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denúncia

Peixão (TCP) pretendia montar uma loja no Paraguai para facilitar o envio de armas para o RJ

Tivemos acesso a denúncia do Ministério Público Federal contra o traficante Alvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão e Everson Silva, acusados de importar armas de guerra e trazer para o Rio por meio dos Correios. Everson buscava na internet anunciantes de equipamentos como bloqueadores de sinais e drones, bem como armamento, realizava a compra reiterada dos produtos escolhidos por Peixão e os entregava a este, como o fim de abastecer a organização criminosa. A “parceria” entre os dois era tamanha que “Peixão” cogitava abrir uma empresa de fachada, em conjunto com o primeiro denunciado, no Paraguai, local onde a comercialização de bloqueadores de sinais é permitida, e trazer, pormeio de outro membro da organização, os esquipamentos pela via terrestre ao Rio de Janeiro Na data de 10 de junho de 2024, o primeiro denunciado enviou a “Peixão capturas de tela do próprio celular, em que confirmava a compra de diversos fuzis com vendedores localizados no Paraguai e afirmava que iria buscar o armamento pessoalmente Everson era responsável pelo primeiro contato com diversos vendedores, a fim de comparar preços e forma de pagamento, bem como as condições deintrodução da mercadoria no país e depois repassava tais dados a Peixão. que, na condição de líder do TCP, escolhia quais produtos seriam adquiridos efornecia dinheiro para as aquisições Além de bloqueadores de sinais, armas e drones, os denunciados também adquiriam para a organização criminosa rádios de comunicação de longa distância e dispositivos aptos a interceptar comunicações policiais. Queriam até bazucas, Everson demonstra o pertencimento à facção Terceiro Comando Puro ao responder que os equipamentos que negocia serão suficientes para eliminar“Doca”, alcunha de Edgar Alves de Andrade, líder do grupo rival autodenominado Comando Vermelho. O sucesso da empreitada criminosa, garantida pela atuação dos denunciados na aquisição dos equipamentos proibidos, é comemorado por Péixão nosmeses de junho e julho Além da comunicação frequente com “Peixão”, líder da facção criminosa, também foi possível constatar que Everson mantinha contato constante com dois outros integrantes do Terceiro Comando Puro: indivíduos conhecidos como “Zero” (também chamado “TH”, e “Gordinho do Gás” (terminal ambos responsáveis pelo fluxo de valores do grupo, destinados a compra de equipamentos proibidos. Em síntese, “Zero” e “Gordinho” mantinham diversas contas correntes em nome de terceiros e, sob ordens de “Peixão”, transferiam a Evreson os valoresnecessários para as compras de drones, armas, bloqueadores de sinais e comunicadores, conforme se extrai dos diálogos datados de junho de 2024 e, em especial, do comprovante da transferência de R$30.000,00 (trinta mil reais) enviados por “Gordinho” ao primeiro denunciado, a fim de que este concretizasse a compra de mais um drone lançador de granadas: Na data de 12 de dezembro de 2023, Everson (identificado nas capturas de tela com a cor verde) entrou em contato com comerciante de bloqueadores de sinais, informando-o que pretendia realizar reiteradas compras semanais do equipamento18: Com o fim de evitar a interceptação de tais comunicações, “Peixão” sugeriu a Everson que este utilizasse terminal estrangeiro específico apenas para a negociação dos equipamentos proibidos. Everson tinha a função de negociar, adquirir e promover a importação de aparelhos destinados ao funcionamento da organização, tais como bloqueadores de sinais (utilizados para impedir o rastreamento de veículos e celulares, proibidos pela ANATEL), comunicadores de alta tecnologia e drones lançadores de granada (estes últimos apreendidos pela Polícia Federal em 15 de julho de 2024, quando foi preso. Ele também é responsável por planejar e efetivar a importação e a compra de armamento para os integrantes do Terceiro Comando Puro, incluindo revólveres, pistolas e fuzis, por meio de negociações com vendedores localizados no Paraguai, e custeadas pelo líder da organização criminosa Terceiro Comando Puro, Álvaro Malaquias, conhecido como “Peixão”. Peixão providenciava os recursos financeiros para que Everson promovesse a importação de mercadoria proibida, consistente em dispositivo bloqueador de sinal de radiocomunicação (BSR) utilizado para abater drones, comercialmente designado “fuzil anti-drone”. FONTE: Ministério Público Federal do RJ

Tráfico (CV) mandou moradores sequestraram ônibus para fechar rua no Engenho Novo em protesto contra a PM

