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Processos na Justiça Federal detalham organização suspeita de fabricar cigarros clandestinos sob liderança atribuída a Adilsinho

Investigações conduzidas pela Polícia Federal e processos que tramitam na Justiça Federal apontam que o contraventor Adílson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, é investigado por supostamente comandar uma organização criminosa estruturada voltada à fabricação e comercialização clandestina de cigarros. De acordo com peças processuais, a estrutura investigada é descrita como complexa e sofisticada, contando, segundo os autos, com divisão de funções e possível participação de empresários, advogados, pessoas ligadas a milícias privadas e até agentes públicos que estariam sob suspeita de colaboração. As apurações indicam ainda movimentação financeira considerada expressiva e atuação que não se limitaria ao estado do Rio de Janeiro, podendo alcançar outras unidades da federação. Suposta exploração de trabalhadores paraguaios Conforme relatado em decisões judiciais, a investigação aponta que cidadãos paraguaios teriam sido aliciados e trazidos ao Brasil para atuar em fábricas clandestinas, em condições que estão sendo apuradas como possivelmente análogas à escravidão. Os autos mencionam que trabalhadores teriam sido transportados vendados, com restrição de acesso a celular, submetidos a jornadas de aproximadamente 12 horas diárias, sem emissão de notas fiscais relativas à produção e sob contexto descrito como de intimidação armada. Essas circunstâncias ainda são objeto de análise judicial. Estrutura e divisão hierárquica Segundo a Polícia Federal, a organização investigada apresentaria hierarquia definida. Adilsinho é apontado nas investigações como possível líder do grupo, exercendo, conforme descrito nos autos, poder de coordenação financeira e estratégica. Abaixo dele estariam: Todos esses papéis constam como hipóteses investigativas descritas nos processos em andamento. Origem das atividades e histórico De acordo com os autos, o vínculo de Adilsinho com a contravenção ligada ao jogo do bicho e máquinas caça-níqueis remonta a meados dos anos 2000. As investigações apontam que, ainda naquela época, ele já teria influência territorial em áreas exploradas pela contravenção, o que, segundo a linha investigativa, teria facilitado a posterior expansão para o mercado clandestino de cigarros. As apurações indicam que, a partir de 2018, teria sido estruturada a fabricação e comercialização de cigarros clandestinos por meio de empresas formalmente constituídas, com possível apoio de responsável contábil ligado à empresa Cia Sulamericana de Tabacos, com o objetivo, segundo a investigação, de conferir aparência de legalidade às operações. Consta nos processos que teria havido manipulação contábil, emissão de notas fiscais consideradas ideologicamente falsas e declaração inverídica de rendimentos. Mudança de estratégia em 2021 Segundo a Polícia Federal, após procedimentos fiscais da Receita Federal e avanço das investigações criminais em 2021, o investigado teria abandonado a tentativa de operar por meio de empresas formais, migrando para modelo integralmente clandestino. Ainda conforme os autos, naquele ano teria sido iniciada a montagem de um complexo industrial clandestino, com parte significativa das operações em Duque de Caxias, região onde, segundo a investigação, o grupo possuiria influência territorial. Movimentação financeira Relatórios anexados aos processos indicam que, em 2020, uma das empresas vinculadas ao investigado movimentou aproximadamente R$ 45 milhões na Caixa Econômica Federal e R$ 30 milhões no Santander, com predominância de operações em espécie. As autoridades apontam que o patrimônio atribuído ao investigado, sob suspeita de ter sido adquirido com recursos ilícitos e posteriormente submetido a mecanismos típicos de lavagem de capitais, ultrapassaria R$ 25.192.812,50, além de cerca de US$ 1.000.000,00. Esses valores constam em relatórios periciais e ainda dependem de conclusão judicial definitiva. Capacidade produtiva das fábricas Uma das fábricas clandestinas investigadas teria faturamento mensal estimado em, no mínimo, R$ 9 milhões, considerando produção aproximada de 150 caixas por dia, com 50 pacotes por caixa e 10 maços por pacote, vendidos a cerca de R$ 4 cada unidade. Os números são estimativas apresentadas nos autos e fazem parte da investigação. Episódios de violência e apurações paralelas Os processos também mencionam que integrantes do grupo seriam investigados por atuar como segurança armada da estrutura clandestina. Consta ainda referência à morte de um ex-policial militar, proprietário de duas empresas que estariam sob suspeita de terem sido utilizadas para dissimular valores supostamente provenientes da atividade ilícita. Ele foi executado a tiros em 15 de junho de 2023, na Barra da Tijuca. Eventual relação com disputas internas ou comerciais é objeto de investigação. Interceptações telefônicas autorizadas judicialmente registraram conversa entre um homem identificado como Alex e uma mulher chamada Jordana, na qual ela demonstraria receio de sofrer represálias ao atuar em negócios que poderiam contrariar interesses atribuídos ao grupo investigado. O conteúdo integra os autos e ainda será analisado no curso da ação penal. O grupo é investigado por diversos crimes De acordo com investigações em curso e elementos constantes em autos judiciais, o grupo investigado é suspeito da prática de diversos ilícitos, entre eles: Ainda conforme as investigações, o montante movimentado pelo grupo ao longo do período de funcionamento da atividade sob apuração poderia alcançar cifras milionárias. Os valores exatos seguem sob análise pericial e dependem de confirmação no curso da ação penal. As condutas descritas são objeto de investigação e ainda serão analisadas pelo Poder Judiciário, sendo assegurado aos citados o direito ao contraditório e à ampla defesa. De acordo com investigações em curso e elementos constantes em autos judiciais, o grupo investigado é suspeito da prática de diversos ilícitos, entre eles: Ainda conforme as investigações, o montante movimentado pelo grupo ao longo do período de funcionamento da atividade sob apuração poderia alcançar cifras milionárias. Os valores exatos seguem sob análise pericial e dependem de confirmação no curso da ação penal. As condutas descritas são objeto de investigação e ainda serão analisadas pelo Poder Judiciário, sendo assegurado aos citados o direito ao contraditório e à ampla defesa. Situação atual Os fatos descritos integram investigações da Polícia Federal e ações penais em andamento na Justiça Federal. Parte das acusações já resultou em medidas cautelares e denúncias formais, enquanto outros pontos permanecem sob apuração. Até o momento, não há condenação transitada em julgado em relação ao conjunto dos fatos mencionados. As defesas dos citados podem se manifestar sobre as acusações. O advogado de Adilsinho disse que ele nega qualquer envolvimento em homicídios e máfia dos cigarros.

