Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

denúncia

Denúncia recebida pelo MPF diz que traficante Peixão (TCP) teria planejado junto do PCC sequestro de membros do Legislativo, Judiciário e policiais

Chegou para o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro há dois anos a informação de que o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, juntamente com membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) teriam planejado sequestro de membros dos poderes Legislativo e Judiciário. “Além dos traficantes do PCC que tinha intenção de me sequestrar, me extorquir e me matar e sequestrar outras autoridades como promotor, senadores, deputados federais, juíz. Alguns foram capturados, porém tem um que é do Rio de Janeiro e que não foi capturado no qual participaria do ataque é o Peixão”, disse um político, que solicito que localizassem o paradeiro do criminoso carioca. Veja outro depoimento recebido na denúncia “Conforme já denunciei ao ler a matéria de que o PCC planejava sequestrar servidores públicos e senadores, denunciei à Polícia Federal que o traficante Peixão que fez parceria com o PCC e participaria do sequestro de sevidores e de senadorese e extorquir um deputado em retaliação a um programa de televisão. Além disso, estaria na lista agentes da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal” Outra denúncia que foi recebida pela polícia foi que os traficantes do bando de Peixão pintaram os muros da linha férrea com os dizeres “Bem vindos ao comando de Israel”. E que os bandidos instalaram câmeras em frente a vários estabelecimentos objetivando vigiar a ação da polícia. A partir das sete da noite, os traficantes do complexo circulam armados pela Estrada do Quitungo, Guaporé, Cidade Alta, inibindo que a população possa exercer a sua fé. Moradores também estavam revoltados com regras impostas pelo traficante

Defesa de miliciano diz que ele foi transferido injustamente para o presídio de segurança máxima Bangu 1 e recorreu para que ele voltasse para a cadeia de origem que abriga só paramilitares

A defesa de um miliciano que transferido da penitenciária Bandeira Stampa (Bangu 9) para o presídio de segurança máxima Bangu 1 solicitou à Justiça o retorno dele a cadeia onde ele estava. No dia 20 de agosto de 2025, após a deflagração da operação “reinado dividido” (contra milicianos da Baixada Fluminense) que foi notícia em diversos veículos de mídia, o preso, que foi um dos notificados de um mandado de prisão preventiva de dentro da penitenciária Bandeira Stampa, foi transferido no mesmo dia , à toque de caixa, para o presídio Bangu 1 com a justificativa de estar passando por um isolamento preventivo sob suspeita de ter cometido falta grave (crime doloso) enquanto estava preso Os advogados argumentam que a investigação apontou outro denunciado como autor de conversas por telefone de dentro da prisão e em período no qual o seu cliente ainda não tinha sido preso. Mesmo assim, decidiram por transferir o paciente para o presídio de sofrimento máximo. “Se tratam de de conversas anteriores a prisão do paciente portanto tornando impossível a transgressão disciplinar de um regime penitenciário em um período cujo o paciente sequer sonhava em ingressar um dia. Na operação reinado dividido” cinco mandados de prisão foram cumpridos na Penitenciária Bandeira Stampa (Bangu 9) sendo um deles tendo o paciente como alvo e, deveras, teve repercussão midiática sobremaneira: Argumentou a defesa que nem das notícias de jornal, tampouco no processo 0071294-36.2025.8.19.0001 o paciente foi citado como chefe ou mencionaram alguma posição de liderança ao seu nome. No mais, não haveria qualquer indício de que ele tenha cometido algum crime dentro da prisão. Os advogados disseram que Bangu 11 se mostra incabível visto que um presídio que possui apenas 48 (quarenta e oito) celas individuais para um estado com centenas de favelas e milhares de lideranças de alto poder de traficância se torna incabível ocupar as já pouquíssimas vagas com um paciente que nunca possuiu apontamento como liderança e não possui um único indício de ter cometido crime doloso de dentro da cadeia. Falaram ainda que Bangu 1 é uma penitenciária de altíssimo grau de sofrimento psicológico a qual o paciente está submetido a visita familiar através de parlatório, horário limitado com seu advogado, isolamento individual e banho de sol em local restrito e em horário reduzido. Em suma, alegam que o cliente já se encontra devidamente cumprindo a pena a qual foi condenado e foi imputado por novos supostos fatos que ocorreram em momento anterior a sua prisão . “Dessa forma, fica claro e escancarado que a atitude da autoridade coatora é uma clara tentativa de “repenalizar” o paciente por um crime que já está pagando no entanto, dessa vez, sem chancela judicial e com o único intuito de mostrar trabalho para os programas de TV do mais alto grau de sensacionalismo”, diz a defesa.