Traficantes do Morro do São João mandaram moradores fecharem a Rua Barão do Bom Retiro, no Engenho Novo, para protestar contra policiais militares. Ônibus foram sequestrados e usados para obstruir a via. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, de acordo com o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares foram até a Rua Barão de Bom Retiro verificar informações de que ônibus estariam na via sem as chaves, nesta terça-feira (25/03). O reboque foi acionado para a liberação da via. A motivação destas ações é uma represália contra a ocupação no Morro São João que ocorre desde janeiro e tem como objetivo principal impedir disputas entre facções rivais do Morro São João e dos Macacos. Hoje não foi registrado confronto com as equipes da polícia militar nessas comunidades. FONTE: Diário das Comunidades (WhatsApp) e PMERJ

TCP se divide em vários grupos para controlar cidades do Noroeste Fluminense. Violência empregada chama a atenção. LEIA TRECHOS

Investigação do ano passado revela a atuação da facção criminosa Terceiro Comando Puro nas cidades de Itaocara, Santo Antônio de Pádua e Aperibé, no Noroeste Fluminense, São quatro grupos da facção que agem na região com muitos de seus integrantes presos. Um deles é comandado por NV ou 33, que está preso, e que conta com os bandidos vulgos Tuiu (preso), Dumbo, Bruna, Alex (preso), Serginho (preso), Maiquinho (preso), Mayara, Toni (preso), Tonico ou Mika, Barata, Bianca. O segundo grupo é chefiado por Thurram (preso) e tem como membros Larissa, Pamela, Malvado (morto), Tk ou Tikão e Gudinho. Tem o bando de Zidane e Gigante, que conta com Verônica, Maria Eugênia e Renan. E o quarto grupo tem como cabeça, o traficante vulgo Cimá ou Fera, que estaria escondido no Complexo da Maré, e conta com Junior (preso), Bebê (preso), Raquel, Daniel, Farofa. Ainda tem um quinto grupo comandado por um homem chamado Onézimo e que conta com uma mulher chamada Thaynara, ]VIOLÊNCIA Chama atenção na investigação trechos de escutas telefônicas que mostram a violência empregada pelos bandidos. Há brigas entre os grupos. NV, por exemplo, recebeu uma ligação dizendo que queriam lhe matar na rua. Há violência empregada na cobrança de dívidas. Em junho do ano passadso, um bandido invadiu a casa de uma pessoa com arma em punho. A vítima se escondeu e os criminosos passaram a ameaçar seu companheiro. Tinham inclusive um pedaço de pau. A cena foi filmada. Foi constado que que essa situação teria tido como origem a venda de um celular furtado para o grupo, o que teria chamado a atenção da polícia e um dos criminosos teria sido notificado a comparecer na Delegacia para prestar esclarecimentos. Em uma escuta, um traficante contou que uma pessoa roubou a cidade inteira e uma mulher fala que NV quer matar essa pessoa e dá ideia de cortar as duas mãos dele.Em outra passagem, comentam sobre um menor de idade preso e uma mulher falou para matar esse menino e diz que quer matar alguém também. Sobre o rapaz que havia roubado celulares e repassado ao grupo, os traficantes disseram que iriam “passar fogo” nele. O bandido Tuiu ligou para NV e disse que teria sido enquadrado pelos “alemães” (grupo rival) e que eles estariam portando um facão. NV, então falou para ele buscar a arma e munições, para ir no rastro dos inimigos. Um outro traficante não plenamente identificado nesta investigação, foi flagrado falando que estava cheio de ódio, pois tem uma turma de fora bagunçando Itaocara, dando paulada nos outros e batendo em morador. Um comparsa, então, disse que vai pedir para mandar um “menor” para lhe ajudar que ele vai passar o “cerol” em tudo. Ele explicou que essas pessoas de fora são do Terceiro Comando e que só precisa de um braço (dupla) para voltar a matar e que quer ver sangue. Após tentarem matar um comparsa por causa de um derrame de drogas, um traficante disse que essas pessoas matam de “cara limpa” e iriam se “f…”, e acabar presos por não saberem matar, pois fazem isso no meio da rua para se mostrar. Foi descoberto ainda que um traficante vulgo Fera. ligado ao Comando Vermelho, estaria montando grupo próprio para vender drogas na localidade também, resultando em disputa por território. e no crescimento da violência, na medida em que as pessoas ligadas a ele estariam dispostas a matar e espancar pessoas para que servissem de exemplo. Um homem vulgo PL foi agredido pelo mesmo grupo em razão de dívidas com drogas. Bateram nele porque haveria dívida de R$250,00. Ele ficou internado no hospital local para ter os cuidados necessários. Um bandido se vangloriou de ter cometido o crime de homicídio tentado, chega a dizer a uma mulher que as vítimas tomaram poucos tiros, pois o tambor da arma não estava completamente carregado. Por causa de uma desavença entre bandidos, um traficante, em tom agressivo, pediu para seu irmão dar um tiro na cara de uma mulher envolvida com o tráfico . FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes escondidos na Vila Kennedy (CV) são suspeitos de matar policial penal em Santa Cruz. DH faz operação para capturá-los

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) faz uma operação para prender Thiago Ferreira Pinto, Caio Felipe Ferreira, da Cruz, vulgo Rezin, Hiago Ferreira Pinto, Fabiano da Silva Souza e Carlos Antônio Gomrs Junior, o Bradock. Os alvos são apontados como suspeitos do latrocínio do policial penal Henry dos Santos Oliveira. O crime ocorreu no dia 19 de dezembro de 2024, no bairro de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Na ocasião, sete indivíduos fortemente armados com fuzis e pistolas realizava um assalto a um depósito de bebidas. Enquanto parte do bando mantinha vigilância externa, os demais carregavam um veículo com as mercadorias subtraídas. Durante a ação, a vítima, tentou abordar um dos criminosoos.Neste momento, os comparsas, passaram a efetuar diversos disparos de revólver e fuzil contra o policial penal, que veio a óbito no local. Os marginais ainda subtraíram sua arma de fogo antes de empreenderem fuga. Os autores são todos integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, escondidos no interior da comunidade da Vila Kennedy. FONTE: Polícia Civil do RJ

Homens presos suspeitos de pertencer a milícia de Pedra de Guaratiba e que foram absolvidos por suposta falta de provas contaram terem sido agredidos e ameaçados de morte por policiais civis. “Disseram que iam me matar”

Dois homens que foram presos ano passado suspeitos de pertencerem a milícia de Pedra de Guaratiba e que acabaram absolvidos porque os policiais não comprovaram que eles estavam extorquindo comerciantes disseram que foram ameaçados de morte e agredidos pelos agentes. Um deles disse que ele e o amigo foram a um depósito, depois cortar o cabelo e em seguida comprar ração para um cavalo. Foi então que pararam dois carros. Os ocupantes do veículo estavam de preto e touca ninja. Eles lhe colocaram de cara no chão e disseram que iriam lhe matar, porque era da milícia. Ele disse, no entanto, que era trabalhador e atuava como mototaxista. Segundo o seu relato, os policiais lhe algemaram e o colocaram dentro do carro. Eles lhe deram socos. Depois eles saíram correndo com o carro e foram no sentido do Recreio. Depois do túnel, eles pararam o carro e continuaram lhe socando, dizendo que iam lhe matar. Na cidade da polícia, ficou algemado em um ferro. Disse que bateram com a sua cabeça na parede. Mandaram desbloquear o celular. Pediram a senha do celular e deram a senha para eles. O outro preso disse que. os policiais estavam com o rosto tampado. Não sabe por qual razão os policiais os prenderam. Disse que os policiais perguntaram se seu nome era Rodolfo e disse que não. Contou que os agentes disseram que seu nome era Rodolfo sim e perguntaram se tinha passagem. Disse que não. Então eles lhe bateram, dentro do carro. Eles perguntaram se fazia parte da milícia e disse que não. Falou que ees diziam que iriam lhe matar porque era o Rodolfo. Uma testemunha falou que conhecia um dos presos desde ,que ele entrou em seu estabelecimento comercial, no dia dos fatos, para comprar cerveja, que não falou com nenhum policial, neste dia, e que admite que paga taxas para a milícia, mas m nunca pagou nada para os dois presos. Segundo a Justiça, os policiais não viram a cobrança de valores e a acusação não chegou a demonstrar que ambos tinham a finalidade de praticar diversos crimes, dentre eles, extorsões. . Também não houve investigações preliminares e nem posteriores sobre o envolvimento dos réus com a milícia “A prova apresentada é insegura e traz mais dúvidas do que luzes, sobre o que realmente ocorreu no dia dos fatos”, dizem os autos. O MP recorreu da sentença e perdeu. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Ex-PM do BOPE preso suspeito de treinar e lavar dinheiro de traficantes do CV é investigado por duas mortes na Muzema

