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Comando Vermelho

Traballhador oriundo da Bahia foi morto por traficantes do TCP em Resende porque eles viram uma foto em seu celular fazendo gestos do CV com as mãos

Oriundo da Bahia, Edelson Santos Portela, de 32 anos, foi morto no último dia 26 de janeiro no bairro Paraíso, em Resende, por envolvidos com a facção criminosa Terceiro Comando Puro. No corpo da vítima foram encontradas múltiplas perfurações nas costas, glúteos e parte de trás da cabeça. ,  Segundo as investigações, o crime teria sido praticado porque autores teriam visto no celular da vítima, Edelson fazendo gestos com as mãos em alusão à facção criminosa Comando Vermelho. Edelson teria ido até o local se encontrar com uma mulher pela qual mantinha relacionamento afetivo. Informações indicam que ele era trabalhador. Atuava em uma empresa há aproximadamente dois anos e tinha a função de lider de produção. Diziam que era um excelente funcionário e nunca ninguém soube que ele tinha qualquer envolvimento com o tráfico de drogas. A mulher com quem Edelson estava envolvido viu ele discutindo com quatro homens armados que tinham miras vermelhas. Edelson levantou a camisa para mostrar que não estava armado. Estava muito nervoso e tentando explicar que era trabalhador. A moça tentou intervir mas os suspeitos mandaram ela ir embora senão também iria morrer. Disseram que se chamasse a polícia iria morrer. Insistiu para liberarem o rapaz mas os bandidos mandaram ela meter o pé senão seria morta. Os criminosos roubaram o celular de Edelson e viram a tal foto. Ouro fato que chamou a atenção da polícia foi que Edelson rabalhava e residia no Bairro Fazenda da Barra 3, local também dominado pela facção criminosa Comando Vermelho. Dois suspeitos estão com a prisão temporária decretada, um deles tem o vulgo de Zangão. FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Governador do Rio diz que ataque à delegacia está tendo resposta à altura: 35 bandidos foram presos e cinco mortos. Quatro morreram nesta madrugada em Caxias

Segundo o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, a polícia está dando uma resposta à altura ao ataque à 60ª DP (Campos Elíseos) na semana passada. De acordo com ele, desde então, foram presos 35 criminosos que integram a facção que ordenou e executou a tentativa de resgate de presos na unidade, cinco foram mortos e quatro fuzis apreendidos. Quatros deles foram abatidos nesta madrugada na comunidade do Vai Quem Quer, em Duque de Caxias. “O Estado não se curva ao crime! A resposta à ousadia dos narcoterroristas que atacaram a 60ª DP. já veio com força”, disse o governante. Castro afirmou que a Força-Tarefa, com a Polícia Civil e a Polícia Militar, segue avançando para prender cada um dos responsáveis pelo ataque. “Terroristas atacaram uma delegacia e afrontaram o Estado. Isso não pode ficar por isso mesmo. A nossa polícia vai atrás de cada um que participou deste ataque e vai seguir firme no combate às máfias criminosas que atuam no Rio de Janeiro. O crime não tem vez no nosso estado – garantiu o governador. De acordo com as investigações, todos os detidos e mortos participaram, direta e indiretamente, da investida. Na madrugada deste sábado (22/02), durante ação de inteligência na região, os agentes foram atacados nas proximidades da comunidade Vai Quem Quer e houve intensa troca de tiros. Quatro criminosos morreram em confronto. Foram apreendidos um fuzil, três pistolas, farta quantidade de entorpecentes e rádios comunicadores. Um.dos mortos foi o vulgo Curió, 02 da favela. Na sexta-feira (21/02), os policiais civis prenderam o gerente do tráfico de drogas da comunidade da Mangueirinha. Com ele, foram apreendidos dois fuzis, munições e carregadores. Policiais militares participaram da ação. Na última terça-feira (18/02), outro integrante da facção também foi detido na posse de um fuzil usado no ataque. Segundo informações, o armamento seria de Joab da Conceição Silva, o narcoterrorista que comandou o ataque. Casa demolida era ponto de encontro de quadrilha Durante as ações realizadas nos últimos dias, um imóvel de luxo pertencente a Joab foi demolido, no Jardim Primavera. A casa, com piscina e churrasqueira, ainda estava em construção, mas já era utilizada pelo narcoterrorista e seus comparsas. Entre os detidos, está um casal que operava como “laranjas” de Joab. Os agentes também estouraram um depósito de bebidas suspeito de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro dele, que ajudava a financiar as atividades criminosas e a vida de luxo dos integrantes da facção e de seus familiares. FONTE: Twitter oficial do governador Cláudio Castro e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Homem é suspeito de matar mulher que ameaçou ir na boca de fumo do Mandela (CV) contar que estava sendo molestada por ele. Com medo de os traficantes descobrirem o crime, o acusado contou tudo na delegacia

