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Comando Vermelho

GUERRA NA REGIÃO SUDOESTE: TCP teria tomado golpe e perdido áreas de Vargem Grande para o CV

Segundo informações que circulam nas redes socosis, traficantes do Comando Vermelho após muito tempo de conversa conseguiram fazer com que alguns soldados importantes do Terceito Comanfk Puro de Vargem Grande pulassem para a facção. Com isso, o TCP teria perdido o controle das comunidades Canal, Taboinha e Pombo sem Asa.. Como represália, o chefão do TCP, vulgo Gabriel Cocão resolveu dar um baque na comunidade do Canal.ação que teria terminado na morte de um Inocente Gabriel Cocão tinha apoio do TCP do Complexo da Maré Após a perda do território, soldados do grupo liderado por “GB” buscaram refúgio na Vila do João, no Complexo da Maré. Mesmo diante da derrota, os narcomilicianos divulgaram um vídeo se exibindo nas redes sociais. Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, a postura de GB gerou insatisfação entre alguns chefes do TCP, que não aprovaram as publicações do criminoso se divertindo e ostentando nas redes logo após a perda das comunidades para o CV. Ainda de acordo com a apuração, soldados da facção teriam avaliado que a exposição excessiva de GB tem chamado muita atenção para a Vila do João, onde o grupo está refugiado.

Homem envolvido em morte da menina Eduarda que foi morto um dia após o crime teria participado de assassinato de PM junto a suspeito de planejar homicídio da garota que foi preso hoje

Jefferson Bruno da Silva Oliveira, o Teleco, homem que, segundo a Polícia Civil do Rio, teria participado do assassinato da menina Eduarda Cruz dos Santos, de sete anos, em Nova Iguaçu, e que foi morto um dia após o crime, participou junto com Marcos Vinicius Moura da Silva, o Marquinho, do homicídio de um PM no ano passado, de acordo com informações da Justiça. Marquinho foi preso hoje suspeito de planejar o assassinato da menina. Segundo as investigações, o homem agiu como autor intelectual do crime e forneceu informações logísticas para a concretização do homicídio. Ele foi responsável por dar detalhes sobre a residência da vítima, além de ter reunido outros criminosos do Comando Vermelho para participarem do crime hediondo. Conforme os trabalhos de investigação, o fato teria acontecido após o criminoso dizer que o pai da vítima seria miliciano. Desta forma, os trabalhos de inteligência da unidade apontaram que a invasão à residência da família da criança foi orquestrada por traficantes da facção criminosa para executar o pai dela e subtrair bens. Durante o ataque armado, a menor foi alvejada por disparos de arma de fogo, vindo a óbito. No dia seguinte a morte da menina, o criminoso compareceu à residência da família dela sob o pretexto de prestar condolências. A Polícia Ciivl informou que no dia 20 de fevereiro de 2025, Marquinho assassinou um policial militar, na saída de uma casa noturna na Rodovia Presidente Dutra, em Nova Iguaçu. Após o crime, ele se escondeu no Complexo do Alemão, onde atuou ativamente para a concretização do assassinato da menina Eduarda. Conforme apurado, o homem não frequentava a região desde a morte do policial militar e o objetivo da visita seria verificar o nível de conhecimento das vítimas acerca de sua participação no crime. Sobre Teleco, ele foi encontrado morto, no mesmo bairro, um dia após o ataque à casa de Eduarda, o que demonstra uma tentativa de “queima de arquivo” e a ligação dos fatos. Ainda sobre o assassinato do PM, Marquinho teria dito no dia: “Pô cara, teve uma briga na Malibu, não tinha jeito, era o cara ou o Teleco. O cara colocou a arma na cabeça do Jefferson”.

