha foram executados por vingança em guerra entre facções rivais.   Consta nos autos que, na madrugada do sábado dia 06/09/2025, a equipe policial tomou ciência de um duplo homicídio consumado e de uma tentativa de homicídio, por disparos de arma de fogo, ocorridos na Rua Manoel Roberto de Oliveira, nº 630, bairro Carulas. As vítimas foram identificadas como Jéssica Carla Moraes Rosa, de 26 anos, e seu pai José Carlos da Costa Moraes, de 55 anos. Segundo investigações, dois criminosos foram até o endereço e ordenaram que as vítimas saíssem de casa. Elas foram obrigadas a ficar de joelhos e, em seguida, foram executadas, horas depois que três homens, ligados ao TCP, terem sido mortos a tiros em um primeiro ataque, na sexta (05), na Rua Cândido Freitas Bastos, no bairro Matinada.  Uma terceira vítima, L.G.M.S, sofreu disparos na cabeça e perna, sobreviveu, e reconheceu Diego de Oliveira Cuba, vulgo “Bebel”, de 18 anos, como sendo o autor dos disparos, e Rafael Costa da Conceição, vulgo “Pastorzinho” ou “Pé Sujo”, de 20, como aquele que portava o celular durante a chamada de vídeo e auxiliou na execução. Os dois já estão presos. Segundo os policiais, os crimes estariam relacionados à guerra entre as facções TCP e CV, mais precisamente como vingança pelo homicídio de Santiago Ribeiro Marques, irmão de Marco Antônio o “Magrelo”, que seria o líder do TCP no bairro Matinada, ocorrido na noite anterior (05/09/2025). Como os rivais da facção do CV, [dois irmãos] não foram encontrados, por não mais residirem no local, “Magrelo”, deu ordem de execução aos familiares dos rivais. Ainda segundo investigações, pai e filha, não tinham envolvimento com o tráfico de drogas.  Diante dos fatos, a Autoridade Policial da 143ª DP (Itaperuna), requereu junto à Justiça um mandado de prisão, que deferido pela 2ª Vara Criminal de Itaperuna, Espécie de prisão: Preventiva, pelos crime de Homicídio Qualificado (2 vezes) C/C Crime Tentado, Associação Criminosa. O Disque Denúncia, solicita que quem tiver informações sobre a localização de Marco Antônio, o “Magrelo”,  favor entrar em contato  pelos seguintes canais de atendimento:     Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Escondido no Complexo do Alemão (CV), traficante comanda crime em cidade litorânea do Espírito Santo famosa por ser destino de cariocas no Carnaval

Traficante conhecido como Pânico que comanda uma tropa que leva o seu vulgo  e está escondido no Complexo do Alemão age ma cidade litorânea de Piúma, no Espírito Santo, destino muito procurado por cariocas durante o Carnaval. O bandido tem o domínio  sobre o tráfico de entorpecentes nos bairros Areias, Tamarindo, Itaputanga e Centro, utilizando adolescentes como “vapores” (responsáveis pela venda direta)p Pânico, após a prisão de Chuck e o afastamento de seu braço direito vulgo Cabelinho  em decorrência da Operação Pacificação, assumiu integralmente a liderança do tráfico de drogas em Piúma/ES, consolidando a facção sob a denominação “Tropa do Pânico”, célula do “Comando Vermelho”. A gênese da organização remonta à atuação de Josimar Alves, que, de forma consciente e deliberada, pactuou com “Pânico” ao arrendar o território por ele dominado no bairro das Areias, em benefício da facção, garantindo-lhe a expansão e, simultaneamente, assegurando a si a percepção de parte dos lucros advindos da mercancia ilícita. Em uma das conversas interceptadas, ‘Pânico’ reafirmou sua posição de liderança ao declarar a um interlocutor: “se vcs vende alguma coisa na cidade e pq e mercadoria minha e eu deixo fora isso eu paro quem eu quiser aí mano e área minha!

Traficante da Paraíba escondido no Rio está envolvido em guerra de facções no estado nordestino. SAIBA DETALHES

As investigações da polícia da Paraíba revelam que o traficante conhecido como Fatoka que está escondido no Rio de Janeiro mas comanda crimes em cidades do estado nordestino está envolvido em uma disputa com a facção Nova Okaida. O inquérito apura a atuação de organizações criminosas na região metropolitana de João Pessoa, com especial atenção aos municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo. As investigações revelaram a existência de facções fortemente estruturadas e armadas, que disputam, de forma violenta, o domínio territorial dos pontos de tráfico de entorpecentes. A Nova Okaida vem se consolidando nos bairros de Plano de Vida, Augustolândia, Bica, Mumbaba e demais áreas periféricas de Santa Rita/PB. As ações criminosas praticadas por seus integrantes compreendem tráfico de drogas, porte e uso de armas de fogo, homicídios e tentativa de assassinato de desafetos e rivais. As provas colhidas ao longo do processo demonstraram a existência de uma divisão interna de funções entre os membros da organização, a estabilidade da associação e o uso da violência como ferramenta de dominação territorial. Além disso, as investigações evidenciaram o vínculo entre o crescimento dessa organização criminosa e o conflito com a facção rival “Comando Vermelho”, cujos membros tentaram expandir seu território por meio da coação de integrantes da Nova Okaida e de ataques armados. Em resposta, a facção denunciada intensificou suas operações, inclusive com planejamento de atentados e investidas armadas. No decorrer da investigação conduzida no âmbito da Operação Bellum, a qual desvendou a existência de núcleos territoriais das facções  atuando de maneira violenta e organizada, também, no município de Bayeux/PB. Ambas as organizações disputam o controle armado de áreas estratégicas para o tráfico de drogas, utilizando armas de fogo, ameaças, execuções sumárias e intimidação sistemática da população local como forma de manter sua hegemonia. As diligências empreendidas revelaram que os denunciados Nando), Pitota e Léo Porco integram a facção Nova Okaida, com atuação armada voltada ao controle territorial dos pontos de venda de drogas no bairro Mário Andreazza e áreas adjacentes. Exercem atividades de liderança local, segurança armada, distribuição de entorpecentes e intimidação de moradores. Paralelamente, constatou-se a estruturação de um núcleo do Comando Vermelho, composto pelos denunciados Conrado, Neguinho, Patinha, Robinho Beira da Linha, Nego, Redondo e Fatoka  . Esses indivíduos, igualmente armados, disputam com violência o domínio da mesma região, impondo terror à população local, ameaçando moradores, e atuando no abastecimento de armas e drogas para a sustentação da facção rival. As condutas criminosas de todos os denunciados se interligam por força da conexão territorial e da disputa armada existente entre os dois grupos, estando todos vinculados à prática de crimes permanentes no mesmo espaço geográfico, com modus operandi semelhante, estrutura organizacional estável e divisão de funções internas. No curso da investigação que originou o presente feito, foram apreendidos materiais de elevado potencial ofensivo e grande quantidade de substância entorpecente, consistindo em uma submetralhadora Taurus, modelo CTT, calibre .40, com numeração visível, 32 munições calibre .40, 68 munições calibre 5.56, três carregadores de carabina calibre .40, três carregadores de fuzil calibre 5.56, seis acessórios de fuzil (guarda-mão, grips, alça e massa), além de 278 tabletes de substância semelhante à maconha, devidamente acondicionados e com constatação pericial já formalizada nos autos. Tais elementos reforçam, de modo inequívoco, a materialidade dos crimes denunciados.

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