Um homem que levou uma colombiana para a sua casa, na Favela do Mandela, em Manguinhos, é acusado de matá-la ao tentar impedir que ela fosse até a boca de fumo contar que ele estava supostamente a molestando. Com medo de os traficantes descobrirem o crime, ele foi até a delegacia e contou tudo. A Justiça decretou sua prisão temporária. Tudo começou no dia 16 de fevereiro quando o acusado conheceu Carolina , que lhe disse que era colombiana, estava passando por dificuldades e se encontrava em situação de rua. Ele falou que morava sozinho na Mandela e perguntou se ela gostaria de ficar em sua residência, o que foi aceito. Tudo estava indo bem e ambos estavam trabalhando, até que dias depois, o homem, o foi para um churrasco na casa de seu amigo e deixou a moça em casa. Quando retornou para sua residência e ao sair do banho, percebeu que sua carteira, dinheiro e celular, que estavam em seus bolsos, haviam sumido;.Ele questionou Carolina se ela havia pego seus pertences. Ela disse que não e ele falou que que procuraria nas coisas da mulher. Carolina começou a gritar dizendo que, se o declarante continuasse, iria até a boca de fumo, que fica próximo a residência e diria que ele estava molestando-a; Carolina começou a puxá-lo e gritar;, falou que ia até a boca e tentou sair dando um soco no rosto no homem, que revidou e deu um murro no rosto da moça, que caiu no chão e bateu a cabeça. Ela perdeu a consciência. O homem entrou em desespero e começou a fazer massagem cardíaca em Carolina, porém a mesma não dava sinais de consciência. Ligou para seus filhos e relatou o ocorrido. O filho e o genro dele, que moram no Jacarezinho orientaram o declarante para vir até esta a delegacia, pois estavam com medo dos traficantes do local descobrirem; O homem foi até a DP e relatou todo o fato. Afirmou nunca ter tido nenhum tipo de relação sexual com Carolina. PMs foram até o local e souberam que havia o corpo de uma mulher, aparentando ter cerca de 30 anos, que foi deixado por populares na UPA de Manguinhos, Informações médico-hospitalares apontaram para as seguintes lesões externas apresentadas pela vítima: Lesões em face, como escaras, esquimoses e hematomas periorbitais, sugestivos de agressão física, edema labial de origem traumática e sinais de estrangulamento. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Relatório confirma ordens de traficantes do CV da Penha e do Quitungo para execuções de pessoas suspeitas de serem informantes de facção rival. Veja quem comete esses crimes