O chefe da Polícia Ciivl do Rio, delegado Felipe Curi, afirmou que o ex-PM Ronny Pessanha de Oliveira, o Caveira, preso ontem suspeito de treinar traficantes do Comando Vermelho e de lavar dinheiro da facção, é investigado por envolvimento em pelo menso dois homicídios cometidos na comunidade da Muzema, no Itanhangá. As vítimas eram responsáveis por alguns condomínios na localidade onde o ex-militar expulsava moradores e tomava conta dos imóveis. Para lavar o dinheiro do crime, o ex-PM usava uma suposta empresa de segurança. Chamou a atenção dos policiais que o criminoso fez em duas semanas depósitos de R$ 350 mil para essa firma. A sócia dele era a sua pópria mã, que também praticava atos de ocultação de valores. Em dois meses, foram mais de meio milhão de reais investidos. A empresa, segundo as investigações, não funcionava já que não tinha nenhum empregado cadastrado, além de ser sediada na própria residência de Ronny. A mãe de Ronny teria adaquirido umc arro de luxo no valor de R$ 200 mil. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 3 milhões que teriam sido movimentados por essa sempresa de fachada em menos de um ano, além de ter bloqueado também os veículos de luxo. Outros R$ 2 milhões movimentados pela sócia e outras pessoas vinculadas também foram bloqueados. Segundo a Polícia Civil, Ronny chegava com armas dse grosso calibre e expulsava as pessoas que estavam construindo na localidade e tomava para si os préidos. Ele também colocava outras pessoas para morar nos imóveis. O ex-PM se aporveitava do conhecimento de táticas operacionais que ele adquiriu para treinar os traficantres do Comando Vermelho Esses ensinamentos eram usados pelos criminosos na guerra contra facções rivais e contra policiais. FONTE: Polícia Civil do RJ

PMs poderão ser excluídos da corporação suspeitos de extorquirem turistas estrangeiros que portavam maconha na Zona Sul do Rio

Dois PMs do batalhão do Leblon estão sendo submetidos a conselho de disciplina que poderá representar pela exclusão deles da corporação acusados de extorquirem turistas na Avenida Niemeyer, que portavam maconha em maio do ano passado. Na ocasião, os estrangeiros estavam em um veículo Renault Kwid quando foram abordados por policiais militares, os quais encontraram um material semelhante à Cannabis sativa. Relataram ainda que os agentes, inicialmente, exigiram a quantia indevida de R$ 10.000,00(dez mil reais) em espécie e, após tratativas, reduziram o valor para R$ 5.000,00 (cinco mil reais). Diante da impossibilidade de pagamento imediato, foram orientados a se dirigirem a um shopping para realizar osaque. Informaram que retiraram o montante total de € 1.190,00 (mil cento e noventa euros) — e o entregaram aos policiais em um estacionamento nas imediações do Shopping Fashion Mall, de forma discreta, conforme as instruções recebidas. Após a entrega do dinheiro, afirmaram ter recebido o entorpecente de volta e, em seguida, foram liberados. Após a análise das imagens das câmeras de vigilância constatou-se que os turistas foram abordados no local indicado na denúncia. Além disso, verificou-se que os investigados deixaram o local da abordagem ̳escoltando‘ as vítimas, sendo possível visualizar, instantes depois, a entrada deles no interior do shopping, sem a presença dos investigados. Os turistas anotaram as placas das motocicletas utilizadas pelos policiais. Por meio das fichas de circulação e dos mecanismos de controle do 23o BPM, constatou-se que, naquele dia, os veículos estavam sendo utilizados pelos investigados Além disso, em relação a um dos PMs, por meio de diligência telefônica realizada via aplicativo WhatsApp, um dos turistas o acusou e o identificou de maneira categórica, pormeio de uma fotografia, como um dos autores dos fatos descritos. Recai, ainda, contra a sua conduta, que ao assumir o serviço no dia 23 de maio de 2024,deliberadamente e sem a devida autorização, não acautelou a Câmera Operacional Portátil (COP), deixando assim, de captar imagens relevantes para as investigações. Seguindo as investigações, não é razoável que duas pessoas sejam ̳escoltadas‘ após umaabordagem sem que os policiais tenham produzido qualquer registro do episódio. Além disso, ao localizaremmaterial assemelhado a entorpecente, deveriam ter conduzido os envolvidos à delegacia. A omissão nesseprocedimento comprometeu a regularidade da abordagem, resultando na formalização da acusação contra osagentes na 1a DPJM. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PM foi excluído da corporação após acharem em sua casa drogas com a sigla do CV, fuzil e munições

Foi expulso da corporação um PM que teve apreendidas em sua casa em Itaguaí ano passado 144 pinos contendo pó branco com a inscrição ‘Ouro Branco CV do Cpx do Sem Terra de Itaguaí’, um fuzil Colt, calibre .223 Armalite (5,56×45 mm), número de série C121201, além de uma mochila com 12 (doze) cartuchos intacto de calibre .45, 14(quatorze) cartuchos intacto de calibre 9mm, 05 (cinco) cartuchos intacto de calibre 7,62, 03 (três)cartuchos intacto de calibre 5,56 mm, 01 (um) cartucho percutido e não deflagrado de calibre .50(12,7x76mm) e 45 (quarenta e cinco) cartuchos intacto de calibre .40 e 01 (um) tablet, marca Samsung, cor Grafite, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor prata, modelo A1633, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor cinza claro, modelo A1633, tela arranhada, 01 (um) telefone, marca Samsung, cor azul claro, 01 (um) telefone, marca REDMI, cor azul, tela trincada, 01 (um) telefone, marca Motorola, cor azul petroleo, danificado, 01 (um) telefone, marca Iphone, cor claro com detalhes dourado. Segundo a PMERJ, é considerada transgressão disciplinar grave o envolvimento de PMs em condutas delitivas envolvendo ―narcotraficantes‖ e usuários de ―drogas‖, conforme previsão na legislação em vigor, ou ainda, as condutas de adquirir, guardar, ter em depósito, transportar ou trazer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar praticadas por Policial Militar, FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Cabo poderá ser expulso da PM suspeito de participar de furto de uma máquina de cigarros na Cidade da Polícia

Um cabo da PMERj está sendo submetido a comselho de disciplina que pode levar a expulsão dos quadros da corporação suspeito de participar do furto de uma máquina embaladora de cigarros que estava sob custódia na Cidade da Polícia Civil (CIDPOL). O fato teria ocorrido entre os dias 16 e 17 de fevereiro de 2023 e está sob investigação nos autos do Inquérito Policial n.o 404-00239/2024. O caso teve grande repercussão na imprensa na época. As apurações apontam que o cabo aparece em uma fotografia uniformizado com a farda da PMERJ, ao lado de vários policiais civis dentre eles um inspetor também envolvido na ação. Todos estão uniformizados e armados, sugerindo que o sindicado participou de uma operação em alguma área. É importante destacar que, no suposto dia do furto da máquina embaladora de cigarros naCIDPOL, o automóvel BMW, de placa RKMIE80, pertencente ao PM, trafegou pela Avenida Visconde de Albuquerque, no Bairro do Leblon/RJ, por volta das 21h09min (16Fev2023). Além disso, no mesmo dia, às 20h51min, a viatura ostensiva da DRFC, de placa RKK4G37, também passou por aquela via, o que leva a crer que o PM, após estacionar seu veículo nas proximidades do 23o BPM, embarcou na viatura da DRFC e, ao que tudo indica, o inspetor de polícia o aguardava. Logo após, a viatura da DRFC toma destino em direção ao bairro da Ilha do Governador/RJpela Estrada do Galeão, entre os horários de 22h37min e 23h00min, e de lá segue para a Cidade da Polícia com passagem pela Avenida dos Democráticos, registrado às 00h19min, Importante ressaltar que o veículo do PM somente tem registro de saída das proximidades do 23o BPM às 11h52min do dia 17 de fevereiro de 2023, levando as informações produzidas a crer Que o desvio do material ocorrido no galpão da DRFC, dentro das dependências da CIDPOL, ocorreu na madrugada do dia 16 para 17 de fevereiro de 2023 (quinta-feira para sexta-feira). Segundo consta no depoimento de um outroinvestigado pelo suposto furto da máquina embaladora de cigarros —, os dois policiais são muito amigos. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PMs foram expulsos da corporação acusados de pertencer à milícia de Meriti

Dois PMs foram excluídos da corporação suspeitos de participarem de uma milícia conhecida como ‘Comunidade Amiga’ que atuava nas comunidades conhecidas como “Malvina”, “Venda Velha”, “Parque José Bonifácio” e “Pau Branco”, todas situadas no município de São João de Meriti/RJ. Baixada Fluminense, no início desta década. Um dos envolvidos era responsável pela manutenção e conserto das armas de fogo utilizadas pela organização criminosa, bem como, sendo fornecedor de armas e munições. Ele está preso desde setembro de 2021. O outro PM era encarregado pela cobrança das taxas impostas aos moradores e comerciantes da localidade, inclusive, utilizando-se de violência para tanto. Ambos foram condenados em 2023 a penas de cinco anos de cadeia. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

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