Família de jovem espancada até a morte por se recusar a sair com traficante teve que pagar R$ 2 mil para reconstruir seu rosto para que ela pudesse ser enterrada

A família de Sther Barroso dos Santos, de 22 anos, espancada até a morte por se recusar acsair com um teaficante precisou pagar cerca de R$ 2 mil para reconstruir o rosto da jovem, para poder ser enterrada. O Disque Denúncia (2253-1177) divulgou um cartaz para auxiliar nas investigações e no inquérito instaurado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a fim de obter informações que levem à prisão do criminoso, considerado pelo sistema penitenciário como de Altíssima Periculosidade, e membro da Organização Narcoterrorista Terceiro Comando Puro (TCP), Bruno da Silva Loureiro, vulgo “Coronel”, de 43 anos, chefe do tráfico de drogas da Favela do Muquiço, situada em Deodoro, Zona Norte do Rio, e que acumula uma longa ficha criminal, e que atualmente, se encontra em liberdade, após sair da prisão em agosto de 2017. Ele é apontado como.o.mandante do homicídio da jovem. A Polícia Civil, através da Delegacia de Homicídios (DHC), pediu à Justiça, nesta quarta-feira (18), a prisão preventiva do traficante “Coronel”, e de Douglas Medeiros da Silva, conhecido como “Dodô do Muquiço” e um terceiro homem conhecido pelo vulgo de “Debochado”, que foram indiciados pela morte da jovem de 22 anos, Sther Barroso dos Santos, assassinada após deixar um baile funk na comunidade da Coréia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio. Investigações da DHC, apuraram que após sair de um baile funk, por volta das 22h, que foi realizado no dia 17 de agosto, ela foi sequestrada pelos outros dois indiciados a mando de “Coronel” e levada, à força, para uma casa dentro da comunidade do Muquiço, onde passou a madrugada de domingo, sendo espancada “brutalmente” pelos dois indiciados, pelo fato de se recusar a sair do evento com chefe do tráfico do Muquiço. Após ser “barbaramente”, espancada pelos seus “algozes”, e totalmente desfigurada, a jovem acabou desfalecendo. Com medo da vítima vir a morrer, os criminosos a levaram à sua casa, na Vila Aliança, no banco de trás de um BYD cor azul, que era conduzido pelo homem conhecido como “Debochado”, com Douglas como carona. A polícia afirma que os dois são seguranças do traficante “Coronel”. Laudo médico, aponta como causas da morte foi uma hemorragia subaracnóidea (vaso sanguíneo inchado que se rompe no cérebro), traumatismo crânio encefálico e politrauma (quando a vítima apresenta múltiplas lesões em diferentes partes do corpo, provocadas por violência intensa). Bruno da Silva Loureiro, acumula diversas anotações criminais por tráfico de drogas, roubo, homicídio, porte ilegal de arma de uso restrito, receptação e lesão corporal. Contra ele, há 12 mandados de prisão pendentes de cumprimento. Segundo a polícia, Bruno também teria sido um dos responsáveis por ordenar o desaparecimento de vítimas e subtração de cadáver. Apontado como figura violenta e de grande influência dentro da facção, Coronel é descrito como alguém que usa a força para impor medo na comunidade. Um dos últimos mandados de prisão preventiva contra Bruno foi em junho do ano passado, por homicídio e organização criminosa. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou o criminoso e mais dois traficantes por participação em uma chacina ocorrida em março de 2021, no Parque de Madureira, Zona Norte do Rio. Segundo a denúncia, eles efetuaram disparos de arma de fogo contra cinco pessoas durante uma partida de futebol. “Coronel” costumava se esconder no Complexo da Maré, na Zona Norte, mas, segundo informações recebidas pelo Disque Denúncia, ele chegou a se esconder na Vila Aliança, que causou insatisfação no traficante Rafael Alves, o “Peixe”, e ainda indicou que outros chefes do tráfico de drogas do TCP, não estariam querendo a presença de “Coronel” em seus redutos, o que faria com que a polícia fizesse constantes operação nas comunidades, para prender o traficante.Assim sendo, a DHC, solicita que quem tiver informações sobre a localização dos dois criminosos e a identificação de “Debochado”, favor entrar em contato pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia:Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