Um relatório da Justiça confirma que traficantes do Comando Vermelho que agem no Complexo da Penha e na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, têm ordenado e realizado diversas execuções a indivíduos tidos como integrantes e/ou informantes da facção rival intitulada Terceiro Comando Puro (T.C.P), com o fim de expandir seus domínios para prática de ilícitos penais que habitualmente cometem. Segundo o documento, por meio de relatos de moradores das regiões dominadas pelo tráfico, além de diversas reportagens jornalísticas, é de conhecimento público que os criminosos mantêm um “poder paralelo” de julgamento de condutas, denominado “Tribunal do Tráfico” (fazendo uma alusão ao Poder Judiciário do Estado), onde eles, na posição de “juízes”, analisam a conduta de pessoas e a submetem a um julgamento (nada justo), onde decidem qual será a sentença daquele indivíduo (sentença de morte, em sua maioria). Os bandidos fazem uso de técnicas para se desfazer e ocultar os corpos das pessoas que são executadas (carbonizam, esquartejam, transportam para lugares de difícil acesso – como o interior de rios, canais, valas), com o intuito de inviabilizar a localização e identificação dos cadáveres e vestígios do crime, e, consequentemente, dos autores dos fatos delituosos, tolhendo as chances de elucidação por parte da polícia judiciária Os moradores de comunidades espalhadas pelo Estado, que, por vezes, se veem impedidos de transitar em algumas regiões ou até mesmo de visitarem parentes ou amigos que residem em “comunidades rivais”, sob pena de serem executados por criminosos de outra facção, sob alegação de serem X-9 informantes, delatores). A região tem como principais crimnosos, Doca e Pedro Bala, no comando do Complexo da Penha, e Belão, no Quitungo. Eles são detentores de grande poder bélico hierárquico dentro da traficância em que atuam e que dispõe de um alto número de criminosos que executam as ordens dadas por eles, dentre eles Charuto, Pitbull, Samuquinha e Gardenal. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja modo de atuação de uma quadrilha de roubadores de celulares ligadas ao CV. Dinheiro das vendas dos aparelhos subraídos ajudava a financiar a caixinha da facção

Uma quadrilha que rouba telefones celulares e ainda praticava extorsões contra as vítimas, com o objetivo de desbloquear e revender os aparelhos é alvo de operação da Polícia Civil no RJ. O bando é ligado ao Comando Vermelho. Os agentes buscam cumprir 43 mandados de prisão na capital, Duque de Caxias, São João de Meriti, Barra do Piraí e também no estado de São Paulo. Até o momento, mais de 30 pessoas foram presas. MODUS OPERANDI O bando não apenas roubava os dispositivos, mas intimidava violentamente as vítimas para obter senhas e acessos. Os criminosos faziam ameaças diretas, intimidação psicológica e coação financeira, exigindo pagamentos ou informações sob a ameaça de represálias. A estratégia tornava a quadrilha ainda mais lucrativa, pois dispositivos desbloqueados têm maior valor de revenda e permitem o acesso a contas bancárias e aplicativos financeiros das vítimas. O primeiro ato da organização envolvia a subtração dos celulares em áreas de grande circulação, como Duque de Caxias, Calçadão de Bangu e Central do Brasil. Para garantir exclusividade no fornecimento, os líderes davam armas aos assaltantes, eliminando intermediários e estabelecendo vínculos diretos com traficantes que autorizavam os roubos em troca de parte dos lucros. Após os roubos, agia o núcleo de extorsão, que utilizava diversos métodos para coagir as vítimas a fornecerem senhas e acessos financeiros, como ameaças via aplicativos de mensagem ou SMS, uso de informações obtidas na dark web, golpes de phishing e pressão psicológica. Quando esses métodos falhavam, os celulares eram desmontados e vendidos como peças para assistências técnicas clandestinas. O grupo lavava o dinheiro obtido com a venda dos celulares desbloqueados e das extorsões. Os valores eram distribuídos entre contas bancárias de terceiros, dificultando o rastreamento, sacado em espécie e escondido em locais estratégicos e também como fonte de receita da “caixinha” do CV, que financia as atividades criminosas e disputas territoriais e garante pagamentos para parentes de faccionados, estejam eles presos ou em liberdade. Os bandidos envolvidos no esquema ostentavam luxo nas redes sociais, com a compra de bens de alto valor e festas financiadas pelo crime. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

“Vai morrer todo mundo!! Cadê o Rato:? Queremos o Rato! É o comando”. Leia detalhes do ataque à delegacia de Caxias. Teve policial baleado e torturado também