Em meio a ação de traficantes que sequestraram coletivos para impedir operação na Cidade de Deus (CV), ex-chefe de Polícia Civil divulga áudio mostrando chefão dar ordens para parar tudo. “Quando eu mandar atravessar ônibus na pista é para tirar a chave e furar os pneus”. OUÇA

O ex-chefe da Polícia Civil do Rio, delegado Felipe Curi, divulgou um áudio em suas redes sociais mostrando que o traficante Sardinha, um dos chefes da Cidade de Deus, ordenando o caos na região. “Cara, vai tomar no c… Quando eu mandar atravessar ônibus na pista é para tirar a chave e furar os pneus mano. Porra, vamos dar trabalho aos caras. Já vai com uma faca e enfia no pneu”. ACESSE O LINK E OUÇA: https://www.instagram.com/p/DaVeXUORuFc/ A manhã de hoje foi de terror na região. Como retaliação a uma operação policial na comunidade para impedir o avanço do Comando Vermelho em Rio das Pedras, os traficantes sequestraram três ônibus para bloquear as vias e impedir a passagem das viaturas. Houve registros de lixeiras e barricadas incendiadas para dificultar o acesso das equipes. . Por conta da instabilidade, 10 linhas de ônibus tiveram os itinerários alterados, deixando de circular pela Edgar Werneck e pela Estrada Miguel Salazar Mendes de Moraes. alização e recaptura do criminoso, ligado a facção criminosa Comando Vermelho (CV) e considerado de Altíssima Periculosidade pelo sistema carcerário, Luciano da Silva Teixeira, vulgo ?Sardinha da CDD?, de 42 anos. Um dos principais líderes do tráfico de drogas em localidades da Comunidade da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, Sardinha seria o homem de confiança do criminoso Ederson José Gonçalves Leite, o Sam da Cidade de Deus, principal traficante e chefe do tráfico de drogas da CDD. Ele possui passagens sistema penitenciário, sendo preso pela última por Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Chatuba, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, em uma casa na localidade conhecida como Caracol. Sardinha que responde a processos pelos crimes de homicídio qualificado, associação para o tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, receptação e resistência, onde cumpre uma pena de 24 anos e 2 meses e 13 dias, atualmente em regime semiaberto, recebeu o benefício na modalidade de Visita Periódica ao Lar (VPL), referente as comemorações dos Dias dos Pais, saindo do Instituto Penal Benjamim de Moares Filho e não retornou. Diante dos fatos, e precisando cumprir ainda 11 anos de pena, contra o criminoso ?Sardinha? foi expedido um Mandado de Prisão, pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura , Motivo: Fuga, pelo crime de Homicídio, referente a processo de 2003.

PM alvo de operação por propina ao Comando Vermelho é acusado de executar jovem após vídeo que provocava milicianos em Nova Iguaçu

Um dos alvos da operação do MPRJ hoje contra PMs suspeitos de receber propinas de traficantes do Comando Vermelho na Baixada Fluminense, o policial Alan Silva do Nascimento é suspeito de matar Miguel Lopes Nascimento e atingir um homem chamado Higor em fevereiro de 2023 no bairro Cobrex, em Nova Iguaçu. O crime foi praticado por motivo torpe, em razão de disputa territorial entre grupos milicianos, com o objetivo de manter o controle da área onde os fatos ocorreram. O crime foi praticado com emprego de recurso que impossibilitou a defesa da vítima, visto que o denunciado e seu comparsa atacaram as vítimas de surpresa, efetuando disparos de dentro de um veículo em movimento, impedindo qualquer reação defensiva eficaz por parte das vítimas. Testemunhas disseram que Miguel colocou uma foto com arma; que depois, com 17 anos, a vítima colocou um vídeo dizendo “quer matar, mata agora, porque quando eu completar 18 anos já era; que a vítima estava provocando o pessoal do Cobrex. Miguel estava colaborando com a boca de fumo do Cobrex e o local tinha domínio de milícia. Os paramilitares mtiveram conhecimento do vídeo e queriam matar a vítima.Um conhecido alertou Miguel que os caras estavam de olho nele. O bairro na época tinha a atuação de justiceiros, entre eles Soró e Linguiça Após gravar um vídeo com ameaças, Miguel foi aconselhado a fazer um outro pedindo desculpas mas não deu tempo. O sobrevivente do fato chegou a acusar o PM como um dos participantes do crime chegando a dizer que Alan queria matar Miguel porque ele fazia muita besteira. Quando foi ouvido pela Justiça sobre o caso, Alan ficou em silêncio A operação de hoje O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Corregedoria-Geral da Polícia Militar, cumpre, nesta sexta-feira (03/07), sete mandados de busca e apreensão contra dois policiais militares investigados por associação criminosa armada e corrupção passiva majorada. O GAECO/MPRJ encontrou fortes indícios de que os dois agentes integram um esquema de recebimento de valores de narcotraficantes da facção Comando Vermelho para não combaterem o tráfico de drogas em comunidades de Japeri, na Baixada Fluminense. A investigação teve início a partir da apuração de crimes cometidos pelo policial militar, Alan Silva do Nascimento, que já resultou em denúncia por homicídio e em uma condenação por tráfico de drogas e posse ilegal de um fuzil e de munições de calibre restrito. O GAECO/MPRJ identificou a prática de diversos crimes de corrupção por Alan Nascimento e, de acordo com as investigações, por sua guarnição, autodenominada “Irmãos Metralha”, à época integrada pelos dois policiais alvos das buscas desta sexta-feira. Os agentes estavam lotados no 24º Batalhão de Polícia Militar, responsável pelo policiamento das cidades de Queimados, Japeri, Paracambi, Seropédica e Itaguaí. Os mandados, expedidos pelo Juízo da Auditoria da Justiça Militar a pedido do GAECO/MPRJ, estão sendo cumpridos em endereços nas cidades de Queimados e Nova Iguaçu, bem como no 20º Batalhão de Polícia Militar (Mesquita), atual unidade de lotação dos alvos.

Sob comando de Abelha, CV criou rede de células ainda na década passada para dominar Cabo Frio, aponta investigação

Pelo menos desde 2018, o traficante Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o “Abelha”, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho, coordena a expansão e o funcionamento da facção em Cabo Frio, na Região dos Lagos, por meio de uma estrutura criminosa dividida em células e inspirada no sistema de franquias empresariais. Essa organização foi alvo de uma grande operação deflagrada nesta quarta-feira pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que busca desarticular a estrutura operacional do grupo responsável pelo tráfico de drogas, controle territorial, ataques armados e imposição do domínio da facção na região. As investigações apontam que a principal área de influência do grupo era Unamar, distrito de Cabo Frio, onde o Comando Vermelho mantinha duas células locais subordinadas à liderança de Abelha. Havia ainda uma terceira célula instalada no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, de onde partiam ordens e o comando estratégico das ações criminosas. Segundo a Polícia Civil, a organização adotava um modelo semelhante ao de franquias empresariais: cada núcleo possuía autonomia operacional para administrar seu ponto de venda de drogas, mas permanecia subordinado à liderança de Abelha, seguindo determinações, estratégias e regras impostas pelo comando central. A primeira célula era chefiada por Demizinho, responsável pelo comércio de entorpecentes na Rua Sinagoga, Rua das Pacas e na Praça de Unamar. A segunda era comandada por Neurótico, que controlava a venda de drogas nas ruas Doze e Dezesseis, também em Unamar. Apesar da divisão territorial, os dois grupos atuavam de forma integrada e se uniam para promover ataques armados contra integrantes da facção rival, o Terceiro Comando Puro (TCP). As investigações revelaram ainda que Abelha comandava toda a estrutura criminosa a partir do Rio de Janeiro, coordenando as atividades da facção nas comunidades da Região dos Lagos. Ao longo das apurações, os agentes reuniram um amplo conjunto de provas, incluindo conteúdos extraídos de celulares e contas de integrantes da organização criminosa. As imagens mostram traficantes exibindo armamento de guerra, comercializando drogas, realizando incursões armadas contra áreas dominadas por facções rivais e instalando barricadas para dificultar a circulação de moradores e a entrada das forças de segurança. Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a descoberta de um sofisticado esquema de delivery de drogas. De acordo com a Polícia Civil, os usuários faziam os pedidos por aplicativos de mensagens, realizavam o pagamento e recebiam os entorpecentes no endereço indicado, em um sistema que funcionava como um serviço de entrega. Durante a operação desta quarta-feira, os policiais cumprem mandados e buscam apreender armas de fogo, drogas, aparelhos eletrônicos e outros materiais que possam ampliar o conjunto de provas e identificar novos integrantes da organização criminosa.

Chefão do Alemão (CV) teria pago indenização à família de criança de cinco anos que ficou tetraplégica após ser baleada em ataque para evitar investigação

Um relatório da Justiça obtido pela reportagem traz um episódio que chamou muito atenção: Após uma criança de cinco anos ser baleada e ficado tetraplégica durante um ataque promovido por traficantes que tentavam tomar o controle da comunidade da Coreia, em Inhaúma, o traficante Professor (já falecido) que era um dos chefes do Complexo do Alemão, pago uma indenização à família da vítima e determinado que ela não fosse levada para realizar o exame de corpo de delito, numa tentativa de evitar o avanço das investigações. Segundo um agente da 44ª DP, a delegacia recebeu informalmente a informação de que Professor havia colocado a família da criança em uma espécie de “caixinha”, oferecendo assistência financeira após o ataque. Em razão disso, os pais teriam sido orientados a não comparecer à delegacia nem submeter a criança ao exame pericial. Na época, o policial contou que a 44ª DP passou a receber uma sequência de registros envolvendo a comunidade da Coreia, região que, até então, não possuía histórico de homicídios, tráfico de drogas ou ocorrências graves. A partir daquele momento, começaram a surgir apreensões de drogas, armas, granadas, explosivos e outros materiais bélicos. Diante da mudança no cenário, foi criada uma equipe de investigação que passou a monitorar a região. Durante as diligências, os policiais encontraram muros e paredes pichados com inscrições do Comando Vermelho, indicando a tentativa da facção de expandir seu domínio para a localidade. Segundo o investigador, em dezembro de 2021 ocorreu um ataque a tiros contra um bar localizado nos fundos da Linha Amarela. Quatro criminosos, divididos em duas motocicletas, chegaram pelos fundos do estabelecimento e, após visualizar o alvo por cima de um muro, um deles efetuou diversos disparos contra o interior do bar. O atentado atingiu dois homens adultos e uma criança de cinco anos. Os policiais estiveram no Hospital de Bonsucesso e conseguiram ouvir os dois adultos feridos. Um deles era morador da região e havia trabalhado como uma espécie de segurança dos estabelecimentos locais, função que abandonou em razão da guerra pelo controle da comunidade. Segundo as investigações, ele era o verdadeiro alvo do ataque. O outro homem, que não morava na região, também foi baleado. Duas semanas depois, ambos morreram em decorrência de infecção hospitalar. Já a criança ficou paraplégica. O policial afirmou que a equipe tentou diversas vezes convencer os pais da criança a comparecerem à delegacia, mas não conseguiu. Foi então que receberam, informalmente, a informação de que Professor teria indenizado a família e determinado que ela não colaborasse com a investigação. Pouco tempo depois, ocorreu uma nova tentativa de homicídio, desta vez contra o irmão de uma das vítimas do primeiro atentado. Inicialmente, os moradores permaneceram em silêncio, mas esse sobrevivente resolveu procurar a polícia e passou a colaborar com as investigações, fornecendo detalhes sobre a atuação do grupo criminoso. Segundo o policial, a partir desse depoimento foi possível compreender melhor a estrutura da organização. Ele afirmou que fez um levantamento de todas as ocorrências registradas na região e constatou o aumento das apreensões de drogas, armas e explosivos, além de sucessivos ataques contra equipes da Polícia Militar durante operações noturnas. O policial explicou que, embora a comunidade da Coreia não integre o Complexo do Alemão, ela fica a cerca de 800 metros da região, o que facilitava a atuação do grupo criminoso. Durante o dia, os traficantes permaneciam fora da comunidade, mas, à noite, realizavam ataques armados contra pessoas que consideravam ligadas à milícia ou contrárias à expansão do Comando Vermelho. Ele também afirmou que diversos moradores da Coreia que trabalhavam na área de segurança pública foram obrigados a abandonar suas casas em razão das ameaças. Segundo seu depoimento, o líder do tráfico da Fazendinha e do Morro do Engenho, o bandido conhecido como Professor, aproveitou a proximidade com o Complexo do Alemão para cooptar moradores da própria comunidade, que conheciam a rotina dos vizinhos e indicavam quem deveria ser intimidado, expulso ou executado durante o processo de tomada do território. Um delegado afirmou que havia investigações em andamento sobre tentativas de invasão da comunidade da Coreia por integrantes do Comando Vermelho oriundos da Fazendinha. Segundo o delegado, uma das principais investigações dizia respeito à tentativa de homicídio contra um homem chamado Jayme, cujo irmão já havia sido assassinado. Temendo pela própria vida, Jayme decidiu colaborar com a polícia, fornecendo informações que permitiram identificar diversos integrantes da organização criminosa. A partir dessa colaboração, os investigadores reuniram fotografias e vídeos mostrando criminosos armados, exibindo drogas e dinheiro, além de registros em que os integrantes se apresentavam como pertencentes ao “bonde do Professor”. As imagens mostravam homens circulando ostensivamente armados durante as investidas para dominar a comunidade. O delegado afirmou que um criminoso conhecido como Cereja foi identificado como autor da tentativa de homicídio contra Jayme e exercia a função de “matador” da organização. Segundo ele, no ataque contra Jayme outra pessoa morreu e a criança baleada ficou tetraplégica. O delegado explicou que na época as investigações identificaram 11 integrantes do grupo criminoso. Os autos reuniram fotografias, vídeos e outros elementos que mostram os acusados portando armas, drogas e dinheiro. O delegado afirmou ainda que os traficantes costumavam sair da comunidade da Fazendinha durante o fim da tarde, à noite e durante a madrugada para invadir a Coreia, intimidando moradores e anunciando que pertenciam ao “bonde do Professor”. Em algumas ocasiões agiam fortemente armados; em outras, atuavam de forma mais discreta, contando com o apoio de pessoas que, mesmo desarmadas, colaboravam com o grupo. As investigações também apontaram que Professor era o chefe do tráfico na Fazendinha, subordinado ao traficante Marcelo Xará, e que o objetivo da organização era conquistar o controle do conjunto habitacional da Coreia por sua posição estratégica, próxima a importantes vias utilizadas para o comércio de drogas.

Da China e dos EUA ao crime no Rio: investigação revela rede nacional de produção e tráfico de fuzis. Um dos principais fornecedores foi preso hoje na Maré pela PF

A investigação que resultou em uma operação hoje da Polícia Federal no Complexo da Maré que terminou na prisão de envolvidos na produção e distribuição de fuzis em larga escala revelou que a quadrilha atua pelo menos desde 2023 com o tráfico internacional de armas e organização criminosa. O bando realizava a importação de componentes de armas de fogo de uso restrito, notadamente kits de fuzis e peças acessórias, oriundos dos Estados Unidos e da China, para com eles realizar a montagem em uma fábrica clandestina em Santa Bárbara D’Oeste/SP, com posterior entrega das armas às facções criminosas do Rio de Janeiro. Em 20 de agosto de 2025, dois integrantes do grupo foram presos quando transportavam peças suficientes para a montagem de 80 fuzis para um imóvel em Americana/SP, que segundo a polícia servia como depósito para o grupo. A materialidade foi comprovada por laudos técnicos que confirmaram: (i) a presença de maquinário industrial de precisão (CNC) na fábrica, compatível com a produção de armas (Laudo nº +751/2025); (ii) a existência de 2.018 arquivos de modelos 3D e 1.230 arquivos de programação CNC para peças de fuzis AR-15/M16 nas mídias apreendidas (Laudo nº 778/2025); e (iii) a natureza do material bélico apreendido no depósito (Laudo nº 766/2025). […] Alguns dos envolvidos faziam parte de uma mão de obra especializada para operar o maquinário na fábrica clandestina. Em 10 de outubro de 2023, um dos investigados foi preso na posse de 47 fuzis. Naquela ocasião foi descoberta uma fábrica de montagem de armas que operava sob a fachada de uma fábrica de móveis em Belo Horizonte/MG. Segundo aponta a prova até aqui colhida, esse preso, em prisão domiciliar, teria logrado transferir a produção dos fuzis para uma nova fábrica, desta feita em Santa Bárbara D’Oeste/SP, agora sob a fachada de uma fábrica de peças aeronáuticas e serviços de usinagem Em 09 de setembro de 2024, um outro membro do grupo foi preso em flagrante transportando 13 fuzis. A análise pericial feita a partir de quebra de sigilo de dados telemáticos deferida por esse juízo demonstrou que o armamento tinha como ponto de origem o município de Americana/SP, nas imediações da fábrica investigada, e como destino final o Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. As comunicações revelaram uma rotina de entregas ( remessas de 17 fuzis poucos dias antes) e novamente unindo a produção em São Paulo e o fornecimento às facções cariocas. Em 08 de agosto de 2025, com o prosseguimento das investigações e monitoramento do bando, a Receita Federal em Campinas/SP interceptou remessas oriundas dos Estados Unidos contendo componentes de fuzis dissimulados em caixas de piscinas e cadeiras de escritório, num total de 149 peças de fuzis. A ação de hoje A PF prendeu hoje na Maré três homens, entre eles o principal responsável pela logística do fornecimento de armas e munições para uma das maiores facções criminosas em atuação no estado do Rio de Janeiro, o Terceiro Comando Puro. Outro preso foi um homem que que auxiliava o principal alvo na tentativa de se evadir da Justiça*. Também foram apreendidos um fuzil, carregadores de alta capacidade, munições, um colete à prova de balas, celulares e documentos. Um dos foragidos preso na ação de hoje foi identificado como operador-chave da estrutura logística de fornecimento de material bélico para uma das maiores facções criminosas em atuação no Rio de Janeiro. Ele já havia sido alvo de investigações em outras regiões do Brasil pelo envolvimento na operação de fábricas clandestinas de fuzis, o que evidencia a dimensão nacional de sua rede de fornecimento de armamentos. Os crimes praticados pelo homem incluem organização criminosa majorada, fabricação ilegal de arma de fogo de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro. Um terceiro indivíduo foi preso por força de mandado judicial estava foragido pelo crime de tentativa de homicídio qualificado, além de também estar vinculado ao referido grupo criminoso que impõe domínio estruturado sobre diversas áreas do Complexo da Maré, por meio de intimidação, controle de acessos e supressão de direitos fundamentais da população local.

Unidos à milícia, traficantes do TCP atacaram a Muzema (CV)

O Comando Vermelho intensificou nas últimas semanas a tentativa de tomar Rio das Pedras, em Jacarepaguá mas a milicia e o Terceiro Comando Puro deram o contra-ataque. Segundo o repórter Bruno Assunção, soldados do TCP do Complexo da Serrinha e da Maré, que atualmente apoiam a milícia de Rio das Pedras, tentaram retomar, na madrugada desta segunda-feira, o controle da Muzema, no Itanhangá. . A Muzema já foi dominada pela milícia, mas passou a ser controlada pelo Comando Vermelho (CV) há algum tempo. É de lá que tem partido os bondes que atacam Rio das Pedras. Moradores relataram uma madrugada de intenso tiroteio durante a tentativa de avanço na região. Até o momento, não há informações oficiais sobre presos ou ferido O barulho dos disparos e de explosões assustou moradores de condomínios da Barra da Tijuca e do Itanhangá, que afirmaram ter ouvido a troca de tiros durante a madrugada. Em Rio das Pedras, que hoje estaria dividida, o clima continua tenso. Um morador relata que criminosos passaram pela localidade da Engenheiro Souza Filho, na altura de Rio das Pedras, gritando ‘Tropa do Urso’ e fazendo referências ao Comando Vermelho. Urso é o apelido de Edgar Alves de Andrade que também é conhecido pelos apelidos de 100 mil/Doca. Integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Serrinha foram vistos reforçando a presença do grupo em Rio das Pedras, em meio às constantes disputas pelo controle territorial na Zona Oeste do Rio de Janeiro. L

Após ameaças de traficantes, Claro ficou meses impedida de atuar em comunidade do Complexo da Penha (CV)

Equipes da concessionária Claro foram proibidas por meses de entrar em regiões do Complexo da Penha no ano passado. Uma cliente chegou a entrar na Justiça contra a empresa em razão da interrupção do serviço de Internet e mudou de operadora.  Consta no Registro de Ocorrência de ID 187227194 que no dia 27.01.2025 prestadores de serviço da operadora Claro compareceram à Rua Inácio Acioli, no bairro da Penha Circular, nas proximidades da Comunidade do Sereno, no Complexo da Penha para executar reparo na rede. Contudo, conforme aquele mesmo registro de ocorrência, os técnicos foram ameaçados e expulsos por por traficantes.  Pelo menos até junho de 2025 quando o processo criminal tramitou,  a concessionária  foi impedida de prestar qualquer serviço na localidade, deixando de atender inúmeros clientes. Hoje em dia não sabemos como está a situação.. A moradora disse que, quando contratou a empresa era possível a prestação do serviço de internet banda larga na área, tanto que o serviço foi devidamente instalado e, ao que tudo indica, funcionava regularmente. Entretanto, no início do ano de 2025, a a operadora comprovou que a manutenção deste mesmo serviço na região não se fazia mais possível, dada a crescente criminalidade que assola a cidade, sobretudo as regiões Norte e Oeste  A Claro argumentou ser dificil acessar esses locais atualmente para executar reparos, necessários muitas vezes devido aos danos causados por condutas dos próprios traficantes, que vandalizam o cabeamento das operadoras, eis que interessados em prestar os serviços em troca da contraprestação pecuniária como mais uma fonte de renda para o tráfico. A Justiça concluiu que exigir da operadora o reparo do serviço, assim que acionada pela consumidora, significaria pôr em risco a integridade física e até mesmo a vida dos seus colaboradores, o que não se mostra razoável e negou a indenização por dano moral exigida pela cliente. 

Mapa da guerra: veja como estaria a situação em Rio das Pedras em meio aos confrontos entre o CV e a milicia. VEJA VIDEOS DO ULTIMO CONFRONTO

Informações que circulam nas redes sociais apontam para a atual situação na comunidade de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, em meio aos confrontos que ocorreram nesta semana. Segundo relatos, os milicianos ainda estariam no domínio das localidades do Amparo, Rua Velha, Rio Novo, Condominio Floresta, alem do Areal 1 e 2 e Areinha e Pinheiro, inclusive cobrando taxas. Os traficantes do Comando Vermelho estariam.l no controle da Vila Caranguejo mas a facção também estaria presente em outras áreas que serviriam de passagem para o Sertão como.a Floresta, o Pinheiro e Rio Novo e Rio das Flores sendo que nestas duas últimas estariam escondidos em casas sem se expor ou atacar milicianos por receio de entregarem os esconderijos. Foi divulgado que o CV estaria presente com.as tropas do Urso da Penha, Zeus da Muzema e a equipe Caranguejo que está sendo comandada pelo ex-miliciano Kauan, que pulou para o.CV junto de outros paramilitares. Em meio a isso, traficantes do TCP teriam exibido armas dentro de Rio das Pedras em apoio aos milicianos A madrugada foi marcada por intensos tiroteios entre criminosos do CV e do TCP em Rio das Pedras. Segundo relatos de moradores ouvidos pelo repórter Bruno Assunção, os confrontos duraram cerca de quatro horas ininterruptas, com intenso barulho de disparos, explosões e gritos ao longo da madrugada. Casa de moradores foram atingidas.

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