Segundo investigações e processos que tramitam na Justiça, quadrilha de Adilsinho é suspeita de envolvimento em pelo menos 19 homicídios cometidos nos últimos anos. VEJA RELAÇÃO DAS VÍTIMAS

Investigações conduzidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro e processos que tramitam no Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RJ) indicam que o grupo apontado como liderado pelo contraventor Adílson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, preso hoje, é suspeito de envolvimento em pelo menos 18 homicídios ocorridos nos últimos anos no estado. De acordo com decisões judiciais já proferidas, o bicheiro teve a prisão preventiva decretada em ao menos quatro desses casos. Nos demais episódios, a suposta participação do grupo ainda é objeto de investigação. Segundo consta em autos processuais, parte dos crimes teria sido cometida com o mesmo armamento, elemento que, conforme apontado nas apurações, reforça a linha investigativa de possível atuação coordenada. Casos sob investigação A seguir, a relação de vítimas mencionadas em investigações e processos judiciais que apuram eventual ligação do grupo: As investigações ainda apuram se há conexão formal entre todos os episódios. Atentados e possíveis conexões O grupo também é investigado por suposto envolvimento: Outro ponto destacado em investigações é que as armas utilizadas no homicídio do policial civil José Carlos Queiroz Vianna, ocorrido este ano em Niterói, teriam sido empregadas também nas mortes de Cristiano de Souza e Antônio Gaspazianni Chaves. A Polícia Civil apura eventual ligação entre os crimes. Outros investigados O policial militar Rafael do Nascimento Dutra, conhecido como “Sem Alma”, apontado em investigações como ligado a Adilsinho, responde a processo por pelo menos três homicídios mencionados nas apurações: Daniel Mendonça, Cristiano de Souza e Marquinho Catiri. Situação processual Parte dos casos já resultou em decretação de prisão preventiva. Outros seguem em fase de investigação, sem denúncia formal até o momento. As defesas dos citados podem se manifestar sobre as acusações. O espaço permanece aberto para posicionamento. O advogado de Adilsinho disse que ele nega qualquer envolvimento em homicídios e máfia dos cigarros.

