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Comando Vermelho

COINCIDÊNCIAS SUSPEITAS: Conversa entre TH Joias e Bacellar na véspera da operação ocorreu no exato momento que presidente da Alerj jantava com desembargador federal preso ontem

Na véspera da operação para prendê-lo, o então deputado estadual TH Joias chegou em sua residência por volta das 19h acompanhado de outros indivíduos, onde acompanha o processo de desmanche de sua residência até aproximadamente 21:40h. Durante esse período, o parlamentar realizau, de maneira concomitante, a troca de seu aparelho celular para passar a se comunicar por meio de outro terminal. Foi por meio deste novo número que TH mandou mensagem para o presidente da ALERJ, Rodrigo Bacellar e, posteriormente colheu orientações do que fazer com seu estoque de carnes para churrasco, insinuando, em tom jocoso, que os policiais que realizariam a busca no dia seguinte o subtrairia. Ouvido em sede da PF, Bacellar reconheceu que sabia que ocorreria uma operação policial que teria como alvo um parlamentar, em razão de um zum-zum- zum que percorria os corredores do parlamento fluminense. Além disso, ele confirmou que foi procurado por TH Joias na véspera da ação policial que lhe indagou acerca do tema. Sabedor de todo esse cenário, bem como do histórico notório de vinculação de TH Joias com o Comando Vermelho, Bacellar se manteve inerte quando se deparou com o vídeo encaminhado pelo ex-parlamentar, visto que estava diante de flagrante ato de obstrução de justiça, e não comunicou as autoridades para tomada de providências. Não seria difícil para ele tomar tal atitude, visto que, no exato momento em que recebeu o vídeo, Bacellar supostamente estava jantando com o Desembargador Relator do caso no Tribunal Regional Federal da 2a Região, Macário Ramos Judice Neto, preso ontem, na Churrascaria Assador, situada no Aterro do Flamengo. Como visto, tal zum-zum-zum e a conversa entre Bacellar e TH Joias coincidiu com o momento no qual Macário foi avisado por sua assessoria acerca da data precisa da deflagração das medidas pela autoridade policial responsável pelo inquérito. Foi possível inferir a total ciência de Macário sobre o que acontecia, naquele momento, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, visto que ele foi o provável emissor da informação sigilosa repassada ao alvo.

Polícia faz operação contra delivery do CV na Maré

Policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) sko, nesta quarta-feira (15/12), mais uma ação da “Operação Contenção”. O objetivo é cumprir mandados de busca oe apreensão contra envolvidos no comércio ilegal de armas de fogo, munições, tráfico de drogas e associação criminosa, delitos praticados por narcoterroristas vinculados ao Comando Vermelho. As diligências, que contam com o apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), ocorrem na Nova Holanda, Complexo da Maré, em outros pontos da Zona Norte e na Região dos Lagos. A operação é resultado de investigação da Desarme. Os agentes realizaram intenso trabalho de inteligência e análise telemática aprofundada, que permitiu identificar núcleos criminosos especializados na circulação de armamentos de alto poder ofensivo, na logística de munições e no abastecimento do tráfico. Parte significativa dos alvos está localizada no Complexo da Maré, além de outras áreas da capital, evidenciando a capilaridade da organização criminosa. Além do núcleo que opera de dentro da Maré, a investigação identificou um grupo na Região dos Lagos e outro grupo que faz “delivery” de entorpecentes em diversos pontos da Zona Norte. Como parte da “Operação Contenção”, a investida reafirma o compromisso da Polícia Civil com a asfixia logística e financeira das facções criminosas, atuando de forma estratégica para retirar armas de circulação, enfraquecer o poder bélico dos grupos narcoterroristas e reduzir sua capacidade de enfrentamento ao Estado. C

Saiba a estratégia usada pelo desembargador preso para proteger integrantes da quadrilha de TH Joias. Para Alexandre de Moraes, isso draga imagem do Judiciário