Relatório da Justiça dá detalhes sobre o ataque de traficantes do Comando Vermelho à 60ª DP (Campos Elíseos) ocorrido na noite do último sábado (15). Consta que, no dia 15/02/2025, policiais civis se encontravam na 60ª Delegacia de Polícia Civiil, quando, por volta de 22h50, após regresso de ronda relativa à Operação Torniquete foi avistada a frente da unidade policial tomada por homens encapuzados armados de fuzil, sendo entre 15 e 20 homens armados com armas de grosso calibre. Foi possível avistar que dentre eles estava o traficante conhecido com o vulgo “Joab”, chefe do tráfico de drogas da facção criminosa autodenominada “Comando Vermelho CV” na porta da delegacia, tendo ele verbalizado: “Perdeu, Perdeu, Cadê o Rato: A gente quer o Rato, Cadê o Rato?”. Na ocasião, Joab traficante se encontrava com fuzil e verbalizou ordem do Comando para os homens que estavam em sua companhia deflagrarem os tiros em direção ao interior da Delegacia e atentar contra a vida dos policiais presentes. Um dos agentes que estava no local imediatamente, sacou sua pistola, efetuou disparos e se abrigou no interior da sala dos delegados adjuntos, local em que permaneceu guarnecido na presença da autoridade policial de plantão. De dentro da sala, foi possível notar que as luzes se apagaram, provavelmente em decorrência de tiros no transformador. Outro policial ouviu gritos de um policial civil gritando de dor “Ai ai ai ai”Disse que os autores gritavam “É o comando! cadê o Rato? Vai morrer todo mundo! vai morrer tudo mundo! Cadê o Rato: Queremos o Rato! É o comando! O policial permaneceu abrigado na sala com o delegado, de onde foi possível, também, ouvir vozes que se aglomeravam na carceragem da unidade e, em nenhum momento, os tiros cessavam. Os autores atiravam granadas dentro da delegacia e muitos estrondos eram ouvidos, sendo pedidos de socorro, até que outro agente ouviu os tiros cessarem no interior da unidade. Após algum tempo, policiais militares chegaram na delegacia, ocasião em que foram encontrados policiais civis feridos, sendo prestado socorro.Um policial informou que reconheceu sem qualquer margem de dúvida o traficante Joab como o indivíduo que anunciou, armado de fuzil, na frente da 60ª DP, que buscava resgatar o traficante preso por policiais da unidade na manhã da mesma data, o “Rato. De acordo com o Policial Civil Cristiano, foi possível ouvir, de onde se encontrava na DP, os homens gritando que era para atacar e matar os policiais. Mais um agente relatou o exposto acima, e notou que alguns dos elementos se deslocaram para o segundo pavimento da delegacia, que foram destruindo tudo por onde passavam, arrombando as portas de diversas salas, que foi possível ouvir o barulho das portas sendo arrancadas e que um colega foi torturado pelos homens, a fim de que informasse a localização do vulgo Rato, tendo também visto o traficante de vulgo Joab dando ordens aos homens. Viu, ainda, os criminosos abrirem a carceragem e libertarem três presos custodiados na delegacia, ainda que tais custodiados não eram o alvo do bando. Ainda segundo o policial, os telefones celulares de dois colegas de corporação foram subtraídos, ficando eles feridos, sendo socorridos para um hospital. Com relação à autoria, de fato, como alegado pela defesa, nenhuma das testemunhas indicou qualquer ato de execução relacionado aos fatos aqui apurados por parte dos ora custodiados. Ao contrário, toda a ação foi executada diretamente por terceiros que ainda não foram presos. Os policiais narraram que os atiradores invadiram a delegacia verbalizando que ali estavam para resgatar o “Rato”, ora custodiado Rodolfo, o qual é apontado como líder do tráfico, de modo que todas as ações do grupo criminoso devem ser autorizadas por ele, atuando, portanto, como autor intelectual. Os fatos constantes do APF revelam a gravidade concreta do delito e altíssima periculosidade de Rato Rodolfo para a coletividade. Com efeito, há indícios de sua autoria intelectual (em razão de sua liderança na organização criminosa) em operação criminosa de resgate altamente organizada, com emprego de material bélico de alto potencial lesivo, dirigida a uma delegacia, atingindo a integridade física de agentes de segurança pública em serviço. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Leia detalhes da sentença que condenou dois traficantes do CV a 160 anos de prisão pela morte de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e deixou seis pessoas feridas em Três Rios em 2020. Alvo era uma das vítimas sobreviventes que pertencia ao TCP. Crime foi planejado. Cidade foi tomada por bandidos