Quadrilha especializada em furtos de caixas eletrônicos que envolvia criminosos do RJ e de SC com ajuda do CV já era investigada pelo menos desde 2022

Já em 2022, a Delegacia de Roubos e Furtos da Polícia Civil do Rio investigava a quadrilha que praticava furtos em caixas eletrônicos que contava com a participação de criminosos do Rio de Janeiro e de Santa Catarina com ajuda de traficantes do Comando Vermelho. Um dos alvos da operação de hoje, vulgo Dudu, já participava dos crimes na época O grupo arregimentava integrantes para a quadrilha e mantinha relações com membros da facção Comando Vermelho, com o objetivo de se homiziar em favelas e adquirir estrutura e veículos para realizar suas empreitadas criminosas. O bando fazia o arrombamento ou qualquer transposição de barreira física que permitisse o acesso a um estabelecimento comercial no qual existisse caixa eletrônico, para só então entrar no local e manusear equipamentos específicos para abertura de cofres, como a lança térmica. Eles faziam o rompimento ou destruição de obstáculo que impedisse o acesso ao caixa eletrônico. Dudu, alvo da operação de hoje, era guia” dos demais membros do grupo criminoso, transportando-os das comunidades onde estavam instalados para os locais eleitos para o cometimento dos crimes. Uma das bases do grupo no Rio era o Morro da Coroa, em Santa Teresa, e furtos praticados em Xerém, Duque de Caxias. Policiais explicaram que o modus operandi dessa organização consistia deles entrando em estabelecimento comercial, geralmente, na madrugada e faziam o arrombamento, por exemplo, se o estabelecimento comercial tivesse um caixa eletrônico e uma casa nos fundos ou uma igreja, o que fosse, eles entravam fazendo um buraco nesse outro imóvel para ter acesso ao estabelecimento que tinha um caixa eletrônico; que eles usavam lança térmica, que é um material que vai derretendo o caixa eletrônico e eles conseguem ter acesso onde está o dinheiro; As investigações que levaram a operação de hoje que terminou com sete presos foram feitas pela DRACO. Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra alvos no Rio de Janeiro e em Santa Catarina. Também foi solicitado o bloqueio de cerca de R$ 30 milhões vinculados ao grupo. A ação conta com o apoio de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Até o momento, cinco pessoas foram presas. As investigações apontam que se trata de uma organização interestadual com estrutura hierarquizada e divisão clara de funções. O grupo contava com núcleo de liderança, braço técnico-operacional especializado no uso de maçarico industrial, núcleo de inteligência responsável pelo levantamento prévio de alvos e setor logístico-financeiro encarregado da movimentação e ocultação dos valores ilícitos, por meio de sofisticado esquema de lavagem de capitais. Foi apurado que, nas ações contra caixas eletrônicos, integrantes oriundos de Santa Catarina se deslocavam ao Rio de Janeiro, onde recebiam apoio logístico da facção Comando Vermelho. Os narcotraficantes do Rio forneciam veículos roubados para fuga, maquinário e ferramentas utilizadas nas explosões, além de locais para abrigo e esconderijo antes e após os crimes. Os agentes identificaram movimentação de cerca de R$ 30 milhões ao longo de cinco anos, por meio de contas de pessoas físicas e jurídicas usadas para dissimular a origem ilícita dos recursos. Parte da lavagem ocorria em uma joalheria de Niterói, também investigada por ocultar valores provenientes do tráfico de drogas no Complexo do Viradouro, evidenciando a conexão entre crimes patrimoniais sofisticados e o financiamento do tráfico armado. Além do bloqueio de valores, foi requerida a indisponibilidade de bens móveis, imóveis e veículos de luxo vinculados aos investigados, com o objetivo de descapitalizar a organização e interromper seu fluxo financeiro. A operação mira, de forma simultânea, os núcleos operacional e financeiro do grupo criminoso.