Preso hoje, o desembargador Macário Júdice Neto havia reconhecido que houve vazamento da operação para prender o então deputado TH JoiasEntretanto, o atribuiu e maneira leviana, às polícias Federal e Civil do Estado do Rio de Janeiro, conforme trecho transcrito a seguir9:“Com relação ao Dudu. Por que que não foram apreendidos, certamente, dinheiro, armas? Porque vazou. A operação vazou. E não foi na Justiça Federal. Eu fui contra a execução dos mandados junto com a Polícia Civil. Não porque desconfio ou não confio na Polícia Civil. Porque depois que três ou quatro se reúnem vira comício. Eu fui absolutamente contra e adverti o Superintendente: Não faça essa operação em conjunto. E fizeram. E tiveram a dificuldade de prender o TH, porque a operação vazou. Então talvez essa seja a situação. Não encontraram armas, dinheiro. Depoisdas 18h do dia anterior da prisão, já sabiam, quem é que ia deixar alguma coisa à mostra? A movimentação do desembargador se justifica como uma estratégia imediata de controle de danos, como uma espécie de seguro em relação aos atos que ele praticara dias antes. Tal articulação servia como forte indício de Macário fornecia à organização criminosa a proteção necessária para escudar seus membros políticos de medidas eficazes desta Polícia Federal. O objetivo desta movimentação era a manutenção do vínculo desses agentes políticos com o Comando Vermelho, facção responsável pelo maior controle territorial do Estado do Rio de Janeiro, o que se traduz em milhões de votos no pleito eleitoral que se avizinha. Para Alexandre de Moraes, tais elementos denotam o grau acentuado de vulneração à ordem pública decorrentes das condutas do investigado, que draga toda a imagem do Poder Judiciário para uma vinculação direta com a criminalidade violenta do Estado do Rio deJaneiro, de modo a vulnerar toda a credibilidade do sistema de Justiça

PF prendeu desembargador federal suspeito de vazamento da operação que resultou na prisão de TH Joias envolvido com o CV

Na manhã desta terça-feira, 16/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Unha e Carne 2 para investigar a atuação de agentes públicos no vazamento de informações sigilosas que culminou com a obstrução da investigação realizada no âmbito da Operação Zargun, deflagrada em setembro que culminou com a prisáo do entdo deputado estadusl TH Joias envilvido com o Comando Vermelho .. Na ação de hoje, a PF cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o desembargador do Tribunsl Regional Federsl da 2a Região. Macário Judice Nrmeto e dez mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A ação se insere no contexto da decisão do STF no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ (ADPF das Favelas) que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre a atuação dos principais grupos criminosos violentos em atividade no estado e suas conexões com agentes públicos.

Doca comanda esquemão de lavagem de dinheiro do CV. Veja detalhes

Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco), com o apoio de agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), realizam mais uma etapa da “Operação Contenção”, nesta terça-feira (16/12). A investida ataca o coração financeiro do Comando Vermelho, desarticulando um esquema de lavagem de dinheiro em larga escala comandado por Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, e Carlos da Costa Neves, o “Gardenal”. A ação inclui cumprimento de mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas pessoais e empresariais, sequestro de bens móveis e imóveis e o pedido de bloqueio de R$ 600 milhões.As diligências ocorrem na capital, na Baixada Fluminense e no município de Silva Jardim, no interior no Rio, além de Juiz de Fora, em Minas Gerais, e Pontes e Lacerda, no Mato Grosso. Também participam da operação policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e de unidades do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), além de agentes da Polícia Civil A investigação, que contou com o apoio do Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra), reforçou que o funcionamento da facção não se sustenta apenas pela venda de drogas, mas principalmente por um complexo sistema de lavagem de dinheiro, responsável por receber, ocultar, movimentar e reinserir valores ilícitos no sistema financeiro. Esse dinheiro financia a compra de drogas, armas, veículos, imóveis e a manutenção do domínio territorial. Ao atingir diretamente esse fluxo financeiro, a operação busca provocar o colapso do caixa da facção, retirando sua capacidade de custear a própria estrutura criminosa. As apurações apontaram que Doca, liderança do Comando Vermelho, e Gardenal, seu principal operador, estruturaram e coordenaram o esquema de lavagem de dinheiro, utilizando terceiros e empresas para dissimular a origem criminosa dos recursos. No centro desse esquema foi identificado o responsável por receber, concentrar e movimentar grandes volumes de dinheiro, tanto em contas bancárias pessoais quanto em contas de empresas sob seu controle, conforme demonstrado por Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs). As movimentações financeiras identificadas são completamente incompatíveis com a renda declarada, evidenciando que essas contas funcionavam como verdadeiras caixas centrais da facção, agora neutralizadas pelas medidas judiciais de bloqueio. O esquema se valia de mulas financeiras, ou seja, pessoas ligadas ao tráfico de drogas, à extorsão de moradores e à exploração de serviços ilegais, utilizadas para realizar depósitos em dinheiro vivo. Esses depósitos eram feitos em valores elevados, frequentemente fracionados, realizados em diferentes agências bancárias e muitas vezes no mesmo dia, por pessoas distintas. Esse padrão é clássico de lavagem de dinheiro e tinha como objetivo dificultar o rastreamento da origem ilícita dos valores, prática agora desarticulada pela investigação financeira. A Polícia Civil concentrou a investigação no caminho do dinheiro, demonstrando que, enquanto o crime se manifesta nas comunidades exploradas pela facção, os valores arrecadados seguem para contas específicas, onde são concentrados e redistribuídos para manter toda a estrutura criminosa. Os documentos demonstram que o município de Pontes e Lacerda, no Mato Grosso, foi utilizado como um dos principais pontos de concentração financeira, funcionando como base para recebimento e movimentação dos valores ilícitos, distante dos locais de maior visibilidade do tráfico, justamente para reduzir a exposição dos líderes criminosos.

Operação de combate ao CV já teve mais de 250 presos, 136 mortos, 460 armas e 50 mil munições apreendidas

A Operação Contenção”, uma ofensiva estratégica do Governo do Estado para conter e atacar o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho. é desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de ja resultou em mais de 250 capturados e outros 136 criminosos neutralizados em confronto. Foram apreendidas cerca de 460 armas, sendo 189 fuzis, e mais de 50 mil munições. Ontem, em mais uma ação da “Operação Contenção”, policiais civis da 31ª DP (Ricardo de Albuquerque) e policiais militares do 16º BPM (Olaria) prenderam um homem transportando 200 tabletes de maconha do Complexo da Penha com destino ao Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. O criminoso foi capturado em flagrante, neste domingo (14/12), durante o deslocamento, em Olaria.Após trabalho de inteligência, foi possível apurar que criminosos estariam transportando entorpecentes entre áreas sob influência da facção criminosa Comando Vermelho. De acordo com os agentes, o plano dos narcotraficantes era realizar o deslocamento da carga durante o jogo de futebol que ocorria no Maracanã, neste domingo, para tentar despistar a fiscalização. Com base nas informações apuradas, os agentes montaram um cerco tático em possíveis rotas de passagem. Durante a ação, um veículo suspeito foi interceptado.Na abordagem, os policiais localizaram a carga escondida no automóvel. A droga seria entregue na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré. O motorista foi preso em flagrante e autuado por tráfico de drogas. O material foi enviado para perícia e será contabilizado.

PM baleado e traficante morto no Juramento (CV)

Policiais militares do 41° BPM (Irajá) realizaram operação no Morro do Juramento visando ao combate ao tráfico de drogas e crimes conexos. Durante a incursão, as equipes foram alvejadas por disparos de arma de fogo, ocasião em que o CAP PM RG 88.420, R. S. M., foi atingido no antebraço, sofrendo fratura exposta e lesões por estilhaços na face, sem risco de morte, sendo socorrido ao Hospital Ronaldo Gazolla. No confronto, um indivíduo foi alvejado, socorrido ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito. Com o acusado foram apreendidos um fuzil, um rádio transmissor e materiais entorpecentes. Fração do GAT procedeu à 27ª DP e posteriormente à DH Capital para as providências cabíveis.

Após ataques, TCP já dominaria novamente áreas em Niterói

Após os recentes ataques nas últimas semanas, há relatos de que os traficantes do Terceiro Comando Puro do Bonde do Drill e Tropa do Galoestão no domínio das regiões do Morro do Estado, Arroz e Chácara,l no Centro de Niterói. Já no Fonseca, estão no domínio do Santo Cristo e cerca de metade da Coronel Leôncio. A guerra nos próximos dias promete ser intensa.. Segundo os comentários, traficantes da Maré,, Babilônia, Chapéu Mangueira estariam reforçando no Morro do Estado. Ontem, quatro traficantes do Comando Vermelho foram presos no Morro do Estado com três fuzis e uniformes militares. Hoje de tarde mais dois fuzis foram apreendidos em outra favela em guerra, a Coronel Leôncio na Engenhoca..Houve confronto e três suspeitos foram presos.

Morador da Gardênia Azul (CV) que tem problemas mentais foi brutalmente espancado por milicianos de Rio das Pedras

Um jovem conhecido como “Gabriel”, morador da Comunidade do Gardênia Azul (CV), que sofre com problemas mentais, foi brutalmente espancado na localidade do Pinheiro (Milícia), em Rio das Pedras (Milícia). Gabriel teve uma costela quebrada, o pulmão perfurado e levou 1 tiro na mão. Não foi explicado o motivo para as agressões.

CV teria retomado controle de comunidade em Belford Roxo

Traficantes do Comando Vermelho teriam retomado mais uma vez o controle da comunidade do Gogó da Ema, no Bom Pastor, em Belford Roxo. O local teria sido tomado pelas tropas do Esquilo, Urso, Jetta e BX. Os traficantes do CV postaram registros vendendo Drogas em alguns pontos da comunidade durante a madrugada. Nesta semana, a comunidade foi tema de matéria na imprensa do Rio após intenso confronto que assustou moradores. Os bandidos até postaram uma mensagem nas redes sociais dizendo que estava proibida as extorsões no local. A guerra no local começou há alguns meses quando o traficante Esquilo deu um golpe no TCP e levou o CV para o local. O TCP conseguiu retomar o ponto e a guerra prosseguiu desde então. Até o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, pediu ajuda por conta da guerra. Neste fim de semana, um traficante foi preso pelo 39BPM em posse de dois fuzis na favela do Gogó .

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