A expansão do TCP no Brasil

De acordo com informações divulgadas na pagina Submundo Criminal, algumas das poucas comunidades da facção Guardiões do Estado (GDE) no Rio Grande do Norte ao invés de optar de migrar para o Sindicato do Crime-SDC optou para migrarem pro Terceiro Comando Puro-TCP Com isso o TCP estaria presente no total deseis estados: Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco. Existe a suspeita de que o grupo estaria também em Goiás. Já houve notícias da presença da facção no Amazonas e Distrito Federal.

De mero traficante do CV a contador do TCP na Maré, confira a evolução de bandido no crime

Confira agora a história de um traficante que era do Comando Vermelho, passou pela milícia e se tornou um dos principais integrantes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré. Segundo a Justiça do Rio, Pablo atuava no tráfico na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, reduto do Comando Vermelho. Ele teria se desentendido com traficantes locais, fugindo daquela comunidade com dinheiro do tráfico, passando a morar em Nova Iguaçu, onde também teve problemas com a milícia local. Foi quando, então, por intermédio do vulgo “Bebezão”, Pablo se mudou para Vila do João, comunidade dominada pelo “TCP, passando a atuar no tráfico como contador. Ele teria conquistado prestígio na organização, elevando se na hierarquia do crime, passando de depositante a responsável pela cooptação de moradores da região para realização de depósitos fracionados da comunidade. Em fotos divulgadas nas redes sociais, ele pousou com armas, drogas, dinheiro e em companhia de outros traficantes da Vila do João, inclusive acenando com gestos representativos da organização criminosa “Terceiro Comando Puro” — TCP,

Chefão da Vila Aliança (TCP) mandou construir um supermercado para lavar o dinheiro do crime

A quadrilha do traficante Peixe da Vila Aliança lavou o dinheiro na construção de um supermercado além de uma loja de câmbio e turismo. Ficou demonstrado que o valor total da obra até a inauguração do supermercado e a continuidade deste negócio seria incompatível com a capacidade econômica financeira dos investigados empreendedores do estabelecimento comercial, os quais, contrataram, inclusive, com um consultor de Supermercado, cujo o pagamento teria ocorrido em espécie. A ex-esposa de um traficante figurava como a titular da empresa de turismo mas o verdadeiro empresário e administrador do negócio, seria um bandido, sem contar a forma em que ocorrera a aquisição da empresa, sempre através de dinheiro em espécie, evidenciando assim pratica do crime de lavagem de dinheiro, e ocultando os verdadeiros responsáveis pelo estabelecimento. A tentativa de transferir recursos dentro do sistema financeiro, misturando-os com as transações de uma empresa controlada, traz várias vantagens para os que fazem a lavagem. Em primeiro lugar, o criminoso tem maior controle sobre a empresa usada, quer por causa de uma propriedade benéfica, quer por causa de uma ligação estreita com o devido proprietário efetivo – o que reduz o risco de vazamento de informações para as autoridades de repressão de dentro daprópria empresa -, tal como ocorrera nas duas empresas citadas. Por outro lado, a instituição financeira usada para fazer as transações tende a não desconfiar tanto de grandes flutuações de saldo na conta de uma empresa: grande parte das pessoas que trabalha com serviços financeiros já espera altos e baixos durante o ciclo de negócios. Mas sea flutuação ocorresse na conta de uma pessoa física, as suspeitas seriam bem maiores Outro detalhe é que as referidas atividades empresariais lidam principalmente com dinheiro em espécie e por isso as instituições financeiras não considerarão tão suspeitos grandes depósitos em espécie. Peixe também emitia ordens da organização criminosa para os atos de depósitos identificados como provenientes de moradores das comunidades dominadas pelo Investigado, os quais são realizados para aquisição de drogas e armas para o grupo, a este devem ser imputados, haja vista o domínio sobre os fatos. A utilização de moradores da comunidade, interpostas pessoas, para fins de depósitos de valores, tem por finalidade óbvia ocultar a origemilícita dos valores e dissimular o comércio ilícito de drogas com os destinatários, fato que constitui branqueamento de ativos.

