Justiça mandou polícia apurar envolvimento de segurança em morte de funcionário de empresa em Três Rios após receber denúncia de que suspeito tinha dívida milionária com a vítima
Após mais de um ano do crime, a Justiça mandou a polícia apurar a participação de um segurança na morte de um funcionário de uma empresa ocorrida em novembro de 2023 na cidade de Três Rios, no interior fluminense. O suspeito estava junto da vítima no dia em que ela sofreu um atentado e morreu. Foi inclusive baleado. Mas o filho da vítima disse que o suspeito tinha duas dívidas com o pai, uma delas no valor de R$ 1 milhão e outra, R$ 15.000 que venceriam próximo da data do crime, dia 22 de novembro. Para investigar melhor o caso,, a Justiça autorizou essa semana a quebra de sigilo nos aparelhos celulares apreendidos durante o inquérito policial. O suspeito disse a policiais que acompanhava a vítima Moacir da Silva Pereira ao que seria uma visita a um sitio que estava exposto a venda quando foram surpreendidos por dois indivíduos que estavam em uma motocicleta. Afirmando que ele e Moacir deixaram o interior do carro, o investigado relatou disparos feitos por um dos rapazes na direção de Moacir e na sua direção. Em uma narrativa extensa e questionável, ele falou de sua relação com Moacir, com a empresa na qual a vitima fatal trabalhava e com negócios envolvendo compra e venda de armas de fogo. Afirmando trabalhar como segurança, disse narrou que acompanhava Moacir quando ele tinha que levar altos valores da empresa para a qual trabalhava. …” Com o intuito de esclarecer o episódio e encontrar informações sobre toda a dinâmica do ocorrido, a Justiça representou a Autoridade Policial pela conveniência de ser afastado o sigilo dos dois aparelhos de telefonia celular apreendidos para que possuam ser encaminhados para perícia onde deverá ser feita a extração de seu conteúdo para posterior consulta. O Ministério Público ofertou parecer onde manifestou-se favoravelmente ao deferimento da representação formulada pela autoridade policial. Assiste razão ao Ministério Público. Verifica-se que a medida pleiteada é o único meio para se alcançar os esclarecimentos devidos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro







