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Comando Vermelho

Duas execuções, morte de policial e rumores de invasão: o barril de pólvora que virou o Muquiço (TCP)

Horas antes do ataque que terminou com a morte do policial civil Carlos Alberto Freire Neto, a Favela do Muquiço, em Deodoro, já vivia um cenário de forte tensão, segundo relatos que circulam entre moradores e em redes sociais. Na madrugada do mesmo dia, dois homens foram encontrados mortos na Rua Carolina de Assis, um dos principais acessos à comunidade. Informações que circulam na região apontam que as vítimas seriam supostos “X9” (informantes) executados por traficantes que atuam no Muquiço. Até o momento, porém, essa versão não foi confirmada pelas autoridades. O duplo homicídio é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que ainda não divulgou a identidade das vítimas nem informou a existência de suspeitos. Nos bastidores da guerra entre facções, também circulam rumores de que o Comando Vermelho estaria preparando uma nova tentativa de retomar o controle da comunidade, atualmente dominada pelo Terceiro Comando Puro (TCP). A disputa ganhou força após a prisão de Coronel, antigo chefe do tráfico local. Outra informação que vem sendo compartilhada, mas que também não foi confirmada oficialmente, é a de que o traficante Grisalho, apontado como um dos possíveis sucessores de Coronel, teria deixado o Muquiço e se refugiado no Complexo da Pedreira, em Costa Barros. Segundo esses relatos, ele enfrentaria dificuldades para manter o controle da comunidade e não teria efetivo suficiente para resistir a uma eventual invasão promovida por rivais do Comando Vermelho. Até o momento, não há confirmação oficial da Polícia Civil sobre qualquer mudança no comando da facção ou sobre a veracidade dessas informações.

Inocente morre baleado em ataque de uma facção a outra em Cabo Frio

Traficantes rivais invadiram ontem a Reserva do Pêro (CV), em Cabo Frio. Um jovem que não tinha nada a ver com a historia infelizmente foi atingido e morreu. Provavelmente o ataque foi realizado por traficantes do TCP. O rapaz trabalhava com o avô em uma serralheria e foi surpreendido pelos disparos no momento em que levava um rolo de fios até um carro. Imagens de câmeras de segurança de um estabelecimento no local registram o momento da ação criminosa. Ao perceber o ataque, Breno tentou fugir, mas acabou sendo atingido pelos tiros efetuados por um elemento. Segundo populares, o rapaz não possuía qualquer tipo de envolvimento com a criminalidade. Há suspeitas de que ele possa ter sido confundido durante a ação. A polícia foi acionada e isolou a área para a realização da perícia. Após os procedimentos técnicos, o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Cabo Frio. O caso será investigado pela 126ª Delegacia de Polícia (126ª DP), que busca esclarecer as circunstâncias do homicídio, identificar o autor dos disparos e determinar a motivação do crime.

JUSTIÇA FEDERAL CONFIRMA BRAÇO INTERNACIONAL DO CV PARA RECRUTAR BRASILEIROS PARA A GUERRA NA UCRÂNIA

A Justiça Federal do Rio de Janeiro passou a conduzir uma investigação de grande alcance que apura a existência de um suposto braço internacional do Comando Vermelho responsável por recrutar cidadãos brasileiros para atuar na Guerra da Ucrânia e, posteriormente, trazer ao país o conhecimento militar adquirido no conflito. O caso teve origem em um inquérito instaurado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil do Rio, inicialmente voltado para apurar crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas. No decorrer das investigações, porém, os agentes identificaram indícios de uma estrutura muito mais complexa, com possível atuação transnacional. Segundo os documentos judiciais, os investigadores apontam que Pedro Paulo Noel Cunha Ramaldes e Philippe Marques Pinto seriam integrantes de uma estrutura ligada ao Comando Vermelho que atuaria como uma espécie de “braço internacional” da facção. A suspeita é de que eles estariam envolvidos na arregimentação de criminosos brasileiros interessados em participar da Guerra da Ucrânia, além da disseminação, em território nacional, de técnicas e conhecimentos militares adquiridos durante o conflito armado. Diante dos indícios de internacionalização das atividades criminosas, a 1ª Vara das Garantias da Comarca da Capital declinou da competência para a Justiça Federal. O Ministério Público Federal concordou com o entendimento, sustentando que os fatos investigados apresentam características de transnacionalidade, enquadrando-se, em tese, na Lei das Organizações Criminosas. Ao analisar o caso, o juiz federal Marcos André Bizzo Moliari reconheceu a competência da Justiça Federal para conduzir a investigação, destacando que os elementos reunidos até o momento indicam possível atuação criminosa que ultrapassa as fronteiras nacionais. Com a decisão, a Polícia Federal assumirá formalmente a condução das investigações. O magistrado determinou que o corregedor regional da corporação indique a delegacia responsável pelo caso e o delegado que ficará encarregado do inquérito, podendo inclusive promover novos ajustes nas diligências inicialmente requeridas pela Polícia Civil. Além da mudança de competência, a Justiça Federal acolheu pedido do Ministério Público Federal para elevar o nível de sigilo do processo, restringindo o acesso aos autos em razão da sensibilidade das investigações. Os documentos também revelam que o inquérito, inicialmente instaurado para investigar tráfico de drogas e associação para o tráfico, acabou expondo uma hipótese investigativa inédita: a possível utilização de um conflito armado internacional como ambiente de recrutamento e treinamento de integrantes de uma das maiores organizações criminosas do Brasil. Caso os indícios sejam confirmados ao longo das investigações, o caso poderá revelar uma estratégia de internacionalização do Comando Vermelho, envolvendo não apenas o envio de brasileiros para uma zona de guerra, mas também a importação de experiência militar que, segundo a linha investigativa, poderia posteriormente ser utilizada em atividades criminosas no território nacional.

Traficante do TCP que levou golpe e perdeu áreas em Vargem Grande tentou acordo com rivais (OUÇA ÁUDIO) que não aceitaram e ainda debocharam. “Tá passando vergonha”. Mesmo assim, bandido ameaçou moradores e comerciantes (OUÇA)

Depois de ter tomado um golpe e perdido todas as comunidades para o Comando Vermelho na região de Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio, o traficante GB teria supostamente tentado negociar com rivais a retomada das áreas. Um áudio atribuído a ele que circula nas redes sociais reforça essa suspeita ]OUÇA:https://x.com/Vargensnoticia/status/2074545255471354212/video/1 O mesmo bandido também teve um áudio divulgado em que ameaçaria moradores e comerciantes da região OUÇA: https://x.com/Vargensnoticia/status/2074524655172333772/video/1 Segundo apuração do repórter Bruno Assunção, um dos áudios mostra o criminoso conhecido como BMW, apontado como uma das principais lideranças do CV, rejeitando qualquer possibilidade de acordo com o TCP. Outros soldados da facção também teriam se manifestado contra a negociação. O CV ainda debochou do CV; ENTENDA O CASO Entre sexta-feira e sábado, o Terceiro Comando Puro perdeu suas comunidades em Vargem Grande devido a um “golpe de estado”, agora todas pertencem ao Comando Vermelho. Segundo relatos, a troca de bandeira teria acontecido pois um dos chefes do TCP na região, vulgo GB, não estaria dando a devida atenção nas comunidades e deixando seus soldados “abandonados”. Com a mudança, GB e seus aliados buscaram refúgio no Complexo da Maré. Os principais articuladores da ação teriam sido os traficantes Orelha, chefe da comunidade Taboinha, e o Renatinho, que era um dos homens de confiança do GB. Na sexta, traficantes do TCP tentaram baquear a Favela do Canal porém não tiveram sucesso e um inocente acabou morto. Até o momento, o CV encontra apenas milicianos como resistência em Vargem Grande. O vídeo abaixo, mostra GB e seus aliados exibindo seus armamentos. Eles estariam escondidos na Vila do João (TCP). As comunidades que trocaram a bandeira foi: Pombo Sem Asa, Canal, Taboinha, Comunidade do 30, Paciência, Vila dos Crentes e Fundação.

CV comemora prisão de Canella com fogos e deboche nas redes. VIDEO

Traficantes do Comando Vermelho da comunidade do Castelar, em Belford Roxo, comemoraram com a prisão do ex-prefeito Márcio Canella Relatos dão conta de quase 10 minutos de fogos na noite da terça-feira. Os bandidos também postaram fotos debochando do político, que é pré-candidato ao Senado. “Cracudo fedorento. Se fudeu”. A prisão aconteceu durante a Operação Unha e Carne, que cumpriu 19 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro. Segundo a investigação, o grupo é suspeito de lavar dinheiro por meio de uma rede de postos de combustíveis. Entre os alvos estava Canella, que acabou preso por portar um fuzil A repercussão nas redes mostra o impacto da operação na Baixada Fluminense. Durante o seu governo, Canella disse que reprimiu o tráfico, principalmente com a retirada de barricadas. Toda vez que um bandido era preso, o então prefeito dizia que iria ”sentar no colo do capeta’

Veja vídeos que mostram suposta encenação de traficantes do CV para incriminar rivais do TCP em Jardim América por conta de granada deixada em telhado de creche. ACESSE O LINK

Assista os vídeos que mostram uma suposta encenação de traficantes do Comando Vermelho que teriam colocado uma granada no telhado de uma creche na comunidade de Furquim Mendes no Jardim América para incriminar os rivais do Terceiro Comando Puro de Vigário Geral com quem estão em guerra. Os vídeos mostram os bandidos posicionando um carro destruído como barricada bem ao lado de uma creche. Eles teriam tentado forjar um ataque com drone: colocaram o veículo praticamente inutilizado no local para simular que uma granada teria sido lançada por drone e culpar rivais de Vigário Geral e Parada de Lucas. As imagens ainda mostram os criminosos efetuando diversos disparos a esmo durante a ação. Usar uma creche como cenário para encenação criminosa. Isso é o nível que chegou. Acesse o link e assista https://twitter.com/CDFNOTICIA/status/2073921615679651923/video/1 Páginas ligadas ao Traficante Peixão desmentiu ataque da facção (TCP) no Jardim América.

Comando Vermelho domina principais comunidades de Paraty e ataque que deixou menino de 4 anos morto pode ter sido ação do TCP

A cidade de Paraty, na Costa Verde fluminense, vive um momento de tensão após a tragédia registrada no último fim de semana, quando um ataque a tiros no bairro Pantanal deixou um menino de quatro anos morto, uma menina de cinco gravemente ferida e um adolescente baleado. Enquanto a polícia investiga o crime, levantamento da reportagem mostra que as principais comunidades do município estão atualmente sob domínio do Comando Vermelho (CV), que ampliou sua presença na região nos últimos anos. Segundo apurado, a facção controla o próprio Pantanal, além das comunidades da Mangueirinha e do Condado, assim como a Iha das Cobras. O portal A Cidade da Costa Verde informou que o ataque deste domingo teria sido uma ação de integrantes do Terceiro Comando Puro (TCP) contra rivais do CV. Assim como ocorre em áreas dominadas pela facção na capital fluminense, o Comando Vermelho também ampliou a exploração de atividades econômicas nas localidades que controla em Paraty. O grupo, por exemplo, extorque barqueiros. O bando também controla áreas turísticas. Mais recentemente, em abril deste ano, a Polícia Militar prendeu o apontado chefe do tráfico no Pantanal, conhecido como “Luan dos Remédios”, durante uma operação em que foi apreendida uma pistola. O ataque Um ataque a tiros deixou um menino de 4 anos morto, uma menina de 5 anos em estado grave e um adolescente de 15 anos ferido na noite deste domingo, no bairro Pantanal, em Paraty. O crime aconteceu por volta das 19h30, quando três homens armados abriram fogo contra uma praça onde moradores acompanhavam uma partida de futebol e crianças brincavam. Os três jovens foram atingidos pelos disparos. José Heitor Dias Cerqueira, de 4 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu. Segundo uma moradora, o menino vivia em Salvador com a mãe e passava as férias na casa do pai, em Paraty. No momento do ataque, brincava na praça. Uma moradora, que preferiu não se identificar, contou ter ouvido cerca de 20 disparos e descreveu o desespero vivido pelos moradores. “Estava em casa com a minha família após o jogo quando ouvi cerca de 20 tiros. Desci correndo para a praça e vi o menino baleado no chão, todo mundo em desespero. Ele mora em Salvador com a mãe, estava passando férias com o pai, e aconteceu isso. A família está inconsolável”, relatou. Segundo ela, que mora na região há mais de 30 anos, o Pantanal sempre foi considerado um bairro tranquilo, o que tornou o episódio ainda mais chocante para os moradores. “Ninguém esperava isso. Os bandidos saíram atirando, e só tinha famílias na praça. Colocaram uma TV perto da quadra para o pessoal assistir ao jogo. Tem a pracinha, o parquinho, a quadra e um quiosque. Estava todo mundo reunido ali, com as crianças brincando. Existem outros bairros de Paraty onde a gente sabe que há disputas entre criminosos, mas aqui nunca teve isso. A gente entra e sai a qualquer hora, abre a garagem de madrugada, sai de casa. Aqui não tem assalto. Você dorme com a porta e a janela abertas. É uma tranquilidade que acabou”, lamentou.

CV e milicia voltaram a entrar em guerra em três regiões do Rio com relatos de mortes

Mais úm fim de semana de guerra entre o Comando Vermelho e a milicia em três regiões da capital fluminense com registros de mortes. Criminosos ligados à Tropa do Urso (CV) realizaram um baque simultâneo na Favela da Guarda e na Favela do Rato em Del Castilho, matando dois milicianos. Milicianos oriundos da Carobinha, em Campo Grande ligados ao GAT do Cara de Egua executaram um taficante ligado à Tropa do Flamengo (CV) na Vila Kennedy.. Paramilitares ironizaram Em Curicica, traficantes da Tropa do Tricolor (CV) avançaram e expulsaram os rivais ligados à milícia do Capitão América da Comunidade do Alto do Bela Vista.

CV teria expulsado o TCP de São João de Meriti e ampliado domínio na Baixada Fluminense

Segundo informações que circulam nas redes sociais neste fim de semana, o Comando Vermelho teria expulsado de vez os rivais do Terceiro Comando Puro de São João de Meriti. De acordo com as publicações, o CV teria conseguido retirar o TCP da comunidade Trio de Ouro, que tinha influência do traficante Lacoste, do Complexo da Serrinha, em Madureira. As tropas do Urso, Esquilo e Jetta teriam comandado a ação de expulsão dos inimigos da cidade. O repórter Bruno Assunção informou que o local teria passado a se chamar agora ‘Dois de Ouro’ em razão de o número dois fazer referência ao CV. O CV agora só encontraria resistência de milciianos na cidade. SAIBA MAIS https://twitter.com/bnn_oficiall/status/2073535753892610256/video/1

Ataques simultâneos e execuções espalham terror em comunidades da Zona Oeste do Rio

Ataques atribuídos ao Comando Vermelho, execuções e um duplo homicídio espalharam terror em diferentes comunidades da Zona Oeste do Rio nos últimos dias. Os episódios, registrados em Santa Cruz, Campo Grande e Paciência, evidenciam a escalada da violência na região. Na favela de Antares, em Santa Cruz, há relatos de que dois moradores foram sequestrados e mortos por milicianos. As vítimas foram identificadas como Leandro da Kombi e Jefferson Rodrigues. Já durante a madrugada, traficantes do Comando Vermelho teriam atacado a comunidade do Vilar Carioca, em Campo Grande. Dois dos invasores foram baleados, sendo um atingido por milicianos e outro por policiais militares. Um fuzil foi apreendido pela PM, enquanto outro armamento teria sido levado pelos paramilitares. Ainda em Santa Cruz, um miliciano teria sido executado durante uma investida do Comando Vermelho na comunidade do Rodo. Segundo relatos, os criminosos fugiram levando uma pistola da vítima e teriam utilizado uma bag de entregador para facilitar a aproximação e surpreender os rivais. Também durante a madrugada, um miliciano matou duas pessoas em um bar na comunidade da Urucânia, em Paciência. De acordo com relatos, o criminoso se desentendeu com um homem no estabelecimento. Quando o proprietário do bar tentou intervir para encerrar a discussão, também foi baleado. As duas vítimas morreram no local.

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