Um dos chefes do TCP na Maré tem atuação destacada para além dos limites territoriais da favela. Veja seu poder

Um dos chefes do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo da Maré, o traficante Bill, Negão ou Mangolé tem atuação junto à facção criminosa para além dos limites territoriais deste conjunto de favelas. A investigação revelou que Mangolé tem influência, por exemplo, no Morro do Chapéu Mangueira, no Leme, uma das poucas comunidades na Zona Sul controlada pelo TCP. O bandido também chegou a oferecer apoio financeiro e bélico para a quadrilha do traficante Pai da Alma na guerra contra o Comando Vermelho pela comunidade da Vila Candosa, em São Gonçalo, no início desta década. Bill também cedeu “soldados” para o confronto com o Comando Vermelho na última guerra de facções na cidade de Niterói, mais especificamente no Morro do Estado. Em agosto de 2020, imagens mostraram uma uma festa no Complexo da Maré, na porção dominada pelo “TCP”, em que várias lideranças do tráfico daquele complexo de comunidades apareceram escoltados por seus “seguranças”, dentre eles Mangolé, Nas redes sociais, constantes são as postagens de apologia que fazem referência à liderança de “Bill” na comunidade. Um cordão de Bill faz apologia ao tráfico de drogas e tem o mapa do Complexo da Maré dentro do mapa do Brasil Em outras postagens há a comemoração ao aniversário do líder, inclusive com “música” enaltecendo o criminoso e foto de criminosos armados com referência ao líder e à localidade Vila dos Pinheiros. Mangolé ainda emite as ordens da organização criminosa paras atos de depósitos identificados como provenientes de moradores das comunidades dominadas pelo por ele, os quais são realizados para aquisição de drogas e armas para o grupo.

Traficante do CV condenado a 24 anos de prisão pelo assassinato de vereador em São Gonçalo cobrou satisfações das testemunhas do processo, que ficaram apavoradas

O traficante Sucesso que foi condenado essa semana a 24 anos de cadeia pela morte do vereador Aldecyr Maldonado em 2023 em São Gonçalo cobrou satisfações das testemunhas do presente processo, que restaram acuadas e apavoradas. O bandido imbuído de uma autoridade que não tinha, no dia dos fatos, atuava como verdadeiro “xerife” na localidade A vítima, por sua vez, morador antigo do município, desempenhava a legislatura municipal, em favor de uma sociedade democrática, consoante previsto na Constituição Federal de e era querido por todos. Um representante do povo foi morto em razão desse verdadeiro cenário de guerra. Sucesso, após o crime, comentou em suas redes sociais com a mãe de sua filha sobre a autoria do presente crime, com total desprezo à vida humana.Ele possu[ia posição de destaque e importância no organograma do tráfico de drogas local, dominado pela facção criminosa Comando Vermelho , sendo certo que fugiu do local após o crime e não sofreu qualquer represália da facção, o que demonstra o seu grau de comando dentro da mesma.