Os condenados a 160 anos pelas mortes de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e que deixaram seis pessoas feridas em Três Rios em 2020, são Leonardo Félix de Freitas, o Léo Jack e Ualifer Medeiros de Araújo, vulgo Cagado, integrantes do Comando Vermelho. O motivo torpe, reconhecido pelos Jurados, tem por fundamento a disputa pelo tráfico de drogas na região, pertencendo os criminosos à Organização Criminosa Comando Vermelho. Um dos baleados pertencia ao Terceiro Comando Puro e era o alvo da ação. Os denunciados e o alvo já vinham tendo problemas anteriores em razão de pertencerem a organizações criminosas diversas e por disputarem a mercancia de drogas na mesma região. Na data dos fatos, as vítimas, seus familiares e amigos se encontravam comemorando o aniversário do alvo quando Leonardo e Ualifer chegaram de moto e passaram a disparar em direção a todos os presentes. Na Cidade de Três Rios, o tráfico de drogas já não mais permite ações isoladas. As comunidades locais estão corrompidas e as facções, arregimentadas por pessoas que nada têm a perder, avançam abruptamente, criando rotinas violentas com regimentos e regras que lhes são próprias. Caso contrariadas, a morte é certa, pelo que se convencionou chamar de ¿Tribunal do Tráfico¿. Léo Jack era um dos chefe do tráfico da cidade, contando com o auxílio de ¿Cagado. Contra Léo Jack consta anotação na Ficha de Antecedentes Criminais condenação transitada em julgado por tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na data de 20/04/2015, por acórdão condenatório. A pena foi cumprida apenas em 16/12/2020. A menina morta, Maria Alice de Freitas Neves, foi atingida por 18 disparos. O delito foi cometido durante o repouso noturno, por volta das 22h30, na Travessa Senhor dos Passos, nº 389, Casa 02, Ladeira das Palmeiras, Cidade de Três Rios, neste Estado. No caso, trata-se de área destinada à residência. Houve planejamento de todo o delito, representado pelo armamento empregado no crime, pelas roupas que visavam não permitir a identificação de cada qual, pela cobertura de outros membros faccionados e ainda não identificados e, principalmente, pela fuga com uma motocicleta. Inclusive, os autos apontam que um dos indivíduos passou anteriormente no local dos fatos, entre às 19h e 20h de 30 de junho de 2020, para averiguar as condições do local. A paz pública foi colocada em xeque com a conduta dos homicidas. Os moradores locais foram extremamente abalados com a ocorrência dos assassinatos. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Milicianos de Rio das Pedras são suspeitos de matarem homem por acreditar que ele repassava informações da quadrilha para o CV por ser cunhado de traficante

Os milicianos Gerlan, qtualmente preso, e Tipa, ambos de Rio das Pedras, tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de cometer um homicídio contra um homem que acreditavam ser informante do Comando Vermelho só porque ele era cunhado de um traficante. A vítima Emerson foi executada com diversos disparos de armas de fogo em plena luz do dia só porque os autores acreditavam que o rapaz repassava informações da milícia para o Comando Vermelho já que era cunhado do traficante Cenoura, da Cidade de Deus. Testemunhas disseram que os acusados são os assassinos porque quando cometeram o crime não estavam de rostos cobertos. Gerlan e Tipa são conhecidos na área como os executores da milícia. . O primeiro pilotava a moto usada no crime e Tipa, que estava na garupal desceu do veículo e efetuou os disparos que mataram Emerson. Logo depois, os autores fugiram FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)

Polícia de SP confirma que mandantes da morte de delator do PCC estão escondidos na Vila Cruzeiro, quartel-general do CV no Rio

As autoridades da segurança pública de São Paulo afirmaram que os três foragidos ainda suspeitos da morte do delator do PCC  Antônio Vinicius Gritzbach no Aeroporto de Guarulhos em novembro estão escondidos na comunidade da Vila Cruzeiro, na Penha, na Zona Norte do Rio, área do Comando Vermelho. Entre eles, um dos mandantes do crime,  Emílio Carlos Gongorra Castilho, o Cigarreiro e um homem que seria olheiro do PCC.  Cigarreiro teria sido roubado após Gritzbach desfalcar a facção criminosa em milhares de reais quando lavava dinheiro para o PCC. A relação de Cigarreiro com a facção carioca é antiga. Em 2008, quando foi preso em flagrante, a investigação revelou a existência de quatro grupos que compunham a organização criminosa, voltada para o tráfico de drogas: a) grupo de comando e articulação, estabelecido na cidade de São Paulo/SP (ligados ao PCC); b) grupo de fornecedores da droga no Estado de Mato Grosso do Sul; c) o grupo dos fornecedores de produtos químicos (ligados ao PCC); d) grupo destinatário do entorpecente no Rio de Janeiro/RJ (ligados ao CV).  Mesmo preso, Emílio continuou comandando os negócios ilícitos da organização criminosa, especialmente o tráfico de entorpecentes.  Anos depois, a polícia descobriu que Emílio, que tinha o vulgo de Bill, e a esposa coordenavam um grande esquema criminoso relativo ao tráfico de cocaína, de armas e munições. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo divulgou as seguintes informações sobre a investigação O trabalho minucioso e integrado entre as Polícias Civil, Militar e Técnico-Científica resultou, desde a data do crime até agora, na prisão de 26 envolvidos, são eles:  • 17 policiais militares; • cinco policiais civis, presos na Operação Tacitus por suspeita de envolvimento com organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva; • quatro pessoas suspeitas de relação com o homem apontado como integrante da facção criminosa e que teria atuado como “olheiro” no dia do crime, que ainda está foragido. As investigações permitiram que as equipes descobrissem novas provas e identificassem mais envolvidos, o que levou a Justiça a expedir os mandados cumpridos hoje. A operação segue em andamento. Atuação da força-tarefa na identificação dos suspeitos A Secretaria da Segurança Pública (SSP) montou uma força-tarefa para alinhar as investigações entre o DHPP, as corregedorias das Polícias Civil e Militar, bem como as informações sobre os exames periciais realizados no aeroporto e nos aparelhos celulares dos suspeitos de envolvimento no homicídio por meio da Polícia Técnico-Científica.  Os policiais usaram tecnologias de ponta como ForenScope 4K — que detecta fragmentos biológicos —, e uma aparelhagem responsável por realizar levantamento 3D de todo o local do crime — o que permitiu fornecer detalhes da trajetória balística —, além de outros equipamentos que colaboraram com a elucidação dos fatos. Kauê do Amaral Coelho foi o primeiro identificado. Ele atuou como “olheiro” no dia do crime e informou aos atiradores o momento em que a vítima estava saindo do saguão do aeroporto. A SSP oferece R$ 50 mil por informacões que levem ao suspeito., que segue foragido. A namorada dele foi presa em janeiro. Posteriormente, um homem que teria auxiliado os atiradores a fugir também foi identificado e preso.  No último mês, a Corregedoria da Polícia Militar deflagrou uma operação contra policiais militares suspeitos de envolvimento com o delator. Na ocasião, foram cumpridos 15 mandados de prisão e sete de busca e apreensão. Outros dois PMs foram presos logo na sequência. Entre os detidos estão suspeitos de serem os atiradores e motorista no dia do crime. Policiais civis que se envolveram em esquemas criminosos com Gritzbach, que era acusado de lavar dinheiro para uma facção criminosa, também foram detidos. As investigações prosseguem para esclarecer a dinâmica dos fatos e identificar novos envolvidos. As apurações correm sob sigilo e detalhes serão preservados para não prejudicar os processos. FONTE: Secretaria de Segurança do.Estado de São Paulo

Investigação rica em detalhes revelou estrutura do CV em favelas de Água Santa, Piedade e Quintino mas foi tudo em vão: Justiça absolveu todo mundo

nvestigação feita entre 2020 e 2022 revela a atuação de traficantes do Comando Vermelho nos morros da  Caixa D’Água (subordinado ao Morro do Dezoito), Morro do Saçu e Morro Lemos de Brito, localizados nos bairros de Quintino Bocaiúva e Piedade, na Zona Norte do Rio de Janeiro.  Ela não deu em nada porque a Justiça absolveu todos os envolvidos. A apuração revelou a utilização de armas de fogo, inclusive de uso restrito, como fuzis e granadas, além da prática de roubos de veículos na mesma região, com posterior desmanche, além de roubos de cargas. De acordo com a investigação, apurou-se que a localidade Morro da Caixa D’Água passou a ser dominada pelo CV, a partir dos anos de 2019 e 2020, após uma disputa sangrenta com outros grupos criminosos, assim como ocorreu em relação ao Morro do Dezoito, sendo tais comunidades separadas apenas pela Rua Clarimundo de Melo. No Morro do Dezoito, mandava Bruno Gomes Teixeira, vulgo” PT “ou”Pivete”, havendo, contudo, informações, não materialmente confirmadas, de que esse indivíduo atualmente está morto. Além de Bruno, possuíam alta hierarquia no grupo criminoso os denunciados Honório Pereira de Jesus, vulgo HO (preso) e Rafael Cardoso do Valle, vulgo Baby (morto).. O bando agia com extrema violência, atentando contra a vida de seus rivais, assim como contra a vida e o patrimônio de moradores das comunidades dominadas. Verificou-se que, em 12 de julho de 2021, após apreender um adolescente no Morro da Caixa D’Água, um PM passou a receber mensagens intimidatórias no aplicativo whatsapp do seu celular. Foram requisitados os dados cadastrais da linha utilizada para intimidar o citado policial militar e, posteriormente, obtida a ordem judicial de interceptação telefônica e telemática, verificando-se que o citado terminal era utilizado pelo denunciado Luiz Fernando Dutra de Deus, o Nando. Nando era o chefe do tráfico  no Morro da Caixa D’Água, função conhecida como” frente “. Ele desapareceu e surgiram informações de que ele foi morto pelo tribunal do tráfico Baby e HO lideravam o tráfico de drogas no Morro do Dezoito, ao qual o Morro da Caixa D’água é subordinado, assim como no Morro do Saçu. Ambos foram importantes lideranças na retomada dos territórios que estavam em poder de milicianos e agora tem o controle das localidades. Ret atuava no tráfico de drogas do Morro da Caixa D’Água, na função de” atividade “e” soldado “e, também, participa dos roubos de veículos para o grupo criminoso. Ele, HO e Nando tiveram as suas impressões papiloscópicas identificadas pela perícia no veículo roubado de uma Promotora de Justiça e recuperado cerca de 3 (três) horas depois, próximo ao Morro do Dezoito. Bombinha exercia função importante na hierarquia do tráfico de drogas do Morro da Caixa D’Água e nos roubos de veículos e cargas perpetrados pelo grupo, estando bastante vinculado ao denunciado Nando, que o tinha como” homem de confiança “e com quem dialoga ao telefone, avisando sobre a chegada de fuzis. Em fotografias extraídas do seu telefone, apreendido no RO 029-10924/2022, pode-se verificar que ele aparecia ostentando a posse de um fuzil e de uma pistola, bem como mostrando um carro roubado e notas de dinheiro e, ainda, posando ao lado de outros denunciados. Pedrinho exercia a função de gerente do tráfico e roubos de veículos e carga.Rato era segurança de Nando transportando-o de motocicleta e atuando como” batedor “para os traficantes e para os roubadores homiziados no Morro da Caixa D’Água. Juninho assessorava Bombinha.   A investigação, no entanto, não deu em nada porque a Justiça absolveu todo mundo. “Não restou também efetivamente demonstrado nestes autos a teoria do domínio da organização criminosa (domínio do fato) na pessoa dos acusados, quanto ao cometimento do delito de associação para o tráfico de entorpecentes, circunstanciado pelo uso de arma de fogo, não só diante do fato de que estes, repito, em nenhum momento foram presos em flagrante na prática do crime narrado na denúncia, bem como em razão, repise- se, de que, quando em Juízo e sob o crivo do contraditório, os agentes da lei limitaram-se a narrar acerca do que ouviram nas interceptações. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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