ITAPERUNA: Por desconfiar que sua mulher tinha um caso com um casal, homem atirou neles e atingiu recém-nascido de 12 dias. Vítimas sobreviveram. Irmão que teria agido junto morreu depois do crime

Por causa de um suposto envolvimento amoroso de sua companheira com um casal, um homem atacou a tiros três pessoas em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, atingindo um recém-nascido de apenas doze dias de vida e o próprio casal. As vítimas sobreviveram. As informações são do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Os autos informam que o autor, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas A.G,S.S, S.S.O.S e L.M.S., sendo este último recém-nascido. O crime de homicídio não se consumou visto que as vítimas foram socorridas por populares que se encontravam no local, bem como em razão da arma ter picotado durante os disparos, O processo diz que o crime de homicídio em sua forma tentada foi praticado mediante emboscada e recurso que dificultou a defesa das vítimas; que foi praticado por motivo torpe, qual seja, possível envolvimento amoroso (¿trisal¿) de sua companheira com as vítimas Uma das vítimas reconheceu o acusado, que está com a prisão preventiva decretada e é procurado pela polícia. O irmão do autor também foi investigado no fato e teria agido junto mas, segundo a Justiça, faleceu no dia 6 de fevereiro em circunstâncias não reveladas nos autos.

Traficante do CV que teve transferência para presídio federal ratificada pelo STJ é suspeito de ser o mandante de dois homicídios em Teresópolis em guerra com o TCP e tem seu nome atrelado a morte de PMs do Choque

O traficante que teve negado recentemente habeas corpus pelo STJ, que manteve sua transferência para uma penitenciária federal é suspeito de ser o mandante de dois homicídios mesmo estando preso, de acordo com a decisão do próprio órgão. Segundo denúncia do Ministério Público Estadual do RJ, que constou no pedido de transferência para cadeia federal, mesmo segregado em unidade prisional estadual, o criminoso vulgo Playboy que é ligado ao Comando Vermelho teria participado como suposto mandante dos homicídios de Thiago Akira Miúra de Oliveira e Wellington de Freitas Ferraz ocorridos no contexto da disputa do comércio de drogas local com a organização criminosa auto intitulada “Terceiro Comando Puro (TCP)” e seus integrantes. O preso teria, ainda, seu nome atrelado às investigações de homicídio(s) de Policiais Militares do Batalhão de Choque de Duque de Caxias/RJ”. De acordo com o MPRJ, Playboy lideraria grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas, armas e prática de crimes violentos, com atuação em diversos bairros de Teresópolis/RJ. Para tanto, se utilizaria de aparelho de telefonia móvel e aplicativos de mensagens para coordenar o grupo”. Segundo a decisão judicial, Playboy ostenta elevado grau de periculosidade, de modo que a custódia em unidade prisional estadual colocaria em risco a estabilidade da segurança pública estadual”. No recurso em habeas corpus interposto junto ao STJ, a defesa de Playboy argumentou que não haveria justificativa para a transferência do preso, uma vez que além de ele não possuir infrações disciplinares, não foram apresentadas no processo provas indiscutíveis de sua participação como chefe de organização criminosa. Playboy está preso desde 2021. Na época, foram divulgados trechos de áudios em que ele fazia ameaça a policiais. “Não podem entrar na favela, que se eles tomarem um tiro dentro da favela não vai dar em nada. Se fosse o Choque (BPChoque) dava, mas eles (RECON) não dá, porque eles são a antiga “GTAN”, que o bagulho deles é a pista, a não ser que tivesse um carro roubado entrando na favela, aí daria, mas não teve”.

Justiça aponta nome de suspeito de matar candidato a ex-vereador em Tanguá. Ele teve a prisão decretada. Vítima foi morta porque se recusou a comercializar galões de água impostos pelo CV optando por fornecedores com preços mais justos

A Justiça decretou a prisão temporária de Paulo César do Amor Divino, vulgo Baiano, suspeito da morte do ex-candidato a vereador Carlos Henrique de Paula e Souza, o Cascudo do Gás, ocorrida em 27 de dezembro, no município de Tanguá. O nome dele ainda não tinha sido divulgado. Segundo os autos, a vítima foi atingida por 13 disparos de arma de fogo 9mm, na porta de seu estabelecimento comercial, em Tanguá. Segundo os autos, o crime foi motivado por uma represália da organização criminosa Comando Vermelho, em razão de a vítima ter se recusado a comercializar galões de água impostos pelo grupo, optando por fornecedores com preços mais justos, o que indica a motivação torpe. Os indícios de autoria tornaram-se robustos após a prisão em flagrante do representado no dia 31 de janeiro de 2026, ocasião em que foi surpreendido por policiais militares portando entorpecentes e uma pistola calibre 9mm. É imperativo destacar que o armamento apreendido possui as mesmas características cromáticas (verde escuro e bege) descritas detalhadamente por testemunhas presenciais do homicídio. Além disso, o investigado já vinha sendo monitorado como liderança da facção local no setor “Carandiru”, atuando diretamente sob o comando do vulgo “Canela de Vidro”, de acordo com o processo.