Justiça volta a punir PMs envolvidos em extorsões e homicídios de traficantes na Baixada Fluminense e que foram denunciados na Operação Mercenários

Deflagrada em 2022 a Operação Mercenários que prendeu PMs envolvidos em extorsões e homicídios na Baixada Fluminense continua rendendo na Justiça, Nesta semana, por conta de uma tentativa de homicídio ocorrida em 2019, a Corte determinou medidas cautelares contra sete policias, de vulgos Santinho, Benício, Magrelo, Sardinha ou Peixe, Marinho e outros dois sem apelidos. Os policiais foram acusados de no final da tarde do dia 14 de agosto de 2019, por volta das 16h, quando realizavam diligência no interior da comunidade Morro do Carvão, em Itaguaí, , fizeram disparos de arma de fogo contra P.D.S.S que se feriu tendo seu acompanhamente P.H,S;S conseguido fugir do local. As duas vítimas estavam em uma motocicleta, paradas e de costas, enquanto conversavam com terceiro, as quais, descontraídas e sem esperar, sem qualquer investida, foram alvo de diversos disparos de arma de fogo por parte dos agentes da lei. Foi determinado a suspensão do porte de armas, funcional e/ou pessoal; b) Afastamento dos serviços externos, lotando-os o comando militar a que vinculados apenas em serviços administrativos internos da corporação policial em que inseridos. Como forma de efetivação das medidas aqui deferidas, determino à serventia que adote as seguintes providências: a) Comunique-se a ao comando da PMERJ e ao SINARM/SIGMA, para as pertinentes providências; b) Oficie-se à CIntPM determinando o recolhimento das respectivas identidades funcionais dos denunciados que consignem autorização de porte e demais cautelas necessárias a tal provimento; Cumpridas as diligências acima deferidas, dê-se ciência ao Ministério Público. Segundo a investigação que resultou na Operação Mercenários, os policiais militares irmanaram para praticar de homicídios e a fraude processual. Os gentes enquanto componentes do GAT, em vez de efetuar a prisão de criminosos, buscavam, sim, a execução de alguns deles, ou qualquer um que achassem que fosse componente do “tráfico” como forma de pressionar a quadrilha de traficantes que ali domina a lhes pagar valores a título de corrupção, havendo indícios de ser uma constante na atuação “policial” desviante, em escala de serviço compactuada pelos denunciados.

Os negócios controlados por Doca, chefão do CV no Complexo da Penha

Depoimento de uma testemunha em uma investigação antiga da polícia revela o poder que o traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, tem dentro do Complexo da Penha (CV). Segundo o que revelou, além de comandar o tráfico de drogas, Doca também é o responsável por controlar os pontos de mototaxistas, de lotadas (Kombis), a venda de cigarros clandestinos (contrabandeados ou falsificados), a gatonet (desvio de sinais de TV e internet), um bar de bebidas e entreterimento masculino, além das barraquinhas de festas que acontecem no Complexo da Penha, , ficando responsável por notadamente o “Baile da Gaiola. Doca também determina que moradores façam depósitos bancários de dinheiro proveniente da venda de drogas. Essa testemunha afirmou à polícia que era obrigada a comparecer a agências bancárias para depositar dinheiro em espécie. As contas bancárias que recebiam os valores earm informadas ao declarante através de mensagem do aplicativo Whatsapp. Após executar os depositos bancários, o declarante tinha que apagar essas mensagens e entregar os comprovantes de depósitos bancários para a pessoa que lhe “pagou a missão”. Por ela, recebia R$ 100, Informou que mesmo que quisesse recusar agir sob as ordens dos traficantes não poderia porque em represália seria castigado por Doca e;/ou com a suspensão de suas atividades no ponto de mototáxi por pelo menos uma semana ou seria alvo de coisa pior; que o declarante precisa de atuar nessa função para sustentar sua família e o dinheiro que consegue com os depósitos ajudava muito na sua renda. A investigação também revelou que Doca começou no crime atuando como gerente de Elias Maluco e por essa função recebia R$ 7.000 por semana Conhecikdo também como Paraíba, Doca comanda a Tropa do Urso, um grupo de “soldados do tráfico”, treinados e fortemente armados para defesa, tomada e retomada de territórios da organização criminosa. Composto por mais de 300 marginais, provenientes de várias comunidades dominadas pela facção, mas principalmente aqueles da região dos complexos da Penha e do Alemão, “Doca tem uma política expansionista pela dominação de territórios, subjugando facções rivais e moradores. .

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima