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Sem dar detalhes sobre a investigação, Justiça decretou novas preventivas contra chefões do TCP na Maré

A Justiça voltou a decretar este mês as prisões preventivas dos líderes do Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré: TH ou Gabigol, Mangolê, Cria, Pescador e Chocolate (preso). Os autos não trazem detalhes sobre a investigação só afirmam que conduta atribuída aos acusados é de extrema gravidade, pois os injustos penais de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, embora destituídas de violência ou grave ameaça no núcleo dos tipos penais, somente se torna possível com a imposição de medo e terror aos societas que vivem nessa microssociedade onde vige o narcotráfico. Tais condutas, inclusive, malferem a bem jurídica ordem pública porquanto na exata medida em que ocorre a mercancia de drogas ilícitas, utilizando-se de armas de grosso calibre, a desafiar a segurança pública e agentes da lei, na hipótese de incursão e tentativa de retomada, pelo Estado de Direito, de território hostilizado. Além do comércio de drogas, os denunciados são responsáveis pela organização do domínio territorial da região, determinando o emprego de violência e o uso de armas de fogo, inclusive, aquelas de uso restrito e proibido, contra facções rivais e forças da segurança pública. FONTE: TJ-RJ

MP prendeu oito milicianos em Belford Roxo. Quadrilha tinha apoio de PMs corruptos e obrigava moradores a votarem em seus candidatos nas eleições

O MInisério Público Estadual prendeu oito milicianos com atuação em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, nesta terça-feira (29/04). Ao todo, 13 pessoas foram denunciou pelos crimes de constituição de milícia privada, extorsão e corrupção. As investigaçlões revelara, não só a atuação violenta da milícia, como também indícios de corrupção de policiais militares e de influência no cenário político local. A Surgiram indícios da intimidação de moradores que eram obrigados a votar candidato a vereador indicado pelos denunciados.  O grupo exercia controle territorial da região, cobrava taxas de comerciantes sob a falsa promessa de proteção e articulava crimes violentos contra desafetos. Entre os denunciados está Jefferson Damázio Luquetti, conhecido como Kim, apontado como líder da organização criminosa. FONTE: Ministério Público Estadual do Rio

Mensagens de várias partes do país anunciam fim da suposta trégua entre o PCC e o CV

Segundo postagens de várias partes do país que ciruclam nas redes sociais, teria acabado a suposta trégua anunciada entre as facções criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital, que chegou a ser admitida pelas autoridades. Segundo o que se comenta, as resistências contra a trégua PCC e CV em outras regiões fora do eixo Rio-SP podem ser um dos motivos para o fim da trégua. As disputas internas e os interesses particularidades dos negócios, locais e individualidade/poder podem explicar o processo. Nove estados diziam ter identificado “sinais concretos” de trégua entre PCC e Comando Vermelho (CV): Minas Gerais, Amazonas, Acre, Roraima, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe. Confira o que saiu a respeito: FONTE: Páginas Submundo Criminal e Replubique (Twitter)

Onze milicianos foram denunciados por sucessivos ataques a policiais em Seropédica no ano passado

Onze milicianos que agiam em Seropédica foram denunciados pelo Ministério Público Estadual por participarem de ataques a policiais civis no ano passado. Entre os acusados estão Chica, Léo Toda Hora, Coruja, GL, PKD, Gordinho, Mecânico e Russinho. Consta da investigação que, os integrantes do grupo paramilitar, estavam em área de mata, próximos as margens do rio Guandu fortemente armados e foram flagranteados por drones da DRACO – PCERJ Ato contínuo, os policiais civis que realizavam o monitoramento, foram atacados pela mata, sendo certo que dois policiais civis da equipe foram alvejados por disparos de arma de fogo. Os milicianos também participaram de uma emboscada contra policiais civis da Especializada, DRACO-IE (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especias). Os agentes foram atacados a tiros por milicianos chefiados pelo vulgo em Seropédica, ocasião em que dois policiais ficaram gravemente feridos. Os policiais da DRACO foram novamente vítimas de disparos de arma de fogo no mesmo mês de abril de 2024, em Seropédica. À época, após as mortes dos líderes Tubarão em fevereiro de 2024, e de seu sucessor vulgo Cientista, em março de 2024, estava havendo disputas territoriais e de poder em Seropédica entre as milícias do Zinho, Juninho Varão e Chica. Chica é um dos envolvidos na morte do estudante da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), ocasião em que duas crianças também foram baleadas. Houve, inclusive, alianças com a facção criminosa Terceiro Comando Puro-TCP, que domina diversas comunidades do Rio de Janeiro. FONTE: TJ-RJ

Traficante Peixão (TCP) usa recursos de empresas de internet para adquirir artefatos explosivos. Fornecedor da facção morreu em uma explosão em seu apartamento na Barra em janeiro. Bandido tem influência em tráfico de Minas

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, explora serviços de internet e TV por assinatura, por meio de duas empresas. Uma delas fornece o serviço exclusivamente para a comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu.impedindo a concorrência através de violência e coação. Peixão adquiri artefatos explosivos, com recursos provenientes de depósitos feitos pelas empresas, uma delas localizadas na Favela Boogie Woggie, na Ilha do Governador. Um membro de uma das firmas é um dos envolvidos na compra de explosivos. Ele é morador da comunidade Parada de Lucas, controlada por Peixão.Peixão também tem vínculo com bandidos de Minas Gerais. Ele exerce domínio sobre a comunidade Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, onde impõe símbolos religiosos e mantém controle territorial, consolidando sua liderança tanto no tráfico quanto nas atividades ilícitas. A investigação identificou nove indivíduos envolvidos, sete dos quais têm vínculo direto com Peixão, incluindo membros das empresas que operam sob sua orientação e aqueles envolvidos na aquisição de explosivos. O fornecedor destes artefatos explosivos morreu em 4 de janeiro de 2025, após uma explosão em seu apartamento no condomínio Caminhos da Barra, na Avenida Coronel Muniz de Aragão No imóvel onde o falecido morava, foram encontrados recipientes para transformarem-se em dispositivos explosivos, elevada quantidade de pólvora e outros apetrechos destinados à fabricação de explosivo, evidenciando que ali ocorria o depósito e todo o processo de industrialização dos artefatos explosivos. Com efeito, a investigação revelou que o morto, identificado como João Paulo fabricava e vendia bombas para a facção Terceiro Comando Puro, distribuindo os artefatos a diversas comunidades do Rio de Janeiro e Minas Gerais sob domínio de tal facção, com compradores já identificados. De acordo com informações policiais, João Paulo foi criado na comunidade da Rocinha, sob o comando do traficante “Nem”, integrante da facção criminosa TCP. Sua esposa declarou em depoimento que sabia da frequente ligação de seu marido com comunidades controladas pelo TCP, incluindo aquelas na Ilha do Governador. Declarou, também, que João Paulo realizava compras em nome de terceiros e recebia diversos pacotes de encomendas em sua residência, e que seu marido tinha envolvimento com elementos de comunidades dominadas pelo TCP. O laudo técnico emitido pelo Esquadrão Antibombas atestou que os artefatos explosivos encontrados no local da detonação possuem características idênticas aos artefatos previamente apreendidos em outras localidades sob o domínio da organização criminosa identificada como TCP (Terceiro Comando Puro). As informações ora apresentadas corroboram a hipótese de que os artefatos estavam sendo produzidos em larga escala por JOÃO PAULO, o qual, de forma sistemática, comercializava tais materiais bélicos para diversas comunidades controladas pelo grupo criminoso mencionado. Tal constatação pode ser plenamente verificada por meio do detalhamento de cada apreensão realizada, o qual evidencia a conexão entre os artefatos e as ações do referido criminoso; bem como por meio dos comprovantes de pagamento através de PIX. Cumpre ressaltar que existem diversos procedimentos nos quais foram encontrados artefatos explosivos produzidos e fornecidos por JOÃO PAULO às comunidades sob o controle da organização criminosa TCP. O procedimento nº 202-00053/2024, datado de 27 de outubro de 2024, foi instaurado em razão do apoio prestado pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro ao Gaeco do Ministério Público de Minas Gerais. A operação visava o cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra membros da organização criminosa Terceiro Comando Puro. A operação foi realizada com o auxílio da SEPOL, contando com a colaboração de diversas delegacias, incluindo a CORE. No decorrer dessa ação, quando as forças policiais realizavam incursão na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio, região dominada pelo TCP, foram surpreendidas por um ataque por traficantes armados, culminando em confronto que resultou na prisão de um indivíduo. Este sujeito estava na posse de um artefato explosivo, o qual, conforme evidenciado no laudo emitido pelo Esquadrão Antibombas, foi produzido por João Paulo. Durante as investigações, a viúva de João Paulo apresentou nesta delegacia comprovantes de depósitos por meio de PIX, os quais eram feitos em sua conta a pedido de seu marido. Alguns depósitos foram efetuados, no dia 10 e 13 de outubro. Em pesquisa aos bancos de dados oficiais, foi descoberto que os remetentes dos valores são vinculados ao tráfico de Minas Gerais e ao Complexo de São Carlos. Desse modo, diante dos comprovantes de depósito, os artefatos explosivos foram e provavelmente utilizados por criminosos na comunidade da Mineira, no Complexo do Estácio. O procedimento 020-09740/2024, datado de 09 de dezembro de 2024, foi instaurado em virtude de operação no Morro dos Macacos. Foram presos quatro traficantes de drogas do Terceiro Comando Puro portando cinco artefatos explosivos, os quais também foram fabricados por João Paulo. As empresas de internet usadas por Peixão, por exempo, efetuaram depósitos na conta da viúva de João Paulo de forma fracionada. Foi possível verificar com clareza, a partir dos depósitos realizados pelas firmas, de que se trata de uma única transação financeira, consubstanciada no pagamento de um lote de artefatos explosivos E ainda se verifica que o vendedor em determinado momento teve que se deslocar até o comprador, o que explica o depósito para a passagem. Note-se que numa dessas transações via PIX havia descrição “bomba” no comprovante de transferência, dessa forma, não resta dúvida de que as transações bancárias. A investigação descobriu que houve transferência de valores para a conta de João Paulo feitas por traficantes do São Carlos e também da Vila Aliança, além da Cabana Pai Thomás, em Minas Gerais. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Denúncia do MPF-BA descreve várias negociações entre Professor do Alemão (CV) e traficantes internacionais de armas. VEJA ALGUMAS

A investigação da Polícia Federal sobre tráfico internacional de armas revela que o traficante Fhillip da Silva Gregório, o Professor do Alemão, combinou com um integrante da quadrilha vulgo Índio a entrega de 35 (trinta e cinco) caixas de munição para fuzis em 28/03/2022, bem como que iria, na semana seguinte, entregar mais 100 (cem)munições. Na sequência das mensagens, Professor perguntou se estaria tudo certo com o frete de dois fuzis e 10 (dez) pistolas, ocasião em que Índio confirma que sim e envia a imagem de dois fuzis (com a seguinte legenda: “trouxe pro Bad no meu frete”). As mensagens trocadas na sequência revelam que Professor e Índio adquiriram armamentos e contrataram o frete em conjunto, bem como que as armas eram provenientes do Paraguai e que o freteiro entrega em São Paulo. Indio então encaminhou para Professor) diversos comprovantes de depósitos, fracionados em dinheiro, direcionados às contas bancárias de duas empresas de aviação no total de R$97.300,00 . Após encaminhar os comprovantes de depósitos para Professor em 04/05/2022 (fls. 17/18 Índio avisou que, no dia seguinte, retiraria as armas no ponto de origem, ocasião em que encaminhou para o traficante carioca o contato de um homem conhecido cmo Taito. Em outra negociação, um traficante de armas ofereceu a Professor opções de compra de fuzis semiautomáticos. O bandido carioca comprou dez unidades. O mesmo traficante ofereceu a Professor fotos de 20 pistolas. Depois disse sobre a chegada de 21 fuzis e questionou o carioca se ele possuía interesse, ocasião em que ele informou querer comprar dez ou, até mesmo, todas unidades. Professor apareceu negociando armas com o mesmo traficante. Na ocasião, ele indicou que as armas fossem entregues em Pedro Juan Caballero e em Ciudad del Este, ambas no Paraguai. Em 13 de março de 2022, Professor perguntou ao traficante se ele possuía novas pistolas e reclama da qualidade das pistolas anteriormente enviadas, pois teve de levá-las ao armeiro. No dia seguinte, o traficante enviou imagens de pistolas de variados modelos e preços, sendo que algumas possuíam o logotipo da importadora. Como o carioca não possuía dinheiro disponível para remessa imediata, ele pediu o envio de contas para depósitos no dia seguinte. Já em 14 de maio de 2022, o traficante enviou a Professor uma imagem de uma pistola e informa que chegaram 10 (dez) unidades modelo AREX19 , bem como que elas seriam entregues para o transportador, conhecido como Alemão. Ainda na mesma conversa, ele também ofereceu outro modelo e calibre (380) de pistola para Professor que disse não ter interesse na aquisição de armas calibre 380 para o Rio de Janeiro, pois o calibre “380 é fraco” No mesmo período de conversas, em 22 de maio de 2022, Professor voltou a reclamar da qualidade das armas, só que, desta vez, a situação diz respeito a fuzis que foram entregues. Ele envia um vídeo para o traficante em que reclamou da coronha dos fuzis e que a rajada de tiros não está funcionando. Além do descontentamento com as armas, Professor relatou que ocorreram perdas em razão de apreensões e mesmo assim, pagou os valores acertados com o traficante.. I) Apreensão pela PRF, no dia 04/05/2022, de 23 (vinte e três) pistolas da marca AREX (importada pela IAS) e de 33 (trinta e três) pistolas da marcaBersa, em Lavrinhas/SP. O flagrante foi efetuado em São Paulo e tinha como destino final o Rio de Janeiro: II) Apreensão, em 08 de maio de 2022, de (dez) pistolas marca AREX DELTA importadas pela IAS) e 40 carregadores20 em Capão Bonito/SP III) Apreensão pela Polícia Civil de Foz do Iguaçu, em 11/04/2022, de 10 fuzis e 19 carregadores na rodovia BR-277: Professor foi flagrado em conversas com um dos principais atravessadores de armas do Paraguai para o território brasileiro, conhecido como Alemão. Numa delas, o carioca enviou para Alemão notícia sobre a apreensão de dois fuzis encaminhados por ele na cidade de Medianeira/PR com duas mulheres em um ônibus que seguia para o Rio de Janeiro Em 02 de abril de 2022, Alemão enviou para Professor seu novo contato paraguaio e encaminha vídeos de dois fuzis que já estavam em sua posse e lhe haviam sido entregues pelo outro traficante de armas . Outro contato de Professor era Bolt, que lhe explicou como se daria o frete das armas para chegar ao Rio de Janeiro, explicando que o frete somente iria até São Paulo e o de Alemão chegaria ao Rio de Janeiro. Professor disse a que a travessia de pistolas ainda estava ocorrendo via Cidade do Leste e que ainda iria testar o envio de armas or Pedro Juan para ver se ia dar certo ou não. FONTE: Ministério Público Federal da Bahia

Quadrilha do miliciano Juninho Varão foi denunciada mas Justiça recusou alegando que foi arrolada uma única testemunha que desapareceu e talvez tenha morrido

O Ministério Público Estadual denunciou o miliciano Juninho Varão e membros de sua quadrilha como Xande, Arley, Lipin dos Predinhos, Jhon Jhon, Meia Lua e um outro chamado Jefferson pela sua atuação na comunidade da Lagoinha, em Nova Iguaçu bem como na cidade de Seropédica. Segundo a denúncia, o grupo pratica diversos crimes como a extorsão sistemática de comerciantes e moradores, os quais eram coagidos a realizar pagamentos periódicos sob ameaças de represálias. Além disso, o bando se apropriava de imóveis e bens móveis, expulsando moradores de suas propriedades para garantir lucros ilícitos. Outras atividades incluíam o controle de serviços clandestinos, como transporte irregular, fornecimento de gás e comercialização de cigarros ilegais.Para manter sua supremacia e eliminar qualquer oposição, a organização recorria a homicídios e intimidações, consolidando seu domínio territorial em áreas específicas, como os bairros de Cabuçu, Palhada, Valverde e Grão Pará, situados nos municípios de Nova Iguaçu e Seropédica. A Justiça, no entanto, rejeitou a acusação. Argumentou que o MP deflagrou ação penal arrolando única testemunha, que o inquérito policial informa ter desaparecido, e assim a despeito da mesma se comprometer a comparecer na delegacia e seguir com novos esclarecimentos, não mais retornou. E ao que tudo indica a testemunha faleceu. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante da Para Pedro (TCP) matou comparsa por vingança e tentou eliminar testemunha presencial do crime

A Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante da Favela Para Pedro, em Colégio, suspeito de matar um comparsa por vingança e por ter tentado também eliminar a testemunha do crime. Segundo os autos, no dia 23 de dezembro de 2024, no período da tarde, no interior da comunidade, o acusado efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima Wemereson Fernandes da Silva, que veio a óbito. O crime foi cometido por motivo torpe, qual seja vingança. Conforme restou apurado a vítima Wemerson e o denunciado haviam se desentendido dias antes, ocasião em que o denunciado fora agredido pela vítima, ambos traficantes do Terceiro Comando Puro. O crime foi cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, sendo certo que o denunciado ficou aguardando Wemerson passar de motocicleta, surpreendendo-o e realizando os disparos fatais. No mesmo dia e local, após a prática do crime de homicídio, o denunciado efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima para assegurar a impunidade do crime de homicídio praticado contra Wemerson, sendo certo que L passava pelo local do crime e presenciou o acusado efetuando disparos de arma de fogo fatais contra a vítima, sendo, portanto, testemunha visual daquele homicídio. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia pediu prisão de traficante Sabão de Camará (TCP) por homicídio e sumiço de cadáver mas Justiça negou

A Delegacia de Descoberta de Paradeiros representou pela prisão preventiva do traficante Sabão, que comanda as comunidades de Senador Camará, na Zona Oeste do Rio. Sabão e um comparsa são suspeitos do homicídio e ocultação de cadáver de Róbson Paulo da Silva Lima. Entretanto, a Justiça negou o pedido se baseando no parecer contrário do Ministério Publico Estadual que alegou que ainda existem diligências a serem realizadas para melhor elucidar o ocorrido. Os autos retornaram para a 2ª Promotoria de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro. Além disso, o caso foi distribuído para uma vara criminal que declinou sua competência para uma das Varas do Tribunal do Júri da Capital, que couber por distribuição. Sabão tem influência nas comunidades de Vila Aliança, Coréia, Rebu, Taquaral e Camará, todas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Seus domínios enãolimitam a uma área geográfica perfeitamente delimitada, chegando até a Campo Grande. FONTE: TJ-RJ

Chefe do tráfico do Dendê (TCP) mandou envolvidos na morte de motorista de aplicativo no Rio Comprido irem roubar um carro no dia do crime. Após o latrocínio, suspeitos foram pedir abrigo para o lider do São Carlos (TCP)

Segundo informações da Justiça, o chefe do tráfico do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, vulgo Neves, mandou os envolvidos na morte de um motorista de aplicativo no Rio Comprido no dia 6 de fevereiro irem roubar um carro. Os traficantes forneceram as motos e eles (três, os dois que foram presos e um foragido), além de um revólver e uma pistola. Os criminosos então partiram para a Lapa. Chegaram no local por volta das 18h, rodaram pelo centro da cidade a procura de um carro de alto valor, mas não encontraram. Continuaram rodando pelo Centro até acharem, por volta das 00h15min do dia 06/04/2025, o carro Duster, cor branca da vítima parado na Rua Santa Alexandrina, próximo ao número 565. Eles resolveram roubar o veículo. Um dos bandidos desembarcou da moto com a pistola e bateu na janela do carro com a arma e mandou a vítima descer; O motorista desceu e decidiu reagir, dizendo. “Vocês estão me roubando com arma de brinquedo”. A vítima entrou em luta corporal com um dos assaltantes. Os dois se atracaram e o bandido decidiu fugir sem o carro, correndo de volta para a moto. O motorista correu correu atrás do dele. O suspeito tirou o capacete para poder dirigir o automóvel subtraído, porém o capacete preto e laranja que ele utilizava acabou ficando dentro do veículo da vítima. Foi então que o compara disparou uma vez com a pistola, acertando a vítima, que veio a óbito. O outro bandfido ficou de longe, em sua moto, apenas olbservando. Após o disparo, os criminosos fugiram fogem para o Morro do São Carlos. Os três subiram o São Carlos e falaram com o chefe “Léo Empada”; que diisse que os três podiam ficar no morro até a poeira baixar; Por voltra das 2h do mesmo dia, os três voltaram para a Ilha do Governador. Um dos presos relatou que costumavam roubar juntos no Centro e na zona sul do Rio de Janeiro. Eles começaram a praticar roubos em janeiro de 2024. já praticaram vários roubos; As armas e as motos utilizadas nos crimes são sempre fornecidas por traficantes do Dendê; Eles focavam nos roubos de carros que depois eram vendidos no Dendê. Ele contou que durante a luta corporal contra a vítima deixou seu telefone celular IPHONE 15 cair; O outro bandido preso disse que recebeu uma chamada de telefone do comparsa praticar roubos pelo área do Estácio no Rio de Janeiro. Ele encontrou com o parceiro do crime na entrada do Morro do São Carlos. Eles foram até a Rua Santa Alexandrina, altura do número 565, para roubar um Creta,mas não acharam e deiciriram roubar o veículo do motorista de aplcativo mesmo. Disse que ficou de longe e viu quando o comparsa entrou em luta corporal com a vítima e a perseguição da mesma contra seu parceiro.. Falou que o outro cúmplice fez o disparo. Após o ocorrido, os três fugiram para o São Carlos. Ele ficou junto ao ponto dos mototaxista na entrada da comunidade e os outros dois subiram o morro para falar com o chefe “Léo Empada. Horas depois, voltaram para a Ilha. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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