Moradores apavorados com guerra do tráfico em Niterói. “Não pude ir para casa”

“Moro em cima da coronel infelizmente é hoje não poderei ir pra casa depois do trabalho que Deus possa proteger minha família”. O relato é de um morador da comunidade Coronel Leôncio, na Engenhoca, na Zona Norte de Niterói, que desde o fim de semana tem sido palco de intensos tiroteios entre traficantes. “Que inferno isso! População não tem sossego nem depois de um dia de trabalho”, disse outra moradora. “Pqp esta terrível”, falou mais uma “Para que estamos dentro de um filme de guerra. 😢 tiroteio digno do exército” “Tá insuportável isso, diariamente tiroteio”. “Meu Deus que horror”. Por volta das 20:45 da noite de ontem, mais um intenso tiroteio iniciou-se na região do Fonseca. Um vídeo divulgado nas redes sociais mostrou um clarão e em seguida, um forte estrondo, provavelmente de uma granada que deve ter sido utilizada na guerra. Relatos indicam que a guerra está acontecendo na Coronel Leôncio e Santo Cristo, no Fonseca. A disputa é entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro e se acirrou a partir das últimas semanas de novembro. O TCP tomou áreas dos rivais na região e o CV agora está tentando recuperar.

Justiça decretou a prisão preventiva de homem ligado ao CV suspeito de ser o executor do dono de um depósito de bebidas em Osvaldo Cruz. Segundo denúncia, ele agiu a mando de um traficante que teve uma briga corporal com a vítima

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de um homem ligado ao Comando Vermelho conhecido como Todynho pela morte do dono de um depósito de bebidas. O crime ocorreu em agosto do ano passado no bairro de Osvaldo Cruz, na Zona Norte do Rio, Segundo os autos, Todynho teria agido a mando de um traficante vulgo Chamusquinha que uma semana antes do fato passou a integrar a boca de fumo do Morro do Campinho. Chamusquinha, de acordo com o processo, teve uma briga corporal com a vítima, identificada como Gabriel Martins, dias antes do crime A decisão judicial informa que Chamusquinha havia feito ameaças contra a vida da vítima do tipo “Vou te matar” e antes do crime, foi visto rondando diversas vezes as imediações mas não foi o executor. Ele não teve a prisão decretada ainda. Os autos dizem que durante os momentos anteriores ao crime, Chamusquinha foi visto gritando frases como: “Comando Vermelho! Vai morrer”. O texto da decisão judicial diz que Todynho foi reconhecido por uma testemunha como sendo do autor dos quatro disparos contra Gabriel. Ele chegou no depósito na garupa de uma motocicleta junto com um homem desconhecido do declarante. Desceu do veículo e ao adentrar no estabelecimento, sacou uma arma e efetuou os disparos. Depois fugiu, de acordo com o depoimento de uma testemunha incluso nos autos.

Policia investiga se subtenente da PM e perito da Civil foram mortos por causa de uma suposta disputa com o tráfico pelo comando de um clube em Piedade

A Polícia Civil investiga se o subtenente da PM Isaac Drumomd de Azeredo e o perito da Polícia Civil Sérgio Paixão Bonfim foram mortos por conta de uma disputa com o crime organizado pelo comando de um.clube, em Piedade, mesmo bairro onde ocorreu o crime ontem de tarde. Os policiais, segundo relatos divulgados na imprensa, estariam sendo ameaçados por traficantes do Morro do Dezoito, em Agua Santa, comandados por Jean do 18 do Comando Vermelho.

Miliciano foi achado esquartejado em Guaratiba. Ele era suspeito de ser traidor

O corpo ésquartejado achado hoje na Avenida das Américas, na altura de Guaratiba, seria do miliciano vulgo Di Dedo, segundo relatos nas redes sociais. Relatos apontam que ele foi morto pela milícia do PL que estaria matando membros antigos para colocar gente nova de confiança. Foi divulgado ainda nas redes que mataram Di Dedo porque estavan achando que ele estava passando informação para milicia rival.

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